Foto: Divulgação / Polícia Civil 

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Combate às Drogas da Capital (DECOD), deflagrou a operação Scurra no amanhecer desta sexta-feira, 3. Estão sendo cumpridas aproximadamente 100 ordens judiciais, dentre elas 42 mandados de busca e apreensão. Além de 50 mandados de prisão temporária nos municípios de Florianópolis, São José, Palhoça, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Porto Belo, Balneário Camboriú, Camboriú, Itajaí, Navegantes, Blumenau, Itajaí, Tubarão, Laguna, Rio Fortuna, São José dos Pinhais, no Paraná, e Naviraí, no Mato Grosso do Sul.

A investigação surgiu a partir do aumento da violência na região do Monte Verde, em Florianópolis, em 2018.

De acordo com o delegado responsável pela Delegacia de Combate às Drogas (DECOD), Walter Loyola, ao longo de dois anos de investigações foram analisadas aproximadamente 600 mil ligações, mensagens de texto e outras interações entre os investigados. Foram descobertos diversos núcleos de integrantes de uma facção criminosa que atuava em Santa Catarina e tinha conexões com outros estados. Para o transporte do material ilícito, os investigados faziam uso dos mais diversos meios, inclusive, de um helicóptero.

O financiamento das atividades criminosas vinha de diversas frentes, como roubos de veículos de luxo, crimes contra o sistema financeiro, furtos em imóveis de alto padrão, homicídios entre outros. Dessa situação vem o nome da operação, Scurra, que em latim significa curinga, ou seja, aquele individuo versátil que atua em diversas funções.

No curso das investigações, alguns dos investigados foram presos em flagrante.

200 policiais civis atuaram na operação

Participaram da operação mais de 200 policiais civis das unidades da Diretoria de Polícia da Grande Florianópolis, Regionais de Joinville, Itajaí, Balneário Camboriú, Laguna, Blumenau e Tubarão, CORE, SAER e CANIL, além de policiais civis do Paraná, Mato Grosso do Sul, Policia Rodoviária Federal e Secretaria de Estado da Administração Prisional e Socioeducativa.

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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), realiza nesta terça-feira, 30, a Operação Última Chamada. Estão sendo cumpridos 69 mandados de busca e apreensão relacionados a golpes aplicados contra mais de 10 mil pessoas em vários estados. A ação conta com o apoio da Polícia Civil de Pernambuco e de delegacias de Polícia da Grande Florianópolis e de Tijucas

As investigações da Delegacia de Estelionatos e Defraudações (DD/DEIC) apontam a existência de uma organização criminosa que se utiliza indevidamente do nome de operadora de telefonia para aplicar golpes. O grupo usa centrais telefônicas para enganar as vítimas, obter dados de cartões bancários e efetuar saques de valores.

Além das buscas, foram bloqueados judicialmente 19 veículos e sequestrados valores de 59 contas bancárias, sendo 30 contas de empresas e 29 contas de pessoas físicas, até o limite de R$ 10 milhões por conta. A operação está em andamento e mais informações serão divulgadas ao longo do dia.



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Policiais civis da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DRACO/DEIC) apreenderam R$ 1,19 milhão de organização criminosa dedicada ao tráfico de drogas com atuação em Santa Catarina. A apreensão aconteceu na manhã desta sexta-feira, 26, em continuidade à Operação Network.  

Segundo o delegado Antônio Cláudio Joca, ainda na tarde de quinta-feira, 25, foi protocolada nova representação pelo delegado de Polícia da DRACO/DEIC solicitando a expedição de novo mandado de busca e apreensão em endereço localizado em São José.

Diante da imprescindibilidade da medida, de forma ágil e com parecer favorável da 39ª Promotoria de Justiça da Capital, foi expedido novo mandado de busca e apreensão pela Vara Criminal da Região Metropolitana de Florianópolis.

Assim, nesta sexta-feira, por volta das 6h30min, equipes da DRACO/DEIC foram a campo para o cumprimento dos mandados de busca e apreensão ainda pendentes de cumprimento, bem como do novo mandado de busca expedido na tarde de quinta. Em um apartamento localizado na cidade de São José foi apreendida grande quantidade de dinheiro da organização criminosa voltada ao tráfico de drogas. Policiais civis da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE) apoiaram nas diligências.

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Mais de 50 presos, apreensão de drogas, R$ 60 mil, celulares e anotações do tráfico. Esse é o balanço da Operação “Network” da Polícia Civil de Santa Catarina até a tarde desta quinta-feira (25), que combate organização criminosa envolvida em tráfico de entorpecentes e comércio ilegal de armas de fogo.

 A ação busca cumprir 150 mandados expedidos pela Justiça, sendo 83 mandados de prisão temporária e 67 mandados de busca e apreensão. São 12 meses de investigação, coordenada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DRACO/DEIC).

A operação que foi desencadeada ainda na madrugada, abrange 10 cidades catarinenses (Florianópolis, São José, Biguaçu, Palhoça, Governador Celso Ramos, Canelinha, Criciúma, Itapema, Taió, Pouso Redondo) e o município de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Foram mobilizados 330 policiais civis de Santa Catarina, com o apoio da Polícia Civil gaúcha.

 “Esta investigação começou em 2019 sobre um indivíduo que possui uma rede de contatos de aproximadamente 83 pessoas no entorno dele. Por isso a operação foi batizada de Network”, pontuou o delegado responsável pelas investigações, Antônio Cláudio Joca, da DRACO/DEIC.

Segundo o delegado, o investigado responsável pelo comércio ilegal de arma de fogo articulava com alvos nas ruas da Grande Florianópolis, onde negociava armas de grosso calibre, fuzil, pistolas e grande quantidade de drogas. Joca atribui o sucesso da operação aos “dedicados policiais civis da DRACO e de todo o Estado de SC que participaram”. Foram presas 52 pessoas e houve apreensão de maconha e cocaína.

Foto de armas gerou investigação

A investigação começou a partir de uma foto de armamento que a Polícia Civil recebeu em grupos de rede social, onde integrante de organização criminosa estava negociando as armas. Para o diretor da DEIC, delegado Luis Felipe Fuentes, esta é mais uma operação de grande vulto da Polícia Civil que visa manter a pressão sobre essa facção criminosa.

“É importante que as unidades policiais continuem o que estão fazendo em todo o Estado e esta dedicação na investigação complexa e bastante complicada, tendo em vista ainda a pandemia. Mas conseguimos um esforço conjunto de várias unidades e outras delegacias que nos prestaram apoio para trazer à Justiça o máximo de pessoas envolvidas com essa organização criminosa", assinalou o diretor.

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Polícia Civil deflagra Operação Network para cumprir 150 ordens judiciais contra organização criminosa


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A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DRACO/DEIC), deflagrou na manhã desta quinta-feira, 25, a Operação Network. A ação tem como objetivo o cumprimento de 83 mandados de prisão temporária e 67 mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa voltada à prática de tráfico de drogas e ao comércio ilegal de armas de fogo. A operação conta com a participação de todas as diretorias de Polícia.

Os policiais civis se reuniram ainda de madrugada na sede da DEIC para o começo da operação e em seguida saíram para cumprir as ordens judiciais. As primeiras informações são de que houve prisões e apreensões de droga, conforme o responsável pelas investigações, delegado Antônio Seixas Joca, titular da DRACO/DEIC. Mais detalhes serão divulgados ao longo do dia.

Investigações

Durante a investigação foram observadas inúmeras negociações envolvendo o comércio ilegal de armas de fogo, incluindo armamento de grosso calibre, como diversos fuzis AK 47.

Foi constatada ainda a comercialização de grande quantidade de drogas por integrantes dessa organização criminosa. As 150 ordens judiciais expedidas pela Vara Criminal da Região Metropolitana da Capital, após parecer favorável da 39ª Promotoria de Justiça da Capital, estão sendo cumpridas nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. São 11 cidades: Florianópolis, São José, Biguaçu, Palhoça, Governador Celso Ramos, Canelinha, Criciúma, Itapema, Taió, Pouso Redondo e Novo Hamburgo (RS).

Mais de 300 policiais civis mobilizados

Participam da Operação 330 policiais civis de Santa Catarina, dentre os quais todas as equipes da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), com o apoio das Delegacias de Polícia da DPGF (Diretoria da Grande Florianópolis), DPOL (Diretoria do Litoral), DPOI (Diretoria do Interior), DIFRON (Diretoria de Fronteira), SAER (Serviço Aeropolicial Civil), ACADEPOL (Academia da Polícia Civil), DIPC (Diretoria de Inteligência), Canil Central da PC-SC, além do apoio da DRACO/RS.

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Menos furtos e roubos, menos feminicídios e menos latrocínios. Os índices de criminalidade diminuíram em Santa Catarina entre os meses de janeiro e junho de 2020. Estes e outros indicadores foram apresentados ao governador Carlos Moisés nesta segunda-feira, 22, pelos integrantes do Colegiado de Segurança Pública, em reunião na Casa d’Agronômica. O uso da tecnologia é um dos fatores que garantiram o resultado, já que permite maior agilidade e eficiência no registro e atendimento de ocorrências.

“Santa Catarina é um Estado respeitado pelo trabalho que desenvolve na área da Segurança Pública. Queremos reconhecer o trabalho de homens e mulheres que se dedicam a esta missão, com coragem, inteligência e integração”, frisou Carlos Moisés.

O governador também afirmou que o uso da tecnologia é um caminho sem volta nas ações do setor. “É o significado de fazer mais com menos. A tecnologia traz mais eficiência tanto para quem precisa quanto para quem presta o serviço. Temos como desafio avançar cada vez mais nesta temática”, disse.

Redução da violência e criminalidade

Segundo as informações do Colegiado Superior de Segurança Pública de Santa Catarina, entre 1 de janeiro e 22 de junho de 2020, o número de latrocínios (roubo seguido de morte) teve uma redução de 75,3 % no comparativo com o mesmo período de 2018 - é o melhor índice da série histórica desde 2008.

Os furtos e roubos a instituições financeiras também tiveram uma redução de 47,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, até o dia 22/06, não houve registro de utilização de explosivo e, na grande maioria dos casos, não houve consumação do furto ou roubo - ou seja, os criminosos não conseguiram êxito na ação.

Os roubos e furtos a residências, comércios, transeuntes e transportes de carga também diminuíram no Estado. No crime de roubo, a taxa de ocorrências para cada 100 mil habitantes chegou a atingir 134,9 em 2016 e hoje está em 68,7, sendo 2020 o melhor ano da série histórica.

Na análise do período (1 de janeiro a 22 de junho), também foi registrada queda de 23,3 % nos casos de feminicídio. A comparação é com o mesmo período de 2019.

Tecnologia e resolutividade

O uso da tecnologia compõe outro dado importante nos indicadores da Segurança Pública. Em janeiro de 2020, o percentual de registros de boletins de ocorrência via delegacia virtual representava apenas 22,8%, número que subiu para 54,1% em junho, sendo agora o maior canal de registro de ocorrência do Estado. Isso representa serviços mais acessíveis à população e economia de recursos ao Estado.

O presidente do Colegiado de Segurança Pública, delegado-geral Paulo Koerich, destaca o trabalho da Segurança Pública na resolutividade dos casos. Atualmente, a média catarinense está em 75% dos casos.

“Queremos bater essa marca. No ano passado nós já superamos o percentual de 70%. Se pegarmos como referência o número de homicídios, por exemplo, nós temos hoje em Santa Catarina mais de 196 municípios sem nenhum caso sequer. Isso demonstra a qualidade da Segurança Pública catarinense, e, por outro lado, aumenta a nossa responsabilidade. Este ano nós já temos 54% de resolução dos casos de homicídio, o que nos permite projetar um percentual maior que o registrado no ano passado”, finalizou Koerich.

Também participaram da reunião os demais integrantes do Colegiado Superior de Segurança Pública de Santa Catarina: comandante-geral da Polícia Militar, Dionei Tonet; comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Charles Alexandre Vieira; e o perito-geral do IGP, Giovani Adriano.

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 Cão Argos ajudou na apreensão de ecstasy e frascos químicos     Foto: Divulgação/ Polícia Civil

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira, 18, uma nova fase da operação “Voisin”, que visa cumprir mais de 20 mandados de buscas e apreensões e 18 prisões preventivas no bairro Monte Cristo, especificamente, na localidade que é conhecida por “Pasto do Gado”, em Florianópolis. Até por volta das 10h, nove pessoas haviam sido presas, sendo oito delas por mandado de prisão e uma presa em flagrante. O trabalho é realizado pela Central de Investigações do Continente (CICON) e pela 3ª Delegacia de Polícia da Capital (3ªDPCAP).

No início de 2019, policiais da 3ª Delegacia de Polícia investigavam delitos correlacionados com o crime de tráfico de drogas, quando descobriram a atuação de duas supostas organizações criminosas que estariam agindo na comunidade do “Pasto do Gado”.

Associado aos trabalhos que á estavam sendo desenvolvidos pela Central de Investigações do Continente (CICON) para coibir a ação dessas perigosas facções criminosas, especialmente na área continental e no “Pasto do Gado”, os trabalhos da 3ªDPCAP  e da CICON foram reunidos em um complexo inquérito policial com nove volumes.

Além das diligências realizadas pela 3ª DPCAP, que já materializaram uma enorme gama de crimes que estavam sendo cometidos naquela comunidade, a CICON também deflagrou três fases de operações ao longo do curso do referido inquérito policial, nas quais foram cumpridas várias buscas domiciliares, prisões temporárias, apreensões consideráveis de drogas, bem como um veículo utilizado para o transporte das substâncias ilícitas.

Também foram reunidas outras provas que cabalmente materializaram tanto a prática do crime de tráfico de drogas, quanto à existência das duas organizações criminosas que agem na região.

Trabalho integrado

Frisa-se que o trabalho diariamente desenvolvido pela Polícia Militar na localidade também foi primordial para o sucesso das investigações, que em parceria com a CICON conseguiu realizar apreensões e outras diligências que foram de suma importância na localidade.

Nesse sentido, após a reunião de todos os trabalhos realizados, o referido inquérito policial foi finalizado e encaminhado à Vara Criminal da Região Metropolitana de Florianópolis, para uma análise dos trabalhos realizados, tanto pelo Judiciário, quanto pelo Ministério Público.

Após as análises realizadas e a manifestação que foi elaborada pelo promotor de Justiça da 39ª Promotoria da Capital, o Juiz do já citado juízo decretou 18 mandados de prisões preventivas dos investigados e cerca de 20 mandados de buscas domiciliares, sendo que todos os indiciados tiveram suas prisões preventivas decretadas, dentre outros, pelo crime de integrar organizações criminosas.

As investigações iniciais foram capitaneadas pela equipe de investigação da 3ª DPCAP, sob a coordenação do delegado André Marafiga, sendo que a presidência do procedimento policial que reuniu os inquéritos que estavam em andamento na 3ª DPCAP e na CICON foi realizada pela Equipe da CICON, sob a chefia do delegado João Fleury.

A operação desta quinta-feira está sendo coordenada pela CICON, com apoio da CILS, DRR, 3ª e 4ªDPCAP, DIC da Palhoça, DIC de São José e do 22º e do 7º Batalhão de Polícia Militar.


Apreensão de ecstasy e frascos químicos

Com a ajuda do cão Argos, foram apreendidos 150 comprimidos de ecstasy e dois frascos com líquidos químicos para produção de drogas sintéticas.

“Esta quarta fase da operação é mais uma ação importante contra a atuação das organizações criminosas porque desmantela o bando ao prender as suas principais lideranças e traz a paz social para a localidade”, afirma o delegado João Fleury, da CICON, responsável pelas investigações.


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Foto: Divulgação/ IGP

O Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP/SC) disponibilizará à população catarinense, a partir das 13h desta quinta-feira, 18, a segunda via da carteira de identidade pela internet. A nova ferramenta foi desenvolvida pelo Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) após solicitação do IGP.

“No momento em que uma pandemia assola o mundo, esta ferramenta diminuirá a circulação de pessoas nas unidades de atendimento do IGP e Postos de Identificação conveniados, fazendo com que elas se dirijam ao IGP apenas uma vez, para retirar o documento pronto. O Instituto segue trabalhando para proporcionar à sociedade catarinense a qualidade e excelência nos serviços prestados”, ressalta o perito-geral do IGP, Giovani Eduardo Adriano.

Para ter direito a 2ª Via Rápida o solicitante deve acessar o site do IGP, no link: www.igp.sc.gov.br/carteira-de-identidade/agendamento-da-carteira-de-identidade/. É necessário ter feito a primeira via do documento em Santa Catarina. A emissão só ocorrerá após o pagamento da taxa (R$ 38,78, guia DARE), cujo boleto será gerado antes do término da solicitação e apenas no site do IGP.

Objetivo é agilizar atendimento

Por ano, o IGP emite mais de 550 mil carteiras de identidade em Santa Catarina, e cerca de 70% delas são de segundas vias.

“O nosso objetivo é ampliar e agilizar o atendimento no setor de identificação civil, sem a necessidade de abertura de novas unidades de atendimento, contratação de novos atendentes ou aquisição de novos equipamentos, mas utilizando a tecnologia para automatizar as solicitações de documentos que já foram emitidos para o cidadão catarinense”, explica o diretor do Instituto de Identificação, Fernando Souza.

A própria ferramenta dirá ao cidadão se ele se encaixa ou não nos requisitos mínimos para poder solicitar a 2ª via rápida da carteira de identidade em Santa Catarina. Caso não se encaixe, o sistema o direcionará para o agendamento presencial.

Importante saber:

- O documento emitido na solicitação de uma 2ª via rápida terá exatamente os mesmos dados da última emissão em SC.

- Somente o próprio requerente poderá retirar a 2ª via rápida, sem exceções. No caso de menores de 16 anos, o responsável legal deverá estar junto para que o documento seja entregue.

- Por questões de segurança, as retirada da 2ª via rápida ocorrerá inicialmente somente em unidades do IGP/SC, após confronto papiloscópico para certificar a identidade do retirante presencial como sendo a mesma do requerente virtual.

- Qualquer alteração que necessite ser feita nos dados da carteira de identidade implicará obrigatoriamente na necessidade de atendimento presencial no IGP ou Postos de Identificação conveniados.

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Bruna Campos
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Foto: Divulgação / SSP

Apesar de ativo desde janeiro de 2019, a criação do Colegiado Superior de Segurança Pública foi formalizada pela Lei complementar nº 741, que completou um ano na última sexta-feira, 12. Criado dentro da Reforma Administrativa do Governo do Estado, o modelo é pioneiro e único no país e possibilita que as quatro instituições definam os rumos da segurança pública do Estado.

No Colegiado, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Instituto Geral de Perícias analisam e decidem em comum acordo assuntos relevantes para a segurança de Santa Catarina. Os representantes possuem total autonomia, e, a cada ano, o presidente do colegiado é alterado. 

"A integração e soma de esforços das instituições que compõem o colegiado faz com que aconteça, na prática, a aproximação entre os órgãos do setor, o que é muito produtivo e saudável para toda a sociedade catarinense", avaliou o comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Dionei Tonet.

Queda histórica dos índices de criminalidade

O novo modelo de gestão tem mostrado efeitos positivos nos índices de criminalidade. No último ano, a Segurança Pública de Santa Catarina apresentou queda em diversos indicadores. Os feminicídios, por exemplo, caíram 27%; os homicídios registraram o menor índice em 12 anos, já os latrocínios chegaram a atingir uma queda de 80% neste ano e os roubos e furtos a instituições financeiras registraram uma queda de 70%.

Os dados são semanalmente registrados pela Gerência de Estatística e Análise Criminal e são discutidos pelo colegiado todas as semanas.

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Foto: Divulgação / SSP

O incêndio que assustou moradores do Maciço do Morro da Cruz, em Florianópolis, no início deste mês, começa a ser esclarecido. Uma força-tarefa realizada na tarde dessa terça-feira, 9, reuniu Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Instituto Geral de Perícias na tentativa de esclarecer o que causou o incêndio, onde ele se iniciou e se foi uma ação criminosa.

Na ação, equipes do 1º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede na Capital e do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar, voltaram ao local, desta vez, com apoio investigativo dos peritos do Instituto Geral de Perícias e da 1º Delegacia de Polícia da Capital, que abriu inquérito para apurar as causas e a autoria do incêndio.

Na perícia técnica realizada no local, as equipes definiram o caminho percorrido pelas chamas e a origem do incêndio. O uso de drone do CBMSC auxiliou na visualização completa da extensão da área atingida.

Agora, Polícia Civil e IGP seguirão nas investigações para apurar quem foi o autor do incêndio, caso seja comprovada uma ação criminosa na área. Os peritos do Corpo de Bombeiros Militar seguem com a análise das causas do incêndio.

Ortomosaico garante precisão nas medidas

Na área, a equipe do Batalhão de Operações Aéreas criou um ortomosaico, com a utilização do drone. Esta ferramenta traz fotos detalhadas do terreno, com sobreposição de imagens do local no Google Maps. Ele também cria uma imagem em 3D da área, que será utilizada para estudos futuros.

O incêndio

O incêndio ocorreu no final da tarde do dia 31 de maio e se estendeu até a meia noite, em uma área de vegetação próxima a residências no Morro da Descoberta. Na data, 30 bombeiros do 1º Batalhão de Bombeiros Militar utilizaram seis caminhões para o combate das chamas.

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