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Para aproximar empresas catarinenses e mercados no exterior, a Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais (SAI) realizou, na noite desta quinta-feira, 24, a primeira edição do SC Global Meeting. O encontro foi realizado em Joinville, na sede da Associação Empresarial (Acij), e teve como foco as oportunidades de internacionalização em Portugal. O encontro contou com a participação de especialistas com experiência na expansão de negócios para o país europeu.

De acordo com o titular da pasta, Derian Campos, a opção por Portugal se deu pela baixa barreira linguística e cultural e menor custo de investimento, além de ser um hub para negócios com a Europa e Oriente Médio. “O nosso programa de internacionalização de empresas se baseia no relacionamento do Governo do Estado com 10 países que consideramos estratégicos, por meio da rede de embaixadas, consulados e consultorias de expansão de negócios nesses países”, explica o secretário executivo.

Conforme Campos, a previsão é que até mil empresas catarinenses participem do SC Global Meeting nos próximos três anos. Em 2020, 10 cidades receberão o evento. Os outros países considerados estratégicos são Estados Unidos, Alemanha, China, Índia, Indonésia, Turquia, Egito, Rússia e Japão.

“O programa de internacionalização de empresas é um dos pilares da SAI, assim como a atração de investimentos e o aumento das exportações”, conclui o secretário.

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Professora de Direito Tributário do Insper, Ana Carolina Monguilod - Foto: Eduardo Guedes de Oliveira / Agência AL 

O 2º Congresso de Administração Tributária terminou nesta quarta-feira, 23, com debates sobre ICMS Ecológico, atração de investimentos, humanismo e ética, Tributação Verde e reforma tributária. Realizado pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), em Florianópolis, o encontro teve foco na transparência, desenvolvimento e sustentabilidade.

O primeiro painel do dia foi “ICMS Ecológico: a inclusão do critério ambiental na repartição constitucional do imposto aos municípios” apresentado pela diretora adjunta de Biodiversidade no Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Mariese Cargnin. Para o moderador convidado e auditor fiscal da SEF, Amery Nadir, o tema é relevante, pois tem ajudado na criação e manutenção das unidades de conservação.

“O ICMS Ecológico é um instrumento de compensação para os municípios que têm grandes áreas verdes que não podem ser exploradas em termos produtivos, então esse repasse a mais de imposto auxilia na manutenção dessas áreas e ajuda no investimento em áreas prioritárias de cada cidade”, explicou o auditor.

Outro debate importante que contou com a mediação de Nadir foi sobre “Tributação Verde: o papel da extrafiscalidade no desenvolvimento sustentável”. A palestra foi ministrada pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor de Santa Catarina e do Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos, promotora de Justiça Greicia Malheiros Souza. “A discussão tem de ser feita em âmbito nacional. É necessário também ouvir os anseios da sociedade, já que se trata de saúde pública”, pontuou.

O prefeito de Saudades, no Oeste catarinense, Daniel Kothe, ministrou o painel “Administração tributária e desenvolvimento na prática”. Com moderação da jornalista do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) Sônia Campos, Kothe apresentou o programa Justiça Tributária. “Em nossa cidade elencamos as prioridades e construímos grandes programas para discutir cada temática. O objetivo do Justiça Tributária é simplificar e implantar melhorias no Código Tributário do município. Aplicando corretamente a lei, conseguimos bons resultados, como o crescimento da arrecadação do Imposto Sobre Serviço (ISS)”, afirmou.

No início da tarde, o painel “Atração de investimentos na transição para um sistema tributário renovado: aspectos regulatórios” foi apresentado pela professora de Direito Tributário do Insper - Instituto de Ensino e Pesquisa,  Ana Carolina Monguilod, e pelo auditor fiscal de tributação do município de São Paulo José Alberto Macedo.

“Ninguém gosta de pagar tributos, mas o Estado tem que se manter. O grande desafio na reforma que temos hoje é a difusão de interesses, mas se for feita de maneira eficiente pode realocar cargas, inclusive sobre serviços”, falou Monguilod. Na moderação, o professor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e da Escola do Legislativo de Santa Catarina Fábio Pugliesi.

Na sequência, os representantes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rodrigo Octávio Orair e Sérgio Gobetti apresentaram o painel “Reflexões sobre a Reforma Tributária como instrumento de redistribuição de renda, redução de desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável”. Como moderador, o auditor fiscal do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE), Moisés Hoegenn.

Na avaliação de Orair, que é diretor do Instituto Fiscal Independente do Senado, a PEC 45, que trata da reforma tributária do país, apresenta pontos positivos porque "resolve problemas que se arrastam desde o século passado", disse se referindo à má tributação de renda, bens e serviços, sendo essa uma das causas da desigualdade social. Para Gobetti, a situação de extrema diferença entre ricos e pobres é resultado da falta de ações de política fiscal.

O encerramento do Congresso teve a palestra “Humanismo, ética e moralidade”, apresentada pelo subprocurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, em mediação da professora de Administração Pública da Udesc Denise Pinheiro. Ele reforçou que, para haver avanços sociais, o país precisa entender que é necessário um entendimento maior de sociedade e das consequências positivas que a redução da desigualdade pode provocar.

O 2º Congresso de Administração Tributária foi realizado em parceria entre SEF, Alesc, Escola do Legislativo, MPSC, TCE e Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), da Udesc.

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Foto: MB Comunicação

Após estudos realizados por técnicos fazendários, a alíquota de ICMS para carnes de frangos e suínos produzidas e vendidas em Santa Catarina será reduzida de 12% para 7%. O anúncio foi feito em reunião realizada nesta quarta-feira, 23, pelos secretários de Estado da Fazenda (SEF), Paulo Eli, e da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural (SAR), Ricardo de Gouvêa. Um projeto de lei será enviado para Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), ainda em outubro, com a alteração.

“A medida foi tomada porque a alíquota interestadual continua a 7% e depende de um convênio do Confaz. Enquanto não conseguimos mudar isso, voltamos a reduzir a alíquota interna para que o produto catarinense tenha mais competitividade em relação aos produtos do Paraná e Rio Grande do Sul”, explica Eli.

Para o secretário Ricardo de Gouvêa, esta é uma ação importante para manter a competitividade da agroindústria catarinense: “A cadeia produtiva de suínos e aves tem um papel muito importante na economia de Santa Catarina, gerando emprego e renda ao longo de todo setor”.

A diminuição do ICMS, de 12 para 7%, atendeu ao pleito de representantes da Associação dos Frigoríficos Independentes de Santa Catarina (Afisc), que estiveram com o secretário da SEF/SC na última semana. Na ocasião, Eli afirmou que faria os estudos necessários com celeridade.

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Foto: Michelle Nunes/SEF

Nesta quarta-feira, 23, o secretário de Estado da Fazenda (SEF/SC), Paulo Eli, recebeu representantes da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis (ACIF), da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Santa Catarina (Abrasel) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Florianópolis. O objetivo do encontro foi criar um grupo de trabalho com as entidades empresariais para a implantação da Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) em Santa Catarina.

“Assumimos este compromisso, junto ao governador Carlos Moisés, de modernizar a máquina pública e Santa Catarina. Já iniciamos o processo e, até o próximo ano, iremos adotar a NFE-c”, afirmou Eli.

Empresário e membro do Conselho de Administração Nacional da Abrasel, Célio Salles reforçou que a medida é recebida com muita expectativa pelo setor varejista catarinense. 

“Há muito tempo estávamos aguardando esta notícia. Santa Catarina é um estado pioneiro e precisa atualizar seu sistema de acordo com o modelo nacional, que traz mais segurança e agilidade para o comerciante e o contribuinte”, disse.

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Foto: Cristiano Estrela / Secom

A agência de risco Standard & Poor's (S&P) elevou a perspectiva de Santa Catarina de negativa para estável dos ratings de crédito ‘BB-’ atribuído em sua escala global e na Escala Nacional Brasil ‘brAA+’. A avaliação positiva é resultado dos balanços apresentados pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF), em reuniões realizadas em setembro e no início de outubro, com base nas ações implementadas para a recuperação econômica do Estado.

O governador Carlos Moisés reforçou o trabalho que vem sendo feito desde o começo do ano para dar ao estado austeridade fiscal. “Implementamos uma série de ações para reduzir os gastos, desinchar a máquina estadual e garantir investimentos e recursos para as atividades fins, além de honrar nosso compromisso com os pagamentos”, destacou.  

“Desde o início do ano estamos trabalhando em diversas frentes, sobretudo na revisão da política tributação e ajustes das despesas correntes, perseguindo o equilíbrio fiscal”, ressaltou o secretário da SEF, Paulo Eli.

A S&P é uma das maiores agências de classificação de risco do mundo, fundada em 1860, em Nova Iorque (EUA). Os ratings são notas de risco que variam entre AAA até D, além de classificação positiva, negativa e neutra. As avaliações incluem a capacidade de pagamento e disposição em honrar os compromissos financeiros, natureza e cláusulas das obrigações financeiras, além das condições econômicas como um todo.

De acordo com o último relatório sobre Santa Catarina, a alteração de perspectiva reflete os esforços recentes e a expectativa de que o estado continuará fortalecendo suas finanças por meio de medidas relacionadas às suas receitas e ao controle dos gastos. “O Governo do Estado está focado em tomar medidas para atenuar as pressões sobre os gastos, geradas pela estrutura fiscal do país”, expõe o documento. Segundo a S&P, a equipe de administração financeira tem demonstrado ser capaz de executar medidas relacionadas às suas receitas e gastos voltadas a melhorar o desempenho orçamentário do Estado.

A análise completa está disponível no site da agência: www.standardandpoors.com .

A Standard & Poor's

A Standard & Poor's (S&P) avalia, atribui notas e classifica agentes emissores de títulos públicos (governos) e de títulos privados (empresas) quanto ao grau de risco de não pagamento de suas dívidas dentro do prazo fixado.

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Foto: Eduardo Guedes / Agência AL

Com foco na transparência, no desenvolvimento e na sustentabilidade, começou na manhã desta terça-feira, 22, o 2º Congresso de Administração Tributária. O evento, realizado no auditório Deputada Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), continua nesta quarta-feira, 23, com apresentação de temas como ICMS Ecológico, administração pública e desenvolvimento, atração de investimentos, tributação verde, entre outros. O encontro é promovido pela Secretaria de Estado da Fazenda de Santa Catarina (SEF). 

Durante a abertura do Congresso, o gerente de Fiscalização da SEF, Felipe Letsch, representando o secretário da Fazenda, Paulo Eli, reforçou a importância de garantir a transparência nas contas públicas. “Queremos propor novos modelos de distribuição dos valores arrecadados e a utilização do tributo de forma extrafiscal no sentido de buscar um ambiente sustentável e também o desenvolvimento do Estado, a implementação de políticas de incentivo para atração de novos investimentos e a manutenção das atividades econômicas tradicionais do Estado conforme a região”, afirmou.

Para o reitor da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), Marcus Tomasi, a promoção de eventos que discutam estas temáticas é fundamental para a administração pública. “Pela segunda vez somos parceiros deste encontro, que é de suma importância para a Universidade, pois traz discussões do cotidiano promovendo a sinergia de profissionais e acadêmicos”, salientou.

O evento conta com painéis e palestras de autoridades nacionais e internacionais. A primeira apresentação teve como palestrante o pesquisador da Escola Nacional de Ciências e Estatísticas (Ence), José Eustáquio Diniz Alves, que abordou algumas tendências. “Nós temos uma nova realidade demográfica e econômica, e ainda temos dificuldade em acompanhar essas mudanças. É preciso saber como a ecologia irá sustentar o crescimento demoeconômico global”, pontua. A palestra ainda contou com a professora de Administração Pública da Udesc, Paula Schommer, como moderadora. 

Já o segundo painel da manhã teve a participação do secretário municipal da Fazenda de Joinville, Flávio Martins Alves; do professor do Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (Ibet), Cristiano Rosa de Carvalho; e, por videoconferência, do consultor Legislativo da Câmara dos Deputados, Celso de Barros Correia Neto. Em pauta, a concessão de benefícios fiscais com ênfase na legalidade, transparência e isonomia. Como moderador, o promotor de Justiça de Santa Catarina, Giovanni Franzoni Gil.

“A rigor, benefício fiscal não é considerado receita nem despesa. Ele afeta a receita, e não é contabilizado como despesa, por isso a importância de discutirmos esse tema”, explicou Correia Neto.

Durante a tarde, o painel Tributação e democracia: a visão do cidadão sobre o financiamento do Estado foi exposto pelo auditor fiscal da SEF Sérgio Pinetti e pelo representante do Observatório Social do Brasil em Santa Catarina, Carlos Mussi. Na moderação do evento, a jornalista do grupo NSC Comunicação, Estela Benetti.

Na sequência, foi realizada a explanação do caso Administração Pública e transparência na prática, pelo ouvidor-geral de Santa Catarina, Guilherme Kraus, e o gerente de transparência e dados abertos da Controladoria Geral de Santa Catarina (CGE), Maurício Lyrio. A jornalista do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Sônia Campos, foi moderadora. Para Klaus, "o controle social é fundamental para o cidadão acompanhar a qualidade do serviço público". Na avaliação de Lyrio, "o país não tem a cultura da transparência e o controle social só ocorrerá a partir do acesso à informação".

Os trabalhos desta terça-feira encerraram com os painelistas Eduardo Bridi, vice-presidente administrativo financeiro do Conselho Regional de Administração de SC, e Felipe Diniz, representantes de Luxemburgo. Bridi relatou experiência com modelo de transparência que teve contato quando fez doutorado na Suécia: "A relação entre sustentabilidade e transparência é algo natural, incorporado à cultura, e se dá de forma permanente e contínua".

Ele citou o exemplo da facilidade que teve para acessar dados relacionados à administração pública de Boras, na Suécia, onde 99,6% dos resíduos são tratados. "Eles foram bem transparentes ao informar os cidadãos sobre a importância desse movimento e os retornos que ele daria e isso foi fundamental para a ideia funcionar", disse Bridi. Boras usa biogás na frota pública e conseguiu reduzir os custos do transporte coletivo e do aquecimento doméstico. Diniz fez por videoconferência um relato de como Luxemburgo evoluiu economicamente e como atua nas frentes da sustentabilidade e da transparência.

O 2º Congresso de Administração Tributária é realizado em parceria entre SEF, Alesc, Escola do Legislativo, MPSC, Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE) e Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), da Udesc.

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Transparência nas contas públicas, desenvolvimento e sustentabilidade são os temas do 2º Congresso de Administração Tributária, promovido pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEF). O evento será realizado a partir desta terça-feira, 8h30, no auditório Antonieta de Barros, na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).

“Durante dois dias teremos vários painelistas que irão abordar temas relevantes como administração pública, benefícios fiscais, atração de investimento, entre outros”, revela o secretário da SEF, Paulo Eli.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site ou presencialmente, no local.  O encontro conta com parceria da Escola do Legislativo, Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), Tribunal de Contas de Santa Catarina (TCE/SC) e Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc).

Programação

22 de outubro (Terça-feira)

8h30 – Abertura

09h - Desenvolvimento, transparência e sustentabilidade: tendências demográficas e econômicas.
Painelista: José Eustáquio Diniz Alves (ENCE/IBGE)
Moderadora: Paula Chies Schommer (Udesc / Esag)

10h - A concessão de benefícios fiscais sob a ótica da legalidade, transparência e isonomia
Painelistas: Flávio Martins Alves (secretário da Fazenda de Joinville), Celso de Barros Correia Neto (Senado) e Cristiano Rosa de Carvalho (IBET)
Moderador: Giovanni Franzoni Gil (MPSC)

14h - Tributação e democracia: a visão do cidadão sobre o financiamento do Estado
Painelistas: Sérgio Pinetti (SEF/SC) e Carlos Mussi (Observatório Social do Brasil/SC)
Moderadora: Estela Benetti (jornalista da NSC Comunicação)

15h50 - Caso: Administração pública e transparência na prática
Apresentação: Guilherme Kraus dos Santos e Maurício Leão Lyrlo (Controladoria Geral do Estado/SC)
Moderadora: Sônia Campos (MPSC)

16h30 - Relação entre fisco e contribuintes sob a ótica da transparência, do desenvolvimento e da sustentabilidade
Painelista: Felipe Diniz (Embaixada de Luxemburgo no Brasil) e Jessica Magnusson (representante da Suécia)
Moderador: Rodrigo de Bona da Silva (CGU)

23 de outubro (Quarta-feira)

08h45 - ICMS Ecológico: a inclusão do critério ambiental na repartição constitucional do imposto aos municípios
Palestrante: Mariese Cargnin Muchailh (IAP/PR)
Moderador: Amery Nadir Júnior (SEF/SC)

09h50 - Caso: administração pública e desenvolvimento na prática
Apresentação: Daniel Kothe (prefeito de Saudade/SC)
Moderadora: Sônia Campos (MPSC)

10h15 - Caso: administração pública e sustentabilidade na prática
Apresentação: Fábio Trajano (MPSC)
Moderadora: Sônia Campos (MPSC)

10h45 - Tributação verde: o papel da extrafiscalidade no desenvolvimento sustentável
Palestrante: Greicia Malheiros da Rosa Souza (MPSC)
Moderador: Amery Nadir Júnior (SEF/SC)

13h - Atração de investimentos na transição para um sistema tributário renovado: aspectos regulatórios
Painelista: Ana Carolina Monguilod (INSPER) e José Alberto Macedo (ISS/SP)
Moderador: Fábio Pugliese (Udesc)

14h - Reflexões sobre a reforma tributária como instrumento de redistribuição de renda, redução das desigualdades e promoção do desenvolvimento sustentável
Painelista: Rodrigo Otávio Orair (IPEA/IPC-IG) e Sérgio Gobetti (IPEA)
Moderador: Adircélio de Moraes Ferreira Júnior (presidente do TCE/SC)

16h - Humanismo, ética e moralidade
Palestrante: Paulo Gustavo Gonet Branco (subprocurador-geral da República)
Moderador: Denise Pinheiro (Udesc/Esag)

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Foto: Cristiano Estrela / Secom

Santa Catarina é o segundo estado com a melhor avaliação no Ranking de Competitividade dos Estados, divulgado nesta sexta-feira, 18. Pelo terceiro ano consecutivo, SC ocupa a segunda posição, atrás apenas de São Paulo. Neste ano, o estado conquistou 74,4 de nota geral no ranking que engloba 10 pilares, como educação, segurança pública, inovação e eficiência. A média brasileira foi de 49,3.

Na edição de 2019, um dos destaques de Santa Catarina foi a Segurança Pública. Neste ano, o estado chegou à avaliação máxima (100) neste quesito, pulando da segunda para a primeira posição entre os estados. Também manteve o melhor desempenho do país em Sustentabilidade Social, que engloba indicadores de mortalidade infantil e materna, IDH, desigualdade de renda, entre outros. SC apresentou a maior pontuação (100), praticamente o dobro do desempenho brasileiro (51,5).

“Esse resultado demonstra que estamos avançando e inovando em diversas áreas, o que torna Santa Catarina uma referência para outros estados. Um exemplo de inovação e que trouxe ainda mais segurança para quem vive aqui foi a criação neste ano do Colegiado Superior de Segurança Pública. Vamos continuar trabalhando para crescer em todos os segmentos”, destaca o governador Carlos Moisés.

Santa Catarina avançou ainda em Infraestrutura, passando da quarta para terceira posição. Além disso, manteve a terceira colocação em Educação e Inovação. Com avaliação de 90,8, o pilar de Inovação considera número de patentes, empreendimentos inovadores e bolsas de mestrado e doutorado, além de investimento em pesquisa e desenvolvimento.

"Cada reconhecimento crível e público, como esse, traz bons motivos para celebrar, mas, especialmente, reitera aspectos importantes para que possamos continuar a buscar a excelência em todas as atitudes e ações do Governo. Assim, com planejamento, foco e determinação, continuamos avançando e qualificando nossas entregas e, sobretudo, fazendo mais e melhor para os catarinenses", reforça o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

Sobre o Ranking de Competitividade

Desenvolvido pelo CLP - Liderança Pública, o Ranking é uma ferramenta de avaliação da gestão pública no Brasil e tem como missão prover diagnósticos de áreas essenciais da administração pública. Para isso, analisa 69 indicadores distribuídos por 10 áreas-chave: Sustentabilidade Ambiental, Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Solidez Fiscal, Segurança Pública e Sustentabilidade Social.

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A indústria da transformação foi o segundo setor que mais gerou emprego em setembro - Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O ritmo de geração de empregos formais em Santa Catarina segue acelerado. Em setembro, o saldo foi de 13.049 vagas a mais no estado, o que representa o melhor resultado para o mês desde 2004. No acumulado do ano, já foram gerados 73.404 empregos com carteira assinada. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 17, pelo Ministério da Economia por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Na divisão por setores, o destaque de setembro ficou com os serviços, com 5.364 vagas de saldo. Em seguida, aparece a indústria da transformação, com 2.981 postos de trabalho. Completam a lista o comércio (+2.590), a construção civil (+1.357) e a agropecuária (+548). No total do ano, a liderança fica com a indústria (+ 34,4 mil empregos), seguida por serviços (+ 26 mil) e construção civil (+ 9,3 mil). 

Para o governador Carlos Moisés, o resultado do último mês é uma amostra da confiança do setor empresarial, que tem acelerado contratações. Na soma até setembro, Santa Catarina ocupa a terceira posição do ranking de geração de empregos formais, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais, os estados mais populosos do país. 

“Santa Catarina vem trilhando um caminho de recuperação neste ano. Os resultados até aqui são muito mais consistentes do que os que vinham sendo registrados nos últimos anos. Cabe à administração estadual seguir trabalhando para atrair investimentos, seja por meio de novas empresas, seja pela expansão daqueles que já estão aqui”, opinou o governador.

Discurso semelhante foi adotado pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino. Segundo ele, com as reformas estruturais estão caminhando no âmbito nacional, e o resultado tem aparecido em Santa Catarina: “O nosso Estado tradicionalmente cresce acima da média nacional. Esperamos que esse crescimento se acelere ainda mais a partir do próximo ano, possibilitando uma melhoria da qualidade de vida dos catarinenses e daqueles que escolheram aqui para viver”. 

De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, o bom desempenho no ano é reflexo também da nova política fiscal adotada pelo Executivo estadual: "O Governo do Estado tem um papel nesses bons números. O crescimento é consequência, em parte, da revisão do modelo tributário catarinense".

Brasil gera 157 mil vagas

Em todo o país, o saldo foi de 157.213 vagas em setembro, o que representa o melhor resultado para o mês desde 2013. Na divisão por regiões, o Nordeste se destacou (+ 57 mil empregos), seguido pelo Sudeste (+ 56 mil), Sul (+ 23 mil), Centro-Oeste (+ 10 mil) e Norte (+ 9 mil). Vale destacar que todos os Estados tiveram saldo positivo no mês.

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Foto: Crisitano Estrela / Secom

Santa Catarina manteve a posição de estado menos desigual na distribuição de renda do país. A informação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou nesta quarta-feira, 16, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). Os dados, referentes ao ano de 2018, mostram que o rendimento dos 10% mais ricos do estado equivale a 12,6 vezes o rendimento dos 10% mais pobres. Embora a diferença seja significativa, ela é quase três vezes menor que a média brasileira: 36,9 vezes.

O Índice de Gini de Santa Catarina em relação à renda ficou em 0,398, o menor do Brasil. A média nacional ficou em 0,509. O maior valor entre os estados ficou com Sergipe: 0,548. O Índice de Gini mede a desigualdade de renda — quanto menor o número, menor o desequilíbrio. Em 2012, o indicador calculado pelo IBGE estava em 0,423, o que representa que houve uma queda na desigualdade nos últimos seis anos.

Para o governador Carlos Moisés, a meta é continuar trabalhando para que a desigualdade siga em queda: “Esse indicador mostra que Santa Catarina tem uma realidade diferenciada dentro do Brasil. Mesmo assim, há trabalho por se fazer. Nosso objetivo é garantir que todos tenham oportunidades. Vale destacar também que já temos o menor índice de desemprego do país. Precisamos seguir avançando”.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, salienta que baixa desigualdade de Santa Catarina se explica também pelo dinamismo da economia: “Se você olhar as regiões do nosso Estado, verá que cada uma tem uma vocação. O que o Governo vem tentando fazer é atrair cada vez mais investimentos para Santa Catarina, gerando mais empregos e renda”.

Beira-Mar Norte

SC tem a sexta maior renda

Santa Catarina também teve destaque em relação ao rendimento médio mensal. De acordo com o IBGE, o número foi de R$ 2.328 no ano de 2018. Trata-se do sexto maior valor do Brasil, atrás apenas do Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. A média brasileira ficou em R$ 2.166.

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