Foto: Consed / Divulgação 

A rede estadual de ensino de Santa Catarina esteve representada no 2º Encontro da Frente de Trabalho Currículo e Novo Ensino Médio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em Brasília, entre segunda, 9, e quarta-feira, 11. O evento reuniu quatro representantes de cada uma das 27 unidades da federação, em uma imersão sobre diretrizes de implementação do Novo Ensino Médio, que ocorre a partir de 2020.

A secretária adjunta de Estado da Educação e coordenadora da Base Curricular no Estado, Carla Silvanira Bohn, acompanhou os trabalhos junto à equipe técnica catarinense e falou sobre a relevância da interação entre os estados, na discussão do Novo Ensino Médio.

“O encontro foi um momento rico e aprofundado, em que cada estado compartilhou conhecimentos, estratégias e práticas, assim como preocupações sobre a implementação do novo modelo. Isto vai além de uma abordagem conceitual e nos faz voltar a Santa Catarina com um conjunto de metas para dar suporte de implementação às nossas escolas”, declarou a secretária adjunta de Estado da Educação.

Metas de suporte para a implantação do Novo Ensino Médio em SC

A equipe de Santa Catarina formulou um conjunto de metas para apoiar os educadores e gestores escolares durante a implementação do Novo Ensino Médio na rede estadual de ensino. O compromisso com o novo modelo compreende um processo gradativo, que começa com a adesão de parte das 1.071 unidades escolares e em etapas. 

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Fotos: Divulgação / Udesc

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) aparece pela primeira vez no ranking das melhores universidades do mundo, o THE (Times Higher Education). No levantamento deste ano, liderado pela britânica Universidade de Oxford, foram avaliadas 1.396 universidades de 92 países.

O levantamento é elaborado a partir de 13 indicadores que abordam cinco dimensões: ensino, pesquisa, citações de artigos científicos, transferência de tecnologia e internacionalização.

A lista tem 46 universidades brasileiras, 11 a mais do que no ano passado, o que fez o Brasil saltar de nono para sétimo país com maior número de instituições no ranking, na frente de Chile, Itália e Espanha.

Todas as novas instituições brasileiras que aparecem na lista deste ano, incluindo a Udesc, foram classificadas na faixa de mais de 1.001 - a classificação é feita em grupos a partir da posição 200. A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) também representa SC no ranking, ao passar da posição 801-1000 para 601-800. 

"Aparecer neste relevante ranking internacional representa muito para a Udesc. Reflete o competente trabalho que temos desenvolvido nos últimos anos nas áreas de ensino, pesquisa e extensão, além da dedicação e qualidade dos nossos alunos. Um resultado para orgulhar todos os catarinenses", ressalta o reitor Marcus Tomasi.

Entre as 50 que mais produz pesquisa

Em maio deste ano, a Udesc também se destacou entre as 50 instituições brasileiras que mais produziram ciência entre entre 1º de janeiro de 2014 e 31 de outubro de 2018. O ranking é elaborado pela Universidade de São Paulo (USP), a partir de dados coletados pela base Web of Science e compilados pela Clarivate Analytics. Confira o ranking completo.

Nessa lista, há 44 universidades (36 federais, sete estaduais e uma particular), cinco institutos de pesquisa ligados ao governo federal (Embrapa, Fiocruz, CBPF, Inpa e Inpe), também mantidos com recursos públicos, e um instituto federal de ensino técnico.

A Udesc ocupa a 48ª posição no ranking, com quase 1,5 mil trabalhos científicos nos últimos cinco anos, e é uma das duas representantes catarinenses entre as 50 instituições mais produtivas, ao lado da UFSC.

Destaque nacional no ensino

A Udesc segue mantendo Santa Catarina na quarta posição entre as unidades da federação com as melhores instituições estaduais de ensino superior, atrás de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, conforme mostra o último Índice Geral de Cursos (IGC), do Ministério da Educação (MEC). O índice avalia 233 universidades públicas e privadas brasileiras, além de institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Na escala de 1 a 5, a Udesc recebeu conceito geral 4, com IGC de 3,54 (o anterior foi de 3,45), e ganhou cinco posições no ranking das universidades e dos institutos, indo para a 33ª colocação geral. Entre as instituições de ensino estaduais do Brasil, a Udesc é a nona melhor colocada no ranking, enquanto que em Santa Catarina é a segunda melhor, atrás apenas da UFSC.


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Educação Especial é pauta de encontro na UFSC - Foto: Julio Cavalheiro / Arquivo / Secom


O Congresso Catarinense de Educação Especial ocorre em Florianópolis de 9 a 11 de setembro  e deve reunir cerca de 600 pesquisadores e profissionais de todo o Brasil atuantes na área da Educação Especial. O encontro é promovido pela Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), em colaboração com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

O evento ocorre no Centro de Cultura e Eventos da UFSC com palestras ministradas por pesquisadores de renome nacional, apresentação de comunicações orais e pôsteres, além de mesas redondas e fóruns de discussão que contarão com a participação de representantes das principais instituições e associações atuantes na Educação Especial em Santa Catarina.

Entre os destaques da programação estão as palestras “Políticas públicas em educação especial”, apresentada pelo professor José Geraldo Silveira Bueno, da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e “Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva”, apresentada pela professora Rosalba Maria Cardoso Garcia, do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Com o objetivo de ampliar e atualizar o conhecimento técnico-científico na área da Educação Especial, o Congresso reunirá pesquisadores e profissionais de universidades e instituições especializadas em educação especial, como Apaes, órgãos governamentais da área da Educação, escolas com serviços de atendimento educacional especializado, entidades de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, Ministério Público, Ministério do Trabalho, entre outros.

Mais detalhes da programação estão disponíveis no site ccee2019.udesc.br.

Serviço:

Congresso Catarinense de Educação Especial
Data: 9 a 11 de setembro de 2019
Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) - Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima
R. Eng. Agrônomo Andrei Cristian Ferreira, 570 – Trindade - Florianópolis (SC)
Informações: ccee2019.udesc.br 

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 Foto: Jonas Pôrto/Udesc

O curso de Ciências Biológicas, do Centro de Educação Superior da Região Sul (Ceres), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), em Laguna, foi avaliado como excelente pelo Conselho Estadual de Educação (CEE-SC). O curso obteve o conceito 4,77 (em uma escala de 1 a 5) no processo de reconhecimento do curso, feito a partir da visita da comissão externa à unidade em 28 e 29 de agosto.A comissão foi composta pelos professores Robson dos Santos, da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), e Eduardo Guimarães Barboza, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

O processo de avaliação considerou três dimensões (organização didático-pedagógica, corpo docente e infraestrutura) e contou com a participação de alunos, técnicos e professores. Durante a visita, os avaliadores fizeram reuniões com direções, departamentos, corpo docente, corpo discente, secretarias e visitaram toda a infraestrutura da Udesc Laguna.

Parcerias
Para o chefe do Departamento de Engenharia de Pesca e Ciências Biológicas (DEPB), Fábio de Farias Neves, o excelente conceito obtido se deve a um conjunto de fatores. "Esse reconhecimento é resultado do comprometimento, do preparo e da dedicação de todos os envolvidos: alunos, técnicos e professores. É um desempenho muito importante, pois credibiliza a formação dos nossos alunos no mercado de trabalho e reconhece o esforço e a atenção do nosso corpo docente e dos técnicos, motivando todos a continuarmos melhorando e buscando excelência no ensino, pesquisa e extensão", afirma.

Neves destaca, também, o envolvimento da comunidade acadêmica e a parceria entre gestores do centro de ensino e da universidade no processo avaliativo, incluindo a Direção de Ensino (DEG), a Comissão Setorial de Avaliação (CSA), a Pró-Reitoria de Ensino (Proen) e a Coordenadoria de Avaliação Institucional (Coai).

O trabalho envolveu reuniões com todos os envolvidos com a equipe diretiva da Udesc Laguna e setores do centro de ensino. Equipes da Proen e da Coai deram suporte aos preparativos e acompanharam as atividades da comissão, incluindo reuniões com docentes e acadêmicos do curso, com o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e com as comissões da instituição envolvidas, além de visitas às instalações da unidade. 

A pró-reitora de Ensino, Soraia Cristina Tonon da Luz, destaca a importância do suporte dado aos cursos durante todo o percurso formativo do aluno. "O resultado da avaliação externa pelo CEE reflete todos os esforços empreendidos a partir das políticas de ensino, pesquisa e extensão que a universidade tem proporcionado. O suporte técnico-administrativo é muito importante e a parceria entre a Proen e Coai neste processo avaliativo externo, dando total suporte e realizando reuniões prévias com os cursos, nos possibilitam aprimorar cada vez mais este processo", afirma. 

Avaliação interna
Já a coordenadora da Coai, Gesilani Júlia da Silva Honório, ressalta a importância da avaliação interna dos cursos, realizada semestralmente, com a finalidade de identificar fragilidades e buscar soluções. Os itens avaliados no procedimento abordam as mesmas dimensões consideradas pelo CEE.

“Os processos relacionados à avaliação interna são de extrema importância, pois são ferramentas essenciais para que ocorram reflexões, e, como resultado, direcionamento de ações, a fim de garantirmos a excelência dos nossos cursos de graduação e de nossa universidade”, afirma Gesilani.

Sobre o curso
Criado em 2015, o curso de Ciências Biológicas da Udesc Laguna teve início no segundo semestre do ano seguinte. Com duração de quatro anos e meio, oferece 30 vagas anuais, distribuídas entre duas opções: Biodiversidade e Biologia Marinha. As duas opções possuem a mesma grade curricular até a quinta fase, depois seguem com grades curriculares distintas até a conclusão, na nona fase. 

O ingresso ocorre pelo Vestibular de Inverno da Udesc e pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O aluno opta pela ênfase ao se inscrever. As aulas são presenciais e ocorrem em período integral.

Enade
A primeira turma se formará no final do ano de 2020. No próximo ano, os alunos concluintes estarão aptos a participar do primeiro Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). A pró-reitora de Ensino destaca que os centros recebem, todos os anos, orientações para a realização da prova, por meio do Seminário Institucional do Enade.

“A nota do exame compõe 20% da nota do Conceito Preliminar de Curso (CPC), emitido pelo Ministério da Educação (MEC), cujo conceito auxilia no processo de renovação de reconhecimento dos cursos, sem a obrigatoriedade das visitas externas”, explica Soraia.

Missão e perfil do profissional
O curso de Ciências Biológicas da Udesc Laguna visa formar profissionais críticos, éticos e cidadãos com espírito de solidariedade, capacitados para analisar a estrutura e dinâmica de sistemas marinhos e terrestres, e implementar ações ligadas à sua conservação e uso sustentável.

O bacharel da área pode atuar na coordenação de planos, programas, projetos e trabalhos multidisciplinares no campo das Ciências Biológicas, além de orientar, dirigir, assessorar e prestar consultoria a empresas, fundações, sociedades e associações de classe, entidades autárquicas, privadas ou do poder público. Outra área de atuação é no magistério.

Planejamento
A criação do curso seguiu planejamento definido pelo Plano 20 da Udesc Laguna (2010-2030) e atende os focos pedagógicos planejados para o centro, que prevê o atendimento das potencialidades e necessidades vocacionais da região.

Mais informações podem ser obtidas no site.

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Reitor: Marcus Tomasi

 

Luiz Eduardo Schmitt – Secretário de Comunicação da Udesc | Célia Penteado

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Rodrigo Brüning Schmitt - Reitoria e unidades de Laguna e Balneário Camboriú

(48) 3664-8010

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Valmor Pizzetti - Reitoria e unidades do Oeste, Ibirama e Udesc Cead

(48) 3664-7935

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Isabela Vargas - Joinville

(47) 3481-7930 | (47) 99196-2230

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Carlito Costa - Cefid

(48) 3664-8622 | (48) 99977-1832

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Carolina Hommerding –  Faed

(48) 3664-8512 | (48) 99133-1236

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Gustavo Vaz - Esag

(48) 3664-8281 | (48) 99161-9002

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Laís Moser - Ceart

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Um dos mais importantes materiais de referência na área de ensino de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) para crianças surdas em Santa Catarina, o “Vocabulário em Língua de Sinais” (São José: IOESC, 2001), da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), está sendo disponibilizado para download gratuito no site da instituição. Publicado originalmente em 2001 como parte de um pacote de materiais voltados para auxiliar a inclusão do educando surdo no ensino regular, o Vocabulário, cuja edição impressa não está mais disponível para distribuição há muitos anos, é até hoje muito requisitado por escolas e professores.

O material é dividido em 10 categorias temáticas com desenhos do sinal em LIBRAS que ilustram o movimento para a realização correta do sinal. “Foram muitos meses de trabalho e dedicação, e acabou sendo um dos primeiros materiais desenvolvidos em LIBRAS, em Santa Catarina, e distribuído, na época, para todas as escolas que possuíam Atendimento Educacional Especializado na área de Deficiência Auditiva”, relembra a professora Jeane Probst Leite, Supervisora de Atividades Educacionais Nuclear da FCEE.

O Vocabulário está disponível para download neste link. Confira também outras publicações da Fundação Catarinense de Educação Especial disponíveis para download gratuito na página Publicações da FCEE

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 O refeitório da Escola de Educação Básica Henrique Estefano Koerich passa por obras de manutenção| Foto: Julio Cavalheiro/ Secom

Reparos e troca de telhado, manutenção na fiação elétrica e consertos de vazamento estão entre os serviços mais solicitados pelas escolas da rede estadual à Secretaria de Estado da Educação (SED). Estimadas em R$ 257 milhões, 20 licitações vão garantir mais agilidade nos consertos. Para atender a uma lista com mais de 600 itens de obra civil, serão abertos nesta primeira quinzena de setembro os processos de contratação de serviços de manutenção predial na modalidade de Concorrência Pública por Registro de Preços.

Os editais estabelecem que as futuras empresas contratadas sejam chamadas por demanda, ou seja, com a condição de contratação futura e eventual. Com os menores preços homologados, o processo deverá ser mais simples e ágil. Há a expectativa ainda que o valor executado fique abaixo dos R$ 257 milhões, o que representará economia para os cofres estaduais. Para a Diretoria de Administração e Finanças da SED, esse modelo garantirá mais agilidade na realização de reparos conforme a necessidade, melhor administração do orçamento e transparência.

“Estamos viabilizando que as contratações sejam regionalizadas, com empresas executoras que reúnam as condições de menor preço e de maior disponibilidade para solucionar as demandas das nossas escolas. Isto nos permitirá atender a várias unidades ao mesmo tempo e quando necessário, em vez de iniciar um novo processo para cada manutenção requerida”, explica o secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni. 

Para a Escola de Educação Básica Henrique Estefano Koerich, em Palhoça, o anúncio é uma boa notícia. A unidade está em obras depois da queda de uma parede no refeitório. “Nós sempre tivemos dificuldades em realizar a manutenção de forma rápida, pois a cada problema é aberto um processo diferente e isso levava muito tempo. Temos certeza que, neste novo formato, seremos atendidos com maior rapidez”, disse o diretor Paulo Luís Beal.

As manutenções solicitadas pelas unidades escolares serão enviadas às coordenadorias regionais de educação. Um engenheiro fiscal do contrato dará o aval, fazendo com que a ordem de serviço seja emitida pela SED. Isso garante rapidez, inclusive, para casos emergenciais. 

A conclusão do processo licitatório tem previsão de 60 dias após habilitação das empresas, abertura dos envelopes, vencimento dos prazos de recurso e análise da documentação até a publicação do resultado no Diário Oficial. No mês de agosto, já haviam sido abertas as licitações referentes a serviços de capina e roçada e à manutenção de ar-condicionado, na modalidade pregão eletrônico. As contratações envolveram 41 atas de registro no valor de R$ 70 milhões. As ações de Infraestrutura Escolar fazem parte do programa Minha Nova Escola, que está investindo R$ 1,2 bilhão em Educação em Santa Catarina.

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 Vencedores do Prêmio Boas Práticas em Gestão Pública Udesc Esag  em 2018 – Foto: Carlito Costa/Ascom/Udesc Esag 

Gestores públicos municipais e estaduais, de organizações da sociedade civil e privadas, além de pesquisadores da área, participarão do encontro Conexão Santa Catarina – São Paulo: Boas Práticas em Gestão Pública, na capital paulista, entre os dias 8 e 10 de outubro. As palestras, debates e visitas técnicas têm como objetivo promover intercâmbio de boas práticas entre gestores públicos dos dois estados. 

Os participantes catarinenses são representantes de 15 iniciativas vencedoras do Prêmio Boas Práticas em Gestão Pública Udesc Esag 2018, promovido pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) – por meio do Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag)  e instituições parceiras

O prêmio reconheceu boas práticas em três modalidades: educação em transparência pública, tecnologias de informação para a transparência e qualidade na gestão pública. Cada modalidade foi dividida em categorias que selecionaram as melhores práticas de órgãos públicos municipais e estaduais, organizações da sociedade civil e empresas. 

Parcerias

O encontro em São Paulo é promovido pela Udesc Esag, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, Fundação Getúlio Vargas (FGV), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade Federal do ABC (UFABC). A realização do evento conta ainda com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e do Sindicato dos Fiscais da Fazenda do Estado (Sindifisco-SC). 

Para a Sulivan Fischer, que coordenou a comissão organizadora da última edição do Prêmio Boas Práticas em Gestão Pública, o encontro em São Paulo é uma oportunidade valiosa para os participantes. "O ganho vem na forma de aprendizagem, troca de experiências, possibilidade de replicação de boas práticas e parcerias para o desenvolvimento de novos projetos", destaca a professora da Udesc Esag. 

Prêmio Boas Práticas

Entre as instituições premiadas em 2018 e que participam do encontro em São Paulo, em outubro, estão organizações de vários tipos. Há órgãos públicos municipais e estaduais, uma agência intermunicipal de regulação, uma associação de municípios, uma organização da sociedade civil, uma fundação privada e uma empresa, todos com ações ligadas à gestão pública. Veja aqui a lista das práticas premiadas com a participação no evento.

A premiação para os primeiros e segundos lugares de cada modalidade e categoria previa a participação do autor principal em evento nacional relacionado ao tema do prêmio. Já o vencedor geral levou uma viagem de intercâmbio à França, realizada ainda em 2018, com visitas técnicas a organizações públicas e de inovação em Paris e Nice, com apoio da Fundação Escola de Governo ENA' e Embaixada da França no Brasil.

A premiação é realizada a cada dois anos e já teve duas edições (2016 e 2018). A terceira edição, agora a cargo de uma rede de instituições e rebatizada de Prêmio de Boas em Gestão Pública de Santa Catarina, está prevista para 2020.

Saiba mais sobre o Prêmio Boas Prática em Gestão Pública em udesc.br/esag/premio.

Assessoria de Comunicação da Udesc Esag
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Telefone: (48) 3664-8281


Foto: Divulgação / FCEE

Estão abertas as inscrições para novas turmas, na modalidade a distância (EaD), de dois  cursos oferecidos pela Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) para profissionais que atuam no atendimento a pessoas com deficiência. Um aborda a temática do Currículo Funcional Natural com base na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) e o outro trato do tema Deficiência Intelectual e Envelhecimento.

As duas capacitações são gratuitas e direcionadas para profissionais (professores, assistentes sociais, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos de enfermagem, terapeutas ocupacionais entre outros) que atuam nos Centros de Atendimento Especializados em Educação Especial conveniados com o Estado. Mais informações no site da Fundação na seção “Cursos e Capacitações”

O primeiro curso, Currículo Funcional Natural com base na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde: Um Olhar Ampliado, ocorre de 24 de setembro a 22 de outubro.

Já o segundo curso aborda uma temática que vem sendo estudada cada vez mais nos últimos anos, diante do panorama atual de aumento na expectativa de vida das pessoas com Deficiência Intelectual. A FCEE vem realizando pesquisas e frequentes capacitações sobre o tema do envelhecimento para qualificar o processo de cuidado das pessoas com deficiência intelectual, as particularidades presentes no seu envelhecimento e o consequente envelhecimento de seu cuidador e/ou familiares.

 

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A educação inovadora, um dos pilares do programa Minha Nova Escola, lançado há um mês pelo Governo de Santa Catarina e que prevê R$ 1,2 bilhão em investimentos na educação, está se tornando realidade em unidades de ensino de todas as regiões catarinenses. Até o momento, 456 unidades de ensino já receberam equipamentos de tecnologia, de um total de 611. São dispositivos como tablets, notebooks, computadores e lousas digitais.

:: VEJA GALERIA DE FOTOS

A modernização das salas de aula é uma determinação do governador Carlos Moisés, que pretende colocar Santa Catarina como referência na preparação dos jovens para o futuro. “O Banco Econômico Mundial prevê que duas em cada três crianças de hoje vão trabalhar com profissões que ainda não existe, mas serão criadas com a tecnologia. Precisamos dar aos nossos estudantes o que é necessário para ter sucesso nesse ambiente de transformações, e um dos primeiros passos é atualizar as salas de aula”, afirma Moisés.

Esse processo de transformação não consiste apenas em comprar dispositivos eletrônicos. De acordo com o secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni, há série de ações coordenadas para que os equipamentos se traduzam em evolução na qualidade de ensino. Uma outra frente de trabalho, por exemplo, é melhorar o acesso à internet das escolas em que há essa possibilidade. “Estamos capacitando nossos professores, porque queremos que os laboratórios sejam usados por todos eles, em todas as disciplinas. Também vamos oferecer um por meio dos Núcleos de Tecnologia Educacionais (NTEs), existentes nas regiões”, explica Uggioni.

:: Confira aqui quais escolas estão recebendo equipamentos de tecnologia

No total, serão entregues 2,7 mil notebooks e 3 mil tablets em 611 escolas. A gestão escolar e o trabalho dos professores receberão um reforço de 5.415 computadores. Além disso, 1.056 escolas receberão um kit com lousa digital, computador, projetor, webcam e aparelho de som. Para manter os notebooks e tablets com a bateria carregadas, 171 gabinetes móveis de recarga também estão sendo distribuídos.

Escolas mais tecnológicas

Na Escola de Educação Básica Intendente José Fernandes, em Florianópolis, 20 notebooks já chegaram, assim como o gabinete móvel de recarga. A escola aguarda a chegada de 20 tablets, prevista para os próximos dias, mas os alunos já puderam sentir um pouco de como será o novo laboratório de tecnologia.

“Eu já uso celular e computador no meu dia a dia, para acessar a internet, redes sociais e fazer pesquisas. A tecnologia é muito importante na escola, porque vai fazer parte cada vez mais das nossas vidas”, prevê a aluna Ana Júlia Meotti Ramos, do sétimo ano. “A internet torna muito mais rápido o acesso às informações para fazer os trabalhos, por isso, com ela, fica muito mais fácil aprender. A escola com tecnologia fica mais com a minha cara, com certeza”, concorda a estudante Grazieli de Oliveira Coelho, do sexto ano.

Conforme a diretora, Valquíria Maria Luvison, a nova sala será uma aliada para as práticas pedagógicas. “Agora temos uma estrutura muito mais preparada, uma escola conectada, com acesso à internet em todos os locais. A tecnologia vai auxiliar muito os alunos na preparação para o mercado de trabalho. Nossa escola estava muito defasada, agora não mais”, enaltece.

Perto dali, a Escola de Ensino Médio Jacó Anderle recebeu nesta semana dez computadores para a gestão escolar e professores, e aguarda a chegada de 20 notebooks e 20 tablets, prevista para os próximos dias. De acordo com o diretor, Alexsander Fortkamp, a escola tem planos de abolir a realização de provas em papel. “Os equipamentos vão ser de muita valia para a escola, para aproximar professores e alunos do mundo digital, sem serem apenas usuários, mas também produtores de conteúdo”, afirma Fortkamp.

Minha Nova Escola

Só com o eixo da escola inovadora, estão programados investimentos de R$ 92 milhões apenas para o segundo semestre. São R$ 39 milhões para a compra dos equipamentos de tecnologia, R$ 32 milhões em obras literárias para compor o acervo das bibliotecas escolares, R$ 9,4 milhões em equipamentos para 57 laboratórios de matemática, química, física e biologia, R$ 8,8 milhões em mobiliários para esses mesmos laboratórios e outros 12 auditórios e, para finalizar, R$ 2,5 milhões em novos cursos no contraturno escolar.

No total, o programa Minha Nova Escola prevê R$ 1,2 bilhão. Todas as 1.071 escolas da rede estadual serão contempladas com alguma melhoria. Os investimentos estão divididos em cinco vetores: Educação Inovadora, Infraestrutura Escolar, Gestão Total, Qualificação Permanente e Além da Escola (transporte).

Do total a ser aportado, a maior parte dos recursos — aproximadamente 74% —  será aplicada nos investimentos em infraestrutura. Segundo o secretário Natalino Uggioni, esse quesito não recebeu a devida atenção ao longo dos últimos 30 anos e, por conta disso, chegou a hora de investir fortemente.

Leia também:
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:: Infraestrutura Escolar: investimento de R$ 888,4 milhões em ampliação e melhorias
:: Gestão total: governo dobra valores nos cartões Cpesc, com investimento de R$ 9,1 milhões
:: Além da escola: transporte escolar tem investimento de R$ 118 milhões
:: Qualificação Permanente: capacitação de professores recebe investimento de R$ 99,5 milhões

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O processo de seleção de bolsas de pós-graduação do programa Bolsas Universitárias de Santa Catarina (Uniedu) da Secretaria de Estado da Educação (SED) recebeu 936 inscritos em todo o Estado. Foram 194 inscrições para Especialização, sendo que estão disponíveis 100 bolsas; outras 448 inscrições para Mestrado, com 183 bolsas disponíveis; e 294 inscrições para Doutorado, com disponibilidade de 83 bolsas. O período de inscrição terminou no dia 21 de agosto.

Os projetos de pesquisa anexados pelos candidatos agora passam pelo processo de homologação, em que será verificado se as informações prestadas na inscrição estão de acordo com a documentação exigida.

Na próxima etapa, uma equipe técnica da SED vai analisar as propostas inscritas e definir quais serão as escolhidas, conforme os critérios descritos na Chamada Pública 1423/SED/2019. A escolha dos projetos está diretamente ligada ao desenvolvimento regional. Ao final da etapa, a Secretaria fará a chamada dos inscritos mais bem colocados para dar início à formalização da concessão de bolsa. O prazo máximo para o início do pagamento das bolsas é dezembro de 2019.

Sendo realizado desde 2009, o programa de pós-graduação já beneficiou 3.663 participantes e teve um investimento do Governo do Estado por meio do Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior (Fumdes), de cerca de R$ 78 milhões. Neste ano, estão disponíveis mais 366 bolsas, com investimento de R$ 5 milhões.

Sobre o Uniedu

O programa Bolsas Universitárias de Santa Catarina (Uniedu) é uma iniciativa do Governo de Santa Catarina, administrado pela Secretaria de Estado da Educação e voltado a programas de atendimento aos estudantes do ensino superior, para bolsas de estudo de pesquisa e extensão, com amparo nos Artigos 170 e 171 da Constituição Estadual.

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