Foto: Secom

Para agilizar o atendimento das ocorrências catarinenses, a Divisão de Tecnologia da Informação (DiTI), do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, está investindo cada vez mais na inovação por meio de aplicativos desenvolvidos dentro da própria corporação. Com os sistemas FireCast CBMSC e FireCast Comunidade o tempo de resposta para atendimento a ocorrências foi reduzido em cerca de dois minutos.

A capitão Juliana Kretzer explica que o app interno, o FireCast CBMSC, faz integração direta com o sistema de emergência 193, permitindo que a guarnição receba todas as informações da ocorrência por meio de um dispositivo móvel. Em um momento anterior, eram recebidas apenas por rádio. “Trouxemos com isso uma diminuição no tempo de atendimento à comunidade porque antes diversas informações precisavam ser repetidas e algumas acabavam se perdendo.”

Juliana Kretzer, que trabalha há cinco anos na DiTI, destaca que, atualmente, pelo menos 60% das viaturas de serviço dos bombeiros já utiliza os aplicativos para a comunicação interna.  Para a população, o aplicativo FireCast Comunidade está ativo e disponível gratuitamente para usuários de Android.

Os aplicativos desenvolvidos no Estado foram criados a partir de softwares livres e com códigos abertos para que outros locais possam se beneficiar da tecnologia catarinense. Rio Grande do Sul, Rondônia e Sergipe, atualmente, também utilizam o app para o atendimento de ocorrências, com suporte da equipe de tecnologia da informação do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina.

Firecast CBMSC

Com o aplicativo, a equipe de plantão faz o cadastro, tornando a viatura disponível para os atendimentos. Quando é solicitada para a Central de Operações do Bombeiro Militar (Cobom), a ocorrência é gerada automaticamente no sistema e imediatamente soa um sinal sonoro, informando no aplicativo todos os dados, além do mapa indicando o caminho mais rápido até o local.

A equipe também informa pelo aplicativo a situação da ocorrência, como os deslocamentos feitos durante o atendimento. Esta versão é a operacional, de uso exclusivo dos Bombeiros Militares.

FireCast Comunidade

O aplicativo alerta sobre as ocorrências que estão em atendimento ou foram atendidas. Basta o usuário escolher a região de interesse e verificar as informações. “Este app também é integrado ao sistema de emergência e ele permite que a comunidade seja notificada em tempo real de todos os chamados de emergência do Corpo de Bombeiros de SC. O que pretendemos, com isso, é que o compartilhamento da informação permita a prevenção de outros acidentes e até mesmo que as pessoas possam se ajudar”, justifica Kretzer.

O Firecast Comunidade rendeu para a corporação um prêmio de Boas Práticas, em 2016, com a primeira colocação na categoria “Tecnologia da informação para a comunidade”.

Tecnologia presente também no ar

A rotina do trabalho do Corpo de Bombeiros inclui situações de grandes proporções e que exigem estratégias precisas, rápidas e confiáveis, criadas a partir da análise da dimensão da ocorrência e de um mapeamento prévio. Para isso, Santa Catarina utiliza as aeronaves remotamente pilotadas (RPA), conhecidas popularmente como drones.

O estudo de viabilidade da utilização foi o tema do trabalho de conclusão do curso de formação de oficiais do Tenente Pedro Cabral Reis, em 2015, e passou a ser aplicado na prática. “Além de resguardar, em muitas situações, a integridade física dos próprios bombeiros, os drones têm um custo operacional baixo quando comparado a outros equipamentos e permitem acessar e visualizar com agilidade as áreas de difícil acesso”, diz.

Pioneiro

Hoje, o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina é uma das primeiras instituições a utilizar estes equipamentos. Conta com 17 drones e 15 bombeiros militares capacitados para pilotar remotamente.  Os equipamentos são utilizados na busca e resgate, mapeamento de áreas em situações de risco ou levantamento de informações para ocorrência, trazendo um panorama preciso por meio de imagens.

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Com ações cada vez mais integradas e os índices de criminalidade reduzidos, o Colegiado Superior de Segurança Pública apresenta resultados cada vez mais positivos para a segurança de Santa Catarina.

As estratégias, desenhadas pelos dirigentes de cada instituição semanalmente, estão trazendo mais segurança para o Estado, como apontado no boletim semanal de indicadores da Segurança Pública. Comparando o período entre 1º de janeiro e 8 de abril, foram registrados 52 homicídios a menos do que em 2018, 106 a menos na comparação com 2017 e 72 a menos com relação ao mesmo período de 2016.

Quando analisadas as taxas de homicídios, o Colegiado Superior de Segurança Pública atinge o melhor índice desde 2008. Em 2019, foram registrados 2,8 casos a cada 100 mil habitantes, abaixo dos 3,9 em 2008. Em 2018, o índice do mesmo período foi de 3,6 e, em 2017, de 4,4. O ano mais próximo do percentual atual foi 2014, quando foram apontados 2,9 homicídios por 100 mil habitantes.

Confira aqui os dados do boletim!

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Atendendo à argumentação da Procuradoria Geral do Estado, o juiz da Comarca da Capital entendeu que não há responsabilidade do Estado de indenizar um cidadão que ficou no meio da linha de tiro entre polícia e fugitivos. A ação foi proposta pelo homem que cobrava indenização por danos morais e materiais por ter tido o carro atingido pelos disparos. Em sentença, o juiz confirmou que os policiais agiram no estrito cumprimento do dever legal e em legítima defesa.

Na defesa do Estado, o procurador Diogo Marcel Reuter Braun ressaltou que a conduta dos policiais se deu em razão da própria lei e pela necessidade de se defenderem dos disparos, que o cidadão cruzou a linha de tiro bem na hora do confronto e que os projéteis que atingiram o veículo do autor partiram dos próprios fugitivos, de acordo com o inquérito policial.

“Verifica-se que os policiais militares estavam em operação, repelindo injusta agressão perpetrada por bandidos, exercendo o dever institucional a eles atribuídos. Não praticaram qualquer ilegalidade. Portanto, inexistiu ato ilícito por parte do Estado, sendo o evento danoso gerado por ato de terceiros, considerando que foram os bandidos que deram causa à operação policial”, afirmou, na contestação.

Na avaliação do juiz, o próprio relato do autor da ação aponta para a ausência de responsabilidade do Estado, não se podendo falar em indenização por danos materiais nem morais. “Dou razão à ré (Estado) quando enuncia atuação policial em estrito cumprimento do dever legal, em razão da perseguição policial (motivada, exclusivamente, pelos assaltantes) e, também, entendo configurada a legitima defesa, em face da injusta agressão (tiros disparados, à curta distância, contra a guarnição)”, decidiu o magistrado.

Processo 0311989-22.2017.8.24.0023

 

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A Delegacia Regional de Chapecó divulgou nesta terça-feira, 2, os resultados da Operação Ágata, realizada no Oeste catarinense em conjunto com o Exército Brasileiro entre os dias 24 e 29 de março. Ao todo, 12 pessoas foram presas e 24 casas de festa fiscalizadas nos municípios compreendidos pela 12ª DRP.

Mais de 40 policiais civis participaram das ações, com o apoio de 35 militares do Exército Brasileiro, lotados no 14º Regimento de Cavalaria Mecanizado, de São Miguel do Oeste. A operação Ágata faz parte de um programa de proteção integrada de fronteiras e objetiva a realização de atos voltados à intensificação da segurança nessa região de interesse estratégico ao Brasil.

Na terça-feira, 26, a DPCAMI (Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso) de Chapecó deu cumprimento a um mandado de prisão contra J.M.L, de 44 anos, que já possuía registros policiais por violência doméstica, estelionato, desobediência a ordem judicial e injúria.

Na quarta-feira, 27, a DRF (Delegacia de Roubos e Furtos) realizou buscas por autores foragidos de crimes contra o patrimônio em diversos bairros de Chapecó.

Na quinta-feira, 28, a DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Chapecó cumpriu oito mandados de prisão contra autores de tráfico de drogas, crimes contra o patrimônio e posse de arma de fogo. No período da noite, a 1ª DP de Chapecó, com apoio da 3ª DP, fiscalizou 12 casas noturnas e bares, notificando dez deles por irregularidades. Seis pessoas foram conduzidas, sendo uma presa em flagrante por tráfico.

Na sexta-feira, 29, a Delegacia da Comarca de São Carlos, com o apoio das Delegacias de Palmitos, Pinhalzinho e Águas de Chapecó, prendeu duas pessoas em flagrante por tráfico de drogas durante uma operação que fechou um ponto de venda na localidade de Balneário de Pratas.

No período da noite, a DPCo de Palmitos e a Delegacia do Município de Caibi fiscalizaram 12 casas noturnas e bares no centro das duas cidades. Destes, cinco foram notificados para regularização da situação do alvará de funcionamento.

A atuação da Polícia Civil na Operação Ágata, além da repressão a crimes cometidos na região de fronteira, visa a aproximação institucional com o Exército Brasileiro e o repasse de conhecimentos profissionais e experiências operacionais, refletindo em mais segurança para a população.

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Paulo Jorge Marques
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 Fotos: Divulgação/ Polícia Civil

A Polícia Civil de Santa Catarina participou nesta quinta-feira, 28, da operação nacional Luz na Infância 4 de combate a crimes sexuais contra crianças na internet. No Estado, a ação foi coordenada pela Divisão de Repressão a Crimes na Internet da Diretoria de Investigações Criminais (DRCI/DEIC) e prendeu quatro suspeitos (dois em Navegantes, um em Blumenau e um em Indaial) de usar a rede mundial de computadores para a propagação de arquivos contendo pornografia infanto-juvenil.

"Em Santa Catarina, a operação foi um sucesso. De cinco alvos, conseguimos o flagrante de quatro investigados. A sequência da perícia dos laudos pelo IGP pode configurar mais delitos e detenções", salienta o diretor em exercício da DEIC, delegado Rodrigo Schneider.

Os agentes da DRCI/DEIC, com apoio de peritos do IGP (Instituto Geral de Perícias), cumpriram cinco mandados de busca e apreensão em Balneário Camboriú, Blumenau, Indaial e Navegantes relacionados com os crimes.

Polícia Civil prende quatro homens em operação nacional contra crimes sexuais na internet

Operação Luz na Infância 4 

A operação Luz na Infância 4 é uma ação nacional de repressão aos crimes sexuais praticados contra crianças e adolescentes e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com as Polícias Civis do Distrito Federal e de 26 Estados. O delegado Felipe Rosado, da DRCI, e que coordenou a operação no Estado, destaca que as penas para os crimes de armazenamento e transmissão de dados contendo imagens com pornografia infantil variam de quatro a oito a oito anos de prisão. "São imagens chocantes, que envolvem desde bebês a adolescentes, em cenas de sexo, estupros", conta o delegado.

Polícia Civil prende quatro homens em operação nacional contra crimes sexuais na internet

HDs com imagens e vídeos de menores em cenas de sexo serão periciados

Perito do IGP, Wilson Leite da Silva Filho, participou da operação e ressalta que na sequência dos trabalhos todo o material apreendido - computadores, HDs, arquivos, pendrives, celulares - será analisado, inclusive para recuperação de arquivos eventualmente apagados. "Tudo será devidamente periciado para gerar os laudos, o do local da apreensão e um segundo, mais detalhado, feito pelo laboratório de informática", disse.

 Fotos: Mauricio Vieira/ Secom

Mais um importante passo para a completa integração das forças de segurança pública foi dado na manhã desta quarta-feira, 27, em Santa Catarina. Com a presença do governador Carlos Moisés, foi lançada oficialmente a nova plataforma digital para a unificação dos bancos de dados e dos boletins de ocorrências das polícias Militar e Civil. Batizado de INTEGRA, o sistema permite um aumento de produtividade, ao evitar a duplicidade de registros e o consequente retrabalho dos agentes. Do ponto de vista do cidadão, o ganho é em praticidade, já que não será mais necessário fazer vários registros para uma mesma ocorrência.

O governador Carlos Moisés destacou que a Segurança Pública já vem alcançando bons resultados, com a queda dos principais índices de criminalidade, como homicídios e roubos, e que a nova plataforma permitirá que os avanços prossigam. “Esse retrabalho das instituições não era producente para o serviço público. Hoje é um dia histórico, em que essas corporações largam a sua vaidade para integrar os trabalhos. O cidadão também ganha, pois temos economia processual. É o resultado de um governo eletrônico”, destacou o governador, ressaltando também que a melhor qualidade dos dados ajudará no planejamento a longo prazo das políticas de segurança.

"Hoje é um dia histórico, em que essas corporações largam a sua vaidade para integrar os trabalhos"

Carlos Moisés
,
Governador

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Comandante-geral da Polícia Militar e atual secretário de Estado da Segurança Pública, o coronel Araújo Gomes ressaltou que, agora, os dados podem ser acessados, visualizados, utilizados e compartilhados por ambas corporações nas suas atividades de investigação ou planejamento do policiamento. “O que nós lançamos hoje é a base sólida de um processo de integração que vai afetar diretamente o trabalho do policial de rua, que conseguirá produzir um documento em menos tempo. O trabalho de gestão também vai ser melhorado e a vida do cidadão, facilitada. A partir de agora, nós vamos para uma nova fase para ampliar essa atuação com novos parceiros. Queremos que essa plataforma seja ponto de sustentação de um novo modelo de segurança pública”, disse o coronel.

O delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich, também salientou alguns positivos no que se refere ao trabalho investigativo: “É um avanço. Com as informações colhidas na rua transmitidas imediatamente, há um entendimento que isso trará um avanço para as investigações policiais. Tão logo nós tomemos conhecimento do fato delituoso, vem a possibilidade de a Polícia Civil agir dentro da sua missão constitucional, que é a de proceder com a investigação.”

A plataforma INTEGRA foi desenvolvida com o apoio do CIASC (Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina). O presidente da empresa, Sérgio André Maliceski, lembrou que a nova plataforma faz parte de um processo contínuo de atualização do Sistema Integrado da Segurança Pública (SISP), que agora passa a ter novo nome. Ainda neste ano, está prevista a integração das outras forças que integram o Colegiado Superior, notadamente o Corpo de Bombeiros Militar e o Instituto Geral de Perícias.

Objetivos do projeto

:: Padronização dos instrumentos de coleta de dados entre as instituições. O Boletim de Ocorrência integrado agilizará e desburocratizará o registro dos atendimentos policiais, reduzindo significativamente os casos de subnotificação de crimes e evitando deslocamentos desnecessários do cidadão a delegacia, para simples registro de fato já atendido pela Polícia Militar;

:: Integração e vinculação dos registros de atendimentos prestados pelas instituições policiais no Sistema Integrado de Segurança Pública, impedindo duplicidade de registros e retrabalhos. A integração adotará o conceito de CASO, que corresponderá a um fato ocorrido e indexará todos os eventuais processos que estiverem relacionados com o referido fato (Registro de Ocorrência, Boletim de Ocorrência, Termo Circunstanciado, Inquérito Policial, Laudo Pericial, Mandado de Prisão, Processo Judicial, etc);

:: Definição dos fluxos de informação entre as Instituições da Segurança Pública, de modo que todas as ações no registro deverão ser realizadas por meio do sistema informatizado, eliminando-se os atos documentais externos, desburocratizando e digitalizando processos.

:: Definição de codificação única de fatos comunicados para a Secretaria de Estado da Segurança Pública e Consolidação do banco de dados unificado no SISP, com acesso integral para PM, PC e MP (qualificando a estatística de segurança pública através da integridade e confiabilidade do banco de dados unificado de registros policiais).

Vantagens para o cidadão

:: Boletim de Ocorrência Unificados, podendo o cidadão registrar seu BO tanto na Delegacia Virtual, em uma Delegacia de Polícia Civil física ou com a Polícia Militar em atendimento de ocorrência;

:: Registros integrados, não havendo a necessidade de deslocamento a delegacia de Polícia Civil quando o registro já foi feito pela Polícia Militar durante o atendimento da ocorrência;

:: Agilidade na resposta de persecução criminal do Estado, pois, já no atendimento da ocorrência no local dos fatos, a perícia será acionada tanto pela Polícia Civil quanto pela Polícia Militar;

:: Desburocratização e eficiência, gerando economia de tempo dos efetivos das polícias Civil e Militar, permitindo focar mais na investigação policial ou nas atividades de polícia preventiva.

 

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Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
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Alinhado à modernização e inovação dos serviços públicos, o Departamento Estadual de Trânsito  (Detran) de Santa Catarina, em parceria com o Serpro e o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), lança, nesta quinta-feira, 21, a versão eletrônica do documento do veículo. O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo Digital (CRLV) estará disponível juntamente à CNH Digital no aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), que reúne os dois documentos de porte obrigatório.

A versão eletrônica do CRLV traz todas as informações do documento impresso e tem a mesma validade jurídica do CRLV físico. Para ter acesso à versão digital, o proprietário deve fazer o download gratuito do aplicativo, disponível no Google Play e App Store, preenchendo os dados do usuário, Renavam e o código de segurança impresso no documento físico. O veículo deve estar com a documentação em dia.

O documento digital poderá ser acessado pelo dispositivo móvel mesmo sem acesso à internet e pode ser compartilhado com até cinco pessoas. Também é possível ter mais de um CRLV eletrônico no mesmo smartphone.

“Cada vez mais, vamos usar a tecnologia a favor da população, para prestar melhores serviços. Santa Catarina é referência em inovação e, agora, o Governo também caminha nesse sentido. É a simplicidade e agilidade fazendo parte do serviço público”, afirma o governador Carlos Moisés da Silva.

A versão digital é um recurso a mais para o usuário. A expedição do documento físico continua obrigatória. A diretora do Detran, Sandra Mara Pereira, ressalta que todas as medidas e inovações têm a finalidade de melhor atender o cidadão. “Estamos buscando as mais modernas alternativas para expandir e modernizar nossos serviços, a fim dar mais praticidade e conforto aos usuários”, frisou Sandra Mara.

Santa Catarina é o 11º a garantir essa comodidade aos proprietários de veículos. Até o momento, mais de 105 mil usuários dos estados de Goiás, Ceará, Pernambuco, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Sergipe, Maranhão, Amapá e Amazonas, além do Distrito Federal, utilizam o documento eletrônico. Até o dia 30 de junho deste ano, a tecnologia deverá ser adotada pelos Detrans de todo o país, conforme determinação de resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Compartilhamento

O CRLV Digital estará vinculado ao celular informado no cadastro de usuário e, para ser adicionado, exige a confirmação de dados que só o proprietário do veículo possui.

No entanto, é possível que o documento em arquivo pdf com QR Code e assinatura digital seja exportado e compartilhado para outra pessoa que utiliza o mesmo veículo, desde que ela já tenha instalado o aplicativo no celular. O compartilhamento pode ser realizado para até cinco pessoas ao mesmo tempo.

Quem recebe o CRLV digital não consegue exportar ou compartilhar o documento, mas pode apresentá-lo às autoridades de trânsito, pois o documento eletrônico possui todos os requisitos de segurança de validade da original, servindo como uma cópia autenticada em cartório.

Quando o proprietário do veículo não quiser mais compartilhar o documento, é só cancelar a opção no aplicativo.

Segurança

O documento digital do usuário está protegido por uma senha de acesso de quatro dígitos, exigida para o login na Carteira Digital de Trânsito. O acesso ao aplicativo pode ser feito também com a impressão digital do usuário nos dispositivos móveis que já possuam leitor por biometria.

A autenticidade do documento é garantida pelo QR Code, que pode ser lido para verificar se há alguma falsificação no documento durante uma fiscalização de trânsito. O procedimento de obtenção do CRLV e da CNH Digital é 100% online, não sendo necessário o comparecimento do proprietário ao Detran.

Como obter

Para o usuário que não possui a CNH Digital (acessando o sistema pela primeira vez):
- Baixar o aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT) na App Store ou Google Play.
- Fazer o cadastro de usuário no próprio aplicativo.
- Adicionar o CRLV, informando o número do Renavam e o código de segurança impresso no Certificado de Registro de Veículo – CRV (antigo DUT).

Para o usuário que já possui a CNH Digital:

- Deverá atualizar o aplicativo para a versão da Carteira Digital de Trânsito, caso a opção de atualização automática não esteja acionada no dispositivo.
- Em seguida, adicionar o CRLV Digital, informando o número do Renavam e o código de segurança impresso no Certificado de Registro de Veículo – CRV (antigo DUT).


Mais informações para a imprensa:
Janaina Guliato
Comissão Estadual de Leilão
Detran/SC
E-mail: janainaguliato@detran.sc.gov.br





Foto: Divulgação / PC

A Polícia Civil realizou nesta quinta-feira, 14, a formatura da primeira turma de pós-graduandos em sua academia de formação, a Acadepol. Foram 39 formandos no curso de Gestão de Segurança Pública e Investigação Criminal Aplicada, que abriu seu primeiro processo seletivo em 2017, com mais de 150 inscritos para as 40 vagas.

A pós-graduação oferecida é resultado do credenciamento da instituição junto ao Conselho Estadual de Educação, o que permitiu a oferta o curso com certificação Lato Sensu aos policiais civis interessados. A turma de formandos contemplou carreiras de delegados (11 vagas), agentes (15 vagas), escrivães (11 vagas) e psicólogos policiais (três vagas).

“A formatura de hoje é uma demonstração de como a Polícia Civil catarinense está inovando e servindo ao Estado e à nossa população. A Acadepol firma-se cada vez mais como uma referência de ensino superior qualificada em formar seus policiais”, afirmou o delegado-geral Paulo Norberto Koerich.

Formatura da primeira turma de Pós-Graduação na Acadepol

A certificação de um curso completamente vinculado à Acadepol vem suprir a constante demanda por aperfeiçoamentos na Segurança Pública de Santa Catarina. Segundo o delegado André Luiz Bermudez, coordenador de Assuntos Pedagógicos da instituição, a existência de um ambiente formado apenas por policiais permite um espaço de discussão essencial para o desenvolvimento especificidades da profissão. "É uma oportunidade não só de consumir, mas também de produzir conhecimento", explica.

Sobre a Pós-Graduação 

Localizada em Florianópolis, a Acadepol (Academia da Polícia Civil) conta com um espaço de mais de 100 mil metros quadrados. O local é equipado com salas de aula, alojamentos, laboratórios de informática, ginásio de esportes e um auditório com capacidade para cerca de 300 pessoas.

Formatura da primeira turma de Pós-Graduação na Acadepol

Além de prezar pela estrutura física, a formação superior da Acadepol preza também pela formação do corpo docente. Os professores da pós-graduação em Gestão de Segurança Pública e Investigação Criminal Aplicada são, em sua maioria, mestres e doutores. Ao final do curso, que dura um ano e meio, os alunos devem submeter um artigo para análise da banca.

Segundo o coordenador de Assuntos Pedagógicos da Instituição, a ideia é que seja aberto um novo processo seletivo ainda em 2019, com início das aulas para o segundo semestre.

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Paulo Jorge Marques
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Operação Armagedon prende 26 pessoas em Araranguá
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Uma operação envolvendo 130 policiais, coordenada pela DIC de Araranguá (Divisão de Investigação Criminal), resultou nesta terça-feira, 12, na prisão de 26 pessoas, apreensão de 14 veículos, sequestro de cinco imóveis de alto padrão e de 22 contas bancárias com a finalidade de desarticular uma organização criminosa voltada ao tráfico de entorpecentes e lavagem de dinheiro.

Denominada de Armagedon, a operação começou nas primeiras horas da manhã e cumpriu 31 mandados de busca e apreensão; 29  mandados de prisão preventiva nas cidades de Araranguá, Balneário Arroio do Silva, Santa Rosa do Sul, Sombrio, Criciuma, Garopaba e Sete Quedas (MS). Foram apreendidas nove armas de fogo, algumas de uso restrito com luneta e porções de cocaína e maconha.

Em Sete Quedas (MS), foi presa uma mulher responsável pelo transporte da droga. Os outros presos são 16 homens e mais três mulheres, além de mais seis pessoas já detidos e cujos mandados foram cumpridos na Penitenciária de Araranguá.

Operação Armagedon prende 26 pessoas em Araranguá

A operação Armagedon teve o apoio e participação de policiais civis das Delegacias Regionais de Araranguá, Criciúma, Tubarão, Laguna, Canil K9 da Polícia Civil de Chapecó e São Lourenço do Oeste, K9 da Polícia Militar de Criciúma e Braço do Norte, Serviço Aeropolicial (Saer) e Polícia Civil do Mato Grosso do Sul por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira.

A investigação coordenada pelo delegado Lucas Rosa começou há 19 meses, quando foi identificado o comércio ilegal de entorpecentes no Vale do Araranguá com droga vinda do Mato Grosso do Sul. "Conseguimos identificar não só a origem da droga (crack e cocaína), como o fornecedor no Mato Grosso do Sul e os responsáveis pelo transporte até Santa Catarina e a distribuição e comercialização em Araranguá e municípios vizinhos", disse o delegado.

Operação Armagedon prende 26 pessoas em Araranguá

Ele destaca ainda a ação da Polícia Civil em combater o lucro dos traficantes, com a apreensão de bens imóveis e veículos, além do bloqueio de contas bancárias usadas para movimentar o dinheiro do tráfico.

No período da investigação, os policiais identificaram o transporte de drogas a cada três meses, com cerca de 30 a 40 quilos de pasta de cocaína e crack a cada remessa do Mato Grosso do Sul.

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A Operação Veraneio 2018/19 se encerrou nesta segunda-feira, 11, com bons resultados para Santa Catarina. Enquanto as ações preventivas do Corpo de Bombeiros Militar saltaram 22%, passando de 4,1 milhões na temporada passada para pouco mais de 5 milhões neste verão, houve queda nas principais estatísticas da criminalidade, com redução de 43% no número de homicídios, 32% nos roubos e 21% nos furtos. Os dados foram apresentados pela cúpula da Segurança Pública durante coletiva de imprensa, em Florianópolis.

Comandante-geral da Polícia Militar e atual secretário de Estado da Segurança Pública, o coronel Araújo Gomes atribuiu a melhora dos índices ao aumento da integração das corporações, formalizada com a criação do Colegiado Superior de Segurança Pública. De acordo com ele, o foco está totalmente voltado para a entrega de resultados. “Quando falamos dos homicídios, foram 62 a menos do que na Operação Veraneio do ano passado. Tivemos também aproximadamente 600 roubos e quase 3 mil furtos a menos. Isso demonstra que os esforços foram bem-sucedidos e resultados positivos foram alcançados para tornar o turismo de Santa Catarina atrativo”, salientou Araújo Gomes.

O coronel Edupércio Pratts, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, destacou principalmente o aumento das ações preventivas, de 22%, que levaram a uma queda de 25% nos resgates a banhistas (de 2,8 mil para 2,1 mil). O militar ressaltou a relaçao entre essas duas estatísticas: “Isso faz com que a necessidade de intervenção diminua. São ações do guarda-vidas de orientação, de atuação antes das ocorrências. A prevenção teve que ser trabalhada fortemente também porque tivemos um verão ensolarado, com grande afluxo de turistas.”

Por parte da Polícia Civil, o principal destaque ficou com o aumento da instalação de inquéritos (procedimentos que apuram a autoria de crimes). Conforme o delegado-geral, Paulo Koerich, trata-se de um aumento da produtividade policial, uma vez que os agentes ficam focados na solução dos casos. “A Polícia Civil atingiu os objetivos que lhe foram confiados. Esse aumento da produtividade, mesmo com 30 dias a menos de Operação Veraneio para a Polícia Civil, levou também à diminuição dos índices de violência. A tradução disso na prática: mais segurança para os cidadãos catarinenses e para aqueles que nos visitam”, afirmou Koerich.

Integração com a polícia argentina

Pelo segundo ano consecutivo, policiais da província de Misiones, na Argentina, participaram da Operação Veraneio catarinense. Eles ajudaram no atendimento aos turistas estrangeiros — não apenas do país vizinho, mas também de outras nações de língua espanhola. O tenente-coronel Claudio Ludke comemorou os dados de redução da criminalidade e afirmou que o objetivo nas próximas temporadas é aumentar o número de militares argentinos em terras catarinenses.

A crise financeira que atinge o país vizinho reduziu a presença de argentinos nesta temporada em Santa Catarina. Mesmo assim, o diretor de planejamento e desenvolvimento turístico da Santur, Leandro “Mané” Ferrari, destaca que a queda nos índices de criminalidade contribui para uma melhora da imagem de Santa Catarina, tanto no exterior quanto dentro do Brasil.

“Não tenha dúvida de que as pessoas que procuram um lugar para passar as férias e descansar buscam um lugar seguro. Esses números ajudam a aumentar esse público. Trabalhar o turismo nacional nesse aspecto é um dos motes da Santur. Mas também fazemos isso no exterior, em lugares, como Uruguai e Paraguai. Temos que buscar turistas em todas as partes”, afirmou Ferrari.

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