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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Arquivo / Secom

A integração do transporte coletivo da Grande Florianópolis e a preocupação com a mobilidade urbana foram os principais temas da reunião entre a Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana (Suderf) e o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O encontro ocorreu na tarde desta sexta-feira, 17, na sede do MPSC, em Florianópolis. 

O superintendente e subchefe da Casa Civil, Matheus Hoffmann, apresentou ao subprocurador-geral de Assuntos Institucionais, Alexandre Estefani, e ao promotor de Justiça Fabrício Pinto Weiblen o andamento do projeto que pretende integrar as linhas de ônibus intermunicipais e municipais da região. Entre as principais vantagens do novo modelo estão a gestão associada do sistema de transporte coletivo entre Governo do Estado e municípios e a reorganização dos itinerários, evitando sobreposição de linhas. Além da possibilidade de deslocamentos diretos na região continental, sem necessidade de entrar na Ilha, o que traria benefícios para o usuário e para a mobilidade urbana.

Segundo Hoffmann, a iniciativa teve um importante avanço em 2019, quando o governador Carlos Moisés retomou as tratativas para implantação da rede integrada. “Todas as Câmaras de Vereadores aprovaram o projeto de lei que autoriza a participação do município no novo sistema, embora algumas emendas inseridas ao projeto não possibilitem a integração imediata de todas as cidades da Grande Florianópolis”, explicou o superintendente.

Neste início de ano, a Suderf trabalha junto ao Observatório da Mobilidade Urbana da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na readequação do projeto para atender as emendas. Em seguida, será feito o detalhamento da operação com todos os municípios para definir como efetivamente o sistema vai funcionar.


Reunião nesta sexta-feira. Foto: Divulgação / Casa Civil

“A iniciativa de integração de linhas é de grande importância para os usuários que utilizam diariamente o transporte coletivo e também para legalizar a situação dos municípios que possuem contratos defasados e irregulares”, afirmou o subprocurador Alexandre Estefani.

Após detalhamento da operação, deverão ocorrer as assinaturas dos convênios de cooperação e dos contratos de programa com as prefeituras participantes. Por fim, será lançado o edital do processo licitatório do transporte coletivo metropolitano.

Informações adicionais à imprensa:
Mauren Rigo e Márcia Callegaro
Assessoria de Comunicação
Casa Civil
E-mail: comunicacao@casacivil.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2005 / 98843-3497 / 3665-2104 / 98842-8479
www.fb.com/casacivilsc / @CasaCivilSC


Foto: Divulgação / FCC

Estão abertas as inscrições para a Oficina de Bonecas Abayomi que será realizada na Biblioteca Pública de Santa Catarina (BPSC), com a contadora de histórias Maria Ana Raimundo. A atividade será desenvolvida na sexta-feira, 24, das 15h às 17h. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 24 pelo e-mail bpscsecretaria@fcc.sc.gov.br,  pelo telefone (48) 3665-6422 ou presencialmente na recepção.  

Serão oferecidas 20 vagas para crianças a partir de 7 anos. Não é necessário que os participantes levem material.

As Abayomis são bonecas de origem africana. Eram feitas por mães escravas com retalhos de tecidos ou até mesmo pedaços das próprias roupas como conforto e distração para as crianças. As bonecas se caracterizam por não ter costuras: são feitas apenas com nós e tranças.

Serviço

Oficina de de Bonecas Abayomi 
Local: Biblioteca Pública de Santa Catarina (auditório)
Rua Tenente Silveira, nº 343 - Centro, Florianópolis
Inscrições: 17/01/2020 a 24/01/2020
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo e-mail bpscsecretaria@fcc.sc.gov.br,  pelo telefone (48) 3665-6422 ou presencialmente na recepção.  
Data da oficina: 24/01/2020
Horário: das 15h às 17h
Ministrante: Maria Ana Raimundo
Número de vagas: 20

Assessoria de Comunicação
Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
Fone: (48) 3664-2571 / 3664-2572 
Email: imprensa@fcc.sc.gov.br
Site: www.cultura.sc.gov.br
Facebook: www.facebook.com/FundacaoCatarinensedeCultura
Twitter: www.twitter.com/fccoficial


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Os quase 4 milhões de candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 já podem conferir a nota na prova. O resultado foi publicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) nesta sexta-feira, 17, na Página do Participante e no aplicativo do Enem.

Com a nota do Enem, estudantes podem ingressar em graduações oferecidas pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) de duas formas: pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou pelo processo seletivo aberto para preenchimento de vagas em cursos a distância.


Fotos: Divulgação / SAP

No Presídio de Rio do Sul, os internos estão fazendo a primeira colheita de hortifrúti da unidade. Até o momento, as culturas plantadas em setembro renderam 412 quilos de alimentos: 77 quilos de tomate, 82 quilos de batata doce, 23 quilos de repolho, 30 quilos de rúcula, 20 quilos de abóbora moranga, 167 quilos de melancia, 13 quilos de feijão vermelho e 400 espigas de milho. Toda a produção é utilizada na elaboração das refeições dos detentos.

A plantação começou em julho de 2019 com árvores frutíferas do tipo citrus, mas em setembro foi adaptada para receber milho, melancia, aipim, batata doce, feijão, abóbora e tomate. Na semana passada, 400 espigas milho verde foram colhidas pelos internos e nesta quinta-feira, 16, foi a vez das melancias, sendo que uma delas chegou a pesar 16 quilos.

 “Essa ação está alinhada com a política prisional de ressocialização, visto que temos apenados trabalhando desde o início do projeto com a preparação do sol, plantio e agora o início da colheita”, observa o gestor da unidade, Eduardo Weber Xavier.

A nutricionista do presídio, Maíra Bolduan, reforça que consumir alimentos que vem da horta garante uma refeição ainda mais saudável para os internos. Além dos legumes e frutas, na horta também são plantados temperos, como salsinha, cebolinha, orégano e manjericão.

A Penitenciária da região de Curitibanos, de Chapecó, da Capital e o Complexo Penitenciário do Estado, em São Pedro de Alcântara, são algumas das unidades que também contam com horta em sua estrutura.


Plantio começou em 2019

O pomar

O plantio de alimentos na unidade começou a ser concretizado quando um dos internos, que é técnico agrícola, utilizou seus conhecimentos para desenvolver um pomar no Presídio de Rio do Sul. Na primeira etapa, iniciada em 2019, foram plantadas 164 mudas de laranja, limão e tangerina. As espécies foram selecionadas considerando as demandas da unidade e período de frutificação, a fim de garantir frutas o ano inteiro.

Informações adicionais para a imprensa
Jacqueline Iensen
Assessoria de Imprensa
Secretaria da Administração Prisional e Socioeducativo (SAP)
E-mail: jacqueline.iensen@gmail.com
Fone: (48) 3664-5810 / (48) 99668-9634
Site: www.sjc.sc.gov.br 


Foto: Polícia Civil / Divulgação

A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) desencadeou nesta sexta-feira, 17, a Operação Lavanderia. O objetivo é apurar lavagem de dinheiro por integrantes de uma organização criminosa que atua em Santa Catarina.

Ao longo do dia, estão sendo cumpridos 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça em Santa Catarina e no Paraná, nas cidades de Florianópolis, Palhoça, Gaspar, Blumenau, Chapecó e Joinville, além dos municípios paranaenses de Curitiba, Fazenda Rio Grande e Londrina.

Na ação desta sexta-feira, foram apreendidos R$ 16 mil em casas em Palhoça e em Joinville, documentos, cartas, bilhetes e comprovantes de depósitos bancários. São investigadas nove pessoas, além de uma empresa de fachada do ramo de transporte e que não possui sede. Os crimes investigados são lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Segundo o delegado Antônio Seixas Joca, durante a investigação foram indiciados 21 integrantes de organização criminosa, quando foram obtidos fortes indícios de lavagem de dinheiro pelo chefe do grupo.

Diante disso, foi representado pela quebra dos sigilos bancários e fiscais, pelo bloqueio de contas e pela expedição dos 17 mandados de busca e apreensão. Assim, foi instaurado novo Inquérito Policial para apurar o crime de lavagem de dinheiro, onde se verificou a existência de uma empresa fantasma que movimentou, em um mês, cerca de R$ 7,2 milhões.

 “Eles pegam esse dinheiro da venda de drogas, do pagamento de dízimo da facção e tentam lavar, dar aparência lícita a ele”, afirma o delegado Joca.

Para o diretor da Deic, Luis Felipe Fuentes, a Operação Lavanderia é importante para reduzir a capacidade financeira das organizações criminosas em Santa Catarina. “Além disso, identifica pessoas que tentam manter a organização funcionando enquanto vários líderes se encontram presos”, destaca Fuentes.

A operação teve apoio da DIC de Chapecó, DIC de Blumenau e Delegacias de Joinville, Canil da PC-SC, além da Polícia Civil do Paraná, que deu cumprimento aos mandados de busca e apreensão no estado vizinho.

Informações adicionais para imprensa:
Diogo Vargas
Assessoria de Comunicação
Polícia Civil - PC
E-mail: imprensa@pc.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-8708 / (48) 99119-8960
Site: www.pc.sc.gov.br 

 

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