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Em meio à pandemia e com a chegada do frio, a solidariedade é item fundamental. Uma forma de ajudar é participar da Campanha do Agasalho do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, que segue até o dia 17 de junho no estado. A doação de roupas, cobertores e outros materiais pode ser feita em todos os quarteis dos bombeiros, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h.

Para prevenir a disseminação do novo coronavírus, algumas medidas foram adotadas neste ano, como redução dos dias e horários de entrega. Além disso, as caixas para arrecadação estarão em ambiente ventilado, de fácil acesso e sem contato com equipes. As pessoas que forem realizar a doação devem estar sozinhas, de máscara e os agasalhos devem estar em sacolas plásticas.

Para reforçar a segurança dos bombeiros e dos catarinenses que irão receber a doação, no último dia de doação, as caixas coletoras ficarão isoladas até completar o tempo de permanência do vírus em superfícies, e após esse período serão higienizadas.

Neste ano, os modelos da campanha são cães de busca e resgate, a exemplo do calendário 2020 da corporação. Cada quartel escolherá as instituições ou famílias que receberão as doações de sua região. A entrega será realizada entre os dias 22 e 26 de junho.

“Nós não podemos esquecer das pessoas que precisam de nós. Esta ação é uma tradição no CBMSC e é mais uma forma que podemos ajudar a sociedade. Por isso, pedimos a contribuição de todos, com os devidos cuidados, para a arrecadação dos agasalhos até o dia 17”, exalta o Comandante-Geral do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira.



Serviço:
Campanha de Agasalho do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina
Quando: até 17 de junho, de segunda a sexta-feira
Horário: das 14h às 18h
Onde: em qualquer quartel dos bombeiros em Santa Catarina

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A Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), em conjunto com outros órgãos estaduais, entidades e empresas, realizou nesta quarta-feira, 03, e quinta-feira, 04, mais uma grande operação de logística que envolveu o transporte de 48.660 testes para Covid-19.

Com o apoio do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar, foram distribuídos 29.240 testes para os municípios de Concórdia, Chapecó, São Miguel do Oeste e Xanxerê. Com o apoio da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), foram transportados por via terrestre outros 19.420 exames para as cidades de Chapecó, Joaçaba e Videira.

“Conforme o protocolo para a gestão de desastre por infecção viral, em vigor desde 2019, a Defesa Civil recebe as demandas provenientes do Grupo de Ações Coordenadas (GRAC) e coloca em prática as ações de apoio e logística”, explicou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Segundo ele, a integração dos órgãos é fundamental para o sucesso das atividades realizadas. “Nosso foco é proteger os catarinenses”, finalizou.

Doações continuam a chegar

Em apoio à operação, o Sindicato das Empresas de Comércio Exterior do Estado de Santa Catarina realizou a doação de 4,4 mil litros de álcool em gel 70°, que já foram entregues no Centro de Logística, instalado no Centro de Ensino do Corpo de Bombeiros Militar. O sindicato também fará o repasse de óculos de proteção e máscaras descartáveis.

Nesta sexta-feira (05), está prevista ainda a chegada do primeiro lote com 280.000 máscaras de proteção doadas pelo Santander. Desse total, uma parte será repassada à Secretaria de Estado da Educação, que fará a entrega para alunos da rede estadual de ensino.


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O ano de 2020 está marcado pelo aumento expressivo das ocorrências de incêndios em vegetação em Santa Catarina, impactado principalmente pela estiagem. Neste ano, o fenômeno começou em março, sendo que normalmente era uma característica dos meses de agosto e setembro. Em maio de 2020, houve o maior registro de incêndios em vegetação dos últimos quatro anos. Foram 921 ocorrências, enquanto em 2018 foram 38 registros, 249 em 2017 e 84 em 2016.

Ainda segundo os dados do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), entre o dia 1º de janeiro e 31 de maio de 2020, foram 3.369 ocorrências de incêndio em vegetação, enquanto no mesmo período de 2019 foram 692 ocorrências. Já em 2018, foram 996 casos e 605 em 2017.

"A grande maioria dos incêndios em vegetação atendidos pelo CBMSC tem origem na ação humana, seja ela direta ou indireta: uma queimada, uma limpeza irregular de terreno ou até um resto de cigarro jogado na vegetação pode resultar em um grande incêndio", explica o comandante-geral do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira.

O comandante-geral lembra ainda que a atuação dos bombeiros durante diversos dias para controlar esses incêndios retira as equipes de outras ocorrências. “Para se ter uma ideia, no último domingo todos os caminhões de Florianópolis estavam empenhados em ocorrências de combate a incêndio florestal. Fora isso, muitas vezes é necessário o reforço dos helicópteros e todas essas equipes e viaturas poderiam ser utilizadas para salvar vidas e não para o combate de um incêndio que poderia ser evitado”, reforça.

Cuidados que devem ser tomados

- Não iniciar queimadas, principalmente próximo a áreas de vegetação;

- Não queimar lixo, terrenos ou pastagens;

- Não jogar bitucas de cigarro na mata, nas ruas ou em beira de estradas;

- Não deixar garrafas de vidro em áreas de vegetação (o sol faz o efeito lupa e pode iniciar um incêndio);

- Ao fazer trilhas evite acender fogueiras, fogareiros e demais opções que possam propagar fogo na vegetação.

E não esquecer: incêndio florestal é crime, com previsão de multa e detenção a quem realizar queimadas.

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O monitoramento climático realizado pela Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) teve um salto de qualidade e alcance para a população no último ano. Parte deste avanço se deve ao investimento realizado pelo Governo do Estado no reforço da equipe de meteorologistas que possibilitou a ampliação do acompanhamento e emissões de alertas. Atualmente essas atividades são realizadas 24 horas por dia.

Além disso, o órgão tem inovado com o uso de informações mais didáticas e de fácil compreensão, por meio de vídeos com animações e mapas.

A previsão de tempo emitida pela DCSC, a partir do Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD), tem como foco a prevenção e o enfrentamento de desastres naturais. Para isso é focada na conscientização da população, fornecendo informações antecipadas sobre os eventos mais severos.

“O principal objetivo da Defesa Civil de Santa Catarina é preservar vidas e reduzir os prejuízos”, comentou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Segundo ele, ao abastecer os catarinenses com informações confiáveis, eles podem, de forma antecipada, buscar ações mitigatórias ou de preservação da vida.

Os dados são disponibilizados para a população no site e redes sociais da Defesa Civil e para os órgãos oficias em grupos de WhatsApp. Já os alertas mais severos, que exigem mais atenção, são enviados por mensagens SMS diretamente para os catarinenses. Com as informações, as pessoas podem se preparar com antecedência e até mesmo deixar as localidades que apresentam os mais riscos. A previsão do tempo e os alertas também são disponibilizados para a imprensa com o objetivo de alcançar o maior número de pessoas.

Conheça os níveis de alerta emitidos pela Defesa Civil de Santa Catarina

A previsão do tempo da DCSC é dividida em três níveis de acordo com a antecipação e severidade do evento.

Nível 1: É a previsão do tempo emitida diariamente às 5h. São informações descritas em textos e mapas das condições gerais do tempo. Ou seja, onde existe chance de chuva ou temporal, as temperaturas mínimas e máximas, direção e intensidade do vento, qual sistema meteorológico em atuação e a situação marítima.

O boletim traz informações do dia e a tendência para as próximas 48 horas.  Os dados são emitidos para as regiões do Extremo Oeste, Oeste, Meio Oeste, Planalto Sul, Planalto Norte, Litoral Sul, Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Litoral Norte, para facilitar a compreensão. Nos mapas são inseridos ícones para ilustrar o que está sendo previsto e descrito.

Já a situação marítima representa as condições de direção e altura das ondas, que poderão variar de calmo, com ondas de até meio metro de altura; pouco agitado, representando ondas até um metro e meio; agitado, referente à ondulação com até dois metros e meio; muito agitado com altura das ondas até quatro metros, e mar grosso com ondas acima de quatro metros.

Nível 2: É chamado de "Aviso Meteorológico" e tem como foco as condições atmosféricas de curto prazo que poderão ocasionar impactos mais severos (de 12 a 48 horas de antecipação). Ele é composto por uma breve descrição da situação meteorológica prevista, um mapa indicando as áreas que poderão ser afetadas e recomendações que deverão ser adotadas pela população.

A emissão destes avisos é realizada a partir das análises de diferentes fontes de dados pela equipe de meteorologistas e quando critérios específicos dos fenômenos, definidos a partir de estudos científicos, são observados. Inicialmente é emitida uma "Observação" (na cor amarela) que, a partir da análise de novos dados, poderá subir de nível para "Atenção" (cor laranja) e posteriormente para "Aviso" (cor vermelha), ou apenas ser atualizada.

Com as informações, a população e os coordenadores regionais da Defesa Civil de Santa Catarina poderão estar preparados para a tomada das medidas necessárias para mitigar os possíveis transtornos. São emitidos avisos meteorológicos de "Nível 2" para chuva volumosa, temporal, ventos fortes, baixa umidade relativa, calor intenso, mar agitado (com risco de ressacas) entre outros.

Nível 3: representa a previsão de curtíssimo prazo, com uma antecipação máxima de até seis horas, de forma localizada (para um município ou uma determinada área de abrangência). Os alertas são elaborados a partir de dados em tempo real (satélites, radares, estações meteorológicas, câmeras, descargas atmosféricas). Basicamente, o "Nível 3" é emitido para condições de chuva de grande volume, temporal, ventos fortes, alagamentos, enxurradas e deslizamentos, através de uma "Observação" em situações mais brandas, "Atenção" ou "Alerta" em casos mais severos.

Como realizar o cadastro para as mensagens SMS

Para receber notificações de emergência da Defesa Civil de Santa Catarina basta enviar uma mensagem de texto SMS para o número 40199, contendo no corpo do texto apenas o código de endereçamento postal (CEP) do local que deseja monitorar. Quem já possui cadastro não precisa se registrar novamente. Para incluir novo CEP, basta repetir o procedimento. O serviço é gratuito.

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O Governo do Estado montou uma força-tarefa para prestar apoio aos 92 municípios de Santa Catarina que decretaram situação de emergência em função da estiagem. Desde o dia 12 de maio, o Grupo de Ações Coordenadas (GRAC) está atuando com o suporte de toda a estrutura de Governo no enfrentamento da seca que traz prejuízos à população.

De acordo com o chefe da Defesa Civil Estadual (DCSC), João Batista Cordeiro Júnior, o objetivo da força-tarefa é proporcionar uma resposta rápida aos municípios, considerando o impacto significativo. "A estiagem que está afetando todas as regiões catarinenses é a situação mais severa enfrentada nos últimos 14 anos", destaca.


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O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), finalizou a montagem de mais três kits de transposição no Meio-Oeste catarinense. As pontes foram instaladas no município de Lindóia do Sul e beneficiam as localidades de Barra do Cotovelo, Linha XV de Novembro e Linha Maria Guinter. As estruturas têm capacidade para veículos com até 30 toneladas. No total foram investidos R$ 165.509,52.

Os kits de transposição substituíram antigas pontes precárias que foram comprometidas durante enxurradas na região. Para a instalação foram realizados estudos nos locais e um projeto foi desenvolvido para evitar o estrangulamento dos rios e construir acima da cota de inundação. Duas das pontes têm sete metros de comprimento por cinco de largura e a terceira, uma extensão de oito metros.

"Além de reforçar a segurança no deslocamento das pessoas que residem nessas localidades, as estruturas garantem o escoamento da produção e evitam que as comunidades fiquem isoladas durante eventos extremos", comentou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior.

Segundo ele, além dos kits de concreto pré-moldado, o Governo do Estado está atuando de forma preventiva com o projeto dos kits de transposição metálicos fabricados com reaproveitamento do aço utilizado na reforma da Ponte Hercílio Luz em Florianópolis. "As pontes metálicas substituirão estruturas que apresentam risco para a população e também com base em critérios hidrológicos para melhorar a vazão dos rios durante enxurradas”, acrescentou.

Apoio da Defesa Civil é fundamental

Outra região que já foi beneficiada pelas pontes preventivas foi o Sul de Santa Catarina. Em maio de 2019 fortes chuvas atingiram o local, quando os municípios de Laguna, Pedras Grandes, Tubarão, Sangão, Jaguaruna, Imaruí e Treze de Maio decretaram situação de emergência. Durante o evento, várias pontes, pontilhões e tubulações que faziam parte da malha viárias dos municípios foram levados pelas águas. Muitas localidades chegaram a ficar isoladas.

"Com a situação sob controle, realizamos vistorias em todas as localidades e identificamos as estruturas que poderiam ser substituídas por kits de transposição para obstáculo", comentou o coordenador regional da DCSC, Anderson Martins.

Segundo ele, em resposta ao evento já foram instalados oito kits no município de Treze de Maio e em Jaguaruna outros três.

"A grande importância do kit é a segurança e longevidade do projeto, rapidez na montagem, melhor trafegabilidade e mobilidade nas localidades", completou o coordenador.

Projeto avança no estado

A DCSC já realizou a montagem de 400 kits de transposição em todo o estado e o projeto avança com a construção de outras 27 cabeceiras que receberão novas estruturas. Dentre elas, serão duas no município de Tubarão e três em Pedras Grandes, sendo que a cabeceira da localidade de Riacho já está concluída.

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A região de Rio do Sul passará a ter um batalhão próprio do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). Atendendo a uma demanda antiga da região, o Governo do Estado, pelo decreto 611, de 21 de maio, cria o 15º Batalhão de Bombeiros Militar, que trará autonomia e uma gestão de recursos específicos para atendimento.

“Essa é uma grande notícia para Rio do Sul, que há muito aguardava para instalar seu próprio batalhão. Isso permitirá mais autonomia e reforço da estratégia de atuação dos valentes profissionais que atuam na cidade e na região”, afirmou o chefe da Casa Civil, Amandio João da Silva Junior.

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A região de Rio do Sul pertencia ao 5º Batalhão de Bombeiros Militar, até então o maior de Santa Catarina, com sede em Lages, a 130 quilômetros de distância. A unidade atendia 48 municípios e passará a atender 19, enquanto o 15º Batalhão abrangerá 29 cidades. 

“Esta é uma demanda que já era solicitada ao CBMSC há alguns anos. No passado já houve tratativas para concretizar o 15º BBM, com o objetivo de proporcionar mais autonomia à região, que apesar do tamanho e importância ao Estado e ao CBMSC, ainda era subordinada a outro batalhão. Com a assinatura do governador Carlos Moisés poderemos criar esta unidade e beneficiar ainda mais a sociedade com um serviço de excelência”, explica o comandante-geral do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira.

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Em 2019, o 5º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina atendeu 13.655 ocorrências, sendo que 6.470, o equivalente a 47%, foram nos 29 municípios que passarão a ser atendidos pela nova unidade. 


Batalhão de Rio do Sul foi ativado em 1973

Para a concretização desta transformação foi realizado um estudo, analisando a área atendida, as ocorrências e as peculiaridades da região. O quartel que abrigará a sede do batalhão foi ativado no local em 31 de março de 1973 e possui todas as condições de funcionamento, não necessitando de novos investimentos. 

A ativação do batalhão ocorrerá em junho. O comando-geral do CBMSC está realizando uma consulta interna para a definição do comandante do batalhão. 

Sobre os batalhões do CBMSC

Rio do Sul ganha o número de 15º pela ordem de criação nas regiões. Na ordem de criação o CBMSC possui como sede: Florianópolis, Curitibanos, Blumenau, Criciúma, Lages, Chapecó, Itajaí, Tubarão, Canoinhas, São José, Joaçaba, São Miguel do Oeste, Balneário Camboriú e Xanxerê. Também existe o Batalhão de Operações Aéreas (BOA), que não entra com numeração já que se trata de uma atividade específica, porém é ativado em Florianópolis.

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O município de Rancho Queimado, na Grande Florianópolis, passa a contar a partir desta sexta-feira, 22, com um quartel do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). A unidade foi conquistada a partir de uma parceria entre o Estado e a Prefeitura Municipal.

“Essas parcerias são de extrema importância, principalmente para a comunidade que só tem a ganhar. Este é um município que já era atendido, porém por meio do serviço operacional de Santo Amaro da Imperatriz. Agora, com a ativação deste quartel, prestaremos um serviço com ainda mais excelência para região, estreitando os laços com a sociedade”, exalta o Comandante-Geral do Corpo de CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira.

>>>Incêndios em vegetação no estado crescem 407% em 2020, aponta Corpo de Bombeiros Militar

A Organização Bombeiro Militar (OBM) do município faz parte do 10º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM), com sede em São José. A intenção de ter um quartel no local é atender a população com mais agilidade, principalmente pela proximidade com a BR-282, possibilitando que a resposta às ocorrências seja mais rápida.

“É uma decisão estratégica em termos de tempo de resposta, temos a responsabilidade em oportunizar a instalação de estruturas que atendam a comunidade. Quando existe uma parceria entre a corporação e as prefeituras as soluções aparecem e a sociedade é a beneficiada”, reforça o comandante do 10º BBM, tenente coronel Christiano Cardoso.

Início das operações

A implementação dos serviços operacionais em Rancho Queimado possibilitará o atendimento aos casos de incêndio e resgate, combinados com esforços do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), para as ocorrências de atendimento pré-hospitalar. Além disso, a OBM também conta com os serviços de segurança contra incêndio, que compreenderão ainda as cidades de Anitápolis e Angelina.

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A estrutura foi entregue antecipadamente e agora, após todos os ajustes necessários entra em pleno funcionamento, comandada pelo sargento Fernando.

Após o período de restrições, para evitar a disseminação do novo coronavírus, o local contará com atividades para a formação de Bombeiros Comunitários na região, para aproximar a corporação e a população e ainda dar oportunidade para as pessoas da comunidade local.

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Do dia 1º de janeiro ao dia 15 de maio, foram registrados em Santa Catarina 2.786 incêndios em vegetação, enquanto no mesmo período em 2019 foram 684, ou seja, um aumento de 407,31% nas ocorrências deste tipo. A informação é do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina. Um dos fatores que contribuem para este crescimento é a estiagem pela qual o estado vem passando.

A ação humana continua sendo uma das principais causas dos incêndios em vegetação. Ela se dá de diferentes maneiras, como colocando fogo diretamente em regiões de mata, como em rejeitos, para limpeza de terrenos ou ainda no descarte de bitucas de cigarro e vidros que podem ter o efeito de lupa, em contato com o sol, iniciando uma chama na vegetação seca.

Perda do controle

As pessoas que iniciam as queimadas geralmente informam que iriam queimar uma pequena parte e perderam o controle da situação. Além do risco de um grande incêndio, também existe a possibilidade de queimaduras e mortes.

Na tarde desta terça-feira, 19, um senhor de 74 anos, estava limpando um terreno, em Biguaçu, quando acabou tomado pelas chamas e morreu no local. O intuito da queimada era limpar a área dentro do condomínio.

Cuidados que devem ser tomados

  • Não inicie queimadas, principalmente próximo a áreas de vegetação;
  • não queime lixo, terrenos ou pastagens;
  • não jogue bitucas de cigarro na mata, nas ruas ou em beira de estradas;
  • não deixe garrafas de vidro em áreas de vegetação (o sol faz o efeito lupa e pode iniciar um incêndio);
  • ao fazer trilhas evite acender fogueiras, fogareiros e demais opções que possam propagar fogo na vegetação.

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Os bombeiros militar de Santa Catarina resgataram no começo da tarde desta terça-feira, 28, três jovens que estavam desaparecidos depois de fazerem um trilha no Morro do Cambirela em Palhoça. 

As buscas começaram já na segunda-feira, 27, à noite e recomeçaram nesta manhã, com uma equipe de cinco bombeiros do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS), mais oito  bombeiros do quartel de Palhoça, que conhecem bem o local e um binômio - dupla entre cão e bombeiro militar formada pelo soldado Valdeley e pelo cão Marley.

Divididos em duas equipes os bombeiros buscaram pelas trilhas, com o apoio de montanhistas. Por volta das 13h15min um montanhista encontrou os adolescentes e avisou os bombeiros, que foram ao encontro dos três, que estavam conscientes, sem sinais de desidratação e acampados em uma parte do Morro.


Incêndio controlado




Já  no domingo, 26, os bombeiros militares foram acionados para apagar um incêndio na região. Foram mais de cinco horas de trabalho das equipes do 10º Batalhão de Bombeiros Militar, com bombeiros dos quartéis de São José e Palhoça e do Batalhão de Operações Aéreas.

Como o local é de difícil acesso, foi preciso que o helicóptero Arcanjo 01 levasse os bombeiros até o topo do Cambirela, para o combate por terra e também com o“bambi bucket”, equipamento utilizado pelo helicóptero para despejar água no local do incêndio.

Durante esta operação a equipe do Batalhão de Operações Aéreas resgatou quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, que estavam realizando trilha e não conseguiram descer por conta das chamas.

As operações continuaram na segunda-feira, 27, já que restavam dois pequenos focos de incêndio, que foram controlados pela equipe da aeronave arcanjo 01, uma vez que o local era íngreme e as equipes não conseguiriam atuar por terra.


Trilhas estão proibidas

É importante frisar que as trilhas e permanência em parques segue proibida pelo decreto do Governo do Estado, para combater o avanço do novo coronavírus em Santa Catarina.

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