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Em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, 29 de agosto, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive) alerta a população sobre os efeitos nocivos e mortais do uso do tabaco e da exposição ao fumo passivo.

No Estado, de acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), ocorreram 6.025 óbitos por doenças cardíacas; 1.201 óbitos por doenças pulmonares crônicas e 1.410 por neoplasias de pulmão.

Um dos principais destaques deste Dia Nacional de Combate ao Fumo é para os malefícios causados pelo narguilé. Adriana Elias, enfermeira da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Crônicos da Dive, explica que em uma única rodada, que dura em média de 20 a 80 minutos, a exposição à fumaça do equipamento equivale ao volume da queima de 100 cigarros aproximadamente.

“Os riscos do uso do narguilé vão além. Não estão relacionados somente ao tabaco, mas também a doenças infectocontagiosas. O hábito de compartilhar o bucal entre os usuários pode resultar na transmissão de doenças como herpes, hepatite C e tuberculose. Outro ponto importante é que o narguilé pode ser precursor da iniciação do fumo de cigarros e ainda induzir dependência à nicotina”, alerta a enfermeira. 

Epidemia no Brasil e no mundo

A epidemia global do tabaco mata mais de oito milhões de pessoas por ano, das quais, cerca de 900 mil são não fumantes que morrem por respirar o fumo passivo, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Quase 80% dos mais de um bilhão de fumantes em todo o mundo vivem em países de baixa e média rendas, onde o peso das doenças e mortes relacionadas ao tabaco é maior.  

No Brasil, das mortes anuais causadas pelo uso do tabaco, 34.999 mortes correspondem a doenças cardíacas; 31.120 mortes por doenças pulmonares crônicas; 26.651 por outros cânceres; 23.762 por câncer de pulmão; 17.972 mortes por tabagismo passivo; 10.900 por pneumonia e 10.812 por acidente vascular cerebral (AVC) ainda de acordo com os dados do INCA.

Pesquisa recente, publicada este ano, o Vigitel/MS (Vigilância de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico do Ministério da Saúde) realizado em todas as capitais dos 26 estados e no Distrito Federal, apresenta os seguintes dados:

• No conjunto das 27 cidades, a frequência de adultos fumantes foi de 9,3%, sendo quase duas vezes maior no sexo masculino (12,1%) do que no feminino (6,9%),

• Em Florianópolis, o percentual de adultos (≥ 18 anos) foi de 11,2%, sendo 15,4% para homens e 7,4% para mulheres e, a frequência de fumantes passivos no domicílio foi de 5,7% para população total, sendo 5,6% para homens e 5,9% para mulheres.

Tratamento no SUS

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento gratuito para quem deseja parar de fumar. Para saber quais unidades de saúde oferecem o tratamento, a população pode obter a informação nos postos de saúde ou diretamente na Secretaria de Saúde do município.

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O Ministério da Saúde anunciou a liberação de R$ 31,9 milhões para incentivar ações de alimentação e nutrição nos serviços de Atenção Primária em todo o país. Os recursos são destinados a ações de promoção da alimentação saudável em unidades de saúde e prevenção de doenças como sobrepeso, obesidade, desnutrição e anemia, além de promover cursos e qualificação técnica das equipes de profissionais que atuam na área.

São R$ 24,6 milhões para custeio dos serviços em 1.259 municípios, alcançando cerca de 158 milhões de pessoas, além de R$ 7,3 milhões para compra de equipamentos. As portarias que autorizam a liberação desses recursos foram publicadas neste mês no Diário Oficial da União.

Em Santa Catarina, foram contemplados com compras de equipamentos os municípios de Florianópolis, Blumenau, Capinzal, Formosa do Sul, Itajaí, Jaraguá do Sul, Pomerode, Salto Veloso, São Carlos e São Francisco do Sul. O total de investimentos chega a R$ 585 mil. Outros 40 municípios catarinenses receberão os recursos para ações de promoção de alimentação saudável.

A Atenção Primária vem sendo um dos principais eixos da atual gestão do MS e também da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina. “Entendemos que as ações de atenção primária devem ser potencializadas”, destaca o secretário Helton de Souza Zeferino. “Isso faz com que a população perceba que a saúde está sendo entregue e suas necessidades atendidas”, complementa.

Os valores repassados para custeio dos serviços às secretarias estaduais e municipais de saúde são definidos pelo porte populacional. De acordo com o Programa de Financiamento das Ações de Alimentação e Nutrição (FAN), cidades entre 30 e 49,9 mil habitantes recebem R$ 12 mil; entre 50 e 99,9 mil recebem o total de R$ 13 mil; já cidades entre 100 mil e 149,9 mil habitantes recebem R$ 16 mil. Os municípios com população acima de 150 mil habitantes recebem valores proporcionais, com variação de R$ 20 mil a R$ 100 mil.

Mudando os hábitos alimentares

Manter uma alimentação saudável, acompanhada da prática regular de atividades físicas, evita doenças que muitas vezes podem até levar ao óbito. O consumo excessivo de sal, por exemplo, pode provocar hipertensão arterial que contribui como fator de risco para mais de 40% das doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais. Também está associado ao câncer gástrico, pedras nos rins e osteoporose. Além disso, o consumo exagerado de açúcar apresenta malefícios, como o risco aumentado para o desenvolvimento de doenças como o diabetes.

Dados da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), do Ministério da Saúde, apontam o aumento da obesidade em 67,8% nos últimos treze anos no Brasil, saindo de 11,8% em 2006 para 19,8% em 2018.

O mesmo estudo aponta ainda mudança significativa nos hábitos alimentares dos brasileiros. Em 2018, aumentou em 15,5% o consumo recomendado de frutas e hortaliças pela Organização Mundial da Saúde (cinco porções diárias pelo menos cinco vezes na semana) na comparação com 2008. O Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado pelo Ministério da Saúde, é o principal orientador de escolhas alimentares mais adequadas e saudáveis pela população, baseado principalmente no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados. As informações também são úteis para a prevenção e controle de doenças específicas, como a obesidade, a hipertensão e o diabetes.

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Seguindo orientação do Ministério da Saúde (MS), o Estado de Santa Catarina vai começar a aplicar nesta quinta-feira, 22, a chamada “dose zero” da vacina tríplice viral – que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola – em todas as crianças com idade entre 6 e 11 meses de idade. A aplicação desta dose extra, segundo o Ministério da Saúde, é uma medida preventiva para proteger os bebês desta faixa etária, já que eles estão mais suscetíveis a casos graves da doença e ao óbito.

A gerente de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), da Secretaria de Saúde do Estado de Santa Catarina Lia Quaresma Coimbra esclarece que a “dose zero” não substitui as doses da vacina já previstas no calendário nacional de vacinação. “Isso quer dizer que, além da dose zero, as crianças vão continuar tendo que tomar as doses de rotina: aos 12 meses, com a vacina tríplice viral, e aos e aos 15 meses, com a vacina tetraviral”, esclarece a gerente.

A vacina é a única forma de prevenção contra o sarampo. Além das crianças, jovens e adultos também precisam tomar a vacina contra a doença. Quem não tomou as duas doses da vacina, não lembra ou perdeu a carteirinha de vacinação precisa regularizar a situação vacinal de acordo com a faixa etária. Pessoas entre 1 e 29 anos devem tomar duas doses com um intervalo mínimo de 30 dias entre elas e pessoas com idade entre 30 e 49 anos, devem tomar apenas 1 dose.

As vacinas que previnem o sarampo são: a Tríplice viral (protege contra o sarampo, caxumba e rubéola) e a Tetra viral (protege contra o sarampo, caxumba, rubéola e catapora). Elas são seguras, gratuitas e estão disponíveis nas mais de 1.000 salas de vacinação dos postos de saúde dos 295 municípios catarinenses.

Sarampo em Santa Catarina
Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela DIVE/SC na última segunda-feira (19), o estado tem 15 casos importados confirmados de sarampo e outros 5 em investigação. Entre os 15 casos importados confirmados, 3 foram em tripulantes de um navio que atracou no litoral catarinense em fevereiro de 2019. Outros 12 estão distribuídos nos municípios de Florianópolis (10), Guaramirim (1) e Barra Velha (1).

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, transmissível e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbitos, particularmente em crianças desnutridas e menores de um ano de idade. O vírus se espalha facilmente pelo ar através da respiração, tosse ou espirros. Uma pessoa com sarampo pode transmitir a doença para uma média de 12 a 18 pessoas que nunca foram expostas ao vírus anteriormente ou que não tenham se vacinado.

Os principais sintomas do sarampo são: febre, tosse, coriza, aparecimento de manchas vermelhas no corpo e olhos avermelhados. Apresentando sinais e sintomas do sarampo, o serviço de saúde deve ser procurado imediatamente para que seja feito o diagnóstico e tratamento da doença. 

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Santa Catarina registrou em julho o segundo melhor mês da história em doação de órgãos. Foram 34 doações no período, desempenho inferior apenas ao registrado em dezembro de 2017 (38 doações). Foi a quarta vez que a SC Transplantes contabilizou mais de 30 doações em um único mês.

Em comparação ao mesmo período de 2018, o número de doações é duas vezes maior, de acordo com as informações do coordenador estadual de Transplantes, Joel de Andrade. “É um dado muito importante e que nos deixa muito felizes. Se analisarmos historicamente o mês de julho, o máximo de doações efetivas de órgãos que havíamos conquistado foi 21, no ano de 2014”, afirma. “Em 2019 o desempenho foi duas vezes maior do que ano passado, quando registramos 16 doações”, complementa.

A SC Transplantes vive um ano histórico. Além de completar 20 anos em outubro, a unidade da Secretaria de Estado da Saúde ainda conquistou o melhor desempenho em um mês de fevereiro, com 24 doações de múltiplos órgãos, sendo que nos anos anteriores a média era de 20.

“São números importantes para as famílias dos receptores, pois existe uma oferta maior de órgãos para transplante. Além disso, é uma oportunidade de experiência gratificante para as famílias dos doadores, que estão podendo devolver qualidade de vida e ajudar o próximo”, destaca Joel.

Outro ponto importante é o número de doadores que vem crescendo desde 2005, inclusive com acréscimo de 50% na taxa de doadores efetivos nos últimos seis anos. Isso representou um salto de 27,2 doações por milhão de pessoas (2013), para 40,9 em 2018.

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, é importante o engajamento de todos nesse processo. “A solidariedade das famílias, que transformam um momento de perda em uma oportunidade para salvar vidas é essencial. Também é fundamental o trabalho realizado pelos profissionais dos hospitais na identificação dos potenciais doadores e na abordagem junto às famílias. Além disso, temos a parceria com corporações como a Polícia Militar, Civil e o Corpo de Bombeiros, que oferecem apoio rápido e eficaz com suas aeronaves no deslocamento dos órgãos de diversas regiões”, destaca o secretário.

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Pela primeira vez em Santa Catarina, foi realizada uma cirurgia de prótese ortopédica de joelho em um paciente hemofílico de 26 anos. Outros 14 procedimentos semelhantes já estão agendados. 

A cirurgia é fruto da parceria inédita entre a Secretaria de Estado da Saúde, Fundação de Apoio ao Hemosc/Cepon (Fahece), Hemosc, Casa dos Hemofílicos e Hospital Florianópolis (HF), integrante da rede hospitalar estadual e atualmente é administrado pelo Instituto Maria Schmitt (Imas), além do Ministério Público do Trabalho da 12ª Região.

O procedimento, realizado no último sábado, 10, contou com a participação de aproximadamente 15 profissionais, entre enfermeiros, bioquímicos e médicos de diferentes especialidades, além das equipes do centro cirúrgico, Unidade de Terapia Intensiva (UTI), enfermaria e fisioterapia.

Entre os nomes de destaque estão o cirurgião ortopedista do Hemosc e do HF, Darci Duarte, e o médico Luciano Pacheco, que atua há mais de 20 anos em cirurgias ortopédicas em hemofílicos.

O procedimento marca o início de uma importante parceria viabilizada pela Fahece, que concebeu e articulou o projeto; pelo Hemosc, disponibilizando a equipe multidisciplinar especializada; pelo Hospital Florianópolis, cedendo as instalações e também equipe multidisciplinar; e pelo Ministério Público do Trabalho, o responsável por canalizar os recursos necessários.

Para que a experiência fosse exitosa e permitisse a continuidade do projeto, a equipe do Hospital Florianópolis participou de seminários e treinamentos junto aos especialistas das outras instituições.

De acordo com Walmiro Charão, diretor geral do HF, foi um passo muito importante para o hospital. “Essa iniciativa passou por várias etapas e estou muito feliz por finalmente conseguirmos desempenhá-la. Me sensibilizei pela causa e o nosso hospital, que já era referência em ortopedia, agora está ainda mais completo”, destacou.

“Como profissionais, os membros da equipe ganham muito ao adquirir essa experiência no manejo cirúrgico deste perfil de pacientes”, afirma a médica hematologista responsável pelo programa de Hemofilia no Estado, Vivian Franco. “Esperamos que essa tenha sido a primeira de muitas outras cirurgias ortopédicas voltadas a hemofílicos no Hospital Florianópolis”, complementa.

Saiba mais

A hemofilia é uma doença congênita, a pessoa nasce com a doença. É caracterizada pela deficiência em proteínas do sangue responsáveis pela coagulação, sobretudo, os fatores VIII e IX. Como consequência, o portador de hemofilia tem tendências a sangramentos crônicos, principalmente nas articulações (joelhos, cotovelos e tornozelos), provocando desgastes articulares, chamados de Artropatia Hemofílica, sintomas que aparecem ainda na juventude e que, muitas vezes, obriga muitos desses pacientes a passar por procedimentos cirúrgicos, entre eles, as próteses ortopédicas.

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) publicou o edital de processo seletivo simplificado nº 031/2019 para a contratação emergencial de 776 servidores, distribuídos entre as funções de Técnicos em Enfermagem, Enfermeiros e Técnicos em Atividades Administrativas. Esses profissionais atenderão as unidades assistenciais e administrativas da SES. Do total de vagas, 5% são reservadas aos candidatos com deficiência, na forma da legislação em vigor.

As vagas estão distribuídas entre as unidades da Grande Florianópolis e aquelas localizadas nas cidades de Joinville, Lages, Ibirama, Mafra, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Joaçaba, Araranguá, Itajaí, Rio do Sul, Videira, Concórdia, Xanxerê, São Miguel do Oeste e Jaraguá do Sul.

A remuneração inicial é de R$ 3.290,42 para enfermeiros, e R$ 2.533,80 para técnicos em enfermagem e técnicos em atividades administrativas. Os valores poderão ser complementados com adicional de insalubridade, adicional de pós-graduação e gratificação por hora-plantão extraordinária, entre outros, conforme a disponibilidade do servidor e seu local de trabalho.

As inscrições estão abertas no período de 13 de agosto a 12 de setembro de 2019, e poderão ser realizadas no site http://seletivoses.fepese.org.br/ ou de forma presencial, na sede da Fepese, situada no campus da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

A classificação se dará pela nota obtida na prova escrita, a ser aplicada em 29 de setembro de 2019. O resultado final deve ser publicado em 17 de outubro de 2019.

Mais informações acesse o Edital 031/2019.

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De janeiro a junho deste ano, houve 12,3 mil trotes a menos para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Santa Catarina, em uma comparação com o mesmo período de 2018. A diferença representa uma queda de 42%, atribuída pela direção do Samu e pela Secretaria de Estado da Saúde à ações educativas nas escolas catarinenses. No total, o número diminuiu de 29,3 mil para exatos 17 mil nos seis primeiros meses do ano.

"A educação vem de um projeto contínuo. As campanhas de conscientização intercedem a nosso favor, mostra uma população mais esclarecida e atenta às demandas que precisamos direcionar", ressalta o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino.

No período, a central de emergências de Balneário Camboriú foi a que apresentou o melhor resultado na redução de trotes. Em vez dos cerca de cinco mil recebidos no primeiro semestre do ano passado, foram dois mil neste ano.

Na avaliação do diretor estadual do Samu de Santa Catarina, coronel Giovanni Fernando Kemper, o resultado tem relação com o sucesso do projeto Educa Samu, realizado desde 2012 pelos profissionais nas escolas catarinenses. “Em tempos passados, já tivemos um número significativo de adolescentes ligando para o Samu. Estamos comemorando essa redução registrada em 2019 por causa dos trabalhos que realizamos em todo o estado, já com resultados significativos”, expõe o diretor do Samu.

Números ainda elevados

Mesmo com a redução de 42%, o Samu ainda considera o número elevado. Só no mês de julho, foram quase três mil trotes para o 192. Em um dos casos, no Norte de Santa Catarina, uma viatura chegou a ser apedrejada ao se deslocar para atender a um chamado falso de ocorrência. A central de Joinville ainda é a que mais recebe trotes no estado.

“Esse tipo de ação faz com que outros casos, outras pessoas, não tenham o atendimento no tempo certo. Se uma viatura se desloca para atender a um trote e, ao mesmo tempo, ocorre uma chamada para uma situação real, pode ser a diferença entre a vida e a morte”, alerta o coronel Kemper.

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O serviço de oncologia do Hospital Regional Terezinha Gaio Basso – Instituto Santé, em São Miguel do Oeste, completa um ano de atendimento à população do Extremo-Oeste em agosto. Com números que crescem a cada mês, a qualidade e o atendimento humanizado são destaques do setor que atende uma região de 30 municípios, totalizando 230 mil habitantes.

O diretor de apoio do Hospital Regional, Rodrigo Lopes, destaca que os números representam o crescimento esperado, mas muito mais rápido que o planejado. “Em poucos meses, atingimos metas que prevíamos levar mais tempo. Um exemplo são as cirurgias. Chegamos a realizar 60 procedimentos em um mês”, recorda.

Nos 12 meses de atendimento, foram realizadas mais de 4 mil consultas e retornos, sendo que do total, quase 800 são de pacientes novos.

Nos primeiros 365 dias do serviço, foram realizados cerca de 17.500 exames clínicos, de imagem e de patologia. Além disso, quase 500 procedimentos cirúrgicos foram feitos, uma média em torno de 40 cirurgias mensais.

No setor de quimioterapia, são mais de 100 pacientes em tratamento ou que realizaram sessões. Desse total, 54% são homens e 46% mulheres de São Miguel do Oeste (28%); Maravilha (15%); Itapiranga (10%); São José do Cedro (7%); São João do Oeste (5%); Mondaí e Iporã do Oeste (4%); Romelândia, Tunápolis e Santa Helena (3%); Anchieta, Barra Bonita, Belmonte, Guaraciaba, Saltinho e Saudades (2%); Bandeirante, Descanso, Flor do Sertão, Guarujá do Sul, Modelo, Paraíso, Princesa e São Miguel da Boa Vista (1%).

Entre os tipos de câncer, os diagnósticos mostram três principais: de próstata (33%), de mama (32%) e de cólon (13%).

Contratação de novos profissionais

A equipe também aumentou neste primeiro ano. O serviço iniciou com dois médicos, um oncologista clínico e um cirurgião oncológico. Atualmente, o número dobrou, sendo contratados dois novos profissionais da área. Além disso, todo o corpo clínico do Hospital Regional atua em consultas e exames. A equipe multiprofissional foi reforçada em número e qualificação com treinamentos na área, sendo que todos os setores realizam atendimentos diretos e indiretos ao serviço de oncologia.

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A saúde do Alto Vale do Itajaí ganhou um reforço nesta terça-feira, 13. Um ato solene no auditório do Hospital Regional do Alto Vale marcou o repasse de R$ 5,7 milhões para a região. Desse total, R$ 5,6 milhões irão para o próprio Hospital Regional e outros R$ 80 mil são destinados ao Hospital Samária.

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Após a cerimônia, o governador Moisés e o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, conheceram as instalações do Hospital Regional e renderam elogios à estrutura. “É preciso diminuir o sofrimento das pessoas. É isso que as pessoas que trabalham aqui fazem todos os dias. Saio com a certeza de que cada real aqui investido traz um retorno significativo para a sociedade”, afirmou Moisés.

Zeferino ressaltou que os valores serão utilizados essencialmente para o custeio das unidades. De acordo com ele, um plano de trabalho será apresentado ao Estado, que aprovará a utilização dos recursos. “Uma vez apresentado o plano de trabalho, eles poderão utilizar esses recursos até o fim do ano de 2019”, disse o secretário.

Para Giovani Nascimento, presidente da diretoria do Hospital Regional do Alto Vale, mais do que os valores repassados nesta terça-feira, o principal motivo de celebração será a completa implementação da política Hospitalar Catarinense, com um olhar diferenciado para as unidades filantrópicas: “Essa é uma demanda histórica da associação de hospitais de Santa Catarina. Queremos que haja um tratamento isonômico, sem interferências políticas. E é isso que o governo está fazendo”.

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O governador Carlos Moisés e o secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, assinaram digitalmente nesta segunda-feira, 12, um convênio para repasse de R$ 3,87 milhões ao Hospital São José, de Jaraguá do Sul. O montante é um complemento ao que havia sido conveniado para 2019, conforme a produtividade apresentado pelo hospital no ano passado. Também participaram do ato representantes do hospital, entre eles o presidente do Conselho Deliberativo, Paulo Chiodini.

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Durante o ato, o governador destacou a produtividade e a qualidade do atendimento prestado pelo Hospital São José. "Neste ano, são R$ 190 milhões, e em 2020 projetamos entregar R$ 300 milhões aos hospitais filantrópicos. O Governo precisa entregar os recursos para os hospitais de forma isenta, com critérios técnicos, e é isso que estamos fazendo. É pelo o que o hospital realmente faz jus, é por ele fazer uma entrega para a sociedade", afirmou Moisés.

De acordo com o secretário da Saúde, o hospital é um modelo a ser seguido em Santa Catarina, graças ao trabalho desenvolvido pela direção, pelos colaboradores e pelos voluntários que atuam no local. "É uma integração que dá certo entre o empresariado, a sociedade e os governos estadual e municipal", destacou Zeferino.

O Hospital São José é referência no atendimento em urgência e emergência, alta complexidade em neurocirurgia, ortopedia, traumatologia, oncologia e transplantes. A unidade é administrada pela Sociedade Divina Providência. Na avaliação do presidente do Conselho Deliberativo do hospital, o momento é de comemoração. "A nossa produção é muito significativa, e nunca tivemos um apoio como estamos tendo agora. É muito importante para continuarmos com os investimentos no atendimento e na tecnologia que estamos implementando aqui", considera Chiodini.

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