Foto: Divulgação / CBMSC

O Governo do Estado autorizou o deslocamento de bombeiros militares de Santa Catarina para atuar no combate aos incêndios no Mato Grosso do Sul. A corporação sinalizou que tem condições de enviar inicialmente 22 bombeiros, que compõem as Forças-Tarefa, com capacitação e equipamentos para o enfrentamento a incêndios florestais.

Os ajustes finais estão em andamento e as Forças-Tarefa podem estar prontas e se deslocarem nesta sexta-feira, 2. Eles darão apoio pelo período inicial de 10 dias em operação no local e, se necessário, serão substituídos por nova equipe depois deste período.

“As nossas Forças-Tarefa possuem bombeiros militares treinados para atuarem especificamente em ações extraordinárias, como essa, e certamente ajudará o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul a atender essa ocorrência, que assola a população local”, ressalta o subomandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de SC (CBMSC), Coronel BM Ricardo José Steil.

O que são as Forças-tarefa

Criadas em 16 de janeiro de 2011, as Forças-Tarefa (FTs) do CBMSC são equipes multidisciplinares, estruturadas para atendimentos em casos de situação extrema, desastres naturais ou calamidades públicas. São 14 equipes, com 274 bombeiros militares, e subordinadas ao Subcomando Geral, responsável pela parte operacional da corporação. 

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A união dos governos federal e estadual resultou em uma ação aguardada há décadas no Médio Vale do Itajaí. O governador Carlos Moisés autorizou nesta quarta-feira, 30, a abertura de processos de licitação para a contratação de projetos e obras relativas à recuperação da barragem de José Boiteux. O ato ocorreu em uma solenidade virtual na sede da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), em Florianópolis. Ao todo, as obras vão beneficiar 15 municípios e oito aldeias indígenas que estão situados no entorno da barragem Norte. O projeto de recuperação da barragem deverá ultrapassar R$ 22 milhões em investimentos.

“Este governo assumiu um compromisso com a população da região de não somente recuperar a barragem, mas de realizar também o estudo de impacto ambiental para garantir segurança e assistência adequadas às famílias do entorno. O Governo Federal também se sensibilizou com este pleito e não mediu esforços para atender esta prioridade que é de Santa Catarina. A barragem Norte operando de forma plena e segura é fundamental para o sistema de prevenção e resposta às situações de enchentes no Estado”, afirmou o governador.

 Em razão dos danos causados em componentes hidráulicos, elétricos e mecânicos, desde 2014, a Defesa Civil vem operando a barragem de forma emergencial por meio de bombas hidráulicas externas.

Autorizações

Para que a barragem volte a operar normalmente, o governador Carlos Moisés autorizou nesta quarta-feira, 30:

⁃ Abertura de licitação para contratação de serviços de inspeção de segurança, comissionamento dos equipamentos e elaboração de projeto para a recuperação da barragem. O investimento é de R$ 256,2 mil;

⁃Abertura de licitação para contratação de empresa especializada em serviços de engenharia para concluir o canal extravasor do vertedouro da barragem Norte, em José Boiteux. O investimento é de R$ 7,4 milhões;

⁃Com R$ 1,9 milhão em recursos da Defesa Civil do Estado, abertura de licitação para a contratação de empresa para elaboração do componente indígena para a regularização do processo de licenciamento ambiental e do estudo ambiental para a construção do canal extravasor.

Ao todo, o Governo Federal vai investir mais de R$ 20 milhões na obra de recuperação da barragem Norte, em José Boiteux.

“O esforço integrado exigiu muito estudo e cautela por se tratar de uma construção que é Federal e que está dentro de uma área indígena. Conseguimos superar os obstáculos e contemplar projetos que vão dar condições para a barragem cumprir seu papel na contenção de cheias, sem descuidar das comunidades que têm suas realidades afetadas durante a operação da barragem. É um momento histórico para Santa Catarina”, destacou o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, Aldo Baptista Neto.

Representante das lideranças indígenas, o cacique Brasílio Pripá também afirmou que o momento representa a sensibilidade do Governo do Estado com as pessoas que vivem em comunidades no entorno da barragem. “Vínhamos buscando esse compromisso há vários governos, durante décadas, e agora, o governador Carlos Moisés atendeu nossa reivindicação para que esse estudo de impacto fosse realizado no local. O momento é de agradecimento”, frisou Pripá.

O secretário Nacional de Segurança Hídrica, Sérgio Costa, também acompanhou a solenidade de forma virtual e disse que é uma conquista importante para Santa Catarina. “Teremos ampliada ainda mais a segurança hídrica e da população catarinense”, disse.

Também de forma virtual, o prefeito de José Boiteux, Jonas Pudewell, agradeceu a ação integrada que vai garantir mais segurança e qualidade de vida à população do município. “É um momento de muita satisfação. Uma luta antiga e que agora vamos dar o pontapé inicial para uma obra muito aguardada aqui na região”, expressou.


Foto: Mauricio Vieira / Secom

Barragem Norte

Colocada em operação em 1922, a barragem Norte, em José Boiteux, é a maior barragem de contenção de cheias do país, com o volume de 357 milhões de metros cúbicos. Localizada no rio Hercílio, conhecido como Itajaí do Norte, é a principal ferramenta de contenção de cheias do Médio Vale do Rio Itajaí até sua foz, em Itajaí.

O controle de cheias oferecido pela barragem beneficia diretamente os municípios de José Boiteux, Presidente Getúlio, Ascurra, Rodeio, Vitor Meireles, Indaial, Ibirama, Timbó, Blumenau, Gaspar, Botuverá, Ilhota, Itajaí, Brusque e Navegantes.

No entorno da barragem Norte, estão estabelecidas comunidades indígenas distribuídas em oito aldeias, totalizando aproximadamente 2,9 mil integrantes.

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Nesta segunda-feira, 28, teve início o 4º Exercício de Ajuda Humanitária, desenvolvido pela Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) e pelo Exército Brasileiro, através da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada. As equipes trabalharam simultaneamente na coordenação estadual da operação, no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd), na capital, e no deslocamento de tropas para a cidade de Tubarão, que será o palco para as ações simuladas. O treinamento conta com a participação do Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC), Polícia Militar (PMSC), Polícia Civil (PCSC), Departamento de Administração Prisional (DEAP) e Marinha do Brasil.

Nos últimos 15 dias o cenário do treinamento vem sendo preparado para garantir o máximo de realismo aos profissionais. Para isso, também foram criadas ocorrências fictícias que são direcionadas aos órgãos envolvidos, por meio de mensagens como alertas e boletins meteorológicos e hidrológicos. Durante o treinamento, os profissionais enfrentarão os mais diferentes cenários de resgates, transporte de vítimas, transposição de áreas alagadas e até mesmo evacuação de presídio.

“É uma oportunidade para que a Defesa Civil e os órgãos de resposta catarinenses possam integrar os recursos e realizar a troca de inteligência, dados e informações em tempo real, construindo estratégias conjuntas”, comentou o Chefe da DCSC, Aldo Batista Neto. Segundo ele, o treinamento é importante na preparação das agências para que possam ofertar o melhor serviço e a melhor resposta para a população de nosso Estado no caso de novos desastres naturais.

O Major Luciano Souza, chefe da sessão de comunicação social da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, destacou que, neste ano, 500 militares do Exército integrarão as atividades. “Iremos em conjunto com as demais agências que compõem o Sistema de Defesa Civil de Santa Carina”, completou.

É importante destacar que as ocorrências e a participação de figurantes são fictícias, assim como a movimentação de viaturas que se dá apenas em função do Simulado de Ajuda Humanitária.

Durante os dias do treinamento, os atendimentos dos órgãos de emergência não serão afetados e funcionarão normalmente por meio dos canais de contato de cada instituição.

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O Governo do Estado informa aos moradores dos municípios de Florianópolis e Tubarão que nesta segunda-feira, 28, o Exército Brasileiro e a Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) darão início ao treinamento de Ajuda Humanitária, que prevê atividades simuladas envolvendo grande número de viaturas e equipes de profissionais em algumas localidades. As atividades ocorrem entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro, e têm o objetivo de preparar as agências de resposta para atuarem em situações de desastres naturais.

Em Florianópolis, serão realizadas simulações de atividades no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD). Já em Tubarão serão realizadas as ações simuladas preparadas com o maior realismo possível para os profissionais envolvidos. Para isso, foram montados cenários de resgates, transporte de vítimas, transposição de áreas alagadas, dentre outras situações que podem acontecer em uma tragédia real.

Durante os dias de treinamento ocorrerá grande circulação de viaturas e tropas na região. É importante destacar para a população que os cenários criados com ocorrências e figurantes são fictícios e a movimentação será apenas em função do Simulado de Ajuda Humanitária.

O treinamento também conta com a participação do Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC), Polícia Militar (PMSC), Polícia Civil (PCSC), Departamento de Administração Prisional (DEAP) e Defesa Civil municipal de Tubarão. Vale destacar que os atendimentos dos órgãos de emergência, durante os dias do treinamento, não serão afetados, funcionando normalmente através dos telefones de cada instituição.

Braço forte, mão amiga

Além dos militares do Exército sediados em Tubarão, participarão do 4º Exercício de Ajuda Humanitária militares de Florianópolis, Blumenau, Criciúma, Lages, Porto União e Curitiba (PR). As atividades contarão, ainda, com a participação de militares da Marinha do Brasil

O Exército Brasileiro participa, em todo o território nacional, de atividades de apoio à população em situações de calamidade, tais como as desencadeadas nas enchentes de 1974 no Sul do Estado e as do Vale do Rio Itajaí (SC), nos anos de 1983 e 2008, além dos deslizamentos de terra na região serrana do Rio de Janeiro em 2010. Nesse contexto e, segundo a doutrina do Exército Brasileiro (EB), surgem as Operações de Cooperação e Coordenação com Agências (OCCA), que são Operações executadas por elementos do EB em apoio aos órgãos e instituições definidas genericamente como Agências. Um exemplo desse tipo de Operação são as de Ajuda Humanitária.

Em consonância com a Constituição Federal e a Lei Complementar n.º 97, de 1999, e no cumprimento das missões precípuas e subsidiárias das Forças Armadas, o Exército Brasileiro mantém efetivos militares em condições permanentes de atuar em ajuda humanitária à população brasileira. Nesse sentido, com a finalidade de preservar a capacidade operativa das tropas, o Comando Militar do Sul promoverá um exercício, empregando a 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, a fim de propiciar o treinamento necessário à rápida atuação das forças de ajuda humanitária.

Vidas alheias e Riquezas a Salvar

Para os dias de simulado o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) empregará duas equipes de Forças-Tarefa (FTs), compostas por Bombeiros Militares especializados em atividades relacionadas a desastres climáticos. Além dos profissionais das FTs, serão deslocadas ainda viaturas específicas para a atividade, ferramentas e maquinário, além de outros bombeiros para atuação em busca e resgate. Também serão disponibilizados militares para as áreas de coordenação e gerenciamento.

As operações serão coordenadas pelo Comandante da 1ª Região de Bombeiros Militar, coronel BM Cesar de Assumpção Nunes, que junto com as demais instituições mapeou os cenários do exercício, fará do sistema de comando de operações (SCO). 

O CBMSC criou as equipes de Forças-Tarefa em janeiro de 2011 para o atendimento das situações extremas. Hoje o estado possui 14 FTs, com 274 Bombeiros Militares disponíveis, divididos em equipes multidisciplinares estruturadas para atendimentos de desastres naturais ou calamidades públicas.  Estes profissionais passam por cursos específicos de: Combate a Incêndio Florestal; Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas; Intervenção em Áreas Deslizadas; e Busca e Resgate em Inundações e Enxurradas, sendo empregados de acordo com a situação.

As FTs são autossuficientes, possuem equipamentos, alimentação, alojamento e recursos próprios, permitindo que a logística e o deslocamento sejam mais rápidos, quando uma equipe é acionada. Cada FT possui um comandante e um subcomandante que, obrigatoriamente, são oficiais militares e responsáveis pelo gerenciamento da equipe.

Segurança: Preservar a ordem, proteger a vida

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) atuará em conjunto com as demais forças sob comando do comandante-geral, coronel Dionei Tonet, e o subcomandante-geral, coronel Marcelo Pontes, que farão a supervisão das atividades da PMSC. O responsável da operação, que estará presente em todos os dias do evento, será o comandante da 8ª RPM, coronel Jefer Francisco Fernandes.

A PMSC atuou em inúmeras ações humanitárias em catástrofes naturais em nosso Estado, como as enchentes em Tubarão em 1974, em Blumenau em 1982, no Furacão Catarina em 2005, na grande enchente do vale do Itajaí em 2008 e no incidente químico na cidade de São Francisco do Sul no ano de 2013.

Nessas eventualidades, as unidades locais, em conjunto com a Polícia Militar Ambiental e unidades especializadas, são as primeiras a serem acionadas para o socorro e segurança devido as suas particularidades instrumentais, capacidade humana instalada e localização. A partir de 2009, iniciaram-se estudos no comando-geral da instituição com vistas a um projeto para implantação do Programa de Ajuda Humanitária, que hoje conta com equipamentos adquiridos e policiais treinados para emprego nesses eventos.

Defesa Civil somos todos nós

Dentro do cenário de operação a Defesa Civil de Santa Catarina vai colocar em atividade a estrutura de gerenciamento de crises que é referência nacional e internacional. Durante todos os dias do 4º Exercício de Ajuda Humanitária, o Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres do Estado (CIGERD), em Florianópolis, fará o acompanhamento das atividades simulando ocorrências reais. Da mesma forma, interligado com o CIGERD regional de Tubarão e as bases de operações.

O Chefe da Defesa Civil do Estado, Aldo Batista Neto, reforçou que o simulado é de fundamental importância para a integração de todas as agências que atendem a população durante eventos severos. “O treinamento garante a padronização de ações e, assim, promove uma resposta mais rápida e eficiente para os catarinenses nos mais diferentes tipos de situações”, finalizou.

Mais informações sobre o 4º Exercício de Ajuda Humanitária

No dia 28 de setembro serão realizadas atividades em Florianópolis, no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cigerd), a partir das 14 horas.

Entre os dias 29 de setembro a 2 de outubro, serão desenvolvidas atividades simuladas na cidade de Tubarão, na Base de Operações da 3ª Companhia de Infantaria Motorizada e no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Tubarão.

Para obter mais informações junto ao Exército Brasileiro, o telefone de contato é (48) 9 88707985, com o major EB Luciano Souza.

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Integrando a Operação Primavera 2020, a Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) abre as inscrições para o curso de Proteção e Defesa Civil na modalidade a distância. A coordenação está a cargo da Diretoria de Gestão de Educação. A inciativa é destinada às pessoas que tenham interesse ou que atuem com essa temática.

De acordo com o diretor de gestão de educação da DCSC, Alexandre Corrêa Dutra, o curso busca promover uma mudança cultural e incentivar a autoproteção dos catarinenses. “Esta capacitação reforça a relevância em função de Santa Catarina ser um dos estados do Brasil com maior recorrência de desastres. Estes fatores demonstram a necessidade da população estar preparada e protegida para os mais diferentes tipos de situações”, declarou Corrêa. Devido as características meteorológicas do território catarinense a iniciativa busca fornecer subsídios técnicos para a população para atuar durante eventos extremos

É um curso livre, realizado sem tutoria, e o aluno desenvolve o percurso de aprendizagem de acordo com o tempo livre. Ele está organizado em 5 lições, sendo uma lição introdutória de ambientação para a educação a distância e quatro sobre as temáticas de proteção e defesa civil.

“Buscamos com esse curso capacitar os alunos para a atuarem de forma eficiente e eficaz na gestão de riscos e desastres, oferecendo ferramentas que auxiliem a compreender e a elaborar estratégias de planejamento, preparação e resposta para populações afetadas por desastres”, explicou o chefe da DCSC, Aldo Batista Neto. Segundo ele, outros cursos estão sendo planejados e serão disponibilizados em breve.
Os pré-requisitos para o curso são a formação ou interesse na área de Proteção e Defesa Civil, acesso à internet, disciplina e organização. Após a aprovação nas atividades avaliativas o aluno receberá certificação de 50 horas, emitida pela DCSC.

As inscrições iniciam dia 28 de setembro, no endereço eletrônico http://moodle.sdc.sc.gov.br/

Curso para Condutores de Veículos Oficiais

A Defesa Civil de Santa Catarina também está disponibilizando o curso para condutores de veículos oficiais. O curso aborda a Legislação de Trânsito, Direção Defensiva, Noções de Primeiros Socorros, Produtos Perigosos, Psicologia no Trânsito e Condução de Veículos 4X4. O objetivo é aprimorar os conhecimentos relativos à condução de veículos oficiais e promover o uso correto de veículos com tração integral nas quatro rodas. A capacitação possui a carga horária de 70 horas. As inscrições podem ser realizadas através do endereço eletrônico http://moodle.sdc.sc.gov.br/. Dúvidas podem ser esclarecidas através do e-mail ead.dc@defesacivil.sc.gov.br.

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Com o objetivo de impulsionar as atividades de prevenção e desenvolver a resiliência em Santa Catarina, a Defesa Civil estadual (DCSC) lança nesta segunda-feira, 21, à “Operação Primavera 2020”. A iniciativa busca integrar as estruturas de Governo estadual e demais instituições competentes, por meio de ações conjuntas preventivas e de resposta em apoio aos municípios no caso da ocorrência de desastres. No decorrer da Operação serão estimuladas as atividades voltadas para a prevenção, palestras virtuais, simulados, capacitações, dentre outros.

“Santa Catarina está localizada em um corredor de umidade importante e esta condição meteorológica já mostrou as consequências para o nosso Estado”, comentou o chefe da DCSC, Aldo Batista Neto. Segundo ele, os estudos estatísticos indicam que a primavera é o período do ano onde ocorreram os eventos climáticos com maior capacidade destrutiva em Santa Catarina. “É nos municípios que vivem os catarinenses, por isso, buscamos com a Operação Primavera orientar as cidades para esta realidade, exigindo a necessidade da gestão de todo tipo de riscos e exposições para as quais nossa população está vulnerável”, reforçou.

Atualmente a DCSC ocupa lugar de destaque, inclusive internacionalmente, nas estratégias de gerenciamento de riscos e desastres, além do fomento de cidades e comunidades resilientes. A “Operação Primavera” reflete a preocupação na busca da resiliência da comunidade e na mitigação dos riscos nos municípios. Da mesma forma, preparar as estruturas municipais e proporcionar uma resposta rápida quando necessário.

Outro destaque da DCSC é o monitoramento meteorológico, que possibilita a emissão de alertas de curtíssimo prazo que leva informações confiáveis para a população sobre a chegada de eventos extremos. “Outro viés da Operação Primavera é incentivar a percepção de risco dos catarinenses, promovendo uma mudança de comportamento e reforçando a importância da adoção de estratégias de autoproteção”, comentou o diretor de gestão de desastres da DCSC, Aldrin de Souza.

O evento de lançamento da “Operação Primavera” será realizado às 16 horas, no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd), em Florianópolis, com integração por videoconferência com os demais Cigerd regionais.

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A Defesa Civil de Santa Cataria (DCSC) realizou nesta quarta-feira, 16, uma reunião de trabalho com a Associação de Emissoras de Rádio e Televisão de Santa Catarina (Acaert) com o objetivo de ampliar a divulgação dos alertas meteorológicos. O encontro virtual contou com a participação do Chefe da DCSC, Aldo Baptista Neto, e do presidente da Acaert, Silvano Silva.

O foco do debate foi a criação de um modelo de cooperação na emissão de alertas extremos no território catarinense. Para isso, foram analisadas alternativas para difusão das mensagens através das emissoras de rádio e TV, bem como os canais e formatos que serão utilizados para alcançar o maior número de catarinenses.

Um protocolo comum de alertas será criado para unir a credibilidade e o poder de penetração do Rádio e da TV com a eficiência do monitoramento climático de curto prazo e a prevenção de desastres. Durante o encontro foi acertada a formalização de um termo de compromisso para fortalecer a parceria entre as entidades.

“A fase de difusão da informação é uma das mais importantes no fluxo completo de monitoramento e alertas de eventos extremos. Existe uma mudança de atitude quando as pessoas recebem as informações que dão base a tomada de decisão na busca da autoproteção”, comentou o Chefe da DCSC, Aldo Baptista Neto.

Segundo ele, há muito tempo a DCSC vem investido no monitoramento climático e nas formas de divulgação com a utilização de vários canais de comunicação com a população. “A possibilidade de trazer a Acaert e unir o conhecimento das duas instituições para melhorar ainda mais a capacidade já instalada, ampliando para a lógica do rádio e da TV aberta, possibilita cobrir quase a totalidade das formas de comunicação, e assim levar os alertas para toda a população”, finalizou Neto.

Participaram da reunião o coordenador de monitoramento e alerta da DCSC, Frederico de Moraes Rutorff, o diretor executivo da Acaert, Leonardo Soares Amorim, e o diretor de conteúdo da Acaert, Guido Schvartzman.

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Na próxima segunda-feira, 14, a Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) vai colocar em funcionamento a nova plataforma para emissão de alertas de curtíssimo prazo (Nowcasting), utilizada nos alertas das previsões com no máximo seis horas antes do evento climático. O Sistema foi desenvolvido pela equipe de meteorologistas da DCSC, com custo zero, e tem o objetivo de informar melhor a população durante o monitoramento meteorológico no Estado.

Esta é uma nova forma de comunicação dos alertas das tempestades, que ressalta ainda mais as cores que informam a severidade do evento. Ou seja, para status de observação é utilizada a cor amarela, representando nível moderado, a cor laranja indica atenção, destacando nível alto, e o alerta é representado pela cor vermelha, que demonstra risco muito alto.

“Buscamos aperfeiçoar o monitoramento meteorológico da Defesa Civil tanto com a contratação de uma equipe capacitada de meteorologistas, quanto com a utilização das mais modernas tecnologias”, destacou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior. Segundo ele, este é um trabalho de prevenção que prepara a população para o enfrentamento e o impacto de tempestades intensas. “Nosso Estado está localizado em uma região recorrente de eventos extremos e devemos ter uma atenção especial para preservar vidas e reduzir os prejuízos”, finalizou.

As mensagens enviadas via SMS, Google e através das emissoras fechadas de televisão não sofrem alterações e continuarão a ser encaminhadas a partir do nível de atenção. O produto foi desenvolvido com base nos mais eficientes sistemas de alertas meteorológicos do mundo.

O Sistema, desenvolvido inteiramente em Santa Catarina, é inédito no Brasil e será operado através de uma plataforma dinâmica que possibilita que a informação seja transmitida com poucos clicks, de maneira simples e ágil para todo o território catarinense. Os alertas também serão disponibilizados através de publicações das redes sociais e página oficial da DCSC.

“Este novo produto traz uma arte gráfica mais fácil de compreender, além de diversas inovações como o destaque para os tipos de eventos”, explicou o coordenador de monitoramento e alerta da DCSC, Frederico de Moraes Ruthorff. De acordo com Ruthorff , a DCSC conta com um sistema de meteorologia que opera de forma contínua, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, e o novo sistema vai trazer mais eficiência no trabalho realizado.

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Kit de transposição instalado no município de Pedras Grandes    Foto: Flavio Vieira Junior/DCSC

O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), finalizou o processo licitatório na modalidade de Ata de Registro de Preços para aquisição de Kits de Transposição (Pontes). O processo teve a participação de três empresas e teve o valor inicial estimado em R$ 24.318.417,00 por peça pré-moldada. O resultado final resultou na economia para os cofres públicos de 38,4%, assim, cada peça que for instalada terá o custo de R$ 14.979.994,00.

“O processo foi um sucesso e a sociedade ganha com a continuidade desse Programa”, destacou o gerente de licitações e contratos da DCSC, Carlos Eduardo Besen Nau. Segundo ele, a Ata terá a validade de 12 meses e a empresa vencedora foi a Protensul Pré-Fabricado Ltda.

O projeto de kits de transposição é utilizado em ações de resposta a eventos extremos, quando pontes e pontilhões são destruídos ou danificados por fortes tempestades. Para a instalação das estruturas é realizada uma parceria com os municípios, que ficam responsáveis apenas pela construção das cabeceiras e guarda-corpos. Já a Defesa Civil Estadual realiza o transporte e montagem das estruturas pré-moldadas.

“A Defesa Civil utiliza atas de registro de preço para a aquisição dos mais diferentes produtos, que vão desde kits de transposição a itens de assistência humanitária e até casas pré-fabricadas”, explicou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Jr. Segundo ele, a modalidade proporciona agilidade na resposta aos municípios atingidos e com produtos de qualidade. “No caso dos kits de transposição, a ação é de resposta e preventiva, já que proporciona o retorno da mobilidade em áreas urbanas e rurais, garantindo mais segurança para as pessoas, escoamento da produção e até beneficiando o turismo em algumas situações”, completou.

O projeto já realizou a instalação de mais de 400 pontes em todas as regiões do Estado. Os kits possuem a capacidade de até 24 toneladas e, de forma modular, podem ser adaptados nas mais diferentes situações. Para a definição das dimensões da estrutura que será instalada, a DCSC realiza um estudo hidrológico no local e analisa a ampliação da vazão dos rios, garantindo que a nova ponte esteja acima da cota de inundação e evitando o represamento dos rios e córregos durante fortes enxurradas.

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Foto: Divulgação/DCSC

Os coordenadores regionais da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) estão sendo capacitados para operar aeronaves remotamente controladas (RPA - drones) em suas operações. O treinamento tem o objetivo de habilitar os profissionais para o emprego dos equipamentos em atividades de proteção e defesa civil, como busca aérea, vistoria de estruturas e encostas, entre outras.

Ao final do curso, cada uma das 20 coordenadorias e a gerência de produtos perigosos da DCSC receberá um kit composto pela aeronave, controlador remoto e quatro baterias, o que possibilita o funcionamento durante um longo período.

O Curso foi ministrado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, garantindo a padronização de procedimentos e a possibilidade dos profissionais atuarem em ações de forma conjunta. “Estamos implementando novas tecnologias na atividade de defesa civil para ampliar os resultados”, comentou o Chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior.

Ele destacou que o equipamento possui uma gama variada de possibilidades de uso e vai agilizar o trabalho desenvolvido em campo. “As RPAs serão empregadas em casos que envolvam produtos perigosos, como acidentes e vazamentos, além de incêndios florestais. João Batista completou que outra vantagem dos drones em relação às aeronaves convencionais diz respeito ao custo operacional.

Reforço aéreo garante mais agilidade nas ações

Os equipamentos serão ferramentas importantes em ações de prevenção, mitigação, resposta e reconstrução, antes, durante e após eventos adversos. O uso desta tecnologia possibilita a identificação de vulnerabilidades para basear medidas de proteção e de contingência, apoiando a busca da resiliência.

Um exemplo foi o trabalho realizado pela DCSC na Serra do Rio do Rastro, onde foram identificados 25 pontos com risco de escorregamento. As informações coletadas pelos técnicos da DCSC com o uso de drones basearam o Plano de Trabalho que resultou o repasse de R$ 21 milhões pelo Governo Federal para obras de contenção que estão sendo executadas.

De acordo com o diretor de educação da DCSC, Alexandre Corrêa Dutra, o curso presencial de uma semana foi autorizado com implementações de medidas de segurança sanitária definidas pelo Comitê de Emergência em Saúde (COES/SES), e foi posterior a etapa na modalidade à distância que proporcionou o nivelamento teórico entre os participantes.

“Além da operação do equipamento, estão sendo repassadas as normas aeronáuticas que regulamentam a operação de RPA no Brasil, como a habilitação dos operadores, certificação dos equipamentos e autorização do uso do espaço aéreo pelos órgãos públicos”, finalizou Corrêa.

As RPAs foram adquiridas por meio de convênio com o Ministério Público, relativo ao projeto apresentado ao Fundo para Reconstrução de Bens Lesados.

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