Joinville é a primeira a figurar na lista, no 15º lugar, com 22.199 postos de trabalho gerados - Foto: Mauricio Vieira / Secom 

As maiores cidades catarinenses aparecem em lugar de destaque nacional quando o assunto é a geração de empregos. São 11 municípios de Santa Catarina entre os 100 que mais criaram vagas formais de trabalho no país no intervalo de um ano. O dado foi divulgado nesta semana pelo Ministério da Economia, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Outro dado positivo: nenhuma cidade catarinense aparece entre as 100 com pior desempenho.

O melhor resultado no Estado é de Joinville. Entre setembro de 2020 e agosto de 2021, a maior cidade catarinense teve um saldo de 22.199 postos de trabalho. Trata-se do 15º lugar do Brasil. Em seguida, aparecem Blumenau (14.372), São José (14.157), Florianópolis (13.514), Itajaí (12.556), Chapecó (8.046), Jaraguá do Sul (6.743), Criciúma (6.580), Palhoça (6.522), Balneário Camboriú (6.105) e Brusque (6.013).

Para o governador Carlos Moisés, o resultado representa a competitividade de todas as regiões de Santa Catarina. Em números gerais, o saldo do Estado é de 234.660 postos, o terceiro melhor do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, os mais populosos do país.

“Mês após mês, a nossa economia vem dando sinais de uma vigorosa recuperação. Em Santa Catarina, 95,9% dos municípios têm mais contratações do que demissões, o que representa o maior percentual do Brasil. Todos os setores estão contratando, fruto de uma condição fiscal e jurídica diferenciada. Seguiremos trabalhando incansavelmente para atingir resultados cada vez melhores”, diz o governador.

Santa Catarina também é o único estado do Brasil onde o número de demissões sem justa causa é menor do que os desligamentos a pedido do empregado. O estado catarinense também tem o menor percentual de vínculos encerrados por óbito do trabalhador. São 0,43% do total de desligamentos nos últimos 12 meses.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, atribuiu os resultados positivos à diversificação e ao trabalho conjunto. “Somos um estado pujante com uma economia diversificada, temos vagas abertas em praticamente todos os setores. Dados que colocam a economia catarinense em destaque nacional, acima da média. Muitos desses resultados são consequência de um trabalho em conjunto que fortalece o setor produtivo, atrai novas empresas e incentiva a expansão de outras. Cuidar do emprego e também cuidar da saúde, esta é a receita que mostra que estamos preparados para ter um dos melhores verões da história”, destacou.

:: O resultado das cidades catarinenses no top 100 da geração de empregos:

  • Joinville - 15º lugar , com 22.199 vagas
  • Blumenau - 28º lugar, com 14.372 vagas
  • São José - 29º lugar, com 14.157 vagas
  • Florianópolis - 30º lugar, com 13.514 vagas
  • Itajaí -32º lugar, com 12.556 vagas
  • Chapecó - 56º lugar, com 8.046 vagas
  • Jaraguá do Sul - 66º lugar, com 6.743 vagas
  • Criciúma - 71º lugar, com 6.580 vagas
  • Palhoça - 75º lugar, com 6.522 vagas
  • Balneário Camboriú - 82º lugar, com 6.105 vagas
  • Brusque - 86º lugar, com 6.013 vagas

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

Com mais 20.305 postos de trabalho formais gerados em agosto, Santa Catarina fortalece a condição de uma das melhores unidades da Federação na geração de empregos. O estado tem um saldo positivo de 158.946 postos formais em 2021 e chega a 234.660 no acumulado dos últimos 12 meses. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social nesta quarta-feira, 29.

“Mesmo tendo apenas a décima maior população do Brasil, Santa Catarina é o terceiro estado em geração de empregos. Somos o único no Sul e no Sudeste a aumentar em mais de 10% o número de empregados formais nos últimos 12 meses”, observou o governador Carlos Moisés. Na avaliação dele, o saldo positivo é reflexo da união de esforços entre os setores público e privado. É mérito dos empresários, empreendedores e trabalhadores catarinenses. No que cabe ao Governo do Estado, nossa missão é prover infraestrutura, segurança jurídica e facilidade para a abertura e operação das empresas. Temos um trabalho muito forte nesse sentido”, avaliou.

Em agosto, todos os setores tiveram saldo positivo em Santa Catarina. Os destaques ficaram com os serviços (9.621) e a indústria (6.141). Comércio, construção e agropecuária também contrataram mais do que demitiram, com saldos positivos de 2.982, 1.408 e 153, respectivamente.

Motivos para a geração de empregos em alta

Para o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, parte do resultado se deve ao fato de que Santa Catarina está se tornando um grande complexo de comércio exterior. A eficiência dos postos alfandegados faz com que Santa Catarina atraia milhares de empresas por ano. Estes grandes operadores alfandegados são, ainda, aliados a dois importantes fatores para a geração de empregos: a agricultura familiar, vinculada ao agronegócio; e a tradicional diversidade industrial.

"É importante ressaltar o papel do Governo do Estado, em fazer a articulação dos complexos produtivos por meio de segurança jurídica, além da segurança tributária e dos elevados benefícios fiscais que se pagam no processo. Para o estado continuar mantendo os altos índices, é necessário continuar investindo fortemente em infraestrutura de escoamento de produção para mercados nacionais e internacionais, em mobilidade urbana, no turismo, em segurança hídrica e energética, além da segurança pública, área em que vem recebendo os maiores investimentos da história catarinense", considerou Paulo Eli.


Foto: Maurício Vieira/Secom

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, atribuiu os resultados positivos à diversificação e ao trabalho conjunto. “Somos um estado pujante com uma economia diversificada, temos vagas abertas em praticamente todos os setores. Dados que colocam a economia catarinense em destaque nacional, acima da média. Muitos desses resultados são consequência de um trabalho em conjunto que fortalece o setor produtivo, atrai novas empresas e incentiva a expansão de outras. Cuidar do emprego e também cuidar da saúde, esta é a receita que mostra que estamos preparados para ter um dos melhores verões da história”, destacou.

Detalhamento dos últimos 12 meses

No período de 12 meses, entre setembro de 2020 e agosto de 2021, recorte que desconsidera a sazonalidade na geração de empregos, Santa Catarina também apresenta dados positivos. O saldo é de 234.660 postos, o terceiro melhor do Brasil, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, que são os mais populosos do país.

Nesse período, foram 1.380.142 contratações e 1.145.482 desligamentos em Santa Catarina. Entre as admissões, 66.809 foram registradas como o primeiro emprego do trabalhador. Entre os desligamentos, 507.798 foram a pedido do próprio empregado, 426.822 dispensas sem justa causa, 168.033 términos de contratos por prazo determinado e o restante por outras razões, como dispensa por justa causa, aposentadoria, acordo entre empresa e trabalhador ou óbito.

Santa Catarina é o único estado do Brasil onde o número de demissões sem justa causa é menor do que os desligamentos a pedido do empregado. O estado catarinense também tem o menor percentual de vínculos encerrados por óbito do trabalhador. São 0,43% do total de desligamentos nos últimos 12 meses.

Mais de 95% dos municípios com saldo positivo

Dos 295 municípios catarinenses, 283 apresentaram saldo positivo nos últimos 12 meses. Isso representa 95,9% dos municípios com mais contratações do que demissões, o maior percentual do Brasil.

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97c3afcc 16d2 428e 980f a47c04bfd634Foto: Divulgação / SDE 

O Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável, tem ampliado as unidades do Sine em todas as regiões do estado. Nesta terça-feira, 14, foi assinado um Termo de Cooperação entre as prefeituras de Passo de Torres e Águas de Chapecó. As cidades, no Sul e no Oeste, respectivamente, não têm unidades de atendimento para a promoção do emprego.

“O Sine é um órgão fundamental, por fazer a ponte entre quem procura vagas de emprego e quem oferta. Aproximar as oportunidades ao cidadão, este é nosso objetivo que se torna muito mais ágil quando pode ser feito por meio de parcerias. Ofertar o emprego é poder ofertar segurança para que os trabalhadores possam garantir a comida na mesa. É a dignidade das pessoas”, enfatiza o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

O diretor de Emprego e Renda da SDE, Diego Goulart, lembra que desde o ano passado o Estado ampliou de 124 unidades do Sine para 135 em todas as regiões. “Com essa parceria conseguimos atender desde cidades maiores até pequenos municípios que não tinham nenhuma unidade. Por meio do acordo, o Estado também fará a capacitação dos servidores”, explica Goulart.

“Essa unidade vai representar um novo começo no município. Queremos aproveitar esta oportunidade para trazer mais formalidade no emprego para a população. Fico eternamente agradecido ao Governo, ao secretário e aos vereadores que possibilitaram essa parceria tão importante”, agradeceu o prefeito de Passo de Torres, Valmir Rodrigues.

Aproximar as ofertas de emprego da população. Com este objetivo, o Governo de Santa Catarina por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável amplia as unidades do SINE nas diversas regiões do Estado. Nesta terça-feira, 14, foi assinado um Termo de Cooperação entre as prefeituras de Passo de Torres e Águas de Chapecó. As cidades, no Sul e no Oeste do Estado, respectivamente, não tem unidade de atendimento para a promoção do emprego.

 “O SINE é um órgão fundamental, por fazer a ponte entre quem procura vagas de emprego e quem oferta. Aproximar as oportunidades ao cidadão, este é nosso objetivo que se torna muito mais ágil quando pode ser feito por meio de parcerias. Ofertar o emprego é poder ofertar segurança para que os trabalhadores possam garantir a comida na mesa. É a dignidade das pessoas”, enfatiza o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

O diretor de Emprego e Renda da SDE, Diego Goulart lembra que desde do ano passado a Secretaria já ampliou de 124 unidades do Sine para 135 em todas as regiões. “Com essa parceria conseguimos atender desde cidades maiores, mas, também pequenos municípios que não tinham nenhuma unidade. Por meio do acordo o Estado também fará a capacitação dos servidores”, explica Goulart.

“Essa unidade vai representar um novo começo no Município. Precisamos de muitas coisas e queremos aproveitar oportunidades como esta, para trazer mais formalidade no emprego para a população. Fico eternamente agradecido ao Governo, ao secretário e aos vereadores que possibilitou essa parceria tão importante para a cidade”, agradeceu o prefeito de Passo de Torres, Valmir Rodrigues.

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Foto: Mônica Foltran/ SDE Prefeitura de Passos de Torres 

Vagas em aberto

Nesta semana, as unidades do Sine contam com 7.348 vagas em aberto em todas as regiões do Estado. São voltadas para todos os tipos de formação. Há também oportunidades para pessoas com deficiência (PcD).

Para concorrer

Candidatos devem procurar uma das unidades do Sine, estaduais e municipais, em funcionamento em Santa Catarina. Para realizar o cadastro pessoalmente, é necessário apresentar documentos pessoais como RG, CPF e carteira de trabalho.  

:: Veja o endereço na sua cidade aqui

Devido à pandemia, o atendimento em algumas unidades é feito por agendamento, por telefone, em outras são distribuídas senhas, como na Capital. Outra possibilidade é o acompanhamento das vagas via aplicativo do Governo Federal Sine Fácil, que pode ser baixada no smartphone ou tablet. Nele, o trabalhador poderá conferir as oportunidades de emprego, candidatar-se a uma vaga e também dar entrada no seguro-desemprego. As mesmas funcionalidades também estão disponíveis no portal Emprega Brasil.

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Foto: Maurício Vieira/Secom

O desemprego segue em queda em Santa Catarina. Apesar da pandemia, a taxa de desocupação recuou de 6,2% para 5,8% no segundo trimestre deste ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o melhor do país, já que a média nacional de desocupação ficou em 14,1% no período. Desde o começo do ano, Santa Catarina tem se destacado na geração de empregos. Foram quase 140 mil novas vagas entre janeiro e julho, de acordo com o Ministério da Economia.

O governador Carlos Moisés ressalta que o estado está se recuperando de maneira firme do tombo ocasionado pela pandemia no ano passado. Para o chefe do Executivo, a confiança dos empresários no ambiente econômico catarinense tem sido fundamental.

“O Governo do Estado procura trabalhar em sintonia com o setor produtivo. A segurança jurídica que os empreendedores encontram em Santa Catarina é essencial para esse resultado. Nossa taxa de desemprego é menos da metade do resto do Brasil. Isso representa dignidade para o trabalho e desenvolvimento para o estado. Estamos confiantes em números cada vez mais animadores conforme voltarmos à normalidade”, ressaltou Moisés.

Outro ponto que diferencia Santa Catarina é a taxa de formalização do mercado de trabalho. Há anos, o estado mantém o maior percentual de trabalhadores do setor privado com carteira assinada. No segundo semestre, 90% dos trabalhadores estavam registrados, contra uma média nacional de 75%.

“Continuamos a ser o estado que tem o menor número de pessoas procurando emprego. Uma notícia que deve ser comemorada, pois, diante de uma pandemia, a maior preocupação é a manutenção da saúde e da renda das pessoas. Os números mostram o resultado de um trabalho conjunto para manter uma equação equilibrada. Nosso objetivo é continuar trabalhando para oferecer cada vez mais oportunidades no nosso estado”, frisou o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

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Foto: Renan Medeiros/Arquivo/Secom

Os municípios catarinenses estão obtendo destaque nacional quando o assunto é a geração de empregos. No acumulado dos últimos 12 meses, 96,3% das cidades de Santa Catarina tiveram saldo positivo de postos de trabalho. Trata-se do melhor resultado do país, segundo os dados divulgados na última semana pelo Ministério da Economia, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em números gerais, 284 cidades catarinenses registraram mais contratações do que demissões entre agosto do ano passado e julho deste ano, ao passo que apenas onze municípios tiveram saldo negativo.

No período, foram gerados 232.973 empregos formais em Santa Catarina, resultado absoluto inferior apenas a São Paulo e Minas Gerais, os dois estados mais populosos da federação. Outro dado reforça o bom momento econômico: 11 cidades catarinenses aparecem entre as 100 que mais geraram vagas. Isso ocorre apesar de apenas Joinville, Florianópolis e Blumenau estarem no top 100 nacional em relação ao número de habitantes.

Para o governador Carlos Moisés, os dados do Caged reforçam a imagem de Santa Catarina como um estado com poucas desigualdades regionais. Ele salienta que os municípios catarinenses que mais geraram empregos estão em diferentes regiões. São eles: Joinville (saldo de 23.174 vagas em um ano), Blumenau (13.266), São José (13.028), Itajaí (12.144), Florianópolis (12.107), Chapecó (8.068), Jaraguá do Sul (6.577), Palhoça (6.463), Criciúma (6.407), Brusque (6.205) e Balneário Camboriú (5.473).

“Nossa economia é forte e diversificada. Cada região contribui à sua maneira, mas os empregos estão sendo criados em todos os lados. Isso é um sinal do dinamismo de Santa Catarina. O Governo está atuando para atrair cada vez mais investidores, oferecendo segurança jurídica para que eles possam prosperar, trazendo mais riquezas e desenvolvimento para a nossa terra”, disse o governador.

Carlos Moisés ressalta ainda que a taxa de desemprego no estado está na casa dos 6%, enquanto a média nacional segue superior a 14%. O Caged informa ainda que apenas em Santa Catarina os desligamentos a pedido do trabalhador são superiores às demissões sem justa causa. “Isso mostra que o trabalhador catarinense está se movimentando dentro do mercado de trabalho formal, conseguindo empregos com salários melhores. Vale lembrar que também temos a menor taxa de informalidade da economia no Brasil”, complementou o governador.

“Uma das principais características que chama a atenção da economia catarinense é a sua diversidade. E isto se reflete nos dados do Ministério da Economia. Santa Catarina tem um crescimento isonômico, conforme mostram o Caged, onde 96% das cidades apresentaram saldo positivo nas contratações. O Governo de Santa Catarina trabalha em conjunto com o setor produtivo para facilitar a vida de quem empreende e gera mais oportunidades à população”, frisou o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

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Mês após mês, Santa Catarina registra bons números na geração de empregos formais. Não foi diferente em julho. O estado criou 13.397 vagas com carteira assinada no mês passado e, com isso, chegou a um total de 139,4 mil novos postos de trabalho no ano, até aqui. O resultado catarinense é o melhor da região Sul para o período e o terceiro mais favorável do país em números absolutos, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. Os dados são do Ministério da Economia e estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na tarde desta quinta-feira (26).

Na avaliação do governador Carlos Moisés, a geração de empregos se mantém acelerada em Santa Catarina por conta da retomada econômica e da segurança jurídica que o Estado garante aos investidores. No primeiro semestre de 2021, a economia catarinense cresceu 9,13%, segundo indicador do Banco Central.

“São números que precisam ser comemorados. Ainda estamos em pandemia, mas a economia de Santa Catarina está mostrando a sua força, crescendo a uma média superior ao resto do país. Isso se comprova com a abertura de novos postos de trabalho, todos os meses. Recebemos novas empresas quase diariamente, e isso é muito importante para a nossa competitividade e para o desenvolvimento no longo prazo”, ressaltou o governador.

Em julho, a indústria geral e a construção civil foram responsáveis pela criação de 6,2 mil vagas. O setor de serviços respondeu por 4,6 mil empregos, enquanto o comércio teve saldo positivo de 2,8 mil. O único resultado negativo, por questões sazonais, veio da agropecuária, que perdeu 218 vagas. O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, destacou que os novos empregos trazem dignidade para quem esperava por uma oportunidade.

“Com quase 140 mil novas vagas no ano, Santa Catarina se mantém entre os três estados com maior índice de empregabilidade. Manter o emprego e a economia aquecida é a principal meta dos gestores públicos, pois o emprego significa a dignidade do trabalhador e a segurança do pai de família em garantir comida na mesa”, frisou Buligon.

As dez cidades que mais geraram empregos no Estado de janeiro a julho foram: Joinville (saldo de 12.287), Blumenau (10.432), Itajaí (7.405), São José (7.227), Chapecó (5.566), Florianópolis (5.261), Jaraguá do Sul (5.242), Brusque (4.025), Criciúma (3.798) e Palhoça (3.191).

Resultado nacional

Em todo o país, foram criados 316,5 mil postos de trabalho em julho. No acumulado do ano, o saldo é de 1,85 milhão. Estado mais populoso do país, São Paulo liderou o ranking (saldo de 584 mil), seguido de Minas Gerais (219 mil), Santa Catarina (139 mil), Paraná (132 mil) e Rio Grande do Sul (107 mil).


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Fotos: Mônica Foltran/SDE

Ampliar a capilaridade do Sine para intermediação de vagas no estado. Com este objetivo, o Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, assinou Acordo de Cooperação para instalação da primeira unidade do Sistema Nacional do Emprego na cidade de Bom Jardim da Serra. O documento foi assinado nesta quinta-feira, 12, em reunião entre o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, o prefeito Pedro Luiz Ostetto e o diretor de Emprego e Renda, Diego Goulart.

“O emprego é nossa prioridade. Ampliar as unidades nas cidades representa aproximar as oportunidades de quem precisa. O emprego representa a segurança das famílias em colocar comida na mesa, é a base fundamental de uma economia aquecida e do desenvolvimento”, frisou o secretário Buligon.

“Agradeço ao Governo do Estado por esta oportunidade de a nossa cidade figurar entre as cidades que estão recebendo esta nova unidade. Significa mais oportunidades para a população ter acesso às vagas de emprego, principalmente aquelas que mais necessitam. É uma chance que temos de dar este suporte para a população, que terão esse local de apoio para saber onde estão as vagas de emprego disponíveis”, salientou o prefeito Ostetto.

Vagas de emprego

Nesta semana o Sine conta com mais de 7 mil vagas de emprego em todas as regiões do Estado. Dessas vagas, 132 são para pessoas com deficiência (PcD). Há emprego também para os mais variados cargos, desde vagas para auxiliares a profissionais formados. “O Sine faz a ponte entre quem procura por uma oportunidade e as empresas que disponibilizam vagas. Por isso, se torna fundamental que este tipo de serviço esteja o mais próximo possível da população”, reforçou o diretor, Diego Goulart.

Para concorrer

Candidatos devem procurar uma das unidades do Sine, estaduais e municipais, em funcionamento em Santa Catarina. Para realizar o cadastro pessoalmente, é necessário apresentar documentos pessoais como RG, CPF e carteira de trabalho.

Devido à pandemia, o atendimento nas unidades está sendo feito via agendamento, por telefone. Outra possibilidade é o acompanhamento das vagas via aplicativo Sine Fácil, do Governo Federal, que pode ser baixado no smartphone ou tablet. Lá, o trabalhador poderá conferir as oportunidades de emprego, candidatar-se a uma vaga e também dar entrada no seguro-desemprego. As mesmas funcionalidades também estão disponíveis no portal Emprega Brasil.

::Confira o endereço do Sine na sua cidade

 

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Com o intuito de aproximar cada vez mais o emprego de quem precisa, o Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, estabeleceu parceria com a prefeitura de Balneário Gaivota para a abertura da primeira unidade do Sistema Nacional de Emprego (Sine) na cidade, que conta com aproximadamente 15 mil habitantes. O acordo de Cooperação Técnica foi assinado nesta quarta-feira, 4.

“Nosso objetivo como gestores públicos é melhorar a vida das pessoas. O Sine cuida do emprego, que significa a esperança e a segurança das pessoas colocarem comida na mesa. Santa Catarina está passando pela pandemia com os melhores índices de emprego, sem se descuidar da saúde. Esta nova unidade representará a aproximação entre as pessoas que procuram por uma vaga e as empresas que buscam candidatos”, frisou o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

“Para nós, é muito importante esta unidade do Sine na cidade, até porque estamos com terrenos prontos para trazer novos investidores para nosso parque industrial e essa aproximação por meio do Sine entre o trabalhador e o empresário dá um suporte melhor a nossa população, que hoje não tem esse respaldo. Um governo não se resume a algumas ruas pavimentadas, mas sim dar oportunidades à população”, destacou o prefeito Everaldo dos Santos.

“Reforçando a importância de fortalecer Santa Catarina no pós-pandemia, estamos ampliando o atendimento e a intermediação do Sine em todo o estado, para que cada vez mais os trabalhadores tenham por perto novas ofertas de vagas”, reforçou o diretor de Emprego e Renda da SDE, Diego Goulart.

Estiveram presentes no ato representantes da Prefeitura e vereadores do Município, representando o legislativo.

Serviços

A intermediação de mão de obra será o principal serviço oferecido pelo Sine. Entre outros, estão a liberação do seguro-desemprego; informação sobre o mercado de trabalho e orientação para o trabalhador. Assim como as outras, estas agências também aproximarão empresas que necessitam contratar profissionais  e os trabalhadores que buscam uma oportunidade.

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Foto: Maurício Vieira/Aquivo/Secom

Santa Catarina segue em evidência quando o assunto é geração de empregos. No primeiro semestre de 2021, o estado teve um saldo positivo de 126.111 vagas com carteira assinada. Foi o terceiro melhor resultado do país em números absolutos, atrás apenas de São Paulo (491 mil) e Minas Gerais (185 mil), os dois estados mais populosos do país. Na divisão por municípios, as cidades catarinenses também se destacam. São seis entre as 50 que mais geraram postos de trabalho, segundo o Ministério da Economia.

O melhor desempenho entre as catarinenses foi de Joinville, que teve um saldo de 10.838 empregos, ficando na 12ª colocação nacional. Em seguida, aparece Blumenau (saldo de 9.763), com o 16º posto em nível federal. Completam a lista catarinense São José (26ª), Itajaí (28ª), Chapecó (41ª) e Jaraguá do Sul (42ª). Para o governador Carlos Moisés, o resultado demonstra que a economia catarinense cresce de maneira semelhante em todas as regiões. Ele cita ainda cidades como Florianópolis, Brusque, Criciúma e Tubarão, todas com mais de 3 mil empregos gerados entre janeiro e junho.

“Santa Catarina se diferencia por ter um forte desenvolvimento em todas as regiões. O resultado do Caged mostra que praticamente todas as cidades do nosso estado tiveram resultado positivo na geração de empregos no primeiro semestre, mesmo com a pandemia. Estamos confiantes de que, com o avanço da vacinação, vamos ter um segundo semestre ainda mais positivo”, apostou o governador.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, lembrou que Santa Catarina teve um saldo de 74.837 novas empresas no primeiro semestre, o que representa uma alta de 47,63% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo Buligon, trata-se de mais um indicativo de uma consistente retomada econômica.

“O emprego é o nosso principal objetivo, pois garante a dignidade ao trabalhador. Mas há uma série de indicadores que comprovam que estamos no caminho certo, como o fato de mantermos a menor taxa de desocupação do país. Também estamos recebendo muitas novas empresas, o que comprova a competitividade catarinense”, disse Buligon.

Veja a lista dos melhores resultados por cidade no Brasil e em SC

1º - São Paulo (204.677)
2º - Belo Horizonte (27.802)
3º - Curitiba (25.984)
4º - Brasília (24.741)
5º - Rio de Janeiro (21.951)
6º - Goiânia (21.397)
7º - Salvador (16.763)
8º - Fortaleza (14.281)
9º - Barueri (12.688)
10º - Campinas (12.566)
12º - Joinville (10.838)
16º - Blumenau (9.763)
26º - São José (6.658)
28º - Itajaí (6.412)
41º - Chapecó (5.019)
42º - Jaraguá do Sul (4.881)


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O mercado de trabalho está aquecido em Santa Catarina. Nos seis primeiros meses do ano, foram geradas 126.111 vagas de empregos formais no estado. Trata-se do terceiro melhor resultado do país no período. Somente em junho, o saldo ficou positivo em quase 15 mil. Em 12 meses, o resultado é ainda mais impressionante: foram criados 234.146 empregos formais em Santa Catarina. Os dados são do Ministério da Economia e constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na manhã desta quinta-feira, 29.

Segundo o governador Carlos Moisés, o resultado do Caged comprova a pujança da economia catarinense, mesmo durante o período de pandemia. Ele lembrou que Santa Catarina possui pouco mais de 3% da população brasileira, mas responde por parte significativa do saldo de empregos dos últimos tempos. Em 2020, o Estado foi responsável por mais de um terço das vagas criadas no país.

“Esse é um dado que mostra que estamos no caminho certo. Santa Catarina oferece ótimas condições para os empreendedores, com segurança jurídica, e isso se reflete na geração de empregos, como vemos todos os meses. Outro diferencial do nosso estado é o alto nível de desenvolvimento de todas as suas regiões. Uma empresa que decide se instalar em Santa Catarina tem uma variada gama de opções, todas excelentes. Nós acreditamos que o mercado de trabalho continuará aquecido no segundo semestre, e quem ganha com isso é a nossa sociedade”, opinou o governador.

As dez cidades que mais geraram empregos no estado no primeiro semestre foram: Joinville (saldo de 10.838), Blumenau (9.763), São José (6.658), Itajaí (6.412), Chapecó (5.019), Jaraguá do Sul (4.881), Florianópolis (3.668), Brusque (3.465), Criciúma (3.302) e Tubarão (3.190). Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, a criação de empregos em todas as regiões é fruto de um trabalho de prospecção de novos empreendimentos, além do aumento da confiança dos empresários na economia catarinense e brasileira.

“Santa Catarina segue crescendo acima da média nacional. Isso é consequência de uma economia diversificada e segura. E o emprego é algo primordial para os catarinenses. Já possuímos a menor taxa de desocupação e caminhamos para diminuí-la ainda mais e oferecendo mais oportunidades. O resultado do Caged nos anima para seguirmos trabalhando no desenvolvimento do nosso Estado”, assinalou Buligon.

Na divisão por setores, o setor de serviços teve o melhor desempenho em junho, sendo responsável por 6.860 novos postos de trabalho. Na sequência, veio a indústria (5.822), o comércio (3.730), a construção (1.164) e a agricultura (125).

Resultado nacional

Em todo o país, foram criados 309.114 postos de trabalho em junho. No acumulado do ano, o saldo é de 1,53 milhão. Estado mais populoso do país, São Paulo liderou o ranking (saldo de 491 mil), seguido de Minas Gerais (185 mil), Santa Catarina (126 mil), Paraná (118 mil) e Rio Grande do Sul (93 mil).

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