Fotos: Divulgação/IMA

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA), a Polícia Civil e a Polícia Militar Ambiental realizaram em Blumenau, no Vale do Itajaí, a terceira fase da Operação Madeira de Lei, cujo objetivo é interceptar madeira nativa retirada de forma ilegal da área de sobreposição entre a Reserva Biológica Estadual do Sassafrás e a Terra Indígena Ibirama-Laklãnõ.

A operação teve sete alvos entre serrarias, madeireiras, marcenarias e lojas de móveis. Foram vistoriados mais de 1.000 metros cúbicos de madeiras, emitidas cinco notificações para sanar possíveis irregularidades e um auto de infração, que originou uma apreensão de madeira. As ações da operação serão recorrentes na região, para combater a extração e venda ilegal de madeira nativa e garantir a conservação da Reserva Biológica do Sassafrás e da Terra Indígena.

 Operação Madeira de Lei

A Operação Madeira de Lei é um esforço conjunto da Reserva Biológica Estadual do Sassafrás, Gerência de Fiscalização do IMA, Coordenadoria Ambiental de Blumenau, Polícia Civil, FUNAI, Polícia Ambiental, IBAMA e Polícia Federal, para desmantelar um esquema de venda e retirada de madeira ilegal da área de sobreposição entre Reserva Biológica Estadual do Sassafrás e a Terra Ibirama-Laklãnõ.

A primeira fase da operação focou a região de Doutor Pedrinho. Contudo, seus desdobramentos indicaram que a madeira é escoada para diferentes cidades do Vale do Itajaí.

 Sobre a Reserva Sassafrás

Criada em 4 de fevereiro de 1977, a Reserva Biológica Estadual do Sassafrás tem uma área de 5.229 hectares, dividida em duas partes. A menor possui cerca de 1.361 hectares e está localizada na comunidade de Alto São João, no município de Benedito Novo. A maior possui cerca de 3.868 hectares e fica na comunidade de Alto Forcação, no município de Doutor Pedrinho.

O nome da Unidade de Conservação faz referência à espécie arbórea Ocotea odorifera, conhecida popularmente como canela-sassafrás, ou simplesmente sassafrás, pertencente à família das lauráceas. Presente em elevada abundância na região, a canela-sassafrás foi sobre-explorada a partir do início do século, XX em função da qualidade da sua madeira para a construção civil e de sua grande capacidade de produção do óleo essencial Safrol, com aplicabilidades diversas para a farmacologia, cosmetologia e medicina, fatores que resultaram na sua inclusão na Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção.

A Reserva abriga e protege rica biodiversidade de Santa Catarina. Além da fauna e da flora, está repleta de nascentes que formam belos vales de característica 'encaixada'. Tais nascentes formam cursos d’água, que abastecem os principais rios da região e que são importantes tributários do rio Itajaí.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  


Foto: Divulgação/New Fortress Energy

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), emitiu a Licença Ambiental de Instalação (LAI) para dar início à primeira fase de construção do Terminal Gás Sul (TGS) de regaseificação de gás natural liquefeito (GNL), na Baía da Babitonga, em São Francisco do Sul. Desta forma, a New Fortress Energy (NFE) tem autorização para instalar os canteiros de obras do empreendimento e as obras de construção do Terminal Marítimo Offshore.

A concessão da LAI representa um grande avanço para o desenvolvimento social e econômico catarinense, trazendo geração de renda, incremento das atividades da indústria, comércio e serviços, aumento da receita tributária e fortalecimento da economia local, estadual e nacional. “O crescimento no consumo mostra a necessidade de aumento da oferta de gás natural. Por isso, continuamos trabalhando para a ampliação do suprimento ao estado. Com o início de operação do terminal na Baía da Babitonga, teremos não só o necessário aumento de oferta, mas também a geração de emprego o renda", resumiu o governador Carlos Moisés.

O presidente do IMA, Daniel Vinícius Netto, lembrou que a obra representa a chegada de gás natural para muitas regiões catarinenses, sendo uma operação totalmente adequada aos critérios exigidos pelo órgão para garantir a preservação ambiental no estado. “A instalação do terminal é um exemplo de projeto estruturante para o fortalecimento econômico do estado e vem sendo tratado com altíssima prioridade pela gestão, com o objetivo de continuarmos a contribuir com o desenvolvimento sustentável de Santa Catarina”, afirmou.

Segundo o diretor do TGS, Edson Real, o Terminal será fundamental para aumentar a oferta de gás natural, atendendo a uma demanda do setor industrial catarinense. “Além de aumentar a oferta do insumo na região, fomentar o desenvolvimento econômico e aumentar a atratividade de novas empresas, temos a convicção de que o TGS trará muitos benefícios do ponto de vista socioambiental aos municípios do entorno”, disse.

O projeto do Terminal Gás Sul (TGS) prevê a instalação de um Terminal Marítimo (offshore) - Unidade de Armazenamento e Regaseificação Flutuante, mais conhecida como FSRU, que inclui toda a infraestrutura para receber, armazenar, regaseificar e distribuição o Gás Natural (GN), no município de São Francisco do Sul, além da implantação de um gasoduto - trecho submerso (com cerca de 2 km sob a Baía da Babitonga e trecho terrestre, com aproximadamente 31 km, atravessando os municípios de Itapoá e Garuva, e construção e montagem de Estação de Condicionamento de Gás - City Gate (onshore), em Garuva.

“Um terminal bastante esperado em Santa Catarina e que será um divisor de águas para o Estado sob a ótica do desenvolvimento econômico sustentável. A implantação deste terminal é resultado de um esforço conjunto do Governo de Santa Catarina e demais setores envolvidos e que representará mais competitividade, empregos e oferta de energia e gás para todas as regiões do Estado”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  


Foto: Divulgação/IMA

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) está investindo em novas tecnologias, equipamentos e aumentando a frota de veículos. São reforços necessários para atender melhor aos cidadãos e aperfeiçoar as condições de trabalho dos servidores em todas as Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental (CODAMS) do estado. No total, estão sendo investidos mais de R$ 5 milhões para trazer valorização aos servidores do IMA e agilidade aos serviços prestados pelo órgão.

No cômputo geral, o órgão efetuou a compra de 11 novos veículos, aguarda a chegada de outros 12 e está licitando a comra de mais dez, para aumentar a capacidade de atendimento. O planejamento é adquirir um total de 33 novos veículos neste ano, renovando parte de sua frota.

O IMA também está adquirindo um software com licença de uso de suíte de plataforma de colaboração em nuvem por meio da ferramenta Google Workspace Business Standard e Plus, e novos computadores para que os servidores possam usufruir de e-mails com maior capacidade de armazenamento, ferramentas de chats e de videoconferências ilimitadas, além de outros benefícios. “Estamos trabalhando para que nossos servidores tenham mais conforto, segurança e melhores condições de trabalho, para bem atender à população catarinense”, destacou o diretor de Administração do IMA, André Luiz Dias de Mello.

Já o presidente do Instituto, Daniel Vinicius Netto, enfatizou que o apoio do Governo do Estado tem sido fundamental para que o IMA possa se reestruturar e trazer mais valorização aos servidores. “Estas importantes aquisições significam melhorias para o meio ambiente como um todo, pois são reforços que chegam para maior capacidade ao atendimento à sociedade, e chegam para somar aos avanços que o órgão tem feito junto ao Governo do Estado de Santa Catarina, para estruturar e inovar os serviços prestados à população”, reforçou Daniel.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  


Foto: Divulgação / IMA

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina lançou um edital para formar o Conselho Consultivo do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. Ele é voltado a todas as instituições públicas e privadas municipais, estaduais, federais, e a sociedade civil organizada, que atuam na região do parque para participarem do processo de criação do Conselho. As inscrições vão até 4 de outubro. 

O conselho tem por finalidade contribuir para a efetiva implantação da gestão participativa no Parque Estadual da Serra do Tabuleiro e o cumprimento dos objetivos dessa unidade de conservação. Assim, terá papel fundamental no apoio à efetiva conservação da biodiversidade; discutir, propor e divulgar as ações do parque, promovendo ampla discussão sobre seus objetivos ambientais e sociais; demandar e propor aos órgãos competentes, instituições de pesquisa e de desenvolvimento socioambiental, ações de conservação, pesquisa, educação ambiental, proteção, controle, monitoramento e manejo que promovam a conservação dos recursos naturais da unidade entre outras atribuições.

Fotos: Comunicação/Acquaplan

Um litro de óleo pode contaminar até 25 mil litros de água. A partir desta preocupante constatação, o Porto de São Francisco do Sul realiza um trabalho de sensibilização para a correta destinação do óleo de motor que é descartado pelos pescadores artesanais da Baía da Babitonga, no Norte de Santa Catarina.

Com esse objetivo, um ecoponto para a coleta do lubrificante foi instalado na Casa do Pescador, na praia de Enseada, em março deste ano, e já recolheu cerca de 100 litros de óleo lubrificante usado. O local é o principal atracadouro das pequenas embarcações em São Francisco do Sul. O recolhimento é feito pela empresa Filtroville, que transforma o óleo lubrificante em novo combustível.

A iniciativa envolve 96 pescadores artesanais da região, contatados durante o ‘Programa de Monitoramento da Pesca’ e no ‘Projeto SOS Oceanos’, desenvolvidos pelo Porto. As ações procuram informar sobre os problemas causados pelo descarte incorreto do óleo na água do mar e os benefícios da destinação correta.

Reciclagem das redes de pesca

O descarte adequado das redes de pesca inutilizadas também é incentivado pela administração do Porto junto aos pescadores da Baía da Babitonga. Agora, ao invés de serem incineradas ou enviadas para aterros sanitários, as peças são recolhidas no Ecoponto instalado na Casa do Pescador.

Dois anos de conquistas

Os projetos de ‘Monitoramento da Pesca’ e ‘SOS Oceanos’ começaram em setembro de 2019, através do Programa de Educação Ambiental do Porto de São Francisco do Sul. A execução é da empresa Acquaplan Tecnologia e Consultoria Ambiental, em parceria com pescadores artesanais locais, contando com o apoio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. O objetivo é minimizar a poluição do mar gerada pelos resíduos, por meio do engajamento e sensibilização da comunidade pesqueira.

Além da correta destinação das redes inutilizadas e do óleo usado, o projeto incentiva o recolhimento de lixo no mar, manguezais e praias da região. Nos últimos dois anos já foram retirados 48 mil quilos de resíduos, uma média de 2 mil quilos por mês, envolvendo quase uma centena de pescadores.

Distribuição de brindes

Para incentivar ainda mais a correta gestão dos resíduos, o projeto estabeleceu um sistema de troca dos resíduos por brindes. Cada saco de 100 litros cheio de lixo retirado dos ecossistemas costeiros equivale a 5 pontos, o mesmo valor para um litro de óleo descartado e para as redes de pesca descartadas.

Os pontos podem ser trocados por capas de chuva profissionais (100 pontos), um litro de óleo lubrificante de motor (30 pontos) ou um par de botas (20 pontos), entre outros. Até o momento, já foram doados cerca de 90 brindes.

Prioridade para o meio ambiente

“A gestão ambiental do nosso porto busca garantir as operações portuárias de forma sustentável, zelando pela preservação de todo o ecossistema da Baía da Babitonga”, ressaltou Oscar Schmidt Neto, gerente de Meio Ambiente do Porto de São Francisco do Sul.

Para isso, o complexo portuário conta com 26 programas de controle e monitoramento, que visam a avaliar continuamente a qualidade ambiental, prevenindo e reduzindo os impactos das atividades portuárias. Assim, qualquer alteração na água, solo, ar ou nos animais aquáticos pode ser detectada, acompanhada e gerenciada até a regularização da situação.

As atividades realizadas pelos programas ambientais também buscam conscientizar os usuários e a comunidade sobre a sustentabilidade da instalação portuária. O Plano Básico Ambiental do Porto de São Francisco do Sul é gerido pelo Grupo Acquaplan, acompanhada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e integra o processo de licenciamento ambiental do complexo portuário.

Informações adicionais para a imprensa:
Billy Culleton
Assessoria de Imprensa
Porto de São Francisco do Sul
E-mail: billy@portodesaofranciscodosul.com.br
Fone: (48) 99968-3091
Site: www.portosaofrancisco.com.br
@scparportodesaofranciscodosul


Fotos: Divulgação/IMA

De janeiro até agora, o Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) já realizou, em atuação conjunta com outras instituições, 30 operações de fiscalização, que resultaram na abordagem de 1.584 veículos. Deste total, 1.062 transportavam produtos perigosos e 48 foram notificados/autuados por irregularidade ambiental. O Instituto realiza, anualmente, cerca de 50 operações para fiscalizar o transporte de produtos perigosos nas rodovias estaduais e federais que cruzam o estado. 

O Transporte de Produtos Perigosos e Resíduos é uma das cinco atividades contempladas pela Licença Ambiental por Compromisso (LAC), modalidade de licenciamento digital e autodeclaratória que traz mais agilidade aos empreendedores. Desta forma, antes de se movimentarem pelo estado, transportando insumos como gasolina, diesel, álcool, GLP, entre outros produtos, esses veículos precisam passar pelo licenciamento.


“A LAC, permite que o empreendedor acesse o sistema on-line para encaminhar toda a documentação exigida pelo IMA, e, se tudo estiver de acordo com as normas legais, a autorização ambiental é emitida na mesma hora, sem fila e nem demora”, explicou o diretor de Engenharia e Qualidade Ambiental, Fábio Castagna da Silva. 
Além do transporte de produtos perigosos e resíduos, a LAC beneficia também as atividades da avicultura, do setor de Antenas de Telecomunicações, Queima Controlada e algumas modalidades de Manejo de Fauna.



Recentemente, o IMA também ampliou a Renovação Autodeclaratória de Licença Ambiental de Operação (LAO), que já era concedida ao setor de linhas e redes de transmissão de energia elétrica, para o setor da suinocultura. Assim, o IMA soma sete atividades beneficiadas pela modalidade automática e on-line de licenciamento e segue inovando para aperfeiçoar e agilizar o atendimento.

O presidente do IMA, Daniel Vinicius Netto, reforça que Santa Catarina é destaque na digitalização do licenciamento ambiental e que todos os avanços fazem parte do plano de trabalho da atual gestão. “Estamos investindo em tecnologia e em novos procedimentos de trabalho, para dar mais agilidade ao atendimento e também suprir as demandas de licenciamento que chegam ao IMA”, afirmou.


Atualmente, 17.639 veículos de 2.151 empreendedores estão licenciados no IMA. É por meio das fiscalizações que o Instituto tem condições de apurar a veracidade das informações prestadas no licenciamento, pode identificar quais as rodovias com maior movimentação de cargas e as rotas críticas para determinados tipos de produtos, como inflamáveis, explosivos, infectantes ou radioativos.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  


Fotos: Arquivo/IMA

A Unidade de Conservação Parque Estadual das Araucárias (PAEAR), localizada nos municípios de São Domingos e Galvão, no Oeste, volta a receber público a partir desta quinta-feira,16, a partir das 14 horas. Na reabertura, serão inauguradas as novas placas informativas da Trilha do Mirante das Araucárias, Trilha da Cascata e da Trilha da Corredeira do Rio Araçá. “Durante o período em que o parque ficou fechado, aproveitamos para realizar alguns reparos necessários nas estruturas, como a substituição das placas internas e informativas das trilhas, com o objetivo de receber melhor os visitantes”, explicou o coordenador da unidade, Mikon Moraes.

O atendimento ao público seguirá todas as medidas de prevenção ao coronavírus; portanto, é obrigatório o uso de máscara por todos os visitantes. Para percorrer as trilhas, os visitantes precisam do acompanhamento e orientação de guias. Grupos maiores, como escolas, universidades e demais organizações, precisam agendar previamente.

A visitação na unidade ocorre de quarta-feira a domingo, das 9 às 17 horas. Os visitantes são recebidos pela equipe cogestora da unidade, Grupo de Apoio de Unidades de Conservação (GRIMPEIRO), que conduz o público aos atrativos, sempre respeitando às medidas de prevenção à Covid-19. 

Sobre o Parque

O Parque Estadual das Araucárias conta com três trilhas ecológicas: a Trilha do Mirante das Araucárias, a Trilha da Cascata e a Trilha da Corredeira do Rio Araçá. A Trilha do Mirante das Araucárias possui um percurso total de 2.150 metros, tendo como principais atrativos a araucária centenária, o mirante das araucárias e a roda d'água.


Estima-se que a araucária centenária tenha mais de 500 anos de idade. Essa árvore majestosa, que se ergue sobre um tronco de aproximadamente dois metros de diâmetro, desempenha um papel importantíssimo para o ecossistema e preservação da mata nativa.

O mirante das araucárias possui 8 metros de altura e do local é possível ver boa parte da extensão da Unidade de Conservação. O mirante é propício para a observação de aves e mamíferos que transitam pela área. A roda d’água pertencia aos moradores que viviam no local, antes de este se tornar uma unidade de conservação. Ela foi revitalizada e hoje se tornou um ponto atrativo da história local.

 A Trilha da Cascata possui percurso total de 1.100 metros e os principais atrativos são a cascata do rio Jacutinga, o lago das capivaras e as furnas de carvão. A admirável cascata do rio Jacutinga, é um importante afluente que desemboca no rio Bonito, sendo este o principal rio usado para o abastecimento de água da cidade de São Domingos. O lago das capivaras é um lago artificial, construído na época em que havia no local atividade madeireira e servia como reservatório de água. Hoje, o lago é usado como abrigo para plantas e vários animais como peixes, capivaras, ratões-do-banhado e diversas espécies de aves aquáticas que se alimentam dos peixes presentes no lago. As furnas de carvão foram construídas por volta dos anos 1970, para serem usadas na produção de carvão. Sua atividade durou pouco tempo e as furnas hoje hoje são indícios da história local.



A Trilha da Corredeira do Rio Araçá possui extensão de 800 metros, tendo como principal atrativo a corredeira do rio Araçá. A trilha é de fácil acesso, tendo pontos de paradas com mesas e bancos para descanso e um eventual piquenique. Ao final da trilha, há uma corredeira de água, onde é possível entrar em segurança e se refrescar nos dias ensolarados. A trilha é adaptada para ser percorrida de forma autônoma, sem a necessidade de acompanhamento dos condutores de trilha. Ela conta com marcações, além das placas informativas e de educação ambiental.

A Unidade de Conservação, composta por uma área de 612 hectares, foi criada através do Decreto nº 293, de 30 de maio de 2003, visando à proteção e conservação de uma amostra da Floresta Ombrófila Mista. Assim como outros parques, o Parque Estadual das Araucárias tem como objetivo básico “a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico”.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  

 

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), por meio da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), sediará o Seminário Desafios para Regionalização e Sustentabilidade dos Serviços de Resíduos Sólidos no Estado de Santa Catarina. O evento ocorre na próxima quinta-feira, 09, e será aberto a todos os interessados, que poderão acompanhar a programação de maneira remota, embora tenha foco na participação de gestores municipais.

“Este encontro se torna fundamental para Santa Catarina no processo de implementar as medidas no novo Marco Legal do Saneamento que vão permitir avanços na qualidade e, também, em escala, fazendo que os serviços de manejo dos resíduos sólidos sejam mais um atrativo econômico para investidores e, consequentemente, alcance todas as regiões. Santa Catarina foi um dos primeiros estados a eliminar os lixões e queremos avançar em políticas públicas para o desenvolvimento sustentável do nosso estado”, destaca o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

O evento integra um ciclo de reuniões articuladas pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) nos estados. De acordo com o secretário executivo do Meio Ambiente de Santa Catarina, Leonardo Porto Ferreira, essa é uma oportunidade de os gestores municipais se atualizarem sobre ferramentas e políticas públicas na área. “Santa Catarina é um estado bem estruturado com relação à destinação dos resíduos sólidos e o seminário é mais uma ferramenta de aperfeiçoamento, com foco na sustentabilidade dos serviços em longo prazo”, explica.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Luciano Buligon, farão uma participação virtual na abertura do evento. Devido às restrições em virtude da pandemia, um número limitado de lideranças participará presencialmente, na sede da Secretaria de Estado da Defesa Civil, em Florianópolis. Entre eles o secretário Nacional de Saneamento do MDR, Pedro Maranhão, o presidente da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Clenilton Carlos Pereira e o secretário Executivo do Meio Ambiente, Leonardo Porto Ferreira.

Três palestras estão na programação do Seminário, que terá início às 9h e poderá ser acompanhado pelo canal da Defesa Civil de Santa Catarina no Youtube 

O evento é uma realização da SDE/Sema, do MDR, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Sólidos Especiais (Abrelpe) e Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana (Selurb). Também apoiam o evento a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e a Secretaria de Estado da Defesa Civil.

Palestras:
I - Instrumentos para apoiar o Desenvolvimento Sustentável do Setor de Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos
Com Jamaci Avelino do Nascimento Júnior – Coordenador-Geral de Saneamento Integrado, Resíduos e Drenagem da Secretaria Nacional de Saneamento (SNS/MDR)
II - Panorama da Gestão e Regionalização para prestação dos Serviços de Resíduos Sólidos no Estado de Santa Catarina
Com Frederico Gross – Gerente de Saneamento da Secretaria Executiva de Meio Ambiente (Sema)
III – Panorama dos Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil e a importância da implementação de cobrança
Com Carlos Silva Filho – Diretor Presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) e Presidente da ISWA (The International Solid Waste Association)

Mais informações para a imprensa:
Marcionize Bavaresco
Jornalista | Gestão da Comunicação Institucional para Recursos Hídricos
Programa de Apoio à Pesquisa Aplicada na Área de Recursos Hídricos (Fapesc/SDE)
Secretaria Executiva do Meio Ambiente – Sema
E-mail: marcionize@sde.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4281
Site: www.sde.sc.gov.br e https://www.aguas.sc.gov.b


Foto: Divulgação / IMA

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) divulgou nesta sexta-feira, 3, o relatório de balneabilidade referente ao mês de agosto. Durante a baixa temporada, de abril a outubro, a pesquisa é realizada uma vez por mês. Já de novembro a março, os resultados das amostras são divulgados todas as semanas.

De acordo com as coletas realizadas de 30 agosto a 3 de setembro, dos 231 pontos analisados, 181 estão próprios no Litoral catarinense, o que representa 78,4%. Em Florianópolis, dos 87 pontos onde há coleta, 73 estão em condições de receber banhistas, o que representa 83,9%. Em um comparativo com o último relatório divulgado em julho, 5 pontos passaram da condição próprio para impróprio e 14 pontos passaram da condição de impróprio para próprio.

As amostragens e ensaios são feitas em Araranguá, Bal. Arroio do Silva, Bal. Gaivota, Bal. Camboriú, Bal. Barra do Sul, Bal. Rincão, Barra Velha, Biguaçu, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Balneário Piçarras, Porto Belo e São José.

O IMA conta com apoio do Corpo de Bombeiros para a realização das coletas e o resultado pode ser acessado pelo site: balneabilidade.ima.sc.gov.br e pelo aplicativo Praia Segura.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br  



A Trilha Ecológica do Parque Estadual do Rio Vermelho (PAERVE) volta a receber o público a partir da próxima sexta-feira  3, das 10 horas às 16 horas. A visitação é um passeio guiado de educação ambiental, de corresponsabilidade da Associação Eco Paerve. A trilha tem duração de 45 minutos a 1 hora, e as saídas são feitas a cada hora, das 10h30 às 15h30, de sexta a domingo. No trajeto, de 1.300 metros, o público poderá observar espécies variadas de animais silvestres - muitos deles vítimas de tráfico, maus-tratos ou criação em cativeiro, que foram resgatados pela Polícia Militar Ambiental ou recebidos no parque para serem tratados pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS). 

“Após serem tratados, esses animais são encaminhados para soltura ou ficam nos viveiros da trilha, para que visitantes e moradores da Ilha conheçam o trabalho realizado no PAERVE, e também a história dos animais recebidos”, contou a bióloga e coordenadora do Parque Estadual do Rio Vermelho, Adriana Nunes. Em função da pandemia, os grupos de visitantes serão reduzidos até dez pessoas no máximo, e todas as medidas sanitárias, como uso obrigatório de máscara, serão seguidas para segurança de todos os visitantes.

Sobre o PAERVE

Com área de 1.532 hectares, o Parque Estadual do Rio Vermelho é uma unidade de conservação de proteção integral, criada pelo Decreto Estadual nº 308/2007. Situa-se no município de Florianópolis, no nordeste da Ilha de Santa Catarina, entre a Praia de Moçambique (12,5 km de extensão), a Leste, e a Lagoa da Conceição, a Oeste.

O PAERVE visa a conservar amostras de Floresta Ombrófila Densa (Floresta Atlântica), das Formações Pioneiras (Vegetação de Restinga) e da fauna associada do domínio da Mata Atlântica, manter o equilíbrio do complexo hídrico da região, além de propiciar ações ordenadas de recuperação de seus ecossistemas alterados e proporcionar a realização de pesquisas científicas e a visitação pública, com o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambientais, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.

Conheça a história do parque, sua biodiversidade e particularidades neste link.

Informações adicionais à imprensa:
Carolina Carvalho 
Assessoria de Imprensa IMA
Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina
E-mail: comunicacao@ima.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / (48) 99105-1272
Site: www.ima.sc.gov.br