Fotos: Julio Cavalheiro / Secom 

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) recebeu nesta segunda-feira, 20, um importante reforço nos serviços de enfrentamento à criminalidade. São 164 novas viaturas, 11.250 pistolas, 649 câmeras de leitura de placa veicular e 1.107 câmeras do Projeto Bem-te-vi. Os equipamentos que garantem mais segurança para os agentes e cidadãos fazem parte do Programa SC Mais Segura. A entrega beneficia 78 municípios de todas as regiões, com investimento de R$ 49 milhões. 

O ato na Academia de Polícia Militar da Trindade, em Florianópolis, contou com a presença do governador Carlos Moisés.  A solenidade também foi marcada pela ativação de 10 novos batalhões. Essas novas unidades eram Companhias ou Guarnições Especiais, e a partir de agora terão nível organizacional de um Batalhão, por sua importância estratégica.

“É o fortalecimento da Segurança Pública, que apresenta números cada vez melhores. Nós temos as melhores polícias do Brasil. Com os investimentos, estamos garantindo que  tenham equipamentos adequados, o que garante mais segurança e resposta rápida. Sou da segurança pública e sei da importância de um policial ter condições adequadas e dignas de trabalho. Sabemos que para viver no estado mais bonito e mais eficiente do Brasil é importante que ele continue sendo o mais seguro do país”, disse Carlos Moisés. 

Os investimentos históricos que estão sendo feitos na Segurança Pública também foram destacados pelo governador. Citou o programa SC Mais Segura, o maior volume de recursos da história do Estado na área. Serão R$ 343 milhões até o fim deste ano. Carlos Moisés ainda ressaltou que os recursos são próprios dos catarinenses, sem financiamentos, resultado de uma gestão focada em redução de custos. 

Segundo o comandante-geral da PM, coronel Marcelo Pontes, por meio do Programa SC Mais Segura, o Governo do Estado investiu R$ 23,2 milhões para a compra das novas viaturas Chevrolet Tracker LT Automática. Para novas armas, pistolas Beretta 9 mm, os valores chegam a R$ 21,4 milhões e para as câmeras de leitura de placa veicular (LPR) e renovação das câmeras do Projeto Bem-te-vi foram destinados R$ 4,4 milhões. A fonte é o Tesouro do Estado, descentralizado pela Secretaria de Estado da Fazenda, e o fundo de melhoria da segurança pública.

“Os novos equipamentos e os batalhões vão garantir mais comodidade e facilitar o trabalho dos policiais. Isso melhora o pronto atendimento da corporação. Todos os investimentos mostram que o Governo do Estado tem sensibilidade e compromisso com a Segurança Pública, o que reflete diretamente na queda dos índices de violência”, disse o comandante. 

:: Clique aqui para ver quais cidades receberão as viaturas 

:: Os novos batalhões da PMSC: 

  • 29º BPM em Içara;
  • 30 º BPM em Xanxerê;
  • 31º BPM em Itapema;
  • 32º BPM em Indaial;
  • 33º BPM em Curitibanos;
  • 34º BPM em Imbituba;
  •  35º BPM em Braço do Norte;
  •  36º BPM em Dionísio Cerqueira;
  • 37º BPM em Santo Amaro da Imperatriz;
  • 38º BPM em Mafra.

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Fotos: Divulgação / PMSC 

Ao acionar o botão do pânico, disponível no aplicativo PMSC Cidadão, uma mulher sobreviveu à tentativa de assassinato por seu ex-companheiro, na madrugada desta terça-feira, 14, em Joinville. O caso demonstra como o cadastro na Rede Catarina de Proteção à Mulher e o aplicativo da Polícia Militar (PM) podem salvar as vítimas.

O aplicativo PMSC Cidadão e o botão do pânico, usados para a prevenção e elucidação de crimes, fazem parte do maior investimento já feito na área de Segurança Pública em Santa Catarina: R$ 343 milhões.

Rede Catarina

A Rede Catarina de Proteção à Mulher completou cinco anos no último dia 2 de junho. Direcionado à prevenção da violência doméstica e familiar contra a mulher, o programa se sustenta em ações de proteção, no policiamento direcionado da Patrulha Maria da Penha (que facilita a efetividade da lei homônima) e na disseminação de soluções tecnológicas.

A PMSC atua com a Rede Catarina em 208 municípios, com 132 policiais envolvidos. Até o fim de 2021, a Rede realizou 28.915 visitas preventivas e atendeu a 14.790 mulheres.

PMSC Cidadão

No caso da vítima de Joinville, e de tantas outras que estão cadastradas no Programa Rede Catarina, ter o aplicativo PMSC Cidadão em seu celular foi fundamental para agilizar a chegada dos policiais.

Para o comandante-geral da PM, coronel Marcelo Pontes, o desfecho da ocorrência em Joinville “demonstra a importância da ferramenta que oportuniza à PM chegar o mais rápido possível ao encontro da mulher e dar o atendimento e a proteção que ela necessita”, ressalta o comandante.

Botão do pânico

Direcionado às mulheres vítimas de violência doméstica que possuem medida protetiva ativa e que estão cadastradas no programa Rede Catarina, o botão do pânico está presente na tela inicial do aplicativo PMSC Cidadão. Basta um clique para que a Polícia Militar seja acionada e uma guarnição seja encaminhada para o socorro.

Desfecho em Joinville

No caso desta terça, em Joinville, a vítima foi mantida refém pelo agressor durante três horas. Para paralisá-la, ele usou um objeto pontiagudo, de acordo com a PM. O homem invadiu a casa da vítima por uma janela. Estavam somente ela e o pai, de 83 anos. Quando o agressor entrou na residência, ela acionou o botão do pânico.

Ao chegar no local, os policiais iniciaram as negociações e após a vítima começar a passar mal, o homem permitiu que uma equipe de saúde e o negociador se aproximassem. Sem necessidade do uso de força, o agressor se rendeu e foi preso em flagrante por cárcere privado, ameaça de morte e descumprimento de medida protetiva.

Ele já havia sido preso pelo Programa Rede Catarina de Proteção à Mulher em abril deste ano, também por descumprimento da medida. Quando saiu do presídio, na noite da última segunda-feira, estava com uma tornozeleira eletrônica, mas quebrou o dispositivo de vigilância e foi até a casa da ex-companheira. Preso, foi encaminhado à Central de Plantão da Polícia Civil para continuidade do procedimento da prisão em flagrante.

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O curso de Técnicas de Intervenção no âmbito do CQB (“Close Quartes Battle”, que pode ser traduzido como Combate em Ambiente Confinado ou Combate à curta distância) e das Estruturas Tubulares foi oficialmente aberto nesta segunda-feira, 13, em solenidade no auditório do Centro Administrativo de Segurança Pública, em Florianópolis. A qualificação da polícia em Santa Catarina passa pelos investimentos que o Governo tem feito na área, por meio do programa SC Mais Segura.

O curso é ministrado por dois policiais da Polícia Nacional da França, vai até 24 de junho e contará com 22 policiais do Estado: dez da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/PCSC) da Polícia Civil de Santa Catarina, dez do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar de SC e dois policiais da Polícia Federal em SC.

"Teremos uma polícia ainda mais especializada. Quem ganha é a sociedade catarinense, que passará a contar com técnicas diferenciadas e princípios que a França vem implementando, principalmente questões envolvendo reféns e o combate em ambientes confinados, tubulares, como ônibus, aviões e shoppings”, destaca o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Marcos Flávio Ghizoni Júnior.

Esta não será a primeira vez que oficiais da Polícia nacional francesa ministram cursos em Santa Catarina, conforme explica o adido de Polícia adjunto da Embaixada da França no Brasil, comandante Serge Giordano.

"Já estive várias vezes ao Estado, viemos ano passado e agora de novo. Há 32 anos compartilhamos (RAid) informações com as polícias brasileiras. Começamos há dois anos com a polícia de Santa Catarina, uma iniciativa que vamos continuar", diz Giordano.

Comandante-geral da Polícia Militar, o coronel Marcelo Pontes destacou a importância da cooperação entre as polícias e reforçou que todos vão sair ganhando.

"É um momento importante para a Segurança Pública, oferecer esse curso para os policiais especializados da Civil e da PM mostra como todos têm a ganhar com o intercâmbio. Tenho certeza que nossos policiais aprenderão muito com o curso, mas os franceses também vão voltar com algo novo na bagagem. A integração se faz necessária e é algo que discutimos toda semana na reunião do Colegiado, e quem ganha com isso somos todos nós", reforça Pontes.

Presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública, o perito-geral Giovani Eduardo Adriano fala do crescimento coletivo do setor de segurança no Estado: "Sentimos desde o início do modelo de Colegiado, uma das inovações da gestão do Governador Moisés, que a segurança tem melhorado e os números mostram isso em muitos indicadores. O investimento na qualificação dos nossos profissionais é um dos nossos objetivos", ressalta Giovani.

O curso

O curso “Técnicas de Intervenção no âmbito do CQB e das Estruturas Tubulares” ocorrerá até o dia 24 de junho, em Florianópolis. Entre as atividades previstas estão Técnicas de tiro; CQB em estande; CQB e tiro em baixa luminosidade; técnicas em ambientes tubulares, com intervenção em ônibus e em avião; e em ambientes amplos, com intervenção em sala de cinema, escolas, veículos e ambientes urbanos.

Os policiais da França que ministrarão o curso são do grupo de Operações Especiais da Polícia Nacional da França, sob a sigla RAID, que significa Recherche, Assistance, Intervention, Dissuasion (Busca, Assistência, Intervenção e Dissuasão). A missão principal desta unidade é promover a intervenção tática especializada em situações de alto risco, lidando principalmente com terrorismo e crime organizado. 

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Nesta terça-feira, 07, pela manhã, em Florianópolis, o governo do Estado entregou 101 novas viaturas caracterizadas para a Polícia Civil de Santa Catarina, com investimento de R$ 15 milhões. A medida faz parte do processo de renovação da frota da Instituição, com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos policiais civis e, consequentemente, os serviços ao cidadão pelo Estado. Uma solenidade de entrega foi realizada na Academia da Polícia Civil (Acadepol), na Capital.

As novas viaturas são da marca Hyundai, modelo Creta, provenientes do programa SC Mais Segura do governo do Estado. Do total, 59 serão distribuídas para delegacias da área da Diretoria de Polícia do Litoral; 23 para a área da Diretoria de Polícia de Fronteira e 19 para a área da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis. Esta foi a primeira etapa da entrega. Ao total, foram adquiridas 213 novas viaturas, com investimentos de R$ 31,7 milhões.

O processo de substituição da frota da Polícia Civil prevê a troca das viaturas com mais de 100 mil quilômetros e mais de cinco anos.

"Avanços"

"Estamos avançando na renovação e substituição da frota da Polícia Civil de Santa Catarina. Hoje fizemos a entrega para as regiões das diretorias do Litoral, Grande Florianópolis e Fronteira. A próxima entrega faremos para a diretoria do Interior e Delegacia Geral. São viaturas que estão a altura dos serviços prestados e trarão a melhoria das condições do trabalho aos nossos policiais e à população", destacou o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Flávio Ghizoni Júnior.

O delegado-geral representou no ato de entrega o governador Carlos Moisés, a quem agradeceu no discurso pelos investimentos à Polícia Civil. O vice-presidente da Assembleia Legislativa (Alesc), deputado Maurício Eskudlark, representou a presidência da Alesc e parabenizou o governo do Estado pelos recursos e os novos equipamentos destinados à Polícia Civil.

A entrega simbólica das chaves dos veículos foi feita aos diretores de Polícia de Fronteira, delegado Fernando Callfass; à diretora de Polícia da Grande Florianópolis, delegada Michele Alves Correa Rebelo e ao diretor de Polícia do Litoral, delegado Raphael Giordani.

Confira a relação dos municípios que receberão as viaturas e a quantidade:

  • Araquari: 3
  • Araranguá: 1
  • Armazém: 1
  • Ascurra: 1
  • Balneário Camboriu: 1
  • Barra Velha: 1
  • Blumenau: 4
  • Braço do Norte: 3
  • Canelinha: 1
  • Capivari de Baixo: 1
  • Criciúma: 4
  • Ermo: 1
  • Garopaba: 1
  • Garuva: 1
  • Grão Pará: 1
  • Gravatal :1
  • Imaruí: 1
  • Imbituba: 1
  • Itajaí: 1
  • Itapoá: 1
  • Jaguaruna: 2
  • Joinville: 4
  • Laguna: 1 
  • Passo de Torres: 1
  • Pedras Grandes: 1
  • Penha: 1
  • Pescaria Brava: 1
  • Porto Belo: 2
  • Rio Fortuna: 1
  • Rodeio: 1
  • Santa Rosa de Lima: 1
  • São Francisco do Sul: 2
  • São João do Itaperiú: 1
  • São João do Sul: 1
  • São Martinho: 1
  • Tijucas: 1
  • Timbé do Sul: 1
  • Timbó: 1
  • Treviso: 1
  • Treze de Maio: 1
  • Tubarão: 2
  • Turvo: 1
  • Abelardo Luz: 1
  • Arvoredo: 1
  • Bom Jesus do Oeste: 1
  • Campo Erê: 1
  • Caxambu do Sul: 1
  • Coronel Freitas:1
  • Cunhataí: 1 
  • Formosa do Sul: 1
  • Iraceminha: 1
  • Jardinópolis: 1
  • Lindóia do Sul: 1
  • Nova Itaberaba: 1
  • Palma Sola: 1
  • Palmitos: 1
  • Pinhalzinho: 1
  • Presidente Castelo Branco: 1
  • Quilombo: 1
  • Riqueza: 1
  • São Lourenço do Oeste: 3 
  • Serra Alta: 1
  • Xavantina: 1
  • Angelina: 1
  • Antônio Carlos: 1
  • Biguaçu: 1
  • Florianópolis: 9
  • Palhoça: 2
  • Rancho Queimado: 1
  • São Bonifácio: 1
  • São José: 2
  • São Pedro de Alcântara: 1
  • Total: 101

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Maio apresentou redução nos principais índices de criminalidade violenta em Santa Catarina. O estado teve o menor número de assassinatos para o mês desde o ano de 2008. Foram 47 homicídios, redução de 50% em relação a 2017, quando houve o pico de mortes violentas. O dado reflete uma queda contínua, registrada na atual gestão do Governo do Estado, nos índices de violência. Entre janeiro e maio deste ano, houve diminuição de 7% nos homicídios na comparação com o mesmo período do ano passado. 

Também em maio, foi registrado o menor número de roubos para o mês da série histórica. Na comparação com 2016, a redução é de 60% - de um total de 1.650 para 650. Os dados são do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial. Segundo o governador Carlos Moisés, os índices atuais são consequência de duas situações: o trabalho integrado das forças de segurança e o maior investimento no setor na história do estado.

“Nós criamos o Colegiado Superior em 2019, aumentando a integração entre as nossas forças de segurança. Hoje, este modelo é considerado um exemplo para o Brasil. Também estamos fazendo o maior investimento da história na segurança pública, com R$ 343 milhões em recursos próprios até o fim deste ano. Essas ações estão se refletindo em menos criminalidade e uma maior sensação de segurança para a nossa população”, afirma o governador. 

O presidente do Colegiado Superior, Giovani Eduardo Adriano, destaca outros números positivos do período de janeiro a maio deste ano: redução de 26% nos roubos a instituições financeiras e de 54% nos latrocínios. 

“A criminalidade violenta está em queda, mesmo com o retorno das atividades econômicas e uma maior circulação de pessoas nas ruas. Além do policiamento ostensivo e da boa taxa de resolução de crimes, temos um trabalho forte de inteligência, que nos ajuda na prevenção. Seguiremos atuando para manter o nosso estado como um dos mais seguros do Brasil”, ressalta Adriano.

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giovani adriano colegiado superior de segurança Foto: Diego de Castro/Colegiado Superior

O Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp) realizou sua 82ª reunião ordinária nesta quarta-feira, 01, em Manaus (AM). Mais uma vez o encontro foi marcado pela troca de experiências entre os gestores e a discussão de temas nacionais de grande importância, com destaque para o novo documento de identidade civil lançado no início do ano pelo Governo Federal. 

O presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública de Santa Catarina, perito-geral Giovani Eduardo Adriano, chamou a atenção dos colegas para a importância do projeto e a necessidade urgente de implantação em todos os estados. Usando exemplos de casos de grande repercussão, Adriano expôs aos gestores o quadro de vulnerabilidade que os bancos de dados estaduais apresentam diante de inúmeras fraudes. 

“A facilidade de forjar documentos de identidade migrando entre os estados é um problema grave que só será resolvido com a unificação do cadastro nacional do CPF e os bancos de dados biométricos estaduais. Como em Santa Catarina o Governo do Estado já lançou o documento com Número Único em 2021, nossa experiência que agora é replicada nacionalmente comprova a eficácia do cruzamento dos dados tanto para evitar golpes quanto para atualizar os cadastros civis dos cidadãos”, destacou.  

Giovani Adriano convidou os secretários estaduais a participar do grupo de trabalho liderado por Santa Catarina sobre o tema, propondo uma grande mobilização em torno da instauração do novo documento nacional. “Superamos um tabu de 30 anos ao unificarmos documentos civis em nosso estado e agora temos uma real oportunidade de mudar esse quadro em todo o país. A associação dos dados biográficos aos dados biométricos do cidadão garante um alto nível de segurança e confiança em relação à base de dados, por isso, precisamos tornar realidade o quanto antes”, concluiu.

82º consesp 

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Em março de 2011, o pescador Francisco Evonildo da Costa se despediu da família na cidade de Aracati – litoral do Ceará – com destino ao Estado da Bahia. Aquela foi a última vez que a esposa Mônica Soares e a filha Sanny Kelly da Costa tiveram notícias suas. A partir daí foram 10 anos de angústia, convivendo com a total falta de informação sobre o paradeiro de Francisco.

Apesar do longo tempo de ausência, Mônica Soares conta que a filha nunca desistiu do pai e reclamava constantemente pelo fato de não receber sequer uma ligação. E foi a persistência de Sanny que trouxe a esperança de volta à família, ao descobrir a existência da Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

O perito criminal Clineu Uehara, que é responsável pela gestão do Banco Estadual de Perfis Genéticos em Santa Catarina, explica que o material biológico de Sanny foi coletado pelo órgão pericial do Rio Grande do Norte, onde reside atualmente, e catalogado no Estado do Ceará, onde a vítima foi vista pela última vez. Depois a amostra foi inserida no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), para ser confrontada com os materiais compartilhados por outros estados, incluindo restos mortais não identificados.

Entenda o caso

Desaparecido desde 2011, quando saiu do Ceará, o corpo de Francisco Evonildo da Costa percorreu um trajeto de aproximadamente três mil quilômetros até ser encontrado em 2015 na praia de Itaguaçu, no município catarinense de São Francisco do Sul. Na época não foi possível determinar a identidade do pescador, porém, os peritos da Polícia Científica de Joinville enviaram a amostra do material genético dele para o Setor de Genética Forense em busca de respostas.

“A partir das amostras de DNA de Francisco, colhidas e catalogadas em Santa Catarina, e dos materiais biológicos coletados de seus familiares, o sistema da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos apontou uma compatibilidade genética entre os restos mortais e a amostra da filha Sanny”, destaca Uehara.

Por meio do trabalho integrado entre as Perícias Oficiais de Santa Catarina, do Rio Grande do Norte e do Ceará, os peritos do caso confirmaram a identificação considerando o contexto histórico e as características físicas e antropológicas. No dia 18 de maio a família recebeu a notícia que, embora triste, “trouxe sossego ao coração”, como disse a viúva Mônica.

Trabalho em Santa Catarina

Clineu Uehara destaca que o Programa Conecta, da Polícia Científica de Santa Catarina, vem desenvolvendo o trabalho de identificação de pessoas desaparecidas a partir da coleta de DNA de familiares antes mesmo da Campanha Nacional. Em relação a perfis de referência direta, o que inclui os familiares de desaparecidos, o Estado ocupa a 6ª posição, com 410 perfis genéticos inseridos no Banco Nacional.

“Além de comprovar o potencial do banco de perfis genéticos na identificação de pessoas desaparecidas, o caso do pescador Francisco mostra a importância desse trabalho na vida das pessoas. Muitas outras famílias brasileiras convivem com o sofrimento causado pela falta de informações sobre um ente querido”, lamenta.

Para saber como participar do Programa Conecta e conhecer mais sobre o Banco de Perfis Genéticos, acesse aqui.

Campanha Nacional

A Campanha Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas é uma iniciativa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com os estados. Prestes a completar um ano, já ajudou, além de Mônica e Sanny, outras 57 famílias a identificar o paradeiro de familiares. A meta é reconhecer os mais de 26 mil restos mortais sem identificação no país.

O perfil genético da família só é retirado do banco após a identificação. Isso permite que novas buscas possam ser feitas à medida que os cadáveres e as pessoas de identidade desconhecida sejam cadastrados. Se a pessoa que desapareceu for encontrada, a família será avisada pela Delegacia ou Instituto Médico Legal.

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 Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

O governador Carlos Moisés assinou as nomeações dos aprovados do concurso público na carreira de agentes de polícia e escrivães de polícia. Os atos foram publicados na edição desta sexta-feira, 27, do Diário Oficial. Este foi o chamamento final da relação de aprovados no concurso público de 2017.

São 301 agentes e 92 escrivães nomeados. As informações oficiais sobre a documentação exigida deverão ser publicadas no site da Acadepol. A posse dos nomeados será no dia 24 de junho na Acadepol, em Florianópolis. As aulas do Curso de Formação Inicial deverão começar em 27 de junho.

O anúncio da nomeação saiu na segunda-feira, 23, pelo governador Carlos Moisés, ao autorizar as nomeações para cargos na Polícia Civil, Polícia Científica, Secretaria de Estado da Fazenda e Cidasc.

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 Foto: Bruno Batista/VPR

O governador Carlos Moisés fez uma visita institucional ao vice-presidente Hamilton Mourão na tarde desta quarta-feira, 11, para apresentar o modelo catarinense do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial. A estrutura substitui a antiga Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Por meio do colegiado, os chefes das instituições de segurança se revezam na presidência a cada ano. A figura do secretário foi extinta. Em 2019, a presidência coube à Polícia Militar. Em seguida, vieram a Polícia Civil (2020) e o Corpo de Bombeiros Militar (2021). Atualmente, o posto é exercido pelo perito-geral Giovani Eduardo Adriano, da Polícia Científica.

Desde a instalação do Colegiado Superior, os índices de criminalidade violenta estão em queda contínua em Santa Catarina. Os homicídios caíram cerca de 10%, enquanto os roubos tiveram redução de quase 15%.

“Esses resultados são fruto da integração de todos os atores da segurança pública. Os órgãos se reúnem periodicamente para discutir ações e estratégias de longo prazo. Nosso modelo tem sido elogiado em nível nacional, com representantes de outros estados nos procurando para seguir pelo mesmo caminho. Mostramos um pouco dos nossos indicadores ao vice-presidente”, relata o governador.

A professora Fernanda Kempner defenderá, em sua tese de doutorado, que o modelo catarinense serve como um exemplo para o país. “As instituições passaram a fazer um trabalho integrado, conhecem e confiam no trabalho do outro”, disse ela, que estuda engenharia e gestão do conhecimento na UFSC.

O governador Carlos Moisés também aproveitou a conversa em Brasília para convidar o vice-presidente para uma visita institucional a Santa Catarina na próxima semana.

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A Polícia Civil e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) assinaram, nesta terça-feira, 3, um acordo de cooperação que prevê intercâmbio de ações nas áreas jurídica, técnico-científica, acadêmica e cultural entre as instituições.

Uma das ações previstas é o fomento de cursos aos servidores da Polícia Civil e da PGE para ampliar conhecimentos e experiências que refletem diretamente aos serviços públicos prestados à sociedade. Os cursos e eventos promovidos pela Polícia Civil de Santa Catarina serão ofertados na Academia da Polícia Civil (Acadepol).

O ato foi realizado na Delegacia Geral, em Florianópolis, para celebrar o acordo, em que os representantes das instituições ressaltaram os ganhos da parceria para o Estado e a população.

“A importância é ímpar. Os procuradores detêm um conhecimento que os delegados de polícia não detêm e vice-versa. Por essa razão, a interação entre os atores principais da defesa do Estado junto ao Judiciário e dos policiais que estão na labuta diária, trará grandes ganhos não só na melhoria da defesa do Estado, mas também na própria aplicação da lei penal nas ruas”, destaca o delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Flávio Ghizoni Júnior.

Aprimoramento e frutos

O procurador-geral do Estado, Alisson de Bom de Souza, ressaltou que a iniciativa permitirá o aprimoramento do conhecimento de ambas as instituições, por meio dos cursos aos servidores e procuradores, e trará grandes frutos para o Estado, e destacou a relevância da iniciativa no ano em que a Procuradoria completa 40 anos de fundação.

“Um dos pilares do projeto PGE Rumo aos 40 anos, que vai culminar com diversas atividades realizadas entre maio e junho deste ano, é o educacional. A consolidação dessa parceria com a Polícia Civil materializa isso em cursos, troca de experiências e volta para os catarinenses como uma entrega de serviços públicos de qualidade, eficiência técnica e segurança jurídica”, afirmou o chefe da PGE.

De acordo com o diretor da Acadepol, delegado André Bermudez, serão abordados nos cursos temas atinentes entre ambas as atividades, por exemplo, em torno de mandados de busca e apreensão, boas práticas no serviço público, a nova lei de licitações, investigação de crimes de corrupção, responsabilidade civil, atualização em direito administrativo, gestão e liderança, entre outros.

Além das autoridades citadas, participaram também a delegada-geral adjunta da Polícia Civil, Ester Coelho; o diretor da Diretoria Estadual de Investigações Criminais, Verdi Furlanetto; o diretor da Diretoria de Inteligência, Aldo Pinheiro D'Ávila; o diretor da Diretoria de Administração e Finanças, Gustavo Altemar; a diretora da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis, Michele Alves Correa Rebelo; o coordenador da Assessoria Jurídica, Adriano Spolaor; o gerente da Gerência de Planejamento e Avaliação, Gustavo Madeira; o gerente de Recrutamento e Seleção da Acadepol, Júlio César Saldanha e a escrivã Lisa Gurgel, também da gerência de Recrutamento e Seleção.

Pela PGE, estiveram presentes também o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos, Ederson Pires; o procurador-chefe da Procuradoria Fiscal, Marcelo Mendes; a procuradora-chefe do Centro de Estudos, Elenise Magnus Hendler e a psicóloga policial civil Ana Paula Pacheco.



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