Foto: James Tavares / Arquivo / Secom

Eliminar os criadouros do mosquito é o principal objetivo do Dia D de mobilização contra o Aedes aegypti em Santa Catarina, que será neste sábado, 23. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) reforça que os cuidados básicos para a prevenção das três doenças dengue, zika e febre de chikungunya, começa dentro de casa.

“É importante promover a limpeza de calhas, de piscinas, e de outros locais que possam acumular água, além de descartar corretamente o lixo”, afirma João Fuck, gerente de zoonoses da Dive.

Outro ponto importante: essa limpeza precisa ocorrer, pelo menos, uma vez por semana, isso porque os ovos do mosquito se transformam em adultos em aproximadamente sete dias. “Ao eliminar depósitos e recipientes que possam acumular água, ajudamos a evitar a proliferação do mosquito”, ressalta.

Situação de Santa Catarina

Até o dia 9 de novembro, foram registrados 25.747 focos do mosquito Aedes aegypti. Eles estão concentrados em 184 municípios, dos quais 94 são considerados infestados. O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado em novembro, indica que 11 municípios apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya; 39 apresentam médio risco e 44 apresentam baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, conforme dados divulgados nesta quinta-feira, 21, no Boletim.

Até essa mesma data foram confirmados 1.898 casos dengue, desses, 1.689 são autóctones, 141 importados, 54 indeterminados (sem a definição do Local Provável de Infecção - LPI) e 14 em investigação de LPI.

Ações conjuntas e coordenadas entre diversos setores são fundamentais para o controle do mosquito Aedes aegypti no estado. “As ações precisam se estender ao longo do ano. Cada um fazendo a sua parte para garantir saúde para todos”, finaliza Maria Teresa Agostini, diretora da Dive/SC.

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No dia 25 de novembro, comemora-se em todo o país o Dia Nacional do Doador de Sangue. Para celebrar a data, homenagear e agradecer às pessoas que dedicam parte de seu tempo  de forma voluntária para salvar vidas, o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) preparou uma semana especial. Neste ano, o tema da campanha no estado será “Quando você doa sangue, a esperança cresce”.

A data foi instituída em junho de 1964, por meio do decreto Lei nº 53.988. Foi escolhida também por marcar o dia da fundação da Associação Brasileira de Doadores Voluntários de Sangue (ADVS). Na programação estão previstas comemorações durante toda a semana de 25 a 29 de novembro pelos sete hemocentros da rede Hemosc, localizados em Florianópolis, Lages, Joinville, Criciúma e Joaçaba, e pelas duas Unidades de Coleta, situadas em Tubarão e Jaraguá do Sul. 

Durante o período, as instituições estarão decoradas para receber os heróis anônimos e entregarem uma singela lembrança. Além disso, simbolizando o carinho e reconhecimento, será servido um lanche especial aos doadores.

Doações 

Apenas no primeiro semestre de 2019, o Hemosc registrou 64.069 doações de sangue que geraram 90.682 transfusões em Santa Catarina. No ano de 2018, foram registrados  150.440 candidatos à doação.

Informações:

- Florianópolis (48) 3251-9811
- Lages – (49) 3289 - 7011
- Joaçaba – (49) 3527 - 2219
- Chapecó – (49) 3700-6411
- Criciúma – (48) 3444 - 7414
- Blumenau – (47) 3222 - 9800
- Joinville – (47) 3481 - 7413
- Tubarão – (48) 3621 - 2405
- Jaraguá do Sul – (47) 3055 - 0454


Fotos: Robson Valverde / SES

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) iniciou os trabalhos para a implantação de uma cooperação técnica internacional na área de Atenção Primária à Saúde. Técnicos da Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucia (ACSA) da Espanha e da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) estiveram em Florianópolis, nesta semana, para reuniões com o secretário Helton de Souza Zeferino, o secretário adjunto André Motta Ribeiro e equipe técnica da SES.

Foi traçado um panorama do atendimento do estado para implantar ações de qualificação na Atenção Primária. O representante da ACSA ainda visitou uma unidade básica de saúde (UBS), uma unidade de pronto atendimento (UPA) e uma unidade hospitalar estadual.

“A gestão atual da Secretaria de Estado da Saúde estipulou como uma das metas estratégicas a qualificação da Atenção Primária”, destaca o secretário Helton, ressaltando que o trabalho da ACSA, localizada em Andaluzia, na Espanha, estava próximo do projeto idealizado pela SES.

“Começamos a trabalhar no plano de cooperação entre Espanha e Brasil, em específico Santa Catarina. Essa cooperação busca o processo de acreditação, que nada mais é do que a criação de parâmetros de qualidade para que a população catarinense possa ser ainda melhor atendida na atenção primária, com um nível de atendimento equitativo. Isso nos traz muita esperança para os próximos meses”, explica Zeferino.

Victor Reyes Alcázar, representante da ACSA, destacou que foram dias intensos, para ficar a par da situação de Santa Catarina. “É um projeto importante, a acreditação na atenção primária. Visitamos várias unidades, conversamos com muitos interlocutores para que possamos definir um plano de trabalho em conjunto e elaboração de um projeto piloto”, afirmou Victor.

Sobre Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde (APS) é conhecida como a porta de entrada dos pacientes no sistema público de saúde, ou seja, o atendimento inicial. Seu objetivo é orientar sobre a prevenção de doenças, solucionar os possíveis casos de agravos e direcionar os mais graves para níveis de atendimento superiores em complexidade. A APS funciona como um filtro capaz de organizar o fluxo dos serviços nas redes de saúde, dos mais simples aos mais complexos.

No Brasil, há diversos programas governamentais relacionados à atenção básica, sendo um deles a Estratégia de Saúde da Família (ESF), que leva serviços multidisciplinares às comunidades por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), por exemplo. Consultas, exames, vacinas, radiografias e outros procedimentos são disponibilizados aos usuários nas UBSs.

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O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira, 21, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde, revela que 11 municípios (12%) infestados pelo mosquito apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya. Os dados também mostram que 39 cidades (42,4%) apresentam médio risco e 44 (45,7%), baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. 

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Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 92 municípios realizaram o levantamento. Florianópolis e Jaraguá do Sul são considerados infestados, mas ainda não encaminharam os resultados da atividade.

LIRAa

O levantamento inspecionou 78.785 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A maioria era de recipientes móveis, como baldes e vasos de planta (36,9%). Em segundo lugar, estão o lixo e a sucata (32,8%). 

 “Esses dados revelam o quanto todos temos que estar atentos ao ambiente. É preciso manter os quintais limpos e descartar corretamente o lixo. Apesar desses recipientes serem os mais comuns, não podemos esquecer também de manter a caixa d’água fechada e as calhas limpas”, alerta João Fuck gerente de zoonoses da Dive/SC.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. O levantamento é realizado por meio da visita a um determinado número de imóveis do município, onde ocorre a coleta de larvas para definir o Índice de Infestação Predial (IIP). 

No LIRAa do mesmo período do ano passado, três municípios da região Oeste apresentavam alto risco para transmissão das doenças. Outros 28 municípios apresentavam médio risco e 43, baixo risco. Os novos dados demonstram um aumento nos municípios classificados com alto e médio risco. Em novembro de 2018 foram 44% dos municípios nessa condição, enquanto neste ano o percentual subiu para 54,3%. 

Confira o boletim do LIRAa completo. 

Prevenção

Os vírus que causam dengue, febre de chikungunya e zika são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Elas apresentam sinais e sintomas parecidos, mas têm níveis de gravidade diferentes. 

O mosquito se reproduz em locais que apresentam água parada, assim a melhor estratégia de prevenção é eliminar os potenciais criadouros. O uso de inseticidas para eliminar o mosquito adulto apresenta baixa eficácia, tendo em vista que dependem de fatores como condições climáticas, equipamentos utilizados e contato com o mosquito. Assim, essa medida é apenas complementar, utilizada em situações específicas e com recomendação técnica. 

O que fazer?

• Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
• Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
• Mantenha lixeiras tampadas;
• Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
• Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
• Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
• Mantenha ralos fechados e desentupidos;
• Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
• Retire a água acumulada em lajes;
• Limpe as calhas, evitando que galhos ou outros objetos não permitam o escoamento adequado da água;
• Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
• Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.

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 Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo começa na próxima segunda-feira, 18, em todas as cidades catarinenses. Essa etapa, destinada a adultos entre 20 e 29 anos, segue até o dia 30 de novembro, quando será realizado o dia D de vacinação. Segundo estimativa do Ministério da Saúde, Santa Catarina precisa vacinar, nesta fase, cerca de 420 mil pessoas. 

De acordo com a gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, é importante lembrar que adultos até 29 anos precisam ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida. “Caso não tenham tomado, não lembrem ou não tenham mais a carteirinha de vacinação, a recomendação é ir até uma unidade de saúde para atualizar a situação vacinal”, esclarece.

O último boletim epidemiológico divulgado pela Diretoria aponta que a faixa etária que mais tem contraído a doença no estado é justamente a de jovens adultos, com idade entre 20 e 29 anos. Do total de casos confirmados neste ano (94), 41 estão nesta faixa. Por esse motivo, é de extrema importância a adesão desse público à campanha, ressalta a enfermeira chefe da divisão de imunização, Arieli Fialho.

Casos de sarampo em Santa Catarina

Do início do ano até o dia 8 de novembro, foram confirmados 94 casos importados de sarampo em Santa Catarina. De acordo com Alda Rodolfo da Silva, enfermeira da Dive, ”os casos estão sendo classificados como importados, pois têm histórico de residência, deslocamento ou provável contato com casos confirmados em outros estados do Brasil, onde também estão acontecendo surtos”. Além dos casos confirmados, outros 43 estão em investigação e/ou reteste, conforme protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos confirmados, três foram em tripulantes de um navio atracado no litoral catarinense no mês de fevereiro de 2019 e outros 91 casos estão distribuídos em 21 municípios catarinenses: Joinville (25), Florianópolis (23), Palhoça (7), Jaraguá do Sul (7), Concórdia (5), São Bento do Sul (4), Barra Velha (3), São José (2), Governador Celso Ramos (2), São Francisco do Sul (2), Guaramirim (1), Balneário Camboriú (1), Schroeder (1), Guabiruba (1), São João Batista (1), Imbituba (1), Tubarão (1), Monte Castelo (1), Mafra (1), Jaborá (1) e Araquari (1).

Vacinação de rotina

O público-alvo da segunda fase da Campanha de Vacinação contra o sarampo são os jovens adultos por estarem mais vulneráveis à doença. No entanto, pessoas das demais faixas etárias também podem procurar as unidades de saúde para receber a vacina. Veja a seguir quem precisa tomar:

- bebês entre seis e 11 meses: dose zero
- crianças com um ano: dose um
- crianças com um ano e três meses: dose dois e última dose por toda a vida

Aqueles que não sabem se já estão imunizados, precisam atualizar a situação vacinal de acordo com a faixa etária:

- de 20 a 29 anos: duas doses
- de 29 a 39 anos: uma dose 

Sarampo

É uma doença viral, extremamente contagiosa. O vírus se espalha facilmente pelo ar por meio da respiração, tosse ou espirros e pode ficar até duas horas no ambiente. Uma pessoa com sarampo pode transmitir a doença para uma média de 12 a 18 pessoas que nunca foram expostas ao vírus anteriormente ou que não tenham se vacinado. A única forma de se prevenir é com a vacinação.

Os principais sintomas do sarampo são: febre, tosse, coriza, aparecimento de manchas vermelhas no corpo e olhos avermelhados. “A pessoa que apresenta esses sintomas deve procurar o serviço de saúde com a máxima urgência. O sarampo pode causar complicações e, em casos mais graves, deixar sequelas ou levar à morte”, esclarece a enfermeira Alda Rodolfo da Silva.

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Governador e primeira-dama com Weslley Vieira. Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Weslley Ribeiro Vieira tem nove anos e pratica basquete em cadeira de rodas desde os cinco. O garoto é uma das mais de 9,8 mil pessoas cadastradas na Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos (Aflodef), entidade que na manhã desta sexta-feira, 8, recebeu a visita do governador Carlos Moisés e da primeira-dama Késia Martins da Silva. O chefe do Executivo estadual e a esposa conheceram o trabalho da instituição e da Associação Catarinense de Doenças Raras (ACDR).

Carlos Moisés antecipou que deve levar a pauta das pessoas com deficiência e portadores de doenças raras à próxima reunião com o colegiado de governo. “Entidades que fazem esse tipo de trabalho prestam um serviço muito importante, e o nosso principal papel é dar uma vida melhor para as pessoas”, lembrou o governador, durante a visita.

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Na Aflodef, eles foram recepcionados pelo presidente, José Roberto Leal, que conduziu Carlos Moisés e Késia pelas dependências da sede da entidade. “Trabalhamos com vários projetos. As pessoas normalmente vêm aqui em busca de uma cadeira de rodas, mas nós vamos além. Trabalhamos com a prática esportiva, Educação de Jovens e Adultos (EJA), temos o projeto Praia Acessível e atuamos pela empregabilidade”, resumiu Leal. Segundo ele, vários governadores já foram convidados para visitar a entidade, e Carlos Moisés é o primeiro a atender ao convite.

Na visita à ACDR, o governador e a primeira-dama conheceram o trabalho feito pela associação a favor de aproximadamente 500 pessoas cadastradas que sofrem de alguma doença rara. São moradores de diversas cidades catarinenses e até de outros estados. “Eles veem que não estão sozinhos nessa luta. Uma doença rara geralmente exige providências ‘para ontem’, não é algo que possa esperar. Por isso atuamos nas áreas judicial, científica e com apoio para a família”, explicou a presidente, Margareth Carreirão.

Margareth presenteou Késia e Carlos Moisés com a camiseta da ACDR, um troféu dos 15 anos da associação e um livro “Contra a doença, o amor”, escrito por ela.

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Santa Catarina será o primeiro estado a fornecer insumos para reabilitação vocal e pulmonar, através do Sistema Único de Saúde (SUS), dos pacientes laringectomizados e traqueostomizados. A medida deve beneficiar cerca de 300 pessoas que passaram por cirurgias para tratar doenças como câncer de boca e garganta. O Estado deve repassar cerca de R$ 1,5 milhão por ano para compra dos itens.

O documento de padronização dos insumos foi aprovado em Comissão de Intergestores Bipartite (CIB) e o processo licitatório para a aquisição dos itens necessários já foi concluído.

“Mais uma vez Santa Catarina se destaca com esta iniciativa na área da saúde, que auxilia no processo de recuperação dos pacientes, garantindo qualidade de vida e autoestima para essas pessoas. E queremos avançar ainda mais em ações que garantam uma vida saudável e bem-estar aos catarinenses”, afirma o governador Carlos Moisés.

Esse público está contemplado na portaria ministerial nº 400, de 16 de novembro de 2009, porém não houve avanço por parte do Governo Federal para inclusão dos códigos de insumos na Tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) e nem custeio específico para os serviços. Santa Catarina foi o primeiro estado que estruturou esta padronização para reabilitação dentro da Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência.

Foram padronizados 11 itens, sendo que somente um consta na Tabela do SUS. “Estima-se que o montante para aquisição desses itens será de R$ 1,7 milhão ao ano, sendo que 90% desse total será custeado exclusivamente pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Atenderemos uma demanda de aproximadamente 300 pacientes que necessitam desta reabilitação, trazendo uma melhora da qualidade de vida para essas pessoas”, explica o secretário da Saúde Helton Zeferino de Souza.

A colocação das próteses e a concessão de laringe eletrônica serão realizadas nas 16 Unidades de Assistência de Alta Complexidade (Unacons) do Estado. Já os insumos para reabilitação pulmonar (filtro, cânula, adesivo, acessórios) serão fornecidos pelas secretarias de Saúde dos municípios, assim como é feito com as pessoas com ostomias intestinais e urinárias.

“Ser o primeiro estado brasileiro a padronizar e passar a fornecer pelo SUS esses insumos às pessoas que tiveram câncer de boca e garganta demonstra o quanto buscamos, através de uma gestão eficiente, a melhoria contínua na saúde e qualidade de vida dos catarinenses. Para as pessoas laringectomizadas e traqueostomizadas que serão beneficiadas diretamente com esses insumos significa restabelecer a autoestima e capacidade de se comunicar”, diz o superintendente de Serviços Especializados e Regulação da SES, Ramon Tartari.

Capacitação

No dia 23 de novembro, a SES em parceria com a Associação de Câncer de Boca e Garganta e a empresa vencedora da licitação irão capacitar os profissionais que farão o manuseio desses insumos, como os cirurgiões de cabeça e pescoço, fonoaudiólogas e enfermeiros estomaterapeutas das 16 Unacons. As inscrições para o 1º Curso Teórico e Prático de Reabilitação Fonatória e Pulmonar para Laringectomizados e Traqueostomizados devem ser feitas pelo link.

Na sequência, entre os meses de dezembro deste ano e março de 2020, serão realizadas visitas nas Regiões de Saúde para orientar os profissionais das secretarias municipais de saúde sobre este novo fluxo.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

Entre os dias 7 e 25 de outubro, foi realizada a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra o sarampo em Santa Catarina, destinada a crianças entre 6 meses e menos de 5 anos (4 anos, 11 meses e 29 dias). Neste período, 144.650 crianças compareceram aos postos de saúde do estado. Destas, 30.106 (20,8%) não estavam com as doses em dia e precisaram tomar a vacina - as demais estavam com a carteira atualizada.

De acordo com a gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC), da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, o resultado desta primeira fase foi positivo: “Grande parte das crianças já estavam com a situação em dia, isso mostra que os pais estão preocupados com a saúde dos filhos, porém ainda temos um resíduo de aproximadamente 39 mil crianças para vacinar”.

A vacina contra o sarampo (tríplice viral ou tetra viral) é indicada para crianças nas seguintes faixas etárias:
- 6 a 11 meses: dose zero
- 1 ano: dose um
- 1 ano e 3 meses: dose dois e última dose por toda a vida

Crianças que não possuem ao menos duas doses da vacina precisam ser levadas aos postos de saúde para atualizar a caderneta de vacinação. A chefe da divisão de imunização da Dive/SC, a enfermeira Arieli Fialho, esclarece que as doses seguem disponíveis nos postos de saúde mesmo com o fim da campanha: “A vacina contra o sarampo é de rotina, então ela fica disponível nas salas de vacinação o ano todo”.

Segunda fase da Campanha de Vacinação contra o sarampo

A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra o sarampo será entre os dias 18 e 30 de novembro com a aplicação de doses em adultos entre 20 e 29 anos de idade. O dia D da segunda fase será em 30 de novembro. Nesta etapa, o estado precisa vacinar cerca de 550 mil jovens adultos.

“Pessoas nesta faixa etária devem ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida. Caso não tenham tomado, não lembrem ou não tenham mais a carteirinha de vacinação, a recomendação é que vá até uma sala de vacina”, esclarece a enfermeira, Arieli Fialho, responsável pela imunização da Dive/SC.

Casos de sarampo em Santa Catarina

Até o dia 13 de outubro deste ano, segundo o último boletim divulgado pela Dive/SC, foram confirmados 45 casos importados (de outros estados) de sarampo em Santa Catarina, outros 15 estão em investigação e/ou reteste, conforme protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde.

Entre os 45 casos confirmados, três foram em tripulantes de um navio atracado no litoral catarinense em fevereiro de 2019. Outros 42 casos estão distribuídos geograficamente nos municípios de Florianópolis (23), Joinville (4), Barra velha (3), Palhoça (3), São Jose (2), Guaramirim (1), Balneário Camboriú (1), Schroeder (1), Guabiruba, (1), São João Batista (1), Imbituba (1) e Concórdia (1) e foram registrados a partir do dia 17 de julho.

Os últimos casos autóctones (contraídos no estado) de sarampo registrados em Santa Catarina foram no ano de 1999 em um surto de 25 pessoas.

Cobertura vacinal de 2019

Em Santa Catarina, a cobertura para crianças com 1 ano de idade está em 99,56%. Esse valor corresponde a todas as crianças vacinadas, nesta faixa etária, do início do ano até o mês de outubro de 2019.

Sarampo

É uma doença viral, extremamente contagiosa. O vírus se espalha facilmente pelo ar através da respiração, tosse ou espirros e pode ficar até duas horas no ambiente. Uma pessoa com sarampo pode transmitir a doença para uma média de 12 a 18 pessoas que nunca foram expostas ao vírus anteriormente ou que não tenham sido vacinadas. A única forma de se prevenir é com a vacinação.

Os principais sintomas do sarampo são: febre, tosse, coriza, aparecimento de manchas vermelhas no corpo e olhos avermelhados. “A pessoa que apresenta esses sintomas deve procurar o serviço de saúde com a máxima urgência. O sarampo pode causar complicações à saúde e, em casos mais graves, levar à morte”, esclarece Alda Rodolfo da Silva, enfermeira responsável pelo setor de imunopreveníveis da Dive/SC.

Saiba mais: www.dive.sc.gob.br/sarampo

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Fotos: Krislei Oechsler/SEA

Cerca de 200 gestores públicos, de 14 estados brasileiros, estão reunidos na sede do Conselho Regional de Contabilidade, em Florianópolis, nesta terça-feira, 29, para trocar experiências em gestão pública via contratos celebrados com Organizações Sociais. Em Santa Catarina, este modelo de gestão é utilizado em oito unidades hospitalares, das 22 que são mantidas pelo estado. O evento é organizado pela Secretaria de Estado da Administração, em parceria com a Fundação Escola de Governo – Ena,  Secretaria da Saúde e Controladoria Geral do Estado. 

“Uma gestão pública transparente e focada em resultados, com serviços entregues de maneira mais célere e eficiente aos cidadãos, são estes os objetivos do atual governo e que também buscamos com a realização deste encontro“, disse o secretário da Administração, Jorge Eduardo Tasca, durante a abertura do fórum. 

O superintendente de Gestão Administrativa da Secretaria da Saúde, Vanderlei Vanderlino Vidal, disse que o encontro é vital para avaliar a atuação das organizações sociais no setor: “Atualmente, Santa Catarina adota este modelo, mas o contato com outros estados servirá para que possamos buscar melhorias ou até reavaliarmos a forma como estamos atuando‘‘. 

Voltado a servidores públicos que atuam diretamente na gestão, controle, monitoramento e fiscalização de contratos de gestão com organizações sociais, o evento é gratuito e termina no fim desta tarde na Capital. De acordo com o responsável pelo Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina e servidor da SEA, Jaime Klein, o evento surpreendeu pelo número de inscritos. 

“Esta foi a primeira edição e os mais de 250 gestores inscritos confirmam que a busca por melhores resultados nessa área é uma preocupação similar entre muitos gestores de diferentes estados“, disse Klein. 

Atuação das Organizações Sociais em Santa Catarina 

A implementação do Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais tem como finalidade permitir a descentralização de atividades e serviços dirigidos a várias áreas, como assistência social, ensino, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, saúde entre outras. 

Atualmente, em Santa Catarina, das 22 clínicas e hospitais do Estado, oito são mantidos com a atuação direta das Organizações Sociais. Apesar disso, o programa de atuação também pode abranger atividades ligadas à assistência social, desenvolvimento tecnológico, ao ensino e pesquisa, cultura, turismo entre outras. 

Diante da reforma administrativa aprovada pela lei estadual 741/2019, a Secretaria de Estado da Administração figura como coordenadora do programa de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina.

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Foto: Robson Valverde / SES

Devolver a autoestima da paciente que passou pelo tratamento de câncer de mama. Esse é um dos objetivos do mutirão de cirurgias de reconstrução mamária, lançado na manhã desta sexta-feira, 25, no auditório do Hospital Universitário, em Florianópolis.

O mutirão é fruto de uma parceria entre o Governo de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado de Saúde (SES/SC), Hospital Universitário (HU), Associação Brasileira de Portadores de Câncer (AMUCC) e Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Santa Catarina (COSEMS/SC). A iniciativa recebeu R$ 1,5 milhão em recursos de emenda parlamentar individual da deputada federal Carmen Zanotto.

Pelo convênio, o HU começará a realizar 10 cirurgias de reconstrução de mamas por mês. A chamada será realizada pela AMUCC e secretarias municipais de saúde. Em seguida, as pacientes serão incluídas no Sistema Nacional de Regulação (Sisreg).

“A ação visa estimular a busca ativa para que possamos atender às mulheres que passaram pela mastectomia e se encontram hoje na fila aguardando a reconstrução mamária em todas as regiões de nosso estado”, afirma o secretário Helton de Souza Zeferino, acrescentando que a expectativa da SES é zerar a fila. “Neste Outubro Rosa estamos direcionando nossas ações para a saúde da mulher, podendo atender de forma digna às pacientes que passaram por mutilações em decorrência do câncer”.

O objetivo é atender as pacientes que passaram pela mastectomia, mas não realizaram procedimentos para reconstrução de mamas pelo SUS. Dados do Ministério da Saúde apontam que 2.334 mulheres catarinenses fizeram mastectomia entre os anos de 2014 e 2019, porém apenas 346 fizeram a cirurgia de reconstrução. Neste ano, foram 29 procedimentos realizados.

O Hospital Universitário é o primeiro a aderir o mutirão, mas a expectativa é que outras unidades hospitalares também possam realizar o procedimento, conforme cronograma da Secretaria de Estado da Saúde.

As mulheres que necessitam da cirurgia e ainda não estão cadastradas no Sisreg podem entrar em contato com a AMUCC pelo e-mail filazero@amucc.org.br ou pelo telefone (048) 3025-7185.

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