Foto: Divulgação/ DCSC

Ciclones são fenômenos comuns no inverno. Ao longo dos próximos dias, um novo ciclone extratropical deverá chegar ao Estado, mas em partes e com menor intensidade. De acordo com as previsões da Epagri/Ciram, na terça-feira, o ciclone atingirá as regiões oeste, meio oeste e sul de Santa Catarina. Durante sua formação, o ciclone acarretará chuva persistente e uma nova frente fria.

Com rajadas de 50 a 70 km/h, no dia 7, os ventos serão mais fracos em comparação com o ciclone que atingiu o Estado no dia 30 de junho, que chegou a alcançar 168,8 km/h nas regiões mais afetadas. Dessa vez, os ventos devem atingir apenas algumas cidades, diferente do ciclone anterior que abrangeu todas as regiões catarinenses.

Já na quarta-feira, dia 8, o ciclone chegará ao litoral e ao planalto Sul, com ventos que podem alcançar de 60 a 80 km/h. Nessas regiões há chances de chuva e de baixa na temperatura ao final do dia. O mar fica agitado e com risco de ressaca, o que cria condições desfavoráveis para navegação de pequenas e médias embarcações até quinta-feira de manhã. Os ventos irão acalmar e os últimos dias da semana serão marcados pelo tempo frio e seco, com sol durante o dia e possibilidade de geada.

Confira a previsão da Epagri/Ciram:

Terça-feira (07/07):
- Tempo: céu encoberto com chuva mais persistente em SC, moderada a forte em alguns momentos. Risco de temporal isolado no Oeste, Meio-Oeste e Planalto Sul. No decorrer do dia, o tempo melhora com aberturas no norte do estado.
-Temperatura: amena devido à cobertura de nuvens.
- Vento: sudeste a nordeste, moderado com rajadas de 50 a 70km/h.
- Sistema: área de baixa pressão influenciando SC.

Quarta-feira (08/07):
- Tempo: mais nuvens e condição de chuva em SC, especialmente na madrugada e manhã, melhorando no decorrer do dia em boa parte do estado.
- Temperatura: em declínio no oeste e sul do estado com o avanço de uma massa de ar frio de origem polar. Nas demais regiões, em elevação, com declínio no fim do dia.
- Vento: noroeste a sudoeste, moderado com rajadas mais intensas de 60 a 80km/h no Planalto Sul e Litoral, devido a um ciclone extratropical próximo ao litoral do RS.

Quinta-feira (09/07):
- Tempo: amanhecer com mais nuvens no oeste e sul de SC. No decorrer do dia, tempo seco e frio com predomínio de sol em todas as regiões.
- Temperatura: baixa, com condição para formar geada no Planalto Norte.
- Vento: sudoeste a sul, fraco a moderado com rajadas mais intensas de 50 a 60 km/h no Litoral, na madrugada.

Sexta-feira (10/07):
- Tempo: seco e frio com sol em todas as regiões de SC.
- Temperatura: baixa, com condição para formar geada ampla do Oeste ao Planalto e de forma isolada no Alto Vale do Itajaí, Florianópolis Serrana e no Litoral Sul.
- Vento: sudeste a nordeste, fraco a moderado.

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O ciclone extratropical que passou por Santa Catarina na última semana causou estragos em todas as regiões do estado. Até o momento, 121 municípios registraram danos no Sistema do Ministério da Integração Regional, com prejuízos no total de R$ 277,8 milhões. O boletim da Defesa Civil foi atualizado na tarde desta segunda-feira, 6, e ainda pode sofrer atualizações.

Nos impactos a empreendimentos privados, as áreas mais afetadas foram agricultura (R$ 121,6 milhões), indústria (R$ 16,9 milhões) e serviços (R$ 13,5 milhões). Já na infraestrutura pública, os maiores danos foram nas áreas de geração e distribuição de energia elétrica (R$ 57 milhões), telecomunicações (R$ 4,8 milhões) e sistema de esgoto sanitário (R$ 1,3 milhão).

“O Governo do Estado atua para auxiliar as famílias catarinenses que foram atingidas por esse ciclone. Distribuímos itens de assistência humanitária nesta etapa inicial, colocamos nossas equipes na rua para restabelecer os serviços públicos”, afirma o governador Carlos Moisés. O chefe do Executivo estadual acrescenta que, a partir do levantamento dos estragos, avança o diálogo com o Governo Federal para garantir recursos para a reconstrução.

Segundo dados da Defesa Civil, pelo menos 204 municípios registraram estragos em função do ciclone. O chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior, reforça que é fundamental que as prefeituras preencham o Formulário de Informação de Desastres (FIDE) do Governo Federal. Assim, será possível ter o cenário mais exato dos danos e inclusive solicitar recursos junto ao Ministério.

“A maior perda observada nesse evento em Santa Catarina está relacionada às atividades agrícolas e estruturas industriais, muitos galpões totalmente destruídos em todo o litoral catarinense”, finalizou.

Ele lembra que esses valores ainda são iniciais e que podem sofrer atualização à medida que os municípios incluam as informações.

Danos humanos

O boletim da Defesa Civil estadual desta segunda-feira traz ainda os números de catarinenses impactados pelo ciclone. Além de 11 mortes ocasionadas pelo fenômeno, duas pessoas morreram na reconstrução das casas. Também foram registrados 57 desabrigados e 302 desalojados.

Itens de assistência humanitária

A Defesa Civil estadual já repassou 80,6 mil itens de assistência humanitária, como telhas, colchões e cestas básicas, em um total de R$ 1,7 milhão. Até agora, 34 municípios catarinenses já receberam os itens para auxiliar neste primeiro momento.

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Na manhã desta segunda-feira, 06, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), em Tijucas, encontrou a décima primeira vítima do ciclone Bomba, que desapareceu em Canelinha.

Ao tentar atravessar de motocicleta uma ponte pênsil de pedestres, durante a passagem do evento climático, o homem de 53 anos acabou caindo nas águas do Rio Tijucas.

O corpo da vítima foi visto hoje às margens de uma fazenda, por volta das 11h45min, quando foi acionada a equipe d e resgate. 

Com esta morte, o CBMSC confirma 11 mortes em decorrência do ciclone, sem mais desaparecidos.

Duas pessoas morrem durante reconstrução de casas

Além dos óbitos diretos por conta do ciclone, também foram registradas duas mortes por queda, nas cidades de Garuva e Piçarras, por conta da reconstrução de casas.

Cuidados

Mesmo após o ciclone, é preciso ter cuidado para evitar novas ocorrências, por isso, é recomendado que a população não suba em telhados que estejam molhados, em árvores ou locais que estejam instáveis.

Nos casos de destelhamento a recomendação é que as pessoas não tentem subir em móveis, escadas ou no próprio telhado, para colocação de lonas, sem o equipamento de proteção individual para atuação em altura. Uma opção mais segura é proteger os móveis com as lonas, ou criar uma proteção interna.

Não tente reparar a rede elétrica por conta própria, chame um técnico especialista no assunto.

Cortes de árvore

O CBMSC realiza o procedimento de retirada de árvores quando estão interditando vias públicas ou quando há risco para uma residência. Não tente cortar árvores que estejam próximas a fiações, por risco de choque elétrico.

Nos casos de risco acione o 193, caso não se enquadre nestas situações, deve ser acionado um serviço particular.

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O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina, atua para agilizar o acesso dos catarinenses atingidos pelo ciclone bomba ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Mas, para que o processo seja concluído, é necessário que as prefeituras preencham o Formulário de Informação de Desastres (FIDE) do Governo Federal.

Após a conclusão dos trabalhos de cadastro de todas as áreas atingidas, o Governo do Estado vai solicitar o reconhecimento do Governo Federal para a liberação do Fundo. O saque poderá ser feito em até 90 dias após a liberação.

“Para que o FGTS seja colocado à disposição precisamos que as prefeituras agilizem o processo de cadastramento de todos os afetados pelo fenômeno”, comentou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr. Ele destaca que apenas os moradores comprovadamente afetados terão direito ao saque.

Apoio técnico aos municípios

Para dar suporte às cidades catarinenses e agilizar a solicitação de recursos federais para as ações de reconstrução, o Ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria de Defesa Civil Nacional, disponibilizou um canal de comunicação virtual. O objetivo é estreitar o contato entre os servidores dos municípios atingidos pelo ciclone e os técnicos que farão a análise das solicitações.

No espaço é possível esclarecer dúvidas sobre o cadastramento no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID) e adequação dos planos de trabalho. As salas permitem acessos simultâneos, o que possibilita, inclusive, a comunicação entre os municípios e troca de experiências.

O funcionamento das salas ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. No caso de uma demanda maior do que a capacidade disponível, será realizado agendamento prévio.

Para acessar a sala virtual basta clicar neste link e seguir os passos indicados nas imagens.

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Em apoio aos municípios atingidos pelo ciclone bomba, registrado na última semana, o Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), está realizando a entrega de itens de assistência humanitária (IAH) em todo território catarinense.

Até o momento foi liberado para os municípios  65.470 telhas, 4.670 cumeeiras, pregos, parafusos, kits de higiene pessoal, cestas básicas, além de colchões de casal e de solteiro.

Os produtos são disponibilizados após a solicitação das prefeituras. Segundo o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr, é primordial que os municípios agilizem o levantamento de informações para que os itens de assistência humanitária sejam encaminhados. “Essa é a prioridade agora, nós temos previsão de chuva para a próxima segunda-feira, 06, e ainda temos diversas residências que precisam de telhas”, disse.

A estrutura do Governo de Santa Catarina permanece em campo, prestando auxílio para todas as regiões no levantamento das demandas para garantir rapidez na entrega dos IAHs. “A partir da chegada da solicitação os materiais são entregues em até 24 horas.”, finalizou João Batista.

O Prefeito de Garuva, Rodrigo Adriane Davi, cidade mais atingida pelo ciclone, comentou que o apoio da DCSC foi importante e ocorreu desde o primeiro momento com o envio de materiais. “O Trabalho continua e vamos reconstruir nossa cidade”, completou.

>>> Confira o que já foi entregue aos municípios

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Fotos: Flavio Júnior/ DCSC

No terceiro dia de trabalho integrado das estruturas de Defesa Civil, federal, estadual e municipais, em solo catarinense, neste domingo, 5, a comitiva liderada pelo secretário Nacional, Alexandre Lucas Alves, e pelo chefe estadual, João Batista Cordeiro Júnior, cumpriu roteiro na região do Vale do Itajaí e região Norte.

Foram realizadas visitas técnicas nos municípios de Presidente Nereu, Taió, Rio do Sul, José Boiteux e Blumenau. Os trabalhos se encerraram na região Norte, no município de Garuva, que foi o mais atingido pelo ciclone da última terça-feira.

Tendo percorrido nos últimos dias as regiões afetadas pelo ciclone no Estado, o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, destaca que esse trabalho é uma recomendação do presidente Jair Bolsonaro, com foco na proposta ‘menos Brasília e mais Brasil’. “Nós que somos gestores de políticas públicas devemos ir até os municípios, porque é no município que acontecem as coisas. É fundamental conhecer as angústias dos prefeitos e das comunidades, principalmente, numa situação de desastre como essa”, disse.

Para o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, João Batista, a presença do Governo Federal, na figura do secretário Alexandre Alves, junto da estrutura estadual da Defesa Civil e dos municípios, as ações emergenciais de resposta e auxílio estão sendo realizadas de forma bastante efetiva. João Batista relata que os materiais estão sendo entregues em todas as regiões, especialmente as telhas como foi o caso de Lages e Canelinha neste domingo. “São os itens mais urgentes nesse momento, por conta da previsão de chuvas para as próximas horas”, explica.

Assistência humanitária é prioridade



João Batista informa que na próxima semana terá início o processo de levantamento dos danos materiais, principalmente, das edificações públicas, para que seja providenciada a reconstrução das estruturas. Mesmo assim, deixa claro que o atendimento humanitário segue como prioridade e novamente apela aos gestores municipais. “Quanto mais rápido for o trabalho das prefeituras, a exemplo da assistência social, mais rápido o auxílio chegará às famílias”.

O chefe da Defesa Civil explica que, depois de garantir a segurança da população em situações como esse de desastre climático, o mais importante é realizar o levantamento das necessidades da população, pra que possam ser atendidas com celeridade. Isso inclui a entrega de cestas básicas, colchões, materiais de higiene e limpeza, telhas,entre outros. “São itens que precisam ser entregues com rapidez, mas, para isso, a Defesa Civil precisa receber esses pedidos das prefeituras”.

O secretário Alexandre Alves, que conversou com prefeitos e autoridades municipais durante o dia,constatando o atendimento imediato ás demandas, voltou a elogiar a Defesa Civil catarinense. “O belo trabalho de prevenção, mitigação e resposta que é desenvolvido aqui, torna Santa Catarina um dos estados mais resilientes do Brasil.

Ações emergenciais em Garuva



Por conta das chuvas previstas para as próximas horas, a Defesa Civil mantém trabalho permanente em Garuva, que sofreu o maior impacto entre municípios catarinenses pela passagem do ciclone. Para o chefe da Defesa Civil estadual, a maior preocupação é dar suporte a população que foi bastante atingida. “O Governo do Estado vai continuar apoiando de forma intensa para que a situação seja normalizada o mais rápido possível”, disse João Batista.

Por conta do grande volume de danos causados em residências, até a tarde deste domingo a Defesa Civil já entregou ao município 19.040 telhas de 4 mm,  2.380 cumeeiras de 4 mm, 3.000 telhas de 5mm, 800 telhas de 6mm e 475 cumeeiras de 6mm.

O prefeito Rodrigo Adriani Davi lamenta pelo momento difícil para a administração pública e para a população, visto que o desastre climático acabou destruindo muitas comunidades locais. Mas, acredita que, com o apoio do Governo do Estado será possível superar. “Desde o primeiro momento tivemos o apoio da Defesa Civil Estadual para proteger a população e no suporte de materiais”, destaca.

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Dando sequência ao trabalho de vistoria e assistência humanitária aos municípios catarinenses atingidos pelo ciclone extratropical, na última terça-feira, o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, e o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), João Batista Cordeiro Junior, estiveram neste sábado, 04, na Região Sul do Estado. Em passagem pelos municípios de Praia Grande, Timbé do Sul, Treviso e Laguna, se reuniram com prefeitos e autoridades locais.

Depois de conversar com os gestores, o secretário Alexandre Alves reconheceu que o desastre trouxe consequências muito importantes para os municípios. Segundo ele, a possibilidade de visitar os locais onde as pessoas realmente sofreram o impacto do fenômeno, reforça a necessidade de se agir com rapidez. Alves ainda destacou a qualidade do trabalho da Defesa Civil estadual no processo.

“A gente percebe, mais uma vez, o preparo da Defesa Civil e do Governo do Estado de Santa Catarina, quando chega aqui em Treviso e observa que os materiais para reparo já foram entregues, garantindo conforto e assistência humanitária à população. Isso com certeza levarei como exemplo para os demais estados brasileiros”, disse.

O chefe da Defesa Civil estadual, João Batista Cordeiro Jr, explica que o governador Carlos Moisés exigiu essa resposta rápida logo no início. “Ele disse desde o início que iríamos com recursos próprios resolver a questão da assistência humanitária, para depois discutir a reconstrução dos municípios atingidos”, revela. O chefe da defesa Civil também atribui a agilidade no atendimento à organização financeira. “Com o sistema de registro de preços, já existem contratos firmados para que no caso de sinistro o atendimento seja imediato”.

João Batista reforçou, mais uma vez, a importância dos municípios darem agilidade ao levantamento dos prejuízos, para garantir eficiência e rapidez no atendimento humanitário, nesse primeiro momento, e posteriormente com o apoio na recuperação das perdas.

Prefeitos reconhecem empenho dos governos estadual e federal

O prefeito de Treviso, Jaimir Comin, se disse surpreendido com a visita do secretário Nacional, Alexandre Alves, assim como a presença do chefe da Defesa Civil estadual, João Batista. Também destacou a rápida resposta do Estado, uma vez que o município já havia recebido um carregamento de telhas para reparo das casas danificadas. “Já estamos entregando as telhas a partir de hoje, para que as pequenas casas possam ser cobertas”, disse.

O prefeito de Siderópolis, Helio Roberto Cesa, destaca que os pequenos produtores rurais do município foram bastante prejudicados com a passagem do ciclone. Cesa agradeceu pelo trabalho rápido executado pelas autoridades da Defesa Civil, reconhecendo que a presença de Alves e Batista, trabalhando junto aos prefeitos da região, merece o reconhecimento de todos. “Essa atitude traz a segurança e as condições necessárias para minimizarmos o sofrimento das pessoas nesse momento”.

Neste domingo, 05, os chefes da Defesa Civil estadual e federal pretendem visitar os municípios de José Boiteux, Timbó e Rio do Sul, na região do Alto Vale do Itajaí.

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No quarto dia de buscas, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) encontrou o homem que desapareceu em Brusque, após cair de uma ponte pênsil durante a passagem do ciclone extratropical. A vítima foi encontrada na manhã deste sábado, 04, sem vida.

O corpo do homem, de 28 anos, foi avistado no rio Itajaí Mirim, preso em galhos, a cerca de 700 metros de onde aconteceu o acidente.

Sobre as buscas

O CBMSC empregou mergulhadores e dois binômios – dupla entre bombeiro militar e cão de busca. Participaram da operação o sargento Jacques Romão e o cão Bravo, de Blumenau, além do cabo Carlos de Souza e a cadela Zaara, de Brusque.

O corpo foi encontrado por volta das 9h45min.

Vítimas do ciclone

Agora são 10 óbitos contabilizados pelo CBMSC por conta do ciclone. Segue uma vítima desaparecida, na cidade de Canelinha.

O CBMSC mantém as buscas no Rio Tijucas com duas equipes. Uma equipe de mergulhadores segue em busca subaquática e outra equipe executa a busca superficial.

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O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), está realizando a entrega de itens de assistência humanitária (IAH) para as famílias que tiveram prejuízos com a passagem do ciclone bomba registrado na última semana. Logo que as demandas são recebidas pela DCSC os produtos são liberados para a entrega. Até o momento já foram despachados IAHs para 17 cidades.

Segundo o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr, é importante que os municípios agilizem o levantamento de informações para que os itens de assistência humanitária sejam encaminhados. “Essa é a prioridade agora, nós temos previsão de chuva para a próxima segunda-feira (06) e ainda temos diversas residências que precisam de telhas”, disse.

Todos os coordenadores regionais da DCSC estão em campo prestando auxílio para apoiar no levantamento e dar agilidade no atendimento. João Batista explicou que, a partir da chegada da solicitação, os produtos são entregues em até 24 horas. “Temos que preparar as cidades para a próxima chuva e, por isso, temos que ter agilidade neste processo”, finalizou.

Entregas nos municípios

Em Ipuaçu foram entregues 18 kits de acomodação de casal, 18 colchões de casal e 17 de solteiro. Também serão entregues para o município 529 telhas de fibrocimento. Em Mondaí foram repassadas 238 telhas de seis milímetros e 28 telhas de quatro milímetros.

As telhas também já chegaram ao Sul do Estado. Em Lauro Muller, 800 telhas de cinco milímetros foram disponibilizadas para as famílias atingidas pelo ciclone, e em Treviso foram 1.148 telhas de seis milímetros. Ainda no Sul do Estado, o município de Praia Grande recebeu 1.315 telhas e 93 cumeeiras.

Na manhã deste sábado, 04, o município de Garuva recebeu 8.800 telhas e 1.100 cumeeiras. Também foram disponibilizados para o município de São José um total de 1.407 telhas, 85 cumeeiras e pregos.

Dentre as cidades que já solicitaram os produtos está Monte Carlo, que receberá 1.371 telhas, 88 cumeeiras, pregos para telhas, 40 kits de higiene pessoal e 50 cestas básicas. A cidade de Palhoça, na Grande Florianópolis, vai receber 807 telhas de fibrocimento.

Os carregamentos de telhas e cumeeiras também estão a caminho para Santa Rosa do Sul (350 telhas e 23 cumeeiras), Jacinto Machado (494 telhas), Faxinal do Guedes (19 telhas e 56 cumeeiras), Timbé do Sul (1.088 telhas e 135 cumeeiras), Lages (3.786 telhas), Anita Garibaldi (1.156 Telhas), Água doce (566 telhas e 72 cumeeiras) e Ilhota (429 telhas).

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Foto: Julio Cavalheiro/ Secom

O presidente Jair Bolsonaro garantiu que o Governo Federal irá auxiliar o Estado de Santa Catarina na reconstrução das estruturas danificadas pela passagem de um ciclone extratropical, na última terça-feira. Ele sobrevoou na manhã deste sábado, 04, as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos, duas das mais atingidas pelos fortes ventos.

Após o sobrevoo, o presidente participou de uma reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense. O governador Carlos Moisés acompanhou o encontro por videoconferência.

“Esse é um momento em que o Estado de Santa Catarina necessita de ajuda. Com a presença do presidente Bolsonaro, tenho a certeza de que o Governo Federal está atento a essa nova dificuldade que surge para os catarinenses. Após esse primeiro momento de assistência humanitária, virá a parte da reconstrução, e esperamos que o Governo Federal nos atenda nesse sentido”, destacou Carlos Moisés.

O governador reforçou mais uma vez a importância do alinhamento com o Governo Federal, principalmente, nesse momento de urgência no atendimento à população. “Quando decretamos estado de calamidade pública, o processo abrangeu 135 municípios e hoje o número de cidades afetadas já chega a 185”, disse Carlos Moisés, que agradeceu pela presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro Rogério Marinho e do coronel Lucas, secretário Nacional da Defesa Civil.

Carlos Moisés também solicitou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) modifique os seus protocolos quanto às linhas subterrâneas de energia. Segundo Carlos Moisés, é necessário que se facilite a adoção desse protocolo, para que no futuro possamos evitar danos tão extensos na rede elétrica em caso de desastres climáticos.

A visita do presidente

O presidente Jair Bolsonaro chegou a Santa Catarina pouco antes das 8h20min deste sábado. Ele pousou com o avião presidencial no aeroporto de Florianópolis, onde foi recepcionado na pista pelas autoridades. O presidente permaneceu em solo por aproximadamente 20 minutos, até decolar em um helicóptero para sobrevoar as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos.

O presidente retornou ao aeroporto internacional de Florianópolis por volta de 9h30min. No terminal, participou de reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense para debater a situação. O vôo de volta a Brasília ocorreu por volta de 10h30min.


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