Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (SEMA), destinará R$ 3 milhões para amenizar os prejuízos causados pela estiagem em Santa Catarina.

O recurso, que faz parte do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), foi repassado por meio de um termo de cooperação entre a SDE, SEMA, Defesa Civil de Santa Catarina e a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural.

“O Governo de Santa Catarina trabalha de forma integrada, junto ao Comitê de Gestor de Crise Hídrica, para amenizar os agravantes impactos da estiagem no Estado. Em uma força-tarefa, conseguimos, junto à Secretaria da Fazenda, a liberação destes recursos que darão mais agilidade aos processos de perfuração de poços e demais ações que se fazem necessárias neste momento”, avalia o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Henry Quaresma.

O secretário Executivo do Meio Ambiente (SEMA), Celso Albuquerque, lembra que a estiagem está muito severa neste ano em Santa Catarina. “Por isso, a equipe de gestão dos recursos hídricos está desenvolvendo e colocando em prática políticas públicas ágeis, e estimulando os diferentes setores de usuários de água a adotarem medidas mais eficazes e responsáveis em relação ao uso da água”, pontua.

Já o secretário da Agricultura, Ricardo de Gouvêa, acrescenta que a escassez hídrica está causando grandes estragos no meio rural catarinense e os esforços e recursos estão voltados em programas para reduzir essa crise. “A Secretaria da Agricultura criou linhas novas para que os agricultores possam construir sistemas de captação, armazenagem e uso de água. Além de convênios com as prefeituras para o transporte de água. Estes recursos são uma demonstração do esforço conjunto do Governo do Estado para dar suporte aos produtores rurais de Santa Catarina", salienta.

“A Defesa Civil estabeleceu cinco estratégias que surgiram das necessidades e demandas dos prefeitos das cidades atingidas, que estão divididas entre ações do Governo do Estado e Federal. E para acessar estes benefícios existem ritos os quais estamos nos debruçando no sentido de ganhar agilidade, nosso foco é ajudar as pessoas atingidas pela estiagem neste momento”, afirma o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, Aldo Baptista Neto.

Os recursos serão destinados para municípios que já tenham declarado e homologado os seus pedidos de emergência hídrica. As regiões Oeste, Meio-Oeste, Extremo Oeste e Planalto Sul são as mais afetadas pela estiagem.

Principais ações de mitigação da SEMA

- Prioridade para a regularização e ações vinculadas às solicitações de abastecimento público e dessedentação animal (usos prioritários) nas regiões de emergência
- Criação do Comitê Gestor da Crise Hídrica sob coordenação da Secretaria Executivo da Meio Ambiente
- Lançamento do Boletim Hidrometeorológico Integrado
- Inclusão de Santa Catarina como entidade validadora no Programa Monitor de Secas da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA);
- Elaboração de um plano de emergência hídrica, elencando ações emergenciais, de médio e longo prazo

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Foto: Divulgação / SDE

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), em parceria com a Agência Nacional de Águas (ANA), lançou o primeiro Boletim de Monitoramento da Qualidade das Águas, o Qualiagua. O estudo, que vai balizar ações para o cuidado dos rios, será uma publicação trimestral.

>>> Acesse o Boletim aqui

Coordenado pela Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), o Boletim, que apresenta informações a partir da campanha de monitoramento de março de 2019, tem o propósito de apresentar as condições de qualidade das águas superficiais em Santa Catarina. Os dados servem como parâmetros, essenciais, para a gestão de ações de conservação e sustentabilidade dos rios no Estado.

O diretor de Recursos Hídricos da SDE, Leonardo Porto Ferreira, explica que o Programa de Monitoramento de Santa Catarina é uma das linhas de ação previstas no Plano Estadual de Recursos Hídricos, o qual contribui para o objetivo de melhorar a qualidade da água em Santa Catarina.

“O monitoramento contínuo é necessário para que a efetividade e o avanço do processo de gestão de recursos hídricos sejam alcançados. A construção da série histórica de dados possibilita a compreensão acerca da evolução da qualidade da água e a identificação das medidas necessárias para atingir as metas estabelecidas nos planos de recursos hídricos”.

Programa Qualiágua

Em 2019, a SDE, por meio da diretoria de Recursos Hídricos, iniciou o monitoramento da qualidade das águas da Rede de Monitoramento do Programa Qualiágua SC, seguindo diretrizes da Agência Nacional de Águas (ANA). No primeiro ano, em 2019, foram monitorados 23 pontos, sendo estes ampliados para 40 pontos em 2020. Para 2021 serão monitorados mais 60 pontos, totalizando 100 pontos analisados em todo o Estado. A duração total do Programa é de cinco anos.

As informações contidas nas campanhas anteriores podem ser consultadas nos relatórios disponibilizados nos sites www.aguas.sc.gov.br e www.sde.sc.gov.br.

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Foto: Renan Medeiros / Arquivo Pessoal 

Uma frente fria em deslocamento no sul do Brasil atinge todas as regiões de Santa Catarina e causa temporais localizados. As chuvas começam nesta segunda-feira, 26, e são fortes principalmente no Oeste e Meio-Oeste, acompanhadas de raios, ventania com rajadas acima de 60km/h e granizo. Já na madrugada de terça-feira, 27, ainda há condição de temporais localizados no Litoral e Vale do Itajaí. As informações são da Epagri/Ciram.

Diante do risco de alagamentos, a Defesa Civil alerta para os cuidados necessários em temporais, como buscar locais abrigados, longe de árvores, placas e postes de energia.

No restante da semana a previsão é de sol entre nuvens com possibilidade de chuva isolada no litoral na quinta-feira, em função do deslocamento de uma nova frente fria.

>>> Confira a previsão do tempo detalhada*:

Terça-feira (27/10):

Tempo: mais nuvens na madrugada e manhã em SC, com chuva no Litoral e Vale do Itajaí, e risco de temporais localizados na madrugada. No decorrer do dia, as nuvens diminuem e o sol aparece em todas as regiões.

Temperatura: amena, em elevação à tarde.

Vento: sudoeste a norte, fraco a moderado com rajadas.

Sistema: frente fria em SC, afastando-se no decorrer do dia.

Quarta-feira (28/10):

Tempo: sol e algumas nuvens em SC.

Temperatura: mais baixa na madrugada, especialmente nas áreas altas do estado, e em elevação no decorrer do dia.

Vento: noroeste a sul, fraco a moderado com rajadas no Litoral.

Quinta-feira (29/10):

Tempo: sol com aumento de nuvens em SC, com condição de chuva isolada à noite no Litoral e áreas próximas, devido ao deslocamento de uma nova frente fria.

Temperatura: em declínio.

Vento: sudoeste a sul, fraco a moderado com rajadas no Litoral.

Sexta-feira (30/10):

Tempo: no Oeste e Meio-Oeste, predomínio de sol. Do Planalto ao Litoral, mais nuvens com aberturas de sol e condição de chuva isolada, devido a circulação marítima.

Temperatura: mais amena em todas as regiões.

Vento: sudeste a sul, fraco a moderado.

*Gilsânia Cruz - Meteorologista (Epagri/Ciram)

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Fotos: Divulgação / IGP

Integralmente inserido no domínio da Mata Atlântica, Santa Catarina conserva cerca de 23,6% de suas formações florestais remanescentes do bioma, sendo as atividades relacionadas a agricultura e pastagem os principais usos do solo nas regiões desmatadas. No âmbito da perícia criminal, das mais de mil solicitações de perícia ambiental recebidas anualmente pelo Instituto Geral de Perícias (IGP), estima-se que pelo menos 50% sejam referentes a situações de desmatamento, sendo esse tipo de perícia realizado rotineiramente pelo setor especializado do órgão.

Método

Desde 2013, o IGP vem adotando um método elaborado especificamente para valorar os danos ambientais provocados pelos desmatamentos florestais no âmbito das perícias criminais.

Desenvolvido pelo perito criminal João Pedro Pinheiro Vieira, que atualmente integra a equipe especializada no IGP de Florianópolis, o método tem como base o valor do custo de reposição da vegetação suprimida, que é levantado pelos peritos por meio de valores tabelados por órgãos oficiais e através de pesquisas de mercado.

Sobre esses valores são considerados alguns fatores de correção, que levam em conta as perdas e/ou alterações nos serviços ambientais prestados pelo ecossistema florestal, como sequestro de carbono, proteção do solo, conservação da biodiversidade, controle do microclima, ciclagem de nutrientes e recarga de corpos hídricos.

Também são considerados o estágio de sucessão em que se encontrava a vegetação desmatada, o tipo de uso do solo predominante na região e a incidência de restrições legais, como áreas de preservação permanente e unidades de conservação.

Praticidade

O perito João Pedro ressalta que os métodos tradicionais de valoração ambiental são bastante dispendiosos, exigindo recursos humanos e financeiros para efetuar extensos levantamentos de dados e pesquisas de campo, o que torna inviável sua aplicação no cotidiano dos órgãos periciais, frente a alta demanda e os prazos exíguos para elaboração dos laudos periciais.

“A ideia de elaborar o método utilizado atualmente pelo IGP surgiu no sentido de enfrentar esta dificuldade, buscando criar uma ferramenta de aplicação prática e que mantivesse a consistência científica. A pesquisa foi desenvolvida como uma dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Perícias Criminais Ambientais da Universidade Federal de Santa Catarina”, afirma.

De acordo com o diretor do Instituto de Criminalística, Tiago Petry, é necessário enaltecer o trabalho e a dedicação do perito responsável, pois o método desenvolvido, além de trazer um melhoramento para o perícia de Santa Catarina, já extrapolou as fronteiras catarinenses e está beneficiando também a perícia criminal no estado vizinho, Rio Grande do Sul (RS).

Valores



Os valores apontados nos laudos periciais variam conforme a extensão das áreas, o estágio de desenvolvimento da vegetação e a caracterização ambiental.

A perita Bettina Tomio Heckert, do IGP de Florianópolis, em um breve levantamento das perícias realizadas entre 2018 e 2019 em locais de desmatamentos na região do Planalto Norte catarinense, verificou a apresentação de valores desde R$ 15.561,09 até R$ 1.446.379,91.

Somando-se apenas os custos referentes aos municípios de Mafra e Itaiópolis, o valor dos danos ambientais nas áreas periciadas nesse período totalizou aproximadamente R$ 7.048.872,78, correspondentes a cerca de 82 hectares de florestas nativas desmatadas.

O método desenvolvido pelo perito do IGP já vem sendo utilizado também nos laudos elaborados por peritos ambientais do IGP/RS e em algumas rotinas de servidores do ICMBio de Santa Catarina. “Vemos isso como algo extremamente positivo, já que comprova a utilidade e a praticidade da ferramenta para o trabalho de outros profissionais que atuam na área ambiental, auxiliando a Polícia Civil, o Ministério Público e o sistema judiciário a definir valores justos e consistentes para as causas ambientais”, ressalta o perito João Pedro.

Com a metodologia consolidada para os casos de desmatamentos em ecossistemas florestais, os peritos João Pedro e Bettina seguem desenvolvendo soluções próprias e adaptando métodos já existentes para a valoração de danos ambientais em outras situações, que já são utilizados em alguns casos de poluição, loteamentos irregulares e descartes de resíduos sólidos, por exemplo.

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Os catarinenses terão a semana marcada pela presença do sol com variação de nuvens e chuva com trovoadas isoladas, principalmente no período da tarde e noite, conforme a previsão da Epagri/Ciram, órgão estadual de monitoramento da previsão do tempo e do clima. O meteorologista Marcelo Martins informou que as temperaturas estarão altas, especialmente no Oeste. “É uma semana típica de primavera, pois tem muitas variações, com temperaturas mais amenas a noite e amanhecer e calor durante o dia.”

Nesta terça-feira, 13, a previsão é de tempo ensolarado em boa parte do estado, com mais nuvens e chuviscos isolados no Litoral e áreas próximas no início e fim do dia. A temperatura estará em elevação, mas diminui no final do dia. Na quarta-feira, 14, sol com aumento de nuvens em todas as regiões, no decorrer do dia. Na tarde e noite, condição de chuva com trovoadas isoladas no Oeste, Meio-Oeste e Planalto Norte. A temperatura estará mais elevada no Oeste e Meio-Oeste, e amena do Planalto ao Litoral.

Para a quinta-feira, 15, tempo instável com céu encoberto, com condição de chuva e trovoadas isoladas do Oeste ao Norte do estado. A temperatura estará amena devido à cobertura de nuvens. E na sexta-feira, 16, sol entre nuvens. À tarde condição de pancadas isoladas de chuva com trovoadas no Oeste. A temperatura segue mais elevada no Oeste e Meio-Oeste, e amena do Planalto ao Litoral.

O meteorologista Marcelo Martins alerta que na primavera aumenta a incidência de temporais com granizo e ventania em Santa Catarina, por vezes com acumulados significativos de chuva em curto intervalo de tempo. Por isso, é recomendado o acompanhamento diário dos boletins e informações disponibilizados no site.

>>> Confira a previsão do tempo para esta semana por região

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Situação em Coronel Martins. Foto: Divulgação / Defesa Civil de SC

Municípios catarinenses seguem em alerta devido à seca. A estiagem que vem afetando Santa Catarina desde abril voltou a se agravar. Isso é o que demonstra o 10º Boletim Hidrometeorológico Integrado do Estado, apresentado nesta quinta-feira, 08, pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), em conjunto com a Defesa Civil estadual. São quatro cidades em estado crítico de escassez de água, outras 11 estão em alerta para o problema e 59 em atenção.

De acordo com o boletim, as situações mais graves foram registradas em Itapiranga, Santa Helena, São Miguel da Boa Vista e São Miguel do Oeste. O documento também apontou perspectivas de precipitação e armazenamento de água no solo abaixo da média, com tendência de estiagem prolongada. Portanto, há possibilidade de comprometimento do abastecimento urbano em diversos municípios catarinenses.

“A quantidade de municípios com abastecimento comprometido reforça a necessidade da sequência do monitoramento constante das condições hidrológicas. O Governo de Santa Catarina segue trabalhando nas medidas de mitigação para reduzir os impactos da estiagem aos catarinenses. Reforçamos a importância do uso racional e consciente da água”, frisa o diretor de Recursos Hídricos e Saneamento da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (SEMA), Leonardo Ferreira.

Distribuição de chuva

Os maiores acumulados registrados ocorreram no extremo sul do Estado, com volumes acima de 200 milímetros. Entre as regiões do Planalto e Litoral Sul, Grande Florianópolis e de forma pontual no Litoral Norte, a variação foi de 100 a 200 mm. Nas demais regiões, de maneira geral, a precipitação acumulada não superou 60 mm.

Mais informações no boletim

A partir desta edição, o boletim passou a contar com uma novidade. O índice hidrológico (IH), ou seja, a água armazenada no solo e o desvio em relação à média, em duas grandes bacias representativas do estado, a do Iguaçu (Norte de SC) e do Uruguai (Sul e Oeste de SC).

Os resultados para região Norte indicam uma piora das chuvas, havendo tendência do IH em 40% abaixo da média nos próximos seis meses. Para região Sul e Oeste, indicam uma estabilização do período chuvoso, porém a manutenção do índice hidrológico ainda em 40% abaixo da média no horizonte do próximo semestre.

O boletim também tem a participação da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) e Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Aris). 

Resolução

Considerando a tendência de uma estiagem prolongada durante a primavera, podendo permanecer durante o verão, a Aresc publicou a resolução nº 156, que dispõe sobre as diretrizes de elaboração dos planos de emergência e contingência dos prestadores de serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

“Essa resolução exige que os prestadores de serviços elaborem seus planejamentos para situações emergência e contingência prevendo, desde já, as medidas necessárias para garantir o abastecimento regular durante o período de maior incremento populacional, principalmente nas regiões do litoral catarinense”, reitera a gerente de Fiscalização da Aresc, Luiza Burgardt.

Maneiras de economizar água 

  • Evite banhos demorados;
  • Não use o vaso sanitário como lixeira;
  • Mantenha a torneira fechada ao fazer a barba e ao escovar os dentes;
  • Antes de lavar os pratos e panelas, limpe bem os restos de comida e jogue-os no lixo;
  • Deixe a louça de molho na pia com água e detergente por uns minutos e ensaboe. Repita o processo e enxágue;
  • Adote o hábito de usar a vassoura e não a mangueira, para limpar a calçada e o quintal de sua casa;
  • Não lave o carro durante a estiagem. Caso faça, use balde e pano para lavar o carro em vez de mangueira;
  • Use regador para molhar as plantas em vez de utilizar mangueira;
  • Utilize a máquina de lavar somente quando estiver na capacidade total;
  • No tanque, feche a torneira enquanto ensaboa e esfrega a roupa;
  • Mantenha a válvula de descarga regulada, e conserte imediatamente vazamentos.

Atividades com maior desperdício de água/dia

  • Torneira gotejando: 40 litros diários;
  • Torneira aberta durante 5 minutos: 80 litros diários;
  • Banho de 15 minutos: 243 litros;
  • Lavar a calçada com mangueira por 15 minutos: 279 litros.

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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

Uma massa de ar quente fará a temperatura subir bastante em Santa Catarina. A máxima fica acima dos 30°C em todas as regiões a partir desta quarta-feira, 30, com forte calor especialmente na quinta e sexta-feira. No Oeste catarinense os termômetros podem registrar até 40°C. As informações são da Epagri/Ciram, que recomenda o acompanhamento diário da previsão do tempo nos próximos dias.

O calor nesta época do ano não é incomum. O início da primavera normalmente é mais frio, mas podem ocorrer períodos de calor de forma isolada. Mesmo com as temperaturas altas, há possibilidade de pancadas de chuvas e sol entre nuvens no litoral catarinense.

Já no sábado, 3, o tempo muda bruscamente com chuva e declínio de temperatura em todo o estado.

Confira abaixo a previsão detalhada para os próximos dias:

Quarta-feira (30/09):
Tempo:
mais nuvens com chuva no decorrer do dia na região da Grande Florianópolis, Oeste, Meio Oeste, Litoral Sul e Planalto Sul. Entre a tarde e noite ocorre pancadas de chuva com trovoadas nas demais regiões. Há risco de temporal isolado.
Temperatura: em elevação no decorrer do dia, mais alta no Oeste (acimados dos 35°C).
Vento: nordeste, fraco a moderado com rajadas.
Sistema: cavado e sistema de alta pressão no Litoral do Sul do Brasil.

Quinta-feira (01/10):
Tempo:
chuva isolada no início do dia na Grande Florianópolis, melhorando no decorrer do dia. No Litoral Sul, sol com aumento de nuvens e pancadas de chuva com raios entre a tarde e a noite. Nas outras regiões catarinenses, sol com mais nuvens no final do dia.
Temperatura: alta com máximas perto de 40° no Oeste de SC.
Vento: nordeste a noroeste, fraco a moderado com rajadas.

Sexta-feira (02/10):
Tempo:
do Oeste ao Litoral Sul, pancadas de chuva com raios a partir da tarde e á noite nas outras regiões. Não se descarta o risco de temporal localizado
Temperatura: alta com máximas pero de 40° no Oeste de SC.
Vento: noroeste a sudoeste, fraco a moderado com rajadas.

Sábado (03/10):
Tempo:
no Planalto Norte e Litoral Norte, pancadas de chuva com raios a partir da tarde. Nas outras regiões, tempo mais fechado com chuva ao longo do dia.
Temperatura: amena em relação aos dias anteriores.
Vento: noroeste a sudoeste, fraco a moderado com rajadas.

Fonte: Epagri/Ciram

Como proteger sua saúde diante de mudanças bruscas de temperatura

A Epagri/Ciram prevê um tempo instável na primavera, que é característica da estação. Com a mudança brusca de temperatura nesta semana, a saúde precisa de atenção redobrada.

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive-SC)reforça que medidas simples podem fortalecer a imunidade e diminuir o risco de contrair alguma espécie de vírus ou bactéria. Entre elas está manter os ambientes bem ventilados e, se possível, ensolarados; lavar as mãos frequentemente com água e sabão; manter rigorosa higiene com pratos, talheres, mamadeiras e chupetas, e evitar aglomerações.

Hábitos como dormir regularmente, praticar exercícios físicos e possuir uma alimentação saudável também fortalecem o sistema imunológico e previne gripes e intoxicações alimentares. De acordo com a Dive-SC, essas enfermidades, características do clima instável da primavera, podem ser evitadas com o mesmo protocolo de higienização que se aplica à Covid-19. Mesmo com redução de casos em Santa Catarina, os cuidados de prevenção contra o novo coronavírus ainda são necessários.

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Gabriela Ferrarez Figueiredo
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Foto: Arquivo / DCSC

A educação é essencial para trabalhar na adaptação das mudanças climáticas. É partindo deste pensamento que a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) promove no dia 25 de setembro, a partir das 14h, o webinar que traz como tema Desastres: aprender para prevenir. O evento é realizado por meio da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SED) e a Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental (Ciea/SC).

O evento online é voltado aos professores da rede municipal e estadual e aos educadores ambientais não-formais e informais de Santa Catarina. Mas, aberto à participação de todos os interessados, já que é importante a colaboração da sociedade nas ações de prevenção e redução de desastres.

Para a coordenadora Técnica de Integração e Planejamento Ambiental, Monica Koch, Santa Catarina tem se destacado pelo eventos climáticos, tornando urgente difundir a cultura da prevenção e as vulnerabilidades próprias de cada região.

“O evento foi idealizado para os educadores por acreditar que todos têm um papel fundamental no processo de elaboração de estratégias capazes de colaborar com a construção de boas práticas no cuidado com o meio e de como capacitar os catarinenses para o enfrentamento aos eventos extremos, gerando benefícios financeiros, sociais e, consequentemente, melhor qualidade de vida”, salienta Koch.

A técnica responsável pela Educação Ambiental na SED/DIEN, Cleusa Mattiola, destaca a importância do trabalho integrado entre várias áreas de conhecimento, para a preparação das gerações a conviverem com as condições, cada vez mais adversas.

"O webinar vem contribuir com os profissionais de educação na reflexão e articulação de conhecimentos relacionados a comportamentos de segurança, de prevenção e gestão adequada do risco principalmente em tempos de pandemia e mudanças climáticas, promovendo responsabilidade ambiental, visando a sustentabilidade e a promoção da qualidade de vida", pontua ela.

O evento também conta com o apoio da equipe do Programa Cemaden Educação, uma rede de escolas e comunidades na prevenção de riscos de desastres, que já estão debatendo o tema da Campanha #AprenderParaPrevenir 2020.

Confira abaixo a programação:



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Fotos: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O dia 22 de setembro marca o início da primavera e o período promete tempo instável para os próximos três meses em Santa Catarina. Por causa da influência do fenômeno La Niña, os catarinenses poderão passar dias consecutivos sem precipitações. Porém, mesmo com a previsão de chuvas quase abaixo da média climatológica, quando houver chuva pode ser acumulada e em curto intervalo de tempo. As informações são da Epagri/Ciram, que recomenda o acompanhamento diário dos boletins e informações disponibilizados no site em função da instabilidade do tempo.

Além disso, a primavera aumenta a incidência de temporais acompanhados de ventania e granizo em Santa Catarina. Em setembro, o acumulado de chuva varia de 110 a 130 mm no Litoral, de 130 a 170 mm no Planalto (Norte e Sul) e de 150 a 210 mm no Oeste e Meio-Oeste. Em outubro, boa parte dos municípios catarinenses registra a maior precipitação do trimestre, com acumulados de 210 a 280 mm no Oeste e Meio-Oeste, e de 140 a 180 mm do Planalto ao Litoral. Em novembro, o volume de chuva diminui no estado, com valores de 130 a 180 mm, em média.

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Risco de ressaca e perigo às pequenas embarcações

Os episódios de chuva devem ocorrer especialmente associados à passagem de frentes frias, influência de sistemas de baixa pressão e dos Sistemas Convectivos de Mesoescala (SCM) que provocam chuvas mais intensas no Oeste e Meio-Oeste. Em setembro e outubro ciclones extratropicais se deslocam pelo litoral Sul do Brasil, condição perigosa para a navegação e pesca em embarcações de pequeno e médio porte. Os ventos fortes e o mar agitado, também podem causar ressaca.

Já na segunda quinzena de novembro começam as pancadas de chuva de verão. Em relação às temperaturas, no decorrer da primavera o frio diminui gradativamente e a partir de outubro já se espera dias mais quentes.

Confira previsão do tempo detalhada até o fim da semana

Terça-feira (22/09): às 10h31 começa a primavera no Hemisfério Sul
Tempo: sol em boa parte de SC, com mais nuvens no norte do estado.
Temperatura: baixa ao amanhecer em todas as regiões. Condição de geada nas áreas altas do Planalto Sul, com mínima de 0°C a - 2°C. Durante o dia, temperatura em ligeira elevação.
Vento: sul a leste, passando a nordeste do Oeste ao Litoral Sul, fraco a moderado.
Sistema: alta pressão no litoral Sul do Brasil, favorecendo a circulação marítima no norte de SC.

Quarta-feira (23/09):
Tempo:
firme com sol em SC. Mais nuvens entre a Grande Florianópolis e o norte do estado.
Temperatura: mais baixa ao amanhecer e em elevação durante o dia.
Vento: leste a nordeste, fraco a moderado.

Quinta e Sexta-feira (24 e 25/09):
Tempo:
predomínio de sol e algumas nuvens em SC.
Temperatura: em elevação, calor à tarde para época do ano.
Vento: nordeste, fraco a moderado com rajadas no Litoral.

Fonte: Epagri/Ciram

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Fotos: Divulgação / IMA

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) realizou nesta segunda-feira, 21 de setembro, Dia da Árvore, o plantio de mudas no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, na Grande Florianópolis. O ato marca o início da parceria entre o Instituto Çarakura, cogestora da Unidade de Conservação, com a empresa Cottonbaby. A companhia vai doar cinco mil mudas, no período de um ano, para o reflorestamento da Baixada do Maciambú, área atingida por sucessivos incêndios.

Neste Dia da Árvore, mudas de várias espécies oriundas da região foram plantadas como Pororoca, Aroeira-vermelha, Araçá, Jerivá, Pau-leiteiro, Cocão, Canudo-de-pito, entre outros. Essa foi a primeira ação de um total de cinco campanhas que serão realizadas para o plantio das cinco mil mudas no local. A previsão é que ainda neste ano sejam plantadas duas mil mudas, além de três mil em 2021.

Além da parceria com a iniciativa privada, o Parque da Serra do Tabuleiro recebe ainda apoio do Pacto pela Restauração da Mata Atlântica, que tem por finalidade articular instituições públicas e privadas para integrar esforços e recursos para promover a restauração e conservação da biodiversidade nos 17 estados do bioma.

O plantio de mudas é apenas uma das medidas para a restauração da área. Outra parceira com empresa privada vai assegurar a retirada de pinus, espécie exótica invasora que prejudica a biodiversidade e a regeneração da vegetação nativa.

O Parque

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, maior Unidade de Conservação de proteção integral de Santa Catarina, foi criado em 1975, para proteger a rica biodiversidade da região e os mananciais hídricos que abastecem as cidades da Grande Florianópolis e do Sul do Estado.

O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro ocupa cerca de 1% do território catarinense. Abrange áreas dos municípios de Florianópolis, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São Bonifácio, São Martinho, Imaruí, Paulo Lopes e Garopaba.

Em setembro de 2019, o Parque foi atingido por um forte incêndio que destruiu cerca de 800 hectares de mata. Uma força-tarefa formada por Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar Ambiental atuou para combater o fogo que persistiu por cerca de 36 horas.

Foram necessários mais de 200 mil litros de água por terra e com o apoio dos helicópteros Arcanjo, do Corpo de Bombeiros, e Águia, da Polícia Militar, para controlar o fogo. Desde então, várias iniciativas foram implementadas para a recuperação da área.

Informações adicionais à imprensa:
Claudia Xavier
Assessoria de Imprensa IMA
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