Fotos: Mauricio Vieira / Secom

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) lançou, para todo o Estado, nesta segunda-feira, 22, o projeto Câmeras Policiais Individuais. Foram adquiridas 2.425 câmeras, no valor de R$ 3 milhões, que ficarão implantadas no uniforme do policial militar. Com o equipamento, as ações e as interações da PM com o cidadão durante as ocorrências serão filmadas, ajudando a colher provas em flagrante e evitando falsas acusações.

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Além disso, o uso da câmera aumenta a transparência e a fiscalização das ações policiais; ajuda a conter a reação das pessoas abordadas, pela percepção de que estão sendo filmadas, e, consequentemente, reduz a necessidade de uso da força por parte dos policiais.

“A transparência e a ética nas ações são fundamentais, tanto para os agentes públicos quanto para os cidadãos. A câmera individual deve regular essa relação com mais eficiência, resguardando vítimas e evidenciando possíveis casos de má conduta, isso de ambos os lados”, ressaltou o governador Carlos Moisés.

A compra dos equipamentos foi feita em parceria com o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). O projeto inicial foi cotado em R$ 6,4 milhões, mas com o esforço dos órgãos envolvidos, a aquisição custou R$ 3 milhões, além do acréscimo de 25% na quantidade de aparelhos obtidos. A iniciativa contou ainda com a participação do Instituto Igarapé no desenvolvimento e na pesquisa.

O presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, o coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes, destacou a união das entidades públicas na execução do projeto. “Nada seria possível sem o apoio dos órgãos estatais envolvidos, especialmente o TJSC pela disponibilização do valor aplicado neste magnífico programa”.

Araújo Gomes exaltou ainda os benefícios da utilização do equipamento, não só para a sociedade catarinense, mas também para os policiais que estão na ponta. “Com a idealização das Câmeras Policiais Individuais, estaremos dando um passo para o fortalecimento na segurança jurídica do Estado. Presenciaremos o que de fato aconteceu. Demonstraremos a sociedade o quão bem treinado são os nossos homens. Com mais esta inovação tecnológica, nós estaremos na rua, presentes e protegendo ainda mais a povo catarinense”, finalizou.

Das câmeras adquiridas, até o momento 130 câmeras foram colocadas em circulação. Elas foram implementadas na 1ª Região de Polícia Militar (RPM), que compreende os batalhões da Capital (4º BPM, 21º BPM e 22º BPM). Para usar o equipamento, os policiais passaram por um treinamento.  

O lançamento foi realizado no Comando-Geral da PMSC, em Florianópolis. Além do coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, a cerimônia contou com a presença do secretário da Administração de Santa Catarina, Jorge Eduardo Tasca, e demais autoridades civis e militares.

Cronograma onde os equipamentos estarão disponíveis no Estado:

- até 22/07 - Implantação na 1ª RPM – Todas as guarnições de Florianópolis;
- 29/07 - Implantação na 11ª RPM – São José, Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz;
- 05/08 - Implantação na 3ª RPM – Balneário Camboriú;
- 07/08 - Implantação na 5ª RPM – Joinville;
- 12/08 - Implantação na 12ª RPM – Jaraguá do Sul;
- 14/08 - Implantação na 7ª RPM – Blumenau;
- 19/08 - Implantação na 8ª RPM – Tubarão;
- 21/08 - Implantação na 6ª RPM – Criciúma;
- 26/08 - Implantação na 2ª RPM – Lages;
- 27/08 - Implantação na 10ª RPM – Herval D’Oeste;
- 02/09 - Implantação na 9ª RPM – São Miguel do Oeste;
- 03/09 - Implantação na 4ª RPM – Chapecó;

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 Fotos: Cristiano Estrela/ Secom

O primeiro semestre de 2019 terminou com números positivos para a área da Segurança Pública em Santa Catarina. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma redução de 23,4% nos homicídios e uma queda de 38,4% nos roubos seguidos de morte (latrocínios). Ocorreu ainda uma diminuição de 22,8% nos roubos e de 16,9% nos furtos. Por trás desses índices, há um sólido trabalho de policiamento, investigação e integração das forças que atuam no Estado. Para explicar os bons resultados, listamos três razões que levaram à queda na criminalidade em Santa Catarina.

1. Integração das forças de segurança
Desde o começo do ano, a cúpula da Segurança Pública atua em um Colegiado Superior, que substitui a antiga figura do secretário de Estado. Com reuniões realizadas todas as segundas-feiras, os chefes da Polícia Militar (PMSC), da Polícia Civil (PCSC), do Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC) e do Instituto Geral de Perícias (IGP) se debruçam sobre as estatísticas, planejam e organizam estratégias para o combate à criminalidade. Essa integração alcança também a linha de frente, com operações realizadas de forma conjunta. Desde março, as forças de segurança também atuam com um sistema operacional unificado, batizado de plataforma INTEGRA, que unifica os bancos de dados e permite que o cidadão não precise fazer mais de um registro de ocorrência.

2. Enfraquecimento das organizações criminosas
A queda nos índices de criminalidade também está relacionada com uma política de enfrentamento e enfraquecimento das organizações criminosas. Com operações e ações de inteligência, as forças de segurança têm atuado para fazer apreensões e prisões de líderes criminosos, de forma a descapitalizar e desestruturar as facções. Isso se reflete em maior sensação de segurança e queda nos índices de criminalidade, em especial nas maiores cidades. O policiamento de proximidade em áreas sensíveis, como no caso da Operação Mãos Dadas, na Vila União, em Florianópolis, é outro fator que contribui para o controle dos criminosos. Além disso, operações de Choque de Ordem têm mostrado a presença mais firme da Segurança Pública em todas as regiões do Estado.

3. Reforço na investigação
Como forma de pressionar a criminalidade, as forças de segurança têm reforçado o trabalho de investigação, em especial no que se refere à autoria dos homicídios. Com o criminoso preso, impede-se a reincidência. O reforço do serviço de inteligência, que atua tanto na área de monitoramento quanto na elucidação de crimes, é outro fator importante, assim como a política de transparência, com a divulgação semanal dos índices de criminalidade no site http://www.ssp.sc.gov.br.

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A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) publicou nesta segunda-feira, 24, o edital de concurso público para ingresso de novos soldados. As inscrições estão abertas até 22 de julho de 2019.

O concurso oferece mil vagas para soldados no Quadro de Praças da Polícia Militar (QPPM). Há 800 vagas para candidato do sexo masculino e 200 vagas para feminino.

A primeira (inscrições) e segunda fase (prova escrita) serão realizadas pelo Instituto Carlos Augusto Bittencourt – INCAB e sob coordenação da Comissão Geral de Concursos Públicos da PMSC. A empresa/banca foi contratada por meio de processo licitatório.

As inscrições e o edital já estão disponíveis na página oficial da PMSC (www.pmsc.gov.br) ou no site www.incab.org.br.

A aprovação e classificação no concurso, dentro das vagas disponibilizadas, habilitará o candidato ao processo de inclusão na PMSC e matrícula no Curso de Formação de Soldados (CFSd), com duração aproximadamente oito meses. Durante o período de curso, a remuneração mensal poderá alcançar o valor bruto de R$ 4.106,20. Após formado, o soldado PM de 2ª Classe terá remuneração mensal de até R$ 4.845,82 e oportunidade de seguir na carreira de praça da corporação, podendo por seus méritos, conforme tempo de serviço e cursos internos, galgar até a graduação de subtenente.

No ato da formatura, o soldado será designado para atuar em uma das regiões policiais militares do Estado, tendo como lotação inicial um dos 295 municípios, de acordo com o interesse público e classificação final no curso.

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A rodovia estadual mais movimentada de Santa Catarina superou, nesta quinta-feira, 13, o recorde de tempo sem acidentes com morte. A SC-401, que dá acesso ao Norte da Ilha, em Florianópolis, está há 211 dias sem ocorrências fatais. Até então, a melhor marca havia sido estabelecida há 24 anos, em 1995, antes mesmo da vigência do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e em uma época em que as obras de duplicação ainda estavam em andamento.

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O recorde foi comemorado pelos policiais do Comando de Polícia Militar Rodoviária (CPMR) que trabalham na rodovia. Eles se reuniram no posto próximo à antiga praça de pedágio para celebrar as vidas salvas nos últimos 211 dias. “É fato que esse número é emblemático, mas o importante mesmo é manter as operações para preservar a vida nas rodovias”, explica o tenente-coronel Evaldo Hoffmann, comandante do CPMR.

Na avaliação dele, o resultado foi atingido graças à maior presença dos policiais na rodovia. “É preciso trabalhar com uma estratégia bastante forte de fiscalização e educação. Trabalhamos com o equipamento móvel de forma ostensiva. O radar é muito eficiente, desde que o condutor saiba que em um determinado trecho há fiscalização e que é importante reduzir a velocidade para evitar acidentes”, detalha. As abordagens de lei seca também foram intensificadas, de acordo com o tenente-coronel Evaldo.

Proteger vidas

De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes, o trabalho nas rodovias estaduais é parte importante da atual estratégia da corporação para proteger os catarinenses. “Temos uma presença maior da Polícia Militar Rodoviária. Uma prioridade para este ano é torná-la verdadeiramente uma polícia das estradas, ampliando a atuação não só na área de trânsito, mas também no combate à criminalidade”, explica.

Segundo ele, estão sendo encaminhados investimentos, como a compra de viaturas e equipamentos, além do fortalecimento de campanhas educativas.

Revitalização vai dar mais segurança

A SC-401 ficará ainda mais segura. O governador Carlos Moisés autorizou, nesta semana, a revitalização do trecho entre os entroncamentos com a SC-404, no Itacorubi, e a SC-402, no Ratones. Estão previstos serviços de pavimentação, terraplanagem, drenagem, sinalização, troca de guardrails metálicos por muretas de concreto e a implantação de uma terceira pista na subida do João Paulo, até o cemitério Jardim da Paz. O investimento projetado é de R$ 32,3 milhões, com recursos resultantes de economias feitas no Governo do Estado ao longo deste ano.

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O projeto de viodemonitoramento Bem-Te-Vi, da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), ajudou na localização e prisão dos primeiros foragidos da polícia nesta semana, em Florianópolis. O sistema de reconhecimento facial integrado às câmeras de vigilância está em fase de testes desde o começo deste ano na Capital. As prisões foram feitas no último domingo, 9, e nesta terça-feira, 11.

A primeira prisão auxilidade pelo sistema aconteceu no começo da tarde de domingo, por volta do meio-dia, quando o suspeito foi identificado pelas câmeras. Já a segunda ocorreu na noite de terça-feira. As duas ocorrências foram registradas na Capital.

O sistema de reconhecimento facial é integrado com bancos de dados de imagens, que cria um alerta quando um rosto é reconhecido, indicando se a pessoa possui situação irregular. Com essa sinalização, a Polícia Militar identifica a localização do suspeito e faz a abordagem.

Sobre o projeto Bem-Te-Vi

O projeto tem atualmente mais de 3 mil câmeras em todo o Estado, atuando em 136 cidades. Todo o trabalho é coordenado pela Divisão de Tecnologia da Informação e Comunicações (DTIC), da SSP.

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O curso de formação para os novos delegados da Polícia Civil de Santa Catarina começou na manhã desta segunda-feira, 3. Os 34 aprovados em concurso público que atenderam à convocação se apresentaram para a posse e foram recepcionados pelo governador Carlos Moisés na sala de cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Eles irão frequentar aulas durante seis meses antes de iniciar os trabalhos. O delegado-geral de Polícia Civil, Paulo Koerich, e o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, coronel Araújo Gomes, também deram as boas-vindas aos servidores.

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Durante a recepção, Moisés cobrou transparência e retidão por parte dos novos delegados, independentemente das circunstâncias. “Também já trabalhei por 30 anos na segurança pública e sei exatamente os desafios que os novos delegados vão enfrentar no dia a dia, e todos sabem da responsabilidade que têm. Vale a pena sempre fazer a coisa certa, este é o primeiro apelo que faço”, afirmou o governador. Moisés também pediu que os novos servidores sejam parte do processo de integração entre as forças de segurança pública.

A partir de agora, os futuros delegados serão submetidos a um treinamento intenso na Academia da Polícia Civil (Acadepol) em disciplinas relacionadas à atividade que vão exercer, como investigação policial, técnicas operacionais, defesa pessoal, condicionamento físico, direitos humanos, gestão e administração. As aulas na Acadepol estão previstas para seguir até o dia 20 de dezembro de 2019. Os delegados serão distribuídos nas comarcas conforme a demanda verificada ao término do curso de formação.

Reforço para a segurança pública

Ao lado dos diretores da Polícia Civil, coube ao delegado-geral a função de transmitir as primeiras orientações aos ingressantes da Acadepol. Koerich pediu dedicação e lembrou que os catarinenses precisarão do máximo de cada um quando eles estiverem em atividade. “A segurança pública de Santa Catarina é vencedora neste momento, com a incorporação dos novos delegados. Poderemos prestar um serviço de melhor qualidade à sociedade catarinense e aos nossos visitantes”, considerou.

De acordo com o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, os profissionais chegam em um momento positivo para o setor em Santa Catarina, com os principais índices de criminalidade em queda e ganhos na elucidação de crimes por parte da Polícia Civil. Mesmo assim, na avaliação de Araújo Gomes, houve um esforço técnico de gestão por parte do Governo do Estado para reforçar o efetivo e, ao mesmo tempo, tratar as finanças públicas com responsabilidade.

“É uma grande vitória para a Segurança Pública. O papel do delegado de polícia é essencial dentro da estrutura de proteção ao cidadão. Há um déficit histórico, e não tenho a menor dúvida de que esse chamamento, somado aos futuros, fará com que o cidadão catarinense esteja mais protegido e tenha mais confiança na sua polícia”, destacou Araújo Gomes.

Delegado-geral profere aula inaugural nesta terça-feira

A partir das 11h desta terça-feira (04/06), na Acadepol, em Canasvieiras, os 34 novos delegados terão a aula inaugural do curso de formação proferida pelo delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich. Também participarão o diretor da Acadepol, Alfredo Ballstaedt, entre outros diretores da PC.

A previsão é que a formatura aconteça até 20 de dezembro. Mas, durante o curso de formação, eles terão três estágios em que realizam atividades em delegacias de polícia, passando a reforçar as atividades da polícia.

"A Polícia Civil tem um crônico problema de efetivo policial. O governador se sensibilizou e chamou esses aprovados de 2015 antes que o concurso perdesse a validade. É importante destacar que os delegados também são gestores e esse número ajudará muito", diz o diretor da Acadepol, Alfredo Ballstaedt.

 

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Foi realizada na manhã desta terça-feira, 28, no auditório da Academia da Polícia Civil (Acadepol) a solenidade de abertura do “Iº Seminário de Enfrentamento da Violência contra Mulheres”. O evento é organizado pela Coordenadoria da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente Mulher e Idoso (DPCAMI) e vai até esta quarta-feira, 29.

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Na cerimônia de abertura, a delegada-geral adjunta, Ester Fernanda Coelho, no ato representando o governador Carlos Moisés da Silva, destacou o compromisso institucional da Polícia Civil de Santa Catarina em “acolher, proteger, servir, discutir e apontar soluções nas questões referentes aos grupos sociais em situação de vulnerabilidade”. Ela lembrou que ações como esta não podem ser sazonais “devem ser permanentes e ininterruptas”.

Já a delegada Patrícia Zimmermann D’Ávila, coordenadora das DPCAMIs, apresentou o programa “Polícia Civil por Elas”, criado em 2018 que hoje está presente em todo o Estado. De acordo com ela, o programa tem por objetivo propiciar um novo olhar sobre o enfrentamento da violência contra a mulher.
Patricia também salientou a criação de grupos de conversa com homens agressores como um espaço para reflexão e mudança de comportamento. “Além disso, fazemos o acompanhamento das vítimas e um trabalho de orientação em escolas, visando uma redução futura dos índices”, afirmou.

O psicólogo policial Antônio Carlos José Brito falou sobre o projeto Segurança Cidadã que realiza ações de formação para os profissionais de segurança de todo o país.

Encontro segue durante a tarde

Na tarde desta terça-feira, a programação prevê palestras com as representantes do Programa das Nações Ujnidas para o Desenvolvimento (PNUD), Moema Prudente e Raissa Teixeira sobre “Segurança Cidadã no Enfrentamento a Violência Contra as Mulheres”.

O encerramento ocorre com palestras da delegada Eugênia Villa, subsecretária da Segurança do Piauí, que vai falar sobre “Gestos Simbólicos do Feminícidio”, e da agente da Polícia Civil de SC Márcia Cristiane Nunes Scarduelli, que fala sobre o “Discurso das Mulheres Vítimas de Violência”.

Na quarta-feira, 29, último dia do evento, está previsto a realização de Grupo de Trabalho sobre “Práticas nas Delegacias sobre o Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres”.

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Com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, policiais civis de 21 Estados e do Distrito Federal estão nas ruas para prisão de autores de homicídio e feminicídio. A Força-tarefa é coordenada pelo CONCPC (Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil). Em Santa Catarina, mais de 200 policiais civis cumprem mandados em municípios de 23 DRPs (Delegacias Regionais de Polícia).

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Até final da manhã, no balanço parcial haviam sido cumpridos 14 mandados de prisão por homicídio: Taió (5), Tubarão (3), Itapema (2), Florianópolis, Palhoça, Blumenau e Araranguá (um cada). O monitoramento da operação é realizado direto do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília (DF).

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A Polícia Civil de Santa Catarina participa desde esta quinta-feira, 23, da nova fase da Operação Ágata em apoio ao Exército Brasileiro na Região de Fronteira. Policiais civis estão juntos a 800 militares do Exército no combate ao crime organizado e no cumprimento de mandados de busca e apreensão e prisão.  Em Santa Catarina, as abordagens são feitas na faixa de território entre Chapecó e Extremo-Oeste e não têm data para encerrar.

Além das ações por terra, são realizados levantamentos aéreos de pontos sensíveis na linha de fronteira com a Argentina e a tríplice fronteira em Dionísio Cerqueira, também nas rodovias e nas estradas consideradas rotas do crime para o contrabando e tráfico de drogas, entre outros crimes.

Participam policiais das delegacias da Difron (Diretoria de Polícia de  Fronteiras), SAER/Fron (Serviço Aeropolicial de Resgate de Fronteira) e da COPE/PCSC (Coordenadoria  de Operações Policiais Especiais). A operação conta também com participação de outros órgãos de Segurança Pública, como a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Militar, Polícia Militar Rodoviária, Corpo de Bombeiros Militares e Polícia Militar Ambiental.

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A Polícia Civil de Santa Catarina promove nos próximos dias 28 e 29 de maio, em Florianópolis, uma ampla discussão sobre feminicídio e violência doméstica durante o Seminário Enfrentamento da Violência Contra as Mulheres. O evento integra o programa PC Por Elas e é organizado pela Coordenadoria das Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso e pela Acadepol.

Toda a programação será realizada na sede da Acadepol, no Bairro Canasvieiras, em Florianópolis, com abertura prevista para as 9h de terça-feira.
Dentre as atividades, está a palestra com as representantes do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Moema Prudente e Raíssa Teixeira, sobre Segurança Cidadã no Enfrentamento a Violência Contra as Mulheres. A atividade discutirá o programa de fortalecimento das instituições de segurança pública promovido pela ONU. Desde 2004, o projeto Segurança Cidadã realiza diversas ações de formação para milhares de profissionais de segurança em todo o país.

O evento contará ainda com rodas de conversa com mulheres vítimas de violência, grupos de trabalho e discussões sobre práticas de enfrentamento à violência contra a mulher desenvolvidas em Santa Catarina.

Confira a programação aqui. 

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