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O sistema prisional recebeu mais quatro viaturas para atender no deslocamento de apenados. Os veículos foram entregues durante uma visita do governador Carlos Moisés ao Complexo Prisional do Estado, em São Pedro de Alcântara, na Grande Florianópolis, na tarde desta quarta-feira, 26. O investimento para a aquisição foi de R$ 840 mil, com metade dos recursos vindo do Governo Federal.

Durante a visita, Carlos Moisés também acompanhou parte das atividades do curso de formação de novos agentes prisionais. Ele destacou aos presentes que o sistema prisional catarinense é um modelo para o Brasil.

“Escolhemos quadros técnicos para todas as áreas e não foi diferente com a Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP). O secretário Leandro Lima realiza um grande trabalho e nós sabemos que os equipamentos hoje aqui entregues serão bem utilizados pelos servidores e futuros servidores que hoje nos acompanham”, disse o governador.

Aproximadamente 600 novos agentes prisionais devem ser nomeados após a realização do curso, que está em suas fases finais. O secretário Leandro Lima destacou que a criação da SAP ajudou no fortalecimento da administração prisional desde 2019.

“Essa visita e as entregas de hoje são uma demonstração clara que a valorização do sistema prisional é uma política de Estado. Vamos continuar trabalhando para que tenhamos cada vez mais segurança em nossos procedimentos”, salientou Lima.

Também acompanharam a visita em São Pedro de Alcântara o deputado federal Fábio Schiochet, o secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, e o secretário adjunto da SAP, Edemir Alexandre Camargo Neto.

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A Polícia Civil, por intermédio da 2ª DECOR (Delegacia Especializada no Combate à Corrupção), região Sul, realizou a operação Convite Marcado nesta terça-feira, 25. O objetivo é cumprir cinco mandados de prisão temporária e sete ordens de busca e apreensão.

A investigação foi iniciada no mês de maio após apuração preliminar realizada pelo Ministério Público de Jaguaruna. De posse das informações iniciais, a DECOR assumiu o caso e realizou investigação que identificou indícios de formação de associação criminosa atuando há pelo menos oito anos para fraudar licitações nas cidades de Treze de Maio e Armazém, no Sul de Santa Catarina. Até o momento, a Polícia Civil identificou 42 processos licitatórios sob suspeita, com valores não corrigidos que superam R$ 4 milhões. O foco principal dos suspeitos eram editais de peças e serviços para tratores e outras máquinas pesadas.

Além disso, a investigação identificou a utilização de empresas de fachada e a utilização de “laranjas” para propiciar a efetivação de práticas criminosas conhecidas como cartelização, divisão de mercado, dentre outras.

Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos nas cidades de Tubarão e Treze de Maio, onde foram apreendidos aparelhos celulares, computadores e documentação apta a instruir a investigação. Ela prossegue para identificar outros possíveis envolvidos, bem como materializar ainda mais as condutas delituosas.

Os presos são empresários do ramo e “laranjas”, que são suspeitos de crimes de fraude em licitações, associação criminosa, falsidade ideológica, entre outros. Eles serão interrogados no decorrer do dia e, após cumpridas as formalidades, encaminhados ao Presídio Regional.

O nome da operação faz alusão à modalidade licitatória denominada Convite, utilizada para os processos fraudados. Participaram da operação equipes da DECOR/DEIC, 1ª DECOR, DIC e DTCA de Tubarão, Instituto Geral de Perícias (IGP) e da CECOR, órgão responsável pela coordenação das unidades de combate à corrupção da Polícia Civil.

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A Secretaria de Administração Prisional e Socioeducativa (SAP) está recebendo, até o próximo dia 16 de setembro, as propostas do Edital de Chamamento Público para a seleção das empresas interessadas em montar oficinas de trabalho no Presídio Regional de Blumenau e no Presídio Regional de Rio do Sul. O Chamamento é instrumento jurídico que estabelece parâmetros para a seleção e atuação da iniciativa privada na oferta de vagas de trabalho e dá mais transparência no processo de escolha das empresas.

Para participar do edital, as empresas têm alguns pré-requisitos a serem cumpridos, entre eles, oferecer uma atividade laboral ligada à vocação econômica da região. “Além de permitir a reabilitação social e econômica dos internos, a atividade laboral é uma estratégia de segurança prisional. Manter e ampliar a oferta de trabalho, assim como de ensino, é fundamental para a reabilitação social e financeira do apenado”, assinalou o secretário Leandro Lima.

Dentre outros itens que são considerados na seleção estão as ações de responsabilidade social e ambiental da empresa, a contratação de egressos do sistema, a oferta de um trabalho qualificado, além do treinamento do interno.

“As empresas selecionadas no Chamamento contratarão a mão de obra dos reeducandos, gerando trabalho e renda. Essa profissionalização é importante instrumento para a reabilitação social e econômica, pois contribui para a reinserção do reeducando ao mercado de trabalho.” disse a Gerente de Trabalho e Renda do Departamento de Administração Prisional (Deap), Lea Fernanda Mazaro.

Saiba mais sobre o edital aqui

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A Polícia Civil, por intermédio das Delegacias de Pescaria Brava, Jaguaruna e Laguna, com o apoio do PPT da Polícia Militar de Tubarão, estourou um abatedouro irregular de animais, situado no Sítio Novo, em Imaruí, Sul do Estado, e autuou em flagrante dois homens. A ação ocorreu na manhã desta sexta-feira, 14. Os presos relataram aos policiais que cortavam e revendiam carnes de cavalos para a comercialização em um açougue em Tubarão.

Após investigações realizadas a respeito de furtos de gado na região (abigeato), foi descoberto um possível local onde esses animais estariam sendo abatidos e cortados para a venda, situado na localidade de Sítio Novo, interior de Imaruí, o qual passou a ser monitorado.

Policiais civis de Pescaria Brava e Jaguaruna receberam a informação de que dois homens estariam no local com animais para o abate. Com isso, os policiais civis se deslocaram até o lugar e acionaram o apoio tático do PPT de Tubarão.

No local, foram flagrados dois homens carneando um animal içado, dois barris com carnes já selecionadas e restos de animais. Os homens informaram que os referidos animais não eram bovinos, mas sim equinos, e que seriam destinados a um açougue situado em Tubarão, pelo valor de R$ 7,00 o quilograma. Relataram, ainda, que abateram dois cavalos pela manhã, que teriam o mencionado destino, mas que, no terreno, teriam cerca de 30 carcaças enterradas, todas de cavalos.

Em razão dos fatos flagrados, a Cidasc foi chamada até local e realizou a apreensão administrativa do produto animal, cerca de 450kg, além de autuação do responsável.

Maus tratos e crimes contra o consumo

Os homens foram conduzidos à CRPP - Laguna, onde confirmaram os fatos relatados no local e, assim, foram autuados em flagrante pelos seguintes crimes: Maus tratos contra animais (art. 32, §2º, Lei nº 9.605/98), em razão de terem abatido dois animais em precárias condições e;  Crimes contra as Relações do Consumo (art. 7º, IX, Lei nº 8.137/90), já que mantinham em depósito para a venda mercadoria em condições impróprias para o consumo. Na sequência, foram encaminhados à UPA de Laguna. Eles passaram por audiência de custódia e receberam a liberdade provisória pela Justiça.

“Eles foram autuados por crimes de maus tratos de animais e relação de consumo. Tudo se iniciou em uma investigação de furtos de animais, de cavalos da região, e em razão disso foi encontrado esse abatedouro clandestino. Eles falaram em interrogatório e aos investigadores que vendiam a carne dos cavalos abatidos para um açougue de Tubarão”, afirma o Delegado de Polícia, Willian Testoni Batisti, da DP de Laguna. As investigações vão continuar, ressalta o delegado.

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A Polícia Militar de Santa Catarina começa nesta semana a entrega de 76 novas viaturas a 36 organizações policiais militare no Estado. Os veículos foram adquiridos em processo licitatório, com recursos de convênios de trânsito, firmados entre a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a PMSC e os municípios. Foram investidos R$ 6,4 milhões.

As 76 novas viaturas, todas do modelo e marca Jeep Renegade, são equipadas para rádio patrulhamento. O pregão eletrônico foi feito no âmbito da Diretoria de Apoio Logístico e Finanças da Polícia Militar e irá atender a 34 municípios catarinenses.

“Gostaríamos de poder entregar novas viaturas em todos os municípios de Santa Catarina. Essas foram possíveis, graças aos convênios que temos com os municípios beneficiados. Mas estamos trabalhando para que todos os municípios recebam novos equipamentos em breve”, afirmou o comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Dionei Tonet.

Municípios atendidos:

  • Joinville – 20 viaturas
  • Itajaí - 6 viaturas
  • Balneário Camboriú - 4 viaturas
  • Curitibanos, Florianópolis, Lages e Palhoça – 3 viaturas para cada cidade (12 no total)
  • Brusque, Indaial, Gaspar, Guaramirim, Rio do Sul, Rio Negrinho e São Miguel do Oeste - 2 viaturas para cada cidade (14 no total)
  • Araranguá, Balneário Rincão, Blumenau, Braço do Norte, Mafra, Campos Novos, Guabiruba, Içara, Itapema, Ituporanga, Joaçaba, Otacílio Costa, Penha, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, São João Batista, São Joaquim, Seara, Tijucas, e Treze Tílias - 1 viatura para cada cidade (20 no total)

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As polícias Civil e Militar de Chapecó deflagraram na manhã deste sábado, 08, a operação “Big Brother Condá” para cumprir 16 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça e dois mandados de prisão preventiva. Três pessoas foram presas, entre elas um homem apontado como uma das principais lideranças do tráfico de drogas da região.

Os mandados foram cumpridos em bairros de Chapecó. A ação, com participação de cerca de 100 policiais civis e militares, é da Divisão de Investigação Criminal (DIC) após trabalho conjunto de dois meses com a Polícia Militar. Além dos dois homens com prisão preventiva já decretada, ainda foi presa em flagrante uma mulher por tráfico de drogas.

A operação foi realizada com o apoio do SAER-Fron da Polícia Civil e dos cães farejadores (K9s) da Polícia Militar de Chapecó e da Polícia Civil de São Lourenço do Oeste e Xanxerê. Foram apreendidos cocaína, maconha, dinheiro e máquinas para o jogo do bicho.

O trabalho conjunto começou a dar resultado quando, na tarde de 02 de julho de 2020, policiais militares flagraram a entrega de uma mala de viagem com quase 30 quilos de maconha no bairro Paraíso. Na ocasião, os policiais capturaram dois homens envolvidos no crime, que estão presos.

O trabalho de investigação conjunto ainda resultou na apreensão, em 12 de julho de 2020, de um veículo GM/Ônix carregado com aproximadamente 140 quilos de maconha, em uma estrada rural nas proximidades do bairro Efapi. Na ocasião, foi preso um jovem de 18 anos, que conduzia o automóvel, e apreendida uma adolescente de 16 anos. A Polícia Civil então representou pela prisão preventiva do líder da organização criminosa monitorada e de seu associado identificado, o que foi deferido pelo Judiciário.

Ao longo do caso foram apreendidos cinco veículos utilizados para o tráfico de drogas, um Citröen/C3, um GM/Corsa, um GM/Ônix, um VW/Gol e um FIAT/Palio, todos permanecem custodiados e provavelmente serão confiscados pela justiça ao final dos processos criminais.

Monitoramento

Participaram da ação policiais de Chapecó, Coronel Freitas, São Carlos, Palmitos, Modelo, Xanxerê e São Lourenço do Oeste.

Segundo o delegado Rodrigo Moura, o nome da operação é uma referência à forma intensa de monitoramento realizado durante o trabalho policial e à obra 1984, de George Orwell, que retrata a figura do Grande Irmāo ("Big Brother"), que tudo vê. Condá foi uma forma de unir o termo emblemático a Chapecó.

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A Polícia Civil desencadeou nesta sexta-feira, 07, a Operação Ultimattum para cumprir 17 mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão. A ação é da Divisão de Investigação Criminal (DIC) e do Núcleo de Operações com Cães, ambos sediados em Campos Novos, contra o crime organizado.

A investigação começou no final de 2019 com a identificação e a prisão de um integrante de uma organização criminosa. A partir disso, o trabalho investigativo seguiu, sendo então identificados os demais membros da organização, os quais se dedicavam ao tráfico de drogas, associação ao tráfico, dentre outros crimes, como três homicídios.

Ao menos 13 prisões nas primeiras horas

Participam da operação 45 policiais civis que cumprem mandados em Campos Novos, Lages, São Cristóvão do Sul, Chapecó e Joinville. Até as 8h foram cumpridas 13 prisões preventivas e duas pessoas foram presas em flagrante. Alguns dos presos já estavam no sistema prisional e tiveram nova prisão decretada em razão desta investigação.

Operação na Grande Florianópolis e Norte

Também nesta sexta-feira, 7, a Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz, deflagrou uma operação para o cumprimento de 11 ordens judiciais contra investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. A ação ocorreu em Santo Amaro da Imperatriz, Águas Mornas, São José, Florianópolis e Guaramirim.

De acordo com o delegado Arthur Lopes, foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão. Além dos mandados, em decorrência das buscas domiciliares, quatro dos investigados foram conduzidos e autuados em flagrante delito pela prática do crime de tráfico de drogas, totalizando seis pessoas presas na operação.

A ação contou com o apoio das seguintes unidades policiais civis: Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), K-9 Ziah da DECOD-Capital, DIC de São José, DIC de Jaraguá do Sul, DPCo de Biguaçu e DPMu de Águas Mornas.

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A Polícia Civil, por meio da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Itajaí, deflagrou uma operação em conjunto com a Polícia Militar nesta sexta-feira, 31, para o cumprimento de 26 ordens judiciais expedidas pela 1ª Vara Criminal de Itajaí, sendo 14 prisões provisórias e 12 ordens de busca e apreensão domiciliar. Participaram 50 policiais civis e militares e foram utilizadas 17 viaturas.

De acordo com o delegado Sérgio Roberto de Sousa, a ação visa a desmantelar uma associação criminosa voltada ao comércio ilegal de drogas composta por 14 membros atuantes no bairro Cordeiros, em Itajaí, região onde foram cumpridas as buscas.

Durante a operação foram presos 14 investigados, sendo 12 por prisão provisória, um em flagrante pela prática do crime de posse irregular de arma de fogo e o último por posse de drogas. No transcorrer das investigações e nesta sexta-feira foram apreendidos entorpecentes (maconha, cocaína e crack), arma de fogo, munições e apetrechos utilizados no comércio ilegal de drogas.

As investigações são fruto de um trabalho conjunto entre a Polícia Militar e a Polícia Civil iniciado em fevereiro deste ano. Os membros do grupo ameaçavam moradores do bairro e inclusive expulsavam aqueles que não concordavam com os ideais da associação. Após as prisões e apreensões dos ilícitos, os presos foram encaminhados ao Presídio de Itajaí.

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Nesta quarta-feira, 29 de julho, a Polícia Civil do Estado de Santa Catarina completa 208 anos de existência. Em razão da pandemia, neste ano a instituição decidiu concentrar a programação de aniversário em campanhas de arrecadação de alimentos e doação de sangue.

Foi a maneira que a Polícia Civil encontrou para expressar um voto de solidariedade neste momento tão difícil. Nos últimos 30 dias, a ação que mobilizou policiais civis e amigos da Polícia Civil arrecadou 1.406 cestas básicas, 5 mil quilos de alimentos, além de diversos cobertores, fraldas, kits de limpeza e higiene. Também houve mobilização dos policiais em torno da doação de sangue.

A partir de amanhã e até sexta-feira, 31, será possível acompanhar pelas redes sociais da Polícia Civil, depoimentos enviados por delegados e policiais civis de todo o Estado mostrando um pouco do trabalho da Instituição.

Acompanhe pelo @policiacivilsantacatarina

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Com os avanços tecnológicos dos últimos anos, hoje em dia a sociedade dispõe dos mais variados mecanismos para gravações de áudio, imagens e vídeos. Entre as suas muitas similaridades funcionais, uma característica comum entre esses dispositivos é a condição de servir como fonte de provas criminais. São os smartphones e seus mais variados aplicativos de mensagens e redes sociais, câmeras de vídeomonitoramento, softwares de interceptações telefônicas e por aí vai.

Embora essas mesmas ferramentas também se sejam eficazes na articulação de crimes e de organizações criminosas, os peritos do setor de Áudio e Imagem do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP/SC) têm obtido sucesso com o uso de softwares e outras tecnologias para a realização de exames e Laudos Periciais que registram provas de cometimento de crimes. Da mesma forma, conseguem filtrar informações importantes sobre crimes que tenham sido executados ou estejam em fase de planejamento.

A perita criminal, Andressa Fronza, explica que os exames realizados em registros de áudio e imagem têm o intuito de constatar o conteúdo de uma gravação, estabelecer se as falas ou faces são de um determinado indivíduo, estimar velocidades em acidentes de trânsito, além de vestígios de edição em áudios, vídeos ou fotografias. “No setor de Áudio e Imagem trabalhamos com vestígios multimídias e realizamos perícias que vão desde exames que possam analisar o conteúdo de um áudio e de uma imagem, até verificar se aquele áudio ou aquela imagem passou por alguma edição”, explica.

A perita do IGP destaca que as imagens ou áudios são examinados a partir do uso de técnicas de processamento de sinais, condição que torna possível melhorar o registro e observar, por exemplo, quais os caracteres da placa de um veículo, qual seu modelo, qual palavra foi proferida, qual a altura de uma pessoa, qual a dinâmica de um evento, dentre tantas outras possibilidades.

Exames de biometria

Outros procedimentos bastante pertinentes para investigações são os exames de comparação de locutores, comparação facial e comparação de indivíduo por imagem, popularmente conhecidos por Biometria da Voz ou Biometria Facial.

De acordo com Andressa, são exames de alta complexidade, já que são confrontadas as características da voz, fala, face ou do corpo, que estão presentes no registro que flagrou o crime – o chamado material questionado – com o mesmo grupo de características de um suspeito que é apresentado pela autoridade solicitante. “Após análise minuciosa é possível concluir se as características observadas no material questionado e padrão pertencem ou não a um mesmo indivíduo”, finalizou.

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Bruna Campos
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