Foto: Divulgação/ DCSC

O Governo do Estado, através da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), está realizando a entrega de telhas nos municípios atingidos pelos tornados e granizo. A ação de logística conta com o apoio das forças-tarefa do Corpo de Bombeiros Militar. Até o momento já foram encaminhadas 29.418 telhas, dentre outros materiais, totalizando 46.412 itens de assistência humanitária. No total, 37 municípios relataram danos em função das tempestades.

“Estamos agilizando a entrega das telhas e todo o suporte necessário para as famílias atingidas”, destacou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Ele reforça que a função do Estado é dar apoio aos catarinenses e toda a assistência necessária está sendo realizada. “Temos previsão de chuvas para os próximos dias e estamos intensificando os trabalhos de entrega das telhas para que as pessoas possam cobrir as residências que foram danificadas.”, finalizou.

>>> Confira mais informações no Informe da Defesa Civil

O 11º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM) de Joaçaba, com apoio das forças-tarefa de Rio do Sul e Lages, está realizando uma operação de ajuda humanitária nas cidades de Catanduvas, Vargem Bonita e Água Doce.

A missão tem o objetivo de minimizar os danos causados pelo evento climático e prestar apoio às famílias atingidas. O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) também está mobilizado na distribuição de telhas e demais insumos. Os trabalhos estão sendo realizados desde a última sexta-feira, 14.

Família relembra momentos de desespero

Durante a entrega das telhas a dona de casa Eliane Batista, moradora do município de Vargem Bonita, relembrou os momentos de pânico que viveu durante a intensa chuva de granizo. “O tempo estava limpo e de repente começou a chuva forte, quando olhamos foi só pedras do tamanho de ovos. Foram cinco minutos de chuva, foi muito triste e assustador” destacou.

Ela relata que todas as telhas da residência quebraram devido à força do granizo. “Minha mãe saiu a pouco do hospital e estava de cadeira de rodas, no momento a abracei e meu filho de nove anos e olhamos chover dentro de casa igual como se estivéssemos na rua”, relatou a dona de casa.

A família recebeu lona, colchões e cesta básica da Defesa Civil. “Vai ajudar bastante porque conseguimos cobrir a casa e agora vamos dormir sossegados. O auxílio que recebemos da Defesa Civil é importante, eu estou desempregada e ajuda está sendo bem-vinda pois toda a cidade foi atingida”, completou Eliane.

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O Portal da Transparência do Poder Executivo, mantido pela Controladoria-Geral do Estado, criou uma consulta exclusiva para despesas relativas ao enfrentamento dos efeitos do ciclone que atingiu Santa Catarina no dia 30 de junho. O objetivo é facilitar o acesso e a análise das informações sobre as despesas feitas para auxílio financeiro aos municípios atingidos pela situação de anormalidade.

Além do valor total do orçamento comprometido - R$ 19, 1 milhões, a consulta traz uma análise detalhada com a possibilidade de filtragem das informações de diversas formas, como por credor ou órgão. A separação foi possível devido à utilização do complemento 120 (ciclone extratropical) utilizado obrigatoriamente nas notas de empenho relativas ao evento.

Para fazer a consulta basta acessar www.transparencia.sc.gov.br e clicar no banner Ciclone 2020, que está logo abaixo do menu principal, junto ao banner da área de despesas do enfrentamento à Covid-19. O gerente de Transparência e Dados Abertos da CGE, Maurício Lyrio, explica que a ideia é disponibilizar, de forma contextualizada, informações sobre temas relevantes à sociedade catarinense. “Tanto no caso da Covid-19 quanto do Ciclone, a contextualização permite aos usuários do Portal da Transparência acompanhar os gastos de forma mais efetiva, ampliando a transparência e o controle social”, avalia Maurício.

Portal da Transparência

É um instrumento de controle social que possibilita ao cidadão acompanhar tudo o que o Estado arrecada em impostos, taxas e outras receitas, bem como a aplicação detalhada desses recursos. O www.transparencia.sc.gov.br também traz os principais programas e serviços da gestão estadual.

CGE é o órgão central do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo. Compete à secretaria controlar e avaliar gastos e políticas públicas, promover a correição, combater a corrupção e fomentar a transparência e o controle social.

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Reconstrução em Tangará. Foto: Flavio Vieira Junior/ DCSC

Os tornados e tempestades que atingiram Santa Catarina na última sexta-feira, 14, provocaram estragos em ao menos 31 cidades catarinenses e danos em pelo menos cinco mil residências. O dado consta no último boletim divulgado pela Defesa Civil, na manhã desta segunda-feira, 17. Os eventos climáticos resultaram em fortes ventos e chuva de granizo em diversas regiões do estado. Uma pessoa morreu e dezesseis ficaram feridas por conta das tempestades.

>> Confira o informe desta segunda-feira da Defesa Civil

A Defesa Civil estadual continua o seu trabalho de assistência aos atingidos. Até o momento, mais de 34,5 mil itens de assistência humanitária já foram entregues. Foram encaminhados para as áreas atingidas 74 rolos de lona, 550 colchões e 20,6 mil telhas, além de cestas básicas.

Dois tornados

Uma avaliação realizada pelos técnicos conclui que houve a formação de dois tornados em Santa Catarina na última sexta-feira. Segundo o Laboratório de Clima da Defesa Civil de Santa Catarina, o primeiro tornado fez um traçado nos municípios de Água Doce, Ibicaré e Tangará. Já o segundo tornado afetou o município de Irineópolis. O Sistema também provocou micro explosões e chuva de granizo intensa, como registrado no município de Vargem Bonita, onde 80% dos telhados de residências foram danificados.

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Até o momento foram registrados 16 feridos, 848 pessoas desabrigadas e 650 desalojados. Quatro municípios estão com abrigos abertos para receber os afetados.

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Fotos: Flavio Vieira Junior/DCSC

>>> Confira os dados atualizados deste domingo no Informe da Defesa Civil 

Os trabalhos das equipes do Governo do Estado seguem neste domingo em apoio aos municípios atingidos pelos tornados e pelas tempestades no Meio Oeste catarinense, na última sexta-feira, 14. Até o momento, 26 cidades relataram estragos provocados pelos fortes ventos e granizo. Uma avaliação mais detalhada em campo concluiu que o sistema provocou dois tornados no Estado.

Segundo o Laboratório de Clima da Defesa Civil de Santa Catarina, o primeiro tornado fez um traçado nos municípios de Água Doce, Ibicaré e Tangará. Já o segundo tornado afetou o município de Irineópolis. O Sistema também provocou micro explosões e chuva de granizo intensa, como registrado no município de Vargem Bonita, onde 80% dos telhados de residências foram danificados.

>>> Veja mais foto na galeria

A Defesa Civil (DCSC) está prestando suporte técnico e encaminhando itens de assistência humanitária conforme a chegada de solicitações dos municípios. Foram entregues até o momento 74 rolos de lona, 550 colchões, kits de acomodação e 70 cestas básicas. Da mesma forma, foi acionada a Ata de Registro de Preços da DCSC para a entrega de 13.230 telhas.

“O Governo do Estado não está medindo esforços para dar todo o suporte necessário às famílias atingidas”, comentou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr. Neste domingo, 16, Cordeiro permaneceu na região e manteve contato com os prefeitos para agilizar o atendimento às vítimas. “Nosso objetivo é dar celeridade ao processo, pois a maior preocupação do Governo do Estado é com o bem estar dos catarinenses”, finalizou.

Até o momento foram registrados 16 feridos, 830 pessoas desabrigadas e 197 desalojados. As defesas civis municipais abriram abrigos para dar suporte aos atingidos. Um exemplo é em Vargem Bonita onde o abrigo foi montado no salão paroquial. “Estamos enfrentando uma situação complicada, mas, juntos e com o apoio da Defesa Civil estamos ajudando as famílias”, comentou a prefeita de Vargem Bonita, Melânia Romam Meneguini. Ela afirmou que o esforço do Governo do Estado está sendo importante. “Vamos reerguer e reconstruir nossa cidade ao lado da população”, completou.

Prejuízos econômicos

Os tornados também trouxeram prejuízos econômicos com a destruição de empresas e indústrias na região. A situação mais complicada está sendo registrada na cidade de Tangará, onde indústrias de grande porte tiveram as instalações destruídas, afetando a vida de milhares de trabalhadores. “Além de dar suporte para a população, também visitamos estas empresas. O Governo do Estado vai buscar alternativas, como possíveis financiamentos para normalizar a produção e assim assegurar os postos de trabalho”, reforçou João Batista.

A prefeitura de Tangará informou que o tornado atingiu 80% das empresas do município. “Estamos solicitando o apoio para que os empresários retomem a produção e não ocorram demissões”, declarou o prefeito de Tangará, Nadir Baú da Silva.

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Fotos: Flavio Vieira Junior/DCSC

Logo após o registro de tornados e tempestades intensas no Meio Oeste catarinense, o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, João Batista Cordeiro Junior, se deslocou até a região para acompanhar os trabalhos.

João Batista relata que algumas cidades da região foram afetadas por tempestades de granizo, tornados e vendavais bastante severos. Segundo ele, em passagem pelo município de Vargem Bonita foi possível observar muitas residências com os telhados destruídos. Cerca de 42 famílias ficaram alojadas em um ginásio de esportes municipal.

>>> Confira o Informe atualizado da Defesa Civil

“Nossa primeira atitude é de socorrer as pessoas, garantindo a integridade física de todos. Depois segue o trabalho de distribuição de lonas, para cobertura emergencial, que já está ocorrendo nesses municípios. Na sequência faremos o levantamento dos prejuízos para entrega de telhas, colchões, sestas básicas e demais itens humanitários”, explica Cordeiro Junior.

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Tornado causa prejuízos em Água Doce

De acordo com o chefe da Defesa Civil estadual, o município registrou grande destruição provocada pela passagem de um tornado. João Batista relata que no local existem muitas casas, galpões de empresas e estruturas públicas completamente destruídos. “Foi um prejuízo muito significativo, sendo que em Água Doce algumas pessoas ficaram feridas e duas estão em estado grave no hospital”, lamenta.

A Defesa Civil segue com o trabalho de distribuição de materiais aos atingidos e continuará visitando os demais municípios da região que registraram danos provocados pelos fenômenos climáticos ocorridos na última sexta-feira, 15.

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Foto: Divulgação/ DCSC

Durante a tarde da última sexta-feira, 14, tempestades severas e tornados foram registrados no território catarinense. Ocorreu o registro de granizo, chuva forte e rajadas intensas de vento, principalmente nas regiões do Extremo Oeste, Oeste e Meio Oeste. Os municípios mais afetados durante a tarde foram Vargem Bonita, Catanduvas, Água Doce, Tangará e Ibicaré, onde rajadas de vento provocaram destelhamento e destruição de edificações.

O monitoramento meteorológico da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) confirmou o registro de tornados nos municípios de Água Doce e Irineópolis, sendo que a distância entre as cidades é de 100 km. O deslocamento da supercélula, com características tornádicas, foi registrado pelo radar meteorológico Oeste entre às 15h30min e 15h35min sobre o município de Água Doce.

>>> Confira o Informe da Defesa Civil 

Informações preliminares apontam que, em Água Doce, 700 casas foram destelhadas e 25 totalmente destruídas, 700 pessoas foram desabrigadas e 25 desalojadas. No município, 11 pessoas foram feridas, sendo duas de forma mais grave. Em Catanduvas, 235 residências tiveram os telhados danificados e duas foram destruídas. No município de Ibicaré foram registrados danos em três comunidades de interior, duas igrejas e dois pavilhões.

Em Tangará ocorreram destelhamentos em todos os bairros, estima-se que 90% das casas e empresas foram atingidas e cinco pessoas ficaram feridas. A Defesa Civil municipal informou que 100 pessoas estão desabrigadas e 20 desalojadas. Já em Vargem Bonita os primeiros números apontam 1300 casas com os telhados danificados, 30 pessoas estão desabrigadas e 20 desalojadas. Os levantamentos ainda estão sendo realizados e informações mais concretas serão divulgadas durante o sábado.

“O atendimento para as pessoas atingidas e os feridos foram prestados pelo Corpo de Bombeiros Militar, SAMU e PMSC”, destacou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Segundo ele, a primeira resposta está em andamento e os levantamentos dos prejuízos estão sendo realizados pelas defesas civis municipais com o apoio da DCSC. “No primeiro momento realizamos a distribuição de lonas e demais itens de assistência humanitária estão sendo disponibilizados para a população”, completou.


Lonas sendo distribuídas no município de Água Doce

Alertas emitidos para a população

Desde o início desta semana o monitoramento da DCSC vem divulgando informações sobre a mudança nas condições de tempo. Já na última terça-feira, 11, foi emitido um boletim de tempo adverso indicando condições de tempo instável no decorrer da semana. Nos dias seguintes a previsão foi atualizada e diariamente foram emitidos Avisos Meteorológicos nos níveis de Observação e Atenção para temporais, com rajadas fortes de vento e risco para granizo.

Apenas nesta sexta-feira, 14), até as 20 horas, foram divulgados 16 alertas de curtíssimo prazo, elaborados com base nas imagens de radar e do satélite GOES 16. Entre as mensagens enviadas para a população e divulgadas no site e redes sociais da DCSC, foram emitidos oito observações, sete atenções e um alerta.

Para receber os alertas da DCSC basta encaminhar uma mensagem de texto SMS para o número 40199, contendo no texto apenas o Código de endereçamento postal do local que deseja receber as informações.

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Fotos: Divulgação/ PMRv

Em decorrência das fortes chuvas que atingiram as regiões Oeste e Meio Oeste catarinenses nesta sexta-feira, 14, equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e SAMU estão em campo para prestar auxílio emergencial aos municípios afetados. Até o momento houve registro de danos nas cidades de Água Doce, Catanduvas, Ibicaré, Tangará, Vargem Bonita e Treze Tílias.

A Defesa Civil de Santa Catarina segue acompanhando os eventos meteorológicos que ocorreram no Estado, conforme os alertas emitidos com antecedência. Informações preliminares apontam que a queda de granizo e a passagem de fortes ventos provocaram destelhamentos e queda de árvores. Os levantamentos de danos estão sendo realizados pelas defesas civis municipais.

Por meio de suas coordenadorias regionais, o órgão estadual já está providenciando a distribuição de lonas e demais itens de assistência humanitária.

Alerta para quem trafega pela SC 453

Alguns pontos da rodovia foram bloqueados por conta da queda de árvores, no trecho entre os municípios de Tangará e Ibicaré.

Guarnições da Polícia Militar Rodoviária e do Corpo de Bombeiros foram acionadas e já realizaram a desobstrução da via, porém, os motoristas devem ficar atentos aos galhos e demais materiais que possam estar sobre a pista.

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Instalação em Jaraguá do Sul. Fotos: Flavio Vieira Jr/ DCSC

O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), realizou a entrega de seis kits de transposição (pontes) apenas neste mês de agosto. As estruturas foram instaladas nos municípios de Rio Negrinho, Garuva, Pedras Grandes, Nova Veneza, Corupá e Jaraguá do Sul. As novas pontes substituíram estruturas que foram danificadas por fortes enxurradas e garantiram mais segurança para a circulação dos moradores das localidades beneficiadas.

Nestas ações foram investidos R$ 660,9 mil. A última estrutura foi instalada nesta quarta-feira, 12, na localidade de Rio Cerro I, em Jaraguá do Sul, onde foram investidos R$ 103,5 mil.

A ponte antiga tinha apenas seis metros de comprimento e provocava o estrangulamento e por consequência o represamento do rio que ocasionava alagamentos. A DCSC realizou estudo hidrológico no local e a avaliação apontou que a largura e altura da ponte deveriam ser ampliadas. “De forma preventiva instalamos um kit de transposição com 15 metros de comprimento e um metro e meio acima da cota de inundação para garantir que a estrutura suporte eventos extremos com até 50 anos de recorrência”, explicou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr.

De acordo com ele, essa iniciativa do Governo do Estado representa um cuidado também com as infraestruturas afastadas dos grandes centros. “É um investimento em todo território catarinense que, além de grandes obras, está focado nas estradas vicinais por onde escoam as riquezas produzidas em Santa Catarina”, finalizou João Batista.

Segundo o presidente da Associação de Moradores do local, Elias de Lima, a comunidade sempre sofria em períodos de enchente ampliando o deslocamento dos moradores em dezenas de quilômetros, já que a ponte antiga era sempre levada por enxurradas. “É de grande importância porque a nossa região tem poucos acessos, pontilhões estreitos e de madeira. Essa ponte vai proporcionar mais segurança para os moradores e para as crianças que utilizam o transporte escolar. Estamos animados com a comunidade sendo contemplada com essa ponte, que também liga ao bairro vizinho Rio da Luz”, completou.

A DCSC já realizou a instalação de 407 Kits de transposição de concreto em todas as regiões do estado. O projeto prevê a parceria com os municípios que ficam a cargo da construção das cabeceiras. A DCSC realiza o transporte e montagem das estruturas pré-moldadas. A ação é destinada para o apoio de reconstrução após eventos climáticos que venham a danificar ou destruir pontes.

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Montagem em Nova Veneza. Fotos: Flavio Vieira Jr / DCSC

O Governo do Estado realizou nos últimos dias a entrega de três novas pontes por meio do projeto de kits de transposição de concreto da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC). O investimento total por parte do Estado foi de R$ 463,7 mil. As estruturas foram instaladas nos municípios de Rio Negrinho, Pedras Grandes e Nova Veneza.

Na ação, foram substituídas antigas pontes de madeira que foram danificadas durante fortes enxurradas. O projeto garante mais segurança para na mobilidade das pessoas que trafegam nas localidades, o escoamento da produção agrícola e também o turismo.

Um destaque foi a última estrutura entregue que foi montada na comunidade de São Bento Alto, em Nova Veneza, onde foram utilizados dois kits de transposição unidos por um vão central. Desta forma, foi possível a transposição do rio com uma estrutura de 30 metros de comprimento.

“A instalação de kits de transposição, além de ser uma ação de resposta, é preventiva”, comentou o chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Segundo ele, as estruturas são montadas acima da cota de inundação, ampliando a vazão dos rios. “Quando investimos em estruturas de qualidade, estamos valorizando os recursos públicos com ações duráveis e eficientes”, completou.

Apenas neste ano já foram montadas 16 kits de transposição. Nas próximas semanas serão realizadas instalações nos municípios de Corupá, Jaraguá do Sul, Pedras Grandes, Orleans e Rio do Campo, onde serão investidos R$ 369,8 mil. No total, o projeto já realizou a montagem de 405 estruturas em toda Santa Catarina.

Kits de transposição

O projeto de Kits de transposição é uma parceria entre o Governo do Estado e os municípios catarinenses. Após ser firmado o termo de cooperação, os municípios ficam responsáveis apenas pela construção das cabeceiras e a Defesa Civil Estadual (DCSC) fica a cargo do transporte e montagem das estruturas pré-moldadas. A ação é destinada para o apoio de reconstrução depois de eventos climáticos que venham a danificar ou destruir pontes.

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Ocorrência em São Francisco do Sul em 2013. Fotos: Divulgação / CBMSC

A trágica explosão na região portuária de Beirute, que deixou mais de 100 mortos e cerca de 4 mil feridos na última terça-feira, 4, tem semelhanças com o incidente ocorrido no porto em São Francisco do Sul, em setembro de 2013. É o que explica o diretor da Academia de Perícias do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP/SC), Rogério Tocantins.

 “As informações que chegaram ainda são muito dispersas, mas de acordo com o que já foi divulgado, na explosão de Beirute, há a presença de nitrato de amônio, não se sabendo ainda ao certo tratar-se de nitrato de amônio puro ou de compostos fertilizantes à base de nitrato de amônio”, afirma.

Segundo ele, os fertilizantes à base de nitrato de amônio entram em decomposição térmica em temperaturas acima de 210°C. Como o fertilizante não é um material combustível, geralmente essa decomposição térmica ocorre quando há um incêndio (ou uma outra fonte de calor) nas proximidades da carga de fertilizante. Os fertilizantes à base de nitrato de amônio com concentrações superiores a 60% de nitrato de amônio em sua composição possuem risco de explosão, principalmente quando envolvidos em situações de incêndio, que promove uma súbita decomposição térmica que pode evoluir para uma detonação, como ocorreu em Beirute.

São Francisco do Sul

Tocantins destaca que em São Francisco do Sul foi semelhante a questão da decomposição térmica, porém o fator que desencadeou a decomposição térmica autossustentável foi uma combinação de fatores de acidez produzida pela absorção de umidade, aliada à presença de cloreto, catalizador da decomposição térmica. Fazendo assim com que a decomposição acontecesse em temperaturas próximas de 50°C.

“Apesar de ter sido noticiado como um ´incêndio químico’ não houve incêndio, não houve presença de chama. O material fertilizante de São Francisco do Sul tinha uma composição de 60% de concentração de nitrato de amônio, sendo, portanto, passível de explosão”.

Isso significa que o fato de não ter ocorrido incêndio em São Francisco do Sul foi fator preponderante para que a tragédia não fosse ainda maior.

“Se tivesse ocorrido um incêndio em São Francisco do Sul, a explosão teria uma magnitude duas ou três vezes maior que a de Beirute, já que havia 10 mil toneladas de material em São Francisco do Sul contra 2,7 mil toneladas em Beirute”, detalha o diretor do IGP.

Impactos na população

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar de SC, na ocasião os moradores da cidade precisaram evacuar o local, inclusive os pacientes de um hospital, tamanho risco provocado pela reação. Mais de 150 pessoas foram hospitalizadas em Santa Catarina devido a intoxicações e mais de 10 mil foram atingidas pela fumaça em sete bairros do município.

Foram necessários três dias de combate, em que foi evitada uma possível explosão. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou que a fumaça de São Francisco do Sul chegou ao litoral sul de São Paulo.

Em Santa Catarina a situação foi controlada no dia 27 de setembro, utilizando técnicas para resfriamento do galpão - que chegou a 265 graus de temperatura, com a participação de 200 bombeiros, entre outras instituições.

Sobre o nitrato de amônio

A substância se apresenta como pó ou grânulos solúveis e não deve ser aquecida. Quando exposto a temperaturas acima de 280°C, as reações podem resultar em uma explosão. O material, além de ser utilizado na fabricação de fertilizantes, é um importante insumo na fabricação de explosivo.

Armazenamento

Rogério também alerta sobre a atenção para a necessidade de se reforçar o controle das cargas transportadas e armazenadas. “Depois do caso em São Francisco houve uma regulamentação de controle do armazenamento deste material. Esse material não pode ser armazenado em grande quantidade”, lembra.

Sistemas Preventivos são essenciais nestas situações

É de extrema importância frisar que em São Francisco do Sul não haviam sistemas preventivos e nem liberação junto ao Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) para o funcionamento do galpão. Isso quer dizer que a ocorrência poderia ter sido minimizada em caso de regularização.

Depósitos não são ocupações comerciais

Os depósitos se constituem em uma ocupação específica e precisam seguir as normas segurança contra incêndio e pânico, apresentando os sistemas preventivos, como extintor de incêndio, saídas de emergência, sistema hidráulico preventivo, sistema de alarme, sinalização para abandono de local, iluminação de emergência nos ambientes de circulação e em alguns casos sistemas de chuveiros automáticos para combate a incêndios. Além disso, neste caso, caberia à empresa ter uma brigada de incêndio.

É preciso ter ainda um atestado de vistoria para funcionamento.

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