Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina está com 2,3 mil vagas de emprego abertas em 56 municípios. As oportunidades estão sendo intermediadas pelo Sistema Nacional do Emprego (Sine), diretoria vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável e podem ser consultadas pelo aplicativo Sine Fácil.

Entre as 2.324, a maior parte delas estão concentradas na região Oeste do Estado. No Sine de Concórdia há 497, sendo que para o cargo de alimentador da linha de produção, são 439 oportunidades. Na cidade de Chapecó, estão disponíveis 297 vagas, sendo 200 delas também para a linha de produção.

“A notícia é positiva e mostra o foco catarinense na retomada da economia, conforme os direcionamentos do governador. Os números nos incentivam a continuar trabalhando para gerar novas oportunidades e promover uma espiral de esperança e prosperidade no Estado”, destaca o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Rogério Siqueira.

O coordenador Estadual do Sine, Ramon Fernandes, avalia os números positivos que despontam nas cidades do Oeste. “Na região temos a força setor agroindustrial que pode alavancar a economia global depois da pandemia. O modelo agroindustrial catarinense continua empregando e tem um impacto muito forte sobre a economia estadual”, avalia.


Sine Fácil

A lista de oportunidades pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil, disponível para smartphones. Nele, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. O aplicativo permite ainda consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

 

Atendimento

Desde o início da pandemia, respeitando as medidas de segurança e preservando a saúde de todos, as agências do Sine vêm atendendo de forma presencial sob agendamento, pelos telefones das unidades. As solicitações para o seguro-desemprego devem ser feitas por meio dos canais digitais do Governo Federal, no site servicos.mte.gov.br ou pela Carteira de Trabalho Digital.

Devido à demanda, o Sine disponibiliza, também, um e-mail exclusivo para solicitações, envio de documentos e solução de possíveis divergências na documentação do seguro-desemprego: seguro@sine.sc.gov.br. Os servidores de todas as agências estão focados no atendimento digital.

Veja as vagas nas cidades

Araranguá - 25
Abelardo Luz - 7
Balneário Camboriú - 30
Braço do Norte - 19
Biguaçu - 5
Blumenau - 47
Brusque - 9
Caçador - 12
Camboriú - 7
Campos Novos - 24
Canoinhas - 4
Capinzal - 5
Chapecó - 297
Concórdia - 496
Curitibanos - 3
Criciúma - 147
Fraiburgo - 5
Florianópolis - 18
Garuva - 8
Gaspar - 15
Ibirama - 6
Içara - 138
Imbituba - 2
Indaial - 31
Itajaí - 21
Ituporanga - 7
Jaguaruna - 2
Jaraguá do Sul - 76
Joaçaba - 114
Joinville - 73
Lages - 25
Laguna - 13
Mafra - 25
Maravilha - 10
Morro da Fumaça - 6
Navegantes - 1
Nova Veneza - 1
Papanduva - 6
Pomerode - 1
Porto União - 5
Rio do Sul - 28
Rio Negrinho - 2
São Francisco do Sul - 32
São Bento do Sul - 73
São José - 4
São Miguel do Oeste - 64
São Lourenço do Oeste - 7
Seara - 100
Siderópolis - 3
Tijucas - 23
Timbó - 20
Tubarão - 148
Turvo - 3
Urussanga - 15
Videira - 10
Xanxerê - 46

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Mônica Foltran
Assessoria de Comunicação
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Fone: (48) 3665-2261 / 99696-1366
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Foto: Renan Medeiros / Arquivo / Secom

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou na manhã desta sexta-feira, 15, que Santa Catarina manteve a menor taxa de desocupação do Brasil no primeiro trimestre de 2020. Até o fim de março, o índice no estado era de 5,7%, enquanto a média nacional ficou em 12,2%. Os números fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e englobam apenas as primeiras semanas da pandemia de Covid-19 no país.

Na avaliação do governador Carlos Moisés, embora Santa Catarina tenha sido atingida economicamente pela chegada do novo coronavírus, a divulgação dos dados do IBGE mostra que o estado possui uma posição sólida dentro do país e que terá uma recuperação mais rápida assim que a emergência na área da saúde for controlada.

“Estamos alertas ao problema econômico gerado pela pandemia. O Governo do Estado está adotando medidas, como a ampliação do programa Juro Zero, para tentar minimizar os impactos instantâneos e estimular uma retomada. Os números do IBGE mostram que temos uma condição diferenciada dos demais estados e isso é fundamental para a economia voltar a girar e que nos recuperemos o mais rapidamente possível”, afirma o governador.

A pesquisa demonstra ainda Santa Catarina possui a maior taxa de formalização da economia, uma vez que 88% dos trabalhadores do setor privado possuem carteira de trabalho assinada, contra uma média nacional de 75%. Em relação ao percentual de pessoas que trabalham por conta própria, a média catarinense é a menor do país, 22,9%, enquanto a taxa nacional é de 26,2%.

Ainda segundo o IBGE, quando se leva em conta o percentual global de informalidade, a taxa de Santa Catarina fica em 26,6%, também a menor do país, contra uma média nacional de 39,9%.

Para o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, a recuperação econômica de Santa Catarina será mais rápida do que nos demais estados, uma vez que há mão de obra qualificada, um bom nível de renda e de escolaridade.

“Nosso estado vai se reerguer com a força do trabalho de todos. Vivemos um momento complicado, em que as ações de saúde devem ser priorizadas, mas a nossa recuperação será vigorosa. Temos todas as condições para isso, com uma economia diversificada e de base sólida”, diz Paulo Eli.

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, destaca que o resultado representa representa a soma dos esforços do Governo e a força empreendedora catarinense. "O empreendedor se esmera na busca de soluções que mitiguem rapidamente os efeitos da pandemia e da quarentena imposta para a preservação de vidas seguindo assim para uma retomada mais acelerada da economia”, destaca.

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Acordo entre entidades empresariais e sindicatos foi fechado em fevereiro - Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Carlos Moisés sancionou nesta quarta-feira, 4, a Lei Complementar nº 760 que reajusta o salário mínimo regional de Santa Catarina. 

Os pisos para a primeira, segunda, terceira e quarta faixas passam a ser, respectivamente, de R$ 1.215, R$ 1.260, R$ 1.331 e R$ 1.391. O aumento médio é de 4,96%

O reajuste é retroativo a 1º de janeiro de 2020, válido para categorias não abrangidas por acordos ou convenções coletivas e passa a valer após publicação da Lei Complementar no Diário Oficial do Estado, na quinta-feira, 5.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

Primeira faixa:

a) na agricultura e na pecuária;

b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;

c) em empresas de pesca e aquicultura;

d) empregados domésticos;

e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).

f) nas indústrias da construção civil;

g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;

h) em estabelecimentos hípicos; e

i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:

a) nas indústrias do vestuário e calçado;

b) nas indústrias de fiação e tecelagem;

c) nas indústrias de artefatos de couro;

d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;

e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;

f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;

g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e

h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:

a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;

b) nas indústrias cinematográficas;

c) nas indústrias da alimentação;

d) empregados no comércio em geral; e

e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:

a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;

b) nas indústrias gráficas;

c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;

d) nas indústrias de artefatos de borracha;

e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;

f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;

g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;

h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);

i) empregados em estabelecimento de cultura;

j) empregados em processamento de dados; e

k) empregados motoristas do transporte em geral.

I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.


Foto: Cristiano Estrela / Secom

Estão abertas as inscrições para estágio no Governo do Estado. Foi lançado neste mês o edital do Programa Novos Valores, coordenado pela Secretaria de Estado da Administração (SEA) em parceria com a Secretaria da Educação, com previsão de 3.781 vagas em vários órgãos e setores do Executivo estadual.

De acordo com a diretora de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas da SEA, Renata Fett Largura, com o Programa, o Governo de Santa Catarina abre as portas do serviço público aos estudantes. “É uma oportunidade para que conheçam a filosofia, as diretrizes, a organização e o funcionamento dos órgãos e entidades públicas, enquanto ainda concluem a formação”.

O programa oferece oportunidade de estágio aos estudantes com mais de 16 anos dentro de sua área de formação. A seleção é baseada na renda per capita familiar comprovada no ato da inscrição. O valor da bolsa é de: R$ 380 para o ensino médio; R$ 430 para o ensino profissionalizante, e R$ 500 para estudantes do ensino superior, além de auxílio transporte de R$ 5 por dia trabalhado. O regime de estágio é de quatro horas diárias, totalizando 20 horas semanais.

Os alunos interessados em concorrer a uma vaga deverão procurar a secretaria ou o setor de estágio de sua instituição de ensino para efetuar sua inscrição, que pode ser feita durante todo o ano letivo, até 27 de novembro de 2020. As instituições de ensino interessadas em ofertar o programa devem firmar um convênio com a Secretaria de Estado da Educação. Para informações e orientações, basta entrar em contato pelo telefone 48-36640146 ou email novosvalores@sed.sc.gov.br.

Clique aqui e confira o edital completo.

Documentação necessária para inscrição 1

 

 

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina terminou o ano de 2019 com o desemprego em queda. Dados da PNAD Contínua, divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira, 14, apontam que o estado teve uma taxa de desocupação de 5,3% no quarto trimestre, a menor do Brasil. O número representa uma queda em relação ao terceiro trimestre, quando o índice estava em 5,8%.

O indicador é fruto da boa geração de empregos no ano passado, quando o estado teve um saldo positivo de 71,4 mil vagas formais, melhor resultado em nove anos. A queda do desemprego foi comemorada pelo governador Carlos Moisés. Segundo o chefe do Executivo estadual, o atual desempenho da economia catarinense é bastante satisfatório, muito acima da média brasileira.

“Nossa taxa de desemprego é menos da metade da brasileira, que fechou o quarto trimestre em 11%. Conseguimos reduzir a desocupação em Santa Catarina em quase dois pontos percentuais ao longo de 2019, o que foi um resultado e tanto. Temos o desafio de continuar com esse ritmo forte de geração de empregos em 2020. Nosso Estado possui um ambiente econômico diferenciado e isso se reflete nos nossos resultados”, apontou Carlos Moisés.

Outro dado positivo para Santa Catarina foi a taxa de informalidade na economia, que também é a menor do Brasil, com 27,3%. No Pará, por exemplo, esse número ficou em 62,4%, enquanto a média nacional foi de 41,3%.

 

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino, o trabalho realizado para a atração de empresas e ampliação de negócios tem se mostrado efetivo.

“Temos um povo empreendedor, que cria oportunidades e faz acontecer. Além, disso, todas as nossas regiões têm atrativos para os mais distintos ramos de negócios. Esse resultado mostra que estamos no caminho certo. Somos um estado seguro, com índices de criminalidade em queda. Quem quiser investir aqui é sempre bem-vindo. Confiamos também numa retomada mais firme da economia nacional em 2020, o que trará um efeito positivo em cascata para Santa Catarina. O momento é de otimismo”, destacou Esmeraldino.

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Entidades empresariais e sindicatos fecharam acordo na última quinta em reunião com o governador - Foto Julio Cavalheiro / Secom

O governador Carlos Moisés encaminhou em regime de urgência para a Assembleia Legislativa de Santa Catarina, nesta sexta-feira, 7, o Projeto de Lei Complementar (PLC) que reajusta o salário mínimo regional do Estado.

Se aprovado, o aumento médio será de 4,96%. Os pisos para a primeira, segunda, terceira e quarta faixas passarão a ser, respectivamente, de R$ 1.215, R$ 1.260, R$ 1.331 e R$ 1.391. O reajuste será retroativo a 1º de janeiro, válido para categorias não abrangidas por acordos ou convenções coletivas. A Alesc tem prazo de até 45 dias para votação.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

Primeira faixa:
a) na agricultura e na pecuária;
b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;
c) em empresas de pesca e aquicultura;
d) empregados domésticos;
e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).
f) nas indústrias da construção civil;
g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
h) em estabelecimentos hípicos; e
i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:
a) nas indústrias do vestuário e calçado;
b) nas indústrias de fiação e tecelagem;
c) nas indústrias de artefatos de couro;
d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;
e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:
a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;
b) nas indústrias cinematográficas;
c) nas indústrias da alimentação;
d) empregados no comércio em geral; e
e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:
a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
b) nas indústrias gráficas;
c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana;
d) nas indústrias de artefatos de borracha;
e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito;
f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade;
g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
i) empregados em estabelecimento de cultura;
j) empregados em processamento de dados; e
k) empregados motoristas do transporte em geral.
I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Carlos Moisés recebeu representantes de entidades empresariais e de sindicatos para fechar o reajuste do salário mínimo regional de Santa Catarina. Pelo acordo, o aumento médio é de 4,96% e os pisos para a primeira, segunda, terceira e quarta faixas passarão a ser, respectivamente, de R$ 1.215, R$ 1.260, R$ 1.331 e R$ 1.391. Como resultado da reunião, o governador se comprometeu a encaminhar, nos próximos dias, um Projeto de Lei Complementar (PLC) em regime de urgência para a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc).

"O bom termo que eles conseguiram construir mostra essa capacidade de discussão, entre trabalhadores e empresários, e contempla ambas as partes", avaliou Carlos Moisés, ao fim da reunião. "Vamos enviar em regime de urgência, como é a demanda dos dois lados, e com um pedido para não modificar os termos que as partes já negociaram", antecipou. O governador planeja enviar o projeto até terça-feira, dia 11. Se aprovado pela Assembleia, o reajuste será retroativo a 1º de janeiro, válido para categorias não abrangidas por acordos ou convenções coletivas.

>>> Fotos na galeria 

Na audiência, o governador destacou as medidas do Governo de Santa Catarina para preparar os estudantes catarinenses para o mercado do trabalho do futuro, como a inclusão da tecnologia nas escolas e a adoção de currículos adequados às transformações vividas por todos os setores da economia.

Os representantes das empresas e dos trabalhadores se mostraram satisfeitos com o encaminhamento dado pelo governador e com o andamento das negociações desde o início. "Somos o único estado que, com as duas partes envolvidas, consegue chegar a um acordo. Fizemos várias reuniões demoradas, mas sempre de modo respeitoso e harmonioso", afirmou o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar.

Conforme o coordenador sindical do Dieese, Ivo Castanheira, mesmo quem recebe acima do piso estadual tem seus ganhos afetados pelo reajuste no salário mínimo. "É um processo muito demorado, porque há interesses das duas partes. Envolve em torno de um milhão de trabalhadores direta ou indiretamente, é a maior negociação coletiva do estado. Para nós, a política de piso estadual é muito importante por conta disso", explicou.

Veja abaixo as faixas que compõem o mínimo regional:

Primeira faixa:
a) na agricultura e na pecuária;
b) nas indústrias extrativas e beneficiamento;
c) em empresas de pesca e aquicultura;
d) empregados domésticos;
e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11).
f) nas indústrias da construção civil;
g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos;
h) em estabelecimentos hípicos; e
i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas.

Segunda faixa:
a) nas indústrias do vestuário e calçado;
b) nas indústrias de fiação e tecelagem;
c) nas indústrias de artefatos de couro;
d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça;
e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas;
f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas;
g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e
h) nas indústrias do mobiliário.

Terceira faixa:
a) nas indústrias químicas e farmacêuticas;
b) nas indústrias cinematográficas;
c) nas indústrias da alimentação;
d) empregados no comércio em geral; e
e) empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa:
a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico;
b) nas indústrias gráficas;
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g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas;
h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino);
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k) empregados motoristas do transporte em geral.
I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.


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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O ano que passou foi de retomada do emprego em Santa Catarina. O estado fechou 2019 com o melhor resultado desde 2010, com um saldo positivo de 71.406 contratações. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta sexta-feira, 24, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

“O Brasil vive um momento de recuperação e Santa Catarina ainda mais. Há muitos números que comprovam a melhora no ambiente de negócios a partir de 2019 e o de geração de empregos é o mais importante, porque mostra que todos os catarinenses estão sendo beneficiados”, afirma o governador Carlos Moisés. De acordo com ele, o Governo de Santa Catarina tem contribuído ao oferecer segurança jurídica, agilidade nos processos de abertura de empresas, transparência nos incentivos fiscais e ajustes nas contas públicas. “Queremos continuar a ser destaque nacional e, principalmente, garantir mais oportunidades”, projeta.

No acumulado do ano, o número de empregos gerados em Santa Catarina só foi menor do que São Paulo e Minas Gerais, que têm populações seis e três vezes maiores do que a catarinense, respectivamente. Em dezembro, por causa do efeito da sazonalidade, houve mais demissões do que contratações em todos os estados brasileiros. Santa Catarina encerrou o último mês do ano com uma redução de 24.316 postos.

 

O setor de serviços foi o que mais contribuiu para o resultado positivo do estado em 2019, com 33.617 novos postos de trabalho formais. Na sequência, aparecem a indústria da transformação (18.256) e comércio (11.876). Todos os setores contrataram mais do que demitiram, à exceção da extração mineral, que fechou com saldo negativo de seis vagas.

Para o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, o bom resultado de 2019 é reflexo, principalmente, de uma gestão focada em estratégias e resultados, aproximando as pessoas e desburocratizando processos, aliado ao espírito empreendedor das famílias catarinenses.

“Esperamos uma geração de empregos ainda melhor em 2020, já que a vida do cidadão catarinense vai ficar menos burocrática, por exemplo, por meio do Programa SC Bem Mais Simples, que dispensará 597 atividades econômicas de licenciamento prévio, fazendo com que o empreendedor viabilize ou potencialize o seu sonho. A resolução que disponibilizará o caráter prático desta medida será publicada nos próximos dias”, pontua Esmeraldino, enfatizando que esta ação pioneira é fundamental para a melhoria do ambiente de negócios e para criar melhores condições de empregabilidade.

O Brasil encerrou o ano com um saldo positivo de 644.079, resultado também melhor que o do ano anterior, quando foram gerados 529.554 empregos formais. Em dezembro, o saldo foi negativo em 307.311.

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Foto: Arquivo / Secom

Mais de duas mil vagas de emprego estão sendo intermediadas pelo Sistema Nacional de Emprego em Santa Catarina (Sine/SC), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico. As ofertas da semana, disponíveis em 56 cidades catarinenses, englobam as mais variadas funções, com pré-requisito desde nível fundamental a superior.

Na avaliação do secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, a oferta de vagas no estado é um reflexo do otimismo do mercado. O empresário industrial e do ramo da construção civil estão confiantes. Além disso, a intenção de investir do catarinense encerrou 2019 com tendência de alta, superando a média nacional, afirma Esmeraldino. “Esses indicadores confirmam o crescimento da produção e do emprego em Santa Catarina, que embora de forma lenta, vem se mostrando persistente. Assim, a perspectiva é que 2020 seja de mais crescimento econômico, investimentos e empregos no estado”, frisa. 

Vagas no Oeste 

A cidade de São Miguel do Oeste tem o maior número de ofertas pelo órgão estadual. Em um total de 462 vagas, pelo menos 250 são para o cargo de auxiliar de linha de produção no ramo de alimentos. 

“A exportação de carne suína bateu o sua melhor marca histórica em 2019 e o frango teve o seu segundo melhor resultado em 22 anos no estado. Estes números impulsionam todo o setor de proteína animal, gerando mais emprego a todos os catarinenses”, avalia o diretor de Produtividade, Trabalho e Renda da SDE, Ramon Fernandes.

Candidatos

Quem tiver interesse em alguma das vagas deve se dirigir à unidade do Sine da cidade. É imprescindível levar RG, CPF e a carteira de trabalho. Sem estes documentos, não é possível fazer as inscrições. Não há necessidade de levar currículo. O cadastro é feito direto no balcão do Sine.

Sine Fácil

A lista de oportunidades disponíveis pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil, disponível para smartphones. Pelo Sine Fácil, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. O aplicativo permite ainda consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

Veja as vagas nas cidades

Araranguá 32 

Abelardo Luz 4

Balneário Camboriú 105 – PCD 02

Braço do Norte 15

Biguaçu 17

Blumenau 77 – PcD 8

Caçador 06 - PcD 2

Camboriú 6

Campos Novos 99

Canoinhas 5

Capinzal 28

Capivari de Baixo 1

Chapecó 390 – PcD 4

Concórdia 129

Cocal do Sul 1

Criciúma 36

Dionísio Cerqueira 2

Fraiburgo 26

Florianópolis 50 – PcD 35

Forquilhinha 14

Garopaba 3

Garuva 9

Gaspar 3

Ibirama 25

Içara 42

Indaial 20 – PcD 2

Itajaí 24 – PcD 4

Itapema 66

Ituporanga 35

Jaguaruna 5

Jaraguá do Sul 3

Joaçaba 45 – PcD4

Joinville 92

Lages 3 – PcD 1

Laguna 2

Mafra 97 – PcD1

Maravilha 10

Morro da Fumaça 12

Navegantes 25

Palmitos 2

Papanduva 5

Pomerode 5

Rodeio 13

Rio do Sul 20

São Bento do Sul 39 PcD1

São João Batista 1

São Joaquim 53

Seara 25

São José 8

São Miguel do Oeste 453 – PcD 9

Tijucas 60 – PcD1

Timbó 10

Tubarão 5

Urussanga 23

Videira 5

Xanxerê 32

Mais informações para a imprensa:
Mônica Foltran
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-2261
E-mail: jornalistamonicafoltran@gmail.com
Site: www.sds.sc.gov.br


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O ano de 2019 continua positivo para o emprego em Santa Catarina. O percentual de população catarinense desempregada caiu de 6% para 5,8%, entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano, resultado que fortalece a posição do estado com o menor índice do Brasil. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 19.