Hospital infantil Joana de Gusmão.Foto: Paulo Goeth/ Arquivo SES

A Secretaria de Estado da Saúde obteve 39 novos alvarás sanitários setoriais, em 2019, para as unidades hospitalares que integram a rede estadual. O resultado está relacionado à criação de uma política pela gestão atual, através da Superintendência de Hospitais Públicos (SUH), além do trabalho e foco nas ações de segurança dos pacientes.

Unidades como o Hospital Infantil Joana de Gusmão, Instituto de Psiquiatria, Instituto de Anatomia Patológica, Maternidade Dona Catarina Kuss e Maternidade Darcy Vargas (MDV) conseguiram o alvará sanitário geral do hospital. No caso da MDV, de Joinville, o documento - que engloba todos os alvarás sanitários necessários junto a entidades reguladoras – foi obtido na última semana de novembro e representa o fim de onze anos de espera.

Entre as conquistas estão alvarás sanitários setoriais do ambulatório e do setor de endoscopia do Hospital Governador Celso Ramos. Vários alvarás também foram obtidos pelo Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis (Alvará Geral, Ambulatório médico, Hospital Dia, Radiologia médica, Banco de Leite, Quimioterapia) e pelo Hospital Hans Dietter Schmidt, de Jonville (Geral, Serviço de Nutrição Enteral, refeitório, hemodiálise, centro de radiologia intervencionista, lavanderia, farmácia e UTI).

O secretário da Saúde, Helton de Souza Zeferino, destaca que a regularização das unidades hospitalares é um dos principais objetivos da pasta. “Neste ano foi estabelecido que uma das metas principais da atual gestão para os hospitais sob gestão direta do estado seria focar no trabalho para a emissão de alvarás sanitários necessários e a busca pela regularização de todas as unidades em relação às normas de segurança contra incêndio”, destacou. “Quem ganha com isso são nossos pacientes que passam a ser atendidos em uma unidade hospitalar integralmente ajustada às normas sanitárias e de segurança”, complementou.

A diretora da Maternidade Darcy Vargas, Vera Lúcia Freitas, destacou que o apoio da SUH foi fundamental. “Contamos com apoio da SES para adequação de áreas físicas e nossos servidores das coordenações passaram a fiscalizar as situações mais de perto”, disse a diretora.

O superintendente de Hospitais Públicos, Daniel Yared Forte, destacou que as unidades hospitalares têm recebido apoio da pasta para a realização de todas as ações necessárias à obtenção de alvarás e cumprimento de normas de segurança.

Confira a lista dos alvarás obtidos em 2019:

Hospital Governador Celso Ramos - Ambulatório/endoscopia

Hospital Infantil Joana de Gusmão - Alvará Geral, Ambulatório médico, Hospital Dia, Radiologia médica, Banco de Leite, Quimioterapia

Hospital Nereu Ramos - Hospital Dia, Setor de ambulância e Radiologia

Hospital Regional Hans Dieter Schmdt - Serviço de Nutrição Interal, refeitório, hemodiálise, centro de radiologia intervencionista, lavanderia, farmácia e UTI.

Hospital Regional de São José - Laboratório de Análises Clínicas, Lavanderia, Nutrição Enteral, Nutrição Parental, Serviço de Nutrição e Dietética

Hospital Tereza Ramos - Casa de Acolhimento para Gestante

Instituto de Psiquiatria - Alvará Geral IPQ e Alvará Geral Centro de Convivência

Maternidade Carmela Dutra - Banco de Leite Humano, Radiologia, Lactário

Maternidade Dona Catarina Kuss - Alvará Geral, Farmácia, Banco de Leite e Nutrição

Maternidade Darcy Vargas - Alvará Geral, Nutrição, Banco de Leite, UTI Neonatal, Agência Transfusional e Farmácia

Instituto de Anatomia Patológica - Alvará Geral

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo terminou no sábado, 30, quando houve o Dia D de imunização contra a doença em todas as cidades catarinenses. Realizada entre os dias 18 e 30 de novembro, a segunda etapa levou 114.751 jovens adultos às unidades de saúde do estado para tomar a vacina. Destas, 46.654 receberam a dose. Os demais estavam com a situação vacinal em dia.

A segunda fase foi destinada a jovens adultos com idade entre 20 e 29 anos, faixa etária mais acometida pela doença em Santa Catarina. “Jovens adultos nesta faixa etária precisam ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida”, explica a chefe da divisão de imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina, Arieli Fialho.

Apesar de a campanha ter terminado, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) ressalta que as doses da vacina continuam disponíveis para pessoas com até 49 anos em todas as mais de mil salas de vacinação do estado. De acordo com a gerente de imunização da Dive, Lia Quaresma Coimbra, muitos catarinenses ainda precisam ser vacinados.

Conforme estimativa do Ministério da Saúde, nesta segunda etapa, 420 mil jovens adultos em SC deveriam ter se imunizado contra a doença. “O sarampo pode deixar sequelas e, em casos mais grave, levar à morte. A vacina é a única forma de prevenção, por isso a gente reforça que é muito importante que todos estejam vacinados”, afirma Coimbra.

Quem precisa se vacinar:

- bebês com idade entre seis e 11 meses: dose zero
- crianças com um ano: dose um
- crianças com um ano e três meses: dose dois e última dose por toda a vida

Aqueles que não sabem se já estão imunizados, precisam atualizar a situação vacinal de acordo com a faixa etária:

- de 20 a 29 anos: duas doses
- de 30 a 49 anos: uma dose

Informações adicionais para imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
Instagram: @divesantacatarina Facebook: Dive Santa Catarina
Fone: (48) 3664-7406/(48) 3664-7402/(48) 3664-7385
Site: www.dive.sc.gov.br

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado neste domingo, 1º, a Secretaria de Saúde de Santa Catarina, através da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do HIV. O vírus causador da Aids não tem cura, mas pode ser evitado com o uso de preservativos. No caso de pessoas já infectadas, o diagnóstico precoce é fundamental para um tratamento eficaz.

“Pessoas que não abandonam o tratamento conseguem viver mais e com melhor qualidade de vida”, ressalta o médico infectologista da DIVE/SC, Eduardo Campos de Oliveira. Entre os anos de 2007 e 2018, Santa Catarina registrou 14.232 novos casos de infecção por HIV. A taxa de detecção era de 4,9 casos por 100 mil habitantes, em 2007, e passou para 39 casos por 100 mil habitantes, em 2018, o que demonstra a ampliação do diagnóstico no estado.

De acordo com a diretora da DIVE/SC, Maria Teresa Agostini, a utilização dos testes rápidos, disponíveis em todos os municípios catarinenses, tem contribuído bastante com essa expansão. No primeiro semestre de 2019, foram distribuídos 1,1 milhão de testes em Santa Catarina e, em 2018, foram 2,1 milhões durante todo o ano.

Os testes rápidos são realizados nas unidades de saúde, sem a necessidade de estrutura laboratorial, com a coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo ou através da saliva. O resultado sai em, no máximo, 30 minutos.

Infecção por HIV

Em 2018, entre os meses de janeiro e outubro, foram notificados 1.703 novos casos de infecção por HIV em Santa Catarina. No mesmo período de 2019, esse número foi de 1.648, sendo que a faixa etária mais acometida é de jovens adultos com idade entre 15 e 34 anos. Os homens são maioria, representando 75% do total de casos.

Prevenção

A utilização do preservativo masculino ou feminino é imprescindível em todas as relações sexuais para prevenir não só a infecção por HIV como também outras inúmeras Infecções Sexualmente Transmissíveis como sífilis, hepatite e gonorreia.

Outras formas de prevenção ao HIV

A Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP) é uma medida de prevenção de urgência à infecção pelo HIV, hepatites virais e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) que consiste no uso de medicamentos para reduzir o risco de adquirir essas infecções. A medida deve ser utilizada após qualquer situação em que exista risco de contágio, como: violência sexual; relação sexual desprotegida, sem o uso de camisinha ou com rompimento do preservativo; acidente ocupacional, com instrumentos perfurocortantes ou contato direto com material biológico. De 1º de janeiro de 2018 a 30 de setembro de 2019 foram realizados 24 mil atendimentos, 65% delas por exposição sexual consentida, 30% por acidente ocupacional e 5% por violência sexual.

A Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP) é uma medida de prevenção à infecção pelo HIV. A PrEP consiste em tomar diariamente um comprimido que impede que o vírus causador da Aids infecte o organismo, antes mesmo da pessoa ter contato com o HIV. De 1º de janeiro de 2018 a 30 de setembro de 2019, foram realizadas 1.788 assistências para um total de 410 usuários em PrEP em seis serviços no estado.

Informações adicionais para imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
Instagram: @divesantacatarina Facebook: Dive Santa Catarina
Fone: (48) 3664-7406/(48) 3664-7402/(48) 3664-7385
Site: www.dive.sc.gov.br


Foto: Ricardo Woffenbuttel/ Secom

O Dia D de vacinação contra o sarampo em jovens adultos será neste sábado, 30, quando os postos de saúde de todas as cidades catarinenses vão ficar abertos das 8h às 17h. A 2ª etapa da Campanha Nacional de Vacinação, voltada para imunização de pessoas entre 20 e 29 anos, termina no dia 30.

A gerente de Imunização da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE/SC), da Secretaria de Saúde de Santa Catarina, Lia Quaresma Coimbra, lembra que os adultos nesta faixa etária são os que mais tem contraído sarampo no estado, por isso a importância da vacinação “Pessoas com idade entre 20 e 29 anos precisam ter tomado duas doses da vacina ao longo da vida.

Quem não tomou, não lembra ou não tem mais a carteirinha de vacinação precisa procurar uma unidade de saúde”, esclarece.

Entre os dias 18 e 22 de novembro, primeira semana da 2ª etapa da Campanha de Vacinação, 40,7 mil catarinenses comparecem às unidades de saúde para tomar a dose contra a doença. Desse total, 14.252 precisaram se imunizar. Os demais estavam com a situação vacinal em dia. Segundo estimativa do Ministério da Saúde, Santa Catarina teria que vacinar, nesta etapa, cerca de 420 mil pessoas no total.

A enfermeira Arieli Fialho, chefe da Divisão de Imunização da DIVE/SC, ressalta que mesmo com o fim da Campanha de Vacinação, as doses vão continuar disponíveis nos postos de saúde para a imunização de pessoas de todas as faixas etárias, conforme recomendação do Ministério da Saúde.

Quem precisa se vacinar:

- bebês com idade entre seis e 11 meses: dose zero

- crianças com um ano: dose um

- crianças com um ano e três meses: dose dois e última dose por toda a vida

Aqueles que não sabem se já estão imunizados, precisam atualizar a situação vacinal de acordo com a faixa etária:

- de 20 a 29 anos: duas doses

- de 30 a 49 anos: uma dose

Para mais informações sobre a doença, acesse o site www.dive.sc.gov.br/sarampo.

Informações adicionais para imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
Instagram: @divesantacatarina Facebook: Dive Santa Catarina
Fone: (48) 3664-7406/(48) 3664-7402/(48) 3664-7385
Site: www.dive.sc.gov.br


Foto: Robson Valverde/Secretaria da Saúde

Santa Catarina sedia nesta semana o I Fórum Internacional de Coordenação de Transplantes do Brasil e o I Simpósio Internacional de Eficiência para Efetividade no Processo de Doação e Transplantes. A abertura dos eventos ocorreu nesta terça-feira, 26, em São José.

Durante a solenidade, o secretário da Saúde, Helton de Souza Zeferino, destacou a atuação da Central Estadual de Transplantes de Santa Catarina, a SC Transplantes, vinculada à Superintendência de Regulação e Serviços da Secretaria de Estado da Saúde, que completa 20 anos de atividades em 2019. “A SC Transplantes é uma estrutura vem sendo conduzida a muitas mãos, desde a direção aos coordenadores hospitalares. Esse trabalho conjunto reflete no desempenho de 2019, que pode fazer com que Santa Catarina recupere o primeiro lugar entre os estados brasileiros em número de doações de órgãos”.

O coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade, explicou que os eventos são realizados em parceria com o Ministério da Saúde e coordenação geral do Sistema Nacional de Transplantes. “Contamos com especialistas dos Estados Unidos, Espanha, Argentina, e todas as Unidades da Federação do Brasil para aprofundar questões sobre o tema e melhorar a coordenação de transplantes, por consequência, a doação e transplantes de órgãos no Brasil”, destacou.

Os eventos, voltados para médicos e profissionais que atuam na área de transplantes, seguem até sexta-feira, 29, no Golden Hotel, em São José. No dia 28 será realizada uma homenagem ao Sistema Estadual de Transplantes catarinense, às 19h, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), em Florianópolis.

Santa Catarina vive um ano histórico com a quebra de recordes em relação a doações de órgãos. Nos primeiros dez meses de 2019 foram registradas 262 doações de múltiplos órgãos, sendo que em setembro o estado teve o melhor desempenho em 20 anos da SC Transplantes, com 43 doações efetivadas. Os meses de fevereiro (24) e julho (34) também foram recordes.

No total, foram 1248 transplantes em 2019, sendo 439 de córneas, 197 de rim (doador falecido) e 109 de fígado (doador falecido).

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-7448 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

 

Cirurgiões de cabeça e pescoço, fonoaudiólogas e enfermeiras estomaterapeutas das 16 Unidades de Assistência de Alta Complexidade (Unacons) do Estado participaram do 1° Curso Teórico e Prático de Reabilitação Fonatória e Pulmonar para laringectomizados e traqueostomizados. O evento ocorreu no sábado, 23, em Florianópolis.  

O curso, que tem o apoio e a participação da Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Superintendência de Serviços Especializados e Regulação (SUR), teve palestras e uma apresentação de coral com pacientes laringectomizados no período da manhã. Durante a tarde, enfermeiros e fonoaudiólogos participaram de aulas práticas e cirurgiões trabalharam inserindo próteses em cinco pacientes.

O curso marca uma conquista importante para Santa Catarina, que é o primeiro estado do país a fornecer insumos para reabilitação vocal e pulmonar através do  Sistema Único de Saúde (SUS). A medida deve beneficiar cerca de 300 pessoas que passaram por cirurgias para tratar doenças como câncer de boca e garganta.

“Com esta iniciativa esperamos trazer mais qualidade de vida a estes pacientes que, historicamente, não recebiam atendimento pelo estado” comenta o secretário da Saúde, Helton de Souza Zeferino. O Estado deve repassar cerca de R$ 1,5 milhão por ano para compra dos itens.

Esse público está contemplado na portaria ministerial nº 400, de 16 de novembro de 2009, porém não houve avanço por parte do Governo Federal para inclusão dos códigos de insumos na Tabela do SUS e nem custeio específico para os serviços. Santa Catarina foi o primeiro estado que estruturou esta padronização para reabilitação dentro da Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência.

Foram padronizados 11 itens, sendo que somente um consta na Tabela do SUS. Estima-se que o montante para aquisição desses itens será de R$ 1,7 milhão ao ano, sendo que 90% desse total será custeado exclusivamente pela Secretaria de Estado da Saúde.

O Superintendente de Serviços Especializados e Regulação, Ramon Tartari, declarou que este resultado é fruto do esforço de muitas pessoas da área técnica, da sensibilidade pela causa e de uma gestão eficiente implementada na SES. “Novas ações estão previstas para 2020 em diferentes áreas, buscando melhorar o acesso, a qualidade e a integralidade da atenção à saúde dos catarinenses”, destacou.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-7448 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

 


Foto: James Tavares / Arquivo / Secom

Eliminar os criadouros do mosquito é o principal objetivo do Dia D de mobilização contra o Aedes aegypti em Santa Catarina, que será neste sábado, 23. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) reforça que os cuidados básicos para a prevenção das três doenças dengue, zika e febre de chikungunya, começa dentro de casa.

“É importante promover a limpeza de calhas, de piscinas, e de outros locais que possam acumular água, além de descartar corretamente o lixo”, afirma João Fuck, gerente de zoonoses da Dive.

Outro ponto importante: essa limpeza precisa ocorrer, pelo menos, uma vez por semana, isso porque os ovos do mosquito se transformam em adultos em aproximadamente sete dias. “Ao eliminar depósitos e recipientes que possam acumular água, ajudamos a evitar a proliferação do mosquito”, ressalta.

Situação de Santa Catarina

Até o dia 9 de novembro, foram registrados 25.747 focos do mosquito Aedes aegypti. Eles estão concentrados em 184 municípios, dos quais 94 são considerados infestados. O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), realizado em novembro, indica que 11 municípios apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya; 39 apresentam médio risco e 44 apresentam baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, conforme dados divulgados nesta quinta-feira, 21, no Boletim.

Até essa mesma data foram confirmados 1.898 casos dengue, desses, 1.689 são autóctones, 141 importados, 54 indeterminados (sem a definição do Local Provável de Infecção - LPI) e 14 em investigação de LPI.

Ações conjuntas e coordenadas entre diversos setores são fundamentais para o controle do mosquito Aedes aegypti no estado. “As ações precisam se estender ao longo do ano. Cada um fazendo a sua parte para garantir saúde para todos”, finaliza Maria Teresa Agostini, diretora da Dive/SC.

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 Foto: James Tavares/Arquivo/Secom

No dia 25 de novembro, comemora-se em todo o país o Dia Nacional do Doador de Sangue. Para celebrar a data, homenagear e agradecer às pessoas que dedicam parte de seu tempo  de forma voluntária para salvar vidas, o Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina (Hemosc) preparou uma semana especial. Neste ano, o tema da campanha no estado será “Quando você doa sangue, a esperança cresce”.

A data foi instituída em junho de 1964, por meio do decreto Lei nº 53.988. Foi escolhida também por marcar o dia da fundação da Associação Brasileira de Doadores Voluntários de Sangue (ADVS). Na programação estão previstas comemorações durante toda a semana de 25 a 29 de novembro pelos sete hemocentros da rede Hemosc, localizados em Florianópolis, Lages, Joinville, Criciúma e Joaçaba, e pelas duas Unidades de Coleta, situadas em Tubarão e Jaraguá do Sul. 

Durante o período, as instituições estarão decoradas para receber os heróis anônimos e entregarem uma singela lembrança. Além disso, simbolizando o carinho e reconhecimento, será servido um lanche especial aos doadores.

Doações 

Apenas no primeiro semestre de 2019, o Hemosc registrou 64.069 doações de sangue que geraram 90.682 transfusões em Santa Catarina. No ano de 2018, foram registrados  150.440 candidatos à doação.

Informações:

- Florianópolis (48) 3251-9811
- Lages – (49) 3289 - 7011
- Joaçaba – (49) 3527 - 2219
- Chapecó – (49) 3700-6411
- Criciúma – (48) 3444 - 7414
- Blumenau – (47) 3222 - 9800
- Joinville – (47) 3481 - 7413
- Tubarão – (48) 3621 - 2405
- Jaraguá do Sul – (47) 3055 - 0454


Fotos: Robson Valverde / SES

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) iniciou os trabalhos para a implantação de uma cooperação técnica internacional na área de Atenção Primária à Saúde. Técnicos da Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucia (ACSA) da Espanha e da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) estiveram em Florianópolis, nesta semana, para reuniões com o secretário Helton de Souza Zeferino, o secretário adjunto André Motta Ribeiro e equipe técnica da SES.

Foi traçado um panorama do atendimento do estado para implantar ações de qualificação na Atenção Primária. O representante da ACSA ainda visitou uma unidade básica de saúde (UBS), uma unidade de pronto atendimento (UPA) e uma unidade hospitalar estadual.

“A gestão atual da Secretaria de Estado da Saúde estipulou como uma das metas estratégicas a qualificação da Atenção Primária”, destaca o secretário Helton, ressaltando que o trabalho da ACSA, localizada em Andaluzia, na Espanha, estava próximo do projeto idealizado pela SES.

“Começamos a trabalhar no plano de cooperação entre Espanha e Brasil, em específico Santa Catarina. Essa cooperação busca o processo de acreditação, que nada mais é do que a criação de parâmetros de qualidade para que a população catarinense possa ser ainda melhor atendida na atenção primária, com um nível de atendimento equitativo. Isso nos traz muita esperança para os próximos meses”, explica Zeferino.

Victor Reyes Alcázar, representante da ACSA, destacou que foram dias intensos, para ficar a par da situação de Santa Catarina. “É um projeto importante, a acreditação na atenção primária. Visitamos várias unidades, conversamos com muitos interlocutores para que possamos definir um plano de trabalho em conjunto e elaboração de um projeto piloto”, afirmou Victor.

Sobre Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde (APS) é conhecida como a porta de entrada dos pacientes no sistema público de saúde, ou seja, o atendimento inicial. Seu objetivo é orientar sobre a prevenção de doenças, solucionar os possíveis casos de agravos e direcionar os mais graves para níveis de atendimento superiores em complexidade. A APS funciona como um filtro capaz de organizar o fluxo dos serviços nas redes de saúde, dos mais simples aos mais complexos.

No Brasil, há diversos programas governamentais relacionados à atenção básica, sendo um deles a Estratégia de Saúde da Família (ESF), que leva serviços multidisciplinares às comunidades por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), por exemplo. Consultas, exames, vacinas, radiografias e outros procedimentos são disponibilizados aos usuários nas UBSs.

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99913-0316
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br

 

O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira, 21, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde, revela que 11 municípios (12%) infestados pelo mosquito apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya. Os dados também mostram que 39 cidades (42,4%) apresentam médio risco e 44 (45,7%), baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. 

::: Para mais informações, clique aqui!

Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 92 municípios realizaram o levantamento. Florianópolis e Jaraguá do Sul são considerados infestados, mas ainda não encaminharam os resultados da atividade.

LIRAa

O levantamento inspecionou 78.785 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A maioria era de recipientes móveis, como baldes e vasos de planta (36,9%). Em segundo lugar, estão o lixo e a sucata (32,8%). 

 “Esses dados revelam o quanto todos temos que estar atentos ao ambiente. É preciso manter os quintais limpos e descartar corretamente o lixo. Apesar desses recipientes serem os mais comuns, não podemos esquecer também de manter a caixa d’água fechada e as calhas limpas”, alerta João Fuck gerente de zoonoses da Dive/SC.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. O levantamento é realizado por meio da visita a um determinado número de imóveis do município, onde ocorre a coleta de larvas para definir o Índice de Infestação Predial (IIP). 

No LIRAa do mesmo período do ano passado, três municípios da região Oeste apresentavam alto risco para transmissão das doenças. Outros 28 municípios apresentavam médio risco e 43, baixo risco. Os novos dados demonstram um aumento nos municípios classificados com alto e médio risco. Em novembro de 2018 foram 44% dos municípios nessa condição, enquanto neste ano o percentual subiu para 54,3%. 

Confira o boletim do LIRAa completo. 

Prevenção

Os vírus que causam dengue, febre de chikungunya e zika são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Elas apresentam sinais e sintomas parecidos, mas têm níveis de gravidade diferentes. 

O mosquito se reproduz em locais que apresentam água parada, assim a melhor estratégia de prevenção é eliminar os potenciais criadouros. O uso de inseticidas para eliminar o mosquito adulto apresenta baixa eficácia, tendo em vista que dependem de fatores como condições climáticas, equipamentos utilizados e contato com o mosquito. Assim, essa medida é apenas complementar, utilizada em situações específicas e com recomendação técnica. 

O que fazer?

• Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
• Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
• Mantenha lixeiras tampadas;
• Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
• Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
• Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
• Mantenha ralos fechados e desentupidos;
• Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
• Retire a água acumulada em lajes;
• Limpe as calhas, evitando que galhos ou outros objetos não permitam o escoamento adequado da água;
• Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
• Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br