Foto: Julio Cavalheiro/ Secom

O presidente Jair Bolsonaro garantiu que o Governo Federal irá auxiliar o Estado de Santa Catarina na reconstrução das estruturas danificadas pela passagem de um ciclone extratropical, na última terça-feira. Ele sobrevoou na manhã deste sábado, 04, as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos, duas das mais atingidas pelos fortes ventos.

Após o sobrevoo, o presidente participou de uma reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense. O governador Carlos Moisés acompanhou o encontro por videoconferência.

“Esse é um momento em que o Estado de Santa Catarina necessita de ajuda. Com a presença do presidente Bolsonaro, tenho a certeza de que o Governo Federal está atento a essa nova dificuldade que surge para os catarinenses. Após esse primeiro momento de assistência humanitária, virá a parte da reconstrução, e esperamos que o Governo Federal nos atenda nesse sentido”, destacou Carlos Moisés.

O governador reforçou mais uma vez a importância do alinhamento com o Governo Federal, principalmente, nesse momento de urgência no atendimento à população. “Quando decretamos estado de calamidade pública, o processo abrangeu 135 municípios e hoje o número de cidades afetadas já chega a 185”, disse Carlos Moisés, que agradeceu pela presença do presidente Jair Bolsonaro, do ministro Rogério Marinho e do coronel Lucas, secretário Nacional da Defesa Civil.

Carlos Moisés também solicitou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) modifique os seus protocolos quanto às linhas subterrâneas de energia. Segundo Carlos Moisés, é necessário que se facilite a adoção desse protocolo, para que no futuro possamos evitar danos tão extensos na rede elétrica em caso de desastres climáticos.

A visita do presidente

O presidente Jair Bolsonaro chegou a Santa Catarina pouco antes das 8h20min deste sábado. Ele pousou com o avião presidencial no aeroporto de Florianópolis, onde foi recepcionado na pista pelas autoridades. O presidente permaneceu em solo por aproximadamente 20 minutos, até decolar em um helicóptero para sobrevoar as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos.

O presidente retornou ao aeroporto internacional de Florianópolis por volta de 9h30min. No terminal, participou de reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense para debater a situação. O vôo de volta a Brasília ocorreu por volta de 10h30min.


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O presidente Jair Bolsonaro já está em Santa Catarina para sobrevoar algumas áreas atingidas pelo ciclone extratropical que passou pelo Estado na última terça-feira. Bolsonaro chegou a Santa Catarina pouco antes das 8h20min deste sábado. Ele pousou com o avião presidencial no aeroporto de Florianópolis, onde foi recepcionado na pista pelas autoridades. Ele permaneceu em solo por aproximadamente 20 minutos, até decolar em um helicóptero para sobrevoar as cidades de Tijucas e Governador Celso Ramos.

O presidente retornará ao aeroporto internacional de Florianópolis cerca de uma hora depois. No terminal, participará de reunião com representantes do Governo do Estado e do Fórum Parlamentar Catarinense para debater a situação. Também há expectativa de que o presidente conceda entrevista coletiva no local. A partida de Bolsonaro em direção a Brasília está programada para 10h30min.

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Fotos: Flávio Vieira Jr/ DCSC

O secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, e o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), João Batista Cordeiro Junior, sobrevoaram nesta sexta-feira, 03, áreas atingidas pelo ciclone extratropical no início da semana. O sobrevoo passou pelas cidades de Governador Celso Ramos, Tijucas, Balneário Camboriú e Ilhota.

Em Tijucas, conversaram com o prefeito do município, Eloi Mariano Rocha, e depois visitaram o local onde um barracão desabou provocando a morte de três pessoas. As autoridades prestaram solidariedade aos familiares.

Outra parada ocorreu em Ilhota. No município, as autoridades foram recebidas pelo prefeito Erico de Oliveira e vistoriaram estruturas públicas atingidas pelo ciclone, como ginásio de esportes, escola e um posto de saúde.

O secretário Alexandre Lucas Alves disse que a atividade realizada em Santa Catarina foi muito importante. “Conseguimos visualizar não somente os estragos, mas o sofrimento das pessoas. Isso nos desafia a melhorar os nossos processos para atender Santa Catarina o mais rápido possível”, destaca.

Segundo Alves, será aberto um canal de comunicação permanente para capacitar e esclarecer dúvidas técnicas dos municípios. A meta é garantir agilidade para vencer as exigências legais e liberar os recursos.



O chefe da DCSC, João Batista Cordeiro Júnior, agradeceu pelo empenho do secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil ao visitar os locais e se solidarizar com os catarinenses que perderam parentes na tragédia. Cordeiro Júnior disse que outras visitas vão ocorrer nas demais regiões e apela para que as equipes tenham agilidade no trabalho de levantamento dos prejuízos.

 “Os coordenadores municipais e regionais da Defesa Civil estão à disposição para auxiliar neste trabalho. Há uma previsão de chuva para o início da próxima semana e muitas residências estão destelhadas. Queremos ganhar tempo e suprir as necessidades básicas dos atingidos. Para isso, é fundamental que as documentações sejam encaminhadas o quanto antes”, frisou.

Presidente chega no sábado e Alves fica até a próxima segunda-feira

Em terras catarinenses desde a manhã desta sexta-feira, o secretário Alexandre Alves também participou de entrevista coletiva, na qual elogiou a estrutura de Defesa Civil do Estado e garantiu auxílio na reconstrução. O titular do órgão nacional deverá permanecer no Estado até a próxima segunda-feira para visitar outras regiões atingidas pelo ciclone.

Neste sábado, 04, o presidente Jair Bolsonaro também estará em Santa Catarina, reforçando o apoio do Governo Federal ao trabalho de reconstrução.

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O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves, se reuniu com representantes do Governo do Estado na manhã desta sexta-feira, 3, para debater o processo de apoio aos atingidos pelo ciclone extratropical, que atingiu Santa Catarina nesta semana. Lucas Alves elogiou a estrutura de Defesa Civil do Estado e garantiu que o Governo Federal dará todo o apoio necessário para auxiliar na reconstrução das estruturas danificadas. O encontro ocorreu no Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres de Santa Catarina (Cigerd).

O governador Carlos Moisés destacou que o auxílio do Governo Federal será essencial para que Santa Catarina supere mais este desafio. Segundo o chefe do Executivo estadual, a presença de representantes da União demonstra o empenho em ajudar o Estado na reconstrução dos estragos.

“Neste primeiro momento nosso foco é assistência humanitária a todas as famílias atingidas. O tempo não tem dado trégua a Santa Catarina. Enfrentamos estiagem, um tornado no Extremo Oeste e agora o ciclone. Mas temos um povo resiliente e vamos superar mais este desafio. Com o apoio da União, o Governo do Estado não vai medir esforço para fazer a sua parte nessa tarefa”, destaca o governador.

O secretário Alexandre Lucas foi recepcionado pelo chefe da Defesa Civil estadual, coronel João Batista Cordeiro Júnior, que lhe fez uma apresentação sobre os danos relatados até o momento. Segundo Lucas, o Governo do Estado tem sido eficiente no processo de assistência humanitária e conta com uma estrutura de Defesa Civil que é referência para todo o país.

“Essa reunião foi muito importante e profícua. O Estado de calamidade pública ajudará na celeridade do processo de transferência de recursos. Vamos reconhecer de forma sumária todos os decretos e também buscaremos identificar outras oportunidades de repasse por meio de outros órgãos do Governo Federal”, destacou Lucas.

O secretário nacional ainda salientou que há dois tipos de repasse: os de restabelecimento e os de reconstrução. O primeiro consiste em uma ajuda para um caso mais pontual, em que a estrutura pode ser consertada sem a necessidade de um projeto. Nessa situação, o dinheiro chega de maneira mais rápida. No segundo caso, de reconstrução, a ajuda demora um pouco mais a vir, por conta da necessidade de se realizarem projetos.

Em função dos estragos, o governador decretou nesta quinta-feira, 2, estado de calamidade pública em Santa Catarina. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta.

Sobrevoo nas áreas afetadas 

Durante o período da tarde, o chefe João Batista e o secretário Lucas farão um sobrevoo por algumas áreas atingidas pelo ciclone. Até o momento, nove mortes foram confirmadas, com duas pessoas ainda desaparecidas. O ciclone causou estragos em ao menos 152 municípios, de todas as regiões do estado. Mais de 1,5 milhão de unidades consumidoras chegaram a ficar sem energia. Um levantamento parcial realizado pela Secretaria de Estado da Educação aponta danos em ao menos 356 escolas da rede estadual de ensino.

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Foto: Coordenadoria Regional de Araranguá / SED

Três dias após a passagem de um ciclone extratropical em Santa Catarina, as equipes seguem mobilizadas em auxílio aos atingidos. Segundo a Defesa Civil, o número de municípios afetados pelo desastre subiu para 152 nesta quinta-feira, 2. O número de feridos aumentou para nove e o de unidades habitacionais com danos para 3,2 mil. Os ventos fortes provocaram a morte de nove pessoas no Estado e duas continuam desaparecidas.

“O trabalho segue incansável no auxílio a todos os atingidos. Nossa missão é garantir o apoio necessário às pessoas e com o máximo de agilidade na reconstrução”, frisou o governador Carlos Moisés.

Em função dos estragos, o governador decretou nesta quinta-feira, 2, estado de calamidade pública em Santa Catarina. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta.

Corpo de Bombeiros Militar atua nas buscas aos desaparecidos

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) completou mais um dia de buscas a duas pessoas que estão desaparecidas. Nesta quinta-feira, 2, os trabalhos, com a ação de mergulhadores, seguiram nos municípios de Brusque e Canelinha.

Devido à intensidade de chamados no dia da ocorrência do ciclone, o CBMSC, além de novas, faz o atendimento das demandas represadas e segue o trabalho de corte de árvores e desobstrução de vias, decorrentes do fenômeno climático.

Abastecimento de energia elétrica

O relatório mais recente desta quinta-feira aponta que a Celesc já restabeleceu o abastecimento em 93,4%. Cerca de 209,6 mil unidades consumidoras estão sem energia elétrica no estado.

Velocidade dos ventos

O último relatório da Defesa Civil também trouxe o registro da velocidade dos ventos que atingiram o Estado na terça-feira, 30. Pelo menos 11 municípios registraram ventos de 100 km/h ou mais. Em Siderópolis, a velocidade chegou a 134 km/h.

Previsão do tempo para esta sexta-feira, 3

Segundo a previsão do tempo da Epagri/Ciram, a sexta-feira, 03, será de sol e poucas nuvens em todas as regiões de Santa Catarina. O alerta é para o frio intenso.

A partir de sexta-feira, 3, o ar frio e seco mantém a temperatura mais baixa na noite e amanhecer, com mínimas de 0°C a -7°C e condição para geada ampla do Oeste ao Planalto. No Alto Vale do Itajaí, Litoral Sul e Florianópolis Serrana, mínima de -1°C a 5°C com chance de geada isolada. No Litoral, mínima de 3°C a 8ºC.

Devido ao frio intenso, todos os cuidados na prevenção do coronavírus e de outras doenças respiratórias devem ser redobrados.

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Foto: Mauricio Vieira / Secom

O governador Carlos Moisés decretou estado de calamidade pública em Santa Catarina por conta dos estragos causados pela passagem de um ciclone extratropical entre terça-feira e quarta-feira, 30 e 1º. O decreto foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira, 2. Ao menos 152 municípios catarinenses tiveram ocorrências em função das rajadas de vento, que ultrapassaram os 130 km/h. Até o momento, noves mortes foram confirmadas e há duas pessoas desaparecidas.

>>> Veja o decreto na íntegra 

Durante a tarde desta quinta-feira, o governador Carlos Moisés e o chefe da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Júnior, participaram de uma videoconferência com o Fórum Parlamentar Catarinense,  a Federação Catarinense dos Municípios (Fecam) e  representantes da Assembleia Legislativa (Alesc). Na ocasião, Carlos Moisés agradeceu à Alesc pelo repasse de R$ 30 milhões para ajudar na reconstrução e salientou que o decreto de calamidade busca dar celeridade ao processo de busca de recursos junto ao Governo Federal.

“Precisamos encaminhar isso o mais brevemente possível para Brasília para que possamos ter um retorno por parte do Governo Federal. O objetivo do Governo do Estado, por meio da Defesa Civil, é que haja celeridade nas respostas. Agradecemos o empenho da bancada catarinense nesse momento e colocamos a estrutura do Estado à disposição”, afirmou o governador.

Além dos três senadores, também participaram da reunião do Fórum Parlamentar Catarinense deputados federais e mais de uma dezena de prefeitos. O chefe da Defesa Civil relatou aos parlamentares que os chefes dos executivos municipais têm entrado em contato para relatar os estragos em suas cidades. Segundo ele, neste primeiro momento, o Governo tem priorizado a assistência humanitária, com a distribuição de lonas. Também serão repassadas telhas e cestas básicas. Batista enfatizou ainda que a Defesa Civil está elaborando o plano de trabalho solicitado pela Alesc para a destinação dos R$ 30 milhões. O trabalho deve ser finalizado ainda nesta semana.

Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Em relação ao decreto de calamidade, Batista salientou que a ação foi necessária por conta da severidade do evento climático, que atingiu todas as regiões catarinenses.

“A partir dessas informações, o Estado avaliou que era necessário decretar a calamidade pública. Isso vai gerar facilidades no recebimento de recursos da União, tanto para assistência humanitária quanto para reconstrução. Alguns municípios já decretaram situação de emergência e agora o Governo decreta a calamidade pública em todo o estado. Vamos pedir que as prefeituras continuem mandando os relatórios de danos para que consolidemos todas essas informações”, disse João Batista.

Secretário nacional vistoria áreas atingidas em SC

Na noite desta quinta-feira, está prevista a chegada em Santa Catarina do secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves. Na sexta-feira, ele fará um sobrevoo de áreas afetadas pelo ciclone ao lado do chefe da Defesa Civil. Uma equipe de profissionais da Defesa Civil nacional acompanhará o secretário em sua agenda no estado.

“Por orientação do presidente Bolsonaro, determinamos a ida do secretário e de técnicos da Defesa Civil Nacional para apoiar os trabalhos em Santa Catarina, o mais atingido por essa catástrofe causada pelo ciclone. O Governo Federal não poupará esforços para auxiliar a população do Sul do País nesse momento difícil”, destacou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Em todo o Estado, 1,5 milhão de unidades consumidoras ficaram sem energia entre a tarde e a noite de terça-feira. Diversas estruturas foram danificadas, e as equipes de diversos órgãos do Governo do Estado seguem atuando para realizar o levantamento completo dos estragos.

Alertas para a população

Os alertas são importantes para que as pessoas tenham antecedência nas informações. Todas as pessoas podem realizar o cadastro para receber os avisos da Defesa Civil Estadual. Para isso, basta mandar uma mensagem para o número 40199 contendo apenas o código de endereçamento postal (CEP) do local que deseja ser monitorado. “Sempre que tiver um alerta, a DCSC vai enviar informações e orientações para cada tipo de desastre”, finalizou João Batista.

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Durante a passagem do ciclone extratropical por Santa Catarina, entre os dias 30 de junho e 1 de julho, o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina registrou 4.935 chamadas pelo telefone 193.

Embora os sistemas tenham ficado instáveis em todas as regiões, por falta de luz ou de sinal de telefonia, estas chamadas foram registradas nas centrais. Ou seja, não considera as chamadas que foram realizadas aos telefones fixos de cada cidade e aos celulares que foram disponibilizados para atendimento nesta situação.

Foram priorizados os atendimentos presenciais das emergências que traziam risco à vida. Sendo assim, mais de 1,9 mil ocorrências tiveram o deslocamento das 427 viaturas empenhadas. As outras demandas foram atendidas com a orientação via telefone.

Nestes dois dias, 1.705 bombeiros militares atuaram, além de 828 bombeiros comunitários. Em duas regiões foi necessária a atuação das Forças-Tarefas 14, em Xanxerê, e 13, em Tijucas, que contou ainda com reforço do binômio (bombeiro militar e cão de busca) Cabo Carlos de Souza e Zaara.

Cuidados após o ciclone

É preciso ter cuidado, mesmo após o ciclone, para evitar novas ocorrências, por isso é indicado para que a população não suba em telhados que estejam molhados, em árvores ou locais que estejam instáveis.

Nos casos de destelhamento a recomendação é que as pessoas não tentem subir em móveis, escadas ou no próprio telhado para colocação de lonas, sem o equipamento de proteção individual para atuação em altura.  Uma opção mais segura é proteger os móveis com as lonas, ou criar uma proteção interna.

Não tente reparar a rede elétrica por conta própria, chame um técnico, especialista no assunto.

Cortes de árvore

O CBMSC realiza o procedimento de retirada de árvores quando estão interditando vias públicas ou quando há risco para uma residência. Nestes casos acione o 193. Caso não se enquadre nestas situações, deve ser acionado um serviço particular.

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Trabalhos na quarta-feira em Florianópolis. Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Subiu para 135 o número de municípios que reportaram estragos por conta da passagem de um ciclone extratropical em Santa Catarina. A informação está no mais recente boletim divulgado pela Defesa Civil, por volta das 8h desta quinta-feira, 2. Os fortes ventos provocaram a morte de nove pessoas e duas seguem desaparecidas, em Tijucas e Brusque. A Defesa Civil contabiliza ainda seis pessoas feridas.

O governador Carlos Moisés ressalta que o trabalho das equipes de Governo seguirá ao longo do dia para garantir o atendimento a todas as ocorrências. Ele lembra que o número de chamados foi muito acima da média por conta do evento climático.

“Ainda há muito o que fazer ao longo desta quinta-feira. Temos milhares de residências sem energia, por exemplo, e o trabalho dos órgãos de Governo será incansável até que tudo esteja restabelecido”, afirmou o governador.

O número de residências atingidas pelo vendaval segue em atualização. De acordo com o levantamento, foram ao menos 2,2 mil unidades habitacionais danificadas no estado. Pelo menos 83 rolos de lona já foram distribuídos.

Segundo o boletim da Defesa Civil, cerca de 275 mil unidades consumidoras permaneciam sem energia na manhã desta quinta-feira. Esse número chegou a 1,5 milhão na terça-feira. Equipes da Celesc seguem nas ruas para restabelecer o fornecimento.

Levantamento de estragos em escolas

Técnicos da Secretaria de Estado da Educação (SED) realizam, desde a quarta-feira, um levantamento em todas as regiões do Estado para catalogar os danos causados pelo ciclone nas escolas da rede estadual de ensino. O trabalho deve ser concluído ainda nesta semana. Em seguida, será elaborado um plano de ação para recuperar os danos à infraestrutura das unidades.


Foto: Coordenadoria Regional de Palmitos / Divulgação

Apenas na Grande Florianópolis, a coordenadoria regional de Educação registrou estragos em pelo menos 33 escolas. Em Jaraguá do Sul, a regional aponta para prejuízos em 22 escolas.

As principais ocorrências são de danos à rede elétrica, destelhamentos de salas de aula e ginásios, queda de forros, alagamentos, queda de árvores sobre parte dos imóveis e prejuízos com o mobiliário escolar.

Rajadas chegaram a 93km/h na quarta

Embora o ciclone já estivesse em alto mar, a quarta-feira registros fortes rajadas de vento em Santa Catarina no período da manhã. Em São Joaquim, o vento chegou a 93 km/h, enquanto em Criciúma a velocidade também ultrapassou os 90 km/h.

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Foto: Divulgação/ CBMSC

A quarta-feira, 1, foi mais um dia de muito trabalho para as equipes do Governo do Estado que atuam nos reparos dos estragos provocados pela passagem do ciclone extratropical, na última terça-feira, 30. Durante a tarde, o governador Carlos Moisés conversou com representantes do Governo Federal em busca de apoio para a reconstrução das cidades atingidas. Até a tarde desta quarta-feira, nove óbitos foram confirmados em Santa Catarina e duas pessoas continuam desaparecidas.

“Lamentamos as mortes ocorridas nesta catástrofe e continuaremos atuando firmes para minimizar o sofrimento das pessoas atingidas. Estamos buscando apoio do Governo Federal para que a reconstrução seja rápida. É o momento de nos unirmos para vencer mais este desafio”, disse o governador Carlos Moisés.

Conversas com o Governo Federal

O governador Carlos Moisés fez contato com lideranças do Governo Federal para atualizá-los sobre a situação de Santa Catarina e buscar recursos para a reconstrução. Junto da deputada federal Carmen Zanotto, e do senador Jorginho Mello, o chefe do Executivo Estadual conversou com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, que colocou a Defesa Civil nacional à disposição do Estado.

Carlos Moisés também conversou com outros parlamentares, como o deputado federal Daniel Freitas, coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, e o deputado federal Fábio Schiochet.

Equipes do Governo seguem trabalhando nos reparos



Foto: Divulgação/ DCSC

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) está trabalhando desde a tarde de ontem, 30, para auxiliar a população e minimizar os estragos dos fortes ventos e chuvas decorrentes do chamado ciclone “Bomba”.

Os principais registros recebidos pelo CBMSC foram de queda de árvores e destelhamentos. Todos os batalhões registraram ocorrências, empregando mais de 1.450 bombeiros militares, 674 bombeiros comunitários, 402 viaturas, além de duas equipes de força-tarefa e um cão de busca.

Óbitos registrados até o momento:

- Chapecó: uma idosa, de 78 anos, vítima de queda de árvore;
- Santo Amaro da Imperatriz: um homem, atingido por fiação elétrica;
- Tijucas: 03 vítimas após desabamento de galpão;
- Ilhota: um homem de 59 anos;
- Governador Celso Ramos: um homem de 59 anos;
- Rio dos Cedros: um homem de 73 anos;
- Itaiópolis: mulher, 37 anos, vítima de queda de árvore.

Duas vítimas seguem desaparecidas, uma na cidade de Canelinha e outra na cidade de Brusque. Na cidade de Brusque, mergulhadores do CBMSC estão em busca de um homem que caiu de uma ponte pênsil.

Defesa Civil

Técnicos da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) continuam fazendo o levantamento dos prejuízos causados pelo ciclone. O chefe da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Júnior, percorreu municípios da região Serrana e está coordenando o trabalho de reparo dos danos em todo o Estado. Segundo ele, a atuação integrada dos órgãos governamentais garante mais eficiência no atendimento às ocorrências.“Todos os itens de assistência humanitária estão sendo ofertados pelo Governo do Estado”, destacou.

João Batista também conversou com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Alexandre Lucas Alves.O Governo Federal deverá aportar recursos para a reconstrução de danos materiais no Estado, como reparos em edificações públicas. O trabalho de levantamento da extensão dos prejuízos vai dar a dimensão dos valores.


Foto: Divulgação/ SED

Celesc

Às 18h desta quarta-feira, 01, aproximadamente um milhão de unidades consumidoras já estavam com a energia restabelecida. Os trabalhos de reparo na rede de distribuição de energia elétrica começaram na tarde de terça-feira, 30, envolvendo algo em torno de 1,3 mil profissionais, divididos em 300 equipes pelo Estado.

O ciclone provocou estragos em todas as regiões e, segundo a empresa, foi a situação mais grave já registrada em toda a história da empresa.

Depois da passagem do ciclone, ainda na noite de terça-feira, aproximadamente 1,5 milhão de unidades consumidoras (UCs) ficaram sem energia na região de concessão da empresa.

Atualmente, o Call Center para emergências da Celesc - 0800 48 0196 - está funcionando, mas devido à alta demanda pode ocorrer atraso no atendimento ou na identificação dos locais com defeito na rede de distribuição. Os consumidores também podem se comunicar com a empresa por meio do site e do aplicativo.

A Celesc continua orientando a população a ficar em casa e não se aproximar de locais próximos da rede elétrica, para evitar acidentes.

Rodovias

Segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (SIE), os pontos de obstrução causadas por conta da queda de árvores e postes, em rodovias estaduais, já foram liberados. O trabalho de limpeza nas pistas, em alguns trechos, seguirá até a próxima sexta-feira.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

O ciclone extratropical que atinge o Estado desde a tarde de terça-feira, 30, provocou ocorrências em ao menos 101 municípios. A informação é do balanço divulgado pela Defesa Civil no começo da tarde desta quarta-feira, 1º de julho. O mesmo documento informa que o Estado tem nove mortes confirmadas e outras duas pessoas desaparecidas por conta do evento climático.

As mortes foram de uma idosa em Chapecó, um homem em Santo Amaro da Imperatriz, três pessoas em Tijucas, Governador Celso Ramos (1), Ilhota (1), Itaiópolis (1) e Rio dos Cedros (1). Os desaparecimentos ocorreram em Tijucas e Brusque.

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O chefe da Defesa Civil, João Batista Cordeiro Júnior, está em Lages coordenando o trabalho de reparo dos danos em todo o Estado. Segundo ele, os órgãos governamentais estão irmanados em busca do atendimento às ocorrências. O Corpo de Bombeiros Militar está com mais de mil homens nas ruas, com o apoio de 380 viaturas. Mais de 1,6 atendimentos já foram realizados.

“Agora estamos fazendo levantamento dos danos. Todos os itens de assistência humanitária estãos endo ofertados pelo governo do estado”, observa Cordeiro Júnior.

No caso da Celesc, cerca de 1,3 mil funcionários trabalham para restabelecer a distribuição de energia. O trabalho envolve, principalmente, a retirada de material pesado que caiu sobre a rede e pode levar de dois a três dias em determinadas localidades. “Neste momento, as pessoas devem ficar em casa e não se aproximarem de locais próximos à rede elétrica para evitar acidentes”, orientou o diretor de Geração, Transmissão e Novos Negócios da Celesc, Pablo Cupani.

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