Foto: Divulgação/ Celesc

Até o momento, a Celesc restabeleceu 98% do sistema elétrico de Santa Catarina, após a passagem do “ciclone bomba”, na última terça-feira. Esse trabalho só foi  possível, graças ao empenho das 300 equipes, compostas pelos 1.300 trabalhadores que estão nas ruas dia e noite.

Áreas rurais do Planalto Serrano, Extremo Norte e Meio Oeste, assim como Garuva e a região da Grande Florianópolis, receberam equipes de reforços neste fim de semana. Os técnicos foram deslocados de regiões onde a situação já foi resolvida. Os  trabalhos continuam intensos  e o ritmo não deve diminuir até que todo o sistema elétrico catarinense esteja restabelecido.

Saiba como o trabalho dos eletricistas é realizado

O atendimento da Celesc ocorre em diferentes etapas. O primeiro atendimento é prestado pelas equipes emergenciais, equipadas em camionetes com cesto aéreo, e sua principal função é eliminar o risco de acidentes à população. Elas também conseguem solucionar situações de menor complexidade.

Já os casos mais complexos exigem atuação de equipes maiores, em caminhões com guindastes. São elas que substituem transformadores queimados, colocam postes danificados e reconstroem longos vãos de redes de distribuição.

Em momentos de calamidade como o que vivemos, equipes de fiscalização também estão circulando em carros pequenos para levantar a quantidade de material necessário para recompor a rede. Portanto, se uma equipe da Celesc esteve em uma localidade, mas o sistema não foi religado, é porque o serviço exige a presença de outra equipe especializada, que logo chegará.

Lembre-se: Para que o trabalho seja realizado no menor tempo possível, não basta a dedicação desses profissionais, mas é extremamente necessário que a população receba bem os eletricistas e dê a eles condições de trabalho para que resolvam a situação em suas comunidades.

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Depois de três dias de trabalho ininterrupto, as 300 equipes de eletricistas da Celesc conseguiram restabelecer 95% do sistema elétrico em Santa Catarina. A passagem do chamado “ciclone bomba” causou danos significativos em todas as regiões, na última terça-feira.

Neste momento, municípios da Grande Florianópolis e Lages são os que mais sentem os efeitos da maior tragédia no sistema elétrico do Estado, em 60 anos. Equipes de reforço foram deslocadas das áreas já recuperadas para as que ainda apresentam muitas demandas. A população pode acompanhar o andamento dos trabalhos no mapa que mostra a situação em tempo real, no site da Celesc.

As condições de cada ocorrência vêm sendo avaliadas pelas equipes de atendimento e a intenção da Empresa é recompor grande parte do sistema ainda hoje, mas, dependendo da complexidade e do acesso a algumas regiões, os casos mais complicados podem ser resolvidos até domingo.

Cuidados necessários

A Celesc pede atenção aos catarinenses para que se mantenham afastados de cabos, fios e postes, pois eles podem estar energizados, oferecendo sério risco à vida. Também esclarece que alguns casos são mais complexos do que aparentam. Por exemplo, quando há queima do fusível, outros componentes da rede são afetados e também precisam ser substituídos por uma equipe de profissionais especializados da companhia.

Além disso, existem situações em que parte dos consumidores de uma mesma localidade podem estar com a rede energizada e outros não. Isso acontece porque mesmo quando o alimentador é recuperado, alguns transformadores que levam energia a imóveis de áreas próximas podem apresentar problemas e precisar de reparos.

Nesses casos, a orientação é fazer um novo registro sobre a falta de energia, de preferência pelo App Celesc (para iOs e Android), ou no ícone “Sem Luz” no site da empresa. Atualmente, o Call Center para emergências da Celesc - 0800 48 0196 - está funcionando, mas, devido à alta demanda, pode haver atraso no atendimento ou na identificação dos locais com defeito na rede de distribuição. Outra opção é enviar SMS para 48196, com a mensagem SEM LUZ.

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Menos de dois dias após a passagem do ciclone por Santa Catarina, a Celesc conseguiu restabelecer 85% do sistema elétrico catarinense. Em todo estado, neste momento, cerca de 226 mil unidades consumidoras ainda estão sem energia. Nesta quinta-feira, 2, 300 equipes da empresa seguem trabalhando de forma incansável para sanar todas as ocorrências.

Equipes de reforço estão sendo deslocadas das áreas já recuperadas para aquelas que ainda têm demanda, como as regiões da Grande Florianópolis e o Norte do estado. Os casos são analisados por cada equipe de atendimento e a intenção da empresa é recompor grande parte do sistema nesta quinta-feira. Porém alerta que, dependendo da complexidade e do acesso à algumas regiões, os casos mais complicados deverão ser resolvidos até domingo.

Outra consequência do ciclone foi o rompimento  do cabo de fibra ótica da Oi, que atingiu o sistema de telecomunicação da empresa e de outras distribuidoras que atendem o Sul do país. Atualmente, o call center para emergências da Celesc (0800 48 0196) está funcionando, mas devido à alta demanda pode haver atraso no atendimento ou na identificação dos locais com defeito na rede de distribuição. Os consumidores também podem se comunicar com a empresa por meio do site e do aplicativo, disponível na App Store e no Google Play.

A Celesc orienta a população a ficar em casa, se possível, e não se aproximar de locais próximos da rede elétrica para evitar acidentes.

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Foto: Ricardo Wolfenbuttel / Secom

A manhã desta quarta-feira, 1 de julho, ainda é de muito trabalho para as equipes da Celesc, nos reparos decorrentes da passagem do ciclone extratropical pelo Estado. Cerca de 1,3 mil funcionários trabalham para restabelecer a distribuição de energia para cerca de 750 mil unidades consumidoras que ainda estão sem luz. A previsão é recompor até 80% do sistema até o fim da manhã desta quarta-feira.

O trabalho envolve, principalmente, a retirada de material pesado que caiu sobre a rede e pode levar de dois a três dias em determinadas localidades. “Neste momento, as pessoas devem ficar em casa e não se aproximarem de locais próximos à rede elétrica para evitar acidentes”, orientou o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da Celesc, Pablo Cupani.

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Registro de dano histórico

De acordo com informações da companhia, o ciclone extratropical provocou o maior registro de danos na rede elétrica da história, deixando 1,5 milhão de unidades consumidoras sem luz em todo o Estado. Árvores, postes e placas caíram sobre a rede elétrica e provocaram problemas graves na distribuição de energia.

“Embora a Celesc estivesse preparada para a passagem do ciclone com equipes de sobreaviso, os danos foram muito significativos”, disse Cupani.

Comunicação

Os fortes ventos também provocaram o rompimento de cabos de fibra ótica, o que impossibilitou a recomposição automática do sistema e a comunicação de consumidores com o call center da empresa. Esta situação dificultou ainda mais a identificação dos locais com problemas na rede de distribuição. A única forma de comunicação dos consumidores é através do aplicativo da Celesc.

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Subestação Capoeiras, região continental de Florianópolis - Foto: Divulgação / Celesc 

Mesmo com o contingenciamento que a empresa precisou fazer diante da pandemia do novo coronavírus, a Celesc continuou investindo em obras e projetos para levar energia com mais qualidade aos catarinenses. Somente em 2019, a empresa investiu mais de R$ 360 milhões no sistema de distribuição de energia, que leva eletricidade a todas as regiões de Santa Catarina. Agora, em 2020, os valores aplicados são ainda maiores, somam mais de R$ 520 milhões em obras e melhorias. Numa série de matérias e entrevistas, a Celesc vai divulgar, por região, os investimentos em toda Santa Catarina.

Este ano, também serão investidos quase R$ 65 milhões na modernização e na ampliação do parque gerador da companhia e em novos negócios. A área comercial receberá cerca de R$ 63 milhões para ações de modernização. Já os valores aplicados nos programas de Eficiência Energética e Pesquisa & Desenvolvimento somam mais de R$ 110 milhões entre 2019 e 2020 em todo o Estado.

“O trabalho do governo continua em todos os setores do estado, mesmo diante do desafio que é enfrentar a Covid-19 em Santa Catarina. A Celesc tem levado melhorias substanciais para a população, modernizando e ampliando a rede elétrica”, destaca o governador Carlos Moisés.

O presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, observa que os investimentos realizados foram cuidadosamente estudados. “A aplicação dos recursos foi planejada de forma estratégica para atender o crescimento do mercado na área de concessão da Celesc, manter e melhorar os serviços e indicadores da Empresa”, diz.

Ele ainda ressalta a continuidade do Programa Celesc Rural - que substitui redes monofásicas com cabos nus por cabos protegidos e instala redes trifásicas com cabos compactos protegidos, que não desligam por toque de vegetação na rede. Além disso, faz a instalação de religadores, que energizam a rede automaticamente quando eventualmente o fornecimento de energia é interrompido de forma não programada.

O programa foi lançado em 2019 e irá beneficiar mais de 135 mil propriedades rurais em todo o estado, com investimentos de R$ 121,0 milhões em 18 meses. “O Celesc Rural traz benefício direto aos produtores rurais, responsáveis por cerca de 30% do PIB estadual. A execução das obras deve ocorrer até meados de 2021. Estamos trabalhando para o crescimento de Santa Catarina, melhorando as condições para manter homens e mulheres no campo, e aumentar cada vez mais a qualidade de vida dos catarinenses, alinhado ao trabalho do Governo do Estado”, enfatiza o presidente Cleicio.

Investimentos na Grande Florianópolis entre 2019 e 2020

Em relação aos investimentos de alta tensão na região, em 2019 a Celesc entregou as novas subestações Florianópolis Capoeiras e São José Real Parque; ampliou a Subestação Ilha Sul; e investiu nas novas linhas de distribuição em 138 kV, Biguaçu-Tijucas, Florianópolis Capoeiras – Seccionamento Palhoça-Trindade e São José Real Parque – Seccionamento Biguaçu-Florianópolis.

Este ano, a empresa trabalha na construção das novas subestações Palhoça Caminho Novo e Santo Amaro da Imperatriz; na ampliação das subestações Tijucas e Biguaçu Quintino Bocaiúva; em melhorias nas subestações Trindade e Ilha Sul e na construção das novas linhas de distribuição em 138kV, Tijucas – Porto Belo e Trindade-Ratones-Ilha Norte.

Os investimentos aplicados em 2019/2020 nas obras de média tensão na região do Núcleo Grande Florianópolis compreendem ampliações e melhorias no sistema, aquisição de novos alimentadores de rede e de equipamentos especiais (como religadores), e implantação do Programa Celesc Rural em 11,77Km, atendendo algumas áreas dos municípios de Águas Mornas, Alfredo Wagner, Angelina, Canelinha, Nova Trento, Palhoça, Rancho Queimado, São João Batista, São José, Santo Amaro da Imperatriz e Tijucas.

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Uma brincadeira ao ar livre tem provocado aumento das ocorrências com a rede elétrica nos últimos dois meses em Santa Catarina. Devido à soltura de pipas, a Celesc contabilizou 196 desligamentos de energia nos meses de abril e maio só na região das cidades de Camboriú, Itajaí e Navegantes. Diante dos transtornos causados com os desligamentos e os riscos de acidentes, a empresa reforça as orientações para não empinar pipas perto das redes elétricas.

Ao todo, as ocorrências causadas por pipas enroladas nas redes elétricas já afetaram diretamente 95,5 mil unidades consumidoras na região. Segundo o Gerente Técnico da Celesc, Luiz Carlos da Silva Xavier, um a cada três desligamentos emergenciais tem sido por esse motivo.

É importante lembrar que um acidente causado por descarga elétrica pode deixar sequelas como queimaduras graves e, em casos mais extremos, causar a morte. “A nossa orientação é que as famílias reforcem os cuidados com crianças e adolescentes para diminuirmos o risco”, complementa Xavier. Durante todo o ano letivo, a Celesc também vai às escolas para palestras e reforça os cuidados com os alunos.

Saiba as dicas de segurança da Celesc:

- Além de serem proibidos, o cerol e a chamada “linha chilena” trazem risco para motociclistas e pedestres e também oferecem perigo no contato com a rede de energia. Ao cortar a fiação, a linha interrompe a transferência de corrente elétrica, podendo provocar curto-circuito e suspensão de fornecimento de energia;

- Empine pipas longe de rede elétrica, em locais onde não exista nenhum tipo de cabo de energia, de serviço telefônico ou antenas de celular. Isso evita acidentes e interferências na qualidade desses serviços;

- Se a pipa ficar presa nos fios elétricos, não tente retirá-la. Nunca use varas nem suba no poste para tirar uma pipa. O choque, nestes casos, pode ser fatal;
Arremessar objetos na rede elétrica para o resgate da pipa pode causar graves acidentes.

- Empinar pipas em locais como lajes e muros deve ser evitado. A proximidade com os fios de alta tensão aumenta o risco de acidentes graves e fatais, além do perigo de quedas.

- Em caso de relâmpagos, recolha a pipa imediatamente. Não solte pipas em dias de chuva ou vento muito forte;

- Alguns materiais utilizados na confecção de pipas são condutores de energia e aumentam o perigo quando em contato com a rede elétrica. Rabiolas feitas de fita VHS ou cassete e papel alumínio são alguns exemplos.

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A Celesc pede a todos os consumidores que fiquem atentos a três novos golpes, registrados em diferentes regiões do estado. Em Blumenau, criminosos que se apresentaram como funcionários da Celesc, entraram na casa de uma idosa para supostamente realizar uma verificação em seus aparelhos eletrônicos, que estariam provocando alta na fatura da consumidora. Além de cobrarem uma quantia em dinheiro pelo serviço, eles roubaram o restante do dinheiro que estava na carteira da vítima.

Já em São José, a vítima recebeu um boleto por e-mail, nominal à Celesc, que deveria ser pago em cooperativa de crédito para, supostamente, custear o cancelamento de protesto de títulos por inadimplência, assim como retirar o CPF de órgãos de proteção ao crédito, como SPC e Serasa.

Enquanto em Campos Novos, clientes receberam telefonemas de golpistas que diziam ser funcionários da Celesc, alegando que o não pagamento de suposta fatura em atraso, em conta anunciada por eles, causaria suspensão imediata do fornecimento de energia elétrica.

Tanto no município da Grande Florianópolis, quanto no do Meio-Oeste catarinense, as vítimas contataram a Celesc e evitaram o prejuízo.

Diante dos casos, a Companhia volta a reforçar que os eletricistas não entram nas unidades consumidoras para realizar serviços. A leitura do consumo de energia é feita em relógio padrão acessado de fora das residências, estabelecimentos e indústrias. Além disso, as faturas da empresa são enviadas às unidades consumidoras com identificação visual padrão da empresa, não há contato com o cliente, nem emissão de boleto bancário ou solicitação de depósito em conta.

Vale lembrar, ainda, que em tempo de enfrentamento ao novo Coronavírus, as lojas de atendimento presencial estão fechadas, medida que prioriza o bem-estar de empregados e consumidores. Por isso, quase todos os serviços podem ser acessados nos canais virtuais da Celesc, ao alcance das mãos, basta acessar a Agência Web ou o aplicativo Celesc (digite “Celesc” para baixar no Android ou iOS) para resolver o que precisa, sem precisar sair de casa.

O Call Center está funcionando para casos de emergência pelo 0800 48 0196 e, para serviços comerciais, pelo 0800 48 0120 ou pelo e-mail atendimento.comercial@celesc.com.br

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Foto: Heda Wenzel / Celesc

Nos últimos dias, clientes da Celesc vêm relatando o recebimento de telefonemas de pessoas que se identificam como funcionários da Secretaria de Justiça. Os golpistas  informam a existência de débitos por problemas no padrão de entrada de energia elétrica da residência da vítima e cobram depósito em conta.

Um outro golpe oferece serviços em nome da Celesc, por telefonemas e mensagens telefônicas. Os golpistas agendam o serviço e coletam todos os dados da vítima como endereço, CPF e nome completo.

Para evitar possíveis transtornos, a Celesc reforça que não solicita depósito em conta, não liga para pedir dados do consumidor. Os serviços são agendados pelo próprio cliente. Na dúvida, entre em contato por meio dos canais oficiais de atendimento:

Agência Web: http://bit.ly/AgenciaWeb

Chat Online: http://bit.ly/ChatOnlineCelesc

Emergência: 0800 48 0196

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Fotos Dóia Cercal / Secom

A Celesc inaugurou a subestação (SE) São José Real Parque, em São José, nesta quinta-feira, 5. A estrutura tem potência instalada de 40MVA e alimentada em 138 mil volts, suficiente para garantir, pelos próximos dez anos, o crescimento da região compreendida pelos bairros Real Parque, Serraria, Areias, Jardim Santiago, Pedregal e Forquilhas, em São José, e Bom Viver e Jardim Janaína, em Biguaçu. O investimento na SE foi de quase R$ 10 milhões, recurso que integra o empréstimo realizado junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

“Estamos trabalhando juntos para levar energia elétrica de qualidade à população e, com isso, manter a Celesc pública e sempre eficiente”, explica o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins.

Para conectar essa SE ao sistema elétrico, a Celesc também investiu R$ 6,5 milhões para adquirir uma linha de transmissão (LT) com extensão de 15 quilômetros, a qual pertencia a Eletrosul. Ao todo, essas obras aumentam sensivelmente a confiabilidade do sistema elétrico para atender ainda melhor a população no entorno da subestação e também entre as subestações Roçado e Biguaçu Quintino Bocaiuva.

De acordo com a prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, o investimento beneficiará, além dos moradores, o público empresarial. 

“São José é o segundo maior gerador de empregos de Santa Catarina, por isso, cada vez mais novos empreendimentos desejam se instalar na cidade e, uma grande aliada neste processo é a energia elétrica. A cidade agradece a Celesc por essa obra extremamente necessária, por conta do crescimento que a nossa cidade tem recebido”, destaca.

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De olho no mercado futuro

A Subestação São José Real Parque entrou em operação com cerca de 40% da sua capacidade total de transformação. “Ao longo de 2020 a SE ganhará novos alimentadores (já previstos nos projeto inicial) e trabalhará à plena carga. Além disso, para garantir o abastecimento do mercado futuro, a obra também foi projetada com espaço suficiente para abrigar novos transformadores de potência, dobrando a capacidade instalada”, afirma o gerente do Núcleo Grande Capital da Celesc, Renato Borba Rolim.

Novos investimentos reforçam o sistema elétrico na Grande Florianópolis

“A construção da subestação São José Real Parque faz parte de um grande pacote de obras de alta tensão projetado para atender a região da Grande Florianópolis, que incluem, ainda, a instalação de novas SEs em Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz, São João Batista e Governador Celso Ramos, que devem ser implantadas até 2022, além da SE Florianópolis Capoeiras, inaugurada no ano passado”, afirma o diretor de Distribuição da empresa, Sandro Levandoski. Para essas obras, a Celesc prevê investimentos de R$ 60 milhões, incluindo as linhas de distribuição necessárias para conectar as novas subestações ao sistema elétrico existente.

Investimento e custeio da companhia previstos para 2020

Dos R$ 833 milhões em investimentos previstos para todo o estado na construção, ampliação e modernização de subestações (no Sistema de Alta Tensão) e ampliação e melhorias nas redes dos sistemas de Média e Baixa Tensão, R$ 76 milhões serão destinados ao Núcleo Grande Capital, que atende Florianópolis e região. Este recurso será destinado à conclusão da Subestação Palhoça Caminho Novo, à ampliação na capacidade das subestações Biguaçu e Ilha Sul (em Florianópolis) e melhorias na Subestação Tijucas, além da transformação de redes monofásicas para redes trifásicas.

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Foto: Peterson Paul

Pela primeira vez, a Celesc é a distribuidora mais bem avaliada do país pelos consumidores residenciais. A companhia venceu o Prêmio Aneel de Qualidade 2019, na categoria Nacional, entre as empresas que atendem mais de 400 mil unidades consumidoras. O troféu foi entregue nesta quarta-feira, 12, ao governador Carlos Moisés e ao o presidente da empresa, Cleicio Poleto Martins, durante cerimônia em Brasília.

A companhia também foi a mais bem avaliada pelos consumidores residenciais na região Sul. O levantamento foi feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), no ano passado. “É a primeira vez que a Celesc recebe esse prêmio com destaque nacional. Isso demonstra que estamos no caminho certo, entregando um serviço eficiente e de qualidade aos catarinenses”, reforçou Carlos Moisés.

Na área de concessão da Celesc, os clientes deram índice 77,10 ao grau de satisfação pelos serviços prestados, bem acima da média nacional para a categoria, que foi de 67,38. "O trabalho de todos levou a esse resultado tão importante, de sermos a melhor concessionária de energia elétrica do país. Agora é seguir adiante, oferecendo um serviço de qualidade aos consumidores", destacou o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins.

Como é feita a pesquisa

O índice foi aferido por meio de pesquisa de opinião realizada em todo o Brasil, de forma presencial domiciliar pela empresa Qualitest – Inteligência em Pesquisa, no período de 22 de julho a 13 de novembro de 2019. O questionário avaliou a percepção do consumidor a respeito da qualidade e do valor percebido, da sua confiança no fornecedor, da fidelidade e da sua satisfação integral. Foram entrevistados 27.308 consumidores residenciais, de 596 municípios atendidos pelas 91 distribuidoras de energia elétrica.

A premiação retrata o grau de contentamento do consumidor e é divulgada anualmente pela agência, desde 2000. A ANEEL premia as distribuidoras mais bem avaliadas, desde que atingida a pontuação mínima de 60 pontos. Neste ano, as distribuidoras com melhor avaliação receberam troféu, certificado e o selo Iasc.

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