Foto: Júlio Cavalheiro/Secom

Nesta semana, o Governo do Estado apresentou à Assembleia Legislativa o projeto de lei que trata do reajuste da tabela do magistério. A iniciativa se soma à da remuneração mínima e é mais um passo no sentindo de valorizar os professores e a qualificação.

:: Perguntas e respostas sobre o projeto: 

  1. O mínimo remuneratório de R$ 5 mil para o professor com curso superior e carga horária de 40 horas será mantido?
    A remuneração mínima adotada neste ano continua valendo. Assim, por exemplo, nenhum professor com curso superior e jornada semanal de 40 horas receberá menos de R$ 5 mil. No caso dos níveis salariais abaixo da remuneração mínima, um complemento será pago, da mesma forma como ocorre atualmente.

  2. Como o Estado valoriza a qualificação do professor com este projeto?
    Os níveis mais altos de qualificação do magistério terão os maiores reajustes na tabela. No caso dos professores com doutorado, por exemplo, o reajuste passa de 56%.

  3. Como faço para avançar na carreira?
    O Governo do Estado está investindo na oferta de bolsas de pós-graduação para os professores, inclusive para mestrado e doutorado. Fique atento às notícias da Secretaria de Estado da Educação para saber quando houver a publicação de novos editais.

  4. Qual o impacto financeiro do projeto apresentado?
    O Governo do Estado vai investir mais de R$ 1 bilhão em 2022 para garantir tanto a remuneração mínima quanto o reajuste da tabela do magistério.

  5. O reajuste da tabela do magistério se aplica aos servidores inativos?
    Sim, os professores aposentados também terão seus benefícios reajustados e o mínimo remuneratório garantido.

  6. Qual o valor salarial máximo que o professor pode atingir na rede estadual?
    Considerando professores que tenham concluído doutorado e outros benefícios como o triênio, o salário máximo da rede estadual é de até R$ 11 mil.

  7. A partir de quando o novo plano de carreira começa a valer?
    O projeto de lei que estabelecerá a nova tabela prevê o pagamento a partir de janeiro de 2022.

 

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Fotos: Bruno Collaço/Agência ALESC

O Governo do Estado apresentou na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), nesta terça-feira, 19, o projeto de reajuste da tabela do magistério, valorizando a qualificação dos professores. Ao mesmo tempo, o Governo vai investir em bolsas de pós-graduação aos profissionais, garantindo a oportunidade para a progressão na carreira. A proposta beneficia mais de 77 mil servidores.

“Em 2022, vamos investir mais de R$ 1 bilhão na valorização dos professores, com a política de remuneração mínima e o reajuste da tabela do magistério. O reajuste da tabela se soma aos investimentos nas bolsas de pós-graduação, para que os professores se especializem e obtenham títulos de mestres e doutores. Assim asseguramos as condições para que os profissionais progridam na carreira, qualificando a educação catarinense como um todo”, afirmou o governador Carlos Moisés.

A proposta foi construída com a participação dos deputados que compõem a comissão mista da Assembleia Legislativa que trata da revisão salarial dos servidores públicos estaduais. O projeto apresentado garante um reajuste mínimo de 10% da tabela. Os reajustes mais significativos foram concedidos aos profissionais com mestrado e doutorado, que terão incrementos de 28,8% a 56,4%. A mudança se aplica também aos servidores inativos.

“A qualificação do professor é um benefício para os docentes, os alunos e toda a sociedade. É plantar uma semente pensando no futuro da educação catarinense. Por isso, estamos incentivando esse processo com a valorização financeira e com a criação de bolsas de especialização, mestrado e doutorado para os nossos professores”, destacou o secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro.

O reajuste beneficia 19.520 servidores ativos, 27.955 inativos e 30.208 admitidos em caráter temporário, totalizando 77.683. Com isso, o salário final da carreira de um professor doutor passa dos atuais R$ 7.084 para R$ 11.086, já a partir de janeiro de 2022, após a aprovação da proposta.

Oportunidades para a progressão na carreira

Na semana passada, o governador Carlos Moisés anunciou investimento de R$ 15,5 milhões para a qualificação dos profissionais da educação de Santa Catarina. A iniciativa inclui 1,1 mil bolsas de pós-graduação para professores, contemplando especialização, mestrado e doutorado. Considerando as bolsas de pós-graduação concedidas desde o início do ano, o investimento chega a R$ 28,6 milhões, com 1,8 mil beneficiados.

Na ocasião, o governador e o secretário Vampiro também anunciaram a criação de uma política de formação continuada em serviço para os professores catarinenses, que prevê um auxílio financeiro de R$ 40 por hora para participarem de formações. No caso de 20 horas, o valor pago aos profissionais pode chegar a R$ 800. O objetivo é criar uma política permanente de formação continuada, reunindo ações que atualmente são pontuais.

Fizeram a entrega do novo plano de carreira os secretários de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro; da Casa Civil, Eron Giordani; e da Administração, Jorge Eduardo Tasca. Também participaram do ato os deputados estaduais Fabiano da Luz, José Milton Scheffer, Júlio Garcia, Luciane Carminatti, Marcos Vieira, Maurício Eskudlark, Mauro de Nadal, Moacir Sopelsa, Valdir Cobalchini, Vicente Caropreso e Volnei Weber.

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Cerca de 150 profissionais de educação da Serra Catarinense iniciaram nesta segunda-feira, 18, uma formação continuada com o objetivo de reduzir a evasão escolar e aumentar a participação da comunidade na escola e no desenvolvimento de cada município. O curso é organizado pelo programa Gente Catarina, iniciativa criada pelo Governo do Estado para reduzir desigualdades e desenvolver as regiões catarinenses com menor IDH.

“A ideia do curso é transformar a realidade de crianças e adolescentes que se encontram em situação de vulnerabilidade. Por isso, temos várias ações em andamento, incluindo a Busca Ativa dos alunos que perderam o contato com a escola, o auxílio financeiro aos alunos com o Bolsa Estudante e agora com mais essa formação”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro.

A capacitação é oferecida a 51 escolas da rede municipal e nove da rede estadual localizadas nos municípios de Urupema, São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Cerro Negro e Campo Belo do Sul. Nesta primeira etapa do programa, são atendidos dois professores de cada uma das 60 unidades.

As escolas selecionadas para esta etapa estão situadas em áreas cujos indicadores apontam a evasão escolar como um fator determinante para a desigualdade. O abandono escolar permanente da criança pode ser provocado, entre outras razões, pela sazonalidade do trabalho, fatores econômicos locais e situações familiares relacionadas a drogas, alcoolismo, violências e gravidez precoce. Na formação, os profissionais de educação são preparados para lidar com estes quadros de vulnerabilidade familiar.

Como explicou a diretora de Ensino da Secretaria de Estado da Educação (SED), Maria Tereza Paulo Hermes Cobra, além de realizar curso de formação continuada envolvendo os professores e gestores, o objetivo da SED é criar um grupo de multiplicadores das ações de fortalecimento do processo de aprendizagem das crianças e adolescentes, que atuarão em todas as escolas nos municípios envolvidos no Programa IDH da Região Serrana. “Após a realização de cada encontro de formação, os professores realizam a inserção na escola, durante a qual devem desenvolver atividades com os demais profissionais, para desdobrar os assuntos debatidos e aplicá-los no contexto escolar”, disse.

Representando o governador Carlos Moisés da Silva, o tenente-coronel Frederick Rambusch fez uma apresentação sobre o programa Gente Catarina. Também estiveram presentes no evento os prefeitos de São Joaquim, Giovani Nunes, e Urupema, Evandro Frigo Pereira.

Programa terá sete meses de formação

Serão sete meses de formação, com um encontro presencial mensal, que será realizado de forma itinerante nas seguintes datas e locais:
Florianópolis – 18 e 19/10
Lages – 08 e 09/11
Lages – 06/12
Março a Julho de 2022: datas ainda serão agendadas.

Temas que serão trabalhados

Os participantes irão acompanhar debates sobre diversos temas, tais como:
- Indicadores Educacionais e impactos escolares e comunitários.
- Adversidades que comprometem a infância e a importância da relação criança-escola-família no desenvolvimento e superação das desigualdades.
- Avaliação da aprendizagem e suas consequências.
- Atuação docente no engajamento estudantil e comunitário.
- Planejamento de ensino: desenvolver conteúdos/projetos específicos para os problemas da região.
- Diversidade como princípio formativo do engajamento estudantil
- Elaboração e desenvolvimento de projetos de intervenção escolar/comunitária.

Consultoras convidadas:

A formação contará com a participação de duas consultoras convidadas, além de outros conferencistas, que serão incluídos junto ao Grupo de Trabalho, até dezembro 2021.

Cássia Ferri: Doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUCSP (2000). Atualmente, é docente e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Regional de Blumenau – FURB.

Kátia Bones Rocha: Docente do Programa de Pós-Graduação e do curso de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Coordenadora do grupo de pesquisa Psicologia, Saúde e Comunidades desde 2013. Doutora em Psicologia pela Universitat Autònoma de Barcelona (UAB).

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Em comemoração ao Dia do Professor, o governador Carlos Moisés anunciou nesta sexta-feira, 15, novas ações para a qualificação dos profissionais da educação de Santa Catarina. O investimento do Governo do Estado inclui 1,1 mil bolsas de pós-graduação para professores, lançamento da Política para Formação Continuada e mais 900 bolsas de licenciatura em todas as regiões do Estado.

“Hoje é um dia especial para todos os professores de Santa Catarina. Como reconhecimento do trabalho desses profissionais, já implementamos a remuneração mínima de R$ 5 mil. E na próxima terça-feira iremos entregar à Alesc o projeto de lei da descompactação da tabela salarial dos professores, que vai fazer com que o professor doutor em fim de carreira não receba menos de R$ 11 mil. É valorização para qualificar a educação”, afirma o governador.

O secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro, destacou o trabalho dos professores para garantir o retorno das aulas presenciais, em 18 de fevereiro. “O esforço da categoria foi reconhecido pelo governador com a remuneração mínima e nos vários investimentos que temos em andamento. Mas estamos atuando em outras áreas, como as oportunidades de formação e aperfeiçoamento, uma reivindicação antiga da categoria e que irá contribuir com a melhora do ensino catarinense”.


Reprodução / Secom 

Bolsas para professores da rede

Os professores terão a oportunidade de qualificação com as 1.100 bolsas de cursos de especialização, mestrado e doutorado. O edital irá priorizar os profissionais que atuam na rede estadual e será divulgado nos próximos dias no âmbito do Programa de Bolsas Universitárias de Santa Catarina (Uniedu).

Serão abertas 650 vagas para especialização em Tecnologia Digitais aplicadas à Educação e 250 vagas para Especialização em Educação Ambiental, além de 100 vagas para Mestrado e 100 vagas para Doutorado. O investimento será de R$ 15,5 milhões. Considerando as bolsas de pós-graduação concedidas desde o início do ano, o investimento chega a R$ 28,6 milhões com 1,8 mil beneficiados.

Auxílio financeiro para participação em formações



Com a criação de uma política de formação continuada em serviço para os professores catarinenses, os docentes receberão um auxílio financeiro de R$ 20 por hora para participarem de formações. No caso de 40 horas, o valor pago aos profissionais pode chegar a R$ 800. O objetivo é criar uma política permanente de formação continuada, reunindo ações que atualmente são pontuais.

A política terá como base os editais publicados pela Secretaria de Estado da Educação (SED), nos quais os professores da rede poderão se inscrever para participar das formações. Os cursos serão ministrados de forma remota e incluem diferentes temáticas vinculadas aos programas e projetos estratégicos da pasta. O auxílio será pago aos profissionais que obtiverem o certificado de conclusão do curso, conforme especificações previstas no edital. 

“A valorização docente passa também pelo processo de qualificação permanente. E com a formação continuada em serviço, teremos uma bolsa permanente para qualificação dos professores de forma alinhada às estratégias de ensino, para que a educação possa ser aperfeiçoada diariamente. Essa é uma grande conquista e a rede se sente muito feliz em vivenciar isso neste momento”, reforça a diretora de Ensino da SED, Maria Tereza Paulo Hermes Cobra.

Mais 900 bolsas para cursos de licenciatura



Para facilitar a formação de mais professores em Santa Catarina, também foi anunciada a concessão de 900 bolsas para cursos de licenciatura. O investimento para facilitar o acesso ao ensino superior será realizado no âmbito do Uniedu com investimento de R$ 8 milhões - chegando a R$ 14,3 milhões investidos e 1.770 estudantes beneficiados nesta área desde o início do ano.

Serão 150 bolsas de Licenciatura Quilombola – Habilitação Pedagogia e outras 750 divididas entre os cursos de Dança, Ciências da Religião, Física, Arte, Letras Inglês, Sociologia, Educação Especial e Libras. A definição dos cursos foi feita considerando as áreas com maior número de professores não habilitados, de acordo com as Coordenadorias Regionais de Educação, e atendendo demandas históricas das comunidades.

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Fotos: Divulgação / FCEE

Empatia, amor, carinho e dedicação. Essas são algumas das ferramentas essenciais de trabalho dos professores que atuam na Educação Especial. Para exercer sua função com qualidade, eles empregam muito mais do que o conhecimento técnico que aprenderam durante sua formação profissional.

“Na nossa área, o envolvimento vai muito além da tradicional relação aluno-professor. Precisamos proporcionar as melhores condições para o desenvolvimento e o aprendizado de cada aluno, respeitando necessidades e limitações individuais, e sempre pensando em estimular habilidades e potencialidades de cada um. Neste Dia do Professor, só temos a agradecer a esse profissional, principalmente ao da educação especial, que é fundamental no processo de inclusão social e educacional das pessoas com deficiência”, destaca Janice Krasniak, presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE). Janice tem ormação em Pedagogia com habilitação em Educação Especial e vivencia a prática da profissão desde 1985, quando iniciou sua carreira como professora de crianças com deficiência auditiva e visual no município de Três Barras (SC).

Essa relação é vivenciada no dia a dia dos professores dos Centros de Atendimento da própria FCEE, em São José, na Grande Florianópolis. Pedro Mayworm é professor no Centro de Educação e Vivência, onde trabalha com educandos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista e destaca a importância do papel dos professores para qualificar o exercício do eu social dos educandos fora dos muros da fundação. “Temos que perceber e olhar para a nossa formação enquanto educadores, que, às vezes, só aquilo que a gente teve de conhecimento (formal) não é o bastante. A gente precisa, sim, estar sempre em movimento buscando novos conhecimentos, sempre se atualizando, e buscando novas formas de intervir”, afirma.

Paixão como motivação



Joice Mara Bittencourt, Luciana da Silva e Fabíola Spader também afirmam que não conseguem se imaginar fazendo outra coisa a não ser trabalhar com Educação Especial. Para elas, não existem pequenas vitórias. Cada conquista de cada um dos educandos é uma grande vitória. E isso as motiva.

A professora Joice trabalha de forma apaixonada há 26 anos com Educação Especial. Na FCEE, atualmente, atende os educandos da Pré-Qualificação em Gastronomia do Programa de Educação Profissional do Centro de Educação e Trabalho. Pessoas com Deficiência Intelectual e Autismo são preparadas durante um ano para ingressar no mercado de trabalho, nas mais diversas áreas. Após o período de treinamento veem qual trabalho é melhor para aquele educando de acordo com as habilidades dele, ajudando inclusive na elaboração de um currículo. “Ensinamos como se portar no mercado de trabalho, como se vestir, comer, questões de higiene, questões de uniforme e organização, por exemplo. Questões da vida mesmo, não só de trabalho, mas que vão servir para o dia a dia deles”, conta Joice.

A professora Luciana trabalha desde 1998 com Educação Especial e desde 2002 na FCEE. Ela explica que “o atendimento educacional especializado é um apoio pedagógico que complementa o trabalho na educação na rede regular de ensino”. “Somente um trabalho em conjunto pode fazer com que as crianças, os alunos com deficiência, com transtornos, possam se beneficiar do objetivo fundamental da escola, que é o aprendizado e o conhecimento”, afirma.

Identificando habilidades e competências



Engana-se quem pensa que pessoas com deficiência não podem ser atletas. Educandos como os da professora Fabíola, que trabalha com Educação Especial há 17 anos, todos da FCEE, são prova do contrário. Ela trabalha com alunos com maior comprometimento motor e cognitivo e também com educandos com paralisia cerebral e lesados medulares, que são os sete atletas da bocha paralímpica que treinam na FCEE.

O maior desafio dos professores de Educação Especial é identificar as capacidades funcionais e educacionais de cada aluno, ressalta Fabíola. “É preciso respeitar os diferentes tipos de aprendizagem, conhecer o aluno. Tem que saber focar nas competências e não nas dificuldades dele. As limitações devem ser reconhecidas, relacionadas e abordadas com os conhecimentos adequados para desempenhar o nosso trabalho”, complementa.

Outro desafio importante, citado pela professora Luciana, é o trabalho colaborativo, que é quando o professor da Educação Especial, o professor de sala de aula e a família trabalham juntos para que os objetivos sejam alcançados mais rapidamente, com maior eficiência. Ela afirma que somente trabalhando em conjunto é possível que os alunos se beneficiem.

Sobre a FCEE

A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) foi criada em 1968, sendo a primeira instituição pública estadual responsável pela definição e coordenação da política de educação especial no país. A Fundação é vinculada à Secretaria de Estado da Educação.

Em seu campus, a FCEE possui 10 Centros de Atendimento Especializado - espaços de estudos, discussões, atendimentos e pesquisas em suas respectivas áreas de atuação e mantém parceria com cerca de 250 instituições especializadas em educação especial.

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Aline Buaes
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Foto: Ascom/Udesc Lages

O doutorando Anderson Albino Gomes, do Centro de Ciências Agroveterinárias (CAV) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Lages, ganhou o prêmio de melhor trabalho apresentado em um evento internacional on-line, que ocorreu de 4 a 8 de outubro. Gomes recebeu o Prêmio Fundape-SBBq de melhor pôster em Biologia Molecular apresentado por um estudante de pós-graduação. Com o título "Development of SARS-CoV-2 Spike protein binding peptides for covid diagnosis", o estudo faz parte de um projeto, iniciado em 2020, para criar um novo kit de detecção do coronavírus.

Durante o evento ocorreram, simultaneamente, o 20º Congresso da União Internacional para a Biofísica Pura e Aplicada (IUPAB), o 45º Encontro Anual da Sociedade Brasileira de Biofísica (SBBf) e o 50º Encontro Anual da Sociedade Brasileira de Bioquímica (SBBq). Foram apresentados 527 trabalhos de diversos países, dos quais 33 foram finalistas, concorrendo com Gomes. "É muito gratificante ser premiado pela Fundape Award que, no momento de pandemia em que vivemos, traz energias para permanecermos firmes. Mas esta premiação não é apenas minha. Divido a honra desse prêmio com meus orientadores e colegas de laboratório", disse o doutorando.

Teste molecular é inédito

O desenvolvimento do teste inovador para diagnóstico da Covid-19 aconteceu no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages, onde os pesquisadores do Programa Multicêntrico de Pós-Graduação em Bioquímica e Biologia Molecular formularam um kit mais rápido, mais simples e mais barato que os oferecidos atualmente. Eles produziram um peptídeo, ou seja, uma molécula que reconhece o vírus e se liga a ele. Depois, acrescentaram estruturas químicas que servem como sinalizador e identificam o vírus. A vantagem do novo teste é que o material coletado dos pacientes não precisa passar por várias análises.

Segundo Gomes, a equipe de pesquisadores ainda está trabalhando para melhorar o teste, que já teve eficácia comprovada na detecção do vírus. "Estamos trabalhando, arduamente, e os resultados obtidos até o momento são apenas uma parte do todo. Este reconhecimento reforça que estamos seguindo o caminho certo da ciência", afirmou.

Para a coordenadora dos estudos e orientadora do doutorando, professora Maria de Lourdes Borba Magalhães, o prêmio demonstra que é possível fazer ciência de qualidade fora dos grandes programas consolidados no país: "Um trabalho realizado no interior de Santa Catarina, sendo reconhecido como o melhor entre mais de 500 trabalhos nacionais e internacionais. Sem a existência do Programa Multicêntrico, nada disso seria possível."

Importância da iniciação científica

Gomes ingressou no Laboratório de Bioquímica da Udesc Lages como bolsista, ainda no ensino médio. Depois, foi admitido como aluno de graduação em Engenharia Ambiental e permaneceu no laboratório realizando iniciação científica. Em 2020, tornou-se mestre em Bioquímica e Biologia Molecular pelo Programa Multicêntrico, do qual agora integra o quadro de doutorandos.

"O Anderson é o primeiro autor de vários estudos de alto impacto. Já foi premiado pela SBBq e é um grande exemplo de como o Programa Multicêntrico pode dar oportunidades para estes talentos escondidos nos quatro cantos do País", avaliou a professora Maria de Lourdes.

Assessoria de Comunicação da Udesc Lages
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 Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

Santa Catarina superou a marca de 146 mil profissionais da educação com a imunização completa contra a Covid-19, número que representa 72,9% da categoria. Os dados estão disponíveis no Vacinômetro do Estado desta quarta-feira, 13, e incluem trabalhadores das redes pública e privada, do ensino básico ao superior.

“Em fevereiro, tivemos um retorno às aulas presenciais pioneiro no país, que foi muito exitoso e serviu de modelo para outros estados. Essa conquista, comprovada pelos baixos índices de contaminação nas escolas estaduais, foi mérito de muito trabalho dos professores. A vacina deu mais segurança a eles e a antecipação também foi um reconhecimento a este esforço. A educação catarinense não pode parar”, afirma o secretário de Estado da Educação, Luiz Fernando Vampiro.

A vacinação dos profissionais da Educação em Santa Catarina começou no dia 26 de maio e, ao término do primeiro semestre letivo de 2021, em julho, cerca de 95% deles já tinham recebido a primeira dose do imunizante. Ao todo, integram o grupo prioritário mais de 201 mil profissionais, entre professores e trabalhadores da equipe gestora, alimentação, transporte, segurança e serviços gerais em escolas e órgãos administrativos de Educação.

Somada ao cumprimento das normas sanitárias estabelecidas no Plano de Contingência da Educação (PlanCon Edu), que foi atualizado em agosto, a estratégia de adiantar a vacinação de trabalhadores da área contribuiu para um baixo índice de contaminação nas escolas da rede estadual.

A Secretaria de Estado da Educação (SED) faz acompanhamento diário de casos suspeitos e confirmados de Covid-19 nas escolas a partir das informações preenchidas pelos próprios gestores escolares. Desde o início do ano letivo, o percentual de contaminados esteve sempre abaixo de 1% entre os professores e 0,2% entre alunos.

Censo Escolar Catarinense

Os 201 mil profissionais da Educação em Santa Catarina foram identificados por meio de um levantamento com informações detalhadas sobre as redes pública e privada, do Ensino Básico ao Superior, em todo o estado. Chamado de Censo da Educação Catarinense, este projeto inédito foi criado para acelerar e organizar a vacinação da categoria, de forma que agora pode ser utilizado para planejar e criar políticas públicas para qualificar o setor.

Comitê de Retomada das Aulas Presenciais

Todas as medidas sanitárias para definição de grupos prioritários da vacinação e atendimento presencial das escolas são tomadas em conjunto pelo Comitê Estratégico de Retomada das Aulas Presenciais, formado por 14 entidades. Além da SED, integram o grupo a Secretaria de Estado da Saúde, Defesa Civil de Santa Catarina, Tribunal de Contas, Ministério Público de Santa Catarina, Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Conselho Estadual de Educação (CEE), Fundação Catarinense de Educação Especial, União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Sindicato das Escolas Particulares de Santa Catarina, União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação, Sindicato dos Trabalhadores em Instituições de Ensino Particular e Fundações Educacionais e Federação de Trabalhadores do Magistério.

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 Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom 

A educação especial do Oeste catarinense recebeu um importante impulso na noite desta quinta-feira, 7. O governador Carlos Moisés autorizou a liberação de R$ 21,9 milhões para instituições especializadas de ensino de 35 cidades da região. A formalização do repasse ocorreu durante uma solenidade no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó. Os investimentos fazem parte do programa SC Mais Inclusiva, o maior pacote da história para inclusão de Santa Catarina. Já são mais de R$ 200 milhões em projetos aprovados que estão sendo disponibilizados para todas as regiões.

O chefe do Executivo estadual destacou que os investimentos do SC Mais Inclusiva são feitos de acordo com as necessidades apontadas pelos gestores das instituições. Os valores serão utilizados em reformas, ampliações de sedes, compra de equipamentos e veículos e demais ações de infraestrutura. 

“Antigamente, essas instituições faziam pedágios solidários, sorteios, gincanas ou bingos para angariar recursos. Agora, nós estamos investindo maciçamente na educação especial, assim como na capacitação dos professores. Quem vive essa realidade, de ter aluno especial em sua família, sabe o quanto ela pode ser dura. Por isso, nós acreditamos que o Estado tem que fazer a sua parte, qualificando esse serviço”, afirma o governador.

:: Mais fotos no álbum 

A presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Janice Krasniak, destacou que trabalha há décadas com o setor, e este é o maior montante já investido pelo Governo do Estado.

“É algo que nos deixa muito orgulhosos. A educação especial, no governo Carlos Moisés, está recebendo a atenção devida. Analisamos cerca de 600 projetos e vamos investir mais do que o dobro inicialmente previsto. Ver a alegria de um auditório como este aqui em Chapecó é gratificante”, diz Janice.

Também nesta quinta-feira, o governador esteve no Sul do Estado, onde destinou outros R$ 27 milhões para a educação especial. Assim como ocorreu em Braço do Norte e Içara, os atos de repasse em Chapecó foram marcados por homenagens e muita emoção de alunos, dirigentes e professores.

A solenidade em Chapecó foi acompanhada pelo presidente da Alesc, deputado estadual Mauro de Nadal, pelos deputados Marlene Fengler, Valdir Cobalchini e Fabiano da Luz, além dos secretários de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, da Infraestrutura, Thiago Vieira,  e da Agricultura, Altair Silva. Prefeitos e vereadores da região também marcaram presença.

:: Veja as instituições que receberão os repasses

  • APAE de Agua Doce - R$ 700 mil  
  • APAE de Anchieta -  R$ 700 mil
  • APAE de Caibi - R$ 2 milhões 
  • APAE de Catanduvas -  R$ 500 mil 
  • APAE de Chapecó - R$ 2milhões  
  • AMA de Chapecó -  R$ 3 milhões
  • Associação de Surdos  de Chapecó -  R$ 200 mil 
  • ADEVOSC de CHAPECÓ -  R$ 300 mil
  •  CAPP de Chapecó - R$ 1,5 milhão
  • APAE de Concórdia - R$ 300 mil
  • APAE DE Coronel Freitas – R$ 300 mil
  • APAE de Coronel Martins -  R$ 368 mil 
  • APAE de Cunha Porã -  R$ 220 mil
  • APAE de Descanso -  R$ 700 mil
  • APAE de Galvão -  R$ 160 mil
  •  APAE de Guaraciaba - R$ 300 mil 
  • APAE de Guarujá do Sul - R$ 150 mil
  • APAE de Iporã do Oeste - R$ 662 mil
  • APAE de Ipumirim - R$ 350 mil 
  • APAE de Iraceminha -  R$ 300 mil 
  • APAE de Itá - R$ 720 mil 
  • APAE de Itapiranga - R$ 350 mil
  • APAE de Irani -  R$ 1 milhão
  • APAE de Jaborá - R$ 150 mil
  • APAE de Lindóia do Sul 0 R$ 150 mil
  • APAE de Maravilha - R$ 300 mil
  • APAE de Mondaí - R$ 200 mil
  • APAE de Quilombo  -R$ 200 mil
  • APAE de Palmitos - R$ 75 mil
  • APAE de Palma Sola - R$ 400 mil
  • APAE de São Bernardino - R$ 100 mil 
  • APAE de São Carlos - R$ 800 mil
  • APAE de São João do Oeste - R$ 650 mil
  • APAE de São Lourenço do Oeste - R$219 mil 
  • APAE de São Miguel do Oeste - R$ 550 mil 
  • APAE de São José do Cedro - R$ 450 mil 
  • APAE de Seara - R$ 250 mil
  • APAE de Tunápolis - R$ 500 mil 
  • APAE de Vargem Bonita - R$ 152 mil

:: Leia mais: Estado investe R$ 33,7 milhões para educação especial na Grande Florianópolis e Serra

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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom 

O governador Carlos Moisés oficializou nesta quinta-feira, 7, em Braço do Norte e Içara, o repasse de mais de R$ 28,7 milhões para instituições especializadas em Educação Especial de 39 municípios do Sul do estado. Os recursos fazem parte do maior investimento da história da inclusão de Santa Catarina. Já são mais de R$ 200 milhões em projetos aprovados que estão sendo disponibilizados para todas as regiões.

“É a atenção e o carinho do Governo do Estado à Educação Especial que é tão importante para todos nós. Procuramos as instituições e as associações por meio da Fundação Catarinense de Educação Especial e perguntamos o que precisavam, e assim foram definidas as prioridades. Esses investimentos devem ser constantes, pois as demandas também são. Já estamos prevendo para o orçamento do ano que vem mais recursos. Vamos evoluir ainda mais. Este é só o começo. Queremos que as pessoas com deficiência tenham qualidade de aprendizagem e mais qualidade de vida”, pontuou o governador.

Os recursos disponibilizados serão aplicados em construção de novas sedes, reformas e ampliações, aquisições de equipamentos, mobiliários e transporte adaptado, entre outros. A presidente da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), Janice Krasniak, destacou que o Estado não tem medido esforços e nem investimentos para atuar com qualidade junto à pessoa com deficiência. “Nunca um governo investiu tanto na Educação Especial. É o olhar humanizado do governador para o segmento da pessoa com deficiência. O investimento inicial era de R$ 100 milhões e hoje esse valor mais que dobrou. Mudamos a forma de avaliação técnica dos projetos para garantir mais transparência e melhor utilização dos recursos nessas demandas tão urgentes.”

"A educação catarinense passa por um momento especial, de valorização e investimentos históricos. E a educação especial faz parte deste projeto, com entregas que beneficiam milhares de crianças e jovens", reforçou o secretário da Educação, Luiz Fernando Vampiro.

Atenção e cuidado



Entre as instituições beneficiadas está a Apae de Braço do Norte, que atende 117 educandos. O diretor Angelo de Souza contou que os recursos serão aplicados na construção de uma quadra coberta para os alunos fazerem as atividades com mais qualidade. “É a primeira vez que vimos um repasse tão significativo para a Apae, e isso não é só aqui, é em todo o estado. Os investimentos representam um grande ganho para pais, professores e comunidade.”

Outro exemplo é a Amai de Imbituba que passará a ter uma sede própria, o que será possível com o repasse de recursos pelo Governo do Estado e com a doação do terreno pela prefeitura. “É a realização de um sonho. Com a nova estrutura poderemos dar mais suporte aos atendimentos com muito mais conforto e espaço. Só temos que agradecer ao governador que está olhando com carinho e atenção para todas as pessoas deficiências”, disse a presidente Rita Hipólito (foto abaixo).

A diretora da Apae de Criciúma, Rosa Maria Santinoni, destacou que o recurso de R$ 4,18 milhões para a instituição vai possibilitar a construção de um refeitório novo e maior e novas salas de aula. “Estamos com 300 alunos e nossa unidade já não comporta mais. Esse apoio é um verdadeiro presente do Governo do Estado. É a realização de um sonho que trará muitos benefícios para o melhor atendimento dos nossos alunos.”

Todos os atos foram marcados pela emoção e muitas homenagens de agradecimento. O aluno da Apae de Criciúma Lucas da Silva Peruchi cantou com o governador a música Certos Amigos e agradeceu o apoio que a escola recebeu. “Estou feliz. Foi uma honra estar com o governador e a primeira-dama Késia Martins. E os recursos são importantes para termos uma escola mais bonita e confortável”. Em Braço do Norte a canção também foi interpretada pelo aluno Marcelo Alves Ferreira acompanhado no violão pelas professoras Marli e Joelma da Apae.

Os recursos

Durante a manhã, em ato em Braço do Norte, o governador autorizou recursos para as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) dos municípios de Braço do Norte (R$ 356 mil), Armazém (R$ 500 mil), Capivari de Baixo (R$ 400 mil), Grão-Pará (R$ 300 mil), Gravatal (R$ 1 milhão), Imaruí (R$ 120 mil), Imbituba (R$ 600 mil), Jaguaruna (R$ 500 mil), Laguna (R$ 500 mil), Orleans (R$ 230,7), Rio Fortuna (R$ 700 mil), Sangão (R$ 200 mil), São Ludgero (R$ 500 mil), São Martinho (R$ 900 mil), Treze de Maio (R$ 36,7 mil), Tubarão (R$ 450 mil). Também foram atendidas a Associação dos Amigos dos Autistas (AMAI) de Imbituba (R$ 1,52 milhão), Associação Vida e Arte de Tubarão (R$ 596 mil).

À tarde, em ato em Içara, Carlos Moises oficializou recursos para as Apaes de Criciúma (R$ 4,18 milhões), Araranguá (R$ 425 mil), Balneário Arroio do Silva (R$ 300 mil), Balneário Gaivota (R$ 2,3 milhões), Jacinto Machado (R$ 400 mil), Maracajá (R$ 107,1 mil), Meleiro (R$ 200 mil), Passo de Torres (R$ 2,4 milhões), Praia Grande (R$ 79 mil), Santa Rosa do Sul (R$ 200 mil), São João do Sul (R$ 50 mil), Sombrio (R$ 500 mil), Timbé do Sul (R$ 191,5), Turvo (R$ 100 mil), Cocal do Sul (R$ 164,4), Forquilhinha (R$ 1 milhão), Içara (R$ 188,2 mil), Lauro Müller (R$ 670,6 mil), Morro da Fumaça (R$ 609,2 mil), Nova Veneza (R$ 356,1 mil), Siderópolis (R$ 44,4 mil), Urussanga (R$ 250 mil), Balneário Rincão (R$ 1,8 milhão).

Além de recursos para a Ama de Araranguá (R$ 1,5 milhão), Ama de Criciúma (R$ 600 mil), para Associação dos Surdos do Extremo Sul Catarinense - Asesc (R$ 698,8 mil) e para o Instituto de Educação Especial Diomício Freitas (R$ 187,4 mil).

:: Leia mais: Estado investe R$ 33,7 milhões para educação especial na Grande Florianópolis e Serra

Presenças nos atos

Acompanharam os atos os deputados federal, Ricardo Guidi, estaduais Júlio Garcia, José Milton Scheffer, Volnei Weber, Paulinha, os secretários de Estado Luiz Fernando Vampiro (Educação), Lucas Esmeraldino (Articulação Nacional), Paulo Eli (Fazenda), Ricardo Miotto (adjunto da Agricultura), Giovani Adriano (perito-geral do IGP), primeira-dama do Estado, Késia Martins, prefeito de Braço do Norte, Roberto Kuerten Marcelino, de Içara, Dalvania Pereira Cardoso e outros prefeitos da região, vice-prefeitos, vereadores, gestores das instituições de educação especial, profissionais e alunos.

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Fisioterapeuta André Rocha em atendimento no Centro de Reabilitação da Fundação - Foto: Divulgação / FCEE

O dia 6 de outubro é marcado como o Dia Mundial da Paralisia Cerebral. Caracterizada como uma lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central que afetam o desenvolvimento motor e cognitivo, não se trata de uma doença e não há uma causa específica associada. Trata-se de uma deficiência que, apesar de complexa, pode ter seus impactos atenuados se for identificada e tratada desde os primeiros sinais.

“Quanto mais cedo ocorrer a intervenção, mais condições essa criança terá para se desenvolver, considerando o aprendizado, qualidade de vida e inclusão social”, afirma a pedagoga Jeane Rauh Probst Leite, diretora de Ensino, Pesquisa e Extensão da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE).

O desafio, segundo ela, está justamente na identificação da paralisia cerebral na criança. Os sinais e sintomas ocorrem já na primeira infância e podem ser variados, conforme o nível e a área do cérebro afetada, e podem envolver dificuldade motora, rigidez muscular, distúrbios ou atraso de fala, entre outros. “São muitas as avaliações que contribuem para o diagnóstico da Paralisia Cerebral e para a definição do tratamento mais adequado para cada caso”, ressalta Jeane. Segundo ela, é fundamental que os pais encaminhem a criança para o atendimento especializado o mais cedo possível.

Nas instituições especializadas, como as Apaes, as crianças com paralisia cerebral recebem atenção de equipes multidisciplinares nas áreas visual, auditiva, motora, sensorial, cognitiva, psicológica entre outras. “O objetivo é reabilitar ou fazer a estimulação precoce dessas crianças com paralisia cerebral para que possam viver em sociedade da melhor maneira possível”, explica o fisioterapeuta André de Souza Rocha, do Centro de Reabilitação da FCEE, especialista em Fisioterapia Neurofuncional da Criança.

Segundo ele, dependendo da extensão da lesão neurológica, do atendimento recebido e da inclusão na sociedade, a criança com paralisia cerebral pode ter uma excelente qualidade de vida e apresentar importantes avanços no seu desenvolvimento.

Para crianças em idade escolar, o trabalho de reabilitação é feito sempre no contraturno, pois a participação da criança com paralisia cerebral no ensino regular é fundamental para o progresso e inclusão social. “A criança tem um benefício muito maior quando inserida nesse ambiente escolar, onde ela tem uma condição de participação em pé de igualdade com as demais”, afirma Rocha.

Para ele, esta deve ser a principal bandeira do Dia Mundial: educar para incluir. “A educação também passa pelas pessoas que convivem com essa criança, para que possam entender a deficiência, sem a excluírem e sem segregá-la a espaços especiais específicos - isso não criaria uma sociedade inclusiva”, defende.

Sobre a FCEE

A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) foi criada em 1968, sendo a primeira instituição pública estadual responsável pela definição e coordenação da política de educação especial no país. No campus, em São José, na Grande Florianópolis, a FCEE possui 10 Centros de Atendimento Especializado - espaços de estudos, discussões, atendimentos e pesquisas em suas respectivas áreas de atuação. E, atualmente, mantém parceria com cerca de 250 instituições especializadas em educação especial para o atendimento pedagógico, beneficiando cerca de 25 mil educandos com deficiência.

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