Foto: Divulgação / DCSC

Técnicos da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) estão vistoriando as regiões mais afetadas pela estiagem. Nesta segunda-feira, 23, o trabalho foi realizado nos municípios de Coronel Martins e Modelo. Os profissionais visitaram as comunidades rurais mais afetadas e já analisam as condições para o aporte de reservatórios para as ações de mitigação. Nesta terça-feira, 24, as ações serão concentradas no Extremo Oeste catarinense.

A força-tarefa da DCSC também está analisando as estratégias utilizadas e que são colocadas em prática pelas prefeituras, através das defesas civis municipais, que recebem o apoio técnico constante das coordenadorias regionais do órgão estadual. As ações estão pautadas na lei 12.608/2012 que estabelece a política nacional de proteção e defesa civil, que define as funções delegadas a cada ente da Federação. Desta forma, outro foco das vistorias é fornecer informações aos municípios sobre o apoio realizado pelos governos do Estado e Federal, bem como o acesso a itens de assistência humanitária para minimização dos efeitos da estiagem.

Segundo o diretor de Gestão de Desastres da DCSC, Aldrin de Souza, a situação observada em campo é crítica e deve se agravar em função da tendência hidrológica. “Observamos cursos de água e nascentes com pouca água, poços secando e a população com dificuldade de captação em fontes superficiais. A lavoura está sofrendo perdas, principalmente de milho, que apresenta crescimento inadequado para a época”, relatou.

Ele completou destacando a dificuldade dos municípios de manter a capacidade dos reservatórios de água. “Em muitas localidades está sendo realizado o transporte de água para a dessedentação animal e alguns municípios já começam apontar a necessidade para o abastecimento humano. O que temos comprovado em campo é uma situação grave na região Oeste de Santa Catarina.”, reforçou Aldrin.

Ações de Apoio

Além de agilidade na avaliação da documentação para a homologação de situações de emergência para o fornecimento rápido de itens de apoio, um plano de trabalho foi colocado em prática pela Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) para apoiar as regiões atingidas pela estiagem.

Para os municípios com situação de emergência reconhecida, a DCSC está fornecendo reservatórios de 5, 10, 15 e 20 mil litros para ampliar a capacidade de reserva com foco no abastecimento humano, água potável envasada e o kit de transporte de água limpa. O kit é composto por reservatório de polietileno, fitas de amarração de carga, bomba hidráulica e mangueiras. O sistema é montado sobre um caminhão disponibilizado pelas prefeituras.

Até o momento já foram entregues 180 reservatórios de 5 e 10 mil litros para ampliar a capacidade de reservamento nas comunidades. Já com o apoio do Governo Federal, estão sendo disponibilizados recursos para a compra de óleo diesel para o transporte de água e também cestas básicas.

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Em Chapecó, governadora conheceu a realidade da família Bortese, afetada pela estiagem - Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Assim como milhares de pequenos produtores rurais que contribuem para o sucesso do agronegócio catarinense, a família Bortese convive há meses com os efeitos devastadores causados pela estiagem em Santa Catarina. Com a produção dedicada à bovinocultura de leite e avicultura de corte, estimam que a provisão de ração animal não dure mais que 40 dias. Para piorar, a alta demanda pelos insumos esgotou a oferta no mercado, não antes das pastagens, que fatalmente sucumbiram à pior crise hídrica dos últimos 15 anos no Estado.

A grave situação que atinge principalmente o Oeste catarinense foi constatada in loco pela governadora Daniela Reinehr que, durante sua passagem por Chapecó, reservou um tempo para visitar o sítio dos Bortese. Natural do município de Maravilha e produtora rural, a chefe do Executivo catarinense conhece com propriedade as dificuldades enfrentadas. Por isso, além dos R$ 76,6 milhões destinados pelo Governo até aqui, em apoio aos atingidos, a governadora mobilizou sua equipe, reforçou as ações do Estado e ampliou o diálogo com os Poderes, setores produtivos e população.

“Todas as pastas do governo trabalham de forma integrada para garantir agilidade e eficácia nas ações emergenciais de combate à estiagem. Não podemos controlar e nem prever quando vai chover, mas estamos nos esforçando ao máximo para amparar os afetados pela crise, investindo dinheiro e força de trabalho para ajudar essas famílias”, enfatiza.



No início do mês de novembro, Daniela Reinehr criou o gabinete de crise para enfrentamento da estiagem. Com a força-tarefa, o Governo ganha força e agilidade na resposta às demandas da população atingida. A equipe designada para conduzir os trabalhos é composta pela Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural; Instituto do Meio Ambiente (IMA); Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema); Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDE); Defesa Civil e Epagri.

A Secretaria da Agricultura mantém diversos programas de apoio e fomento direcionado ao atendimento, principalmente, dos produtores rurais impactados pela seca. A prioridade é de fomentar a elaboração e execução de projetos para ampliar a captação e o armazenamento de água, entre outras ações emergenciais para combater a estiagem. “Estamos emitindo laudos para prorrogação de dívidas dos produtores e realizando perícias em lavouras financiadas para a obtenção do Seguro Agrícola. Vamos trabalhar incansavelmente para assistir os agricultores atingidos”, declara o secretário Ricardo de Gouvêa.

A Defesa Civil de Santa Catarina elaborou um plano de ação e imprime agilidade na avaliação dos documentos para a homologação de situações de emergência, com o objetivo de acelerar o fornecimento de itens de apoio. Até o momento já foram entregues 180 reservatórios de 5 mil e 10 mil litros, garantindo mais capacidade de armazenamento nas comunidades. Essa ação representa o investimento de pelo menos R$ 275 mil. Com o apoio do Governo Federal, foram disponibilizados recursos para a compra de óleo diesel para os veículos que transportam água e cestas básicas.
A Secretaria Executiva do Meio Ambiente, integrada à SDE, agiliza a liberação de outorgas para perfuração de poços artesianos e divulga quinzenalmente Boletins Hidrometeorológicos.

>>> Confira os programas e investimentos oferecidos pelo Governo do Estado



Ações de prevenção e conscientização de todos

De acordo com o Boletim Hídrico publicado na última quarta-feira, 18, o volume de chuvas nas regiões que mais necessitam de água neste momento, foi abaixo da média histórica. O relatório produzido pela Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), em conjunto com a SDE, aponta que, dos 295 municípios catarinenses, 143 permanecem em condição de normalidade; 83 em estado de atenção; 28 em alerta; e 25 em estado crítico frente a estiagem. Em relação ao boletim anterior, são 15 municípios a mais que enfrentam as situações mais graves.

Além da necessidade de medidas emergenciais de contenção dos prejuízos causados pela estiagem, ações voltadas à prevenção e segurança são fundamentais. Entretanto, muitas das ações que irão garantir um futuro mais seguro, em relação aos prejuízos provocados pela estiagem, se dão a longo prazo. De acordo com o Diretor de Recursos Hídricos e Saneamento da Sema, Leonardo Ferreira, o cidadão tem papel importante para garantir esse cenário.

“É preciso se repensar o consumo da água. Evitar banhos longos e verificar os vazamentos em suas casas, por exemplo. A preservação do meio ambiente, por meio de um consumo mais sustentável e de um descarte correto do lixo, também auxilia na preservação e recuperação de mananciais”, destaca.



A criação do gabinete de crise também ganha importância no processo de elaboração de ações preventivas. Por meio de estudos e monitoramento, a equipe trabalha com informações e dados que garantem uma previsão dos próximos meses. Com a influência do fenômeno La Niña, alterando o volume de chuvas do Estado, não há previsões otimistas para os próximos seis meses, com índice 40% abaixo da média de precipitação para o período. A ideia do Governo é de continuar ampliado o apoio aos atingidos, de modo a minimizar os efeitos de um possível agravamento da crise hídrica.

ATIVIDADES COM MAIOR DESPERDÍCIO DE ÁGUA/DIA:

● Torneira gotejando: 40 litros diários;
● Torneira aberta durante 5 minutos: 80 litros diários;
● Banho de 15 minutos: 243 litros;
● Lavar a calçada com mangueira por 15 minutos: 279 litros.

 

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Foto: Daniel Conzi / Agência AL

O Governo do Estado vai investir mais R$ 3 milhões, com recursos da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), em ações para amenizar os prejuízos causados pela estiagem em Santa Catarina. O recurso será usado na aquisição de reservatórios e no transporte de água para as localidades mais atingidas. A medida foi tomada durante reunião dos chefes da Casa Civil, Ricardo Miranda Aversa, e da Defesa Civil, Aldo Baptista Neto, com o presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), Júlio Garcia, e com o deputado estadual Onir Mocellin na tarde desta segunda-feira, 16.

“Com o advento da estiagem, novas prioridades surgiram no atendimento emergencial à população. Com isso, o Governo de SC propôs à Alesc uma reorganização financeira de recursos já repassados anteriormente para que possamos aplicar cerca de R$ 3 milhões no combate a esse grave problema”, afirmou o chefe da Casa Civil.

Cidades afetadas pela estiagem e que têm seus decretos de situação de emergência homologados poderão fazer a solicitação dos itens que constam na estratégia de enfrentamento. Em Santa Catarina, a estiagem atinge principalmente as regiões Oeste, Meio-Oeste, Extremo Oeste e Planalto Sul.

Para o chefe da Defesa Civil, a estratégia que será disponibilizada para os municípios, com o valor destinado, trará alívio a famílias e comunidades catarinenses que convivem com a falta de água diariamente. “Esse recurso é importante porque nos dá agilidade na resposta à população. Os reservatórios de água vão atender comunidades nas mais variadas atividades”, ressaltou Aldo Baptista Neto.

Para o transporte de água serão usados caminhões basculante adaptados especialmente para a função e equipados com moto bombas, reservatório e mangueiras.

Desde 2019, uma série de medidas vem sendo adotada para monitorar a evolução da estiagem e minimizar os danos. Com este foco, equipes da Defesa Civil percorreram municípios, avaliando cada situação e garantindo que as melhores ações possam ser colocadas em prática.

Recursos para a agricultura

Os R$ 3 milhões somam-se a R$ 39 milhões disponibilizado em 2020 aos agricultores de Santa Catarina para reduzir os prejuízos com a seca e com outros efeitos climáticos. Na última semana, a Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural anunciou um aporte de R$ 15 milhões, também com recursos da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc), que serão investidos em projetos de captação, armazenagem e distribuição de água para produtores rurais em situação de vulnerabilidade social e de médio porte, além do repasse de recursos para os municípios mais afetados.

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Obras incluem trechos da SC-404, no Morro da Lagoa da Conceição   Foto: Arquivo/Secom

O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional, publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 12, as Portarias nº 2.841 e nº 2.842, que juntas autorizam o repasse de recursos na ordem de R$ 2.666.870,41 para Santa Catarina.

>>> Portaria nº 2.841, de 11 de novembro de 2020
>>> Portaria nº 2.842, de 11 de novembro de 2020

Os valores são para execução de obras de contenção de encostas e reconstrução de trechos da rodovia SC-404, no morro da Lagoa da Conceição, e da SC-406, na Barra da Lagoa, em Florianópolis, danificados por desastre natural ocorrido em 2018.

A governadora Daniela Reinehr salienta a importância da boa relação do Estado com o Governo Federal, destacando que o apoio da União é e será fundamental no bom atendimento da população. “São trechos de grande circulação de moradores e visitantes, por isso, são obras essenciais para a segurança de todos”, disse.

A Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE) é responsável pela contratação da empresa executora e supervisão dos trabalhos. O prazo para conclusão dos serviços será de 90 dias a partir da emissão da ordem de serviço.

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Depois do final de semana ensolarado, os catarinenses iniciam a semana com dias chuvosos. A chuva forte atinge determinados locais com temporais isolados nesta segunda-feira, 9, em decorrência de um cavado (área de baixa pressão) que influencia Santa Catarina e favorece chuvas em todo o Estado, especialmente no Litoral.

A condição persiste na terça e quarta-feira, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas, com intensidade moderada a forte em alguns momentos e risco de temporais isolados. As informações são da Epagri/Ciram, que recomendam o acompanhamento das previsões do tempo divulgadas diariamente.

Na quinta e sexta-feira a circulação marítima favorece condição de chuva fraca no Litoral e Vale do Itajaí. Do Oeste ao Planalto, sol entre nuvens com temperatura em elevação.

Chuva traz riscos de alagamentos, mas não ameniza efeitos da estiagem

Infelizmente, o grande volume de chuvas previsto para essa semana não causará impacto no quadro de estiagem em Santa Catarina. Isso ocorre porque as chuvas mais intensas atingem o Litoral catarinense e não o Oeste e Meio-Oeste, regiões mais prejudicadas pela estiagem prolongada. undefined

A Defesa Civil alerta para o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos no Litoral, especialmente na Grande Florianópolis. Fique atento a sinais como: inclinação de postes ou árvores; movimentação de terra perto da sua residência; e rachaduras em muros ou nas paredes da sua casa. Também evite transitar em ruas alagadas ou pontes submersas.

Confira a previsão do tempo detalhada para esta semana

Terça-feira (10/11)
Tempo:
nebulosidade variável com condição de chuva e trovoadas em SC. Na tarde e noite, a chuva ocorre em forma de pancadas, com intensidade moderada a forte em alguns momentos, com risco de temporais isolados.
Temperatura: amena devido a cobertura de nuvens.
Vento: nordeste, fraco a moderado com rajadas no Litoral.
Sistema: cavado (área de baixa pressão) influenciando SC.

Quarta-feira (11/11)
Tempo:
instável com chuva e temporais isolados em SC, devido a formação de um sistema de baixa pressão próximo à costa de SC. No fim do dia, o tempo melhora.
Temperatura: amena devido a cobertura de nuvens;
Vento: nordeste a sudeste, fraco a moderado com rajadas no Litoral.

Quinta e sexta-feira (12 e 13/11)
Tempo:
do Oeste ao Planalto, sol entre nuvens. No Litoral e Vale do Itajaí, nebulosidade variável com condição de chuva fraca, especialmente na madrugada, manhã e noite, devido a circulação marítima.
Temperatura: em elevação, mais alta no Oeste e Meio-Oeste.
Vento: sudeste a nordeste, fraco a moderado.

*Gilsânia Cruz - Meteorologista (Epagri/Ciram)

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Foto: Aires Mariga / Epagri

A estiagem, mais crítica nos dois últimos meses, principalmente, no Oeste, Planalto Norte e Vale do Itajaí, marca o 12º Boletim Hidrometeorológico Integrado do Estado. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira, 09, pela Secretaria Executiva do Meio Ambiente (SEMA), integrada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), em conjunto com a Defesa Civil.

Dentre os 295 municípios catarinenses, 160 estão em estado de normalidade; 88 em atenção; 23 em alerta; e 10 em estado crítico frente à estiagem. Outros 14 municípios ainda não encaminharam informações sobre a atualização de sua situação.

De acordo com o Diretor de Recursos Hídricos e Saneamento da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (SEMA), Leonardo Ferreira, a precipitação ficou muito abaixo da média climatológica em todas as regiões. “Outubro é um dos meses mais chuvosos do ano em Santa Catarina. No Oeste, por exemplo, eram esperados entre 190 e 250 mm. No entanto, o observado no mesmo mês de 2020 foi bastante diferente, com valores ficando entre 120 e 200 mm abaixo da média. No Vale do Itajaí e Planalto Sul, as anomalias ficaram abaixo dos 120 e 160 mm. Já nas demais regiões, ficaram inferiores aos 40 a 120 mm, de uma maneira geral”, destaca.

Períodos sem chuva

Ao todo, foram mais de 20 dias sem chuva durante o mês de outubro em grande parte das regiões. Na área que vai da Grande Florianópolis até o Litoral Norte, este número foi menor que no restante do Estado, com valores entre 15 e 20 dias.

“Isso se explica devido à circulação marítima, no qual favoreceu uma frequência maior de dias precipitantes nas regiões do Estado banhadas pelo mar”, explica Ferreira.

Impactos nos serviços

As regiões Oeste, Meio-Oeste, Extremo-Oeste e Planalto Sul são as mais atingidas pela estiagem. Entre os municípios que apresentaram impactos nos serviços de abastecimento urbano em Santa Catarina, já foram adotadas medidas pelos prestadores de serviço de abastecimento  em Anchieta, Bom Jesus do Oeste, Cordilheira Alta, Formosa do Sul, Monte Carlo, Navegantes, Nova Itaberaba, Santa Helena, Santa Terezinha e São Miguel da Boa Vista.

“A estiagem em Santa Catarina vem sendo registrada desde junho de 2019, mas, agora, no segundo semestre, o problema voltou a se agravar de uma maneira muito intensa. Para auxiliar os municípios em estado crítico, a SDE, por meio da SEMA, vem dando agilidade nas análises técnicas de pedidos de outorgas para perfuração de poços artesianos, entre outras ações, que somam com demais atividades de mitigações que estão sendo desempenhadas pelas demais secretarias estaduais”, frisa o secretário executivo do Meio Ambiente, Celso Albuquerque, ao mesmo tempo em que enfatiza a necessidade do uso racional e consciente da água.

O boletim também tem a participação da Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) e da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (Aris). 

"O problema da estiagem vem causando grande preocupação, ainda mais às vésperas do verão, período em que cresce exponencialmente o número de pessoas em regiões litorâneas do Estado.Já solicitamos aos prestadores de serviço os planos de emergência contendo as medidas necessárias para enfrentar a situação e garantir o abastecimento regular da população", finaliza o Diretor de Saneamento Básico da Aresc, Elmis Mannrich.

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Foto: Flavio Vieira Jr / DCSC

Uma reunião realizada na sede Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), nesta quarta-feira, 28, debateu o projeto para a construção de uma constelação de nanossatélites brasileiros, que serão desenvolvidos e construídos com o potencial tecnológico catarinense. Os equipamentos poderão ser utilizados nas áreas de proteção e defesa civil, meio ambiente, meteorologia e agricultura.

A iniciativa reuniu representantes da DCSC, Agência Espacial Brasileira (AEB), Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) Comissão Parlamentar Aeroespacial e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Durante o encontro, o projeto de nanossatélites recebeu o nome de Constelação Catarina. Ficou definido que o equipamento piloto deve ser lançado em 2021. Para a primeira etapa do projeto, que deve ser realizada até 2024, estão previstas a construção e lançamento de outros 12 satélites.

“São satélites de baixo custo mas que incorporam grande tecnologia”, comentou o diretor de governança da AEB, Cristiano Augusto Trein. Segundo ele, além de trazer benefícios para sociedade com o fornecimento dos mais diferentes dados também vai gerar empregos.

“O Setor Espacial é uma infraestrutura para o país que atende diversos setores econômicos como educação e saúde. Aqui em Santa Catarina temos o desafio dos eventos climáticos e se a Defesa Civil não estiver preparada a população sofre com as consequências e dificuldade de resposta”, disse o presidente da AEB, Carlos Moura. Ele completou explicando que a proposta é melhorar a coleta de informações, desenvolver novas aplicações e transformar o Estado em um novo polo aeroespacial brasileiro.

O chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, Aldo Baptista Neto, reforçou que o projeto vai fornecer produtos fundamentais que vão melhorar e ampliar ainda mais a capacidade de interpretação de dados para a identificação de eventos meteorológicos. “O nosso estado possui uma exposição a desastres naturais e aprendeu com isso. Sabemos que o Brasil evoluiu e em Santa Catarina não foi diferente. Conhecemos nossas vulnerabilidades e investimos para reduzir os prejuízos e garantir a segurança dos cidadãos e turistas.”

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A Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) irá promover, de 13 a 15 de outubro, uma série de palestras para marcar a Semana Internacional de Proteção e Defesa Civil. Neste ano, em função da pandemia de Covid-19, os eventos serão na modalidade de webnários e trarão palestrantes de renome nacional e internacional. Os eventos serão abertos para toda a comunidade e transmitidos no Youtube e Facebook do órgão estadual.

Além de capacitar profissionais da área e gestores municipais, a semana tem o objetivo de fortalecer a cooperação, a resiliência e o debate sobre o tema Proteção e Defesa Civil, sempre com o foco na redução de risco de desastres.

“Não podemos evitar que o desastre aconteça, mas podemos mitigar os efeitos provocados preparando a comunidade com capacitações, treinamentos e da conscientização”, destacou o diretor de Gestão da Educação da DCSC, Alexandre Corrêa Dutra. Segundo ele, a conscientização da população é fundamental para a percepção de risco.

Já o chefe da DCSC, Aldo Baptista Neto, reforça que, por meio da integração entre os órgãos de proteção e defesa civil e a sociedade, é possível trabalhar a construção de uma sociedade resiliente. “A Defesa Civil somos todos nós, assim cada catarinense pode fazer a sua parte e juntos podemos preservar vidas e reduzir os prejuízos”, ressaltou.

Palestras

A “Governança do risco de desastres” é tema do Dia Internacional da Redução do Risco de Desastres deste ano, comemorado no dia 13 de outubro. As atividades da Semana Internacional de proteção e Defesa Civil começam em SC na próxima terça-feira, 13, com o tema “Governança de Riscos e Desastres, Fortalecendo e Conectando ações. Na quarta-feira, 14, a temática será “Estiagem em Santa Catarina: Um raio x da problemática e o papel da defesa civil na promoção da resiliência”. O ciclo de capacitações encerra na quinta-feira, 15, quando será abordado o tema “Construções resilientes na gestão de riscos de desastres”. 

Confira a programação:

13 de outubro, terça-feira - 17h

Governança de riscos e desastres, fortalecendo e conectando ações

Palestra: As Estratégias para Estabelecer a Governança Adotados pela DCSC.
Aldo Baptista Neto, chefe da DCSC

Palestra: A Governança do Comportamento Preventivo e a Cognição das Decisões Assertivas.
Naiara Augusto, secretária Executiva de Integridade e Governança do Governo de Santa Catarina

Palestra: Governança e Fatores Condicionantes de Colaboração na Gestão de Crise.
Marino Luiz Eyerkaufer, professor da Universidade do Estado de Santa Catarina

Mediador
Alexandre Corrêa Dutra, diretor de Gestão da Educação da DCSC

14 de outubro, quarta-feira – 17h

Estiagem em Santa Catarina: um raio x da problemática e o papel da defesa civil na promoção da resiliência

Palestra: Estiagem em SC: contribuições do estudo realizado no Oeste Catarinense.
Mário Jorge C. C. Freitas, ABP-RRD e Consultor

Palestra: Monitoramento e Alerta: informações para o planejamento integrado.
Frederico Rurdoff, Coordenador de Monitoramento e Alerta da DCSC.

Palestra: Ações DCSC 2019/2020 na mitigação a Estiagem em SC: Horizontes de curto, médio e longo prazo.
Víctor Luís Padilha, Eng. Hidrólogo da DCSC.

Mediador
Aldrin de Souza, diretor de Gestão da Desastres da DCSC

15 de outubro, quinta-feira – 17h

Construções resilientes na gestão de riscos de desastres

Palestra: Construções resilientes a inundações e a adaptação das edificações.
David Proverbs, Prof. de Gestão de Construção e Reitor da Faculdade de Computação, Engenharia e Ambiente Construído da Universidade de Birmingham.

Palestra: A importância dos projetos de terraplenagem nas construções urbanas.
Ana Carolina Colombo, assessora técnica da DCSC.

Palestra: Mudança de paradigmas para construções resilientes em eventos climáticos extremos.
Luciano Peri, Coordenador Regional da DCSC.

Mediador
Caroline Margarida, gerente de Capacitação e Ensino da DCSC.

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Foto: Arquivo / CBMSC

Para auxiliar no combate aos incêndios florestais no Mato Grosso do Sul, 22 bombeiros militares de diversas regiões catarinenses foram acionados e começam o deslocamento para a operação nesta sexta-feira, 2. Na manhã de sábado, 03, todas as equipes de Força-Tarefa do Corpo de Bombeiros Militar de SC (CBMSC) se reúnem no posto da Polícia Rodoviária Estadual de Francisco Beltrão, no Paraná, para iniciar o comboio até o Mato Grosso do Sul.

Os 22 bombeiros militares são dos seguintes batalhões: 2ºBBM (Curitibanos), 4ºBBM (Criciúma), 11ºBBM (Joaçaba), 12ºBBM (São Miguel do Oeste), 13ºBBM (Balneário Camboriú), 14ºBBM (Xanxerê) e 15ºBBM (Rio do Sul). 

“Esses bombeiros militares irão atuar pelo período inicial de 10 dias na região do Pantanal, no município de Corumbá. Esperamos que possam contribuir e minimizar os impactos dos incêndios florestais na região”, destaca o subomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de SC (CBMSC), Coronel BM Ricardo José Steil.

Estão sendo enviadas à região cinco viaturas com kit pick-up, um caminhão e equipamentos como motosserras, mochilas costais, abafadores/batedores, facões, soprador, pinga fogo, retardante, foices, Pulaskis, mcleads, machado, enxadas, rastelos, camelbags, drone, GPS e rádios de comunicação.

O que são as Forças-tarefa

Criadas em 16 de janeiro de 2011, as Forças-Tarefa (FTs) do CBMSC são equipes multidisciplinares, estruturadas para atendimentos em casos de situação extrema, desastres naturais ou calamidades públicas. São 14 equipes, com 274 bombeiros militares, e subordinadas ao Subcomando Geral, responsável pela parte operacional da corporação. 

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Foto: Divulgação / CBMSC

O Governo do Estado autorizou o deslocamento de bombeiros militares de Santa Catarina para atuar no combate aos incêndios no Mato Grosso do Sul. A corporação sinalizou que tem condições de enviar inicialmente 22 bombeiros, que compõem as Forças-Tarefa, com capacitação e equipamentos para o enfrentamento a incêndios florestais.

Os ajustes finais estão em andamento e as Forças-Tarefa podem estar prontas e se deslocarem nesta sexta-feira, 2. Eles darão apoio pelo período inicial de 10 dias em operação no local e, se necessário, serão substituídos por nova equipe depois deste período.

“As nossas Forças-Tarefa possuem bombeiros militares treinados para atuarem especificamente em ações extraordinárias, como essa, e certamente ajudará o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul a atender essa ocorrência, que assola a população local”, ressalta o subomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de SC (CBMSC), Coronel BM Ricardo José Steil.

O que são as Forças-tarefa

Criadas em 16 de janeiro de 2011, as Forças-Tarefa (FTs) do CBMSC são equipes multidisciplinares, estruturadas para atendimentos em casos de situação extrema, desastres naturais ou calamidades públicas. São 14 equipes, com 274 bombeiros militares, e subordinadas ao Subcomando Geral, responsável pela parte operacional da corporação. 

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