A Secretaria de Estado da Saúde ampliou a faixa etária das crianças a serem vacinadas contra a gripe. Meninos e meninas com menos de cinco anos devem ser levados aos postos de saúde para serem imunizados, a partir da próxima segunda-feira, 17.

A campanha nacional de vacinação contra a gripe terminou no último dia 10 de maio. No entanto, as unidades de saúde de Santa Catarina continuam vacinando os grupos prioritários e o fará enquanto houver doses disponíveis.

“Era um desejo do Estado imunizar todas as crianças menores de cinco anos. Avaliando o quantitativo de vacinas ainda disponíveis, conseguimos estender o benefício para essa faixa etária tão importante”, explica o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira.

A ampliação beneficiará 170 mil crianças catarinenses que poderão ser imunizadas contra a gripe. “Estas crianças, apesar de não serem consideradas como parte dos grupos prioritários para vacinação contra influenza pelo Ministério da Saúde, possui uma elevada taxa de hospitalização, justificando assim a indicação”, afirma o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fábio Gaudenzi.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta que os pais levem seus filhos com idade de seis meses a menores de cinco anos, que ainda não foram vacinados contra a influenza, a um posto de vacinação, acompanhados da carteirinha de vacinação. “Além disso, o Estado recomenda que os municípios intensifiquem a busca de pessoas ainda não vacinadas pertencentes a todos os grupos prioritários, especialmente os portadores de doenças crônicas e idosos”, acrescenta o gerente de Imunização Eduardo Macário.

Campanha
Até esta sexta-feira, 14, Santa Catarina alcançou uma cobertura de 95,5% para a vacina contra influenza em todos os grupos. Foram mais de 1,37 milhão de doses aplicadas nos grupos prioritários. Dos 295 municípios catarinenses, 288 (98,3%) ultrapassaram a meta de 80% de cobertura nos grupos, garantindo assim que a população de maior risco para terem complicações por gripe esteja imunizadas antes do inverno.

No dia 15 de maio, foi ampliada a vacina para crianças com idade de dois anos a dois anos, onze meses e 29 dias. Desde então, 26 mil crianças desta faixa etária já foram imunizadas.

Os municípios poderão utilizar estrutura da campanha de vacinação contra pólio, que ocorrerá até o dia 21 de junho, como estratégia para vacinar estas crianças.

Gripe
Ao surgirem sintomas de gripe, como febre, tosse ou dor de garganta, dor de cabeça ou dor no corpo, as pessoas, vacinadas ou não, devem procurar a unidade de saúde mais próxima para assistência médica, diagnóstico e tratamento adequado, evitando o agravamento. O profissional de saúde irá avaliar o quadro clínico, e a necessidade da utilização do Antiviral Fosfato de Oseltamivir. A automedicação não deve ser estimulada, pois além de mascarar sintomas da gripe dificultando o diagnóstico, pode provocar uma demora do paciente na procura do serviço de saúde para tratamento adequado.

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O serviço de radiologia será inaugurado no dia 12 de julho no Hospital Tereza Ramos, em Lages. O secretário-adjunto de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, realizou, na manhã desta sexta-feira, 14, uma visita técnica ao setor.

A nova ala está equipada com um acelerador linear (aparelho que realiza a radioterapia) e tomógrafo novos. Acélio Casagrande ficou satisfeito com a qualidade do serviço que está sendo preparado para a população do Planalto Serrano.

Junto da direção do hospital e da direção do setor de radiologia, assim como da gerência de Saúde da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Lages, o secretário-adjunto checou os detalhes para a inauguração, que contará com a presença do governador Raimundo Colombo, dia 12 de julho.

Além disso, o secretário-adjunto visitou as obras da nova ala que será instalada no Hospital Tereza Ramos - um setor de diagnóstico, que, entre outros exames, disponibilizará mamografia, endoscopia e ultrassom. "Será um centro de diagnóstico modelo para o Estado", destacou Casagrande.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta sexta-feira, 14. 

Até o final da manhã desta sexta-feira, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, atendeu 32 pessoas. Havia três pacientes aguardando atendimento. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, três pacientes atendidos na Emergência estão em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 214 pessoas.

O Hospital Regional de São José, a emergência tinha 124 pacientes até às 11h. Vinte e nove pessoas aguardavam consulta e quatro estavam em observação. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, o setor de emergência atendeu 316 pacientes. 

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

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emergencia motos

Crédito facilitado e financiamentos de longo prazo, entre outros fatores, impulsionam as vendas de motocicletas em Santa Catarina. Segundo informações do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), em 2009 o Estado contabilizava 776.027 motos. Até junho deste ano, o número subiu para 955.571. Isso representa um acréscimo de 23,14% da frota nos últimos quatro anos.

Paralelo a isso e com reflexo direto na saúde pública, as emergências dos hospitais registram, diariamente, uma lotação por conta do número cada vez maior de acidentes envolvendo motociclistas. Do início do ano até maio, os seis maiores hospitais que integram a rede da Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizaram 3.029 atendimentos (veja tabela abaixo). 

Além da superlotação, os acidentes com motos acabam contribuindo também para elevar o custo das emergências dos hospitais, uma vez que as lesões causadas muitas vezes são graves por conta da pouca proteção que a motocicleta oferece.  

Libório Soncini, diretor do Hospital Celso Ramos, explica que 20 anos atrás os casos de ortopedia e traumatologia representavam cerca de 10% dos atendimentos. Hoje, esse percentual saltou para 53%. “Esses casos vêm aumentando muito nos últimos tempos, e os atendimentos envolvendo motociclistas representam mais da metade das ocorrências verificadas no setor de emergência”, observa Soncini. 

Gastos com acidentes

Nos cinco primeiros meses deste ano, os dois maiores hospitais públicos de Santa Catarina, Hospital Regional de São José e Hospital Celso Ramos, gastaram, com todos os tipos de acidentes de trânsito, R$ 664.738,00 e R$ 1.382.395,00, respectivamente.

Dados coletados no mesmo período revelam que os hospitais Celso Ramos e Regional de São José, ambos referências na área de ortopedia, receberam, em média, entre 400 e 550 vítimas por mês. De janeiro a maio deste ano, o Hospital Regional de São José atendeu 1.529 ocorrências. No Celso Ramos, os atendimentos chegaram a 1.110.

Em 2012, o número de motociclistas acidentados e socorridos no Hospital Regional de São José chegou a 3.765, com uma média mensal de 601 atendimentos. O mês de março registrou o maior número de acidentes, com 427 vítimas.  O Celso Ramos atendeu 2.487 pacientes. A média mensal chegou a 398 socorros de emergência. O mês de maior pico também foi o de março, com 230 ocorrências.                                                                                                                           

Lesões

Lesões resultantes de acidentes de moto são quase sempre graves. Os traumatismos crânio encefálicos e raquimedulares são recorrentes em acidentes com este tipo de veículo. As lesões muito graves estão relacionadas às amputações de membros, e as graves referem-se às fraturas de membros inferiores. As fraturas de membros superiores são classificadas como moderadas e as luxações consideradas leves, conforme informações coletadas no Hospital Celso Ramos.

Justamente por causa das graves lesões, o tempo de permanência nas unidades hospitalares aumentou consideravelmente. “Antigamente, pacientes de trauma e ortopedia ficavam no máximo oito dias internados. Agora, a taxa de permanência subiu para 20 dias por conta da gravidade dos ferimentos. E a maioria dos casos necessita de cirurgia”, explica Soncini, acrescentando que, como consequência, os gastos têm crescido muito nos últimos anos. 

Atendimentos por acidentes de motocicleta:

Unidades Hospitalares de SC

Quantidade Acidentes de Janeiro à Maio/2013

Hospital Florianópolis

143

Hospital Regional Dr. Homero De Miranda Gomes

2.309

Hospital Governador Celso Ramos

1.746

Hospital Infantil Joana de Gusmão

86

 Hospital Hans Dieter Schmidt

257

Hospital Waldomiro Colautti

414

 

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O secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, assinou, na manhã desta quinta-feira, 13, um convênio entre a Secretaria de Estado da Saúde e o Tribunal de Justiça, que cria o Portal de Assistência à Saúde dentro do site da Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina. O objetivo é criar um canal direto de comunicação entre as duas instituições, de modo que os magistrados catarinenses tenham informações técnicas atualizadas a respeito das políticas públicas do SUS.

O convênio atende a uma recomendação do Conselho Nacional de Justiça. A intenção é que as informações do Portal de Assistência à Saúde sirvam de subsídio para os magistrados que estiverem envolvidos em ações judiciais sobre saúde. O secretário Dalmo de Oliveira afirmou que a Secretaria de Estado da Saúde terá uma equipe permanente que fornecerá à Corregedoria Geral de Justiça de Santa Catarina informações atualizadas acerca de medicamentos, tratamentos padronizados e recomendados pelo Ministério da Saúde, oferecidos via Sistema Único de Saúde (SUS), “assim como esclarecimentos a respeito do funcionamento do SUS e das responsabilidades dos municípios, estados e União, de modo que possam melhor subsidiar as decisões proferidas em processos judiciais que tratam sobre o fornecimento de medicamentos ou tratamento médico”.

Presente no ato de assinatura do convênio, o juiz-corregedor Antônio Zoldan da Veiga argumentou ser o portal “uma porta de conhecimento para os magistrados”. Na mesma ocasião, o corregedor-geral de Justiça, desembargador Vanderlei Romer, ressaltou que o convênio “não tira a liberdade de decisão do juiz, apenas o ajuda a tomar decisões com maior conhecimento das questões de saúde”.

Atualmente, a Secretaria de Estado da Saúde recebe uma média de 34 liminares diárias da Justiça. São ordens judiciais a serem cumpridas pela SES. No entanto, cerca de 30% dos medicamentos solicitados via justiça são oferecidos administrativamente. Significa que esses medicamentos não precisariam ser solicitados judicialmente. Com a implementação do portal, informações como essas estarão disponíveis para consulta dos juízes.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta quinta-feira, 13.

Até o final da manhã desta quinta-feira, 13, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, estava atendendo 38 pessoas. Havia 15 pacientes aguardando atendimento. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, cinco pacientes atendidos na Emergência estão em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 236 pessoas. Desse total, 134 casos eram de ortopedia.

No Hospital Regional de São José, a emergência tinha 141 pacientes até as 11 horas desta quinta-feira. Cinco pessoas estavam em observação e 36 aguardavam consulta. Nas últimas 24 horas, de acordo com as informações da direção do Hospital Regional de São José, o setor de emergência atendeu 316 pacientes.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

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A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta quarta-feira, 12. 

Até o final da manhã desta quarta-feira, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, estava atendendo 30 pessoas. Havia 15 pacientes aguardando atendimento. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, quatro pacientes atendidos na Emergência estão em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 190 pessoas.

O Hospital Regional de São José, a emergência está lotada. Ao todo, havia, até o final da manhã, 134 pessoas na Emergência da unidade de saúde da Grande Florianópolis. Dez casos são considerados graves e estão sendo atendidos nos setores de Reanimação ou UTI semi-intensiva da Emergência. Havia 42 pacientes aguardando atendimento. A Emergência recebeu 319 pessoas nas últimas 24 horas.

O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 363 pacientes internados. Ao todo, 43 internações foram feiras nas últimas 24 horas.

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

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A Campanha contra a Poliomielite já vacinou mais de 61,63% de crianças de seis meses a menores de cinco anos no Estado, até esta quinta-feira, 13. Isto representa cerca de 234 mil de um total de 382 mil crianças nesta faixa etária que precisam ser imunizadas contra a paralisia infantil. A meta é alcançar até o dia 21 de junho, no término da campanha, uma cobertura de 95%. Os dados são atualizados diariamente e estão disponíveis no site da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE) da Secretaria de Estado da Saúde.

O Dia D da vacinação contra a pólio, realizado no sábado, 8, encerrou com mais de 167 mil crianças vacinadas. “O dia da mobilização nacional foi além de nossas expectativas, pois conseguimos chegar a 43% de cobertura em um único dia”, destaca Eduardo Macário, gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE).

Segundo Macário, os pais e responsáveis por crianças de seis meses a menos de cinco anos devem levar seus filhos aos postos para tomar as gotinhas da vacina oral contra pólio (VOP). “Este ano é importante levar a caderneta de vacinação, pois só poderão receber as gotinhas da vacina oral as crianças que já tiveram registro das duas doses da vacina injetável (VIP), ou que já receberam doses da vacina oral em anos anteriores”, destaca Macário.

A vacina protege contra os três sorotipos da poliomielite – I, II e III. “Ela tem eficácia comprovada de até 95% em crianças com o esquema vacinal completo" lembra o gerente de imunização. Desde 2012, o Ministério da Saúde preconiza que o esquema vacinal contra pólio deve ser sequencial, utilizando-se os dos tipos de vacina oral e injetável (VIP/VOP) com três doses e um reforço para crianças menores de 1 ano de idade que estiverem iniciando o esquema vacinal.

A vacina injetável (VIP) deve ser administrada aos 2 meses (1ª dose) e aos 4 meses (2ª dose). A criança deve tomar a vacina oral (VOP) aos 6 meses (3ª dose) e depois aos 15 meses de idade (reforço). A preferência para administração da vacina injetável (VIP) aos 2 e 4 meses de idade tem a finalidade de evitar o risco, que é raríssimo, de evento adverso pós-vacinação.

Há mais de 20 anos não existem registros de casos de poliomielite no Brasil. Ainda assim, o vírus da pólio continua circulando em alguns países da Ásia e África. Só neste ano foram notificados 32 casos de crianças com poliomielite em países endêmicos. “Para garantir que a doença não seja reintroduzida no Brasil, é importante manter altas e homogêneas taxas de cobertura da vacina contra a paralisia infantil nesta população”, explica o diretor de Vigilância Epidemiológica, Fábio Gaudenzi. Isso significa que é muito importante que todas as crianças com idade entre seis meses a menos de cinco anos, de todos os municípios de Santa Catarina, estejam vacinadas.

Quem não pode tomar a vacina oral contra a Pólio (VOP)
A aplicação da vacina é rápida e indolor. São duas gotinhas administradas por via oral. “Mas ela deve ser evitada em crianças com infecções agudas, febre, que tenham hipersensibilidade aos antibióticos estreptomicina ou eritromicina, que sejam imunologicamente deficientes ou apresentaram alguma reação anormal à dose anterior”, orienta o gerente de imunização da DIVE. As crianças que não tenham comprovação em caderneta de vacinação das duas doses da vacina injetável contra pólio (VIP), ou que nunca receberam doses da vacina oral (VOP) em anos anteriores, também não deverão tomar as gotinhas, devendo iniciar ou complementar o esquema com a vacina injetável (VIP). “Por isso e tão importante levar a caderneta de vacinação da criança ao posto”, reitera o diretor da DIVE.

O que é a poliomielite?
A poliomielite é uma doença infecciosa viral aguda, altamente contagiosa que afeta principalmente crianças menores de 5 anos de idade. O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, podendo invadir o sistema nervoso.

Muitas pessoas infectadas não apresentam sintomas da doença (febre, fadiga, cefaleia, vômitos, rigidez no pescoço e dores nos membros), mas excretam o vírus em suas fezes, portanto, podem transmitir a infecção para outras pessoas. Quando a infecção ataca o sistema nervoso, ela pode causar paralisia nos músculos da perna e até a morte, quando atinge músculos respiratórios.

Não existe tratamento contra a pólio, e somente a prevenção, por meio da vacina, garante a imunidade. 

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A Secretaria de Estado da Saúde informa, a seguir, a situação das emergências dos hospitais Celso Ramos e Regional de São José nesta terça-feira, 11.   

Até o final da manhã desta terça-feira, 11, a emergência do Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, estava atendendo 35 pessoas. Havia cinco pacientes aguardando atendimento. Segundo informações da direção geral da unidade de saúde, três pacientes atendidos na Emergência estão em estado grave. Nas últimas 24 horas, o Celso Ramos recebeu, na Emergência, 184 pessoas.

O Hospital Regional de São José, a emergência está lotada. Ao todo, havia, até o final da manhã, 122 pessoas na Emergência da unidade de saúde da Grande Florianópolis. Dez casos são considerados graves e estão sendo atendidos nos setores de Reanimação ou UIT semi-intensiva da Emergência. Havia 20 pacientes aguardando atendimento. A Emergência recebeu 341 pessoas nas últimas 24 horas.

O quadro geral do Hospital Regional de São José é de 356 pacientes internados. Ao todo, 64 internações foram feiras nas últimas 24 horas.  

A Secretaria de Estado da Saúde orienta a população a primeiro procurar os centros de saúde dos seus municípios. Os postos de saúde e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) estão aptos a atender situações de urgência, que são aqueles em que a pessoa não corre riscos. São casos, por exemplo, de febre e dores generalizadas. Os casos mais graves serão encaminhados para os hospitais.

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