Diagnóstico da infecção pelo HIV em crianças e terapia antirretroviral estão entre os temas que serão abordados na Oficina Regional Sul - Atualização do Consenso de Tratamento Antirretroviral em Crianças e Adolescentes. Promovido pelo Ministério da Saúde, o encontro será realizado no Castelmar Hotel, em Florianópolis, quinta, 12, e sexta-feira,13, com apoio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), órgão da Secretaria de Estado da Saúde.

Participarão da oficina aproximadamente 60 médicos de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul que atendem crianças e adolescentes em tratamento antirretroviral. A capacitação será organizada em palestras ministradas por integrantes e assessores do Ministério da Saúde.

"Será uma oportunidade de revisão do tratamento adotado no caso das crianças e adolescentes", explica Vanessa Vieira da Silva, da Gerência de DST-AIDS da DIVE. Segundo a profissional, a AIDS se mantém como uma grave problema de saúde pública em Santa Catarina, que ocupa hoje o segundo lugar em incidência da doença no país.

Desde a primeira notificação no Estado, em 1984, quase 27 mil casos foram diagnosticados, a maioria em adultos. Em menores de 13 anos estão notificados 941 casos. Em relação ao público infantil e adolescente, o diagnóstico precoce da doença na mãe, a terapia antirretroviral durante a gravidez e a sequencia do tratamento na infância e adolescência têm sido importantes ações no sentido de barrar o desenvolvimento da AIDS.

Serviço:
Oficina Regional Sul - Atualização do Consenso de Tratamento Antirretroviral em Crianças e Adolescentes
Onde: Castelmar Hotel
Quando: 12 e 13 de setembro


Programação
Quinta-feira 12/09/2013

9h30min - Sessão Interativa 1: Manejo das crianças expostas ao HIV     
Palestrante: Doris Sztutman Bergmann

11h - Sessão Interativa 2: Diagnóstico da infecção pelo HIV em crianças
Palestrante: Marinella Della Negra

13h30min - Sessão Interativa 3: Manejo ARV ? Terapia Inicial
Palestrante: Marinella Della Negra

15h30min - Sessão 4: Manejo da Falha Terapêutica
Palestrante: Rodrigo Zilli Haanwinckel

17h - Encerramento

Sexta-feira 13/09/2013

9h - Sessão Interativa 5: Manejo da Toxicidade à Terapia Antirretroviral
Palestrante: Carmem Lúcia Oliveira da Silva

10h30min - Sessão Interativa 6: Coinfecções com o HIV
Palestrante: Aroldo Prohmann de Carvalho

13h30min - Sessão Interativa 7: Infecções Oportunistas
Palestrante: Aroldo Prohmann de Carvalho

15h - Encerramento

{text}

O secretário de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, Clonny Capistrano, assinou nesta quarta-feira, 11, convênios com quatro conselhos comunitários do município de Palhoça, no valor total de R$ 132.093,60. O objetivo é permitir aos cidadãos a possibilidade de aprendizado, recreação, lazer, integração e desenvolvimento social.

Foram beneficiados com esses recursos do Governo do Estado, oriundos do Fundo Social, os conselhos da Ponte do Imaruim, Alto Aririú, Jardim Eldorado e Aririú da Formiga. Além dessas quatro entidades, mais 16 associações e conselhos comunitários da Grande Florianópolis receberão recursos até o final deste ano. No total, será liberado o montante de R$ 980.697,20, permitindo o atendimento de uma população de 23.800 pessoas por mês.

Segundo o secretário Clonny Capistrano, ao repassar os recursos, o Governo do Estado viabiliza o funcionamento dessas entidades e permite que os indivíduos beneficiados possam exercer sua cidadania. “Dessa forma, crianças, adolescentes, mães e idosos têm acesso a serviços importantes para sua inserção social, resultando em melhor qualidade de vida”, destacou.

Para o presidente do Conselho Comunitário de Aririú da Formiga, Mauro Cesar Goulart, a liberação dos recursos é de fundamental importância para a manutenção da entidade, que irá completar 30 anos. Presidente do conselho há quase dois anos, ele destaca as atividades realizadas com as mães – pintura e bordado, entre outras – como uma das mais importantes. “Estamos muito gratos à SDR Grande Florianópolis pelos recursos, pois assim podemos desenvolver nosso trabalho em prol dos moradores da região”, disse.

Ao todo, serão beneficiadas as seguintes entidades: Conselho Comunitário de Angelina; Associação de Moradores do Jardim Atlântico e os conselhos comunitários do Pantanal, Coqueiros, Costeira do Pirajubaé, Monte Verde, Saco dos Limões, Santa Mônica, Saco Grande II e Coloninha, de Florianópolis; conselhos do Alto Aririú, Aririú da Formiga, Jardim Eldorado e Ponte do Imaruim, de Palhoça; Conselho Comunitário de Rancho Queimado; e os conselhos do bairro Santos Dumont, bairro Bela Vista e Forquilhinha, de São José.

Entrou em funcionamento na última semana o Sistema de Contratos (Sicon), que foi desenvolvido neste ano pela Secretaria de Tecnologia de Informação e Comunicação (Setic), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), para possibilitar o cadastro e o gerenciamento de todos os contratos da instituição.

"O programa foi idealizado pela atual gestão do setor de Licitações e Compras da Reitoria para atender a necessidade de gerar a numeração sequencial contratual para toda a Udesc e permitir que os fiscais e os servidores envolvidos com contratos tenham acesso a todos os arquivos", diz o coordenador de Licitações e Compras, Alexander Ricardo Martins.

Inédito na Udesc, o Sicon traz informações dos contratos vigentes da universidade (cerca de 230) e dos já encerrados, assim como dos processos de dispensa de licitação, de inexigibilidade de licitação e de outras modalidades que tenham gerado contratos. "Dentro dele, serão lançados todos os aditivos e os apostilamentos", acrescenta o coordenador.

Desse modo, o Sicon facilita o controle dos contratos, agiliza o trâmite dos processos e possibilita o acesso a todas as informações em tempo real.

"O sistema vai evitar que ocorram falhas como falta de publicação e empenhos incorretos, pois os contratos só ficarão ativos se todos os arquivos forem colocados", destaca Martins.

Acesso
Os servidores da Udesc já podem fazer pesquisas no Sicon, que está disponível no sistema Expresso, por meio do número de matrícula e da senha do e-mail. "O retorno que recebemos da maioria dos usuários é bom", comenta o coordenador de Licitações e Compras.
Segundo Martins, os dados do Sicon são colocados por servidores dos setores de Compras e Contratos da Reitoria e dos centros, enquanto a administração do programa está sob responsabilidade da equipe da Coordenadoria de Licitações e Compras (CLC).
O sistema faz parte do projeto Agiliza Udesc, que está previsto no Plano de Gestão 2012-2016 e busca inovar as rotinas administrativas da instituição.

Leia mais:
5/9/2013 - Udesc lança normativas para descentralizar procedimentos administrativos
29/8/2013 - Udesc realiza primeiro pregão com sistema de registro de preços

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Rodrigo Brüning Schmitt
E-mail: rodrigo.schmitt@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143

O secretário de Infraestrutura, Valdir Cobalchini, entregou nesta quarta-feira, 10, na sede da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em Brasília, a documentação exigida para a homologação do aeroporto regional de Jaguaruna, no Sul do Estado. Cobalchini foi recebido pelo superintendente da agência, Fábio Rabane, e também conversou por videoconferência com o gerente de infraestrutura do órgão, Tárik Pereira de Souza, que estava no Rio de Janeiro.

“Todos os documentos solicitados foram encaminhados e agora aguardamos a análise e a vistoria dos técnicos”, explicou o secretário, salientando que ainda não existe um prazo determinado pela Anac para a visita ao aeroporto. “Explicamos que estamos a todo vapor para abertura do aeroporto, atendendo as exigências técnicas, e solicitamos agilidade no processo diante da necessidade desse equipamento de infraestrutura para a região sul”, informou Cobalchini.

Segundo o secretário, numa análise preliminar, feita pela videoconferência, a documentação atende as solicitações da Anac. “É uma série de documentos que agora serão analisados para depois termos a data da vistoria. Não foi nos dado prazos, mas a garantia, pelo superintendente Fabio Rabane, de que os documentos começarão a ser analisados imediatamente”, assegurou Cobalchini. Ele informou ainda que nesta sexta-feira estará em Curitiba, na sede do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) para tratar da liberação de um documento do Comando do Aeronáutica para a autorização de voos no aeroporto.

“Saí da reunião muito confiante que demos mais um passo importante para termos o aeroporto de Jaguaruna funcionando em breve”, enfatizou o secretário Cobalchini. Ele adiantou que obteve a informação da Anac que para a liberação de voos de aviação geral (não os de linhas aéreas), basta a análise dos documentos e a publicação de uma portaria. “Continuamos trabalhando com a data de meados de outubro que nos foi fornecida pela empresa RDL, contratada para administrar o aeroporto”, finalizou.

>>> Confira o boletim da Rádio Secom e faça download

  Baixar áudio

Em outubro e novembro, o 2º Festival Audiovisual Catarinense (FAÇA) vai percorrer as cidades de Chapecó, Lages, Blumenau e Florianópolis exibindo os 21 curtas-metragens selecionados este ano. Foram inscritos 90 filmes, sendo 62 ficções, 18 documentários e 10 animações.

Os filmes selecionados vão concorrer a quatro prêmios de R$ 5 mil cada. Três prêmios serão eleitos segundo critérios do Júri Oficial, sem categorias pré-definidas. Já a quarta premiação é o público de todas as cidades onde o FAÇA for realizado quem elege, ou seja, o Melhor Filme, segundo Júri Popular. A lista e outras informações também podem ser conferidas no site www.faca.art.br.

festival audiovisual catarinense 20130911 1213148938
Foto divulgação. Mbyá Reko Pyguá - A Luz das Palavras. Mais fotos na galeria

A maioria das produções inscritas no Festival é de Florianópolis (42). Mas outras cidades de Santa Catarina também participaram ativamente, entre elas Jaraguá do Sul (seis), Joinville (cinco) e Criciúma (três). Catarinenses que moram em cidades fora do Estado e do País também enviaram seus filmes - São Paulo/SP (cinco), Santos/SP (um), Guarulhos/SP (um), Curitiba/PR (seis), Rio de Janeiro/RJ (cinco), Porto Alegre/RS (três) e Nova York (um).

A novidade deste ano é a entrada de Chapecó no circuito, que recebe o Festival entre os dias 24 e 26 de outubro. Depois vem Lages, de 31 de outubro a 2 de novembro; e Blumenau de 07 a 09 de novembro. Encerramento é em Florianópolis, onde o FAÇA apresenta filmes de 20 a 23 de novembro, quando também vai ser realizada a premiação no último dia. Todas as sessões competitivas serão abertas por produções resultantes das oficinas de documentário do 1ºFAÇA.

O governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte do Estado (SOL) e FUNCULTURAL é patrocinador do 2º FAÇA – Festival Audiovisual Catarinense. O Festival conta ainda com a parceria da Alquimidia.org, Hemisfério Criativo, A3 Design Empresa Jr., com apoio da Dfato Comunicação e com o apoio institucional do Fundo Municipal de Cinema de Florianópolis (FUNCINE), Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Governo do Estado de Santa Catarina, CurtaDOC, SANTACINE – Sindicato da Industria do Audiovisual de Santa Catarina, SINTRACINE – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e do Cinema e Audiovisual de Santa Catarina, Cinemateca Catarinense, Cinesupport, Catarina Criativa e Onda Sonora.

Selecionados - 2º FAÇA
A 415, de Fred Paiva (Jaraguá do Sul |Fic.|6'|2013);
Ao Velho Lobo do Mar, de Eduardo Guerreiro (Florianópolis |Fic.|14'|2012);
Ausência, de Jardel Tambani (São Paulo/Ibirama|Doc.|8'|2012);
Cárcere Privado, de Oscar R. Júnior e Melissa Lipinski (Florianópolis |Fic.|20'|2012);
De Volta pra Casa, de Richard Valentini (Florianópolis |Doc.|24'|2010);
Desencanto, de Marco Stroisch (Florianópolis |Fic.|15'|2013);
Inverno, de Paulo Trejes (Florianópolis |Fic.|18'|2009);
Lembranças de Maura, de Bruna Lessa (São Paulo/Ilhota | Fic.|16'|2013);
Los Eucaliptos, de Cristian de Ciancio (Florianópolis |Fic.|12'|2013);
Making of, de Fabrício Porto (Joinville e São Francisco do Sul|Fic.|17'|2010);
Mbyá Reko Pyguá - A Luz das Palavras, de Kátia Klock (Florianópolis |Doc.|19'|2012);
Noite, de Bruno Andrade (Florianópolis|Fic.|14'|2012);
O 100º Trabalho, de Luiz Mihich (Nova York e Nova Jersey/Blumenau |Fic.|20'|2009);
O Gigante, de Julio Vanzeler & Luis da Matta Almeida (Florianópolis |Anim.|10'|2013);
Quem decide é o bar, de Alexandre Meldau (Jaraguá do Sul |Fic.|8'|2013);
Quem é Rogério Carlos?, de Pedro Bughay (Porto Alegre |Fic.|14'|2012);
Quiriri, de Filipe Cargnin (Florianópolis |Anim.|10'|2013);
Rua Mão Única, de André Gevaerd (São Paulo|Fic.|12'|2010);
Tudo Bem, de Christopher Faust (Curitiba |Fic.|11'|2012);
Upcycling, de Henrique Ogro Perrone (Porto Alegre/Fpolis|Doc.|12'|2012);
Vento Sul, de Renan Blah (Florianópolis|Fic.|20'|2012).

Mais informações
Ana Paula Domingues (48) 9601-6625
Guto Lima (48) 9952-5657

O Programa Terra-Boa da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca bateu o recorde em distribuição de calcário aos agricultores. Desde janeiro deste ano até o início do mês de setembro foram entregues 275 mil toneladas, sendo 161 mil toneladas retiradas direto de minas e 114 mil toneladas via cooperativas. Para atender à demanda, a Secretaria fará um acréscimo de 10 mil toneladas de calcário ao programa. O orçamento do Terra-Boa é de R$ 40 milhões de subsídio para a compra de calcário, semente de milho e kits forrageira.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, João Rodrigues, em 2013 o Programa Terra-Boa já superou a marca atingida no ano anterior, quando foram distribuídos 263 mil toneladas de calcário. Cada família rural tem uma cota de 30 toneladas que serão pagas no próximo ano com o produto da colheita do milho. O calcário poderá ser fornecido dentro de duas modalidades, sendo via cooperativas, onde o produto é disponibilizado para ser retirado próximo à sua propriedade, ou direto de minas, sendo o produtor responsável pelo transporte do produto do local de origem à sua propriedade.

Em todos os casos, o produtor paga pelos produtos o equivalente em sacos de milho consumo tipo II (60 kg), pelo preço de referência fixado no início de cada ano. As relações de troca para o calcário e milho são: 3,5 sacos de milho para cada tonelada de calcário calcítico retirada; 2 sacos de milho para cada tonelada de calcário dolomítico retirada; e 3 sacos de milho para cada tonelada de calcário ensacado retirada.

O diretor de Cooperativismo e Agronegócio, Paulo von Dokonal, destaca que essa quantidade distribuída de calcário mostra que o agricultor está mais consciente e preocupado com a qualidade do solo. “Lembramos a importância da análise do solo para que o calcário seja utilizado da forma adequada e apresente melhores resultados”, ressalta. O programa reinicia em fevereiro de 2014 com a distribuição de calcário e de kits forrageiras.

A subvenção para aquisição de kits forrageira (com mais de 80 produtos que são selecionados pelo agricultor), com insumos para melhoria e implementação de 1 hectare de pastagem, também superou às expectativas da Secretaria da Agricultura. “Foram disponibilizados 3.500 kits para atender todo o Estado e a procura está sendo enorme. Em 2012, sobraram 200 kits e esse ano iremos atingir nossa meta com tranquilidade”, afirma João Rodrigues. Os kits são fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e custam R$ 1,8 mil que podem ser pagos em duas parcelas anuais ou em uma parcela com desconto de 60%.

Esse ano, o Programa Terra-Boa inovou e passou a oferecer 100 mil sacos de sementes de milho de altíssima tecnologia. Segundo Paulo von Dokonal essas são sementes mais caras, mas são também mais produtivas. “Desde que haja adubação, tratos culturais, espaçamento correto, elas podem chegar a produzir 250 sacos por hectare”, explica. Por ser uma semente diferenciada, a proporção de troca de semente de milho por milho consumo segue novas regras: quem optar por adquirir semente de tecnologia de ponta terá que devolver, em 2014, 20 sacos de milho consumo para cada saco de 20 quilos de semente. As relações de troca para sementes de milho são: 4 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo I (semente varietal) retirada; 9 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo II (híbridos de alta tecnologia) retirada, e 20 sacos de milho para cada saco de semente de milho tipo III (altíssima tecnologia) retirada.

A coordenadora do Prêmio Gestão Escolar, Patrícia de Simas Pinheiro, e a técnica da Secretaria de Educação Maria Cristina Bertinetti passaram dois dias na escola Gomes Carneiro, em Xaxim. A escola foi a vencedora no Estado do prêmio em 2013.

Patrícia e Maria Cristina fizeram um levantamento das atividades de sucesso e dos pontos fracos, que ainda podem ser melhorados na escola.  “Um dos motivos que garantiram o prêmio foi a gestão participativa, onde são realizadas na escola ações envolvendo professores, alunos e pais . Além disso, os projetos  Conselho de Classe Participativo e Virtudes foram fundamentais na indicação,” ressaltou a coordenadora Patrícia, destacando ainda o planejamento coletivo como um dos pontos positivos da escola e que deve ser mantido.

Para a diretora, Zelci Lorenzon, a presença das profissionais da Secretaria de Educação na escola é fundamental. “ Recebemos este reconhecimento com muito orgulho, pois o prêmio é de todos que atuam na escola desde as merendeiras, os professores, servidores,  alunos e  os pais”, explicou a diretora dizendo ainda que a equipe  orientou os profissionais com a finalidade de melhorar ainda mais as ações administrativas e pedagógicas.   

A gerente de educação da Secretária regional de Xanxerê, Marivete  Brunel Zaffari , acompanhou os trabalhos  juntamente com a equipe do ensino.

Mais informações
Assessora Ana Elise Zogheib 
Secretaria de Estado de Des Reg Xanxerê 
E-mail:sdr-xanxere@xxe.sdr.sc.gov.br 
Telefone: (49) 3382-2000

Um grupo de pesquisadores do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages está pesquisando a qualidade e certificação do queijo artesanal serrano, produzido na região. Os pesquisadores têm até o dia 23 de setembro para enviar o projeto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) solicitando o financiamento da pesquisa.

O projeto está sendo finalizado por sete pesquisadores da Udesc Lages: Lídia Cristina Piccinin, Eliana Vaz, Cristiane Batalha, Loredana d'Ovidio, Sandra Ferraz, Gilberto Massachi Ide e Andre Talher.

A pesquisa analisará a qualidade da água da propriedade rural, o leite cru utilizado e o queijo. O grupo de pesquisadores calcula que o desenvolvimento do estudo levará 36 meses a um custo variável de R$ 300 mil a R$ 600 mil.

Segundo a coordenadora do projeto, Lidia Cristina Picinin, atualmente não há autorização para a produção do queijo, típico da região, com o leite cru. "Sem nenhuma inspeção, o produto pode se tornar perigoso para o consumo", afirma ela, ao lembrar que a ideia da pesquisa não é acabar com a caracterização artesanal e cultural do queijo serrano.

O grupo de pesquisadores já pediu o apoio para o desenvolvimento da pesquisa aos técnicos da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), da Comissão Intersetorial de Saneamento e Meio Ambiente (Cisama) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Tradição secular
Com uma tradição secular, que remonta ao período do tropeirismo no Brasil e com uma receita tradicional passada de geração a geração há quase 200 anos, o queijo serrano é uma das principais fontes de renda das famílias de pequenos pecuaristas que se dedicam à sua produção.

Segundo os pesquisadores da Udesc Lages, as técnicas artesanais utilizadas na fabricação do queijo com leite cru de vacas de corte, alimentadas com pastagens naturais, conferem ao produto "características físicas e organolépticas (percebidas pelos sentidos do consumidor, como sabor, cor e textura) únicas, que lhe dão especificidade e o distinguem de outros queijos".

Eles observam, porém, que, apesar de toda a importância econômica, social, cultural e histórica, a comercialização do queijo serrano é realizada sem os canais formais de comercialização. Além disso, ressaltam, vivem sob constante ameaça de apreensão do produto e de multas, já que os processos de produção são considerados inadequados pela legislação sanitária vigente.

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Valmor Pizzetti
E-mail: valmor.pizzetti@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143

A secretária de Estado da Saúde, Tânia Eberhardt, vai a Araranguá, no Sul do Estado, nesta quinta-feira, 12, anunciar ampliação de serviços no Hospital Regional de Araranguá e vai também discutir o aprimoramento no contrato de gestão da unidade de saúde. A reunião será às 10h, na Câmara de Vereadores. Em seguida, a secretária fará uma visita ao hospital.

hospital regional de ararangua 20130911 1378546286
Foto James Tavares/Secom

Atendendo a um pedido das lideranças dos 15 municípios da região assistida pelo Hospital Regional de Araranguá, foi criada uma comissão técnica para discutir a necessidade de ampliação dos serviços da unidade de saúde. O resultado do trabalho será apresentado na reunião desta quinta-feira, com a presença dos secretários municipais de saúde da região, vereadores de Araranguá e lideranças empresariais.

Entre novos serviços, a secretária Tânia vai anunciar a instalação de um aparelho de ultrassonografia e a oferta do exame de endoscopia digestiva para pacientes externos (que não estão internados).

No que se refere aos serviços ampliados, a secretária vai falar do incremento no número de consultas ambulatoriais em ortopedia, cirurgia pediátrica e otorrinolaringologia. Outro serviço ampliado é o de tomografias computadorizadas.

{text}

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) finalizará nesta sexta-feira, 13, as inscrições do Processo Seletivo n° 09/2013, com duas vagas de professor substituto.

Uma das vagas é para a área de Estatística Básica e Matemática Aplicada à Zootecnia, no Centro Educação Superior do Oeste (CEO), em Chapecó, enquanto a outra é para a área de Psicologia, no Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed), em Florianópolis.

Para se inscrever, os interessados devem comparecer nos centros, enviar um procurador legalmente constituído ou encaminhar os documentos pelo correio até sexta-feira. Os endereços e os horários estão no edital.

Entre 23 e 25 de setembro, os candidatos passarão por avaliação de títulos e farão prova escrita de conhecimento, além de teste de didática ou prática experimental.

Quem for aprovado será contratado em caráter temporário, por prazo não superior a quatro anos. O número de horas de trabalho varia conforme a área de conhecimento.

Mais informações podem ser obtidas por telefone e e-mail com as direções de Ensino da Udesc Oeste e da Udesc Faed.

Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Rodrigo Brüning Schmitt
E-mail: rodrigo.schmitt@udesc.br
Telefones: (48) 3321-8142/8143