A Secretaria de Estado da Fazenda (SEF) publicou, nesta terça-feira, 4, o plano de ação voltado à adequação sobre o padrão mínimo de qualidade do Sistema Único e Integrado de Execução Orçamentária, Administração Financeira e Controle (Siafic). A medida atende o Decreto Federal nº 10.540, de 5 de novembro de 2020, que traz padrões, informações e mecanismos de acesso e operação que deverão constar dos sistemas de controle do orçamento e de finanças públicas.

Em Santa Catarina o Siafic utilizado é o Sistema Integrado de Planejamento e Gestão Fiscal (Sigef), que é a ferramenta oficial de planejamento e execução orçamentária, financeira e contábil do Governo. A Diretoria de Contabilidade e de Informações Fiscais (DCIF), que gerencia o Sigef por meio da Gerência de Sistemas de Informações (Gesif), conduziu a elaboração e a publicação do plano de ação. “Foi um trabalho importante, em que pudemos comprovar a qualidade do Sigef e planejar melhorias e avanços visando atender plenamente ao decreto no prazo estabelecido”, destaca o diretor da DCIF, Jefferson Fernando Grande.

Segundo ele, em relação aos requisitos exigidos pelo Decreto Federal, verificou-se que o Sigef já atende plenamente mais de 90% dos itens analisados pela Gesif. “Apenas dois itens não foram atendidos ainda, contudo, cabe destacar que trabalhamos constantemente para que a ferramenta atenda plenamente o que se espera de um Siafic”, ressaltou o gerente de Sistemas de Informações da SEF, Marcelo Inocêncio Pereira.

O plano de ação também pode ser consultado no site neste link.

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O Balanço Parcial de vacinação contra a Covid-19 divulgado nesta quarta-feira, 5, mostra que o estado aplicou um total de 1.792.653 doses da vacina contra a Covid-19 na população dos grupos prioritários. Do total, 1.163.617 foram da primeira dose (D1) e 629.036 da segunda (D2). Em um comparativo com o boletim divulgado na segunda-feira, 3, houve um aumento de 84.944 no número de doses aplicadas.

>>> Confira aqui o Balanço Parcial atualizado da vacinação por municípios (05/05/2021)

Os grupos prioritários que já iniciaram a vacinação são: trabalhadores da saúde, pessoas com deficiência e idosos institucionalizados, indígenas, quilombolas, idosos com 60 anos ou mais, profissionais das forças de segurança e salvamento e pessoas com comorbidades.

Os dados são do Balanço Parcial de Vacinação contra a Covid-19 divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. Os dados são fornecidos pelos municípios catarinenses e compilados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive).

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Foto: Divulgação / Casan

Para trazer a experiência finlandesa no controle de perdas de água, a Casan assinou um Termo de Cooperação Técnica com a empresa UROS, especializada em aplicar Tecnologia da Informação e Internet das Coisas (IoT) a serviço de sistemas de abastecimento.

A UROS iniciou os trabalhos, nesta semana, no Sistema de Abastecimento de São Miguel do Oeste, uma das operações mais complexas do Estado devido a características geográficas e geológicas da região. Na sequência, o trabalho deverá ser replicado em outras regiões.

O projeto de tecnologia será implantado, inicialmente, na área central do município. São Miguel do Oeste tem perda total de 49,9% da água captada, porém, apenas 35% desse índice se refere a Perdas Físicas, ou seja, água não consumida. Cerca de 14% são consideradas Perdas Comerciais, volume consumido sem que a Companhia fature.

Uma parte dessas perdas comerciais cumprem um importante papel junto à sociedade - são águas potáveis disponibilizadas em áreas de vulnerabilidade social, caminhões-pipas usados em períodos de estiagens ou consertos do sistema e hidrantes a serviço do Corpo de Bombeiros. Uma outra parte das perdas comerciais diz respeito a ligações irregulares e fraudes, que são combatidas sistematicamente.

Com escritório para a América Latina em Campinas (SP), a UROS é especializada em sistemas digitais avançados para implementar soluções tecnológicas que objetivam reduzir as perdas de água. Esse programa conjunto terá duração estimada de seis meses, apresentando ao final um diagnóstico da área avaliada, e que possa ser replicado em outros sistemas gerenciados pela Casan.

O foco principal do trabalho consiste na instalação de sensores específicos para captar dados, que serão transmitidos aos servidores da UROS a cada cinco minutos. Os dados serão analisados através de modelos algorítmicos próprios em uma plataforma “IoT” com inteligência artificial, ciência de dados e “machine learning”. Com base nos resultados, equipes de manutenção serão orientadas a atuar em consertos, reparos ou melhorias que se mostrarem necessárias.

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Mais 7.020 metros de tubulação estão saindo na madrugada desta quarta-feira, 5, da fábrica de Piracibaba, interior de São Paulo, em direção ao Oeste catarinense, ampliando o canteiro de obras do Projeto Rio Chapecozinho. Serão mais 52 carretas nas próximas quatro semanas desembarcando em Xanxerê, sendo 16 até esta sexta-feira, 7.

Produzidas em aço carbono especialmente para esta obra pela empresa Centerval, a tubulação de 15 metros de comprimento e 1.000 mm de diâmetro é apta a suportar água em alta pressão.

Anunciado oficialmente em dezembro, o Projeto Chapecozinho terá 58 quilômetros de extensão de adutoras. No trajeto, serão construídos reservatórios, estações de recalque (bombeamento) e de tratamento de água.

A previsão de conclusão da obra é de três anos, quando o sistema estará distribuindo 1,2 mil litros de água por segundo a Cordilheira Alta, Chapecó, Xaxim e Xanxerê.

O Governo do Estado e a Casan estão investindo R$ 195,7 milhões na maior obra de Sistema de Abastecimento de Água em Santa Catarina.

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Há 899.768 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus em Santa Catarina, sendo que 866.711 estão recuperados e 19.198 continuam em acompanhamento. O dado foi divulgado nesta quarta-feira, 5. A Covid-19 causou 13.859 mortes no estado desde o início da pandemia. A taxa de letalidade é de 1,5%.

Esses números representam um acréscimo de 68 óbitos em comparação com o último boletim. Registrou-se uma alta de 3.322 na quantidade de confirmados

>>> Confira aqui o boletim diário desta quarta-feira, 5
>>> Confira o detalhamento dos óbitos por data
>>> Saiba mais sobre as fontes e os conceitos dos dados

Casos de infecção pelo novo coronavírus já foram confirmados em todos os 295 municípios de Santa Catarina. No total, 292 municípios registraram óbitos. As maiores altas foram registradas em Jaraguá do Sul, com 234 novos casos, seguido de Criciúma, com 231, Joinville, com 202, Itajaí com 131, Brusque com 106 e Chapecó com 104 novos casos.

Os detalhes podem ser acessados no BI disponível no site www.coronavirus.sc.gov.br, por meio do link: Microsoft Power BI. A lista completa de pacientes que aguardam transferência pode ser acessada aqui.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A força-tarefa da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), formada para concentrar esforços na recuperação dos R$ 33 milhões usados na operação de compra dos respiradores pelo Governo do Estado, ajuizou nova ação judicial nesta semana. Nos autos, além da busca pelos R$ 33 milhões, os procuradores pedem a condenação ao pagamento de R$ 12 milhões por danos morais coletivos e sociais, totalizando R$ 45 milhões. 

A governadora Daniela Reinehr salienta que este é mais um passo no intuito de reaver o valor utilizado na compra dos equipamentos, que nunca foram entregues. No dia 13 de abril, a chefe do Executivo determinou a criação da força-tarefa com esse objetivo específico. 

“O Governo do Estado é o primeiro interessado em recuperar estes valores. Montamos uma força-tarefa com esse intuito e esta ação é mais uma neste sentido. Assim que recuperados, esses recursos serão utilizados de maneira muito criteriosa em prol dos catarinenses. Não vamos descansar enquanto não reavermos tudo”, destaca a governadora. 

O procurador-geral do Estado, Luiz Dagoberto Brião, explica que esta ação principal pede também o pagamento de danos morais e coletivos ao Governo. 

“Reconhecemos o que já foi feito até aqui, mas entendemos que é o momento de irmos além dos R$ 33 milhões. Nossa estratégia agora é buscar, por meio desta ação principal, a condenação ao pagamento de R$ 12 milhões por danos morais coletivos e por danos morais sociais. Temos que acelerar o acesso dos catarinenses a esse dinheiro, que é importante, e as atuações da Procuradoria e da governadora Daniela estão alinhadas neste sentido - tanto que ela já protocolou uma representação na Procuradoria-Geral da República a fim de agilizar a repatriação dos recursos que ainda estão na China”, diz.

Já estão depositados em juízo cerca de R$ 14 milhões obtidos por meio de ações judiciais movidas pelo Estado. Outros cerca de R$ 500 mil foram recuperados por meio da ação popular do deputado Bruno Souza.

A PGE ajuizou a primeira ação em 30 de abril de 2020, após o órgão ter sido oficiado pela Secretaria de Estado da Saúde para adoção de providências.

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Felipe Reis
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Foto: Divulgação / SAP

O secretário de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP), Leandro Lima, participou nesta terça-feira, 04, do ato de entrega de ônibus adaptado ao sistema prisional, em São Paulo. Em ato simbólico, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, entregou a chave de um veículo ao secretário Leandro Lima, representando assim a destinação de 66 ônibus e 46 furgões para 21 estados, além de cinco penitenciárias federais. Santa Catarina irá receber dois ônibus para o transporte de presos.

Com essa entrega, o Governo Federal concluiu o repasse de 430 veículos para o sistema penitenciário brasileiro, registrando investimento de R$ 106 milhões em recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen).

Durante cerimônia em São Paulo, o ministro Anderson Torres destacou a importância do fortalecimento do sistema penitenciário. “Isolar os presos é importantíssimo. Trabalhar a ressocialização é fundamental. Mas nós nunca resolveremos o problema da segurança pública se não atacarmos de frente os problemas do sistema penitenciário no Brasil”, disse.

Para a diretora-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Tânia Fogaça, “a doação dos veículos às secretarias estaduais e às penitenciárias federais trará mais agilidade no transporte de presos e segurança aos policiais penais”.

Durante o discurso, o secretário da SAP, Leandro Lima, que também é vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Justiça (Consej), elogiou o trabalho do Depen e destacou que além das aquisições pontuais específicas, o órgão tem sido o grande dinamizador da política penitenciária brasileira. “O Depen tem sido uma espécie de farol que nos aponta caminhos e evita que tragédias aconteçam. E esse farol tem sido cada vez mais iluminado.”

Outro ponto relevante da fala do secretário foi o pedido para que a Lei federal 173 seja flexibilizada. “As forças de segurança precisam realizar seus concursos públicos e as contratações. Não apenas preencher as vagas existentes, mas ocupar vagas novas, uma vez que o sistema prisional, por exemplo, não parou de receber presos durante a pandemia. De fato, precisamos fazer as contratações e abrir unidades. Esse é um pedido que faço em nome do Consej”, asseverou.

Leandro Lima também reforçou a importância de investimentos no Fundo Penitenciário Nacional, recurso que possibilita uma série de investimentos no sistema prisional. “Esse fundo tem sido responsável pela construção de soluções do sistema prisional em todo o país. A modalidade de transferência fundo a fundo foi extremamente exitosa. Esse é um recurso que interessa a todos nós, gestores do sistema”, pontuou.

Último lote

Nos últimos 12 meses, a SAP já recebeu 15 furgões-cela, que somam investimentos de R$ 2,7 milhões, e cinco ônibus, que correspondem a R$ 1,9 milhão com recursos do Departamento Penitenciário Nacional.

Este é o último lote de entregas. As viaturas foram destinadas aos estados de Minas Gerais, Goiás, Sergipe, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraíba, Ceará, Pará, Alagoas, Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraná, Mato Grosso, Tocantins, Rondônia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Além disso, também receberam veículos as penitenciárias federais localizadas em Catanduvas (PR), Mossoró (RN), Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Brasília (DF).

Sobre os veículos

Os ônibus possuem capacidade para 28 presos e os furgões, oito detentos. Ambos são equipados com Sistema de Circuito Fechado de televisão (CFTV), sistema de sinalização acústica e visual e ar-condicionado em todos os ambientes, além de adaptações no compartimento de escolta, permitindo melhor posicionamento dos policiais penais e melhor acompanhamento dos deslocamentos.

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Jacqueline Iensen
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Foto: Marcelo Fleury/ Divulgação

Em 2021, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investirá R$ 104,8 milhões para fomentar o agronegócio catarinense. Os produtores rurais e pescadores poderão acessar linhas de crédito facilitado, além de programas de regularização fundiária e defesa agropecuária. Os investimentos e projetos foram tema da palestra do secretário Altair Silva no Encontro Estadual de Vereadores nesta quarta-feira, 5, em Florianópolis.

"Os vereadores estão presentes no dia a dia da comunidade, vivem a rotina e as dificuldades do município. Como Santa Catarina é um estado essencialmente agrícola, é fundamental que todos conheçam os programas e linhas de apoio à disposição de agricultores e pescadores. Sabemos que juntos podemos ir mais longe, vencer os desafios e continuar fortalecendo esse setor que é um grande orgulho para os catarinenses", destaca o secretário.

Em março deste ano, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura, anunciou investimentos de R$ 27 milhões em seis novas linhas de crédito e subvenção aos juros para melhoria da competitividade e da renda da agricultura familiar e da pesca. São cinco frentes de atuação: financiamentos sem juros; subvenção de juros de financiamentos contraídos junto aos agentes bancários; políticas públicas para jovens e mulheres; apoio para cuidar do solo e conservar água e apoios emergenciais. Esta é uma evolução das várias linhas disponíveis ao longo dos últimos anos.

"Estamos focados em resolver questões que podem transformar a produção agropecuária de Santa Catarina, entre eles, a melhoria do sinal de internet no meio rural, o incentivo à produção de cereais de inverno e a nossa prioridade número um, que é o abastecimento de água. Sem água não conseguimos produzir. Somos grandes apoiadores de investimentos para ampliar o fornecimento de água no meio rural", explica.

Durante sua palestra, Altair Silva destacou ainda os esforços do Governo do Estado para ampliar a oferta de internet para o campo, incentivar o cultivo de cereais de inverno e linhas de crédito especiais para pescadores. Nesta semana, foram anunciados recursos de R$ 5 milhões para o Projeto de Incentivo ao Plantio de Cereais de Inverno Destinados à Produção de Grãos, que pretende aumentar em 20 mil hectares a área plantada com trigo, triticale, centeio, aveia e cevada ainda nesta safra.

Internet no Campo

A Secretaria da Agricultura pretende investir R$ 5 milhões para levar internet para o meio rural. Inicialmente serão 20 municípios beneficiados, que serão exemplo para outras localidades. 

Terra Boa

A Secretaria da Agricultura investe ainda R$ 56,5 milhões para apoiar a aquisição de sementes de milho, calcário e kits para melhoria de pastagens e do solo, além do incentivo à apicultura e à meliponicultura.

O Terra Boa irá incentivar a aquisição de 200 mil sacas de milho; 300 mil toneladas de calcário; 3 mil kits forrageira; 500 kits apicultura e mil kits solo saudável. O Programa terá R$ 5 milhões a mais de recursos e o Governo do Estado pretende ampliar o número de beneficiários. No último ano, foram mais de 70 mil famílias rurais atendidas.

Regularização Fundiária

Santa Catarina irá reforçar os investimentos na regularização de imóveis rurais. A Secretaria da Agricultura fará um aporte de R$ 7,4 milhões para a realização de georreferenciamento, documento necessário para a legalização de propriedades. A intenção é atender aproximadamente 22 mil famílias de agricultores familiares.

Fundesa

Referência internacional no cuidado com a saúde animal, Santa Catarina intensifica os esforços para erradicar a brucelose e a tuberculose bovina. Em 2021, o Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa) deve investir R$ 14 milhões na indenização de produtores rurais pelo abate sanitário de animais doentes - maior soma desde a sua criação em 2004 -possibilitando a continuidade da produção de carne e de leite, além de preservar a saúde pública.

Todos os programas e linhas de crédito já estão disponíveis para produtores e pescadores de Santa Catarina. Os interessados devem procurar a Epagri do seu município.

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Ana Ceron
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Fotos: Paulo Santana/ PMSC

A Polícia Militar de Santa Catarina completou nesta quarta-feira, 5, 186 anos de história. Em solenidade representativa no Centro de Ensino da PMSC, em Florianópolis, e em pequenos atos em todo o Estado, foram realizadas as promoções de praças e oficiais. O ato foi fechado e sem as tradicionais formaturas militares abertas à população.

O comandante-geral, coronel Dionei Tonet, aproveitou a oportunidade para ressaltar o trabalho que está sendo feito na corporação. “Conseguimos investimentos nos últimos 12 meses para a área da Segurança Pública e para a Polícia Militar, cerca de R$ 146 milhões”, afirmou. Tonet ressaltou ainda a entrega das novas viaturas, que deve ser realizada neste mês.

Em termos de equipamentos de segurança, o comandante-geral anunciou que em breve será lançado edital de licitação para a compra de pistolas de calibre 9 mm para cada policial militar. “Trabalhar com proteção é uma obrigação e, agindo dessa forma, estaremos dando condições do nosso policial trabalhar de forma adequada para prestar o melhor serviço para a nossa comunidade”, completou. Nestes atos de 186 anos da PMSC, foram promovidos 91 oficiais, sendo que quatro foram ao posto de Coronel, além de 28 praças.

Participaram da solenidade no CEPM, além do comandante-geral, coronel Dionei Tonet, o sub-comandante-geral da PMSC, coronel Marcelo Pontes, o chefe do Estado-Maior-Geral, coronel Luciano Walfredo Pinho, o sub-comandante-geral do Copo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, coronel Ricardo Steil, respondendo pela presidência do Colegiado de Segurança Pública.

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Foto: Julio Cavalheiro / Arquivo/ Secom

A Epagri divulga medidas para que os agricultores possam enfrentar a estiagem em Santa Catarina, que persiste desde 2019, principalmente na região Oeste. A falta de chuva vem impactando os rios catarinenses: das 34 estações hidrológicas de monitoramento de nível de rios da Epagri/Ciram no estado, 20 apresentam situação de estiagem. Segundo o meteorologista Clóvis Corrêa, a previsão para os meses de maio, junho e julho é de chuva abaixo da média histórica devido à atuação do fenômeno La Niña.

O gerente de extensão rural e pesqueira da Epagri, Darlan R. Marchesi, ressalta que a Empresa, além de desenvolver tecnologias que auxiliam os agricultores, também operacionaliza Políticas Públicas disponibilizadas pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural. Iniciativas que possibilitam investimentos nas propriedades para mitigar a restrição hídrica em cultivos agrícolas e produções pecuárias. Confira a seguir as indicações importantes da Epagri que podem ser adotadas para enfrentar a estiagem na área rural.

Orientações básicas

– Procure apoio nos escritórios municipais da Epagri. Os técnicos estão preparados para orientar em práticas, tecnologias e políticas públicas.
– Acompanhe as previsões metereológicas da Epagri/Ciram.
– Sempre que possível, faça o planejamento para enfrentar a estiagem: implante e ou amplie a capacidade de reservas de água no solo e em cisternas.
– Invista em reservatórios dimensionados para maior disponibilidade, principalmente onde há produção animal.
– Poços artesianos podem ser opções complementares, mas é importante sempre procurar profissionais habilitados e critérios técnicos.

Práticas estruturantes

– Implante e/ou amplie a capacidade de reserva de água na propriedade.
– Capte a água da chuva para armazenar no próprio solo, mas também em reservatórios e cisternas. Conheça o Kit Solo Saudável e o programa Cultivando água e protegendo o solo. Essas políticas públicas fornecem subsídios aos agricultores com enquadramento para aquisição de sementes de adubos verdes, proteção e recuperação de nascentes, terraceamento, cobertura do solo e armazenamento de água.
– Proteja as nascentes e, se viável, utilize a proteção de Fonte Modelo Caxambu, de baixo custo e alta eficiência.
– Faça avaliação da qualidade do solo em profundidade: perfil cultural. Se necessário, em caso de compactação e adensamento, escarifique e implante imediatamente culturas com sistema radicular bem desenvolvido.
– Faça análise química e física do solo, corrija a fertilidade do solo.
– Utilize sistema de rotação de culturas, com plantas de cobertura do solo e Semeadura Direta.
– Implante práticas mecânicas de conservação do solo e da água como: terraços e curvas de nível.

Pecuária


Foto: Divulgação/ Epagri

 – Faça a orçamentação alimentar, ou seja, calcule a demanda de forragens e a oferta de reservas de alimento para período mínimo de 154 dias.
– Em caso de balanço negativo, descarte de animais: inicie por aqueles que jamais produzirão leite, seguidos de vacas com problemas sanitários, reprodutivos e/ou com idade avançada e por último as vacas com baixa produtividade.
– Produza alimentos concentrados na propriedade e utilize alternativas balanceadas de rações contendo soja em grão, casquinha de soja, cereais de inverno (trigo, farelo de trigo e outros).
– Procure os técnicos da Epagri para calcular a viabilidade técnica e econômica desses alimentos, em substituição ao milho e farelo de soja.
– Faça semeadura e sobressemeadura das pastagens de inverno quando o solo apresentar condições de umidade.
– A médio e longo prazo, implante pastagens perenes de alto potencial produtivo, tolerantes ao estresse hídrico, como é o caso do capim-pioneiro e do Tifton 85.
– Implante e/ou amplie a capacidade de reserva de água da propriedade, tanto para abastecimento dos animais, quanto para irrigar pastagens, se for o caso.
– Melhore a disponibilidade de água de qualidade ofertada aos animais nos piquetes.

Grãos – cereais de inverno e plantas de cobertura do solo

– Planeje para semear as culturas na melhor época, de acordo com o zoneamento.
– Acompanhe previsões climáticas e escalone a semeadura.
– Utilize sementes fiscalizadas ou certificadas de boa procedência e selecione as variedades mais indicadas para a região.
– Adeque a densidade de semeadura. Caso as previsões apontem para redução nas precipitações, poderá ser utilizada a estratégia de reduzir as populações de plantas.
– Se necessário, utilize semeadoras com hastes sulcadoras.
– Faça Semeadura Direta, com mínimo revolvimento, monitorando as áreas para que tenham palhada suficiente, preferencialmente acima de 10 toneladas de massa seca por hectare.

Apicultura


Foto: Divulgação / Epagri

– Acompanhe as floradas e adapte os manejos das colmeias. 
– Monitore apiários para evitar a morte ou enfraquecimento das colônias.
– Forneça alimento proteico e energético. O bife proteico deve ser colocado próximo às crias.
– Evite abrir as caixas, pois há perda de calor, gasto de energia e alimento para elevar a temperatura novamente.
– Em dias frios, não pulverize com ácido oxálico para controle de varroa, pois poderá ocorrer o congelamento dentro do ninho;
– Instale “alvado invertido”. Emergencialmente pode ser utilizado um sarrafo na parte central do alvado.
– Coloque o poncho ou entretampa horizontal. Emergencialmente pode ser utilizado entretampa de ráfia.
– Utilize poncho ou entre tampa vertical nas colmeias que for necessário.
– Acesse o site Apis on-line.

Piscicultura

– Acompanhe a qualidade de água nos viveiros: monitore oxigênio dissolvido (>4 mg/L), a alcalinidade (> 30 mg/L) e a transparência (entre 25 a 40 cm).
– Controle adubações, fertilizações ou arraçoamentos em caso de falta de água, com oxigênio baixo e transparências abaixo de 25 cm.
– Utilize biometrias e a tabela de alimentação (Epagri) para alimentação para tilápias. 
– Evite drenagens e corrija possíveis vazamentos nas comportas.
– Apenas renove a água de forma pontual quando os parâmetros não estejam adequados. Se necessário, reduza cerca de 10 a 20% do volume, posteriormente, eleve o nível novamente.

Informações adicionais e entrevistas: Darlan Marchesi, gerente de extensão rural e pesqueira da Epagri. Fone: (48) 98800-6558.

Mais informações para a imprensa:
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