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O estreitamento de relações e a possibilidade de encaminhar negócios internacionais com Japão, Espanha, Luxemburgo e outros países foram os resultados da agenda de trabalho executada pela secretária executiva de Assuntos Internacionais do Governo de Santa Catarina, Daniella Abreu, em Brasília.

Na Embaixada de Luxemburgo, ela recebeu sinal verde para promover as linhas de crédito disponíveis do Grão-Ducado, auxiliando as micro e pequenas empresas catarinenses. Na Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e na Embaixada da Espanha, tratou de acordos bilaterais nas áreas ambiental, de saúde e agricultura. Na Apex Brasil, recebeu o convite para que o estado participe da Expo Dubai 2021.

Parcerias com Luxemburgo

Ao recepcionar a secretária de Estado, o embaixador de Luxemburgo, Carlo Krieger, demonstrou interesse em cooperação e colaboração em setores como o espacial e da saúde. “Os laços entre o seu país e Santa Catarina já são consideravelmente fortes devido à forte imigração durante o século XIX. Agora, avançamos para um estreitamento no sentido econômico que espero dar muitos frutos”, destacou.

Já o adido econômico e comercial da Embaixada, Felipe Diniz, apresentou um programa que dá 30% de financiamento a fundo perdido quando existirem pesquisas de empresas brasileiras que se alinhem às realizadas em Luxemburgo. “Inclusive no dia 29, às 14h30, vamos realizar um webinar sobre esse financiamento, para startups, pequenas e médias empresas”, destacou. Segundo ele, quem tiver interesse em participar pode enviar um e-mail para eventoembaixadalux@gmail.com com nome, empresa e cargo, que receberá o código da sala Zoom do LuXTalks.

Cooperação com o Japão

Na Agência de Cooperação Internacional do Japão, a JICA, a reunião foi com os representantes da agência governamental, Shinji Sato, e Kataoka Ryunosuke, que também disponibilizaram duas linhas de trabalho: uma de cooperação técnica e uma financeira. Na ocasião, solicitaram, ainda, uma articulação do Governo de Santa Catarina junto à Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) para firmar parceria para uma rodada de negócios.

Em Santa Catarina, a JICA já financia obras da Casan e também realizou um trabalho conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) no passado sobre as áreas de risco, enchentes e outros desastres naturais.

Portos e inovação catarinense

Durante reunião na Embaixada da Espanha, a conselheira de Agricultura e Pesca, Elisa Barahona Nieto, afirmou à secretária de Santa Catarina que o país tem interesse em conhecer de perto a tecnologia catarinense na agricultura familiar e os portos da região. Daniella Abreu convidou os representantes espanhóis para integrarem uma missão ao Estado, com cônsules e alguns empresários, provavelmente na semana de 22 de fevereiro, para visitarem o Estado, os portos e a região de Chapecó, conhecendo assim as inovações da agricultura e a produção da região.

Mercado internacional

Com parte da diretoria da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), a secretária executiva de Assuntos Internacionais tratou sobre estratégias para promover a agência de investimentos Invest SC. Além disso, recebeu o convite para que o estado integre o grupo brasileiro que irá representar o país na Expo Dubai 2021, marcada para começar no dia 1º de outubro. Alinharam, ainda, a participação do Estado no Fórum de Investimentos Brasil (BIF).

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O comércio catarinense continua em um cenário de crescimento. O volume de vendas no segmento varejista ampliado, que engloba todas as atividades, inclusive materiais de construção e veículos, aumentou 6,3% em novembro de 2020, na comparação com o mesmo mês de 2019. O desempenho supera a média nacional de 4,1%. É a sexta taxa positiva consecutiva. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta sexta-feira, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado é também 0,5% superior a outubro, que já vinha com um crescimento de 2%. No acumulado do ano, a alta foi de 2,7%. Já a variação acumulada dos últimos 12 meses apontou um crescimento de 3,5%. Santa Catarina foi o único estado do Sul do Brasil que cresceu no varejo, já que Rio Grande do Sul e Paraná apresentaram queda.

“O comércio catarinense vem crescendo desde maio, se recuperando das perdas do começo da pandemia. É um movimento de retomada, que une um trabalho estratégico e de aproximação com o setor produtivo. Nossa missão é seguir atuando unidos, já que fomentar o emprego e renda é fundamental”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Celso Albuquerque.

Atividades

O crescimento do varejo ampliado, na comparação com novembro de 2019, foi impulsionado pelos segmentos de móveis e eletrodomésticos (22,2%); materiais de construção (18,3%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,6%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (9,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,8%); e Veículos e Motocicletas (3,3%).

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Mesmo com o impacto da pandemia da Covid-19 na economia, Santa Catarina segue firme com o perfil mais empreendedor do Brasil. E os números apresentados pela Junta Comercial (Jucesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), nesta última quinta-feira (14), comprovam. Em 2020, o saldo de abertura foi de 115.074 novos empreendimentos, resultado 19% maior em relação ao mesmo período de 2019, que apresentou um saldo de 96.509 empresas.

"Santa Catarina já tem o DNA empreendedor, e é função do Estado incentivar e desenvolver ainda mais essa característica. Com o processo de modernização e simplificação da Jucesc, conseguimos gerar mais oportunidades e reduzir a burocracia para o catarinense", afirmou o governador Carlos Moisés.

O secretário da SDE, Celso Albuquerque, destaca que a economia catarinense vem se recuperando da crise causada pela pandemia e lembra que diversos indicativos positivos demonstram a retomada.

“O primeiro reflexo desta retomada está no número de pessoas que estão empreendendo. A produção industrial catarinense cresceu 11,1%, a segunda maior alta do país, em novembro. Mas, o crescimento também é observado pelo IBGE em outros setores, com o de serviços, que vem há seis meses com registros positivos. O volume das receitas do segmento no estado cresceu 4,6% em novembro, em comparação ao mesmo mês de 2019. E não para por aí. Por isso, seguiremos no trabalho pela segurança jurídica e simplificação dos processos, para que cada vez haja menos burocracia para quem busca constituir uma empresa”, afirma Albuquerque.

De acordo com o presidente da Jucesc, Gilson Lucas Bugs, tratam-se de resultados extremamente relevantes, tendo em vista o impacto na economia causado pela pandemia, mas que não conseguiu afugentar o empreendedor de seu objetivo principal, que é levar adiante seu próprio negócio e trabalhar pelo desenvolvimento de seu município e, consequentemente, de todo nosso estado.

“Temos consciência de que os avanços implantados na Junta Comercial, como a Jucesc 100% Digital, também contribuíram significativamente para o aumento no número de novas empresas”, finaliza Bugs.

Ao analisar o saldo acumulado nos anos de 2019 e 2020, na abertura de empresas, Santa Catarina apresentou um crescimento de 177,3% em relação a 2018. Atualmente, o Estado catarinense conta com 956.973 empresas ativas.

Na pandemia

Quando se trata do período só da pandemia, Santa Catarina também apresentou resultados relevantes em relação aos anos anteriores, na abertura de empresas. Em 2019, do dia 17 de março a 31 de dezembro, o Estado teve um total de 119.664 constituições. Já no ano de 2020, no mesmo período, o número chegou a 130.216 novos empreendimentos.

A quantidade de baixas também diminuiu em 2020 no período da Covid-19: de 40.582 para um total de 38.707 empresas fechadas, entre 17 de março a 31 de dezembro.

Com estes números, só no período da pandemia, Santa Catarina registrou um saldo de 91.509 novas empresas.

Mais facilidade

Com uma média de 1.210 análises realizadas diariamente, a Jucesc proporciona aos usuários a facilidade de usar o sistema 100% digital, que está disponível 24 horas por dia, durante todos os dias da semana, incluindo feriados e finais de semana. Com as inovações implantadas pela Junta no sistema, atualmente é possível abrir uma empresa em menos de oito minutos por meio do Registro Automático.

Com todo o trabalho de desburocratização e simplificação, a Jucesc é considerada referência entre todas as Juntas Comerciais do Brasil e está entre as três que praticam os menores valores de taxas para atos e serviços.

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O Governo de Santa Catarina segue trabalhando forte no processo de retomada econômica. Nesta semana, o Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), deu mais um passo no apoio aos pequenos negócios do setor de artesanato. Os produtos artesanais catarinenses estão presentes na 18ª edição da Feira Nacional de Artesanato (Fenahall), que acontece até o dia 17 de janeiro, em Olinda. Esta é a primeira vez que o Estado participa de um evento deste porte por conta própria e com a exposição do maior número de artesãos. Ao todo, 14 profissionais enviaram peças para expor no local, que acontece no Classic Hall.

“De forma inédita, Santa Catarina está participando de uma feira por iniciativa do Governo do Estado, sem coparticipação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). Marcar presença na Fenahall foi uma iniciativa do Governo de Santa Catarina, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. E, por meio de um termo de cooperação técnica com a Federação das Associações de Profissionais Artesãos de Santa Catarina, todos os produtos estão sendo comercializados sem a presença dos artesãos, já que esta responsabilidade ficou com a Fapasc”, explica o diretor de Emprego e Renda da SDE, Ramon Fernandes.

Para o secretário da SDE, Celso Albuquerque, a responsabilidade da secretaria foi muito além de aderir ao espaço, logística dos produtos e fazer parceria para que os artesãos evitassem os gastos de viagem, hospedagem, entre outros.

“Os artesãos são pequenos empreendedores que desenvolvem atividades muito importantes, que ajudam no desenvolvimento do nosso Estado. E realizar ações em prol do artesanato unem duas prioridades do governo Moisés: valorizar nossa cultura e gerar emprego e renda. Ainda mais num momento tão difícil como o que estamos vivendo, como forma de incentivar e contribuir ainda mais com esses profissionais”, destaca Albuquerque.

A feira

Evento tradicional do calendário pernambucano, a feira conta com expositores locais, nacionais e internacionais. Neste ano, a Fenahall espera movimentar mais de R$ 3 milhões em vendas diretas e indiretas. 

Pandemia

Entre os cuidados por causa da pandemia, a feira disponibiliza corredores mais amplos, com sentido único e controle do número de pessoas circulando neles. Também tem oito pontos para o público higienizar as sacolas e mãos, quatros pias instaladas ao longo do percurso da feira e 120 circuladores de ar, além da obrigatoriedade do uso de máscara e álcool em gel.

 

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A indústria catarinense vem mantendo o ritmo de recuperação e crescimento econômico. Santa Catarina apresentou um crescimento de 11,1% na produção industrial de novembro, quando comparado ao mesmo período de 2019. O desempenho representa a segunda maior alta entre os 15 locais pesquisados e está bem acima da média nacional de 2,8%. Os dados da Pesquisa Industrial Mensal foram divulgados na manhã desta quinta-feira, 14, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números evidenciam Santa Catarina no cenário nacional e demonstram a confiança do segmento.

“Os índices são resultados das ações do Governo do Estado, das entidades, das indústrias e da própria população, que seguem as orientações dos protocolos sanitários estabelecidos. Buscamos preservar vidas e assegurar a retomada segura das atividades econômicas em meio à pandemia. A indústria não parou neste período. Temos um povo trabalhador e resiliente. Nosso estado é competitivo e tem uma economia forte e diversificada. Com união de esforços, faremos de Santa Catarina um lugar cada vez melhor para se viver”, disse o governador Carlos Moisés.

No comparativo, Paraná está em primeiro lugar com crescimento de 14%. Seguidos de Santa Catarina estão os estados de Pernambuco (10%), Rio Grande do Sul (8,7%), Amazonas (7,8%), Ceará (6%), Minas Gerais (5,2%), São Paulo (4,7%) e Região Nordeste (3%), que também mostraram avanços mais intensos do que a média nacional (2,8%), enquanto Bahia (1%) completou o conjunto de locais com crescimento na produção no índice mensal de novembro de 2020.

“A indústria de Santa Catarina é muito forte e é um dos grandes motores da retomada por conta de sua diversidade e presença no Estado. Os números comprovam que a produção vem num bom ritmo de recuperação e, mesmo em um ano de pandemia, apresentou índices melhores que o mesmo período de 2019, assim como superou o patamar pré-pandemia. É uma amostra do trabalho de todos os catarinenses e a confiança no processo de retomada do governo, juntamente com as entidades e demais envolvidos”, frisa o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Celso Albuquerque.

Até novembro de 2020, Santa Catarina já havia superado em 9,5% a produção industrial de fevereiro, antes da pandemia da Covid-19. O Estado apresentou resultado positivo em quatro indicadores da indústria no acumulado de 2020: celulose, papel e produtos de papel; produtos de borracha e material plástico; máquinas, aparelhos e materiais elétricos; e máquinas e equipamentos.

Outubro para novembro de 2020

Na comparação entre outubro para novembro de 2020, Santa Catarina também se destacou com um crescimento de 2,8%, superior à média nacional (1,2%). Dez dos 15 locais pesquisados tiveram aumento na produção industrial no período, na série com ajuste sazonal. Oito dessas altas foram acima da média nacional (1,2%): Bahia (4,9%), Rio Grande do Sul (3,8%) Amazonas (3,4%), Região Nordeste (2,9%), Santa Catarina (2,8%), Ceará (1,7%), Rio de Janeiro (1,6%) e São Paulo (1,5%). O Paraná (1,2%) e Minas Gerais (0,6%) completam a lista de locais com índices positivos no mês.

Já as quedas mais acentuadas foram registradas no Pará (-5,3%) e em Mato Grosso (-4,3%), além de Pernambuco (-1%), Espírito Santo (-0,9%) e Goiás (-0,9%).

O desempenho no trimestre

A média móvel trimestral no Brasil cresceu 1,7% no trimestre encerrado em novembro de 2020 frente ao nível do mês anterior, após também avançar em outubro (2,4%), setembro (4,8%), agosto (7%) e julho (9%), quando interrompeu a trajetória predominantemente descendente iniciada em novembro de 2019. Esse indicador ficou positivo em 11 dos 15 locais pesquisados, com destaque para os avanços mais acentuados registrados por Paraná (4,5%), Santa Catarina (3,4%), Bahia (3,2%), Rio Grande do Sul (3,1%), Amazonas (2,7%), São Paulo (2,2%) e Região Nordeste (1,9%). Por outro lado, Pará (-3,6%), Rio de Janeiro (-1,9%), Mato Grosso (-1,8%) e Goiás (-1,3%) assinalaram os recuos em novembro de 2020.

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A diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e representantes da Câmara de Comércio Brasil-Luxemburgo (CCBRALUX) estiveram em reunião virtual nesta terça-feira, 12, para iniciar as tratativas de parceria de cooperação entre as duas instituições. O objetivo é construir um relacionamento estratégico para o desenvolvimento de negócios, estabelecendo condições para que o BRDE possa apresentar à Europa, a partir de Luxemburgo, os indicadores de desempenho econômico-financeiro e os programas de estímulo ao desenvolvimento sustentável. 

“Essa ação irá gerar possibilidades futuras de apoio aos estados do Sul. Uma oportunidade de inovar junto a um mercado em expansão”, destaca o diretor financeiro do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

Uma das ações discutidas no encontro foi a criação do BRDE Week - um evento em Luxemburgo com a participação de autoridades, representantes de órgãos públicos e empresários, com o objetivo de expandir as interações e parcerias internacionais do BRDE na União Europeia. “Essa aproximação busca viabilizar não só investimentos, mas também a integração entre as partes para desenvolvimento de iniciativas positivas para Santa Catarina”, ressalta o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Vladimir Arthur Fey.

A partir deste encontro, a partes irão estruturar o projeto, como detalhes do cronograma do evento e possibilidades de parcerias que serão remetidas para aprovação da diretoria do banco.

Relação Brasil x Luxemburgo

Luxemburgo é um Grão-Ducado que, mesmo com pouca extensão territorial, fica situado de maneira estratégica no coração da Europa Central. O país divide suas fronteiras com a Alemanha, a França e a Bélgica, sedia o tribunal de Justiça da União Europeia e tem parte considerável de sua economia baseada no mercado de capitais. Por esse motivo, Luxemburgo se tornou um importante centro financeiro com grande concentração de bancos e de grandes escritórios de consultoria em negócios. A posição geográfica favorável também contribui para as atividades de logística de distribuição de bens. Não por coincidência, as maiores corporações do mercado global estão instaladas no país.

Em 2018, como um sinal concreto de interesse na intensificação das relações com o Brasil, ocorreu a inauguração da Embaixada de Luxemburgo em Brasília (DF), ao mesmo tempo que a procura pela cidadania luxemburguesa aumentou significativamente. Esses dois fatores agitaram as relações entre ambos os países, aumentando, por consequência, a possibilidade de construção desta ponte diplomática, comercial e cultural.

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Pelo sexto mês consecutivo, a Pesquisa Mensal de Serviços do IBGE apontou resultados positivos para Santa Catarina. O volume das receitas do segmento no estado cresceu 4,6% em novembro, em comparação ao mesmo mês de 2019, na série sem ajuste sazonal. O resultado é o segundo melhor do país, atrás apenas do Pará (4,8%). Na média brasileira, houve queda (-4,8%) no período.

Os outros dois estados do Sul, Paraná (-8,6%) e Rio Grande do Sul (-6,9%), também apresentaram variação negativa em relação a novembro de 2019. Ao todo, 22 das 27 unidades da federação tiveram queda no volume do comércio.

“Esse desempenho evidencia que Santa Catarina tem se recuperado de maneira rápida e consistente dos impactos causados pela pandemia de Covid-19. Nosso esforço continua para priorizar o atendimento aos pacientes, mas também para preservar a renda e emprego dos catarinenses”, reforça o governador Carlos Moisés.

Entre as atividades catarinenses, os serviços profissionais, administrativos e complementares exerceram a influência positiva mais importante: 33,6%. Seguido pelos de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (4,3%), outros serviços (2,1%) e de informação e comunicação (1,4%). Já os serviços prestados às famílias exerceram o principal impacto negativo (-21,4%).

“Santa Catarina vem apresentando crescimentos positivos mais sólidos também no setor de serviços, que foi um dos mais impactados pela pandemia. Temos esperança que, em breve, o segmento vai acompanhar o movimento de subida da economia. Para isso, seguimos trabalhando unidos, buscado fomentar com crédito, desburocratização e novos investimentos”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Celso Albuquerque.

Quando comparado novembro frente a outubro, na série com ajuste sazonal, o volume de serviços em Santa Catarina apresentou um crescimento de 0,7%, enquanto o Brasil subiu 2,6%. No acumulado do ano, todas as 27 UFs analisadas apresentaram taxas negativas. O estado catarinense registrou índice de -4,7%.

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) registrou em 2020 aumento de 120% no valor dos contratos com o setor de comércio e serviços em Santa Catarina, na comparação com o ano anterior. Ao todo, os recursos disponibilizados pelo banco chegaram a R$ 255 milhões.

O crescimento ocorreu, principalmente, por conta do Recupera Sul, programa desenvolvido pelo banco para oferecer capital de giro e possibilitar que as empresas pudessem se manter durante a crise causada pela pandemia de Covid-19, além de permitir a contratação de mais mão de obra, abertura de novos empregos e geração de renda. “O valor mostra que estivemos juntos com os empresários no momento mais crítico de enfrentamento desta crise, contribuindo para manutenção dos negócios e na preservação dos empregos”, ressalta o diretor financeiro do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

Dono de um negócio no ramo de vestuário, o empresário Wesley Silva, da cidade de Joinville, destaca que a liberação de R$ 83 mil em menos de 20 dias ajudou para que a empresa não parasse. “Dessa forma, consegui manter os empregos e a venda dos produtos nas lojas”, comemora.

O Recupera Sul disponibilizou para Santa Catarina R$ 100 milhões de recursos do próprio banco para garantir capital de giro para MEIs, micro, pequenas e médias empresas. Um dos diferenciais do programa foi a possibilidade de acesso ao crédito sem a necessidade de garantias reais. “O BRDE socorreu empreendedores dos principais setores da economia. Trabalhamos com redução de taxas de juros, simplificação de processos e flexibilização de garantias", destaca o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey.

O levantamento prévio mostra que os valores disponibilizados pelo banco chegaram a 127 cidades catarinenses.  A região que mais firmou contratos foi o Vale do Itajaí, seguido do Oeste Catarinense e da Grande Florianópolis. Na sequência vem Norte, Região Serrana e Sul. A medida está alinhada com a estratégia do Governo de Santa Catarina e integra o pacote de ações do Estado para enfrentar a crise provocada pela pandemia.

Programa Recupera Sul

O BRDE Recupera Sul é um programa emergencial de crédito para recuperação da economia na região Sul do país com a finalidade de prover capital de giro para ajudar as empresas na retomada do crescimento econômico.

O programa está estruturado de forma a atender quatro perfis de usuários:

  1. Clientes do BRDE de qualquer porte;
  2. Empresas de qualquer porte dos setores mais atingidos, como turismo, economia criativa, prestação de serviços, alimentação, entre outros;
  3. Micro, pequenas e médias empresas com sede na Região Sul;
  4. Operadores de microcrédito e entidades parceiras com convênio junto ao BRDE.

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Finanças e investimentos, principalmente Green Bonds (os chamados Títulos Verdes), foram alguns dos assuntos tratados durante a reunião entre o embaixador de Luxemburgo no Brasil, Carlo Krieger, e a secretária executiva de Assuntos Internacionais do Governo de SC, Daniella Abreu. De acordo com a secretária, o Estado deverá realizar mais exchange com o polo de finanças de Luxemburgo, fazendo com que Santa Catarina atraia esses fundos de investimentos e bancos mundiais para cá. Segundo ela, a ideia é tornar o Estado um hub financeiro conectado à Luxemburgo.

Além deste, outro assunto discutido no encontro foi o projeto Casa Cultural de Luxemburgo que, conforme a consulesa honorária do Grão-Ducado, Karen Francesca Schwinden, está sendo trabalhado para ser lançado na cidade de Palhoça, onde se encontra o Consulado Honorário de Luxemburgo em Santa Catarina.

Todos esses acordos bilaterais deverão ser firmados em encontro posteriormente agendado com o governador Carlos Moisés.

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O agronegócio foi um dos setores mais beneficiados pelo BRDE em 2020 no estado. Aproximadamente um terço do valor em créditos liberados pelo banco em Santa Catarina no ano passado foi destinado ao segmento, que recebeu R$ 316 milhões. Esse é o maior volume em contratações desde 2017. Somente as cooperativas juntas tiveram cerca de R$ 230 milhões em recursos aprovados pela instituição.

“Este número mostra a importância do trabalho do BRDE para Santa Catarina. O banco tem uma visão de sustentação do desenvolvimento, ou seja, de ser parceiro para o crescimento econômico e não somente de financiador”, ressalta o diretor financeiro, Marcelo Haendchen Dutra. 

Uma das últimas operações realizadas entre o BRDE e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro) vai permitir melhorias em mais uma unidade de produção no estado. O recurso disponibilizado pelo banco para financiamento é de R$ 20,6 milhões. A parceria é para reforma e modernização da unidade de produção de fertilizantes em São Francisco do Sul, no Norte do estado, contemplando investimentos em obras civis, instalações e equipamentos.

Das três linhas de produção existentes, duas serão modernizadas e uma será inteiramente substituída, para obter avanços na produtividade, precisão e qualidade dos fertilizantes. Ainda serão executadas obras de adequação em um galpão para utilizá-lo na armazenagem de grandes volumes de matérias-primas. 

Para o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Vladimir Arthur Fey, as ações executadas pelo banco em 2020 permitiram aumentar a capacidade de apoio ao setor e, de forma geral, para Santa Catarina. “Foram mais de 2,7 mil operações, número de contratações quase 60% maior do que o comparado a 2019, e ainda destaque como uma das maiores pulverizações já realizadas pelas agências do banco”, destaca. 

Todas as regiões do estado e diferentes atividades econômicas tiveram créditos liberados pelo BRDE, “comprovando a forma plural de atuação do banco, contribuindo de maneira decisiva para o desenvolvimento harmônico do Estado”, reforça ainda Fey. 

Repactuação das dívidas ajudou quem vive no campo

Além da liberação de crédito, mais de 1,3 mil empreendedores, entre eles agricultores, foram beneficiados com a postergação dos contratos por pelo menos seis meses. Foi uma espécie de “congelamento da dívida” durante o período mais crítico da pandemia. Somadas as parcelas postergadas desde o mês de março, quando empresas, prefeituras e trabalhadores do campo deixaram de desembolsar, o valor chega a aproximadamente R$ 115 milhões. 

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