Foto: Mauricio Vieira / Secom

O Procon Estadual de Santa Catarina estabeleceu Medida Cautelar para suspensão da fabricação, fornecimento, comercialização, distribuição e divulgação dos produtos Original Ervas, Royal Slim, Bio Slim, Natural Dieta, Yellow Black e similares. A decisão ocorre após a morte de uma mulher de 27 anos, na Serra catarinense, além de outros casos envolvendo problemas de saúde relacionados ao consumo de produtos que se denominam “medicamentos fitoterápicos com finalidade de emagrecimento".

A ação tem como base o Laudo Pericial Cadavérico, realizado pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) de Lages, que constatou a causa da morte por "intoxicação exógena em decorrência de substância contendo Sibutramina e Diazepam". A Medida também estabelece a retirada imediata desses produtos das prateleiras e expositores de todos os estabelecimentos comerciais, assim como a remoção de material publicitário envolvendo a comercialização e o fornecimento de tais produtos dos sites e ferramentas de busca, anúncios e venda (Google, Mercado Livre, OLX, etc) e mídias sociais (Facebook, Instagram, Twitter, Youtube, Whatsapp, etc), no prazo de 48 horas, em todo território nacional, após a notificação via Sedex.

O ato passa a valer a partir da sua assinatura, em 30 de setembro, quando também ocorre a notificação das polícias Federal e Civil do Estado de Santa Catarina, do Ministério Público (de defesa do consumidor), do Conselho Regional de Farmácia, da Vigilância Sanitária Estadual e da Anvisa para que tomem as devidas providências. A infração ao Código de Defesa do Consumidor Lei 8.078, de 11 de setembro de 1990, acarretará em crime de desobediência e a aplicação de multa no valor de R$ 1 milhão.

O diretor do Procon de Santa Catarina, Tiago Silva, esclarece que a falta de comprometimento das empresas responsáveis pela fabricação, divulgação, fornecimento e distribuição das substâncias tornaram necessária a Medida Cautelar. “Esses produtos são proibidos e nocivos à saúde por conterem substâncias como Diazepam e Sibutramina, que só podem ser vendidos mediante prescrição médica”, reforça.

Alerta

A Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina (DIVS/SC) alerta que o consumo de medicamentos fitoterápicos irregulares, sem o devido registro ou notificação na Anvisa, pode colocar a saúde da população em risco. As substâncias podem conter outros componentes ativos não conhecidos em sua formulação. A superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Raquel Ribeiro Bittencourt, alerta para a venda clandestina de falsos emagrecedores em sites hospedados em provedores internacionais. Esses, quando notificados, simplesmente saem do ar ou reaparecem com outro nome, usam marcas estabelecidas de maneira fraudulenta, se valem de CNPJ de empresas já extintas ou simplesmente falsificam produtos irregulares.

“Neste caso, específico, estão introduzindo drogas que são vendidas sob controle, com sedativos, cuja venda é controlada, mas de maneira mascarada. O risco de se comprar um produto em sites que fazem grandes propagandas, colocam fotos de antes e depois e alegam a perda de peso rápido é de uma gravidade muito grande, colocando em risco a vida de pessoas. Essa medida tomada pelo Procon estadual é muito importante, porque o site que hospeda é corresponsável”, alerta.

Como consultar

A população pode consultar se o medicamento está regular na Anvisa por meio do portal. Em caso de suspeita de medicamento ou comércio irregular, este não deverá ser consumido, e a Diretoria de Vigilância Sanitária deverá ser notificada pelo site  no botão “Fale com a Vigilância”, para os encaminhamentos e medidas necessárias.

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Arte: Sal Santos / Secom

O Governo de Santa Catarina prepara uma série de ações para conscientização e prevenção ao câncer de mama neste mês. As iniciativas fazem parte do Outubro Rosa, movimento de combate à doença, e envolvem diversas áreas, como saúde e educação. O tema da campanha deste ano é Câncer de mama: juntos sem medo.

“Desejamos alinhar ações para alcançar um maior número de pessoas e resultados ainda mais amplos no que diz respeito à prevenção e ao amparo às mulheres que precisam se submeter ao tratamento do câncer. Como Governo do Estado, o que desejamos é somar na causa”, afirma a vice-governadora Daniela Reinehr.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres. Em 2018, a doença respondeu por 32% das mortes por câncer em mulheres catarinenses, seguida das neoplasias em brônquios e pulmões (28%), de acordo com dados divulgados pelo informativo epidemiológico da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

De acordo com os dados do Sistema de Informação de Mortalidade (SIM), em 2018, 657 mulheres morreram por conta da doença em SC. Neste ano, até o dia 30 de setembro, já foram registradas 457 mortes. Por isso, é fundamental reforçar a conscientização sobre o câncer de mama, com informações sobre prevenção e tratamento. Em Santa Catarina, a programação do Outubro Rosa envolve educação permanente de profissionais de saúde nos municípios, ações sociais, palestras, mobilizações em locais públicos e campanhas.

“O tema do Outubro Rosa neste ano traz a importância de estarmos juntos e nos fortalecer, enquanto serviço de saúde, profissionais, familiares e pacientes para enfrentamento das dificuldades dessa doença, buscando uma vida melhor. Desta forma queremos sensibilizar os trabalhadores de saúde para a prática de ações alusivas à prevenção e detecção do câncer de mama em seus estágios mais iniciais”, explica Maria Simone Pan, diretora de Atenção Primária à Saúde da SES.

Durante o Outubro Rosa 2019 também está prevista uma série de atividades voltadas para a atenção integral à saúde da mulher. A ideia é intensificar ações para combater outras doenças, como por exemplo, a sífilis congênita. O dia 19 de outubro foi escolhido como o dia D da Atenção à Saúde Integral da Mulher, com aconselhamento e realização de testes rápidos nas unidades de saúde de cada município.

Programação estadual Outubro Rosa:

Durante todo o mês
Campanha “SED no Outubro Rosa” arrecada artigos de higiene, vestuário, maquiagem e bijuterias para doação. Ao final do mês, os itens serão doados para pacientes do Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon). As caixas para arrecadação ficarão na entrada da Secretaria de Estado da Educação, na Rua Antônio (Nico) Luz, 111, no Centro de Florianóplis.Escolas da rede estadual também têm ações previstas. A programação está diponível neste link

2 de outubro
Seminário Ápice On Maternidade Darcy Vargas: Aprimoramento e inovação no cuidado e ensino em obstetrícia e neonatologia. No Auditório Amunesc, das 8h15 às 16h, em Joinville.

2 e 3 de outubro
Palestras no Auditório da Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, a partir das 10h30min, voltadas a pacientes e servidoras sobre prevenção e tratamento do câncer de mama.

3 e 4 de outubro
Aconselhamento e realização de testes rápidos de HIV e sífilis durante o Congresso Estadual de Saúde Coletiva na Universidade Federal de Santa Catarina.

4 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: prevenção do câncer de mama.

9 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: câncer cérvico uterino na Atenção Primária à Saúde.

18 de outubro
Distribuição de material informativo da Campanha Outubro Rosa e realização de testes rápidos de HIV e sífilis no Centro de Florianópolis.

18 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: a consulta ginecológica na adolescência e seus aspectos éticos.

19 de outubro
Dia D da atenção à saúde integral da mulher com aconselhamento e realização de testes rápidos nas unidades de saúde de cada município.

21 de outubro
Fórum de discussão: Novas orientações para o preenchimento no e-SUS AB do procedimento Consulta do Pré-NAtal do PArceiro e dos testes rápidos de HIV e Sífilis no pai/parceiro.

23 de outubro
Evento de conscientização sobre câncer de mama para servidores no Teatro Pedro Ivo, na SC-401, em Florianópolis.

30 de outubro
Webpalestra para profissionais da saúde: manejo e prevenção da sífilis gestacional e congênita na Atenção Primária à Saúde.

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Administração, em parceria com a Fundação Escola de Governo ENA, promoverá a 1° edição do Fórum Nacional de Excelência em Gerenciamento e Fiscalização de Contratos de Gestão com Organizações Sociais. O evento, marcado para o dia 29 de outubro, no auditório do Conselho Regional de Contabilidade de Santa Catarina, no Centro da Capital, visa compartilhar experiências entre os estados para melhorar a fiscalização e supervisão das Organizações Sociais (OS) que atuam na gestão de unidades de saúde, por meio de contratos celebrados com as unidades da federação. 

A realização do evento é uma forma do Governo buscar soluções para entraves relacionados à atuação das OS nas unidades de saúde, explica o secretário da Administração Jorge Eduardo Tasca. “Por meio da busca de ferramentas que nos permitam melhorar o acompanhamento da execução desses contratos e que facilitem a gestão pública também estamos zelando pela transparência, melhoria do gasto e desburocratização de processos. Tudo para que as entregas aos usuários de saúde possam ser mais céleres”, disse.

Voltado a servidores públicos que atuam diretamente na gestão, controle, monitoramento e fiscalização de contratos de gestão com Organizações Sociais, além de representantes de órgãos de controle e gestores diretos dessas instituições, o evento será gratuito e com vagas limitadas.  De acordo com o Responsável pelo Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina, Jaime Klein, o objetivo é contribuir com o intercâmbio de informações. “A troca de experiências em boas práticas de gestão melhora a atuação dos estados e órgãos fiscalizadores no acompanhamento da execução dos contratos de gestão com Organizações Sociais”, afirma.

O evento conta ainda com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde, do Conselho Regional de Contabilidade, da Assessoria Empresarial BR Gaap, da Controladoria-Geral do Estado, e ainda do Sindicato dos Auditores Internos do Poder Executivo do Estado de Santa Catarina.

Sobre a atuação das OS

A implementação do Programa Estadual de Incentivo às Organizações Sociais tem como finalidade permitir a descentralização de atividades e serviços dirigidos a várias áreas, como assistência social, ensino, desenvolvimento tecnológico, proteção e preservação do meio ambiente, saúde entre outras. Atualmente, em Santa Catarina, das 22 clínicas e hospitais do Estado, oito são mantidos com a atuação direta das Organizações Sociais. 

Apesar disso, o programa de atuação também pode abranger atividades ligadas à a assistência social, desenvolvimento tecnológico, ao ensino e pesquisa, cultura e turismo. Diante da reforma administrativa aprovada pela lei estadual 741/2019, a Secretaria de Estado da Administração figura como coordenadora do programa de Incentivo às Organizações Sociais em Santa Catarina.

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Krislei Oechsler
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Estão abertas as inscrições para a VIII Mostra de Experiências de Humanização com o tema HumanizaSUS na contemporaneidade. O evento, promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Escola de Saúde Pública, tem como objetivo novas possibilidades de promoção da qualidade na gestão e no cuidado do Sistema Único de saúde (SUS).

O evento será realizado no dia 25 de outubro, no prédio das Escolas de Governo, em São José. As inscrições devem ser feitas neste link até o dia 11 de outubro. As vagas são limitadas para 90 participantes. Após a realização da inscrição, como participante, poderá ser feita a inscrição para apresentação de trabalho na mostra. 

Quem pode se inscrever

Serão selecionados 30 trabalhos para apresentação na modalidade oral, além de pôsteres. Nos trabalhos orais, os expositores terão 20 minutos para apresentação da experiência, com mais cinco minutos para debate. Já os pôsteres serão fixados na chegada, durante o credenciamento. Podem se inscrever profissionais, estudantes, gestores ou usuários da saúde com experiências de humanização na gestão e na atenção do SUS ou em redes e movimentos sociais. Também são aceitas experiências em secretarias estaduais e municipais de Saúde e em atividades de formação em educação permanente em saúde e humanização.

Eixos temáticos

Valorização do Trabalho e do Trabalhador: experiências com enfoque em ações de humanização voltadas aos trabalhadores, ao aprimoramento da gestão do trabalho, à educação permanente, à promoção de saúde no trabalho tendo como base as diretrizes da Política Nacional de Humanização.

Direitos do Usuário e Participação Social: experiências sobre o fomento da participação do usuário nos serviços. Gestão participativa com inclusão dos usuários. Estratégias de difusão e fortalecimento dos direitos dos usuários tendo como base a carta dos direitos do usuário, homologada pelo Conselho Nacional de Saúde e Ministério da Saúde.

Serviço 

VIII Mostra de Experiências de Humanização
Data: 25 de outubro, sexta-feira
Local: prédio das Escolas de Governo, localizado na Rua Tulipas, 236, no bairro Bela Vista III, em São José, anexo a UBS do Bela Vista.
Inscrições: até 11 de outubro, no link
E-mail e telefone para contato: espsc@saude.sc.gov.br e divisaopnh@gmail.com 
(48) 3664-7222 e 3665-4664

Informações adicionais para a imprensa
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Foto: Divulgação / Dive

Vacinar todos os anos cães e gatos é a forma mais efetiva de prevenir a raiva. A doença é altamente letal e é fundamental tomar medidas de prevenção, reforça a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), da Secretaria de Estado da Saúde, em alusão ao Dia Mundial Contra a Raiva, celebrado em 28 de setembro.

A raiva pode ser transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente através de mordidas, mas arranhões e lambidas também podem ser meios de transmissão.  “É importante não se aproximar, tocar ou mexer em animais que você não conhece, ainda mais quando estiverem se alimentando ou dormindo. As pessoas não devem tocar, nem manusear os morcegos, que podem transmitir a doença” alerta Alexandra Schlickmann Pereira, médica veterinária da Dive.

O gerente de Zoonoses da Dive, João Fuck, alerta que no caso de incidentes com animais, como mordidas, é fundamental lavar o ferimento com água e sabão. “Depois é preciso procurar uma unidade de saúde o mais rápido possível. Os profissionais vão avaliar o ferimento e indicar o tratamento adequado”, explica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza vacina e soro antirrábico. A Dive reforça que em caso de acidente, o animal deve ficar em observação por 10 dias, com água e comida disponíveis. Caso morra ou desapareça, é preciso comunicar a Unidade de Saúde.

Dados da raiva

No ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11 casos de raiva humana no país (10 casos autóctones no estado do Pará e um caso importado no Paraná).

Em Santa Catarina, a Dive confirmou em maio desde ano, um óbito de uma paciente de 58 anos, residente no município de Gravatal, por conta da doença. Ela foi mordida por um gato infectado. O Estado não registrava casos de raiva humana há 38 anos. Já os últimos casos de raiva em cães e gatos em SC foram registrados em 2006, nos municípios de Xanxerê (um cão e um gato), Itajaí (um cão), e 2016, em Jaborá (um cão).

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Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
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Foto: Mayla Barbi/SES

Unidades hospitalares de Santa Catarina vão receber mais de R$ 300 milhões em investimentos a partir da nova Política Hospitalar Catarinense. O montante, que é três vezes maior em relação a 2018, será repassado em 12 parcelas mensais. A nova política definiu critérios e classificações para repasse aos hospitais com base em um amplo estudo técnico realizado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A partir dessas regras, o Governo do Estado vai garantir mais transparência na gestão dos recursos públicos com o objetivo de ampliar os serviços e melhorar o atendimento ao cidadão.

As novas normas estão baseadas em critérios estabelecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A política é organizada a partir da definição dos serviços de saúde que, de forma regionalizada, são referência para o atendimento dos catarinenses. Uma atenção especial é dedicada para as linhas de urgência e emergência, materno-infantil e atenção psicossocial. A principal alteração é que, a partir da nova política hospitalar, os serviços receberão incentivo financeiro mensal de acordo com o porte da unidade e análise de desempenho. Todos os critérios e classificações são públicos e estão disponíveis para consultas neste link.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Helton de Souza Zeferino, a transparência e uso adequado dos recursos públicos são os principais avanços da nova política, que estabelece mudanças na relação entre gestores e prestadores de serviços. “Uma Política Hospitalar Catarinense era um pleito de mais de dez anos dos dirigentes de hospitais junto ao Estado”, afirma o secretário. “É uma entrega que o Governo de Santa Catarina fez nos seus primeiros oito meses de gestão, um processo construído com muito cuidado para que a população de todo o estado pudesse ser beneficiada com uma saúde regionalizada e resolutiva”.

A construção do projeto começou em 2018 e os critérios de classificação foram aprimorados pela Comissão Hospitalar de 2019. Toda a matriz de avaliação de desempenho foi apresentada e discutida nas Câmaras Técnicas Hospitalar e de Gestão/CIB, nas associações e federações dos hospitais filantrópicos e com os gestores.

Critérios para distribuição de recursos

A nova Política Hospitalar Catarinense estipula como critérios para definição de portes hospitalares os seguintes itens: número de leitos, número de leitos de UTI adulto, número de leitos de UTI pediátrica, número de leitos de UTI neonatal, taxa de ocupação geral, quantidade de clínicas com internação, exames diagnósticos disponibilizados, número de altas complexidades habilitadas e rede temática com serviço habilitado.

A Política Hospitalar Catarinense identificou 117 unidades hospitalares, sendo 96 filantrópicas ou municipais e outras 21 próprias da Secretaria de Saúde. Há ainda recursos para Unidades de Interesse da Saúde (UIM) e de Saúde Mental. Os recursos representam um investimento de R$ 303,7 milhões e podem ser utilizados para custeio e manutenção. O desempenho de todos os hospitais será avaliado mês a mês e, no segundo semestre de 2020, as classificações serão analisadas para o ano seguinte.

Repasse de acordo com o porte do hospital:

Porte I: até R$ 30 mil
Porte II: até R$ 70 mil
Porte III: até R$ 450 mil
Porte IV: até R$ 1 milhão
Porte V: até R$ 2 milhões

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Fabrício Escandiuzzi
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Foto: Divulgação / Maternidade Darcy Vargas

A Maternidade Darcy Vargas (MDV), de Joinville, participa do projeto Palhaçoterapia para integrar os servidores. As ações começaram em 2019 e a primeira turma de “palhaços” já atuou em diversos setores da unidade, que é vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES). A iniciativa partiu da servidora Carla Gisele Vaichulonis, que teve a ideia de criar um grupo e participar do projeto de extensão Palhaçoteria, realizado pela Universidade da Região de Joinville (Univille), no início deste ano.

Inicialmente, a Palhaçoterapia é uma proposta voltada para os profissionais de saúde levarem alegria e descontração aos pacientes internados, mas o caso da unidade hospitalar no Norte de SC é diferente. O foco da iniciativa são os próprios servidores. “O grupo de palhaços é voltado exclusivamente aos profissionais que trabalham aqui. São servidores que se interessaram pelo curso e atuam junto aos setores da unidade para trazer alegria, descontração e elevar a autoestima de todos. Com isso, temos a oportunidade de integrar todas as alas, motivando a nossa equipe”, explica a diretora da MDV, Vera Lúcia Freitas.

Seis funcionários da maternidade realizam os encontros semanais de capacitação do Palhaçoterapia desde março deste ano e já há novos interessados em participar. “O treinamento faz a pessoa crescer e se confrontar. É um trabalho com psicólogos e que ajuda a pessoa a se conhecer e se curar, para que ela possa transmitir boas energias e cura a outros”, explica Carla. O objetivo é que os servidores atuem como palhaços uma vez ao mês, nos três turnos de trabalho da maternidade.

Sobre a Palhaçoterapia

O Palhaçoterapia, que completou 13 anos, é um projeto de Extensão da Univille. Tem o objetivo de resgatar na formação dos estudantes a preocupação com os aspectos humanísticos no cuidado à saúde. Utiliza-se da técnica do clown (palhaço), figura que representa o aspecto puro e ingênuo da personalidade e que percebe o ser humano de forma semelhante ao poeta. Após um período de preparação, que inclui conhecimentos em psicologia, aulas de teatro e técnica clown, os grupos visitam semanalmente hospitais de Joinville. Acadêmicos de medicina, fisioterapia e farmácia realizam as capacitações.

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Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

O governador Carlos Moisés assinou em Blumenau, na tarde desta segunda-feira, 23, um convênio de R$ 3 milhões para o Hospital Santo Antônio. Os recursos serão utilizados para custeio de serviços. Conforme o governador, o aumento significativo no apoio financeiro aos hospitais filantrópicos é possível porque o Estado está revendo contratos, cortando gastos e enxugando a máquina pública.

"É muito importante administrar para as pessoas. Quem trabalha num hospital sabe como nosso tempo aqui é passageiro. Sempre digo isso para a equipe de governo, que precisamos administrar pensando em diminuir o sofrimento das pessoas", declarou Carlos Moisés.

>>> Governador libera R$4 milhões para melhoria do Aeroporto Quero-Quero, em Blumenau

>>> Carlos Moisés anuncia reforço de efetivo e investimentos para Polícia Militar em Blumenau

O secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino de Souza, lembrou que o Hospital Santo Antônio presta um atendimento de excelência à população e que os recursos auxiliarão nos serviços. "Precisamos reconhecer os hospitais que fazem entregas e dar o apoio necessário para que mantenham suas atividades. Esperamos que este hospital continue buscando a excelência e, assim, o Estado sempre será parceiro", afirmou.

De acordo com o presidente do Conselho Curador do Hospital, Jorge José Cenci, o aporte financeiro vem em boa hora. "É um feito histórico para esta entidade, que presta um serviço muito importante para Blumenau e região. Em algumas especialidades, somos referência para mais de 50 municípios", relatou.

Homenagem a Hospital Santa Isabel e associação

Mais cedo, o governador homenageou o Hospital Santa Isabel e a Associação Renal Vida com uma placa para cada, alusivas à contribuição das entidades para fazer de Blumenau uma referência em transplantes de órgãos. Na última semana, Carlos Moisés sancionou uma lei que torna Blumenau a Capital Catarinense dos Transplantes de Órgãos. O projeto de origem é de autoria do deputado estadual Ricardo Alba, que também participou das homenagens.

O diretor executivo do Hospital Santa Isabel, Juliano Petters, parabenizou o trabalho realizado pela SC Transplantes e pelas entidades filantrópicas de Blumenau. "É muito bom ter a nossa cidade reconhecida como a Capital Catarinense dos Transplantes. Os pacientes são a nossa razão de existir, é por eles que fazemos isso", afirmou, referindo-se aos transplantados que assistiram à homenagem. O presidente da Associação Renal Vida, Roberto Benvenutti, recebeu a placa destinada à entidade.

Nova política hospitalar

Além da homenagem, Carlos Moisés lembrou que o Governo do Estado será parceiro da entidade com a nova política de repasses à rede filantrópica. Os hospitais Santa Isabel e Santo Antônio estão classificados como porte 4, o que significa que cada um poderá receber aproximadamente R$ 1 milhão por mês a partir de 2020. 

"Quando estive aqui (no Santa Isabel) na última vez, soube que o investimento do Estado era praticamente nulo e senti que precisávamos corrigir essa situação. Vamos aumentar o investimento não porque o governador ou o secretário gostaram do hospital, mas porque temos aqui uma entidade que realmente faz entregas à sociedade", frisou o governador.

O Governo de Santa Catarina planeja repassar até R$ 300 milhões para 96 hospitais filantrópicos no ano que vem. A distribuição dos recursos entre as entidades atende a critérios técnicos, como número de leitos, leitos de UTI e salas cirúrgicas.

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Quase dois dias a menos de internação hospitalar e redução de mais de quatro horas no pronto-socorro. Esses são alguns dos resultados do segundo ciclo do Projeto Lean nas Emergências, em 20 unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) participantes. Os números foram divulgados nesta quarta-feira, 18, pelo Ministério da Saúde (MS). Em Santa Catarina, o Hospital Hans Dieter Schmidt (HHDS) é uma das unidades participantes desse ciclo.

Para o diretor do HHDS, Evandro Rodrigues Godoy, as mudanças com o uso das ferramentas do Lean são notáveis. "Conseguimos observar um maior engajamento da equipe, além de termos uma resposta mais rápida para resolvermos a lotação no pronto-socorro", observa. Godoy também ressalta que o projeto tem trazido uma mudança de cultura para o hospital. "Esse movimento visa a proporcionar à sociedade catarinense uma vida mais longa e com mais qualidade através de um atendimento mais resolutivo e que permita eliminar gradativamente todo e qualquer desperdício", pontua.

No geral, os 20 hospitais participantes mostraram redução de 55% do indicador de lotação, 44% na diminuição do tempo de permanência de internação e 40% na redução do tempo de passagem pela urgência até a alta. De acordo com o MS, isso garante não só uma maior oferta de leitos dos hospitais como a diminuição do desgaste emocional do paciente, de seu acompanhante e da equipe médica.

Após a intervenção, o período de espera no pronto-socorro das unidades passou de 11 horas para, em média, seis horas e 20 minutos. O paciente que busca atendimento nessas emergências fica quase quatro horas e meia a menos no pronto-socorro, considerando o período desde a entrada na unidade de saúde, passando pela triagem, consulta, administração de medicamentos e exames, até a alta médica. Esse resultado é reflexo da organização dos fluxos.

Ao todo 36 hospitais de todas as regiões do país fizeram parte das duas primeiras etapas, nas quais 800 profissionais foram treinados na metodologia Lean nos serviços de emergência. Em julho, o MS lançou o terceiro ciclo com 20 hospitais participantes, em uma parceria com o Hospital Sírio-Libanês. Dentre eles estão o Hospital Hans Dieter Schmidt, em Joinville, e o hospital Governador Celso Ramos, de Florianópolis. No primeio ciclo participou o Hospital Regional São José. 

Sobre o Lean

O Projeto Lean nas Emergências é realizado pelo MS em parceria com o Hospital Sírio Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (PROADI-SUS). Em 2019 completa dois anos e tem como principal objetivo reduzir a superlotação dos serviços de urgência e emergência do SUS. O projeto já está no terceiro ciclo, executando a terceira visita de intervenção nos hospitais participantes para implementação das ferramentas de gestão.

* Com informações do Ministério da Saúde

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O Hospital Materno-Infantil Santa Catarina (HMISC), localizado em Criciúma, comemorou nesta quarta-feira, 18, o nascimento do bebê de número dois mil. Daniel veio ao mundo por cesárea gemelar, às 13h13, pesando 2,270 quilos e com 44,7 centímetros. O irmão dele, Danilo, que nasceu dois minutos antes, tinha 2,158 quilos e 44 centímetros. Eles são filhos de Mariana Rodrigues e Gabriel da Silva, moradores de Balneário Rincão.

Os bebês e a mãe passam bem. Logo após o parto, os irmãos foram encaminhados para acompanhamento na UTI neonatal devido à prematuridade. A mãe estava com 33 semanas e dois dias de gestação.

O HMISC é administrado pelo Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência à Saúde (Ideas) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde. O primeiro bebê nascido na nova maternidade foi Esther Soares Peruqui, às 16h29min do dia 17 de dezembro de 2018. Pesava 3,092 quilos e media 47 centímetros. Laura Aguiar foi a milésima. Ela nasceu às 23h30min, de 9 de maio deste ano, de parto normal, com 49,5 centímetros e 3,4 quilos.

A nova maternidade foi inaugurada em 1º de dezembro de 2018 e é referência para nascimentos em Criciúma e região via Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, a capacidade da unidade materno-infantil é de 300 partos mensais.

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