A Agência de Regulação de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) intensificou as fiscalizações programadas in loco para garantir a qualidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário aos seus municípios conveniados. Foram iniciadas, a nesta segunda, 24, visitas técnicas nos sistemas operados pela Casan, em São José. 

Conforme a Gerente de Fiscalização de Saneamento Básico da Aresc, Luiza Burgardt, as ações têm o objetivo de inspecionar a parte técnica dos sistemas e verificar a eficiência operacional, conforme legislações e normas técnicas pertinentes, especialmente as Resoluções Normativas expedidas pela Aresc que preconizam o regulamentam o serviço.

“Nossa responsabilidade é fazer cumprir a qualidade adequada de um serviço que é direito dos usuários, que é o abastecimento contínuo da água e o tratamento adequado de esgoto", destaca o Presidente da instituição, João Carlos Grando.

 Foto: Ascom/Aresc

Paralelo a esses trabalhos, as equipes estão realizando recolhimento para análise laboratorial de qualidade em cinco municípios catarinenses.

“As coletas nos sistemas de abastecimento de água têm como finalidade verificar o atendimento aos padrões de potabilidade estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Já, em relação aos sistemas de esgotamento sanitário, o intuito é avaliar a eficiência do tratamento por meio da coleta de amostras de efluentes bruto e tratado e verificar o atendimento dos padrões de lançamentos estabelecidos pelo Conama e Consema”, finaliza a Gerente Luiza.

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Foto: Divulgação/Casan

A grande quantidade de chuva que vem atingindo o estado desde esta segunda-feira, 2, está prejudicando o abastecimento de água em várias regiões. As equipes da Casan em todo o estado estão mobilizadas para normalizar os sistemas e o atendimento à população. Por esse motivo, é fundamental que a população faça o uso econômico da água neste período.

Nos municípios de São Domingos, Lindóia do Sul, Ibicaré, Água Doce e Ipumirim, no Oeste e Meio Oeste, o abastecimento foi suspenso devido à cheia dos rios. A situação mais complicada é em Ibicaré, onde o atendimento está sendo recuperado, porém a Companhia atua também com caminhão-pipa para atendimento a algumas regiões. Nas demais cidades, a previsão é que os sistemas sejam restabelecidos nas próximas horas.

Rio das Antas, no Meio Oeste, está com 70% da capacidade de tratamento devido às cheias. E no Distrito de Ipoméia o atendimento está comprometido devido ao alagamento na área do poço. Em Urubici, na Serra Catarinense, o reservatório está zerado também devido às chuvas. O aumento da turbidez da água bruta prejudica o sistema de tratamento.

No Vale do Itajaí, em Rio do Sul, o nível do rio está em 8,5 metros e as equipes da CASAN seguem em situação de alerta, monitorando o sistema que, no momento, opera normalmente. Em função do estado de alerta, o atendimento presencial está fechado e, em caso de necessidade, a comunidade pode entrar em contato pelo 0800 643 0195.

Em Agrolândia, a captação está comprometida devido à quantidade de material, força das águas e turbidez do manancial. O elevado nível da água dificulta a limpeza no local e a captação para envio ao tratamento.

Na Grande Florianópolis, o sistema está prejudicado nos municípios de Santo Amaro e Águas Mornas, com previsão de normalização até esta quinta-feira (5). Em Florianópolis, a Companhia trabalha para localizar um vazamento oculto que compromete o fornecimento de água na região da Agronômica, especialmente na comunidade do Morro do Céu.

Na região Sul, em Braço do Norte as chuvas intensas afetaram o sistema de captação de água do município e a Casan trabalha para restabelecer o abastecimento o mais breve possível. Em Lauro Müller, os problemas causados pela chuva foram solucionados na noite de terça-feira, quando o sistema começou a se normalizar. No entanto, alguns pontos mais altos do município ainda podem ser afetados até a plena normalização do abastecimento. As chuvas continuam e o nível alto do rio permanece sendo monitorado.

As equipes mantêm atenção redobrada e trabalham em cada município prejudicado, recuperando ou mantendo o abastecimento com operação prejudicada pelas fortes chuvas.

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WhatsApp Image 2022 04 04 at 14.18.51Painel com informações sobre o Saneamento em SC pode ser acessado no Portal Águas - Foto: Marcionize Bavaresco/ Sema

Facilitar o acesso aos dados sobre a situação do Saneamento Básico em Santa Catarina, este é o objetivo da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), integrada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), que lançou um painel interativo que reúne e organiza diferentes bancos de dados. Com isso, é possível consultar informações sobre o saneamento básico em cada um dos municípios catarinenses ou sobre cerca de 800 variáveis relacionadas.

Conforme o secretário executivo do Meio Ambiente, Leonardo Porto Ferreira, o Painel Saneamento Básico SC é uma ferramenta inovadora e que pretende, por meio do acesso mais fácil e rápido a dados públicos, dar ainda mais transparência às condições do saneamento. “Essa é uma primeira versão do painel, que foi pensado para ser atualizado e melhorado a partir da experiência dos usuários, que poderão avaliar as funcionalidades e fazer sugestões por meio de um formulário disponível no próprio painel”, explica.

Dados Públicos

O gerente de Saneamento da Sema, Frederico Gross, conta que a demanda pela compilação dos dados surgiu dos próprios técnicos que atuam na área de recursos hídricos e saneamento básico. “Isso facilita, por exemplo, a elaboração de projetos e o planejamento de ações, pois de maneira rápida se consegue ter um panorama de uma temática ou da situação em um município ou região específica”, afirma. Ele também lembra que todos os dados disponibilizados são de publicações e bancos de dados públicos. Entre as fontes estão o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O Painel Saneamento Básico SC está disponível no Portal do Sistema de Informações de Recursos Hídricos do Estado de Santa Catarina, conhecido como Portal Águas.

Parceria para inovação

O desenvolvedor da ferramenta, engenheiro Sanitarista e Ambiental Victor Fechine, explica que o painel reúne esses dados para facilitar a busca por informações do setor, reunindo-os a partir de critérios qualitativos e quantitativos que possibilitam uma busca mais específica. “O que fizemos foi organizar dados já coletados e disponibilizados por outros órgãos sobre Santa Catarina, agregando-os de maneira que seja possível encontrar as informações em uma mesma interface, podendo ser aplicados filtros para ajudar a encontrar a informação desejada”, informa.

Fechine é um dos profissionais que atuou no Programa de Apoio à Pesquisa Aplicada nas Áreas de Recursos Hídricos e Saneamento por meio da parceria entre a SDE e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). Em virtude da parceria, profissionais com alta qualificação atuam em projetos estratégicos dos órgãos estaduais mediante recebimento de bolsa.

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Marcionize Bavaresco
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 Foto: Antonio Carlos Mafalda/Especial/Secom

Para celebrar o aniversário de São José, comemorado em 19 de março, a Casan inaugurou, nesta sexta-feira, 25, um novo reservatório que integra a ampliação do Sistema Integrado de Abastecimento da Grande Florianópolis. Também foi lançado o Programa Trato Pelo Araújo e anunciados novos investimentos para o município.

Com capacidade de 8 milhões de litros, o Reservatório de Água Tratada do Monte Cristo permitirá à Companhia aumentar a capacidade de armazenamento de água tratada, passando de 4 mil para 12 mil metros cúbicos. A estrutura trará mais segurança hídrica para a região continental de Florianópolis e para São José, atendendo aos bairros Jardim Atlântico, Coloninha, Monte Cristo, Estreito, Barreiros, Kobrasol e Campinas. Com um investimento de R$ 6,6 milhões, em parceria com a Caixa Econômica, o novo reservatório atenderá a uma população aproximada de 80 mil pessoas.

"Investir em segurança hídrica é uma prioridade para Santa Catarina no momento. O Governo do Estado tem um planejamento completo para aumentar a capacidade de captação, armazenamento, tratamento e distribuição de água, assim como para preservar nossas fontes. As iniciativas da Casan são passos importantes nesse sentido", afirma o governador Carlos Moisés. 

"Trata-se de um equipamento fundamental para o reforço do abastecimento de água, já que vai triplicar a nossa capacidade hídrica da região. Estamos também lançando o Programa Trato Pelo Araújo, um projeto criado porque, quando assumimos em 2019, muitos prefeitos nos procuravam para pedir equipamentos para a recuperação de rios. Mas é preciso ver além do rio. Com o Programa, as equipes vão passar de casa em casa com orientação e também vão realizar vistorias para verificar a correta ligação de esgoto, evitando os lançamentos irregulares no Rio Araújo”, destacou a presidente Roberta Maas dos Anjos.

O Trato pelo Araújo é uma iniciativa que tem o objetivo de combater o lançamento de esgoto irregular no rio homônimo, em São José. As equipes vão trabalhar para identificar os focos de poluição e, por meio de vistorias e ações educativas, irão promover a adequação das condições de saneamento em 6.200 ligações de esgoto na área atendida pela rede coletora.

O investimento da Casan é estimado em R$ 1.780.000,00 e beneficiará uma população de cerca de 24.400 habitantes. O Rio Araújo é um dos principais cursos de água do município, localizado na divisa com Florianópolis e que percorre os bairros Campinas, Nossa Senhora do Rosário e Bela Vista.

“Essa é uma obra de futuro e fico feliz que esta semente começa a ser plantada agora para conscientizar a população a fazer a sua parte. Porque o poder público começa uma ação, mas a população também precisa colaborar e ser parceira. Temos ainda muito o que avançar, mas vontade de trabalho não nos falta, como não tem faltado aos dirigentes da Casan e ao Governo do Estado. Muitas coisas boas tem acontecido em São José e que venham muitos mais 272 anos pela frente”, afirmou o prefeito Orvino Coelho de Ávila.

Mais investimentos

Também em São José, a Casan está realizando as obras para a instalação do novo Reservatório de Forquilhinha. Com investimento de cerca de R$ 4,4 milhões, também via Caixa Econômica, a estrutura vai atender às comunidades de Forquilhinha, Lisboa, Forquilhas, Potecas, Real Parque, Ceniro Martins e Colônia Santana. A previsão é que a obra seja entregue no final do mês de abril.

“Esses dois reservatórios são obras sociais que beneficiarão muitas famílias. Essa parceria é importante porque temos conseguido, em Santa Catarina, injetar recursos para obras. Não adianta termos apenas os recursos, se não houver a vontade política de empreender. Santa Catarina se tornou um canteiro de obras e cada vez mais seremos parceiros para que a população catarinense tenha mais qualidade de vida”, assinalou o superintendente de Rede da Caixa em Florianópolis, Gilberto Onofre da Luz.

Outro investimento importante será a nova Adutora de Água Tratada São José/ Biguaçu. Com extensão de 5,4 mil metros, a obra vai reforçar a distribuição de água tratada em São José, atendendo aos bairros Bela Vista, Jardim Cidade de Florianópolis, Ipiranga, Real Parque, Areias, Dona Adélia, Jardim Santiago e Serraria.

Além disso, a nova adutora promoverá uma maior capacidade de atendimento para o município de Biguaçu. O investimento previsto é de cerca de R$ 14 milhões, em fase de instalação do canteiro de obras e com previsão de conclusão para maio de 2023. 

Em fase de licenciamento, está o projeto daquela que será a maior obra de esgotamento sanitário de Santa Catarina: a desativação das lagoas de estabilização de Potecas, em São José, e a construção de uma nova e moderna Estação de Tratamento. Com um investimento estimado em R$ 170 milhões, a obra elevará a cobertura de esgoto de São José para 90%. 

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O traçado do mapa do Monitor de Secas confirma o que já indicava a última edição do Boletim Hidrometeorológico Integrado: em fevereiro, a estiagem em Santa Catarina ficou mais intensa em comparação a janeiro. Segundo a síntese divulgada nesta sexta-feira, 18, houve o avanço da seca moderada (S1) e grave (S2) no leste do estado e da seca extrema (S3) no Oeste, em virtude das chuvas abaixo do esperado nos últimos meses.

Os impactos da estiagem, a partir da metodologia do Monitor de Secas, são de curto prazo (C) no Leste; e de curto e longo prazo (CL) nas demais áreas catarinenses. Os dados divulgados também demonstram que a estiagem se intensificou nos demais estados da região Sul. Houve o avanço da seca extrema (S3) no Norte e Oeste do Rio Grande do Sul e no Sul do Paraná. 

O secretário executivo do Meio Ambiente, Leonardo Porto Ferreira, lembra que a estiagem tem atingido várias unidades federativas em intensidade diferente. “O Governo de Santa Catarina tem agido para amenizar os impactos da falta de chuva, especialmente no Oeste e Extremo Oeste. É importante salientar a peculiaridade do período que estamos vivendo, com uma estiagem que se prolonga por anos. O Monitor de Secas consegue registrar isso para ações imediatas e, também, em longo prazo”, comenta.

Metodologia

De acordo com os critérios do monitoramento, a seca moderada é aquela que tem como impactos possíveis alguns danos às culturas agrícolas ou pastagens, córregos, reservatórios ou poços com níveis baixos, ocorrência de algumas faltas de água ou falta iminente. A seca grave envolve perdas prováveis nas culturas agrícolas ou pastagens, a escassez de água é comum e podem ser impostas restrições ao uso. A seca extrema tem como impactos prováveis grandes perdas de culturas ou pastagens, escassez generalizada ou restrições na disponibilidade de água. 

O projeto

O Monitor de Secas é um processo de acompanhamento regular e periódico da situação da seca, cujos resultados consolidados são divulgados por meio do Mapa do Monitor de Secas. Mensalmente, informações sobre a situação de secas são disponibilizadas até o mês anterior, com indicadores que refletem os efeitos em curto prazo (últimos 3, 4 e 6 meses) e em longo prazo (últimos 12, 18 e 24 meses), indicando a evolução da seca na região.

Em âmbito nacional, o projeto é coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Várias entidades colaboram na elaboração e validação dos dados. Em Santa Catarina, o trabalho é desenvolvido pela Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), integrada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE).

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O governador Carlos Moisés recebeu os parlamentares da Bancada do Oeste na Casa d’Agronômica na tarde desta quarta-feira, 02, para debater soluções de longo prazo para os efeitos da estiagem em Santa Catarina. Além das ações emergenciais e do investimento de R$ 350 milhões em um intervalo de três anos em ações para reservacão de água, o chefe do Executivo estadual destacou a necessidade de se ampliar ainda mais os aportes. Em razão disso, as equipes do Governo e os deputados marcaram nova reunião em 15 dias para discutir as fontes de financiamento.

“Nós nos preocupamos com o futuro do agronegócio em Santa Catarina. A estiagem vem trazendo prejuízos a todos que trabalham no campo. O Governo do Estado já tem ações importantes pra reservação de água e preservação de nascentes. Nas áreas urbanas, estamos fazendo investimentos importantes no tratamento de água e esgoto. No entanto, a crise se intensifica, e o setor também precisa se organizar com novas formas de produção. Isso foi debatido hoje aqui: formas de mudar a cultura de produção no campo, como a irrigação, para que o produtor rural não fique à mercê do tempo”, afirmou Carlos Moisés.

O coordenador da Bancada do Oeste, deputado Valdir Cobalchini, salientou que a reunião tratou de ações no curto, médio e longo prazo. “Tivemos uma discussão absolutamente aberta. Agora, precisamos avançar. Por isso, marcamos um novo encontro em 15 dias. Nesse período, a Alesc vai estudar alternativas legislativas em relação ao Orçamento. O Poder Executivo também estudará alternativas para que possamos nos preparar para esse enfrentamento. Isso pode ocorrer com recursos públicos e também privados. Precisa haver um esforço de todos nós. É necessário estancar esse problema, que gera prejuízos bilionários”, afirmou Cobalchini.

O encontro contou a presença do presidente da Alesc, Moacir Sopelsa, dos deputados Marcos Vieira, Maurício Eskudlark, Marlene Fengler, Jair Miotto, Onir Mocellin e Fabiano da Luz, além dos secretários de Estado da Agricultura, Altair Silva, da Fazenda, Paulo Eli, dos chefes da Casa Civil, Eron Giordani, da Defesa Civil, David Busarello, e da presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos.

 Foto: Peterson Paul/Secom

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom 

Para garantir o fornecimento de água para Chapecó, diante da estiagem que atinge o Oeste, o governador Carlos Moisés assinou a ordem de serviço para um conjunto de ações emergenciais que serão executadas pela Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan), com investimentos de R$ 34,2 milhões. No ato, desta sexta-feira, 25, em Chapecó, também foram entregues 93 equipamentos agrícolas para 33 municípios. Os itens foram adquiridos com recursos de emendas da Bancada Federal de 2020 e contrapartida do Governo do Estado.

O governador destacou os investimentos do Governo na Casan e na Agricultura. Ao todo, somente em abastecimento de água, pela Companhia, estão sendo aplicados R$ 1,7 bilhão, sendo mais de R$ 600 milhões somente na região do Grande Oeste. Carlos Moisés ressaltou que também estão sendo investidos R$ 350 milhões na Agricultura, para o enfrentamento da crise hídrica.

“São investimentos históricos, e feitos com recursos próprios, sem financiamentos, frutos das economias e revisão de contratos. Nossa gestão é municipalista, contempla a todos, de maneira igualitária, independentemente de bandeiras partidárias. Somos parceiros e cooperamos com os municípios e também com o Governo Federal com investimentos. Compartilhando os esforços teremos os melhores resultados. Temos a certeza que estamos fazendo o melhor por Santa Catarina, por todos os catarinenses”, destacou o governador.

Abastecimento em quantidade e qualidade à população

Para as ações emergenciais serão feitas a perfuração de quatro poços tubulares profundos para captação de água subterrânea para atendimento do Bairro Santo Antônio, Paraíso e Efapi, e outros dois poços a serem definidos com o município de Chapecó. Além da contratação de 20 caminhões-tanques para transporte de água bruta e locação de estação de tratamento de água compacta com capacidade de tratamento de 30 litros por segundo.

As obras emergenciais incluem ainda a contratação do serviço de limpeza de lodo do fundo do Lajeado São José, em Chapecó, e construção de um novo reservatório de água bruta no Bairro Eldorado. Contratação emergencial de 15 caminhões pipa para transporte de água tratada em Chapecó. As empresas já foram contratadas e estão iniciando a execução dos serviços.

Está em elaboração o projeto para nova captação de água no Rio Uruguai. O prazo para conclusão é de seis meses e as obras devem começar ainda neste ano.

“O planejamento hídrico é uma das metas prioritárias do Estado, a Casan, alinhada às diretrizes do Governo, com economias geradas em três anos de gestão, está investindo nos projetos que atendem as reais necessidades e anseios dos catarinenses. Sabemos que a estiagem está cada vez mais severa, então estamos garantindo a segurança hídrica nas cidades e mais qualidade de vida à população", disse a presidente da Companhia, Roberta Mass dos Anjos.

Fortalecimento da agricultura catarinense

Os recursos nos 93 equipamentos agrícolas chegam a um total de R$ 5,5 milhões, sendo R$ 3,3 milhões de emendas parlamentares federais e R$ 2,2 milhões de contrapartida do Governo do Estado. Essa é mais uma etapa da entrega de equipamentos. Ao todo a contrapartida do Estado chega a R$ 26 milhões.

O secretário de Estado da Agricultura, Pesca e Desenvolvimento Rural, Altair Silva, ressalta que a parceria do Governo do Estado com a bancada federal para a aquisição dos equipamentos fortalece e facilita o trabalho do produtor rural. “Precisamos estimular cada vez mais o setor produtivo. Investir em quem trabalha e produz é gerar empregos, renda e qualidade de vida, e é isso que o governo Carlos Moisés vem fazendo. São os maiores investimentos da história da agricultura em Santa Catarina.”

Entre os equipamentos repassados estão distribuidores de adubo seco e líquido, enxadas rotativas, semeadoras, subsolador, colhedora, caminhões basculantes, perfuradores de solo, roçadeiras, lâminas, pulverizador e plantadeiras.

Os deputados federais Pedro Uczai, Darci de Matos e Caroline Detoni, que estiveram presentes no evento, enfatizaram a importância dos equipamentos para auxiliar os agricultores nos municípios e agradeceram ao governador Carlos Moisés pela contrapartida do Estado para a aquisição dos itens.

Os parlamentares federais que destinaram emendas para a compra de equipamentos são os senadores Dário Berger e Esperidião Amin e os deputados Caroline de Toni, Celso Maldaner, Darci de Matos, Fábio Schiochet, Hélio Costa e Pedro Uczai.

Municípios beneficiados



Serão beneficiados os municípios de Água Doce, Barra Bonita, Bom Jesus, Campo Erê, Coronel Martins, Fraiburgo, Guaraciaba, Guatambú, Irani, Itá, Jaborá, Jardinópolis, Jupiá, Larcedópolis, Lebon Régis, Maravilha, Modelo, Nova Erechim, Nova Itaberaba, Ouro, Paial, Planalto Alegre, Presidente Castelo Branco, Princesa, Santa Helena, São Domingos, São João do Oeste, São Miguel da Boa Vista, Sul Brasil, Tangará, Tigrinhos, União do Oeste e Xaxim.

“Sou prefeito de primeira gestão, mas há muito tempo acompanho a política e posso afirmar que nunca as prefeituras receberam tantos investimentos do Governo do Estado. Hoje agradeço ao governador Carlos Moisés por se preocupar em encaminhar recursos para nós prefeitos conseguirmos atender a nossa população”, relatou o prefeito de Nova Erechim, Edilson Ferla.

Acompanharam o evento o presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa, o secretário-geral de Governo, coronel Márcio Ferreira, o presidente da Cidasc, Júnior Kunz, entre outras autoridades e comunidade.

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Caminhões trazem água bruta do Rio Uruguai | Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

A operação emergencial realizada pela Casan, associada à chuva que caiu na região nesta quinta-feira, 24, permitiu a suspensão temporária das manobras operacionais em Chapecó. Na prática, a medida significa uma recuperação do abastecimento, com necessidade de ações pontuais para o atendimento das áreas mais altas e pontas de rede.

No entanto, a Casan ressalta que é fundamental que a população siga com o uso consciente da água, priorizando atividades essenciais de alimentação e higiene, evitando lavações de calçadas, pátios e carros.

Desde o último dia 18, a Casan mantém uma megaoperação para o combate à estiagem em Chapecó. Segundo a presidente da Companhia, Roberta Maas dos Anjos, são 22 caminhões trazendo água bruta do Rio Uruguai, 34 caçambas, 11 retroescavadeiras, três tratores de esteira trabalhando na dragagem do Lajeado São José e um na pedreira.

::: Saiba mais sobre o Projeto Rio Chapecozinho

::: Casan alerta para uso consciente da água

Além disso, 15 carros-pipa de água tratada estão mobilizados para o atendimento emergencial em unidades de saúde, escolas, comércio e residências.

Movimento intenso de caminhões para captação de água no Rio Uruguai

Nesta sexta-feira, 25, começam os trabalhos para a perfuração de quatro novos poços profundos. E a Casan também está fazendo a contratação para a instalação, por um ano, de uma Estação de Tratamento de Água (ETA) temporária com capacidade de 30 litros por segundo em um açude que funcionará como manancial alternativo.

“Somente nestes contratos imediatos, estão sendo investidos cerca de R$ 35 milhões em Chapecó. Desse total, não está incluída a instalação de uma captação de água do Rio Uruguai, porque ainda estamos finalizando projeto para fazer a contratação. Com recursos próprios da Casan e Governo do Estado, estamos cumprindo os compromissos assumidos com o Município e a população”, afirma Roberta que, nesta quinta-feira visitou o canteiro de obras no Lajeado São José, na companhia do prefeito João Rodrigues.

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 Projeto Rio Chapecozinho - novo reservatório Xanxerê | Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

O Projeto Rio Chapecozinho, maior obra de sistema de abastecimento de água em execução em Santa Catarina, segue em ritmo acelerado. O complexo está sendo executado para resolver as dificuldades de captação de água nos municípios de Chapecó, Xaxim, Xanxerê e Cordilheira Alta, onde os mananciais próximos são vulneráveis a estiagens que costumeiramente assolam o Oeste catarinense.

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A obra vai transportar água bruta do Rio Chapecozinho por uma rede de 58 quilômetros de extensão. Os serviços estão sendo executados em várias frentes. Começam na adutora de água bruta, no Rio Chapecozinho, no município de Bom Jesus, onde está sendo feito o assentamento da tubulação, e seguem até a estação de tratamento de água em Xanxerê. Nessa unidade, toda terraplenagem já está concluída.

Estão também sendo executados os serviços de assentamento da tubulação da adutora de água tratada e a concretagem do reservatório Xanxerê, um dos quatro previstos no projeto. Já foram assentados seis quilômetros de adutoras de águas bruta e de água tratada.

“É uma obra extremamente importante e urgente. A água é uma questão de saúde e de qualidade de vida. O investimento é grandioso, mas os benefícios são ainda maiores tanto para a nossa como para as futuras gerações. É nosso dever, enquanto gestores públicos, buscarmos alternativas e atuarmos para mitigar possíveis efeitos das mudanças do clima, como o caso da estiagem, tão recorrente na região", destacou Carlos Moisés.

A previsão de conclusão da obra é para janeiro de 2024, quando o sistema estará apto a captar, tratar e distribuir 1,2 mil litros de água por segundo, atendendo a uma população de 500 mil habitantes dos municípios. O investimento é de R$ 290 milhões.

 Adutora de Água Tratada

“Estamos acompanhando com todo empenho essa obra que é estratégica para o abastecimento da Região Oeste, pois trará melhorias nos próximos anos e para as próximas décadas”, informa o gerente de construção da Casan, engenheiro Felipe Leite.

A presidente da Companhia, Roberta Maas dos Anjos, destaca que o planejamento hídrico é uma das metas prioritárias do Estado: “Com o suporte do Governo Carlos Moisés, a Casan prepara as cidades para os momentos de crise hídrica e para o crescimento da população, garantindo um bem essencial para a saúde e qualidade de vida”.

 Estação de Tratamento de Água

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 Fotos: Ascom/Casan

Depois de manter durante todo o final de semana caminhões-carreta buscando água do Rio Uruguai, a Casan interrompeu nesta segunda-feira, 21, a força-tarefa em Concórdia, segunda maior cidade da Região Oeste. Contratados por uma empresa de São Paulo, pois houve dificuldade em conseguir o serviço devido à estiagem, os caminhões fizeram o transporte de 130 cargas, o que corresponde a 3,9 milhões litros de água até um córrego que desagua no rio Suruvi, um dos mananciais da cidade.

Nesta terça-feira, 22, o Sistema de Abastecimento apresentou melhoria significativa, com fornecimento de água a praticamente todas as localidades da cidade. O revezamento entre os bairros também foi suspenso, mas ainda há necessidade de caminhão-pipa de água para abastecimento direto em caixas d´água de algumas residências.

Apesar de escassa, a chuva desse início de semana também trouxe algum alívio e elevou um pouco o nível do Rio Suruvi. Porém, como a previsão é de continuidade de pouca chuva nos próximos meses, toda a equipe se mantém em alerta e a Companhia orienta o uso econômico da água.

Investimentos contínuos ajudam conter a crise hídrica

Com uma topografia extremamente acidentada, Concórdia está entre os sistemas de abastecimento mais complexos atendidos pela CASAN. Por esse motivo, recebe investimentos contínuos, que agora trazem reflexos na manutenção do abastecimento apesar da severa estiagem que desde 2019 compromete praticamente todos os cursos d´água do Oeste.

Nos dois últimos anos (2019 e 2021), aproximadamente R$ 7,3 milhões foram investidos em melhorias nas estruturas de captação, tratamento, bombeamento e distribuição de água. Só na substituição de redes de distribuição foram R$ 2,3 milhões, renovando as tubulações e colaborando com o controle de perdas de água em vazamentos. Outros R$ 5 milhões foram investidos em subestações de energia, recalque de água tratada e implantação de novas adutoras.

Também contemplada no Planejamento Hídrico de Santa Catarina, o município terá nos próximos anos recursos de R$ 25 milhões reforçando o Sistema de Abastecimento. Entre as melhorias previstas estão novas unidades de captação, recalque e adutoras de água bruta, reservatórios e uma Estação de Tratamento de Água.

“É mais um município da Região Oeste que recebe atenção emergencial e também recursos para trazer mais segurança hídrica no futuro”, ressalta a diretora-presidente da Casan, Roberta Maas dos Anjos.

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