Foto: Mauricio Vieira / Secom

A saúde dos catarinenses é prioridade para o Governo do Estado. Em meio à pandemia do novo coronavírus, tem se mostrado fundamental ampliar o diálogo e a proximidade com quem trabalha em uma das frentes mais importantes desta batalha. Na tarde desta terça-feira, 2, o governador Carlos Moisés recebeu na Casa d’Agronômica representantes dos hospitais filantrópicos de Santa Catarina e estabeleceu que as demandas da rede serão debatidas e encaminhadas com ainda mais eficiência. A meta é garantir atendimento de qualidade a quem precisar.

“É uma via de contribuição mútua. O modelo da rede de hospitais filantrópicos em Santa Catarina, que deu certo, é ainda mais relevante neste momento em que enfrentamos uma pandemia. Diante desta situação, tudo o que tiver que ser revisto, criado, reinventado, será feito para fortalecer a estrutura da saúde pública catarinense”, frisou Carlos Moisés.

>>> Mais imagens na galeria 

As discussões se deram em torno de possíveis adequações à política hospitalar catarinense e da necessidade de fortalecer a interlocução entre os diretores dos hospitais e os técnicos da secretaria de Estado da Saúde (SES). “Neste diálogo direto a gente pode resolver problemas e encontrar soluções mais rápidas”, pontuou o presidente da Associação dos Hospitais de Santa Catarina (Ahesc), Altamiro Bittencourt.

Trabalho do Estado de combate à Covid-19 é destaque

Ao agradecer a recepção do governador, o presidente da instituição também elogiou o trabalho do Governo do Estado no enfrentamento ao novo coronavírus. “As medidas preventivas adotadas em Santa Catarina tornaram o Estado exemplar para o Brasil, neste momento tão difícil. Ao tomar as medidas necessárias na hora certa, Santa Catarina desponta, reconhecidamente, com um excelente trabalho de gestão desta crise”.

A reunião contou com a presença do deputado José Milton Scheffer, integrante da Comissão da Saúde da Assembleia Legislativa de SC. O parlamentar reiterou que o diálogo será uma grande ferramenta para a solução de demandas e a melhoria no atendimento ao cidadão.

“O governador Carlos Moisés é um grande conhecedor e parceiro da rede filantrópica. Tenho certeza que as dificuldades serão superadas e o que for construído no sentido de melhorar o sistema hospitalar catarinense vai nos tornar ainda mais fortes depois da pandemia. Essa é a nossa esperança”, concluiu.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Foto: Mauricio Vieira / Arquivo / Secom

O Ministério da Saúde (MS) decidiu prorrogar, até o fim do mês de junho, a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe. A medida foi tomada para que os estados atinjam a meta de imunizar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos prioritários. 

A cobertura vacinal em Santa Catarina está em 65,10% de um público-alvo total de 2.674.128 pessoas. A meta de 90% foi alcançada no grupo dos idosos (123%) e dos trabalhadores da saúde (102%). Nos demais, ainda está abaixo do esperado. O grupo com o menor índice de cobertura vacinal é o das pessoas com deficiência, com apenas 1,99%. Elas foram incluídas na campanha deste ano, assim como os caminhoneiros, motoristas e cobradores do transporte coletivo, trabalhadores portuários e adultos com idade entre 55 e 59 anos. 

De acordo com a gerente de imunização da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, é importante lembrar que a vacina contra a gripe não imuniza contra o coronavírus, mas facilita o diagnóstico da Covid-19. “Como os sintomas das duas doenças são bem parecidos, como coriza, febre, tosse, eles podem ser confundidos. Por isso, quando a pessoa apresenta esses sintomas e está imunizada contra a gripe, fica mais fácil fazer esse diagnóstico”, explica a gerente. 

A vacina da gripe imuniza contra três subtipos do vírus que são: influenza A (H1N1); influenza A (H3N2) e influenza B e contribui para que haja redução de casos graves, complicações, internações e, consequentemente, óbitos em decorrência da gripe. A gerente de imunização lembra que a grande maioria dos casos de gripe é leve e acaba se resolvendo de forma espontânea, sem sequelas ou complicações. No entanto, principalmente, nas pessoas que fazem parte dos grupos prioritários, o quadro pode se agravar.

A vacinação segue para todos os grupos prioritários. Basta procurar a unidade de saúde mais próxima e levar um documento de identificação original com foto

Confira abaixo a vacinação, até o momento, dos grupos prioritários em SC:

 

Grupo

População

Doses aplicadas

Cobertura vacinal

Fase 1

Idosos com mais de 60 anos

670.228

824.699

123,08%

Trabalhadores da saúde

134.793

138.281

102,59%

Fase 2

Forças de segurança e salvamento

23.120

16.621

71,89%

Pessoas com comorbidades

490.452

312.758

63,77%

População privada de liberdade

16.400

14.672

89,46%

Funcionários do sistema prisional

3.981

3.494

87,77%

Caminhoneiros

145.893

29.069

19,92%

Motoristas e cobradores do transporte coletivo

17.961

5.602

31,19%

Trabalhadores portuários

4.277

2.905

67,92%

Povos indígenas

11.459

9.207

80,35%

Fase 3 (etapa 1)

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos

470.984

217.836

46,25%

Pessoas com deficiência

221.726

4.405

1,99%

Gestantes

71.524

32.171

44,98%

Puérperas (até 45 dias após o parto)

11.752

6.010

51,14%

Fase 3 (etapa 2)

Adultos de 55 a 59 anos

303.003

75.256

24,84%

Professores de escolas públicas e privadas

76.775

47.870

62,35%

TOTAL

 

2.674.128

1.740.856

65,10%

*Fonte: SIPNI/DATASUS/MS. Dados atualizados às 16h30 do dia 29 de maio de 2020.

Doses recebidas 

Santa Catarina já recebeu um total de 2.506.200 doses da vacina contra a gripe, quantitativo que equivale a 93% do total de doses necessárias para imunizar toda a população dos grupos prioritários. Essas doses foram encaminhadas pelo Ministério da Saúde (MS) ao estado em 13 remessas ao longo dos meses de março, abril e maio. Todas as doses já foram encaminhadas aos 295 municípios catarinenses. 

Histórico de recebimento de doses

1ª remessa (16/03): 307.600
2ª remessa (23/03): 156.000
3ª remessa (26/03): 228.000
4ª remessa (02/04): 173.600
5ª remessa (08/04): 164.000
6ª remessa (14/04): 140.000
7ª remessa (16/04): 148.000
8ª e 9ª remessas (20/04): 304.000
10ª remessa (30/04): 152.800
11ª e 12ª remessas (04/05): 432.200
13ª remessa (12/05): 300.000
Total de doses: 2.506.200 doses

>> Leia também:

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br
www.instagram.com/divesantacatarina
www.facebook.com/divesantacatarina


Foto: James Tavares/ Arquivo / Secom

O tabaco causa diferentes tipos de inflamação e prejudica os mecanismos de defesa do organismo, muitas vezes comprometendo a capacidade pulmonar. Assim, os fumantes têm maior risco de contrair infecções por vírus, bactérias e fungos, sendo acometidos com maior frequência por infecções como sinusites, bronquites, pneumonias e tuberculose. É possível dizer também que o tabagismo pode favorecer o contágio por Covid-19 e, embora não seja comprovado, indivíduos que já tem um pulmão comprometido pelo tabaco podem apresentar mais complicações durante a evolução da doença.

Por esse motivo, neste ano, o tema para o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, é “Tabagismo e Coronavírus (Covid-19)”. Segundo o Ministério da Saúde (MS), o tabagismo, também considerado uma pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tem papel de destaque no agravamento da crise com o novo vírus.

Conforme Adriana Elias, coordenadora do Programa Estadual de Controle do Tabagismo da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o ato de fumar facilita a contaminação pelo vírus em decorrência do constante contato dos dedos com os lábios. "O uso de produtos que envolvem o compartilhamento, como narguilé e dispositivos eletrônicos para fumar também facilitam a transmissão entre os usuários", explica.

Outra alerta é para as pessoas que não fumam, mas que moram e convivem com fumantes. Essas pessoas, chamadas de fumantes passivos, também sofrem agressões pulmonares. De acordo com Adriana, todos respiram as mesmas substâncias tóxicas dos derivados do tabaco que se espalham no ambiente. Crianças e bebês são particularmente mais suscetíveis ao tabagismo passivo e com maior risco de desenvolver doenças respiratórias.

Dados

No Brasil, cerca de 19% dos adolescentes entre 13 e 15 anos já experimentaram cigarro e aproximadamente 80% dos jovens que evoluem para fumar regularmente o fazem antes dos 19 anos (idade média: 16,5 anos).

Em Santa Catarina, em 2019, 11.185 pessoas procuraram tratamento para o tabagismo e destas, 215 com menos de 18 anos. Do total, 7.046 terminaram o primeiro mês de tratamento e 4.713 pararam de fumar.

De acordo com a OMS, o tabagismo é a principal causa de morte evitável em todo o mundo, sendo responsável por oito milhões de óbitos a cada ano relacionados às doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como doença pulmonar crônica (bronquite e enfisema), diversos tipos de câncer (pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, estômago e fígado), doença coronariana (angina e infarto) e doenças cerebrovasculares (acidente vascular cerebral – AVC).

Redução de riscos

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece tratamento para quem deseja parar de fumar. A população pode obter informações no posto de saúde mais próximo ou diretamente na Secretaria de Saúde do município.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: 
divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

www.facebook.com/divesantacatarina


Foto: Arquivo/Secom

O Hemocentro de Santa Catarina (Hemosc), o Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon) e o Hospital Infantil Dr Jeser Amarante Faria, em Joinville, estão com processos seletivos abertos para diversas áreas.

O Hemosc abriu vagas técnico em enfermagem para o Hemocentro de Criciúma e assistente de laboratório para Florianópolis, além de uma vaga para copeira com atuação em Joinville. Além do salário base, os profissionais receberão vale transporte, refeição, prêmio por desempenho (após 90 dias), plano de saúde (após 90 dias), convênio com universidades e farmácia. As inscrições podem ser realizadas até o dia 1º de junho.

A partir desta quinta-feira, 28, até 4 de junho, o Cepon, em Florianópolis, está com inscrições abertas para contratação de Físico I. Os profissionais que pleitearem a vaga precisam ter ensino superior em Física ou Física Médica reconhecido pelo MEC, especializações que constam no edital e experiência de trabalho de no mínimo seis meses em Física Médica. Entre os benefícios estão: vale transporte, refeição, prêmio por desempenho, plano de saúde, seguro de vida, convênio com universidades e farmácia.

Já o Hospital Infantil Dr Jeser Amarante Farias, de Joinville, possui vaga para motorista com carteira de habilitação na categoria B. As inscrições começaram no dia 26 de maio e vão até 9 de junho. Os selecionados terão direito a plano de saúde, auxílio creche, vale transporte, convênio farmácia, bonificação por assiduidade, triênio e auxílio alimentação.

>>> Informações sobre os editais e fichas de inscrição neste link 

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Santa Catarina terá US$ 800 mil do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para estruturação do Projeto de Parceria Público-Privada (PPP) para a construção do Complexo Hospitalar de Santa Catarina, em Florianópolis. O convênio foi firmado na tarde desta sexta-feira, 22, em uma reunião online entre o governador Carlos Moisés, o representante do BID no Brasil, Morgan Doyle e Alexandre Meira da Rosa, vice-presidente de países do BID.

O governador Carlos Moisés comemorou a conquista para Santa Catarina. “Em meio a esta pandemia, a notícia nos enche de esperança. O que vamos construir é um modelo de saúde mais humanizado e eficiente”, destacou.

Ainda, segundo o governador, com a parceria da iniciativa privada, o Estado delega algumas funções para se dedicar ao que realmente é essencial. “O Estado tem que se preocupar em prestar um serviço de qualidade tanto para quem precisa de atendimento como para quem faz a entrega ao cidadão, que é o profissional da saúde”, frisou.

O projeto catarinense foi elogiado pelos representantes do BID, assim como as ações do Estado na área da saúde frente à pandemia de coronavírus. Durante a reunião o governador falou da estratégia de gestão desde o início da pandemia o que hoje permite bons resultados a Santa Catarina.

“O Banco apoia bons parceiros. Queremos ajudar a estruturar projetos que, de fato, melhorem a vida das pessoas. Santa Catarina apresentou uma proposta bem elaborada. O BID quer acompanhar de perto toda a evolução desse projeto”, afirmou Morgan Doyle. Para ele, a crise de saúde pública atual reforça a necessidade de serviços cada vez mais estruturados.

>>> Mais imagens na galeria 

Os recursos serão investidos na modelagem de todo o projeto, que inclui aspectos jurídicos, de arquitetura e engenharia do complexo hospitalar. A SCPar, agente fundamental nas ações de desestatização, ficará responsável por este processo, junto com os consultores contratados pelo BID e equipe da Secretaria de Estado da Saúde.

O projeto

O projeto do Complexo Hospitalar vai integrar em um único local quatro instituições de saúde de Florianópolis: o Hospital Infantil Joana de Gusmão, o Hospital Celso Ramos, o Hospital Nereu Ramos e a Maternidade Carmela Dutra. A prioridade é garantir atendimento mais humanizado e facilitar a logística ambulatorial.

“Neste modelo, mais moderno e otimizado, o Estado de Santa Catarina deixará de ser o gestor hospitalar e passará a ser o fiscal do trabalho da futura concessionária”, observou o presidente da SCPar, Gustavo Salvador.

Programa de Parcerias

Desde maio de 2019, Santa Catarina tem um programa para atrair propostas de parcerias público-privadas, é o Programa de Parcerias e Investimentos do Estado de Santa Catarina, o nosso PPI-SC.

Um ano depois, a governança do programa está estruturada com leis e decretos. Este marco regulatório é fundamental para o trabalho da equipe que mapeia oportunidades de parcerias para o Estado.

São pelo menos 11 projetos compostos por PPPs de infraestrutura social, concessões de centros de eventos, equipamentos turísticos e terminal rodoviário.

“Nós acreditamos que os investimentos privados em infraestrutura ajudam o poder público a equilibrar suas prioridades, promovem inovações, agilidade e melhoria dos serviços públicos para a população catarinense”, concluiu o presidente da SCPar.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
Site: www.sc.gov.br
www.facebook.com/governosc e @GovSC


Fotos: Fabricio Escandiuzzi / SES

O Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, recebeu novos equipamentos para cirurgias e exames com tecnologia de ponta para o atendimento dos pacientes. Entre as aquisições está uma mesa cirúrgica única na América Latina para tratamento da escoliose infantil, um novo sistema de vídeo cirurgia portátil e um aparelho de ultrassom.


Enfermeira Cecília Melo (branco) e técnica em enfermagem Cláudia Conceição Santos. Foto: Divulgação / SES

O Dia Nacional de Doação de Leite Humano é comemorado nesta terça-feira, 19. A data é dedicada às ações para incentivar a doação em benefício dos bebês prematuros ou de baixo peso, com menos de 2,5 quilos, internados em UTI neonatal e que não podem ser amamentados pela mãe.

Para estimular e agradecer às doações, uma pequena homenagem foi realizada nesta terça-feira pela coordenadora do Banco de Leite Humano da Maternidade Carmela Dutra, enfermeira Cecília Melo, a uma das maiores doadoras de 2019. A técnica em enfermagem Cláudia Conceição Santos, servidora da UTI do Hospital Celso Ramos, doou cerca de 56 litros de leite materno pelo período de um ano aos recém-nascidos da Carmela.

“Cláudia foi escolhida não só pelo gesto de solidariedade e quantidade expressiva de doação, mas também por ser profissional de saúde, estar na linha de frente na pandemia do Covid-19 e nos representar na semana da enfermagem comemorada neste mês de maio” completa Cecília.

Com a pandemia de Covid 19, maternidades catarinenses precisaram se adaptar à nova realidade. A Maternidade Carmela Dutra, em Florianópolis, por exemplo, não está realizando o serviço de coleta domiciliar. A solução tem sido incentivar mães de bebês internados na unidade a realizarem doações, por menor que seja a quantidade.

Como doar

Bancos de Leite Humano em SC

Banco de Leite Humano do Hospital Geral e Maternidade Teresa Ramos
Lages - Tel.: 49-3251-0002

Banco de Leite Humano do Hospital Infantil Joana de Gusmão
Florianópolis - Tel.: 48-3251-9141

Banco de Leite Humano do Hospital Regional de São.José Dr. Homero de Miranda Gomes
São Jose - Tel.: 48-3271-9158

Banco de Leite Humano e Central de Informações da Maternidade Carmela Dutra
Florianópolis - Tel.: 48-3251-7552

Banco de Leite Humano da Maternidade Darcy Vargas (BLH referência para o Estado)
Joinville - Tel.: 47-3461-5704

Banco de Leite Humano Alimente uma Vida - Maternidade D. Catarina Kuss
Mafra - Tel.: 47-3641-4847

Banco de Leite Humano do Hospital Bom Jesus
Ituporanga – Tel.: 47-3533-1144

Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Jaraguá
Jaraguá do Sul – Tel.: 47-3274-3053

Banco de Leite Humano do Hospital de Rio Negrinho Sr. Klaus Schumacher
Rio Negrinho – Tel.: 47-3646-2000

Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen
Itajaí – Tel.: 47-3249-9400

Banco de Leite Humano da Secretaria Municipal de Saúde de Blumenau
Blumenau – Tel.: 47-3381-7570

Banco de Leite Humano do Hospital Nossa Senhora da Conceição
Tubarão – Tel.: 0800-6430140 / 48-3631-7149

Você sabia?

Todos os anos aproximadamente 150 mil litros de leite materno humano são coletados, processados e distribuídos aos recém-nascidos de baixo peso que estão internados em unidades neonatais de todo o Brasil.

Um litro de leite materno doado pode alimentar até 10 recém-nascidos por dia.

Dependendo do peso do prematuro, 1 mililitro já é o suficiente para nutri-lo cada vez em que ele for alimentado. Os bebês que estão internados e não podem ser amamentados pelas próprias mães têm a chance de receber os benefícios do leite materno com a sua doação.

O Brasil dispõe da maior rede de banco de leite humano do mundo. Santa Catarina possui 13 bancos de leite cadastrados na Rede Brasileira de Bancos de Leite Humano, ligada a Fiocruz, dos quais seis estão em unidade públicas de saúde.

Um projeto, idealizado pelo médico pediatra catarinense Cecim El Ashkar, resultou na criação de uma lei criando o Maio Branco no calendário colorido da saúde. O objetivo é sensibilizar a população para importância da doação de leite humano na garantia da sobrevivência de bebês internados em unidades de terapia intensiva neonatais.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Foto: Neiva Daltrozo / Arquivo / Secom

Santa Catarina passou a ofertar nas unidades de saúde de todo o estado a vacina meningocócica ACWY (conjugada), que protege contra as doenças meningocócicas (meningite, meningococcemia) causadas pela bactéria Neisseria Meningitidis (meningococo) dos sorogrupos A, C, W e Y. A vacina está indicada para adolescentes de 11 e 12 anos de idade, em dose única. Atualmente, a estimativa populacional em Santa Catarina nesta faixa etária é de 212 mil jovens. A meta é vacinar, ao menos, 80% deste total.

A doença meningocócica é uma infecção bacteriana grave que, se não for tratada a tempo, pode deixar sequelas como atraso mental, surdez, cegueira e, até mesmo, levar à morte em algumas horas. A bactéria causadora da doença é classificada em 12 sorogrupos. Sendo que, no Brasil, os principais são: B, C, W e Y. Os principais sintomas são: dor de cabeça intensa e febre elevada e de início súbito, vômito, rigidez na nuca e manchas vermelhas na pele.

>>>Adultos entre 55 e 59 anos e professores podem tomar a vacina contra a gripe a partir desta segunda

O Sistema Único de Saúde (SUS) já oferecia imunização contra o sorotipo C, através da vacina meningocócica C. As doses eram aplicadas em bebês aos 3 e 5 meses, com reforço aos 12 meses; e também nos adolescentes. Agora, com a oferta desta nova vacina na rede pública, os jovens tomam somente a ACWY. Para os bebês, no momento, não há alteração. A vacina é uma das principais formas de prevenção contra a doença.

Outras vacinas que previnem a meningite e a doença meningocócica

  • Vacina Pentavalente: previne difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite por Haemophilus Influenzae B.
    Crianças: 1ª dose (2 meses) / 2ª dose (6 meses) / 3ª dose (6 meses)
  • Vacina Pneumocócica 10 valente conjugada: previne pneumonia, otite, meningite e outras doenças causadas pelo pneumococo (Streptococcus pneumoniae).
    Crianças: 1ª dose (2 meses) / 2ª dose (4 meses) / reforço (12 meses)
  • Vacina Meningocócica C conjugada: previne doença meningocócica C
    Crianças: 1ª dose (3 meses) / 2ª dose (5 meses) / reforço (12 meses)
  • A vacina BCG: previne as formas graves de tuberculose, principalmente miliar e meníngea
    Crianças: dose única ao nascer

Doença Meningocócica em Santa Catarina

Em Santa Catarina, havia uma predominância de circulação do sorogrupo C até 2016. No entanto, a partir de 2017, o sorogrupo W começou a ter uma elevação. Naquele ano, 41% do total de casos foram do sorogrupo W, contra 29% do sorogrupo C, seguido do sorogrupo B (12%).

A gerente de imunização da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, explica que essa mudança no perfil dos casos fez com que o Mistério da Saúde observasse a necessidade da implantação para todo o Brasil da vacina contra os sorogrupos A,C,W e Y. “Os adolescentes e adultos jovens constituem um grupo crucial na epidemiologia da doença meningocócica estando associadas à elevadas taxas de colonização de nasofaringe, com participação importante na transmissão do meningococo na comunidade. Devido a este fator a faixa etária de 11 e 12 anos é a população preconizada pelo Programa de Imunização Nacional”, conclui.

>>>Governo do Estado confirma segunda morte por febre amarela em 2020 e reforça importância da vacina

Em 2019 foram confirmados 50 casos de doença meningocócica em Santa Catarina. Destes, 19 (38%) foram identificados como sendo do sorogrupo C; 13 (26%) do sorogrupo W, 9 (18%) como sorogrupo B, 7 (14%) sem identificação de agente etiológico e 2 foram do sorogrupo Y.

No mesmo ano foram 13 óbitos; 5 (38,5%) foram identificados como sendo do sorogrupo W, e outros 5 (38,5%) do sorogrupo C, 1 (7,7%) do sorogrupo B, 1 do sorogrupo Y (7,7%) e 1 (7,7%) não identificado. A taxa de letalidade foi de 26%.

Diferente dos anos anteriores, em 2020 foram confirmados, até a semana epidemiológica 20, dia 14 de maio, 5 casos de doença meningocócica no estado. Entre os casos confirmados, o sorogrupo C foi identificado em 2 amostras, um caso foi pelo sorogrupo B e um caso de sorogrupo W. Do total de amostras, um caso com sorogrupo não identificado. No mesmo período foi notificado uma morte pelo sorogrupo W.

Como prevenir a doença meningocócica?

A transmissão da doença meningocócica ocorre por meio das vias respiratórias, no contato com secreções, gotícula do nariz e da garganta expelidas pela fala, tosse e espirro. A propagação é facilitada em ambientes fechados e/ou sem ventilação. Pessoas residentes na mesma casa, que compartilham dormitórios ou alojamentos, estão suscetíveis ao contágio que também pode ocorrer em creches, escolas, acampamentos ou locais em que há aglomeração de pessoas.

Por isso, além de tomar a vacina, é importante seguir algumas recomendações para evitar a transmissão da doença:

  • Manter os ambientes bem ventilados e, se possível, ensolarados, principalmente salas de aula, quartos, locais de trabalho e transporte coletivo;
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão;
  • Manter rigorosa higiene com pratos, talheres, mamadeiras e chupetas;
  • Evitar aglomerações.

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br
www.instagram.com/divesantacatarina
www.facebook.com/divesantacatarina


Foto: Jaqueline Noceti / Arquivo / Secom

Começou nesta segunda-feira, 18, a vacinação contra a gripe para adultos com idade entre 55 e 59 anos e professores de escolas públicas e privadas. Estes são os dois últimos grupos prioritários da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe a serem liberados para tomar a dose. A Campanha segue até o dia 5 de junho e todas as pessoas dos grupos prioritários, que ainda não tomaram a vacina, têm até esta data limite para se imunizar. O público-alvo total, em Santa Catarina, é de 2.661.171 pessoas.

A gerente de imunização da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, reforça a importância da vacinação, principalmente, neste momento de pandemia. “Importante lembrar que a vacina contra a gripe não imuniza contra o coronavírus, mas auxilia no diagnóstico do novo vírus, tendo em vista que os sintomas das duas doenças gripe e covid-19 são bem semelhantes”, esclarece. 

A meta da campanha é imunizar pelo menos 90% da população de cada um dos grupos prioritários, que são:

  • Idosos com mais de 60 anos;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Profissionais das forças de segurança e salvamento;
  • Pessoas com comorbidade;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema prisional;
  • Caminhoneiros;
  • Motoristas e cobradores do transporte coletivo;
  • Trabalhadores portuários;
  • Povos indígenas;
  • Crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos;
  • Gestantes;
  • Puérperas até 45 dias após o parto;
  • Pessoas com deficiência;
  • Adultos com idade entre 55 e 59 anos
  • Professores de escolas públicas e privadas. 

Confira abaixo a vacinação, até o momento, em todos os grupos prioritários:

 

Grupo

População

Doses aplicadas

Fase 1

Idosos com mais de 60 anos

670.228

807.462

Trabalhadores da saúde

134.793

129.365

Fase 2

Forças de segurança e salvamento

23.120

14.998

Pessoas com comorbidades

490.452

261.873

População privada de liberdade

16.400

11.749

Funcionários do sistema prisional

3.981

2.828

Caminhoneiros

145.893

24.562

Motoristas e cobradores do transporte coletivo

17.961

4.499

Trabalhadores portuários

4.277

2.223

Povos indígenas

11.459

6.281

Fase 3 (etapa 1)

Crianças de 6 meses a menores de 6 anos

471.184

109.186

Pessoas com deficiência

221.726

2.582

Gestantes

71.524

19.024

Puérperas (até 45 dias após o parto)

11.752

3.559

Fase 3 (etapa 2)

Adultos de 55 a 59 anos

303.203

28.064

Professores de escolas públicas e privadas

76.775

14.672

TOTAL

 

2.661.171

 1.442.927

*Fonte: SIPNI/DATASUS/MS. Dados atualizados às 10h do dia 18 de maio de 2020.

Doses recebidas

Santa Catarina já recebeu 2.206.200 doses da vacina contra a gripe, o que equivale a 82% de todo o quantitativo necessário para imunização de toda a população dos grupos prioritários. As doses estão sendo enviadas pelo Ministério da Saúde (MS) ao Estado aos poucos. Todo o quantitativo recebido por Santa Catarina já foi encaminhado aos 295 municípios catarinenses.  

Histórico de recebimento de doses

1ª remessa (16/03): 307.600
2ª remessa (23/03): 156.000
3ª remessa (26/03): 228.000
4ª remessa (02/04): 173.600
5ª remessa (08/04): 164.000
6ª remessa (14/04): 140.000
7ª remessa (16/04): 148.000
8ª e 9ª remessas (20/04): 304.000
10ª remessa (30/04): 152.800
11ª e 12ª remessas (04/05): 432.200

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br
www.instagram.com/divesantacatarina
www.facebook.com/divesantacatarina


Foto:  Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O inverno ainda não chegou, mas a queda de temperatura registrada nesta semana traz um alerta: é preciso aumentar ainda mais a a atenção aos cuidados com a higiene para evitar a disseminação de doenças, principalmente as respiratórias. Nessa época de outono, inverno, para se proteger do frio, as pessoas tendem a ficar em locais fechados, sem ventilação, aumentando as chances de infecção por vírus. 

O médico infectologista da Secretaria de Saúde de Santa Catarina (SES), Eduardo Campos de Oliveira, ressalta que não é o frio que provoca doenças infecciosas. “Não é porque a temperatura está mais baixa que nós pegamos resfriados, gripes e até mesmo o coronavírus. Na verdade, a temperatura mais baixa faz com que os ambientes fiquem mais fechados, as pessoas fiquem mais agrupadas nestes ambientes e basta uma pessoa sintomática respiratória para que haja uma disseminação mais fácil dessas viroses”, explica.

>>>Terceira fase da Campanha de Vacinação contra a gripe começa dia 11 de maio

No entanto, existem outros tipos de doenças atreladas diretamente a questão climática e a ambientes mais secos que não estão relacionadas a infecções virais como, por exemplo, asma, rinite e outras alergias respiratórias. Neste caso, o tempo frio interfere e essa mudança climática pode desencadear crises dessas doenças, mas não há transmissão de pessoa para pessoa.

O médico infectologista da SES, Fábio Gaudenzi de Farias, explica que "normalmente quando nós temos uma doença respiratória que não é infecciosa, uma doença alérgica, como uma rinite, por exemplo, não há febre. Então, essa seria a principal forma de diferenciar o que é infeccioso e o que não é.”

>>>Chegada do frio aumenta importância do distanciamento social e cuidados de higiene

Prevenção é a melhor forma de combater doenças relacionadas ao frio

Para evitar essas doenças relacionadas com o frio, é importante manter sempre os ambientes adequadamente ventilados, com presença do sol, isso ajuda a inativar os vírus respiratórios.

Cuidados individuais também são importantes como:

  • Lavar as mãos com frequência;
  • Utilizar lenço descartável ao tossir, espirrar ou assoar o nariz;
  • Cobrir a boca e o nariz com o antebraço quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar os olhos, nariz e boca;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Ter uma alimentação balanceada ingerindo bastante água;
  • Usar máscara sempre que sair de casa;
  • Evitar aglomerações e ambientes fechados;
  • Evitar contato próximo com pessoas que apresentem sinais ou sintomas;
  • Evitar contato com pessoas imunodeprimidas; não sair de casa se apresentar qualquer sinal ou sintoma. 

A idade mais atingida vai depender do tipo de vírus respiratório que vai circular com maior intensidade. “O vírus influenza H1N1, por exemplo, tem uma predileção maior pelos adultos jovens e, principalmente, os adultos com comorbidades, o influenza H3N2 tem preferência maior pelas crianças e pelos idosos. Já o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) tem uma predileção pelas crianças pequenas”, explica Gaudenzi.

A verdade é que essas doenças infecciosas como gripe, covid-19, podem causar uma série de sinais e sintomas, desde os mais leves como coriza e mal estar momentâneo, até quadros extremamente graves que precisam de internação, podendo levar à morte. Por isso, sempre que houver dúvidas, a persistência de sintomas ou, ainda, a evolução para quadros graves há a necessidade de procurar atendimento médico.

O serviço de saúde deve ser procurado imediatamente caso o paciente apresente: dificuldade para respirar, lábios com coloração azulada ou roxeada, dor ou pressão abdominal ou no peito, tontura ou vertigem, vômito persistente, convulsão.

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br
www.instagram.com/divesantacatarina
www.facebook.com/divesantacatarina