Estão abertas as inscrições para a VIII Mostra de Experiências de Humanização com o tema HumanizaSUS na contemporaneidade. O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Escola de Saúde Pública, tem como objetivo novas possibilidades de promoção da qualidade na gestão e no cuidado do Sistema Único de saúde (SUS).

O evento será realizado no dia 25 de outubro, no prédio das Escolas de Governo, em São José. As inscrições devem ser feitas neste link até o dia 11 de outubro. As vagas são limitadas para 90 participantes. Após a realização da inscrição, como participante, poderá ser feita a inscrição para apresentação de trabalho na mostra. 

Quem pode se inscrever

Serão selecionados 30 trabalhos para apresentação na modalidade oral, além de pôsteres. Nos trabalhos orais, os expositores terão 20 minutos para apresentação da experiência, com mais cinco minutos para debate. Já os pôsteres serão fixados na chegada, durante o credenciamento. Podem se inscrever profissionais, estudantes, gestores ou usuários da saúde com experiências de humanização na gestão e na atenção do SUS ou em redes e movimentos sociais. Também são aceitas experiências em secretarias estaduais e municipais de Saúde e em atividades de formação em educação permanente em saúde e humanização.

Eixos temáticos

Valorização do Trabalho e do Trabalhador: experiências com enfoque em ações de humanização voltadas aos trabalhadores, ao aprimoramento da gestão do trabalho, à educação permanente, à promoção de saúde no trabalho tendo como base as diretrizes da Política Nacional de Humanização.

Direitos do Usuário e Participação Social: experiências sobre o fomento da participação do usuário nos serviços. Gestão participativa com inclusão dos usuários. Estratégias de difusão e fortalecimento dos direitos dos usuários tendo como base a carta dos direitos do usuário, homologada pelo Conselho Nacional de Saúde e Ministério da Saúde.

Serviço 

VIII Mostra de Experiências de Humanização
Data: 25 de outubro, sexta-feira
Local: prédio das Escolas de Governo, localizado na Rua Tulipas, 236, no bairro Bela Vista III, em São José, anexo a UBS do Bela Vista.
Inscrições: até 11 de outubro, no link
E-mail e telefone para contato: espsc@saude.sc.gov.br e divisaopnh@gmail.com 
(48) 3664-7222 e 3665-4664

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Foto: Divulgação / Dive

Vacinar todos os anos cães e gatos é a forma mais efetiva de prevenir a raiva. A doença é altamente letal e é fundamental tomar medidas de prevenção, reforça a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), da Secretaria de Estado da Saúde, em alusão ao Dia Mundial Contra a Raiva, celebrado em 28 de setembro.

A raiva pode ser transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente através de mordidas, mas arranhões e lambidas também podem ser meios de transmissão.  “É importante não se aproximar, tocar ou mexer em animais que você não conhece, ainda mais quando estiverem se alimentando ou dormindo. As pessoas não devem tocar, nem manusear os morcegos, que podem transmitir a doença” alerta Alexandra Schlickmann Pereira, médica veterinária da Dive.

O gerente de Zoonoses da Dive, João Fuck, alerta que no caso de incidentes com animais, como mordidas, é fundamental lavar o ferimento com água e sabão. “Depois é preciso procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível. Os profissionais vão avaliar o ferimento e indicar o tratamento adequado”, explica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vacina e soro antirrábico. A Dive reforça que em caso de acidente, o animal deve ficar em observação por 10 dias, com água e comida disponíveis. Caso morra ou desapareça, é preciso comunicar a Unidade de Saúde.

Dados da raiva

No ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11 casos de raiva humana no país (10 casos autóctones no estado do Pará e um caso importado no Paraná).

Em Santa Catarina, a Dive confirmou em maio desde ano, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente no município de Gravatal, por conta da doença. Ela foi mordida por um gato infectado. O Estado não registrava casos de raiva humana há 38 anos. Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em SC foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e 2016, em Jaborá (um cão).

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Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
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Foto: Mayla Barbi/SES

Unidades hospitalares de Santa Catarina vão receber mais de R$ 300 milhões em investimentos a partir da nova Política Hospitalar Catarinense. O montante, que é três vezes maior em relação a 2018, será repassado em 12 parcelas mensais. A nova política definiu critérios e classificações para repasse aos hospitais com base em um amplo estudo técnico realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A partir dessas regras, o Governo do Estado vai garantir mais transparência na gestão dos recursos públicos com o objetivo de ampliar os serviços e melhorar o atendimento ao cidadão.

As novas normas estão baseadas em critérios estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A política é organizada a partir da definição dos serviços de saúde que, de forma regionalizada, são referência para o atendimento dos catarinenses. Uma atenção especial é dedicada para as linhas de urgência e emergência, materno-infantil e atenção psicossocial. A principal alteração é que, a partir da nova política hospitalar, os serviços receberão incentivo financeiro mensal de acordo com o porte da unidade e análise de desempenho. Todos os critérios e classificações são públicos e estão disponíveis para consultas neste link.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, a transparência e uso adequado dos recursos públicos são os principais avanços da nova política, que estabelece mudanças na relação entre gestores e prestadores de serviços. “Uma Política Hospitalar Catarinense era um pleito de mais de dez anos dos dirigentes de hospitais junto ao Estado”, afirma o secretário. “É uma entrega que o Governo de Santa Catarina fez nos seus primeiros oito meses de gestão, um processo construído com muito cuidado para que a população de todo o estado pudesse ser beneficiada com uma saúde regionalizada e resolutiva”.

A construção do projeto começou em 2018 e os critérios de classificação foram aprimorados pela Comissão Hospitalar de 2019. Toda a matriz de avaliação de desempenho foi apresentada e discutida nas Câmaras Técnicas Hospitalar e de Gestão/CIB, nas associações e federações dos hospitais filantrópicos e com os gestores.

Critérios para distribuição de recursos

A nova Política Hospitalar Catarinense estipula como critérios para definição de portes hospitalares os seguintes itens: número de leitos, número de leitos de UTI adulto, número de leitos de UTI pediátrica, número de leitos de UTI neonatal, taxa de ocupação geral, quantidade de clínicas com internação, exames diagnósticos disponibilizados, número de altas complexidades habilitadas e rede temática com serviço habilitado.

A Política Hospitalar Catarinense identificou 117 unidades hospitalares, sendo 96 filantrópicas ou municipais e outras 21 próprias da Secretaria de Saúde. Há ainda recursos para Unidades de Interesse da Saúde (UIM) e de Saúde Mental. Os recursos representam um investimento de R$ 303,7 milhões e podem ser utilizados para custeio e manutenção. O desempenho de todos os hospitais será avaliado mês a mês e, no segundo semestre de 2020, as classificações serão analisadas para o ano seguinte.

Repasse de acordo com o porte do hospital:

Porte I: até R$ 30 mil
Porte II: até R$ 70 mil
Porte III: até R$ 450 mil
Porte IV: até R$ 1 milhão
Porte V: até R$ 2 milhões

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Foto: Divulgação / Maternidade Darcy Vargas

A Maternidade Darcy Vargas (MDV), de Joinville, participa do projeto Palhaçoterapia para integrar os servidores. As ações começaram em 2019 e a primeira turma de “palhaços” já atuou em diversos setores da unidade, que é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES). A iniciativa partiu da servidora Carla Gisele Vaichulonis, que teve a ideia de criar um grupo e participar do projeto de extensão Palhaçoteria, realizado pela Universidade da Região de Joinville (Univille), no início deste ano.

Inicialmente, a Palhaçoterapia é uma proposta voltada para os profissionais de saúde levarem alegria e descontração aos pacientes internados, mas o caso da unidade hospitalar no Norte de SC é diferente. O foco da iniciativa são os próprios servidores. “O grupo de palhaços é voltado exclusivamente aos profissionais que trabalham aqui. São servidores que se interessaram pelo curso e atuam junto aos setores da unidade para trazer alegria, descontração e elevar a autoestima de todos. Com isso, temos a oportunidade de integrar todas as alas, motivando a nossa equipe”, explica a diretora da MDV, Vera Lúcia Freitas.

Seis funcionários da maternidade realizam os encontros semanais de capacitação do Palhaçoterapia desde março deste ano e já há novos interessados em participar. “O treinamento faz a pessoa crescer e se confrontar. É um trabalho com psicólogos e que ajuda a pessoa a se conhecer e se curar, para que ela possa transmitir boas energias e cura a outros”, explica Carla. O objetivo é que os servidores atuem como palhaços uma vez ao mês, nos três turnos de trabalho da maternidade.

Sobre a Palhaçoterapia

O Palhaçoterapia, que completou 13 anos, é um projeto de Extensão da Univille. Tem o objetivo de resgatar na formação dos estudantes a preocupação com os aspectos humanísticos no cuidado à saúde. Utiliza-se da técnica do clown (palhaço), figura que representa o aspecto puro e ingênuo da personalidade e que percebe o ser humano de forma semelhante ao poeta. Após um período de preparação, que inclui conhecimentos em psicologia, aulas de teatro e técnica clown, os grupos visitam semanalmente hospitais de Joinville. Acadêmicos de medicina, fisioterapia e farmácia realizam as capacitações.

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Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

O governador Carlos Moisés assinou em Blumenau, na tarde desta segunda-feira, 23, um convênio de R$ 3 milhões para o Hospital Santo Antônio. Os recursos serão utilizados para custeio de serviços. Conforme o governador, o aumento significativo no apoio financeiro aos hospitais filantrópicos é possível porque o Estado está revendo contratos, cortando gastos e enxugando a máquina pública.

"É muito importante administrar para as pessoas. Quem trabalha num hospital sabe como nosso tempo aqui é passageiro. Sempre digo isso para a equipe de governo, que precisamos administrar pensando em diminuir o sofrimento das pessoas", declarou Carlos Moisés.

>>> Governador libera R$4 milhões para melhoria do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau

>>> Carlos Moisés anuncia reforço de efetivo e investimentos para Polícia Militar em Blumenau

O secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino de Souza, lembrou que o Hospital Santo Antônio presta um atendimento de excelência à população e que os recursos auxiliarão nos serviços. "Precisamos reconhecer os hospitais que fazem entregas e dar o apoio necessário para que mantenham suas atividades. Esperamos que este hospital continue buscando a excelência e, assim, o Estado sempre será parceiro", afirmou.

De acordo com o presidente do Conselho Curador do Hospital, Jorge José Cenci, o aporte financeiro vem em boa hora. "É um feito histórico para esta entidade, que presta um serviço muito importante para Blumenau e região. Em algumas especialidades, somos referência para mais de 50 municípios", relatou.

Homenagem a Hospital Santa Isabel e associação

Mais cedo, o governador homenageou o Hospital Santa Isabel e a Associação Renal Vida com uma placa para cada, alusivas à contribuição das entidades para fazer de Blumenau uma referência em transplantes de órgãos. Na última semana, Carlos Moisés sancionou uma lei que torna Blumenau a Capital Catarinense dos Transplantes de Órgãos. O projeto de origem é de autoria do deputado estadual Ricardo Alba, que também participou das homenagens.

O diretor executivo do Hospital Santa Isabel, Juliano Petters, parabenizou o trabalho realizado pela SC Transplantes e pelas entidades filantrópicas de Blumenau. "É muito bom ter a nossa cidade reconhecida como a Capital Catarinense dos Transplantes. Os pacientes são a nossa razão de existir, é por eles que fazemos isso", afirmou, referindo-se aos transplantados que assistiram à homenagem. O presidente da Associação Renal Vida, Roberto Benvenutti, recebeu a placa destinada à entidade.

Nova política hospitalar

Além da homenagem, Carlos Moisés lembrou que o Governo do Estado será parceiro da entidade com a nova política de repasses à rede filantrópica. Os hospitais Santa Isabel e Santo Antônio estão classificados como porte 4, o que significa que cada um poderá receber aproximadamente R$ 1 milhão por mês a partir de 2020. 

"Quando estive aqui (no Santa Isabel) na última vez, soube que o investimento do Estado era praticamente nulo e senti que precisávamos corrigir essa situação. Vamos aumentar o investimento não porque o governador ou o secretário gostaram do hospital, mas porque temos aqui uma entidade que realmente faz entregas à sociedade", frisou o governador.

O Governo de Santa Catarina planeja repassar até R$ 300 milhões para 96 hospitais filantrópicos no ano que vem. A distribuição dos recursos entre as entidades atende a critérios técnicos, como número de leitos, leitos de UTI e salas cirúrgicas.

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Foto: Mayla Barbi / SES

Quase dois dias a menos de internação hospitalar e redução de mais de quatro horas no pronto-socorro. Esses são alguns dos resultados do segundo ciclo do Projeto Lean nas Emergências, em 20 unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) participantes. Os números foram divulgados nesta quarta-feira, 18, pelo Ministério da Saúde (MS). Em Santa Catarina, o Hospital Hans Dieter Schmidt (HHDS) é uma das unidades participantes desse ciclo.

Para o diretor do HHDS, Evandro Rodrigues Godoy, as mudanças com o uso das ferramentas do Lean são notáveis. "Conseguimos observar um maior engajamento da equipe, além de termos uma resposta mais rápida para resolvermos a lotação no pronto-socorro", observa. Godoy também ressalta que o projeto tem trazido uma mudança de cultura para o hospital. "Esse movimento visa a proporcionar à sociedade catarinense uma vida mais longa e com mais qualidade através de um atendimento mais resolutivo e que permita eliminar gradativamente todo e qualquer desperdício", pontua.

No geral, os 20 hospitais participantes mostraram redução de 55% do indicador de lotação, 44% na diminuição do tempo de permanência de internação e 40% na redução do tempo de passagem pela urgência até a alta. De acordo com o MS, isso garante não só uma maior oferta de leitos dos hospitais como a diminuição do desgaste emocional do paciente, de seu acompanhante e da equipe médica.

Após a intervenção, o período de espera no pronto-socorro das unidades passou de 11 horas para, em média, seis horas e 20 minutos. O paciente que busca atendimento nessas emergências fica quase quatro horas e meia a menos no pronto-socorro, considerando o período desde a entrada na unidade de saúde, passando pela triagem, consulta, administração de medicamentos e exames, até a alta médica. Esse resultado é reflexo da organização dos fluxos.

Ao todo 36 hospitais de todas as regiões do país fizeram parte das duas primeiras etapas, nas quais 800 profissionais foram treinados na metodologia Lean nos serviços de emergência. Em julho, o MS lançou o terceiro ciclo com 20 hospitais participantes, em uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Dentre eles estão o Hospital Hans Dieter Schmidt, em Joinville, e o hospital Governador Celso Ramos, de Florianópolis. No primeio ciclo participou o Hospital Regional São José. 

Sobre o Lean

O Projeto Lean nas Emergências é realizado pelo MS em parceria com o Hospital Sírio Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS). Em 2019 completa dois anos e tem como principal objetivo reduzir a superlotação dos serviços de urgência e emergência do SUS. O projeto já está no terceiro ciclo, executando a terceira visita de intervenção nos hospitais participantes para implementação das ferramentas de gestão.

* Com informações do Ministério da Saúde

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Foto: Divulgação / Instituto Ideas

O Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), localizado em Criciúma, comemorou nesta quarta-feira, 18, o nascimento do bebê de número dois mil. Daniel veio ao mundo por cesárea gemelar, às 13h13, pesando 2,270 quilos e com 44,7 centímetros. O irmão dele, Danilo, que nasceu dois minutos antes, tinha 2,158 quilos e 44 centímetros. Eles são filhos de Mariana Rodrigues e Gabriel da Silva, moradores de Balneário Rincão.

Os bebês e a mãe passam bem. Logo após o parto, os irmãos foram encaminhados para acompanhamento na UTI neonatal devido à prematuridade. A mãe estava com 33 semanas e dois dias de gestação.

O HMISC é administrado pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde. O primeiro bebê nascido na nova maternidade foi Esther Soares Peruqui, às 16h29min do dia 17 de dezembro de 2018. Pesava 3,092 quilos e media 47 centímetros. Laura Aguiar foi a milésima. Ela nasceu às 23h30min, de 9 de maio deste ano, de parto normal, com 49,5 centímetros e 3,4 quilos.

A nova maternidade foi inaugurada em 1º de dezembro de 2018 e é referência para nascimentos em Criciúma e região via Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a capacidade da unidade materno-infantil é de 300 partos mensais.

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Dois shows beneficentes no dia 12 de outubro arrecadarão recursos para o setor de Oncologia do Hospital Infantil Joana de Gusmão. Trata-se do espetáculo "A Arca do Bem", da escola de música Rafael Bastos. Os concertos acontecerão no Teatro Ademir Rosa, no CIC, com início programado para 16h e 19h. Serão interpretadas 15 músicas com tema infantil dos artistas Vinicius de Moraes e Toquinho, em alusão ao musical Arca de Noé, da década de 1980.

“Estamos sempre em busca de parcerias para melhorar os nossos serviços. Aceitamos de pronto essa oportunidade. É uma causa nobre”, explica a chefe do serviço de Oncologia do Hospital Infantil, Tatiana El-Jaick.

A expectativa dos organizadores é arrecadar até R$ 80 mil em prol do Hospital Infantil. Os ingressos podem ser adquiridos por meio dos sites www.arcadobem.com.br ou www.blueticket.com.br. Os valores são de R$ 75 para adulto e R$ 35 infantil.

Serviço

O quê? Shows em prol do setor de Oncologia do Hospital Infantil Joana de Gusmão
Quando? 12 de outubro, 16h ou 19h
Onde? Teatro Ademir Rosa, no CIC
Quanto? R$ 75 adulto; R$ 35 infantil


Transplante inédito de rim e coração realizado no último domingo, 15, no Hospital Santa Isabel. Foto: Gabriel Silva / Hospital Santa Isabel

O governador Carlos Moisés sancionou o projeto de lei que faz de Blumenau a Capital Catarinense de Transplantes de Órgãos. A medida tem como objetivo reconhecer o município pela qualidade e quantidade de procedimentos realizados. A proposta é de autoria do deputado estadual Ricardo Alba. A sanção será publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta terça-feira, 17.

De acordo com o governador, o reconhecimento vem acompanhado de um apoio do Estado que até então era inexistente. "O Hospital Santa Isabel realiza um trabalho de referência tanto para Santa Catarina como para o Brasil. E agora a unidade entra no planejamento para receber recursos do Governo do Estado, conforme a nossa nova política hospitalar. Acredito que, por conta da sua classificação e do que entrega na comunidade, o hospital de Blumenau vai receber mais de R$ 1 milhão por mês", afirma.

Carlos Moisés aproveitou a sanção do projeto de lei para chamar atenção para a necessidade de se declarar doador. "Existe gente trabalhando incansavelmente para coletar, transportar e transplantar os órgãos. Se não houver doadores, todo esse aparato cai por terra", afirmou.

Em Santa Catarina, os transplantes de órgãos vem batendo sucessivos recordes neste ano. A SC Transplantes registrou recorde na doação de órgãos em julho, com 34 procedimentos, além do melhor desempenho já registrado em um mês de fevereiro em 20 anos, com 24 doações de múltiplos órgãos. No início do ano, o Governo do Estado colocou o helicóptero que atende o governador à disposição para transportar órgãos entre os hospitais catarinenses. Até julho deste ano, o Hospital Santa Isabel aparece em primeiro lugar em transplantes de fígado e rim no Estado, conforme dados da SC Transplantes. No último domingo, 15, a unidade também foi destaque ao realizar um transplante inédito no Estado. Uma mulher de 35 anos recebeu, no mesmo dia, coração e rim.


Foto: Mauricio Vieira / Secom

Reconhecimento a um trabalho que salva vidas

Na justificativa do projeto de lei, Alba lembrou da equipe multiprofissional do Hospital Santa Isabel, que fez de uma pequena unidade hospitalar uma referência nacional para serviços de alta complexidade, como transplantes de coração, córnea, rim, fígado, pâncreas e rim-pâncreas. "Esse é um reconhecimento aos profissionais, às entidades, aos doadoes e, enfim, a todo esse sistema que salva vidas. Esse título possibilita às entidades uma visibilidade maior tanto do Governo do Estado quanto do Governo Federal, além de poder captar recursos na iniciativa privada", observa o autor do projeto.

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Foto: Gabriel Silva / Hospital Santa Isabel

Santa Catarina registrou mais uma marca expressiva em relação aos transplantes. Neste domingo, 15, foi realizado um procedimento inédito no estado: o primeiro transplante de rim e coração em um mesmo paciente. O procedimento foi realizado no Hospital Santa Isabel, em Blumenau, em uma mulher de 35 anos, que recebeu os dois órgãos no mesmo dia. 

O transplante cardíaco é considerado complexo, já que o coração tem sobrevida de quatro horas fora do corpo, o que requer rápida ação das equipes de transporte e cirurgia. Nesse caso, as aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar/Samu, por solicitação da SC Transplantes, transportaram o material necessário para o teste de compatibilidade de Florianópolis para Blumenau. Ao todo foram 35 minutos entre a coleta do material e a entrega no destino na manhã deste domingo.

Esse é o quinto transplante cardíaco realizado no Hospital Santa Isabel apenas em 2019. O transplante de rim foi feito no período da noite. Outros dois receptores, que estavam internados no Hospital Santa Isabel, receberam pâncreas, rim e fígado.

“O procedimento, que foi realizado separadamente por duas equipes do Hospital Santa Isabel, é inédito e devolveu a saúde à paciente, que aguardava na fila com problemas cardíacos e insuficiência renal”, ressalta o coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade. Ele destaca que a cirurgia inédita mostra o avanço de Santa Catarina. Em 2019, a SC Transplantes completa 20 anos. “Isso mostra a maturidade do sistema estadual de transplante de órgãos no estado, que cada vez mais vem realizando procedimentos complexos para salvar a vida dos pacientes”, completa.

Recordes em 2019

Em 2019, a SC Transplantes registrou recorde na doação de órgãos em julho, com 34 doações, além do melhor desempenho já registrado em um mês de fevereiro em 20 anos, com 24 doações de múltiplos órgãos. O percentual de famílias que não autorizam a doação em Santa Catarina tem caído e atualmente é de 27,4%. A meta é chegar ao índice de 10% de rejeição. Para aqueles que querem ser um doador, basta avisar a família. 

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