Fotos: Ricardo Wolffenbuttel/Secom

Há um ano, em 18 de janeiro de 2021, o estado de Santa Catarina iniciava a maior Campanha de Vacinação da história, a da Covid-19. Naquela data, 144 mil doses da vacina Coronavac chegaram ao território catarinense e os três primeiros moradores de Santa Catarina foram vacinados com a primeira dose.

"A vacina trouxe esperança e consolidou um trabalho feito a muitas mãos para enfrentarmos os desafios impostos pela pandemia. Mesmo diante de uma realidade triste e desconhecida, Santa Catarina registra os menores índices de letalidade pela Covid-19, sem abrir mão do esforço máximo na preservação da vida, do respeito ao trabalho e das decisões com base na ciência. A vacina continua sendo uma das principais estratégias de combate ao vírus. Vamos seguir fazendo a nossa parte, para juntos vencermos a pandemia o mais rápido possível", enfatiza o governador Carlos Moisés.

 O enfermeiro Júlio César Vasconcellos de Azevedo, de Florianópolis, foi um dos primeiros moradores de SC a receber a vacina 

“Foi um momento histórico para a saúde coletiva do Brasil, para o SUS, para o nosso Plano Nacional de Imunização. Me desloquei à São Paulo com a grande missão de trazer esperança ao nosso Estado, e com a certeza que teríamos muito trabalho pela frente”, lembra o secretário de Estado da Saúde, André Motta. “Estamos cumprimos com honra e competência a missão de vacinar à nossa população. Somos um dos Estados com o maior índice de cobertura vacinal e com menor taxa de letalidade pelo Coronavirus", complementa.

O superintendente de vigilância em saúde, Eduardo Macário, acompanhou a chegada da primeira remessa de doses da vacina contra a Covid-19 ao estado. “Durante a primeira entrega fui tomado por um sentimento de emoção e esperança de que com o avanço da vacinação fosse possível proteger o maior número possível de pessoas. Sabia que o desafio era grande, mas tinha plena confiança nas equipes estadual, regional e municipal, e que o trabalho seria árduo, mas que seria um sucesso”, revela o superintendente.

 Chegada das primeiras doses de vacinas a Santa Catarina

De lá pra cá, o estado recebeu mais de 100 remessas, totalizando 13.884.218 doses de vacinas e mais de 12 milhões de doses entre primeira, segunda, dose adicional ou de reforço foram aplicadas na população. Números que mudaram a realidade da pandemia de Covid-19 no estado.

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Com o avanço da Campanha de Vacinação foi possível reduzir o número de internações e óbitos em idosos durante a onda de transmissão da variante Gama nos meses de março a maio de 2021, e também na população adulta durante a onda de transmissão da variante Delta, a partir de junho de 2021. E, agora, toda a população acima de 12 anos do avanço da variante Ômicron, que apesar de ser altamente transmissível, tem tido pouco impacto na gravidade dos casos, principalmente por estar circulando em um momento em que boa parte da população já está vacinada com duas doses ou, ainda, a dose de reforço.

Início de uma nova etapa: a vacinação de crianças de 5 a 11 anos

Quase um ano depois, chegou ao estado uma nova primeira remessa. Desta vez, de vacinas pediátricas, para crianças de 5 a 11 anos de idade. O lote com 39.800 doses aterrissou no aeroporto de Florianópolis na última sexta, 14. E, em menos de 24h, já estava sendo distribuído para as 17 Unidades Descentralizadas de Saúde do estado, mantendo o compromisso com a população catarinense de distribuir as doses com a maior celeridade possível. E, assim, a vacinação de crianças pode ser iniciada por alguns municípios ainda no último fim de semana.

Novamente, o superintendente de vigilância em saúde esteve presente. “Agora, acompanhando a chegada das vacinas pediátricas, além da emoção de ver mais uma etapa sendo iniciada, senti uma forte sensação de dever cumprido. Nesse sentido, é importante reconhecer o empenho de todas as equipes em operacionalizar a Campanha de Vacinação contra a Covid-19. As altas coberturas vacinais são responsáveis para que, mesmo no atual cenário de aumento de transmissão da doença por conta da variante Ômicron e das aglomerações de Natal e Ano Novo, os casos estejam ocorrendo de forma leve, sem causar grande impacto nas hospitalizações e na mortalidade”, ressalta o superintendente.

“Para nós, a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, com um imunizante seguro e eficaz, é mais um importante passo na Campanha de Vacinação contra a Covid-19. Isso porque, oito crianças nessa faixa etária morreram no estado em decorrência da doença, outras 156 foram internadas desde o início da pandemia. Assim, a partir desse momento, é possível proteger esse grupo com a principal medida de prevenção contra a doença, que é a vacinação”, assinala o diretor da DIVE/SC, João Augusto Brancher Fuck.

Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Nova remessa

E hoje, dia 18 de janeiro, quando o estado completa um ano da Campanha de Vacinação contra a Covid-19, uma nova remessa com mais 39.800 doses pediátricas chegou a Santa Catarina. A distribuição começa ainda hoje e será concluída na quarta, 19, mantendo o compromisso do estado de fazer chegar as vacinas aos municípios no menor tempo possível.

“É um momento de comemoração, considerando que boa parte da população catarinense está protegida e estamos avançando na vacinação das crianças de 5 a 11 anos. A vacina é segura e protege as pessoas, especialmente contra as formas graves da doença. O nosso pedido é para que aqueles que ainda não se vacinaram, que se vacinem, que levem seus filhos, convidem seus familiares, chamem os amigos, vizinhos e que fiquem atentos aos prazos para recebimento da segunda dose e da dose de reforço”, finaliza a gerente de imunização da DIVE/SC, Arieli Schiessl Fialho.

 Foto: Ascom/SES

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Ao todo, neste início de ano, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência contabiliza 6.192 ocorrências atendidas. O relatório foi disponibilizado pela Secretaria da Saúde, nesta segunda-feira, 10 de janeiro, e analisa dados como tempo resposta, atendimentos com envio de ambulância, com orientação médica, causas e faixa etária dos pacientes. As regiões com mais atendimentos foram Florianópolis, Joinville e Criciúma, respectivamente.

De acordo com os dados, ainda, o tempo resposta médio das Unidades de Suporte Avançado (USA) tem sido cerca de cinco minutos, em caso de código vermelho. O chamado código vermelho é a gravidade da ocorrência, que é o maior risco de morte. Ele é gerado pelo médico regulador, na Central de Regulação, após a ligação ao 192.

Embora o registro de 6.192 ocorrências, no relatório da SES, quase quatro mil delas precisaram apenas de orientação médica por telefone. Outros 2.824 casos precisaram do envio de uma ambulância. A faixa etária que mais usou o serviço neste início de janeiro foram os idosos com mais de 60 anos, seguido de perto por adultos de 20 até 39 anos.

“É algo em torno de 313 atendimentos diários que o SAMU de SC ofereceu nestes nove dias de 2022. São números que mostram que nossas equipes estão ativas e não param. É 13 atendimentos por hora em oito macrorregiões”, assinalou o secretário da Saúde André Motta Ribeiro. “Nós estamos num ciclo novo, no Serviço, e esta Secretaria permanece atenta aos números e aos profissionais, neste período de transição”, completou.

::: Confira o relatório completo aqui

O SAMU é o único da região Sul do país a atender 100% da população, em oito macrorregiões diferentes, nos 295 municípios. E conta com uma frota de 23 Unidades de Suporte Avançado, 94 Unidades de Suporte Básico, dois helicópteros e dois aviões.

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Para garantir a qualidade no atendimento em saúde, a SES anunciou mais uma boa notícia. Além de garantir os recursos para leitos de UTI Covid-19 no Estado, o Governo de Santa Catarina informou, na noite de quarta-feira, 5, que custeará o teto máximo da Política Hospitalar Catarinense (PHC) pelos próximos 90 dias para todas as Unidades Hospitalares Filantrópicas que fazem atendimentos ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A medida visa assegurar a manutenção dos serviços de saúde, dando suporte financeira àquelas unidades que ainda passam por intercorrências no processo de contratualização. O investimento será de aproximadamente R$ 70 milhões, mediante a qualificação e ampliação dos serviços, principalmente de cirurgias eletivas.

A PHC está baseada em critérios estabelecidos por normativas vigentes no Sistema Único de Saúde e é organizada a partir da definição dos serviços de interesse de saúde que, de forma regionalizada, são referências para o atendimento das necessidades da população, com destaque para as linhas de cuidado de urgência e emergência, materno infantil, atenção psicossocial e cirurgias eletivas. Em 2022, está projetado um investimento de aproximadamente R$ 620 milhões. Em comparação, 2020 registrou o valor de R$ 275,6 milhões. Os recursos poderão ser utilizados para custeio, manutenção e investimento previamente aprovados. 

Para o governador Carlos Moisés estas medidas denotam a preocupação da gestão com as necessidades dos cidadãos: “Saúde pública e de qualidade é a nossa missão. Cumprimos o dever de casa e hoje conseguimos ofertar mais este benefício para a população”.

A redução de recursos por parte do Ministério da Saúde para 2022 impactariam na distribuição de recursos aos hospitais, mas o Governo afirmou que manterá o valor máximo do teto para toda a rede contratualizada.O Secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, ressaltou que os valores oferecidos pelo Governo Federal ficaram aquém das necessidades, já que o país ainda atravessa uma pandemia e necessita atender outras demandas, como a depuração da fila das cirurgias eletivas.

“Deixo um agradecimento ao governador Moisés, que foi sensível ao apelo da saúde e manteve o teto por 22 meses. No ano passado, fizemos 85 mil procedimentos cirúrgicos e foi o estado que mais operou no Brasil. Portanto, vamos aditivar os contratos pelos próximos 90 dias, para que a gente possa, com a nova matriz, dar fôlego ao processo e os diretores possam se organizar para o fechamento das novas contratualizações”, afirmou o secretário André Motta Ribeiro, durante reunião com a rede de hospitais.

Por parte dos representantes dos hospitais, a sensação é de comprometimento e parceria com o Governo do Estado. O presidente da Associação de Hospitais do Estado de Santa Catarina (AHESC), Altamiro Bittencourt, a escuta do Estado às proposições dos hospitais filantrópicos foi importante: “Estamos nos esforçando para apresentar uma proposta que seja resolutiva e esperamos que em 2022 este diálogo prossiga, que juntos possamos construir uma PHC que, com certeza, será a melhor do Brasil”, afirmou.

A presidente da Federação das Santas Casas, Hospitais e Entidades Filantrópicas do Estado de Santa Catarina (FEHOSC), Irmã Neusa Lucio Luiz, declarou que “viemos trabalhando numa parceria muito estreita com a SES e com os nossos hospitais. Confesso que foi uma oportunidade para a gente enriquecer o conhecimento da realidade das unidades do Estado. Queremos agradecer o secretário por essa construção e escuta das nossas necessidades”. Para o presidente da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Santa Catarina (FEHOESC), Giovani Nascimento, “com certeza é algo que leva a todos a um caminho só, que é trabalhar em prol da saúde dos catarinenses. Fica o nosso reconhecimento pelos serviços já prestados pela SES.”

A Secretaria de Estado da Saúde trabalha incessantemente para levar saúde a todos os catarinenses, buscando a regionalização do acesso, ampliação da rede e qualificação dos profissionais para oferecer cuidado às necessidades de saúde dos cidadãos de Santa Catarina.

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Santa Catarina vai manter as vagas em UTI reservadas para receber pacientes com Covid-19, independentemente da ocupação dos leitos. A medida visa a manter o enfrentamento da pandemia, em um momento marcado pelo aumento no número de casos. 

Por meio de uma Nota Informativa, o Ministério da Saúde informou que só pagará os leitos de UTI Covid que comprovarem “produção” e desautorizará automaticamente os que não estiverem operando a partir de 1º de fevereiro. Cada leito custa, para ser mantido, R$ 1,6 mil ao dia. Isso impacta em milhares de reais as unidades hospitalares que enfrentam o Coronavírus e que, se não tiverem as taxas de ocupação pedidas pelo governo federal, sofrerão cortes financeiros.

Diante deste cenário, o governo do Estado decidiu arcar com o custeio dos leitos Covid-19, por entender que a pandemia ainda não terminou e é preciso manter e reforçar os cuidados com investimentos e responsabilidade. No momento, SC conta com 630 leitos contra o Coronavírus, sendo 124 utilizados por pacientes com a doença. 

Para o secretário da Saúde André Motta Ribeiro, o cenário da pandemia no Brasil e no mundo não permite relaxar, principalmente com variantes e possíveis casos de coinfecção. “Precisamos estar alertas e vacinar o máximo que conseguirmos para lidar com o aumento de casos no mundo todo. Os dados de Santa Catarina estão entre os melhores do Brasil, nossa taxa de letalidade é de 1,63 por cento, uma das menores do país, o nosso índice vacinal, um dos maiores, atingimos mais de 75% da população geral. Mas isso não nos permite olhar com indiferença para o que está ocorrendo no mundo, com as altas taxas de casos ativos. A mobilização e a seriedade do nosso trabalho vão continuar. Precisamos dos leitos disponíveis”, apontou André Motta Ribeiro.

Hoje, Santa Catarina possui 1.490 leitos ativos de UTI. São 536 leitos disponíveis neste momento para qualquer caso de urgência e 954 ocupados (entre Covid-19 e outras enfermidades).

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Nas primeiras 48 horas de 2022, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Santa Catarina atendeu mais de dois mil casos, segundo relatório divulgado. Foram 2.254 ocorrências que precisaram de regulação médica no Estado.

O dia 1 de janeiro marcou também o primeiro dia do SAMU sob a nova gestão compartilhada, com a SES assumindo as Centrais de Regulação e o aeromédico, enquanto a Organização Social FAHECE ficou encarregada da parte operacional.

“Mais de mil atendimentos ao dia: é desta forma que iniciamos o ano de 2022. O SAMU de Santa Catarina é referência no Brasil e está com gestão nova, com o Estado mais próximo e dando a atenção que todos os nossos profissionais merecem. Temos confiança de que será um ano de muita dedicação e qualificação do nosso serviço”, destacou o Secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro.

Ao todo, registrou-se 141 atendimentos na região de Lages, 404 na região de Joinville, 103 na região de Joaçaba, 458 na região de Florianópolis, 370 na região de Criciúma, 126 na região de Chapecó, 315 na região de Camboriú e 337 na região de Blumenau. Grande parte das ocorrências anotadas pelo Serviço foram relacionadas a doenças cardiovasculares. Houve também 251 atendimentos neurológicos nestes dois primeiros dias e 209 respiratórios.

Acesse o relatório completo aqui

Atualmente, o SAMU SC é o único da região Sul do país a cobrir 100% da população, contando com 23 Unidades de Suporte Avançado (USAs), 94 Unidades de Suporte Básico (USBs) e Serviço Aeromédico em dois helicópteros e três aviões. “Os nossos profissionais continuam fazendo a diferença. Tivemos um feriado grande, com festas em várias cidades catarinenses, e fomos capazes de suprir a demanda – com agilidade e qualidade”, finalizou Motta Ribeiro.

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O ano de 2021 para Santa Catarina foi de enfrentamento à Covid-19, com manutenção de regras sanitárias e incentivo à vacinação. Aliado a isso, o Governo focou na regionalização dos serviços de saúde, implantando ações para tornar as regiões mais auto suficientes, qualificando os serviços, para que as pessoas sejam tratadas em instituições próximas às suas residências. E ainda investiu R$ 479,3 milhões em convênios com municípios e unidades de saúde do estado.

Iniciou com a preparação para começar uma grande campanha de vacinação contra o coronavírus, sendo que no 18 de janeiro foi aplicada a primeira dose da vacina em um profissional de saúde em Florianópolis. Atualmente, já foram aplicadas quase 11,5 milhões de doses da vacina contra a covid-19 entre primeira e segunda dose, doses de reforço e adicional. E mais de 5 milhões de pessoas estão imunizadas no estado (com duas doses ou dose única), equivalente a mais de 83% da população com 12 anos ou mais. Para o enfrentamento à pandemia foi repassado às unidades de saúde R$ 143.749.849,29, por meio da Política Hospital Catarinense (PHC).

O Governo do Estado investiu R$ 479.299.123,69 em convênios com municípios e unidades de saúde de todas as regiões de SC. Esses recursos foram aplicados em manutenção de leitos de UTI Covid, custeio e manutenção de unidades de saúde, realização de obras e reformas em unidades, aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), compras de equipamentos de grande porte, aquisição de material de consumo e medicamentos.

O processo de regionalização dos serviços em saúde tem sido trabalhado fortemente pela Secretaria. As 17 Regiões de Saúde estão sendo reestruturadas com profissionais e processos de trabalho para otimizar as ações regionais. Também aderiram ao projeto de Fortalecimento dos Processos de Governança, Organização e Integração da Rede de Atenção à Saúde para serem mais eficaz na interlocução entre prestadores de serviços, Municípios e Estado.

Depois de muito discutida e elaborada para atender as necessidades atuais da saúde catarinense, a revisão da Política Hospitalar Catarinense (PHC), proposta pela SES, foi aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite (CIB) em meados de outubro. Foram incluídas cirurgias eletivas, que sofreram forte impacto durante a pandemia do Coronavírus, alterados indicadores e incluído mais um porte hospitalar. A revisão resultou ainda na inclusão de 173 unidades de saúde, sendo 152 hospitais filantrópicos ou municipais, e 21 unidades próprias da SES e HU. A nova PHC permitirá o investimento de aproximadamente R$ 618,2 milhões em hospitais de Santa Catarina a partir de 2022. Os recursos poderão ser utilizados para custeio, manutenção e investimento (desde que previamente aprovado).

O secretário de Estado da Saúde, André Motta, explica que o trabalho foi feito com muito cuidado vocacionando as unidades hospitalares de acordo com a necessidade da região. “O objetivo é que os serviços sejam complementares nas regiões de saúde. As instituições de saúde de menor complexidades, sendo retaguarda para as unidades de maior complexidade”, explica.

A SES também está trabalhou em uma força-tarefa para diminuir o impacto das filas de cirurgias eletivas em Santa Catarina. Desde outubro, o Estado assumiu o compromisso de atenuar o quadro e regionalizar mais o acesso da população pactuando novas ofertas com as unidades hospitalares, ampliando o incremento financeiro estadual para atender as pessoas que estão na fila de espera para a realização de procedimentos cirúrgicos eletivos e não tempo sensíveis. 

“Um esforço imediato para contratualizar ofertas novas para retirar os catarinenses da fila cirúrgica. Nós tínhamos cerca de 60 mil pessoas esperando por cirurgia na nossa rede hospitalar, com a pandemia esse número sofreu um acréscimo, mais 40 mil. Estamos assumindo esse desafio e, caso o cenário permita, diminuiremos consideravelmente essa fila em seis meses", destacou o secretário André Motta.

Santa Catarina também está implementando o programa saúde bucal para portadores de deficiência intelectual, passando a ofertar atendimento odontológico hospitalar para pacientes com necessidades especiais (PNE). A saúde bucal é uma das importantes demandas que passará a ser financiada pelo Governo do Estado, por meio da nova PHC, a qual inseriu a rede de atenção odontológica hospitalar para esse grupo. São 53 hospitais em todas regiões de saúde que preveem a adesão ao plano e que constituirão a rede que será referência regional para atendimento odontológico dos PNEs que exijam anestesia ou sedação para sua realização. “Muitas vezes, o paciente com necessidades especiais não consegue expressar a dor que está sentindo, não consegue verbalizar uma dor de dente e nem expressar o seu sofrimento. Não podemos permitir que isso aconteça. Através desse atendimento especializado, evitaremos situações como esta”, afirmou o secretário André Motta.

Outra conquista da SES foi a estadualização da oferta de Terapia Renal Substitutiva, aprovada em CIB este ano. Ao todo, o Governo investirá cerca de R$ 3,9 milhões ao mês nas 30 clínicas, mediante a produção. O valor total é de R$ 46.862.030,42 de incremento. O serviço deixará de ser oferecido pelos municípios e passará a ser disponibilizado de forma regionalizada promovendo assistência em toda a linha de cuidado, desde a oferta de consultas e exames ambulatoriais, fístulas arteriovenosas, até a realização de hemodiálise e diálise peritoneal.Também estão sendo ampliados os bancos de leite que atendem as crianças que estão nas Unidades de Terapia Intensiva Neonatal. Atualmente existem 11 em funcionamento e estão sendo implementados mais três, em Concórdia, Chapecó e Xanxerê.

Reabilitação Pós Covid-19

De forma inovadora, o Governo de Santa Catarina, pelo meio da SES, construiu uma política de atenção aos pacientes com síndrome Pós Covid-19. A Política de Reabilitação Catarinense (PRC), elaborada em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), atua na Atenção Primária à Saúde (APS), com atendimento domiciliar, e com atendimento regionalizado em Serviços Especializados de Reabilitação (SERs).

A estruturação das equipes será realizada pelos municípios, com cofinanciamento do Estado, garantindo investimento de mais de R$ 2,7 milhões por mês para atuação de 544 equipes de reabilitação domiciliar e para o custeio de oito SERs. No total, serão nove serviços em atuação, sendo um da administração própria da SES. A PRC será implantada de forma descentralizada e capilarizada na atenção primária, para proporcionar maior abrangência das ações reabilitadoras em larga escala e melhorar os encaminhamentos aos serviços especializados.

Atendimento a portadores de AME

Com o objetivo de trazer mais conforto aos pacientes portadores de doenças raras, o Estado descentralizou a oferta de aplicação da medicação em pessoas com Atrofia Muscular Espinhal (AME). Além do centro de referência no Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, o Hospital São Francisco, de Concórdia, passou a oferecer a aplicação deste medicamento para as crianças que estão próximas da unidade.

Gente Catarina

A SES participa do programa de Governo Gente Catarina com ações da área da saúde no fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) e Rede de Atenção à Saúde, monitorando a mortalidade infantil e morte prematura por doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) na faixa etária de 30 a 69 anos, com o intuito de reduzir as mortes. Desde agosto, já foram realizados 110 encontros, mobilizando quase 1500 profissionais da Região Serrana, onde está sendo realizado o projeto piloto com ações que visam a melhoria dos indicadores de mortalidade infantil e morte prematura de 30 a 69 anos por doenças crônicas nos 18 municípios da região.

Melhorias em tecnologia

Foto: Karla Lobato/SES

Inaugurada em setembro, a Sala de Situação possui painéis públicos disponíveis em https://inteligencia.saude.sc.gov.br/  e outros estratégicos de gestão interna. Neste espaço, os cientistas de dados desenvolvem análises estatísticas para permitir ao gestor público uma melhor tomada de decisão e planejamento em Saúde.

O Governo também investiu na renovação do portfólio tecnológico da Saúde para avançar em inteligência artificial. Neste sentido, a SES realizou processo para aquisição de um novo datacenter, computadores e telefonia VOIP, trazendo economia, maior eficiência ao usuário, melhorar a gestão de dados e permitir o crescimento tecnológico e uso de equipamentos de ponta nos hospitais.

A gestão de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da Saúde eliminou 41 sistemas obsoletos, o que trouxe mais segurança de dados, economia na contratação de serviços, velocidade na gestão da informação e permite o desenvolvimento de inteligências mais robustas pela estrutura dos dados. Atualmente estão em funcionamento 52 sistemas e equipe está desenvolvendo projetos de inovação para reduzi-los ainda mais. Até o momento essa redução gerou uma economia de mais de R$56 milhões em quatro anos.

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Santa Catarina realizou 85.454 cirurgias eletivas de média complexidade de 1º de janeiro a 16 de dezembro de 2021. Além disso, autorizou 24 mil procedimentos eletivos de média e alta complexidade, desde outubro, quando foi anunciado o início da força-tarefa para diminuir o impacto das filas, atenuando o quadro e regionalizando mais o acesso da população.

Esse montante é referente às campanhas federal e estadual que ocorreram simultaneamente, colocando Santa Catarina em primeiro lugar como a unidade da federação que teve a maior execução financeira na campanha do Ministério da Saúde neste ano. Foram produzidos R$ 20,8 milhões em procedimentos eletivos, sendo que a meta era de R$ 11,9 mi de janeiro a setembro. Nesse período o estado realizou 64.634 cirurgias eletivas, referente a mais de 650 procedimentos cirúrgicos em hospitais da rede própria estadual, municipais e filantrópicos.

O secretário de Estado da Saúde, André Motta, explica que foram pactuadas também novas ofertas com as unidades hospitalares, aumentando o incremento financeiro estadual. “Fizemos um esforço imediato para ampliar as ofertas e retirar os catarinenses da fila cirúrgica. Chegamos a 100 mil pessoas esperando por cirurgia na nossa rede hospitalar, com pacientes que já estavam na fila antes e durante a pandemia. Muitos já saíram, mas outros estão entrando, pois a fila se retroalimenta. Desta forma, reafirmo aqui meu compromisso para atender essas pessoas que estão aguardando para realizar os procedimentos cirúrgicos eletivos ".

Aliado a isso, a partir de 1º de março de 2022, os 173 hospitais que fazem parte da nova Política Hospitalar Catarinense (PHC) proposta pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), irão atuar fortemente na diminuição das filas eletivas. “Teremos um volume de 15 mil cirurgias eletivas por mês que serão realizadas a partir de março. São 500 procedimentos por dia e chegaremos a isso. Mas até lá vamos atingir um número próximo”.

A nova PHC permitirá o investimento de aproximadamente R$ 618,2 milhões em hospitais de Santa Catarina a partir de 2022. Os recursos poderão ser utilizados para custeio, manutenção e investimento (desde que previamente aprovado). O trabalho foi feito com muito cuidado vocacionando as unidades hospitalares de acordo com a necessidade da região. Os serviços serão complementares nas regiões de saúde, ou seja, as unidades de saúde de menor complexidade serão retaguarda para as unidades de maior complexidade.

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Com mais de 70% da população catarinense totalmente imunizada com as duas doses ou a dose única, o Estado se prepara para as festas de Natal, Réveillon e férias de verão. Neste mês, a SES divulgou a nota informativa n° 22 que traça recomendações sobre a adoção de protocolos de prevenção contra a Covid-19 durante os eventos, apontando que há mais de dez semanas nenhuma região do Estado vem sendo classificada nos níveis grave ou gravíssimo na Matriz de Avaliação de Risco e é natural que a sociedade busque retomar a rotina normal, mas que é preciso se alertar para a variante Ômicron.

“Nos últimos dias, a Organização Mundial de Saúde (OMS) emitiu um alerta sobre a detecção de uma nova variante de preocupação. A recém-descoberta variante Ômicron levou rapidamente os países a promoverem ações de proteção e prevenção, como o fechamento das fronteiras e o retorno de medidas restritivas, enquanto aguarda por respostas definitivas sobre o real impacto que a Ômicron trará no enfrentamento à pandemia. É, portanto, fundamental adotar medidas gerais de prevenção”, resume a nota, a qual pode ser lida na íntegra aqui.

A Superintendência de Vigilância em Saúde manifesta na nota mais de 10 medidas gerais para prevenção/proteção contra a Covid-19, além de sinalizar o uso correto da máscara. Entre as medidas gerais estão a vacinação contra a Covid-19, o estímulo da dose de reforço, a importância de dar preferência a lugares bem ventilados e sem aglomerações, o distanciamento mínimo de um metro de outras pessoas ou grupo de pessoas, o uso correto da máscara e criar o hábito de ter uma máscara limpa extra, redobrar o cuidado durante viagens, em aeroportos, estações de ônibus, transporte público, postos, etc, higienizar as mãos com frequência e não compartilhar objetos pessoais.

A nota pede, ainda, que se priorize a utilização das máscaras N95, PFF2 ou similares.

O secretário da Saúde, André Motta Ribeiro, destacou que a vacinação nos permitirá um final de ano mais seguro, mas que toda atenção é importante. “Nós também recomendamos aos gestores municipais que os eventos ocorram com acesso de público vacinado ou com testagem negativa para Covid-19, seguindo o protocolo ‘Evento Seguro’. Precisamos estar alertas para que não ocorra aqui o que acontece na Europa. E, para isso, é importante o apoio de todos”, finalizou.

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O mês de dezembro é marcado por uma causa de extrema importância, a luta contra o HIV/Aids, sendo o dia 1º o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A Síndrome de Imunodeficiência Adquirida (Aids), doença que já matou milhões de pessoas no mundo, principalmente nos anos de 1980 e 1990, quando ainda era pouco conhecida, hoje pode ser evitada com o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento. Além disso, nos serviços de saúde estão disponíveis gratuitamente diferentes formas de prevenção à infecção.

A gerente de IST, HIV/Aids e Doenças Infecciosas Crônicas da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), a médica infectologista Regina Valim, lembra que há exatos 40 anos eram diagnosticados os primeiros casos de Aids no mundo. “Desde então, vimos muitos avanços científicos que hoje permitem que uma pessoa com HIV viva normalmente, sem desenvolver a Aids. No entanto, para que isso ocorra, o diagnóstico precoce e a adesão ao tratamento são essenciais”, explica a médica.

Recomenda-se que todas as pessoas sexualmente ativas realizem regularmente testes para a detecção do HIV. Existem testes rápidos feitos sem a necessidade de estrutura laboratorial. Eles são práticos, feitos com uma gota de sangue e o resultado sai em, no máximo, 30 minutos. Com o resultado do teste em mãos, caso a pessoa esteja infectada, o tratamento é iniciado imediatamente, sem custo algum para o paciente. “A pessoa que adere corretamente ao tratamento com a ingestão de medicamentos, não desenvolve a Aids, fica com a carga viral indetectável e não transmite o HIV para outras pessoas”, ressalta Valim.

Outras formas de prevenção

A camisinha ainda é o método mais acessível e eficaz para a prevenção do HIV e deve ser utilizada em todas as relações sexuais. Camisinhas femininas e masculinas estão disponíveis gratuitamente nos serviços de saúde para toda a população.

Além desse método, outros dois também podem ser utilizados na prevenção à infecção: a Profilaxia Pré-Exposição ao HIV (PrEP); e a Profilaxia Pós-Exposição ao HIV (PEP). A PrEP é indicada para pessoas com parceiros soropositivos, por exemplo, e consiste na ingestão diária de um comprimido que impede que o HIV infecte o organismo, antes mesmo da pessoa ter contato com o vírus. A PEP é indicada para aqueles que passaram por uma situação de risco, como ter feito sexo sem camisinha, por exemplo, e consiste no uso de medicamento em até 72 horas após a exposição, devendo ser continuado por 28 dias.

Todos os métodos são oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Dados em Santa Catarina

Segundo levantamento da Dive, houve uma queda no número de diagnósticos de infecções por HIV em Santa Catarina entre os anos de 2019 e 2020. Em 2019 foram diagnosticados 2.169 casos contra 1.618 em 2020. Nos dois anos, os homens aparecem entre os mais infectados e a faixa etária mais acometida é de pessoas com idade entre 20 e 29 anos, seguido daqueles com 30 a 39 anos.

Com relação aos casos de Aids também houve redução entre 2019 e 2020. Em 2019 foram diagnosticados 1.236 casos e 884 em 2020, sendo também os homens os mais acometidos. A faixa etária com mais diagnósticos está entre 30 e 39 anos, seguido daqueles com idade entre 40 e 49 anos. Os heterossexuais estão entre os que mais adoecem.

A redução no número de diagnósticos, avalia a gerente de IST, HIV/Aids, pode ter relação com a pandemia, quando menos pessoas procuraram os serviços de saúde. “É importante que as pessoas façam o teste contra o HIV, ou seja, procurem os postos de saúde espontaneamente e vejam se são portadores ou não dessa infecção. Sabendo se é portador você tem tratamento e o tratamento é gratuito e imediato”, finaliza.

Informações adicionais para a imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
NUCOM - Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
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A Campanha de Multivacinação para atualização da caderneta de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos chegou à reta final. A ação termina dia 30 de novembro em todo o estado. Até o momento, segundo levantamento realizado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) junto aos 295 municípios catarinenses já foram atualizadas 217.460 cadernetas desde o início da Campanha, no dia 1º de outubro.

A chefe da divisão de imunização da Dive, Chaiane de Souza Gonçalves, ressalta que os dados são positivos e que o objetivo é alcançar o maior número possível de crianças e adolescentes nesses últimos dias da campanha. “Quando mantemos a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes atualizada, evitamos que elas sejam acometidas por doenças. Então, manter as vacinas em dia é de extrema importância para que eles cresçam saudáveis”, destaca a enfermeira.

Na Campanha são oferecidas 16 vacinas que protegem contra mais de 20 doenças. Entre as doses aplicadas estão todas aquelas do Calendário Nacional de Vacinação da Criança e do Adolescente como a vacina Tríplice Viral, que previne a caxumba, o sarampo e a rubéola; a febre amarela; a Meningo C e a ACWY que previnem contra a doença meningocócica; a do HVP; entre outras.

Para saber os locais, datas e horários de vacinação, a população deve procurar informações junto à secretaria de saúde do município de residência. Os pais e responsáveis que estão com dúvidas sobre a situação vacinal dos filhos, devem levar a criança ou o adolescente até um posto, com a carteirinha de vacinação em mãos, para verificar se todas as doses estão em dia.

A Dive ressalta que, mesmo após o fim da Campanha, as vacinas do Calendário Nacional continuarão disponíveis nos postos de vacinação dos municípios catarinenses durante todo o ano.

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