O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) aprovou a Licença Ambiental de Operação (LAO) para a Linha de Transmissão entre Biguaçu e Siderópolis. A LAO autoriza o início de funcionamento do empreendimento que teve investimento de R$ 1,3 bilhão e gerou cerca de cinco mil empregos na região dos 28 municípios interceptados.

A autorização abrange a transmissão de 525 kV SE Biguaçu - SE Siderópolis 2, da Linha de Transmissão de 230 kV SE Siderópolis 2 - SE Forquilhinha e de parte da Subestação de Energia de 525/230 kV Siderópolis 2, de responsabilidade da empresa EDP Transmissão Aliança SC S.A.

De acordo com a empresa responsável pela obra, o principal objetivo é a ampliação do sistema elétrico da região Sul do estado, melhorando a qualidade e a segurança do fornecimento de energia. “Com a implantação desse novo sistema elétrico, a população será beneficiada devido ao aumento da segurança energética, à melhoria do desempenho do sistema elétrico da região, ao aquecimento da economia local, com a maior geração de renda e emprego para a população”.

A construção começou no segundo semestre de 2018 e a conclusão e energização de todas as Linhas de Transmissão devem ocorrer até dezembro de 2021.

Mais informações:

  • SE 525/230 kV Siderópolis 2: A subestação ocupa uma área de 18,5 ha e localiza-se no município de Siderópolis. A área é subdividida em dois platôs que contêm as estruturas de tensão 525 kV e 230 kV separadamente.
  • LT 525 kV Biguaçu - Siderópolis 2: Esse trecho da linha de transmissão, que liga a Subestação Biguaçu à Subestação Siderópolis 2, tem cerca de 150 km de extensão, atravessando 13 municípios: Biguaçu, Antônio Carlos, São Pedro de Alcântara, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Rio Fortuna, Grão Pará, Braço do Norte, Orleans, São Ludgero, Urussanga e Siderópolis. A linha de transmissão conta com 317 torres estaiadas e autoportantes, com vãos médios entre torres variando de 337 a 447 metros, e operará em circuito simples.
  • LT 230 kV Siderópolis 2 - Forquilhinha: O trecho da linha de transmissão que liga a Subestação Siderópolis 2 à Subestação Forquilhinha tem aproximadamente 28 km de extensão e intercepta o território de 3 municípios: Siderópolis, Nova Veneza e Forquilhinha. Essa linha, que contém 70 torres, operará também em circuito simples, com tensão de 230kV.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
Site: www.ima.sc.gov.br 

 


Fotos: Divulgação / Epagri

Santa Catarina conta com a mais completa previsão de geada do Brasil. A Epagri/Ciram aprimorou a ferramenta em seu site, que agora disponibiliza probabilidade de ocorrência do fenômeno para os próximos cinco dias. Além de mostrar em três mapas: probabilidade média, máxima e mínima de ocorrência. O produto continua sendo o único do país a oferecer a previsão do fenômeno para três intensidades: geada, geada moderada a forte e geada forte.

A previsão de geada para cinco dias atende demanda dos agricultores catarinenses, que, assim, podem se programar melhor para minimizar prejuízos causados nas lavouras. Ângelo Massignam, gerente da Epagri/Ciram, explica que a geada é um fenômeno importante para a agricultura catarinense, pois sua janela de ocorrência determina os prazos ideais de plantio das principais culturas agrícolas. Além disso, por sua localização geográfica e relevo, Santa Catarina é bastante suscetível à ocorrência.

A ferramenta indica que deve ocorrer geada em Santa Catarina nesta quinta-feira, 13, especialmente no Planalto Sul. A partir da sexta-feira, 14, a previsão de geada se mantém nos modelos da Epagri/Ciram, perdendo força, mas ainda com indicação de ocorrência, até o domingo, 16.

Funcionalidades

Além de ter mais funcionalidades, a nova previsão de geada do site da Epagri/Ciram está mais precisa. Carlos Eduardo Salles de Araújo, pesquisador responsável pela ferramenta, explica que a atual modelagem tem maior resolução, fornecendo uma informação diferente a cada 9 km². O modelo antigo fornecia uma informação de possibilidade de ocorrência de geada a cada 225 km².

No caso de Santa Catarina, essa grade mais detalhada é fundamental por causa do relevo extremamente acidentado do Estado, o que pode provocar uma grande variação de altitude em uma área de 225 km². Como a altitude é fator fundamental para ocorrência de geada, ter uma única informação de previsão em uma área tão grande pode gerar probabilidades distorcidas, o que é minimizado na área de 9 km².

Outra evolução importante é o uso de oito modelos numéricos para a confecção da previsão de geada da Epagri/Ciram. Na versão antiga, era um único modelo. Carlos Eduardo explica que o cruzamento de todas essas informações confere mais assertividade ao produto final, ou seja, a margem de erro da previsão diminui muito, principalmente para os três primeiros dias.

A modelagem numérica procura repetir, em conceitos teóricos da matemática e da física, o comportamento da atmosfera. “Acontece que a natureza é caótica”, explica o pesquisador da Epagri/Ciram. Por isso, a opção de expor três mapas na ferramenta. Para uma consulta rápida, o usuário pode olhar apenas o mapa da probabilidade média. As outras duas imagens indicam uma faixa de probabilidades. “Por exemplo, o usuário deve observar um valor no mapa de probabilidade mínima e um valor no mapa de probabilidade máxima para a mesma localidade geográfica. Se os valores observados foram 50 e 60 respectivamente, significa que a chance de ocorrer geada para a classe e data selecionada ficará entre 50% e 60% na localidade de interesse”, detalha Carlos Eduardo.

Minimizar perdas

Massignam explica que uma geada que aconteça muito cedo ou muito tarde durante o ano pode afetar de maneiras diferentes as diversas culturas agrícolas do Estado. “O feijão é muito suscetível, já o milho resiste um pouco mais”, exemplifica. Por isso, produto da Epagri/Ciram traz um guia do usuário que, entre outras informações, enumera as principais medidas que podem ser adotadas para minimizar perdas: o ensacamento de frutos e a antecipação da colheita no caso da banana; a aplicação de irrigação, de fumaça e de aminoácidos para a fruticultura; o atraso no transplante de mudas para o maracujá e a cobertura de mudas com lonas ou palha na produção de hortaliças.

O projeto de aprimoramento da ferramenta segue até o segundo semestre do ano que vem. Até lá, serão implementadas melhorias para aumentar ainda mais a precisão da previsão de geada. Para o usuário, o produto continuará o mesmo, mas haverá uma evolução na qualidade da informação oferecida. Por isso, o pesquisador Carlos Araújo lembra que é muito importante que agricultores e técnicos ofereçam um feedback do uso pelo e-mail kadu_araujo@epagri.sc.gov.br. A partir dessas observações, alterações podem ser feitas para contemplar ainda mais os interesses dos usuários.

Informações e entrevistas:

Carlos Eduardo Salles de Araújo, pesquisador da Epagri/Ciram, pelo fone (48) 99948-3250

Mais informações para a imprensa:
Gisele Dias
Assessoria de imprensa 
Epagri
Fone: (48) 3665-5147 / 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) aprovou nesta segunda-feira, 10, a Licença Ambiental de Instalação (LAI) para a Linha de Transmissão LT 230/525 kV Rio do Sul - Indaial - Gaspar II e seccionamentos associados, de responsabilidade da empresa Neoenergia Vale do Itajaí Transmissão de Energia S.A.. A LAI é a segunda de três licenças ambientais obrigatórias e autoriza o início das obras do empreendimento com investimento de R$ 509.344.922,14.

De acordo com o Estudo de Impacto Ambiental, a implantação da LT 525/230 kV Rio do Sul - Indaial - Gaspar II e seccionamentos associados têm como objetivo melhorar a disponibilidade de energia elétrica ligada e a confiabilidade do Sistema Interligado Nacional da região nordeste de Santa Catarina.

A extensão do traçado do empreendimento é de aproximadamente 132 quilômetros e intercepta o total de 12 municípios catarinenses: Apiúna, Ascurra, Ibirama, Lontras, Rio do Sul, Blumenau, Gaspar, Indaial, Pomerode, Rodeio, Timbó e Luiz Alves.

O empreendimento é constituído pelas seguintes obras:

  • LT 230 kV Rio do Sul - Indaial - C1 e C2 (CD), com extensão aproximada de 52,66 km, vai atravessar oito municípios de Santa Catarina (Apiúna, Ascurra, Ibirama, Indaial, Lontras, Rio do Sul, Rodeio e Timbó). Terá origem na SE Rio do Sul, no município de Rio do Sul, seguindo em direção à futura Subestação Indaial, no município de Indaial;
  • LT 230 kV Indaial - Gaspar II - C1 e C2 (CD), com extensão aproximada de 51,38 km, atravessará sete municípios (Blumenau, Gaspar, Indaial, Luiz Alves, Pomerode, Rodeio e Timbó), com origem na futura SE Gaspar II, no município de Gaspar, seguindo em direção até a futura Subestação Indaial, no município de Indaial;
  • Seccionamento LT 525 kV Curitiba - Blumenau para SE Gaspar II - CD, com extensão aproximada de 19,66 km, atravessará três municípios (Blumenau, Gaspar e Luiz Alves), com origem na futura SE Gaspar II, no município de Gaspar, seguindo em direção até o seccionamento;
  • Seccionamento LT 525 kV Blumenau - Biguaçu para SE Gaspar II - CD, com extensão aproximada de 7,46 km, atravessará o município de Gaspar, tendo origem na SE Gaspar II, seguindo em direção até o seccionamento.

Estas estruturas compõem o Lote 01, do Leilão ANEEL 004/2018, que contempla ainda a implantação de uma subestação nova (SE 230/138 kV Indaial), a ampliação da SE 500/230 kV Gaspar II e a instalação de equipamentos para novas conexões na SE Rio do Sul 230 kV.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
Site: www.ima.sc.gov.br 


Imagem: Divulgação

O modelo de apoio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio da Secretaria Executiva de Meio Ambiente (Sema), aos Comitês de Bacias Hidrográficas serviu de case na Jornada de Capacitação para Colegiados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH). A apresentação foi na quinta-feira, 29, tendo como tema Sustentabilidade Administrativa e Financeira no Funcionamento dos Comitês Estaduais: Secretarias Executivas, Fontes de Recursos e Termos de Cooperação.

Durante a jornada, que contou com cases de outras regiões do país, o secretário Executivo da Sema, Leonardo Ferreira, explicou como funciona o modelo catarinense de apoio aos comitês, chamado de Entidades Executivas. Iniciativa que fortalece a gestão descentralizada dos recursos hídricos nas bacias hidrográficas. O secretário também destacou os investimentos, boas práticas e experiências, além de apresentar o planejamento para o próximo ciclo, os planos e outras ações para a conservação da água no Estado.

“O modelo de SC é único no Brasil e busca um gerenciamento sustentável aliado à inovação, para trazer cada vez mais qualidade e eficiência na gestão hídrica de Santa Catarina. Só nos últimos anos, foram investidos mais de R$ 6 milhões para apoiar os comitês de bacia”, ressalta Ferreira.

Santa Catarina tem 10 regiões hidrográficas e 16 bacias. Possui o plano estadual e quase todas as bacias têm planos regionais elaborados. Apenas os Comitês do Rio do Peixe e Canoas não possuem, mas a execução dos dois deve iniciar em breve.

“Para assegurar água de boa qualidade à atual e às futuras gerações e dar diretrizes sobre o uso da água, já estamos trabalhando em um novo modelo de apoio aos comitês. A ação vai trazer benefícios, ganhos técnicos e melhorar o que foi apreendido em lição, como é o caso das dificuldades encontradas ao realizar uma prestação de contas”, explica o secretário.

A Jornada

Os encontros da Jornada de Capacitação são realizados para promover o intercâmbio de experiências sobre a atuação dos comitês na gestão das águas do Brasil e fazem parte das Trilhas de Aprendizagem para Comitês de Bacia Hidrográfica e Conselhos de Recursos Hídricos.

Mais informações para a imprensa:
Mariane Lidorio
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-4298 / 99601-1488
E-mail: mari@sde.sc.gov.br
Site: www.sde.sc.gov.br


Foto: Divulgação / Epagri 

A severidade da seca se agravou no Oeste e Meio-Oeste catarinense em abril, devido aos baixos volumes de chuva, segundo o Boletim Hidrometeorológico Integrado do Estado, divulgado nesta sexta-feira, 23, pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema). Já no Litoral, a precipitação foi dentro da normalidade.

Dentre os 295 municípios de Santa Catarina, 168 estão em estado de normalidade; 93 de atenção; 10 de alerta, e 11 em situação crítica frente à estiagem. Além disso, 13 cidades não encaminharam informações da situação.

“O interior de Santa Catarina vem de uma situação hidrológica mais grave que o resto do estado e as perspectivas de precipitação indicam um período ainda mais seco no próximo trimestre. Portanto, o comprometimento do abastecimento em diversos municípios, assim como a intensidade da estiagem sobre o estado permanece, exigindo medidas previstas nos planos emergenciais”, pontua o secretário executivo da Sema, Leonardo Ferreira, enfatizando a necessidade de uso consciente e racional de água por parte dos usuários.

Precipitação

Os acumulados de chuva apresentados até o dia 21 de abril não chegaram aos 50 mm nas regiões do Extremo Oeste, Oeste, Meio-Oeste, Planaltos, Alto e Médio Vale do Itajaí. Por outro lado, muito por influência da circulação marítima, no Litoral e áreas próximas, os volumes se apresentaram acima dos 70 mm, com pontuais passando dos 150 mm.

Segundo o boletim, em um curto período de tempo, o Extremo Oeste, Oeste, Meio-Oeste, Planaltos, Alto e Médio Vale do Itajaí, acumularam de 16 a 21 dias sem chuva.

O Boletim Hidrometeorológico Integrado é um estudo quinzenal, coordenado pela SDE por meio da Sema, juntamente com a Defesa Civil de Santa Catarina, Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) e outras agências reguladoras do Estado. O documento tem o objetivo de monitorar e divulgar a situação hídrica no Estado e traz informações atualizadas.

"Estamos dando atenção especial ao monitoramento, em especial, às regiões mais afetadas, dentro do que nos compete enquanto entidade fiscalizadora, auxiliando assim, demais órgãos parceiros neste monitoramento da estiagem", considera a gerente de Fiscalização da Aresc, Luiza Burgardt.

>>> Acesse outros detalhes do boletim aqui.

Monitor de Secas

A nova atualização do Mapa Monitor de Secas, da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), referente ao mês de março, publicado na última semana, que inclui Santa Catarina, indicou melhora na severidade da seca grave no Planalto Norte; da moderada, no Extremo Sul; e da fraca, no Leste do Estado, devido às chuvas acima da média nos últimos meses. Os impactos permanecem de curto e longo prazo no Oeste e, de longo prazo, nas demais áreas.

Atualmente, o monitor de secas está presente nas cinco regiões do Brasil e conta com 19 Unidades da Federação participantes. Outras informações podem ser acessadas em monitordesecas.ana.gov.br ou pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível para dispositivos móveis com sistemas Android e iOS.

Mais informações para a imprensa:
Mariane Lidorio
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-4298 / 99601-1488
E-mail: mari@sde.sc.gov.br
Site: www.sde.sc.gov.br


Foto: Divulgação / IMA

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) firma Termo de Cooperação com oito municípios da Grande Florianópolis nesta sexta-feira, 23, com a finalidade de promover o gerenciamento ambientalmente correto de resíduos sólidos. A iniciativa integra o Programa Penso, Logo Destino do IMA para conscientização e o envolvimento de todos os catarinenses no descarte adequado, tornando Santa Catarina o primeiro estado brasileiro a fazer a articulação da Logística Reversa.

Com o Termo de Cooperação, os municípios de Antônio Carlos, Governador Celso Ramos, São Pedro de Alcântara, Rancho Queimado, Anitápolis, São Bonifácio, Nova Trento e Canelinha se comprometem a, em conjunto com o IMA, definir e promover medidas que despertem a conscientização da população e as orientações necessárias à mudança de comportamento.

Desta forma, cabe aos municípios, a viabilização de Pontos de Consolidação, que podem ser a Central de Triagem, devidamente licenciada, ou outro local específico para armazenamento temporário dos produtos entregues nos coletores. Os itens serão guardados no local até que sejam efetivamente recolhidos pelas Entidades Gestoras que providenciarão a destinação final ambientalmente adequada.

As prefeituras e IMA também trabalharão de forma articulada para a divulgação dos pontos de coleta, buscando a maior participação dos moradores para a entrega e destinação correta dos materiais. Para o presidente do IMA, Daniel Vinícius Netto, essa é uma primeira, mas fundamental etapa para a mudança de comportamento de toda a população.

“O IMA, por meio desta cooperação inédita com os municípios, visa promover uma maior conscientização de todas as pessoas com relação ao destino dos resíduos que produzimos. Pouco a pouco, material a material, dia a dia, cidade a cidade, vamos conseguir transformar atitudes em hábitos e fazer com que as nossas ações sejam aliadas do meio ambiente”, reforça.

O Termo de Cooperação tem prazo de cinco anos, podendo ser prorrogado por igual período. Estes são os primeiros municípios a aderirem formalmente ao Programa. A intenção é que nos próximos anos o projeto chegue a todo o estado.

Programa Penso, Logo Destino

Com o Programa, Santa Catarina torna-se o primeiro estado brasileiro a fazer a articulação da Logística Reversa, atuando como o mediador entre os comerciantes, administração municipal e população para o descarte adequado dos resíduos, e as entidades gestoras que realizam a coleta do material recolhido. No Brasil, há ações isoladas de municípios no intuito de garantir que os resíduos completem o ciclo da Logística Reversa, mas uma operação sistematizada que tem como foco atingir todas as cidades é uma ação inédita no país.

O Programa Penso, Logo Destino, idealizado pela Coordenadoria Regional do IMA em Florianópolis, será executado em três etapas: Logística Reversa, Coleta Seletiva e Resíduos Orgânicos. A intenção é que após o desenvolvimento das três fases do projeto, Santa Catarina seja o estado brasileiro que mais recicla e reutiliza e que menos produz resíduos.

Logística Reversa

A primeira fase do Projeto consiste na implantação de ações voltadas aos consumidores para a devolução dos produtos e embalagens após a utilização. Os produtos que devem ser devolvidos aos comerciantes são lâmpadas fluorescentes, eletroeletrônicos e seus componentes, resíduos e embalagens de óleos lubrificantes e de agrotóxicos, pneus, pilhas e baterias.

Já os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes têm, nesta etapa, a responsabilidade de estruturar e implementar sistemas de logística reversa para que o material recolhido tenha a destinação adequada e mais ecologicamente correta.

Para isso, o IMA firmou parcerias com entidades gestoras que irão instalar pontos de coleta nos municípios que aderirem ao Programa, além de promover campanhas de conscientização e arrecadação dos materiais.

Por meio do recolhimento, os materiais recebem a destinação correta e muitos, inclusive, são transformados em novos produtos ou utilizados para outros fins, como é o caso do pneu que pode ser usado na construção civil e até na siderurgia.

O Projeto Penso, Logo Destino tem como parceiros a Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, a Secretaria de Estado da Educação, a Secretaria da Saúde, as prefeituras, entre outras entidades.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
Site: www.ima.sc.gov.br 


Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O Governo Federal investirá R$ 1,5 milhão para realizar um desassoreamento emergencial da Barra do Camacho, em Jaguaruna, no Sul do Estado. A confirmação foi dada durante uma reunião de trabalho comandada pela governadora Daniela Reinehr para tratar da situação de Jaguaruna e também da Barra de Laguna, na tarde desta terça-feira, 20. O encontro no Centro Administrativo reuniu secretários de Estado, o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Jorge Seif  Junior, o senador Jorginho Mello, os deputados federais Daniel Freitas, Angela Amin e Coronel Armando e os parlamentares estaduais Felipe Estevão, Volnei Weber e Jessé Lopes, além dos prefeitos de Laguna, Samir Ahmad, de Jaguaruna, Laerte Silva, e de Tubarão, Joares Ponticelli.

A governadora também confirmou que fará uma visita ainda nesta semana tanto a Laguna quanto a Jaguaruna para conhecer in loco as necessidades das comunidades locais. 

“Existe a necessidade de uma ação em caráter emergencial, que é o desassoreamento. Além disso, precisa ser feita uma manutenção contínua para evitar que essa situação volte a ocorrer. Também faremos uma visita in loco para conseguir fazer um projeto de desenvolvimento futuro. Essa é uma região belíssima e que tem um potencial imenso”, afirmou a governadora.

Daniela Reinehr também determinou que as secretarias de Infraestrutura e Defesa Civil façam o acompanhamento da questão do desassoreamento da Barra do Camacho.

Informações adicionais para imprensa:
Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
Secretaria Executiva de Comunicação - SECom
E-mail: leonardogorges@secom.sc.gov.br 
Fone: (48) 3665-3045
Site: www.sc.gov.br 


Foto: Divulgação/ Guararapes Painéis S/A.

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA), por meio da Coordenadoria Regional de Caçador, emitiu a Licença Ambiental Prévia (LAP) para a ampliação da empresa Guararapes Painéis S.A., no município de Caçador. O projeto tem investimento previsto de R$ 750 milhões e deve gerar mais de 200 empregos diretos e 800 indiretos.

A empresa Guararapes Painéis S/A possui unidade de produção de chapas em Caçador. Atualmente o empreendimento ocupa uma área útil com cerca de 210 mil m², que compreende áreas edificadas, estacionamentos, vias de circulação interna e demais setores. A ampliação prevê um aumento de 200 mil m² e contemplará a terceira linha de produção da fábrica, elevando a capacidade de 600 mil m³/ano para 1.070.000 m³/ano.

A Licença Ambiental Prévia (LAP) atesta a viabilidade ambiental, a localização e concepção do empreendimento e estabelece os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas etapas de implantação do projeto. A segunda licença, de Instalação (LAI), autoriza o início das obras. Após o término das obras, o empreendedor deve requerer a Licença Ambiental de Operação (LAO) que garante o funcionamento na nova área da empresa.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665 4177 / (48) 99172 8277
Site: www.ima.sc.gov.br 

Foto: Julio Cavalheiro/ Arquivo/ Secom 

 

Os catarinenses terão uma semana com sol, variação de nuvens e pancadas de chuva em algumas regiões. É o que aponta a previsão do tempo do setor de meteorologia da Epagri/Ciram, que também alerta para vento forte e mar muito agitado a grosso, com ressaca no litoral de Santa Catarina. 

Esta segunda-feira, 19, deve ser de sol com poucas nuvens no Oeste e Meio-Oeste. Do Planalto ao Litoral, variação de nuvens com aberturas de sol e pancadas ocasionais de chuva, especialmente no Litoral.  A temperatura estará em elevação, mais alta no Oeste. 

>>> Mais detalhes da previsão do tempo aqui 

Para a terça-feira, 20, o tempo segue com poucas nuvens no Oeste e Meio-Oeste e variação de nuvens com aberturas de sol e pancadas ocasionais de chuva, especialmente no Litoral. A temperatura estará amena na faixa leste do estado, mais baixa na madrugada e amanhecer no Planalto Sul. Durante o dia, temperatura em elevação, mais alta no Oeste.

Na quarta-feira, 21, a previsão é de sol entre nuvens no Oeste e Meio Oeste. Predomínio de nuvens com pancadas ocasionais de chuva do Planalto ao Litoral, mais persistentes no Litoral devido à proximidade da baixa pressão. Temperatura amena na faixa leste do estado. Durante o dia, temperatura em elevação, mais alta no Oeste.

O tempo, na quinta-feira, 22, segue mais seco e ensolarado no Oeste e Meio-Oeste. Do Planalto ao Litoral, a nebulosidade varia e ocorre chuva especialmente no Litoral, mesmo assim com períodos de melhoria. A temperatura estará em elevação. 

Na sexta-feira, 23, a previsão é que a madrugada e amanhecer sejam de mais nuvens, nevoeiros e chuviscos isolados do Planalto ao Litoral. No decorrer do dia, sol em todas as regiões de Santa Catarina.  Temperatura segue em elevação.

Vento forte e mar muito agitado, com ressaca no litoral de SC

A previsão é de vento de Sudeste (SE) persistente e intenso, com rajadas mais fortes, afastado da costa, de 70 a 80 km/h de segunda a sexta-feira. As ondas estarão mais altas com picos de três metros na segunda-feira. E entre 3,5 e quatro metros de terça a sexta-feira, com mar muito agitado a grosso e risco de ressaca na área oceânica de SC. Condição desfavorável para a navegação de pequenas e médias embarcações. Atenção para áreas próximas da costa e em praias de SC, com risco de ressaca sobretudo de quarta-feira até a noite de sexta-feira.

A condição se dá devido ao intenso centro de baixa pressão (ciclone subtropical) com centro sobre o oceano na altura do litoral de SC, afastado da costa de segunda-feira a sexta-feira. O ciclone subtropical estará mais intenso e menos afastado da costa entre quinta e sexta-feira.

Acompanhe a atualização dos avisos meteorológicos diários e de curto prazo na página da Epagri/Ciram, Defesa Civil e nas redes sociais.

Informações adicionais para a imprensa:
Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: bety@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3014
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Foto: Divulgação / SDE

A Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), integrada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), está atuando para traçar ações de fiscalização, com foco na conservação e sustentabilidade dos cursos d’água catarinenses. A ação é em parceria com os Comitês de Bacias, Polícia Militar, Polícia Ambiental, Instituto do Meio Ambiente (IMA), prefeituras, entre outros órgãos municipais.

O primeiro pouso será na Bacia do Rio Itajaí, que apresentou o maior dado negativo no 9º Boletim de Monitoramento da Qualidade das Águas, o Qualiágua, referente à campanha 01/2021, lançado nesta sexta-feira, 16, em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA).

Segundo o secretário da Sema, Leonardo Ferreira, o estudo, que tem a missão de balizar ações para o cuidado dos rios, apresentou piora na qualidade da água, se comparado com as demais análises apresentadas em 2019 e 2020. O que resultou no aumento significativo do percentual de coliformes. E quando se trata da qualidade global das águas, 70% dos pontos foram classificados na condição razoável.

“Nosso trabalho de monitoramento vai continuar, assim como algumas medidas já estão sendo tomadas, como o aumento das fiscalizações, para a efetividade e o avanço do processo de gestão de ações de conservação e sustentabilidade dos cursos d’água no Estado”, ressalta o secretário.

Dos 40 pontos analisados, oito pontos apresentaram classificação ruim, 29 razoável e três boa. Ao todo, 27 pontos obtiveram parâmetros em desconformidade com a legislação, prevista na Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). A maioria delas está relacionada aos parâmetros de coliformes termotolerantes, assim como fósforo total e turbidez.

O Programa

Este Programa de Monitoramento é uma das linhas de ação previstas no Plano Estadual de Recursos Hídricos, o qual contribui para o objetivo de melhorar a qualidade da água em Santa Catarina.

Em 2019, foram monitorados 23 pontos, sendo estes ampliados para 40 pontos em 2020. Neste ano, serão avaliados mais 65 pontos, totalizando 105 pontos analisados em todo o Estado. A duração total do Programa é de cinco anos e, ao todo, são realizadas quatro coletas por ano, sendo disponibilizadas divulgações trimestrais.

“A construção da série histórica de dados possibilita a compreensão acerca da evolução da qualidade da água e a identificação das medidas necessárias para atingimento de metas estabelecidas nos planos de recursos hídricos. Entramos no terceiro ano de monitoramento. Acredito que um futuro melhor para a sociedade inclui promover e apoiar iniciativas sustentáveis”, reforça Ferreira.

Os dados

Todos os dados obtidos nos estudos integram o Sistema Estadual e Nacional de Recursos Hídricos e podem ser consultados nos relatórios disponibilizados no site sde.sc.gov.br.

>>> Acesse aqui o boletim completo

Mais informações para a imprensa:
Mariane Lidorio
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-4298 / 99601-1488
E-mail: mari@sde.sc.gov.br
Site: www.sde.sc.gov.br