Fotos: Divulgação / Celesc

O presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, entregou nesta quarta-feira, 18, ao Asilo São Vicente de Paulo, em Criciúma, um cheque de R$ 155 mil referente às doações dos catarinenses que participaram da 5ª edição do projeto Bônus Eficiente, no primeiro semestre deste ano.

“O Asilo São Vicente de Paulo é a última instituição de Santa Catarina a receber um dos três cheques que, juntos, somam de R$ 465 mil doados pelas pessoas que adquiriram eletrodomésticos mais eficientes com 50% de desconto. Para a Celesc, que aqui também representa o Governo do Estado, é uma satisfação em ver que esse recurso vai ajudar no fluxo de caixa da entidade pelos próximos cinco meses”, afirma Cleicio.  

A instituição, que atualmente conta com 70 moradores, 46 colaboradores, tem um custo mensal de aproximadamente R$ 110 mil. “É uma doação muito importante em um momento que a gente mais precisa, por causa das despesas de fim de ano e 13º salários dos funcionários. A nossa instituição é deficitária e investir no custeio é a maior dificuldade. Esse dinheiro vem em boa hora, sendo assim, podemos comprar fraldas, leite e medicamentos, por exemplo”, comemora o presidente do Asilo, Zalmir Casagrande.

Casagrande ainda fez um pedido para quem quiser ajudar o Asilo, encontra mais informações no site www.asilosaovicentedepaulo.org.  “As pessoas que quiserem doar para o asilo, podem fazer via fatura de energia elétrica ou depósito bancário”, completou.

Projeto Bônus Eficiente

A 5ª edição do Projeto Bônus Eficiente, que integra o Programa de Eficiência Energética Aneel/Celesc, foi executada entre janeiro e maio de 2019. Com ele, são oferecidos equipamentos elétricos com 50% de desconto em relação ao preço de mercado na troca por um equipamento antigo e, na compra, os consumidores doam R$ 50 para entidades pré-selecionadas. 

Este ano foram arrecadados R$ 465 mil, montante que foi dividido igualmente entre três instituições que desenvolvem importantes projetos sociais:  a Associação de Síndrome de Down, a Associação Catarinense de Autismo e o Asilo São Vicente de Paulo.

Desde a sua primeira edição, em 2013, mais de 514 mil catarinenses já foram atendidos pela iniciativa. Com objetivo de reduzir o consumo de energia elétrica, na última edição do projeto foram substituídos 4.500 refrigeradores, 2.700 aparelhos de ar condicionado split e 2.300 freezers antigos por outros mais modernos e eficientes. Além disso, também foram trocadas 55 mil lâmpadas fluorescente por lâmpadas de LED. 

Ao longo dos anos, o Bônus Eficiente tem contribuído, efetivamente, para o combate ao desperdício de energia. Nas cinco edições realizadas, a Celesc estima que houve uma redução de 56 GWh na demanda anual, volume que corresponde ao consumo de cerca de 280 mil residências por um mês, dentro da área de concessão da Empresa.

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O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, fez uma palestra sobre o panorama atual do setor elétrico e as perspectivas para 2019 e 2020 na manhã desta sexta-feira, 13, no auditório da Administração Central da Celesc, em Florianópolis. Na apresentação, Pepitone apresentou aos funcionários da Celesc os números do setor elétrico no Brasil, os planos para o futuro do segmento, os trabalhos desenvolvidos pela agência reguladora e os investimentos no setor elétrico, que somam R$ 685 bilhões desde a criação da Aneel em 1996.

A geração de energia a partir de fontes renováveis, principalmente solar, foi o assunto mais destacado por Pepitone. “Até 2000, 100% da geração de energia disponível no Brasil era derivada de hidrelétricas. De lá para cá, diversificamos muito nosso modelo energético. Hoje, para vocês terem ideia da capacidade instalada, a energia eólica corresponde a 9%; a fotovoltaica já chega a 1,3% e irá crescer mais; a gerada por gás, 15,5%; enquanto a de biomassa atinge 9%. Por último, vem a energia nuclear, que corresponde a 1,2%. Neste cenário, vale destacar que 83% da capacidade instalada é renovável”, disse o diretor-geral.

Segundo ele, o Brasil é muito rico na geração de energia por ter água em abundância, sol na medida certa, além de vento. “Justamente pela ampliação da geração de mini e micro energia, a partir da energia fotovoltaica, iniciaremos, agora em outubro, o debate para a regulação desta modalidade. O consumidor agora é um prosumidor, uma figura que não apenas consome, mas que também ajuda a produzir. Os painéis solares já se tornaram muito mais acessíveis. Desde 2014, vêm caindo de preço e a oferta passa a ser cada vez mais atraente para uma determinada faixa de consumidores-prosumidores”, explicou o diretor.

Após a palestra, Pepitone e sua comitiva conheceram diversos setores da Celesc, acompanhados do presidente da companhia, Cleicio Poleto Martins, e diretores.

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O Governo do Estado e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) assinaram na tarde desta quinta-feira, 12, um acordo de cooperação técnica para o primeiro inventário sobre o potencial hidrelétrico de um rio em Santa Catarina. Trata-se de uma parceria entre o órgão federal e o Instituto do Meio Ambiente (IMA) para realizar um mapeamento conjunto da bacia do Rio Itajaí do Norte, no Vale do Itajaí, e levantar quantas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) o curso d´água pode receber com o mínimo de impacto ambiental. 

Caso seja bem-sucedido, o projeto piloto será expandido para outros rios de Santa Catarina. A ideia, segundo o governador Carlos Moisés, é trazer desenvolvimento econômico para regiões, normalmente pouco atrativas para investimentos, com o menor impacto possível para a natureza.

“Precisamos destravar o crescimento do nosso país. Ações como esta da Aneel nos ajudam a caminhar nesse sentido”, salientou o governador. 

Na visão do diretor-geral da Aneel, André Pepitone, o principal avanço com o inventário é a parceria entre a Agência e o órgão estadual ambiental. Anteriormente, eram realizados processos separados. O órgão nacional elaborava um estudo de aproveitamento hidrelétrico, mas que poderia ser barrado pelo Estado por conta do impacto ambiental. Agora, ao trabalharem juntos, a parceria reforça a segurança jurídica dos futuros investimentos. 

“A gente apresenta para a sociedade eixos que podem ser explorados trazendo segurança tanto para o setor elétrico quanto para o órgão ambiental. E quem se beneficia disso é o empreendedor, pois os eixos a serem disponibilizados já contam uma pré-viabilidade ambiental. Ganhamos também tempo e eficiência”, explica Pepitone. 

Para o presidente do IMA, coronel Valdez Rodrigues Venâncio, o acordo assinado é interessante pois existe a possibilidade de em um estudo prévio já se saber quase pontos do rio poderão ser utilizados para a produção de energia elétrica. Dessa maneira, evita-se que o governo federal ofereça algum lote que depois venha a ser barrado pela administração estadual.

“É um passo anterior. Nós já teremos a análise ambiental para saber o que pode ser feito naquele curso d´água. Vamos fazer desse piloto a possibilidade de se estender para outras regiões do Estado. Poderemos ter um mapeamento completo. Do ponto de vista ambiental, poderemos antever a capacidade de geração”, pondera Venâncio.

O aproveitamento do Rio Itajaí do Norte

No caso do Rio Itajaí do Norte, também chamado de Rio Hercílio, trata-se inicialmente de uma Revisão dos Estudos de Inventário, que preliminarmente identificaram um potencial para três Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). O principal aproveitamento desse trecho do rio em estudo refere-se a uma proposta de motorização de barragem e reservatório já existentes, implantados em 1992, para controle de cheias no Vale, em José Boiteux.

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Até às 16h do próximo dia 9 de outubro, estarão abertas as inscrições para o Concurso Público da Celesc para compor o cadastro de reserva para os cargos de eletricista e técnico industrial em eletrotécnica. Os aprovados serão chamados à medida que novas vagas forem abertas na Empresa.

A prova escrita está prevista para o dia 27 de outubro nas cidades de Chapecó, Criciúma, Grande Florianópolis, Joinville e Lages, em locais que serão divulgados no site do concurso, na data provável de 22 de outubro.

Para o cargo de eletricista, o concurso prevê uma etapa com prova escrita de questões objetivas com caráter classificatório e eliminatório. Na segunda etapa será realizado teste de aptidão física, de caráter unicamente eliminatório. Para essa fase serão convocados os aprovados na prova escrita que estiverem classificados até o número máximo de vagas por município.

Já para o cargo de Técnico Industrial em Eletrotécnica, o concurso terá uma única etapa de prova escrita com questões objetivas, de caráter classificatório e eliminatório. As taxas de inscrição custam R$ 100 para eletricista e R$ 110 para técnico. A previsão é de que os profissionais aprovados comecem a ser chamados em janeiro de 2020.

O concurso público será realizado pela Fundação de Estudos e Pesquisas Socioeconômicos (Fepese). Mais informações no site ou por e-mail: 2019celesc@fepese.org.br

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Desde o dia 1º de julho está em vigor uma nova política da Celesc com taxas de deságio regressivas - ou seja, quanto maior o volume de crédito utilizado, menor o custo da operação. “Para quantias a partir de R$ 30mil, a taxa de deságio, que era de 10% do valor do crédito utilizado, caiu para 1%”, comenta o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins.

Para quem possui créditos de ICMS acumulados no Governo do Estado de Santa Catarina, vale a pena dar uma olhada nas novas condições:

 Arte: Sal Santos/Secom

Quem tem direito a créditos de ICMS?
De acordo com o artigo 40º do Decreto Estadual nº 2.870/2001 (RICMS/SC) as empresas que tenham na sua escrituração fiscal, saldos credores acumulados, decorrentes de manutenção expressamente autorizada pela Secretaria do Estado da Fazenda, relativos a operações ou prestações subseqüentes isentas ou não tributadas.

Como pagar a conta de luz com os créditos?
Até o dia 16 de cada mês, o consumidor interessado deverá dirigir-se à área de atendimento do Grupo A do Núcleo ou Unidade da Celesc na sua região e entregar uma carta solicitando a anuência da Empresa para uso dos créditos de ICMS para pagamento da fatura. Em até cinco dias, a lista de empresas com direito à transferência estará disponível no site da Celesc.

A partir daí, o consumidor estará apto a realizar a transferência dos créditos anuídos pela Celesc por meio da Autorização de Utilização do Crédito (AUC) e a Ordem de Transferência de Crédito (OTC). Até o último dia de cada mês, em duas listagens, a Celesc utilizará os créditos transferidos e abaterá o valor disponível para pagamento da fatura.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira, 20, o valor do reajuste a ser aplicado nas tarifas cobradas pela Celesc Distribuição no período de 22 de agosto de 2019 a 21 de agosto de 2020. O valor do reajuste é diferenciado para cada classe de consumo e o seu efeito tarifário médio ao consumidor será de -7,80%

Com os novos valores, a tarifa residencial aplicada pela Celesc passa a ser a segunda menor entre todas as concessionárias de distribuição de energia do país. A informação foi destacada pela Aneel na manhã durante a Reunião Pública da Diretoria da Agência.

A Celesc atende cerca de 3 milhões de unidades consumidoras localizadas em 264 municípios do Estado.

Tabela 1 – Índices aplicados às contas de luz dos consumidores

O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

Os itens que mais impactaram para a composição do valor do reajuste foram a redução do custo dos encargos setoriais e a variação dos itens que correspondem aos componentes financeiros do ciclo vigente e do anterior. Estes dois últimos itens estão relacionados, majoritariamente, a ajustes em função dos descasamentos das despesas com compra de energia nos dois períodos. O preço da energia é muito volátil, pois, depende do clima, quantidade de chuvas, níveis de reservatório e até do consumo. A Aneel faz uma previsão dos preços ao definir as tarifas e depois ajusta nos processos seguintes.

A redução do custo com os encargos setoriais foi o que mais contribuiu para a redução do valor da tarifa a ser cobrada pela Celesc. No novo ciclo, este custo será 27,65% menor que o cobrado no ciclo tarifário anterior.

No gráfico a seguir são apresentados os componentes que influenciaram no Reajuste Tarifário e o efeito líquido respectivo:

Parcela Celesc

No gráfico abaixo, é possível observar a composição da tarifa que passa a ser paga pelos clientes da Celesc, já com os impostos incidentes, a partir do próximo dia 22: 

Saiba Mais

Reajuste Tarifário Anual é um dos mecanismos de atualização do valor da tarifa paga pelo consumidor de acordo com fórmula prevista no contrato de concessão. Para aplicação da fórmula de Reajuste são repassadas as variações dos custos de Parcela A, que são aqueles em que a distribuidora tem pouca ou nenhuma gestão. Por contrato, são os custos relacionados a:

  1. Compra de energia elétrica para atendimento de seu mercado;
  2. Valor da transmissão dessa energia até a área da distribuidora;
  3. Encargos Setoriais.

Os Encargos Setoriais estão relacionados à Conta de Desenvolvimento Energético – CDE, Encargos de Serviços do Sistema – ESS, e Energia de Reserva - EER, PROINFA, P&D e Eficiência Energética e Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica – TFSEE.

No Reajuste, os custos com a atividade de distribuição, que são aqueles geridos pela distribuidora e definidos como Parcela B, são corrigidos pelo índice de inflação constante no contrato de concessão (IPCA), deduzido o Fator X. Os itens de Parcela B são:

  1. Os custos operacionais das distribuidoras;
  2. Os custos relacionados aos investimentos (remuneração) por ela realizados para a melhoria da qualidade;
  3. Quota de depreciação de seus ativos (investimento necessário na sua rede de distribuição para a manutenção do serviço de distribuição).

Esses valores são fixados pela Aneel na época da Revisão Tarifária Periódica (última ocorrida em 2016) e são revistos a cada cinco anos. O objetivo do Fator X é avaliar os ganhos de produtividade da atividade de distribuição e capturá-los em favor da modicidade tarifária em cada Reajuste Tarifário Anual.

Fonte: Diretoria de Assuntos Regulatórios e Jurídicos – DRJ e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)

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Santa Catarina tem registrado crescimento econômico com alta de consumo do energético, impulsionado pelas tarifas mais competitivas do país. Com um dos principais pátios industriais do Brasil e com o terceiro maior mercado de gás natural veicular (GNV), Santa Catarina fechou o primeiro trimestre de 2019 ultrapassando o volume histórico de 10 bilhões de metros cúbicos de gás natural consumidos pelo mercado catarinense.

A SCGás tem registrado em 2019 crescimento médio mensal superior a 2% no volume de gás natural distribuído em comparação com 2018. O último ano terminou com aumento de 8% no índice de vendas do insumo, acima da média nacional, e a expectativa é de que os resultados positivos registrados nesse primeiro semestre continuem até dezembro.

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As obras de construção e montagem da rede de gás natural que atenderá o posto Angeloni da Avenida Beira Mar Norte não afetarão o novo asfalto em implantação no bairro Agronômica. O presidente da SCGÁS, Willian Anderson Lemkuhl, e outros profissionais da companhia se reuniram na manhã de segunda-feira, 5, com o secretário Municipal de Infraestrutura da Prefeitura de Florianópolis, Valter José Gallina, para alinhar o cronograma e detalhar as questões técnicas das obras, que iniciam na noite desta terça, 6. A previsão de término dos trabalhos é setembro.

Atualmente, a Ilha de Santa Catarina conta com dois pontos de distribuição de gás natural veicular (GNV), um na Avenida Mauro Ramos, em frente ao Beiramar Shopping, e outro em frente ao Terminal Rita Maria. A partir de dezembro, com a ampliação da rede, serão três opções. Na parte continental de Florianópolis, há quatro pontos com oferta de GNV.

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Para aumentar a disponibilidade e expandir a oferta de GNV na parte insular de Florianópolis, a SCGÁS dará início nesta sexta-feira, 2 de agosto, aos trabalhos de construção e montagem do ramal que ligará o Posto Angeloni da Avenida Beira Mar Norte. Florianópolis tem mais de 10.000 usuários de GNV, muitos deles taxistas e motoristas de aplicativos, e esse será o terceiro posto da Ilha que passará a distribuir o combustível.

As obras acontecerão em um primeiro momento durante a noite para evitar congestionamentos no trânsito. A conclusão do ramal está prevista para setembro e o posto deve iniciar a venda de GNV para os motoristas entre novembro e dezembro. A Prefeitura de Florianópolis emitiu autorização para execução das obras com interdição parcial e temporal de algumas ruas da cidade.

Atualmente, a região continental de Florianópolis conta com oito postos, mas há uma oportunidade para ampliar o abastecimento na Ilha. Atualmente, a SCGÁS oferece GNV no terminal da Avenida Mauro Ramos, em frente ao Shopping Beira-Mar, e em frente ao Terminal Rita Maria. A partir do fim do ano, o Posto Angeloni já estará apto a iniciar a operação. 

CONFIRA O CRONOGRAMA DE TRABALHO

Rua Delminda Silveira – de 02/08 a 09/08, das 22h às 6h
Rua Antônio Carlos Ferreira – de 12/08 a 15/08, das 7h s 17h
Rua Aritídes Lobo – de 16/08 a 12/09, das 7h às 17h
Rua Antônio Carlos Ferreira – de 13/09 a 20/09, das 7h às 17h

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Até 13 de dezembro, produtores rurais de Santa Catarina devem realizar o recadastramento de suas unidades consumidoras de energia elétrica Celesc, para garantir o benefício da Tarifa Rural. A determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende manter o benefício aos consumidores que tenham direito às reduções cumulativas a agricultores, que vão de 10% a 30%.

>>> Mais detalhes sobre o recadastramento 

Com o recadastramento o subsídio será mantido por mais três anos aos consumidores rurais, quando deverão fazer um novo recadastramento. Quem tem direito ao benefício deve enviar a documentação pelo e-mail  recadastramentorural@celesc.com.br ou levá-la à loja da Celesc.

Entre as comprovações exigidas estão se a unidade consumidora está em área rural, se exerce atividade agropecuária na referida unidade, entre outras. Os interessados podem encontrar mais informações neste link ou ligar para o atendimento comercial da Celesc, no número 0800 480120.

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