Fotos: Divulgação / Celesc 

A Celesc começou o processo de modernização da Usina Palmeiras, localizada em Rio dos Cedros, no Médio Vale do Itajaí. O trabalho inclui a substituição de automação e a atualização de equipamentos, com inserção de componentes mais modernos. Os investimentos somam R$ 4,7 milhões. A usina, que tem potência instalada de 24,6 MW, está em operação desde 1.963.

As automações têm como objetivo aumentar a autonomia dos processos de geração de energia elétrica, diminuindo a necessidade de intervenção humana, além de proporcionar o monitoramento de variáveis que auxiliam na tomada de decisão, e concentrar as informações das diversas usinas em um só local, o Centro de Operação da Geração.

O processo de modernização começou no último dia 15 de setembro, aproveitando o período de estiagem e baixa afluência nos rios, o que possibilitou o desligamento da usina para a realização dos trabalhos. A expectativa é de que eles sejam concluídos em 60 dias.

Com a modernização, será garantida mais segurança operacional e das equipes que atuam diretamente na operação e manutenção do parque, além de maior disponibilidade de geração de energia. Será possível, ainda, que os operadores, em Florianópolis, executem comandos remotamente nos equipamentos e sistemas de todas as usinas da Celesc Geração.

“De tempos em tempos, as usinas passam por processos de modernização. Isso ocorre porque alguns processos, como o de automação, tornam-se obsoletos. Com a modernização que está sendo realizada agora, teremos novas tecnologias e, consequentemente, maior confiabilidade no processo de geração de energia, com menos possibilidade de falhas e maior controle dos níveis de reservatório”, explica Estela Christina Müller, chefe do departamento de Engenharia e Projetos da Celesc Geração.

Outra melhoria que está sendo implementada é a instalação de rede de fibra óptica entre a casa de força e as barragens. Essa fibra proporcionará que a operação das barragens seja realizada via Centro de Operação da Geração, que receberá a medida dos níveis da usina e realizará comandos remotamente, de abertura e fechamento de comportas 24 horas por dia, 365 dias por ano.

O período de escassez hídrica

Desde metade de abril de 2021 o reservatório de acumulação da Usina Palmeiras (Rio Bonito) tem se mantido muito baixo, próximo do nível mínimo operacional licenciado.

Com a afluência média atual, o reservatório se recompõe muito lentamente e a operação da usina tem sido intercalada com despacho de água para operação de apenas uma máquina e períodos de comporta praticamente fechada (apenas vazão sanitária).

Para se ter um exemplo, no último período significativo de comportas quase fechadas de 11 de julho a 29 de julho, o nível do reservatório subiu apenas 0,57 metros em 17 dias.

Desta forma, considerando o período de estiagem histórica que o país vem passando, o momento atual proporciona as condições ideais para a parada das máquinas para automação, uma vez que a probabilidade de geração de energia é baixa, sendo que a reativação da usina está prevista para a metade de novembro, quando coincide com o início do período úmido do ano.

A parada para investimentos no sistema de automação da Usina Palmeiras foi devidamente informada à Aneel, como parte do rito regulatório.

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Apaes e hospitais estão entre as instituições beneficiadas com a medida - Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom  

Sensível à importância da atuação das entidades filantrópicas no estado, a diretoria da Celesc reduziu para 3,5% a taxa de administração referente à arrecadação de convênios sobre as doações recebidas por entidades sem fins lucrativos por meio da fatura de energia elétrica. Antes da mudança, o percentual variava de acordo com a entidade filantrópica, mas, na maioria dos casos, era de 10%. Com a redução, estima-se que serão repassados, ao ano, cerca de R$ 3,3 milhões adicionais a essas instituições. A Celesc tem convênios firmados com 572 entidades filantrópicas.

O presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, explica que a Companhia realizou um estudo sobre custos fixos da realização dos serviços e chegou ao percentual necessário para cobrir apenas os custos operacionais das transações. Segundo ele, foram realizadas análises regulatórias, jurídicas e econômicas sobre o processo de arrecadação de convênios para que fosse mantida receita suficiente para a cobertura dos custos.

"Cabe à Celesc cumprir a sua função pública de prover energia para o desenvolvimento e qualidade de vida aos catarinenses. Poder auxiliar as entidades filantrópicas e atender às demandas sociais é sempre uma importante ação para a Companhia. Estamos também alinhados com o Governo do Estado, que tem em seu propósito principal levar o bem-estar para a sociedade catarinense", ressalta o presidente da Celesc.

Importante destacar que os convênios com as entidades filantrópicas estão sendo renovados e novas adesões serão aceitas nos próximos dias. As instruções para que as entidades filantrópicas busquem o convênio podem ser acessadas no site da Celesc.

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Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

O governador Carlos Moisés inaugurou na manhã deste sábado, 25, em Faxinal dos Guedes, a ampliação da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Celso Ramos e a primeira usina solar da Celesc. Com investimentos de 40 milhões, a PCH teve sua potência instalada de 5,6 MW ampliada para 13,9 MW, suficiente para atender aproximadamente 50 mil unidades consumidoras residenciais. Já a Usina Solar Celso Ramos é um projeto-piloto que vai injetar energia na rede de distribuição da companhia.

"É um dia importante. A primeira usina solar da Celesc vai fazer com que a empresa tenha ainda mais eficiência injetando essa energia na rede e recebendo créditos para se tornar cada dia mais autosuficiente e melhorar ainda mais seu resultado. A companhia vem surpreendendo todos os catarinenses com seus avanços. Com a PCH, mais que duplicamos a capacidade instalada. Quando investimos em energia elétrica estamos investindo no futuro, no desenvolvimento econômico do nosso estado.", exaltou o governador.

O projeto da ampliação consistiu na implantação de um novo circuito adutor, com canal de adução, conduto forçado e construção de nova casa de força, com duas unidades geradoras de 4.150 kW cada. A barragem foi reforçada, assim como a subestação de conexão em 69 kV, interligada à subestação (SE) de Faxinal dos Guedes. A ampliação da PCH Celso Ramos vem somar 8,3 MW ao parque de usinas da Celesc Geração, que atualmente possui 12 usinas hidrelétricas em operação, passando a contar com 115 MW de potência instalada, no total. 

 Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

O presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, destacou que a obra de ampliação da PCH foi realizada em tempo recorde. “Todas as empresas contratadas são de Santa Catarina. Isso gerou emprego e renda e, agora, os benefícios vão continuar. Com o respaldo do governador, trabalhamos focados naquilo que ele sempre nos deu como diretriz, que é levar o bem para a sociedade catarinense”.

Para a gerente do Departamento de Engenharia e Projetos da Celesc, Estela Christina Muller, do ponto de vista ambiental, a obra representou pouco impacto, pois se trata da amplificação  da estrutura existente, para melhor aproveitamento do recurso hídrico. 

Usina solar da Celesc vai diversificar parque gerador

Embora as hidrelétricas sejam a principal fonte geradora de energia no país, outras fontes renováveis, como a fotovoltaica, vêm conquistando espaço no mercado energético. Em Santa Catarina, as matrizes renováveis, como eólica e solar, que geram baixo impacto ao meio ambiente, representam quase 5% da capacidade de geração instalada, segundo a Aneel. No país, elas chegam a 11%, conforme dados do ONS. 

O diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios, Pablo Cupani Carena, enfatizou que, em meio a pior crise hídrica registrada no país nos últimos 91 anos, a Celesc busca diversificar sua matriz energética e tornar a Celesc Geração autossuficiente. Um dos exemplos é a Usina Solar Celso Ramos inaugurada hoje. 

 Foto: Julio Cavalheiro/Secom

Classificada como microgeração, a primeira usina solar da Celesc injetará energia na rede de distribuição da companhia, energia que se transformará em créditos para a Celesc Geração. Conforme o diretor, desta forma será possível conhecer melhor a tecnologia, a operação e os custos da geração solar.

“A Celso Ramos Solar é a primeira usina da Celesc nesse segmento. É um projeto-piloto, com potência instalada de 28 kWp, o equivalente ao consumo interno das unidades administrativas da Celesc Geração. Esse empreendimento nos permitirá conhecer a tecnologia, avançar em um novo modelo de negócios e pensar nisso como um vetor de desenvolvimento futuro, para que a Celesc possa explorar também a energia solar de forma sustentável e que ajude nas receitas do Grupo”.

Expansão da geração hídrica em Santa Catarina

 Foto: Caio Cézar/Especial/Celesc

A Celesc planeja para os próximos anos a ampliação do seu parque gerador hídrico, por meio do aumento da capacidade de suas principais PCHs. A usina Salto Weissbach, localizada em Blumenau, passará de 6,3 MW para 29,3 MW, enquanto a Usina Caveiras, situada em Lages, passará de 3,8 MW para 8,5 MW. Destaca-se ainda a reativação da Usina Maruim, em São José, com processo licitatório para contratação das obras em andamento, que acrescerá 1 MW de potência instalada. Ao todo, nos três projetos, serão investidos cerca de R$ 250 milhões nas obras de ampliação. 

Autoridades presentes

Os atos tiveram a presença a primeira-dama do Estado, Késia Martins da Silva, dos deputados estaduais Marcos Vieira e Marlene Fengler, chefe da Casa Civil, Eron Giordani, secretários da Fazenda, Paulo Eli, da Saúde, André Motta Ribeiro, da Agricultura, Altair Silva, secretário executivo da Comunicação, João Cavallazzi, diretor do BRDE, Vladimir Arthur Fey, diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra, presidentes da Fundação Catarinense de Educação Especial, Janice Aparecida Steidel Krasniak, da Cidasc, Plinio de Castro, o adjunto da Casa Civil, , Juliano Chiodeli, além de outros gestores do Governo do Estado, vice-prefeitos da região, vereadores, representantes de entidades, empresários, agricultores e moradores dos municípios beneficiados pelos investimentos.

 Fotos: Julio Cavalheiro/Secom

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Medidas simples podem economizar eletricidade e evitar que a escassez hídrica acarrete um aumento excessivo na fatura de luz. Por meio de campanhas periódicas que alertam para o desperdício de energia e incentivam o uso consciente e sustentável, a Celesc investe na orientação da população para a mudança de hábitos diários que impactam no consumo de luz e contribuem para a garantia do fornecimento de energia elétrica do país.

Realizadas anualmente, as campanhas de economia de energia da distribuidora catarinense são reforçadas nas temporadas de verão e inverno, quando o uso de aparelhos domésticos apresenta alto consumo energético. Em 2021, essas iniciativas coincidiram com o que especialistas consideram a pior crise hídrica dos últimos 91 anos.

Desde o fim do ano passado, o volume de chuvas registrado em algumas regiões do país tem ficado abaixo da média histórica para o período, afetando reservatórios de água e, consequentemente, a produção hidrelétrica, exigindo o acionamento do parque termelétrico, o que encarece a produção.

Com a intenção de unir esforços para que todos contribuam com a segurança do fornecimento de energia elétrica nesse momento delicado, o Ministério de Minas e Energia (MME), a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), a Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) e suas associadas, lançaram a campanha nacional “Consumo Consciente Já”, veiculada nos canais oficiais da Celesc, emissoras de rádio, TV e mídias digitais, contendo dicas simples, mas efetivas, para que a população possa contribuir com essa importante causa para todos. Veja mais informações em Consumo Consciente Já, site oficial da ação.

"A Celesc pede o empenho de seus clientes, no enfrentamento dessa escassez hídrica sem precedentes, com uso racional da energia elétrica. Apagar as luzes dos cômodos em que não há pessoas. Evitar abrir e fechar a geladeira de forma excessiva... São pequenas ações que podem colaborar e muito para o país nesse momento”, afirmou o presidente Cleicio Poleto Martins.

O governo federal também anunciou o lançamento do Programa de Redução Voluntária do Consumo, que dará R$ 0,50 de desconto a cada quilowatt-hora (kWh) do volume de energia economizado dentro da meta de 10% a 20%. A comparação será feita com base no somatório do consumo entre setembro e dezembro de 2021, na comparação com a soma das mesmas quatro faturas de 2020. Uma vez feita essa comparação, se houver uma redução no consumo de 10% ou mais, o governo creditará o desconto na conta de janeiro de 2022.


Foto: Maurício Vieira/Secom

Pessoas de baixa renda que aderem à tarifa social também vão poder participar do programa de incentivo à redução voluntária do consumo de energia elétrica. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em cadeia nacional, falou sobre o objetivo do governo. Segundo ele, o governo busca mostrar para o consumidor que a energia está mais cara efetivamente e que adotando a redução do consumo agora, a energia poderá se tornar mais barata no futuro.

Novos hábitos reduzem o consumo

Consideradas de utilidade pública, as campanhas para o uso consciente de energia da Celesc ganharam reforço em épocas do ano em que o consumo de energia é elevado em Santa Catarina.

Com o mote “Nesse inverno, não se meta numa fria”, em 2021, a campanha de inverno da Celesc incluiu uma cartilha digital didática, que foi veiculada nos canais digitais e redes sociais da empresa, contendo dicas de economia de luz e orientações sobre a os aparelhos que gastam mais energia durante o frio, como aquecedores, chuveiro e torneiras quentes e secadoras de roupas.

Na última ação destinada à temporada de verão, o vídeo da campanha de conscientização para o consumo de energia foi estrelado por três técnicos e empregados da Celesc, irmãos e filhos de empregados aposentados da empresa, que compartilharam dicas simples na hora de ajustar e de monitorar equipamentos elétricos e eletrodomésticos. O consumidor recebeu também orientações sobre consumo, a partir de um simulador disponível no site da empresa.

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A Celesc foi reconhecida como a terceira melhor distribuidora de energia elétrica avaliada pelos clientes, entre as 31 concessionárias de todo o país que atendem mais de 500 mil unidades consumidoras (UCs). A conquista foi anunciada durante o Prêmio ABRADEE 2021, promovido pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (ABRADEE), que celebra, anualmente, os resultados alcançados pelas distribuidoras no atendimento aos consumidores e sua contribuição para a melhoria da qualidade dos serviços de energia.

O resultado da premiação foi divulgado pela ABRADEE nesta quinta-feira, 26, durante cerimônia virtual realizada em Brasília. Nesta 23ª edição do evento, a entidade reconheceu as melhores distribuidoras, entre 41 concessionárias atuantes em todas as regiões do país, responsáveis pelo fornecimento de energia elétrica a 99,6% dos consumidores brasileiros. Além de ser uma das vencedoras da categoria 'Avaliação pelo Cliente', a companhia catarinense também ficou entre as finalistas nas categorias 'Região Sul' e 'Nacional'. 

Em relação a essa importante conquista, o diretor Comercial da Celesc, Vitor Lopes Guimarães, destacou o esforço dos empregados para que os serviços sejam entregues com o máximo de excelência aos catarinenses, frente aos desafios do setor. “O reconhecimento da ABRADEE nos incentiva a aprimorar nossa gestão e perseguir a excelência de um serviço público tão essencial para a população. A conquista desse prêmio é um estímulo para continuarmos a honrar o compromisso com nossos consumidores e, em especial, com nossos empregados na linha de frente, que se dedicam diariamente a essa missão”, afirmou.


Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

Durante a cerimônia, o presidente da ABRADEE, Marcos Madureira, destacou que o reconhecimento é também uma homenagem às distribuidoras que melhor se dedicaram para atingir o equilíbrio do setor elétrico e, também, aos mais de 200 mil trabalhadores que atuam no setor. “Em um cenário desafiador de pandemia e crise hídrica, a ABRADEE não mede esforços em reconhecer também os índices recordes de qualidade e de confiabilidade que as nossas associadas atingiram em 2020”, frisou.

Esforços reconhecidos

Em 2020, desde o início da pandemia, a Celesc vem promovendo uma série de adaptações e acelerou investimentos em tecnologias para criar novos serviços e consolidar o atendimento aos clientes nos canais virtuais oficiais da empresa. Além do aplicativo disponível para sistemas Android e iOS, atualmente os clientes conseguem realizar via agência web quase todos os serviços oferecidos pelo atendimento presencial.

Além disso, pela primeira vez, o DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) ficou abaixo de 10 horas, e o FEC (Frequência Equivalente de Interrupção de Energia) ficou abaixo de 7,00, considerando uma janela móvel de 12 meses (em novembro/2020, o DEC registrado foi de 9,00 e o FEC 6,64), resultado de gestão estratégica e trabalho dos seus empregados.

Sobre o Prêmio Abradee

Referência no setor e concedido anualmente desde 1999, o Prêmio ABRADEE elege as melhores distribuidoras de energia elétrica do país, separadas em dois grupos: mais de 500 mil consumidores e menos de 500 mil consumidores. Considerado indutor permanente do aperfeiçoamento das empresas associadas à ABRADEE, o prêmio contribui para a melhoria do desempenho do setor elétrico e das condições de vida da população.


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Representantes de empresas do Planalto Norte, SCGÁS e o Deputado Valdir Cobalchini reuniram-se na tarde da última quarta-feira, 25, com a Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Santa Catarina (ARESC) para buscar soluções para viabilizar a implantação da rede isolada de gás natural na região. A rede irá atender, principalmente, indústrias do segmento de papel e celulose, com investimentos de cerca R$ 12 milhões, de 2021 até 2023.

Devido à necessidade de adaptação da regulação existente, a SCGÁS solicitou à ARESC revisões em resoluções para viabilização do projeto, em especial pedindo desvinculação de prazo para que a rede isolada alcance a rede principal de distribuição. A rede isolada é um projeto inovador no Brasil e consiste em levar GNC (Gás Natural Comprimido) ou GNL (Gás Natural Liquefeito) por meio de caminhões, para antecipar a oferta de gás natural ao mercado até a chegada da rede principal. A SCGÁS implantou o modelo no ano passado em Lages, onde a rede local está em fase de ampliação para atender quatro indústrias, postos de combustível e comércios da região. O ofício enviado a ARESC também pede o balanceamento dos custos operacionais nas redes de distribuição.

A implantação da rede isolada poderá antecipar o atendimento a indústrias nas cidades de Três Barras, Canoinhas e Mafra, fomentando investimentos e a geração de emprego na região. A construção do Terminal de Gás Sul na Baía da Babitonga também ajudará na viabilização do insumo, por meio de um novo modal de fornecimento de combustível, que poderá alcançar novos mercados através do GNL.


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A SCGÁS lançou, na última semana, edital para acolhimento de propostas para o Projeto Piloto de Geração de Energia Elétrica a Gás Natural. O Chamamento Público vai selecionar um cliente do segmento comercial para receber, em regime de comodato, um gerador de energia elétrica a gás natural, com o objetivo de formatar um modelo de uso de Gerador de Energia Elétrica a Gás Natural. O edital está disponível aqui.

O cliente contemplado terá economia na aquisição do gerador de energia elétrica a gás natural, pois ele será fornecido pela SCGÁS em regime de comodato durante cinco anos. Além disso, o cliente também economizará no consumo de energia elétrica no horário em que o Kwh (Quilowatt-hora) é mais caro, entre 18h30 e 21h30 , além da garantia de fornecimento de energia elétrica em caso de falta de suprimento por parte da concessionária de energia elétrica.

“Atualmente, mais de 650 clientes do segmento comercial utilizam gás natural em Santa Catarina. Com este projeto, poderemos formatar um case de uso de geração de energia elétrica a gás natural e agregar conhecimento técnico, possibilitando a SCGAS prestar o apoio necessário aos clientes que buscam uma solução energética segura, limpa e econômica para seus empreendimentos”, comentou Andre Tavares, engenheiro do mercado urbano da SCGÁS.


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A Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) vai realizar entre os dias 23 de agosto e 2 de setembro uma ação de conscientização e prevenção com famílias que moram no entorno das estações de recebimento de gás em Indaial e Urussanga. Respeitando as medidas sanitárias vigentes por causa da pandemia, a equipe especializada vai abordar a prevenção, por meio de um flyer orientativo, e explicar como se dá o processo de recarga do gás e quais são as medidas de segurança que a comunidade deve ter.

Um dos pontos que serão esclarecidos é o processo de recarga, que utiliza um produto chamado odorante. Alguns moradores acreditam que o cheiro do produto representa perigo e insegurança. No entanto, trata-se de um recurso importante para que os técnicos possam identificar possíveis vazamentos na rede de distribuição, e, com isso, evitar acidentes.

“O odorante não é o gás. É apenas um produto que é adicionado ao gás no processo de transferência e recarga, justamente para dar maior segurança. Então, é normal sentir o cheiro do produto, a cada vez que os técnicos realizam o procedimento na estação. O cheiro do odorante não representa risco à população. Muito pelo contrário, é sinônimo de segurança”, explicou o gerente de Marketing e Comunicação da Companhia, Leonardo Mosimann Estrella.

Nas duas cidades, famílias que moram a até 500 metros das estações de gás serão visitadas pela equipe da SCGÁS. Em Indaial, a ação será desenvolvida no bairro Mulde, e em Urussanga, no bairro Santa Luzia.

A ação de estreitar o relacionamento com as comunidades lindeiras e reforçar medidas de segurança para prevenir acidentes começou ainda em 2020, nas cidades de Gaspar e Tubarão. Em 2021, estas comunidades serão contempladas pelo edital de projetos socioambientais da Companhia. O objetivo da distribuidora é estender o projeto e as ações sociais para outros cinco municípios, onde estão localizadas outras estações.

“Além de informar e trabalhar a prevenção com essas famílias, a SCGÁS quer utilizar os resultados desse projeto de Relações Públicas para planejar também ações sociais voltadas a essas comunidades”, afirmou Estrella.

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A SCGÁS encerrou nesta semana a chamada pública para contratação de suprimento adicional de gás natural, que visa a assegurar o abastecimento na região sul catarinense, om restrição na capacidade de transporte do GASBOL (gasoduto Bolívia - Brasil). O contrato com a Distribuidora NFE POWER prevê a contratação de mais de 273.750.000 m³ de gás natural em cinco anos, ou cerca de 150 mil m³/dia.

A previsão para o início do fornecimento é março de 2022, após as autorizações e licenças para a construção e operação do sistema. O transporte do insumo será no modal rodoviário de GNL (Gás Natural Liquefeito) até o município de Içara, onde será regaseificado e injetado diretamente na rede de distribuição da SCGÁS. 

“A conclusão deste processo de chamada pública irá nos ajudar a ampliar e diversificar o fornecimento e o número de clientes atendidos pelo gás natural no Sul de Santa Catarina, região que tem uma grande quantidade de indústrias, principalmente do segmento cerâmico. Além disso, desde que superada a limitação do gasoduto neste trecho, poderemos remanejar a planta de regaseificação para qualquer outra região do estado, para implantação de rede isolada”, explica Willian Anderson Lehmkuhl, diretor-presidente da SCGÁS.  

Chamada Pública Coordenada

Além desta chamada pública, a SCGÁS participa de outra chamada pública coordenada, denominada CP22, junto a outras quatro distribuidoras de gás natural do Centro-Sul. O objetivo é ampliar o fornecimento de Gás Natural no estado e contribuir com a abertura do mercado de gás natural no país. 

Entre 2022 e 2023, a CP22 irá contratar, no conjunto das cinco distribuidoras participantes, cerca de 3,5 milhões de m³/dia de gás natural, complementando os volumes já contratados. A partir de 2024, o valor deve ser ainda maior, com potencial de contratação de seis milhões de m³/dia.


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A Celesc conquistou a terceira colocação entre as distribuidoras de energia elétrica mais bem avaliadas pelos consumidores residenciais do país. A empresa foi finalista do Prêmio Aneel de Qualidade 2020 nas categorias região Sul e Brasil entre as 31 concessionárias que atendem mais de 400 mil unidades consumidoras (UCs). A premiação destaca as distribuidoras mais bem avaliadas, resultantes de pesquisa de opinião realizada com os clientes de energia elétrica em todo o Brasil.

O resultado da premiação foi divulgado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta quinta-feira, 29, em cerimônia virtual realizada em Brasília. O órgão regulador nacional premiou as distribuidoras com melhor avaliação com troféu, certificado e o selo de qualidade.

“Esse é mais um reconhecimento importante para a empresa, dedicamos esse prêmio aos empregados da distribuidora, que em um ano atípico, mesmo diante de uma pandemia e de um ciclone que varreu o estado, mantiveram a qualidade dos serviços e isso resultou em uma avaliação positiva dos consumidores ao trabalho de todos”, afirmou o presidente Cleicio Poleto Martins.

Foram ouvidos 29.611 consumidores residenciais de 104 distribuidoras entre 17 de novembro de 2020 e 12 de fevereiro deste ano em 625 municípios em todo o Brasil. As questões abordaram o nível de satisfação do consumidor de forma geral, qualidade do fornecimento de energia e de serviços prestados, atendimento e confiança na distribuidora. Ainda de acordo com a Aneel, o prêmio reflete a melhoria na qualidade dos serviços, sob a perspectiva do grau de satisfação do consumidor.

O diretor-geral da Aneel, André Pepitone, destacou a atuação das companhias que foram finalistas da premiação. "Confiança é o pilar da relação da Aneel com o consumidor. Essa relação é construída diariamente e isso exige dedicação, cuidado, transparência e respeito às regras do setor”, concluiu o diretor.

Resultados históricos

No Prêmio Aneel de Qualidade 2019 (divulgado em 2020), a Celesc sagrou-se a distribuidora mais bem avaliada do país pelos consumidores, entre as empresas com mais de 400 mil unidades consumidoras (UCs). O registro foi um dos melhores indicadores de continuidade de energia da história da empresa.

Pela primeira vez, o DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) ficou abaixo de 10 horas, e o FEC (Frequência Equivalente de Interrupção de Energia) ficou abaixo de 7,00, considerando uma janela móvel de doze meses (em novembro/2020, o DEC registrado foi de 9,00 e o FEC 6,64), resultado de gestão estratégica e trabalho dos seus empregados.

Sobre o Prêmio

Com objetivo de fomentar a melhoria contínua na qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica no país, a premiação – anteriormente denominada de Índice de Satisfação do Consumidor (Iasc) – retrata o grau de contentamento do consumidor e é divulgada anualmente pela Agência, desde 2000. A Aneel premia as distribuidoras mais bem avaliadas, desde que atingida a pontuação mínima de 60 pontos. A pesquisa tem grande relevância no setor elétrico, pois permite avaliar a satisfação do consumidor com os serviços prestados pelas distribuidoras de energia.

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