Fotos: Divulgação/DCSC

Durante o mês de setembro, o Governo do Estado, através da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), desenvolveu uma grande operação para apoiar municípios atingidos pelo granizo no estado. Foram afetadas as cidades de Abelardo Luz, Bom jesus, Canoinhas, Entre Rios, Ipuaçu, Irani, Lages, Lajeado Grande, Marema, Ouro Verde, Ponte Serrada, São Bernardino, São Domingos, São João do Sul, São Lourenço, Seara, Timbó Grande, Vargeão e Xanxerê. Destas, nove decretaram situação de emergência. No total, foram destinados para as famílias atingidas R$ 3.586.917,92 em itens de assistência humanitária (IAHs). Isso representa o repasse de 368 cestas básicas, 384 fardos de água potável, 791 colchões, 800 kits de acomodação, 6.188 cumeeiras e 80.350 telhas.

O Coordenador Regional da DCSC de Xanxerê, Luciano Peri, contou que o município de Entre Rios teve a maioria das residências afetadas no interior do município. “Eram casas humildes e por isso o dano foi maior. Não medimos esforços para dar suporte aos municípios, e assim apoiar as famílias atingidas”, destacou. Segundo o Coordenador Municipal de Proteção e Defesa Civil de Entre Rios, Robson Schwartz, o município vem recebendo o apoio incansável do Governo do Estado, através da Coordenadoria Regional da Defesa Civil de Santa Catarina de Xanxerê. “As ações de suporte foram ágeis e em poucas horas após o granizo as primeiras famílias já estavam sendo assistidas”, disse Schwartz.

Ele relembrou que o granizo atingiu 123 casas no município. “Vamos atender todas as famílias com cestas básicas, água mineral, kits de acomodação e colchões. A distribuição de telhas já foi realizada. Estamos atendendo todos os munícipes em tempo recorde, com o apoio da DCSC”, completou. Uma das pessoas beneficiadas no município foi Osmar Tomaz, que reside na linha João Veloso. “Fui atendido muito bem e de forma urgente pela Defesa Civil. Em um primeiro momento, recebemos lona e, logo em seguida, as telhas para cobrir a casa. Quero agradecer muito, porque fui muito bem atendido”, comentou.

A tempestade também atingiu o município de Ouro Verde. A Coordenadora Municipal da Defesa Civil, Cinthia Regina Selig, contou que o granizo afetou residências na área urbana e rural, além de instalações agrícolas e lavouras de milho, aveia e trigo. Ela ressaltou que com base nas orientações da Coordenadoria Regional da DCSC, os levantamentos foram realizados e isso agilizou a liberação de IAHs. “Rapidamente, fomos atendidos pela DCSC. Agradecemos aos técnicos da Defesa Civil Estadual que estiveram em nosso município nos orientando e observando os danos causados pelo desastre."

Em Ipuaçu não foi diferente. O coordenador municipal, Weslen Mollmann, comentou que o trabalho integrado entre as secretarias municipais foi essencial para o levantamento e para a distribuição dos IAHs. Foram afetadas 595 residências e dezenas de estruturas, como galpões e estábulos. “O granizo atingiu o município de ponta a ponta e todas as aldeias indígenas. Foram cerca de 17 mil metros quadrados de lona distribuídos”, explicou. Já a prefeita de Ipuaçu, Clori Peroza, relembrou que o município tem sofrido com as intempéries climáticas praticamente todos os anos. “Tivemos a graça de ter a resposta rápida e eficaz da DCSC. Assim, temos muito a agradecer ao Governo do Estado e a Defesa Civil Estadual pelo empenho no momento em que os municípios mais necessitaram, que é no caso das calamidades provocadas pelas intempéries climáticas”, completou.

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Entrega de telhas no município de Bom Jesus - Foto: Flávio Jr / DCSC

O chefe da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), David Busarello, cumpriu agenda na Região Oeste nesta quinta-feira, 23, onde visitou municípios que decretaram situação de emergência na última semana. As cidades solicitaram apoio do Governo do Estado em função de prejuízos causados por chuvas de granizo e ventos intensos.

No total foram registradas situações em pelo menos 19 cidades do Estado. Entre os municípios afetados estão Abelardo Luz, Bom Jesus, Canoinhas, Entre Rios, Ipuaçu, Irani, Lages, Lajeado Grande, Marema, Ouro Verde, Ponte Serrada, São Bernardino, São Domingos, São Lourenço, Seara, São João do Sul, Timbó Grande, Vargeão e Xanxerê. Até o momento seis municípios decretaram Situação de Emergência: Abelardo Luz, Bom Jesus, Irani, Ipuaçú, Lageado Grande, Marema, Ouro Verde e Timbó Grande.

O Governo do Estado disponibilizou, até então, 38.958 telhas, 2.089 cumeeiras, 101 kits de acomodação e 102 colchões. Os itens de assistência humanitária representam o investimento de R$ 1.462.453,73.

“Estamos empenhados para todas as ações possíveis. Os municípios afetados terão acesso a toda estrutura da Defesa Civil”, comentou Busarello. Segundo ele, a orientação do governador Carlos Moisés da Silva é atender da melhor forma os municípios. “Esse é o trabalho que queremos fazer, de maneira séria e eficiente, para atender e acolher os catarinenses”, completou.


Reunião na Prefeitura de Ipuaçú - Foto: Flávio Jr / DCSC

O primeiro município visitado foi Ipuaçú, onde as ações de resposta foram alinhadas com a prefeita Clori Peroza. Para o município foram liberadas 2.501 telhas, 448 cumeeiras, 87 kits de acomodação e 88 colchões, até o momento.

Em seguida a comitiva se dirigiu ao município de Ouro Verde onde, até o momento, foram cadastradas 150 residências atingidas pelo granizo. A Defesa Civil Municipal continua levantando os estragos.

Segundo o prefeito, Moacir Mottin, a tempestade foi intensa e em poucos minutos grandes pedras atingiram a cidade provocando prejuízos em residências, galpões e lavouras. “O atendimento da Defesa Civil está sendo eficiente, recebemos atenção no momento que mais precisávamos. Fomos orientados pela coordenadoria regional e estamos atendendo nossos moradores da melhor forma”, explicou o prefeito. Para o município foram disponibilizadas 2170 telhas, 82 cumeeiras e 14 kits de acomodação e colchões.

A terceira parada foi em Bom Jesus, município mais afetado da Região com cerca de 700 residências danificadas. Acompanhado pelo prefeito, Rafael Calza, o chefe da DCSC percorreu os bairros atingidos onde conversou com moradores e acompanhou a distribuição de telhas. Foram disponibilizadas para o município 14.149 telhas e 1.435 cumeeiras. O prefeito destacou o trabalho eficiente da Defesa Civil estadual que atendeu rapidamente as solicitações. “A operação de apoio foi um marco histórico, em menos de 17 horas, após a solicitação, começamos a receber os materiais”, afirmou.

Uma das moradoras beneficiadas em Bom Jesus, com a entrega de telhas, foi a dona de casa Eloir da Silva Oliveira. Durante a conversa com a equipe da Defesa Civil estadual relatou que nunca tinha visto uma chuva de granizo como a que foi registrada no município. Ela também destacou que as telhas vão ajudar muito. “Eu não teria condições de comprar, eu recebo apenas um salário e tenho todas as contas do mês para pagar. Fico muito agradecida com a ajuda que deram”, explicou.

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Foto: Divulgação / DCSC

O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil, liberou a municípios atingidos por eventos meteorológicos das últimas semanas 37.685 telhas, 1.965 cumeeiras, 91 kits de acomodação e 102 colchões. Os itens de assistência humanitária representam um investimento de R$ 1.455.641,77 até o momento. A Defesa Civil vem acompanhando a situação e registrou ocorrências em pelo menos 18 municípios.

“O foco do Governo do Estado e da Defesa Civil é dar uma resposta sempre mais rápida”, disse o chefe da DCSC, David Busarello. Ele apontou como exemplo a situação do município de Bom Jesus que, em menos de 17 horas, após a solicitação de apoio, recebeu carregamento de telhas que serão distribuídas para as famílias atingidas pelo granizo.

O suporte técnico para as prefeituras foi feito por cinco coordenadorias regionais da Defesa Civil. Por solicitação dos municípios, os coordenadores regionais vistoriaram e prestaram apoio na confecção dos documentos necessários para a decretação de Situação de Emergência.

Entre os municípios afetados estão Abelardo Luz, Bom Jesus, Canoinhas, Entre Rios, Ipuaçu, Lages, Lajeado Grande, Marema, Ouro Verde, Ponte Serrada, São Bernardino, São Domingos, São Lourenço, Seara, São João do Sul, Timbó Grande, Vargeão e Xanxerê. Até o momento seis municípios decretaram Situação de Emergência: Abelardo Luz, Bom Jesus, Ipuaçú, Marema, Ouro Verde e Timbó Grande.

Sistema de Avisos e Alertas



Santa Catarina está localizada numa das regiões mais favoráveis para a formação de tempestades severas e eventos meteorológicos intensos da América do Sul, como tornados e microexplosões. O Governo do Estado estruturou a Defesa Civil Estadual (DCSC) no desenvolvimento de um sistema de monitoramento eficiente.

Todo o território catarinense é coberto por uma rede de radares meteorológicos, por imagens de satélite em tempo real e centenas de estações meteorológicas. O monitoramento é realizado 24 horas por dia, sete dias por semana, por uma equipe especializada que fornece informações antecipadas e confiáveis para a população.

As informações são repassadas para os catarinenses pelo site da DCSC, redes sociais, emissoras de TV por assinatura, mensagens SMS, e grupos de WhatsApp para imprensa e agentes de proteção e defesa civil.

“É fundamental que os catarinenses se mantenham informados a respeito dos riscos que estão expostos”, comentou Busarello. De acordo com ele, com base nos avisos e alertas a população pode se preparar de forma mais eficiente para o impacto dos eventos meteorológicos tão recorrentes em nosso Estado.

Para receber os avisos e alertas da DCSC basta enviar uma mensagem de texto SMS para o número 40199 contendo no corpo do texto apenas o Código de Endereçamento Postal (CEP) que deseja ser monitorado.

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Fotos: Divulgação / CBMSC

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) uniu-se a outras corporações de bombeiros, em Brasília, para compor o 1º Ciclo Operacional de Combate aos Incêndios Florestais. A mobilização faz parte de um plano estratégico, determinado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, uma vez que o Brasil entra no ápice de ocorrências desta natureza na maioria dos biomas brasileiros.

Nesta primeira rodada, de três previstas, 13 bombeiros militares catarinenses foram até o Distrito Federal, onde passarão por instrução e deverão ser empregados para combate em incêndios florestais na região Centro-Oeste do Brasil. Cada um dos encontros terá 20 dias e o ciclo dura cerca de três meses, terminando em novembro.

“Sabemos da importância que é prestar apoio aos outros estados que precisam de nós. Por isso, mais uma vez autorizei o deslocamento dos militares do CBMSC para suporte nacional, como em outras ocasiões. Os bombeiros estão sempre atualizados e treinados, o que nos garante sucesso e resultados positivos para Santa Catarina nestas situações”, exalta o governador, Carlos Moisés.

Além de auxiliar as áreas que necessitam de reforço para atuação, também é um momento importante de integração entre o CBMSC e as demais corporações do país, bem como outros órgãos federais.

“Quem ganha nestas ações conjuntas é sempre o cidadão, por isso, fazemos questão de apoiar as iniciativas federais que promovem a integração das forças de segurança pública. Além disso, para nós, é sempre um motivo de orgulho saber que Santa Catarina está bem representada por equipes de alta qualidade que trazem bons resultados para nosso estado e nossa corporação”, declara o comandante-geral do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira. “Ademais, visto que esta semana comemoramos 95 anos de existência, é extremamente significativo termos uma equipe atuando em Brasília a serviço da população”, complementa.

O emprego destes militares na operação nacional não afeta o atendimento em Santa Catarina.

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 Foto: Flávio Vieira Júnior/DCSC

O Governo do Estado, por meio da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), emitiu a ordem de serviço para as obras de contenção, recuperação de pavimento e drenagens em dois trechos da Rodovia SC-370, no município de Grão-Pará. O investimento é de R$ 1.295.827,57, garantidos junto ao Governo Federal com base no Plano de Trabalho apresentado pela DCSC.

O objetivo dos trabalhos é a melhoria nas condições de circulação de veículos entre os municípios de Urubici e Grão-Pará garantindo o escoamento da produção agrícola e o desenvolvimento do turismo, já que a rodovia é acesso à Serra do Corvo Branco. A estrada foi danificada após fortes chuvas que atingiram a região. O prazo para a execução da obra é de 180 dias.

As atividades já iniciaram e a DCSC orienta os moradores da região, e aos usuários da rodovia, que a atenção deve ser redobrada já que o trânsito vai permanecer em meia pista e o fluxo de caminhões e maquinário pesado será intenso durante a execução da obra.

“A DCSC dedica os esforços para apoiar os municípios e propor soluções definitivas que beneficiem diretamente os catarinenses após situações provocadas por eventos extremos”, comentou o chefe da DCSC, David Busarello. Segundo ele, os técnicos da DCSC estão acompanhando de perto o projeto para garantir qualidade e segurança para as pessoas que trafegam na rodovia.

Mais recursos

No último mês, o governador Carlos Moisés esteve em Grão-Pará para autorizar a pavimentação de um trecho de 9,4 quilômetros. O investimento será de mais de R$ 40 milhões. O prazo de conclusão é de 18 meses. "Esta é uma obra que sempre esteve no radar, sempre trabalhamos intensamente para resolver todos os entraves até a chegada deste momento. É um passo importante em direção ao nosso objetivo de encurtar caminhos e aproximar a serra e o mar", avalia Carlos Moisés.

>>> Governador autoriza início da pavimentação na Serra do Corvo Branco 

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Fotos: Eduardo de Souza / CBMSC

O 4º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Criciúma, ganhou um reforço para buscas de pessoas desaparecidas. A partir de agora o cão Bono, dupla do cabo Matheus Premoli, está certificado para atuação.

O binômio, dupla entre bombeiro militar e cão de busca, que atua no quartel de Araranguá passou pelas provas de certificação que ocorreram na última semana na Floresta Nacional de Três Barras. Eles foram aprovados em provas específicas e agora podem atuar tanto na busca por pessoas vivas desaparecidas, quanto por aquelas já em óbito.

"É muito emocionante e gratificante termos um cão de busca certificado aqui no Sul do Estado. Quem está de fora não sabe o quão trabalhoso é formar um cão, e nada disso seria possível sem ter o apoio dos meus amigos, que considero minha segunda família", conta o cabo Premoli, sobre a preparação do Bono.

“O intuito é que todos os batalhões de bombeiros militares tenham cães de busca ativos, para aumentar a atuação da cinotecnia pelo estado. As grandes ocorrências, como Brumadinho ou Presidente Getúlio, destacam a agilidade que o trabalho com cães traz nessas situações, com respostas aos familiares das vítimas. Por isso, ter mais um cão de busca ativo em Santa Catarina é algo importante”, destaca o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), tenente-coronel Walter Parizotto.

Com o Bono, são 12 os cães de busca do CBMSC ativos no estado.

Certificação inédita em SC

A Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães realizou na última semana a Certificação Nacional de Cães de Busca e Resgate, na categoria restos mortais, ou seja, a busca por pessoas já sem vida.

Foram 42 provas em dois dias, para 26 binômios (dupla entre bombeiro militar e cão de busca), na Floresta Nacional de Três Barras, 12 binômios são de Santa Catarina, além de bombeiros militares e cães do Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná.

“Por conta da pandemia, muitas provas estavam paradas, e para a nossa atividade é extremamente importante que essas avaliações sejam feitas periodicamente, para que estes cães estejam ativos e operativos em todo o Brasil, já que a exigência para atuação é a prova de certificação”, explica Parizotto.

Binômios do CBMSC certificados nesta edição:

Níveis V e A:
Major Michels e Chewbacca - Canoinhas
Sargento Romão e Bravo - Blumenau
Cabo Fumagalli e Hunter - Curitibanos
Cabo De Souza e Zaara - Brusque
Cabo Premoli e Bono - Araranguá
Cabo Valdeley e Marley - São José
Soldado Josclei e Iron - Xanxerê
Soldado Rangel e Orion - Lages
Soldado Amorim e Moana - Itajaí

Nível V:
Soldado Pinheiro e Sol - Chapecó
Soldado Canever e Léia - Porto União

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Uma demanda histórica da corporação - o fornecimento de veículos para treinamentos de resgate veicular - será resolvida a partir de um acordo de cooperação técnica inédito no Brasil. A parceria foi firmada nesta quarta-feira, 18, entre o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) e a Delegacia da Receita Federal em Joaçaba.

Nesta colaboração, veículos da Receita Federal que não possuem condições de uso são repassados para a corporação para serem usados em treinamentos da área de resgate veicular. Com isso, os bombeiros são capacitados para atendimento eficaz das ocorrências de trânsito, os custos da corporação são reduzidos e a Receita Federal também ganha, uma vez que libera espaço dos pátios.

“Esta é a primeira vez que ocorre um acordo entre uma corporação de bombeiros militar do Brasil e a Receita Federal, o que demonstra a integração entre os órgãos em Santa Catarina, visando beneficiar os cidadãos”, destaca o comandante-geral, coronel Charles Alexandre Vieira.

A previsão é o fornecimento anual de 100 veículos. O 6º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Chapecó, será responsável pela recepção e distribuição dos veículos para outras regiões do estado.

Participaram do ato desta quarta, na sede da Receita Federal em Joaçaba: o comandante-geral, coronel Charles Alexandre Vieira; o comandante do 11º Batalhão de Bombeiros Militar (BBM), com sede em Joaçaba, tenente-coronel André Luiz Grigulo; o subcomandante do 11º BBM, major Ilton Schpil. Já a equipe da Receita Federal estava representada pela superintendente, Claudia Regina Leão Thomaz do Nascimento; pelo superintendente adjunto, Fabiano Blonsk, pelo delegado Mauro Batista Neto; pelo delegado adjunto, Thiago R. Ultra Soares; e pelo chefe da logística, Gustavo Horn.

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Foto: Divulgação/Arquivo/DCSC

Dentro de uma realidade gerada a partir da paralisação das aulas por causa da pandemia da Covid-19, o Comitê Técnico-Científico (CTC) da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) começou a buscar, em maio do ano passado, ações para a redução dos riscos pós-quarentena. Foi iniciada a criação de um modelo de Plano de Contingência para subsidiar gestores e professores da rede de ensino pública e privada para o enfrentamento da situação, quando o retorno presencial fosse possível.

O documento recebeu o nome de PlanCon-Edu/COVID-19 que, além de estabelecer protocolos, preparava as organizações e as pessoas para lidar com a incerteza, diminuindo o impacto do risco.

A participação da DCSC no Comitê Estratégico de Retorno às Aulas Presenciais, instituído pela Secretaria de Estado da Educação (SED), foi fundamental para que o PlanCon-Edu fosse adotado como uma medida efetiva de autoproteção. Passado o período de isolamento, começou a se pensar o retorno à escola. Ou seja, como seria a recepção das crianças, a questão de segurança e os cuidados.

“Isso, no começo, gerou um pouco de insegurança, mas, ao mesmo tempo mobilizou a todos para que fossem estudar e buscar alternativas para fazer isso da melhor forma possível”, disse Melissa D’El Rei de Souza, diretora da Escola de Educação Básica Professora Palmira Lima Mandrini, de São José. Neste período, foi iniciado o trabalho com o PlanCon-Edu em sua escola.

“Posso dizer que tem sido colocado em prática diariamente e até o momento não tivemos nenhum caso de transmissão. Isso mostra que todo o protocolo de segurança está sendo aplicado e que está sendo feito da melhor forma possível. Deixando-nos muito felizes, e principalmente toda a comunidade escolar muito segura em relação ao trabalho que é realizado”, completou.

Dentro das medidas adotadas, estão o distanciamento, o controle de temperatura, medidas de higiene, tapetes higienizantes e troca de máscaras. O modelo editável do Plano, fornecido aos administradores escolares, facilita a elaboração, a capacitação e o acompanhamento das ações. O Plano é um documento vivo, dinâmico e flexível que possibilita eventuais atualizações e adaptações, com base na realidade de cada escola.


“O PlanCon veio como um documento que norteou todo o trabalho da escola. E ajudou para dar subsídio às ações realizadas. Quando pensamos no retorno, tivemos muitas dúvidas, e o plano veio para orientar esse trabalho. Ele nos deu mais segurança, subsidiou e ajudou a organizar o dia a dia na escola. Então considero que foi fundamental nesse processo de retorno às aulas”, disse Melissa.

Com base na Portaria Conjunta 750 de 2020, da SED, SES e DCSC, cada unidade escolar do território catarinense fica obrigada a elaborar um Plano de Contingência Escolar com base no PlanCon-Edu Covid-19. “Santa Catarina é o único estado do país que conseguiu retornar as aulas presenciais em fevereiro de 2021 e que adotou essa prática de segurança e proteção”, afirmou o chefe da DCSC, David Busarello. Ele destacou que o plano impactou diretamente no cotidiano de 1.610.086 estudantes e 170.825 docentes, o que representa 24,56% da população estimada de Santa Catarina. “A Defesa Civil Estadual atua nas mais diferentes frentes de trabalho, sempre com o objetivo de preservar vidas e reduzir os prejuízos”, completou.

Comitê Técnico e Científico da DCSC

A Defesa Civil de Santa Catarina criou oficialmente o Comitê Técnico e Científico (CTC) em dezembro de 2019. Integram a iniciativa universidades e instituições de ensino, pesquisa e extensão. Fazem parte do grupo os representantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL), Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Instituto Federal Catarinense (IFC), Universidade do Minho, Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), Associação Brasileira de Pesquisadores em RRD, Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Revista Científica Gestão & Sustentabilidade e do GEOLAB da UDESC.

É um grupo formado por professores, técnicos e profissionais, mestres e doutores, com alta expertise na área de gestão de riscos e desastres e que muito tem contribuído para dar cientificidade as ações de proteção e defesa civil.

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De forma inédita no Brasil, Santa Catarina passa a incluir oficialmente a temática de proteção e defesa civil no currículo das escolas públicas e privadas. A inclusão foi instituída por decreto assinado pelo governador Carlos Moisés da Silva e pelo chefe da Defesa Civil do Estado, David Busarello, e torna obrigatória a participação de instituições de ensino fundamental no Programa Defesa Civil na Escola. A alteração no currículo vai alcançar cerca de 100 mil alunos matriculados nos 6º e 7º anos.

O estado de Santa Catarina fica localizado no maior corredor meteorológico da América do Sul, o que causa a recorrência de eventos extremos. A iniciativa busca ampliar a percepção de risco desde o período escolar, promovendo a mudança de cultura na área de proteção e defesa civil, com o foco de preservar vidas e reduzir os prejuízos.

O Programa, criado pela Defesa Civil de Santa Catarina, coloca a temática ao alcance da vida escolar, capacitando professores e alunos para a redução de risco e de desastres, permitindo a participação, de forma compartilhada e eficaz, junto à comunidade e a Defesa Civil de cada município. Segundo David Busarello, as atividades desenvolvidas também focam a ampliação da percepção de risco. “Formando cidadãos conscientes e preparados para enfrentar os eventos meteorológicos que ocorrem no estado, estamos construindo uma sociedade mais consciente e resiliente. Acima de tudo, buscamos formar multiplicadores, tanto os professores nas escolas, quanto os alunos junto às famílias”, disse.

As primeiras atividades do Programa, como projeto-piloto, ocorreram em 2013 nos municípios de Criciúma, Xanxerê e Rio do Sul. A partir daí, ganhou corpo e se expandiu para diversos municípios. De 2013 a 2018, foram atendidos 6.986 alunos e 1.699 professores. A partir de 2017, foi realizada a primeira capacitação de professores a partir da cooperação técnica com o Instituto Federal Catarinense, Campus Camboriú. Em 2019, o projeto se transformou em Programa e foi firmado Termo de Cooperação Técnica com a Secretaria de Estado da Educação. Com a entrada do tema no currículo, foram atendidos 974 educandos.

No ano de 2020, o Programa teve um grande salto com a participação de 59 escolas e a capacitação de 266 professores, o que resultou no atendimento de 1.770 alunos. A iniciativa continuou sendo impulsionada pela Defesa Civil estadual e, no último ano, a plataforma de educação a distância foi ampliada. Atualmente, estão sendo capacitados 1.327 profissionais da educação em todo o estado. A perspectiva é de que sejam atendidos 12.350 estudantes de 166 escolas da rede pública, em 105 municípios catarinenses.

Anteriormente, as escolas entravam no Programa por meio de adesão espontânea; com o Decreto todas as escolas de Santa Catarina, públicas e privadas, deverão oferecer a matéria no 6º ou no 7º ano. As unidades escolares terão até 2024 para se adequarem à iniciativa.

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Equipes do Governo do Estado estão mobilizadas para atuar no que for preciso com a chegada de uma nova onda de frio intenso a Santa Catarina. O alerta é para declínio acentuado na temperatura a partir desta quarta-feira, 28, em todas as regiões. A Defesa Civil (DCSC) monitora a situação desde a semana passada e já emitiu avisos informando sobre a condição meteorológica ao longo dos próximos dias.

"Estamos acompanhando os modelos meteorológicos, com toda a estrutura de prontidão para dar o suporte aos municípios, caso necessário. É importante que as pessoas busquem informações nos canais oficiais do governo e redobrem a atenção com os mais vulneráveis, incluindo os animais", ressalta o governador Carlos Moisés.

Nesta segunda-feira, 26, a Defesa Civil coordenou uma reunião para alinhamento de ações com outros órgãos, como o Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC), Secretaria de Estado da Assistência Social, Casan, Polícia Militar, Epagri, Casa Civil, Secretaria de Estado da Saúde e Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur). "No que diz respeito às responsabilidades do Estado, as ações serão conjuntas, tanto para orientação, quanto para qualquer eventualidade que demande auxílio das equipes", frisa o chefe da Defesa Civil, David Busarello. O Grupo de Ações Coordenadas (Grac) e as coordenadorias regionais de Defesa Civil também foram acionados para reforço das medidas de precaução.

Operação Inverno reforça a segurança de turistas na Serra Catarinense

Com a previsão de declínio acentuado na temperatura  o fluxo de turistas na Serra Catarinense deve aumentar. A Polícia Militar de Santa Catarina, em conjunto com demais órgãos do Governo do Estado e Prefeituras, vai reforçar a segurança e preservação da ordem e proteção da vida dos turistas que visitam a região serrana. A ação faz parte da Operação Inverno que segue até o dia 16 de agosto.

Frio intenso será persistente ao longo da semana


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

A meteorologista da Epagri/Ciram, Marilene de Lima, explica que o sistema trazendo a nova onda de frio intenso vem do Uruguai, se espalha pelo Sul e estará atuando no estado já a partir desta terça-feira, 27. Quanto ao frio, segundo a meteorologista, os modelos não são mais tão rigorosos, como vinham se desenhando na semana passada. Ainda assim, os próximos dias serão típicos de inverno, com temperaturas baixas em todas as regiões, formação de geada ampla e condições favoráveis à chuva congelada e até neve nas áreas mais altas do Planalto Sul e Meio-Oeste. Especialmente nestas regiões, as mínimas previstas podem chegar aos 10ºC negativos.

Marilene de Lima lembra que há poucos dias o estado registrou um período de frio intenso semelhante, mas, dessa vez, ele será mais persistente ao longo do dia e essa condição é que vai dar a sensação de maior intensidade. "O sol não vai conseguir fazer com que a temperatura se eleve, tanto que as máximas serão relativamente baixas durante o dia em todas as regiões e caem ainda mais à noite e madrugada. Se as temperaturas baixas já não são mais novidade, a persistência delas, com pouca elevação, será o mais impactante", observa. De acordo com a meteorologia, o pico do frio será entre esta quarta, 28, e quinta-feira, 29.

Recomendações e ações de prevenção


Foto: Divulgação / CBMSC

Para os dias de frio intenso, órgãos do Governo do Estado orientam a população e colocam em prática uma série de ações com foco na prevenção. Para os que saem à caça das baixas temperaturas, por exemplo, a Santur recomenda que os turistas só se desloquem para as regiões mais frias, como a Serra Catarinense, com a garantia de hospedagem.

E é justamente em um dos locais mais procurados pelos turistas do frio que o CBMSC realiza a Operação Serra Mais Segura. A ação de inverno será reforçada neste período e abrange orientações às pessoas que circulam pela região. Uma das dicas é que não sejam utilizadas, no interior das casas, churrasqueiras ou latas com fogo que podem provocar incêndios ou intoxicação por monóxido de carbono. “Uma de nossas preocupações se refere aos locais turísticos e também aos turistas mal preparados que podem correr o risco de hipotermia. Estamos mobilizando efetivo para dar apoio”, informa o subcomandante do CBMSC, Ricardo José Steil.

Com as baixas temperaturas existe o risco de congelamento de rodovias. A Polícia Militar Rodoviária (PMRV) está reforçando o efetivo e colocando em prática a Operação Gelo na Pista, além de pontos de apoio nas barreiras que serão instaladas nos postos policiais caso ocorra a necessidade de fechamento de rodovias.

O aviso de frio intenso também se estende à agricultura, à piscicultura e à pecuária que poderão ter impactos negativos. Quanto a isso, a Epagri está repassando orientações aos produtores rurais em relação aos cuidados necessários para cada cultura.

É importante destacar que, segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, existe também o risco de ressaca e alagamentos costeiros a partir de quarta-feira, 28. A DCSC alerta para o risco de navegação de pequenas e médias embarcações.

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