Quem está à procura de fantasia para os dias de Carnaval, deve ficar atento para as dicas do Instituto de Metrologia de Santa Catarina (Imetro). Roupas, apetrechos e máscaras devem trazer informações obrigatórias, garantindo segurança para quem for usar.

“As fantasias, por exemplo, devem obrigatoriamente ostentar a etiqueta têxtil, pois nela constam as informações sobre a composição do tecido, importantes para que sejam evitadas reações alérgicas; dados sobre origem do produto e identificação do fabricante; e cuidados necessários na lavagem e conservação do tecido”, orienta Rudinei Floriano, presidente do Imetro.

O presidente também chama atenção para as máscaras, principalmente de uso infantil. “Elas podem causar asfixia. Outros brinquedos podem ter peças pequenas que podem ser engolidas. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto, e lembre-se sempre de procurar o selo do Inmetro na embalagem”, orienta.

“Máscaras podem causar asfixia e outros brinquedos podem ter peças pequenas que podem ser engolidas. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto, e lembre-se sempre de procurar o selo do Inmetro na embalagem”, orienta Rudinei Floriano, presidente do Imetro-SC.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, o Carnaval é um momento importante que atrai o turista e estimula o desenvolvimento econômico nas cidades e por isso, cabe ao Estado estar atento para garantir um Carnaval seguro para todos.

“O Imetro vem cumprindo seu papel de agente técnico e fiscalizador, apoiando a inovação a fim de potencializar a competitividade, a qualidade e a segurança dos produtos oferecidos à população, inclusive em nos períodos festivos, como o Carnaval. A Secretaria, em atuação conjunta com os órgãos vinculados, tem a missão de fomentar ações que contribuam para o desenvolvimento tecnológico do nosso estado”, ressaltou.

Confira as principais recomendações do Imetro:

Fantasias e adereços

- Nas fantasias infantis, evite: cordões fixos ou ajustáveis, pois eles podem prender em objetos e sufocar a criança; botões pequenos, lantejoulas e adesivos, que podem ser engolidos e causar engasgamento; zíperes sem proteção, que podem prender a pele; velcros que podem cortar a pele.

- Muitas fantasias vêm com máscaras ou com acessórios. Os acessórios de fantasia são classificados como brinquedo e, portanto, devem apresentar o selo do Inmetro.

- Acessórios de modas e joias de fantasias (tiara de princesa, colares, tornozeleiras, chapéu, bigode, espada, óculos) são classificados como brinquedo e, portanto, devem apresentar o selo do Inmetro. Assim, verifique a faixa etária, descrita na embalagem do produto e a presença do selo.

Preservativos

Os preservativos são regulamentados pela Anvisa. O Inmetro é responsável pelas regras do programa de certificação. Antes de comprar, verifique:

- A marca do Inmetro e do organismo de certificação, assim como a data de validade e instruções de uso.

- O preservativo vendido só pode vir em pacotes com uma unidade ou várias, mas nunca de forma avulsa, o que é autorizado apenas em campanhas do Ministério da Saúde.

Cadeiras plásticas

As cadeiras plásticas são regulamentadas pelo Inmetro e, portanto, são certificadas por meio de um processo que simula o uso por parte do consumidor. Na hora da compra, verifique:

- A marca do Inmetro e do organismo de certificação;

- Identificação do fabricante;

- Data de fabricação e tempo de vida útil.

- Peso máximo suportado e a classe (se o uso é apenas interno ou pode ser utilizada em ambiente externo), pois o uso indevido pode levar a acidentes.

Fique ligado

Em caso de acidentes de consumo envolvendo fantasias ou qualquer outro produto ou serviço, faça o relato no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo – Sinmac (www.inmetro.gov.br/sinmac).

Mais informações para imprensa:
Olavo Moraes 
Assessoria de Comunicação
Instituto de Metrologia de Santa Catarina (Imetro)
(48) 3381-5248 / 9-9960-8906
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Fotos: Saul Oliveira / Arquivo / Santur 

Movimento intenso é  esperado para Santa Catarina durante os festejos do Rei Momo que, em 2020, será entre os dias 20 e 26 de fevereiro. Em diferentes regiões, cidades catarinenses se destacam como os destinos mais procurados pelos turistas. As belezas naturais, somadas à cultura e badalação, fazem do estado uma opção democrática para  visitantes e moradores.

Com uma programação variada, os festejos prometem divertir foliões de diferentes idades e gostos musicais, que tomam as praças, praias e ruas das cidades catarinenses. As escolas de samba, os blocos de rua, as festas ou beach clubs atraem públicos distintos. E ainda há pessoas que preferem aproveitar os dias de folga para descansar, seja no Litoral, na Serra, seja nas estâncias de água termal.

Além de levar alegria às ruas, o Carnaval movimenta a rede hoteleira, o comércio e a procura por serviços, gerando renda em diferentes setores da economia catarinense. Os principais destinos turísticos de Santa Catarina, durante os dias de folia, são Florianópolis, Laguna, Joaçaba, São Francisco do Sul, Balneário Camboriú, Balneário Piçarras e Barra Velha.

A Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) reuniu a programação das principais festas de Carnaval para facilitar a vida dos foliões.

Confira nos links abaixo:

Florianópolis (clique aqui e confira a programação completa) - A Capital é um dos destinos preferidos dos turistas de diferentes nacionalidades. Floripa oferece uma extensa programação de Carnaval, que vai desde os desfiles de escolas de samba, passando pelos blocos de rua, até as festas de carnaval eletrônico com DJ’s famosos internacionalmente.

Laguna (clique aqui e confira a programação completa) - No Litoral Sul, a cidade é conhecida pela força do Carnaval de rua com blocos que arrastam multidões em busca de alegria e diversão. De acordo com a assessoria da Prefeitura local, incluindo as festas do pré-carnaval, que começou no início de fevereiro, são esperadas cerca de 600 mil pessoas movimentando as ruas do município.

Joaçaba (clique aqui e confira a programação completa) - No Meio-Oeste de Santa Catarina, a cidade é conhecida pelos tradicionais desfiles de escolas de samba, além do Carnafolia, carnaval de blocos que reúne milhares de pessoas com abadás, no estilo carnaval baiano. Com cerca de 28 mil habitantes, na semana de festas, a cidade recebe milhares de turistas.

São Francisco do Sul (clique aqui e confira a programação completa) - A proximidade com grandes cidades como Joinville, Blumenau e Curitiba, faz de São Chico um destino bem procurado no Carnaval. O município oferece shows, blocos e muita diversão nas praias e no Centro Histórico da cidade mais antiga do Estado.

Balneário Camboriú (clique aqui e confira a programação completa) - No Litoral Norte, o município é bastante procurado por turistas em diferentes datas comemorativas, incluindo o Carnaval. Na Avenida Atlântica, a folia fica por conta dos desfiles de blocos carnavalescos, trios elétricos e escolas de samba locais que animam milhões de pessoas entre moradores e visitantes. 

Balneário Piçarras (clique aqui e confira a programação completa) - No Litoral Norte, o Balneário oferece uma programação diversificada no Carnaval. Com shows nacionais gratuitos, desfiles de blocos, concursos de fantasia  e atividades para as crianças, não faltará opções de diversão para quem escolher o município para passar os dias de folia.

Barra Velha (clique aqui e confira a programação completa) - O município do Litoral Norte oferece aos turistas belas praias e paisagens, além de animado e diversificado Carnaval com trio elétrico, blocos de rua, shows com bandas e DJ’s nos cinco dias de folia.

Itá (clique aqui e confira a programação completa) - Com um novo formato, a Prefeitura de Itá, no Oeste do Estado, divulgou a programação oficial do Carnaval Náutico 2020. Shows nacionais e o desfile com o tema dos 100 anos de Imigração e Colonização de Itá marcam o evento deste ano.

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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

A Justiça catarinense decidiu, com base em orientação do Supremo Tribunal Federal (STF) e após defesa da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que Estado só responde por morte em unidade prisional quando for configurada omissão específica do poder público. A decisão ocorreu em ação com pedido de indenização de R$ 100 mil por familiar de detento morto por outro preso dentro de cela em unidade prisional estadual. O juiz entendeu que o poder público não tem “o dom da onipresença”.

Na defesa do ente público, a PGE/SC destacou o entendimento do STF em relação ao assunto. Para a Corte, o Estado somente poderá ser responsabilizado pela morte de detentos se houver falha no dever específico de proteção, ou seja, quando for possível algum tipo de ação para evitar o resultado. Como a morte do detento foi causada por um ataque noturno de outro preso na mesma cela, a Justiça entendeu que o Estado não teria como evitar o ocorrido e negou a indenização.

Na avaliação do magistrado, “não há como se imputar ao Estado de Santa Catarina a responsabilidade pelo evento, dado que ainda que o ofendido estivesse sob a tutela do Estado, por não ter o ente público o dom da onipresença, não podendo consequentemente estar em todos os espaços do estabelecimento carcerário a um só tempo, não há como atribuir-lhe conduta omissiva, o que teria lugar somente se a ocorrência do fato lhe fosse previsível”.

O juiz afirmou, ainda, que não se pode admitir que o Estado passe “à condição de segurador universal por todo e qualquer dano que se verificasse”. “Esse tipo de responsabilidade somente tem como operar quando específica for a omissão. Vale dizer, o dever de agir do Estado incide quando houver previsibilidade do evento danoso, o que, repito, não se amolda ao caso dos autos”, reforçou o magistrado.

Atuaram na ação os procuradores do Estado Renato Domingues Brito e Marcos Cezar Averbeck.

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O terminal pesqueiro de Laguna está oficialmente sob nova direção. Uma solenidade na manhã desta segunda-feira, 17, marcou simbolicamente a transferência do porto para a gestão da SCPAR. Neste primeiro momento, a companhia investirá aproximadamente R$ 4 milhões para melhorias no local.

A principal medida será a dragagem do canal de atração e da bacia de evolução, cuja licitação foi lançada pelo governador Carlos Moisés. Segundo o chefe do Executivo estadual, um novo momento chegou para a região de Laguna.

“Queremos chegar a um calado de 5,5 metros, que vai possibilitar a chegada de qualquer tipo de embarcação, inclusive atuneiros. Vamos agregar valor a esse equipamento público. Essa é apenas a primeira semente. Queremos chamar empresas para se instalar nesse parque, de forma a gerar emprego e renda”, frisou o governador.

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Outros investimentos no terminal pesqueiro incluem melhorias na fábrica de gelo, que operava com apenas 40% de sua capacidade, e a aquisição de duas “marrecas”,  equipamentos que facilitam a descarga do peixe e reduzem o tempo de trabalho quase pela metade. O presidente da SCPAR, Gustavo Salvador Pereira, destaca também a troca das esteiras nos salões de descarga. De acordo com ele, novos investimentos estão previstos, como a troca das empilhadeiras. 

"No futuro, queremos ampliar significativamente o movimento no terminal pesqueiro. Não é da noite para o dia que iremos mudar a realidade do porto. Mas esse é um equipamento fundamental para toda a região de Laguna, para trazer desenvolvimento, por isso é uma prioridade", ressaltou.

A solenidade marcou também os 40 anos de operação exclusivamente pesqueira no porto de Laguna e abertura da safra da sardinha, que responde por aproximadamente 40% dos peixes pescados no estado.

Também participaram do ato desta segunda-feira o chefe da Casa Civil, Douglas Borba, o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, e os deputados estaduais Rodrigo Minotto e Volnei Weber.

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Foto: Fabricio Escandiuzzi / Secretaria da Saúde

O Hospital Regional Martinho Afonso Ghizzo, de Araranguá, receberá serviços de referência nas especialidades de oftalmologia, urologia e ortopedia. O anúncio foi feito pelo secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, nesta sexta-feira, 14, durante encontro com lideranças dos municípios do Sul catarinense.

“Já estamos trabalhando para referenciar o Hospital Regional de Araranguá no sentido de que a unidade passe a oferecer serviços de referência nas áreas de oftalmologia da média e alta complexidade, urologia e ortopedia”, afirmou o secretário. “Temos planos para que ele cumpra a sua função de hospital regional. Não é justo que pessoas tenham que se deslocar para resolver questões que poderiam ser resolvidas aqui”.

Zeferino também participou de reunião com lideranças e membros do conselho consultivo do HRA e explicou detalhes da política hospitalar catarinense e da nova diretriz de cirurgias eletivas.

O secretário explicou que medidas de gestão aliadas à economia na pasta têm proporcionado avanços significativos na entrega de serviços. “Santa Catarina é o único estado do Brasil que fornece próteses fonatórias, via SUS, para pacientes. Isso foi possível justamente após ajustes financeiros realizados pela Secretaria de Estado da Saúde. O nosso trabalho visa a reforçar as políticas estruturantes na área da saúde, não só nas demandas hospitalares, mas também em temas extremamente importantes como a Atenção Primária”, reforçou.

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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O Dia D de Vacinação contra o sarampo em todo o estado é no sábado, 15. Nesta data, as unidades de saúde devem abrir das 8h até as 17h para vacinar pessoas com idade entre seis meses e 49 anos. A ação é voltada para aqueles que não tenham tomado as doses contra a doença ou que não estejam com o esquema vacinal completo.

A vacina contra o sarampo é indicada nas seguintes faixas etárias:

- 6 meses de vida: dose zero

- 1 ano de idade: primeira dose

- 1 ano e 3 meses: segunda dose e última dose por toda a vida

Pessoas que não têm mais a caderneta de vacinação ou não lembram se já tomaram a vacina devem aproveitar o Dia D para se imunizar. De seis meses a 29 anos, é preciso ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida. De 30 a 49 anos, apenas uma dose.

A gerente de imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Lia Quaresma Coimbra, ressalta que, neste momento, a maior preocupação do Estado é com os jovens adultos com idade entre 20 e 29 anos. “Esse público costuma frequentar shows, bares, festas, locais de grande circulação, facilitando a transmissão da doença entre os não vacinados. Por isso, a gente reforça a importância de procurarem as unidades de saúde”. 

Entre em 2019 e 8 de fevereiro deste ano, já foram confirmados 148 casos em Santa Catarina na faixa etária entre 20 e 29 anos.


Arte: Secom

Sarampo em Santa Catarina

De acordo com dados divulgados pela Secretaria de Saúde nesta sexta, 14, o Estado já confirmou, neste ano, 47 casos de sarampo. Os casos estão distribuídos em 12 municípios: Florianópolis (17), Joinville (13), Porto União (6), Jaraguá do Sul (2), Schroeder (2), São José (1), Guaramirim (1), Blumenau (1), Itá (1), Maravilha (1), Três Barras (1), Videira (1). 

Em 2019, foram confirmados 291 casos de sarampo em 38 municípios catarinenses.

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A chamada para a primeira reunião de pais da EEB Professor Ângelo Cascaes Tancredo, nesta quinta-feira, 13, lotou o ginásio da escola de Palhoça que aderiu ao modelo cívico-militar proposto pelo MEC. O encontro foi o momento de a direção da escola apresentar para os responsáveis dos  612 alunos o regulamento da unidade de ensino. Este foi o primeiro passo de uma série de ações que fazem parte da implementação do modelo, nesta e em mais duas escolas estaduais catarinenses.


Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina terminou o ano de 2019 com o desemprego em queda. Dados da PNAD Contínua, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 14, apontam que o estado teve uma taxa de desocupação de 5,3% no quarto trimestre, a menor do Brasil. O número representa uma queda em relação ao terceiro trimestre, quando o índice estava em 5,8%.

O indicador é fruto da boa geração de empregos no ano passado, quando o estado teve um saldo positivo de 71,4 mil vagas formais, melhor resultado em nove anos. A queda do desemprego foi comemorada pelo governador Carlos Moisés. Segundo o chefe do Executivo estadual, o atual desempenho da economia catarinense é bastante satisfatório, muito acima da média brasileira.

“Nossa taxa de desemprego é menos da metade da brasileira, que fechou o quarto trimestre em 11%. Conseguimos reduzir a desocupação em Santa Catarina em quase dois pontos percentuais ao longo de 2019, o que foi um resultado e tanto. Temos o desafio de continuar com esse ritmo forte de geração de empregos em 2020. Nosso Estado possui um ambiente econômico diferenciado e isso se reflete nos nossos resultados”, apontou Carlos Moisés.

Outro dado positivo para Santa Catarina foi a taxa de informalidade na economia, que também é a menor do Brasil, com 27,3%. No Pará, por exemplo, esse número ficou em 62,4%, enquanto a média nacional foi de 41,3%.

 

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino, o trabalho realizado para a atração de empresas e ampliação de negócios tem se mostrado efetivo.

“Temos um povo empreendedor, que cria oportunidades e faz acontecer. Além, disso, todas as nossas regiões têm atrativos para os mais distintos ramos de negócios. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo. Somos um estado seguro, com índices de criminalidade em queda. Quem quiser investir aqui é sempre bem-vindo. Confiamos também numa retomada mais firme da economia nacional em 2020, o que trará um efeito positivo em cascata para Santa Catarina. O momento é de otimismo”, destacou Esmeraldino.

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Depois de um ano para arrumar a casa, 2020 será para avançar ainda mais em ações do Governo de Santa Catarina por todas as regiões, consolidar políticas bem-sucedidas e concretizar parcerias público-privadas. Essa foi a mensagem transmitida pelo governador Carlos Moisés na manhã desta sexta-feira, 14, a aproximadamente 60 empresários catarinenses presentes à reunião da diretoria da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc). O encontro ocorreu na sede da entidade, em Florianópolis.

"Pela primeira vez o Governo do Estado conta com um secretariado técnico, sem indicações políticas. Todos são cobrados por resultados. Também estamos trabalhando com indicadores de desempenho, que até podem ser comuns na iniciativa privada, mas no governo nunca tinham sido aplicados. Estamos inovando para poder medir e fazer mais", pontuou o governador.

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Carlos Moisés destacou como projeções para 2020 o fortalecimento do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec), o uso de inteligência preditiva para a segurança pública e o avanço nas desestatizações e investimento privado. "Estamos criando um complexo cultural e turístico no entorno da Ponte Hercílio Luz para que a manutenção seja feita com recursos privados. Estamos trabalhando para reduzir o tamanho do Estado em várias frentes", afirmou.

As reformas essenciais para Santa Catarina e o Brasil também foram destacadas pelo governador. Já tramita na Assembleia Legislativa (Alesc) a Reforma da Previdência, que tem por objetivo reduzir o deficit que passa de R$ 4 bilhões por ano, diminuindo investimentos em áreas essenciais. Para o país, Carlos Moisés destacou a importância da reforma tributária. "O Brasil tem muitos tributos e isso precisa ser simplificado, de modo que uma empresa não precise gastar tanto e perder tanto tempo para calcular. A reforma tributária precisa avançar no Congresso", frisou.

Outra pauta nacional apontada por Carlos Moisés é o pacto federativo. Ele lembrou que Santa Catarina é o sétimo estado com a maior arrecadação de impostos para a União, mas apenas o 24º em retorno. "Precisamos cumprir a promessa de mais Brasil e menos Brasília. Hoje Santa Catarina arrecada R$ 44 bilhões em tributos federais e só recebe R$ 1,56 bilhão de volta, algo em torno de 2%. Alguns estados chegam a receber 200% do que arrecadam. Se para nós retornasse 10%, já poderíamos investir em tudo o que é preciso para a nossa população", expôs.

Proximidade com o setor produtivo

O presidente da Facisc, Jonny Zulauf, destacou a proximidade do Governo do Estado com a entidade e enalteceu a facilidade de acesso que a Federação encontrou com a administração estadual. "O posicionamento da nossa diretoria sempre foi o de apoiar os bons posicionamentos do governo, sem esquecer da nossa independência. É muito importante que colaboremos ativamente, até com críticas, mas pensando no que é melhor para Santa Catarina. O espírito é colaborativo e construtivo", afirmou.

A Facisc reúne mais de 34 mil empresas filiadas a 148 associações empresariais catarinenses.

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Ações, políticas públicas e parcerias que beneficiem as cidades catarinenses estiveram na pauta de uma audiência realizada na tarde desta quinta-feira, 13, entre o governador Carlos Moisés, representantes da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e de consórcios municipais.

O governador reiterou a disposição do Governo de Santa Catarina em fortalecer as parcerias com os municípios para garantir obras e serviços de qualidade aos cidadãos. "Temos várias ações nesse sentido. São exemplos a nova política hospitalar e o Projeto Recuperar, que destina dinheiro público estadual para que os consórcios façam a intervenção nas rodovias. Há muitas ações na educação e segurança pública que também podem ser potencializadas", projetou. "Quem ganha com essa aproximação é o cidadão, porque ele vive no município. Todo o esforço é para ter municípios fortes. A Fecam e os consórcios são fundamentais", afirmou Carlos Moisés.

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Os gestores discutiram formas de aprimorar as parcerias já existentes e pautas comuns. Na avaliação do presidente da Fecam e prefeito de Caçador, Saulo Sperotto, a integração entre os entes é importante para fazer frente às demandas da sociedade. "Queremos que o estado seja cada vez melhor, produtivo e eficiente, e não pode ser diferente nos municípios. Temos diversos assuntos integrados e que precisam de um trabalho em conjunto para defender os interesses do cidadão. O Governo do Estado está fazendo uma interlocução muito importante para nós. Tenho certeza de que isso é uma construção, respeitando sempre as responsabilidades de cada um", observou.

Além da Fecam, a reunião teve a participação do chefe da Casa Civil, Douglas Borba, o coordenador da Central de Atendimento aos Municípios (CAM), Gabriel Loeff, a presidente do Consórcio Interfederativo Santa Catarina (CinCatarina) e prefeita de Vargem, Milena Becher, entre outros representantes municipais.

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