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Foto: Cristiano Estrela/Secom

O governador Carlos Moisés participou da outorga da Ordem do Mérito Jerônimo Francisco Coelho na noite dessa quinta-feira, 21, e proferiu uma palestra sobre o primeiro ano de governo, a convite do Grande Oriente de Santa Catarina (GOSC) e da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), durante Sessão Magna de comemoração dos 50 anos da Loja Maçônica Jerônimo Coelho. O evento foi realizado no Templo da Loja Ordem e Trabalho, em Florianópolis.

"Foi uma jornada que começou com uma predisposição de estarmos nessa caminhada por uma mudança para o Brasil. Estou em uma missão que me foi dada e tenho o dever de manter meus propósitos mais republicanos. Encontramos um cenário desafiador, mas os primeiros resultados já estão aparecendo", afirmou Carlos Moisés.

Ele citou, como exemplos, o pagamento da dívida de R$ 750 milhões da saúde, a redução do déficit público, o fim das indicações políticas para cargos chave no governo, a implantação de indicadores de desempenho e a retomada dos investimentos nas áreas essenciais. "Muitos Estados estão em situação realmente complicada, inclusive atrasando salários de servidores. Este não é o caso de Santa Catarina. Estamos saneando as contas públicas e em 2021 seremos um Estado superavitário", projetou o governador.

Noite de celebração e homenagens

Na solenidade, foram outorgadas pelo Governo do Estado a comenda Jerônimo Coelho ao desembargador Norberto Ulysséa Ungaretti (in memoriam), que dedicou mais de dez anos à pesquisa que deu origem ao livro, a Miguel Chritakis, único maçom vivo fundador da Loja Maçônica Jerônimo Coelho n°13, em 1969, e à Associação Catarinense de Imprensa, pelo empenho em manter viva a memória do jornalista, militar e político.

Na ocasião, também foi lançado o livro de autoria do desembargador Norberto Ulysséa Ungaretti (falecido em 2014). O biografado foi fundador do jornal O Catharinense e da loja maçônica Cordialidade, na primeira metade do século 19. Ele nasceu em Laguna, em 1806, e faleceu em Nova Friburgo (RJ), em 1860.

A Ordem do Mérito Jerônimo Francisco Coelho é concedida pelo Governo do Estado para laurear aqueles tenham se destacado por ações compatíveis, concretas e com resultados mensuráveis, dentro dos ideais de Jerônimo Coelho, nas áreas militar, de engenharia e de jornalismo.

O presidente da ACI, jornalista Ademir Arnon, fez a leitura de um manifesto em defesa da inclusão do nome de Jerônimo Coelho no Livro de Aço dos Heróis da Pátria. "Foi o catarinense mais ilustre do século 19. Sua vida foi inteiramente dedicada ao serviço da Pátria e aos brasileiros", afirmou.

Também participaram da sessão o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial e comandante-geral da Polícia Militar, Carlos Alberto de Araújo Gomes, o chefe da Secretaria Executiva da Casa Militar, João Carlos Neves Júnior, o secretário executivo da Comunicação, Ricardo Dias, o secretário adjunto de Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira, e o subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar, Ricardo Steil, representando o comandante, Charles Alexandre Vieira, entre outras autoridades.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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Foto: Cristiano Estrela / Secom 

Único estado do Brasil reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação, Santa Catarina se mantém em alerta para reação a qualquer foco da doença. Um Workshop e um Simulado de Mesa sobre Emergência Sanitária em Febre Aftosa estão sendo realizados nesta quinta e sexta-feira, 21 e 22, em Florianópolis, para equipes da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Defesa Civil e Polícia Militar. O evento é no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd) e serve para atualização e treinamento dos participantes.

Na quinta-feira, os integrantes participam de um workshop sobre a febre aftosa, onde especialistas em diversas áreas trarão informações sobre a doença, sintomas, impactos e formas de contenção de focos. Além disso, serão discutidas as experiências na gestão de desastres da Defesa Civil e as capacidades e recursos da Polícia Militar em resposta a situações de crise.

Na sexta-feira, haverá o Simulado de Mesa, onde os participantes terão um exercício prático para resposta a um foco da doença em Santa Catarina. O secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa, destaca que esse é um momento importante de atualização e integração entre diferentes órgãos Governo a favor do agronegócio catarinense.

"Santa Catarina conquistou um status sanitário diferenciado em 2007, e desde 2000 os animais não são vacinados no estado. Essa conquista foi um grande desafio, porém os esforços são gigantescos para manter nossos rebanhos livres da febre aftosa. É importante que a defesa agropecuária seja de conhecimento de outras áreas, isso traz mais segurança para os produtores e também aumenta nosso poder de resposta em épocas de crise", ressalta.

Vigilância permanente

A erradicação da doença em Santa Catarina fez com que o estado tenha regras especiais para o trânsito de animais. Já que é proibido o uso de vacina contra febre aftosa em todo o território catarinense, não é permitida a entrada de bovinos de outros estados. Para que os produtores tragam ovinos, caprinos e suínos criados fora de SC é necessário que os animais passem por quarentena tanto na origem quanto no destino e que façam testes para a febre aftosa, exceto quando destinados a abatedouros sob inspeção para abate imediato.

O Governo do Estado mantém ainda um sistema permanente de vigilância para demonstrar a ausência do vírus de febre aftosa em Santa Catarina. Continuamente, a Cidasc realiza inspeções clínicas e estudos sorológicos nos rebanhos, além de dispor de uma estrutura de alerta para a investigação de qualquer suspeita que venha a ser notificada pelos produtores ou por qualquer cidadão. A iniciativa privada também é uma grande parceira nesse processo, por meio do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa).

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
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O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira, 21, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde, revela que 11 municípios (12%) infestados pelo mosquito apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya. Os dados também mostram que 39 cidades (42,4%) apresentam médio risco e 44 (45,7%), baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. 

::: Para mais informações, clique aqui!

Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 92 municípios realizaram o levantamento. Florianópolis e Jaraguá do Sul são considerados infestados, mas ainda não encaminharam os resultados da atividade.

LIRAa

O levantamento inspecionou 78.785 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A maioria era de recipientes móveis, como baldes e vasos de planta (36,9%). Em segundo lugar, estão o lixo e a sucata (32,8%). 

 “Esses dados revelam o quanto todos temos que estar atentos ao ambiente. É preciso manter os quintais limpos e descartar corretamente o lixo. Apesar desses recipientes serem os mais comuns, não podemos esquecer também de manter a caixa d’água fechada e as calhas limpas”, alerta João Fuck gerente de zoonoses da Dive/SC.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. O levantamento é realizado por meio da visita a um determinado número de imóveis do município, onde ocorre a coleta de larvas para definir o Índice de Infestação Predial (IIP). 

No LIRAa do mesmo período do ano passado, três municípios da região Oeste apresentavam alto risco para transmissão das doenças. Outros 28 municípios apresentavam médio risco e 43, baixo risco. Os novos dados demonstram um aumento nos municípios classificados com alto e médio risco. Em novembro de 2018 foram 44% dos municípios nessa condição, enquanto neste ano o percentual subiu para 54,3%. 

Confira o boletim do LIRAa completo. 

Prevenção

Os vírus que causam dengue, febre de chikungunya e zika são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Elas apresentam sinais e sintomas parecidos, mas têm níveis de gravidade diferentes. 

O mosquito se reproduz em locais que apresentam água parada, assim a melhor estratégia de prevenção é eliminar os potenciais criadouros. O uso de inseticidas para eliminar o mosquito adulto apresenta baixa eficácia, tendo em vista que dependem de fatores como condições climáticas, equipamentos utilizados e contato com o mosquito. Assim, essa medida é apenas complementar, utilizada em situações específicas e com recomendação técnica. 

O que fazer?

• Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
• Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
• Mantenha lixeiras tampadas;
• Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
• Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
• Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
• Mantenha ralos fechados e desentupidos;
• Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
• Retire a água acumulada em lajes;
• Limpe as calhas, evitando que galhos ou outros objetos não permitam o escoamento adequado da água;
• Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
• Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 

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