Fotos: Alexandre Miranda / DCSC

A Defesa Civil de Santa Catarina e a Prefeitura de Major Gercino começaram a instalação do primeiro kit de transposição metálico, feito com o aço usado na reforma da Ponte Hercílio Luz. A estrutura de 12 metros foi montada na localidade de Rio Teófilo para substituir uma antiga ponte danificada durante uma forte enxurrada. Logo após o posicionamento das estruturas metálicas, com o auxílio de um guindaste, a pré-laje foi montada e preparada para a concretagem do piso. O trabalho foi acompanhado pela arquiteta da DCSC, Fernanda Oliveira, e pelo coordenador regional da Grande Florianópolis, Alexandre Miranda.

Pelo projeto, a prefeitura ficou responsável pela construção das cabeceiras e do piso da ponte, já a Defesa Civil realizou repassou as vigas de sustentação, construídas com o beneficiamento do aço usado na reforma da Ponte Hercílio Luz. O projeto além de ter um foco preventivo, com a substituição de pontes precárias, busca a sustentabilidade com o reaproveitamento do metal e a valorização dos recursos públicos.

Serão 532 kits que, com a manutenção adequada, podem ter a durabilidade de cerca de 200 anos. As estruturas podem ser construídas em quatro e até 40 metros de comprimento, com a utilização de pilares centrais. Também é possível atender pontes urbanas ou em rodovias que necessitem de mão dupla, ou seja, a largura pode ultrapassar 10 metros. Já os guarda-corpos são pensados para atender as mais diferentes necessidades, permitindo até mesmo a passagem de máquinas agrícolas.

“Para o repasse dos kits é necessário que os locais para instalação estejam dentro da malha viária, ou seja, sejam de domínio público”, explicou o chefe da Defesa Civil, David Busarello. Segundo ele, para a instalação dos kits são feitos estudos hidrológicos, para um melhor dimensionamento das estruturas, e a análise da cota de inundação, para melhorar a vazão dos rios e córregos.

Todas as orientações aos municípios para a instalação, manutenção e conservação são realizadas pela Defesa Civil que aponta medidas extremamente simples e de baixo custo.

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Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

Em visita à 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar (BOA), com base em Blumenau, nesta quinta-feira, 13, o governador Carlos Moisés conferiu os equipamentos adquiridos pelo Estado que passarão a integrar as aeronaves usadas pelos Bombeiros Militares, em parceria com o Samu, na prestação de socorro e transporte de pacientes nas emergências de saúde. Com investimentos de R$ 462,5 mil na aquisição dos novos kits, as aeronaves terão o serviço aeromédico homologado pela Anac, Ministério da Saúde e o que é mais importante: segurança e mais eficiência no atendimento às vítimas durante os trajetos.

Carlos Moisés destaca que a estrutura a ser utilizada, a partir de agora, nas ocorrências envolvendo as aeronaves oferece mais chance de sobrevivência aos pacientes e atende a uma das missões prioritárias do Estado que é a preservação da vida. "Esses equipamentos trazem uma condição de sobrevida muito maior, além de mais segurança e conforto a quem opera e presta socorro. O resultado é um serviço de mais qualidade e a condição de salvarmos mais vidas", ressalta o governador.

Equipamentos

Durante a visita, Carlos Moisés acompanhou a explicação técnica sobre os novos equipamentos, conduzida pelo comandante do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar e Samu, tenente-coronel Sandro Fonseca. Entre os itens, está um compressor torácico automatizado, no modelo Lucas 03, que realiza compressões para ressuscitação cardiopulmonar, atuando como um socorrista adicional, trazendo maior autonomia para as equipes de saúde trabalharem. O BOA é uma das primeiras unidades aéreas a ter este equipamento nas aeronaves e foi o primeiro a adquirir este modelo no Brasil. "Este equipamento facilita o trabalho da equipe médica e amplia as chances de sobrevivência em um paciente em parada respiratória", exemplifica o militar.

Duas macas-bolha para o transporte de pacientes com infecções respiratórias, muito utilizadas para transportes da Covid-19, também compõem os kits aeromédicos. "Ela ajuda a evitar o contágio e diminui as chances de contaminação da própria aeronave, facilitando a assepsia e trazendo segurança para todos", explica o comandante do BOA.

De acordo com o coronel BM Ricardo José Steil, que atualmente responde pelo comando-geral do CBMSC, a demanda crescente do serviço aeromédico, também em razão da pandemia, exige uma melhor estrutura do suporte avançado. "Hoje a gente consegue trabalhar de forma homologada, garantindo uma melhor ergonomia da equipe de socorro e mais qualidade no atendimento do paciente", afirma. Com a utilização dos equipamentos, é possível operar na modalidade single pilot, otimizando a gestão dos recursos humanos necessários para operar as aeronaves.

Novos itens

As aquisições para o serviço aeromédico, envolvendo esforço conjunto da Casa Civil, da Secretaria da Saúde e do Corpo de Bombeiros Militar contemplam:

  • Compressor torácico Lucas 3;
  • Kit aeromédico para o Arcanjo-02, com base em Florianópolis;
  • Kit aeromédico para o Arcanjo-03; com base em Blumenau
  • 1 maca-bolha (cápsula de isolamento Covid) para Blumenau 
  • 1 maca-bolha para Florianópolis.

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Estrutura analisada pelos técnicos em Major Gercino. Foto: Divulgação / DCSC

A Defesa Civil de Santa Catarina realizou nesta semana a vistoria de cabeceira em Major Gercino, na Grande Florianópolis, para instalação do primeiro kit de transposição metálico no Estado. A estrutura é construída com aço utilizado para a sustentação da Ponte Hercílio Luz durante a reforma. As peças foram tratadas para terem uma vida útil de 200 anos, com a manutenção adequada.

A Diretoria de Gestão de Desastres da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) vistoriou a construção das cabeceiras no município. A estrutura de 12 metros será montada na localidade de Rio Teófilo no município de Major Gercino. O foco do projeto é a prevenção para a substituição de antigas pontes e pontilhões que colocam em risco a circulação de pessoas ou que estão vulneráveis e eventos extremos. Durante a vistoria algumas recomendações foram feitas para garantir a segurança das cabeceiras em caso de enxurradas.

A análise foi realizada pela gerente de Reabilitação e Reconstrução, Fernanda Patrícia de Oliveira, o coordenador regional da Grande Florianópolis, Alexandre Miranda, e o engenheiro Norberto Antônio Chaves. O formato atual do Projeto de Kit de Transposição Metálico prevê a parceria entre a prefeitura e o Governo do Estado, por meio da DCSC, que fornece as estruturas. Já o município realiza o transporte das peças e a construção das cabeceiras e tablado central.

“O Projeto visa apoiar os municípios catarinenses. De forma preventiva a ação garante o escoamento da produção e o turismo rural com estruturas que reforçam a segurança das pessoas que circulam nas comunidades beneficiadas”, explicou o chefe da DCSC, David Busarello. Segundo ele, a iniciativa vai além das ações diretamente relacionadas ao gerenciamento e enfrentamento das situações de riscos e desastres desenvolvidas pela DCSC.

Vistorias para o repasse de estruturas

Além disso, em continuidade às ações para instalação dos kits metálicos, os técnicos da DCSC realizaram nesta semana visitas técnicas em várias localidades no município de Trombudo Central para análise de viabilidade de instalação das pontes. A DCSC aguarda agora a formalização dos pedidos de estruturas para dar andamento aos processos.

Também foram ao município de Indaial, onde a visita técnica também teve o foco na análise de viabilidade para o repasse de um kit metálico. A nova estrutura tem o objetivo de substituir uma antiga ponte que, devido ao estado de conservação precário, teve a capacidade de carga reduzida.

Já na quinta-feira, 08, as atividades foram em Gaspar, no Vale do Itajaí e em Botuverá. Na Prefeitura municipal de Gaspar foram realizadas orientações sobre o processo para solicitação dos kits e em seguida os técnicos vistoriaram um possível local para a instalação de um kit metálico na comunidade de Belchior.

Em Botuverá, foram realizadas vistorias em, pelo menos, três pontos para a avaliação de viabilidade de instalação de kits de transposição. Na continuidade os administradores do município foram orientados sobre os procedimentos e documentações necessárias para solicitação das estruturas.

Segundo a gerente de Reabilitação e Reconstrução da DCSC, Fernanda Patrícia de Oliveira, após a aprovação das solicitações de kits de transposição, a Defesa Civil realiza estudo hidrológico visando a análise da capacidade hídrica no local onde a estrutura será montada. “Os kits metálicos são instalados, de forma preventiva, acima da cota de inundação e ampliando a capacidade de escoamento evitando que as pontes sejam submersas e que não façam o estrangulamento dos rios ou córregos em situações de chuvas intensas”, explicou.

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Fotos: Divulgação / CBMSC

O binômio - dupla entre bombeiro militar e cão de busca - do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina formado pelo soldado Thiago Amorim e a cadela Moana, do 7º Batalhão, com sede em Itajaí, recebeu a Certificação Estadual de Cães de Busca, Resgate e Salvamento. Para atuar no CBMSC é preciso que o cachorro seja certificado a partir dos 15 meses. Agora, os dois foram aprovados e estão prontos para atender aos cidadãos.

A prova ocorreu nesta semana, entre os dias 29 e 30, em Itajaí e a dupla completou a etapa de obediência e destreza, além da busca noturna. Eles já haviam sido aprovados nas avaliações diurnas – tanto de busca, quanto de obediência e destreza, na certificação que ocorreu no final do ano passado.  



“Nós sabemos que a pandemia prejudicou muitas áreas, inclusive a nossa, mas a atividade de busca com cães não para. No último ano fomos acionados 95 vezes. Além disso, a idade do animal também é um fator importante para que sejam realizadas as certificações no período correto”, explica o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, tenente-coronel Walter Parizotto. 

Trabalho contínuo

Por mais que os treinamentos iniciais sejam importantes para um binômio conquistar a certificação, é fundamental que continuem em um ritmo acelerado, porque a partir de agora, a qualquer momento o soldado Amorim e Moana podem ser acionados para auxiliar a quem precisa e não apenas em Itajaí e região.

“Eu fiquei muito emocionado com tudo que nós vivenciamos até aqui e a certificação é um fruto do nosso esforço. Mas a partir de agora tem muito a ser feito, já que precisamos manter o ritmo, aprimorar as técnicas para ficarmos sempre prontos para ajudar aos cidadãos”, exalta o soldado Thiago Amorim. 

Seguindo os passos do Ice

A certificação da Moana representa muito mais do que a ativação dela e do soldado Amorim na cinotecnia – atividade com cães, já que essa dupla dará continuidade a um legado que fez história na região. O sargento RR Evandro Amorim, que é pai do Thiago, fez história com o cão Ice, que atuou muitos anos também em Itajaí e hoje curte a aposentadoria e ainda anima e auxilia muitas crianças na terapia assistida com cães. 

Ice, além de ser o primeiro cão guarda-vidas, também participou de missões importantes, inclusive nacionais, como na tragédia de Mariana, por exemplo. 

Conheça mais sobre a história da chegada da Moana à casa do soldado Amorim clicando aqui

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Fotos: Flavio Vieira Jr. / DCSC

A  Defesa Civil de Santa Catarina instalou dois kits de transposição de obstáculos, em Tubarão, para substituir pontes de madeiras danificadas durante forte enxurrada. A primeira estrutura, com 12 metros de comprimento por cinco de largura, foi montada na localidade Areado. Já o segundo kit, com 15 metros de comprimento por cinco de largura, foi disponibilizado para a comunidade do Sertão dos Correias. A ação representa um investimento de R$ 178.050,00.


Fotos: Divulgação / CBMSC

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) recebeu mais um filhote para treinamento para buscas nesta quarta-feira, 10. O Bob irá formar binômio (dupla entre bombeiro militar e cão de busca) com o cabo Genivan Küll. Eles são do quartel de Itapema, que pertence ao 13º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Balneário Camboriú. 

 “No quartel onde eu trabalhava anteriormente já havia um binômio. Eu esperava há 12 anos por isso, mas a tão esperada oportunidade surgiu quando vim transferido para Itapema, há aproximadamente sete anos. Assim, começou todo esse processo que deu certo”, afirma o cabo.

O filhote Bob é de São Paulo, do mesmo canil do cão de busca Orion, certificado neste ano. Ele foi selecionado entre sete filhotes, presencialmente, pelo próprio cabo. Genivan é cinotécnico – especialista em atuação com cães - formado no CBMSC, com mais de 300 horas de estágio. 

“O Bob se destacou pela energia e disposição dele, bem como pela coragem apresentada nos testes, que são características que buscamos em um cão para buscas. Além disso, o contato dele com humanos foi um ponto positivo”, comenta o cabo. “Outro ponto foi a sinergia que tivemos desde o início, que acredito ser um ponto importante para a nossa parceria”, acrescenta. 

A partir deste momento, serão dias de muito trabalho, para preparar o Bob, que tem 54 dias de vida, para as certificações que ocorrem a partir dos 15 meses. Essas certificações são obrigatórias para que um cão fique operativo e possa atuar no CBMSC.

“Eu tive um labrador, que infelizmente faleceu por conta da idade avançada, mas sempre fui muito ligado com a raça e com a área da cinotecnia, o que vai me ajudar com o treinamento do Bob e, em breve, nos deixar prontos para atender aos cidadãos”, lembra.

O nome do filhote, Bob, foi escolhido por conta de um desenho animado, dos anos 90, chamado “O Fantástico Mundo de Bob”. 

Binômios do CBMSC atuaram em 95 ocorrências em 2020

No último ano, os binômios do CBMSC estiveram em 95 ocorrências de busca de pessoas desaparecidas. Eles são um importante reforço, já que os animais conseguem ter uma percepção maior de odor, indicando o caminho até as vítimas.

“Cada filhote que chega nos traz mais certeza de que este é um trabalho importante da corporação, tanto em Santa Catarina como no Brasil. Estamos com uma renovação gradativa, que garante que o trabalho seja contínuo e não pare”, destaca o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, tenente-coronel Walter Parizotto. “Nós temos um projeto de ter pelo menos um binômio por batalhão de bombeiros militar, o que garante maior capilaridade nos atendimentos e o Bob chega para essa sequência”, explica Parizotto. 

Hoje o CBMSC conta com cães – certificados ou em treinamento - nos seguintes Batalhões:  Curitibanos, Blumenau, Canoinhas, Lages, Criciúma, Itajaí, Xanxerê, Chapecó, São José e agora em Balneário Camboriú. Ou seja, 10 dos 15 batalhões de Bombeiros Militar do estado. 

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Registros entre as 23h30 de segunda-feira (08) e 0h desta terça-feira (09)

Houve tempestades em diversos pontos de Santa Catarina, com maior foco na faixa litorânea e proximidades, com registro de muitos raios. Apenas entre a noite desta segunda-feira, 08, e a madrugada desta terça-feira, 09, foram 1834 descargas elétricas na Grande Florianópolis, em uma área de 30 quilômetros, segundo a Coordenadoria de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC). Os dados foram colhidos na plataforma Earthnetworks.

A DCSC recomenda alguns cuidados para situações que envolvam tempestades elétricas. As chances de um raio atingir uma pessoa são pequenas, mas eles podem causar lesões graves ou fatais. É importante sempre estar atento e tomar alguns cuidados. É importante evitar atividades externas, como soltar pipas, e carregar objetos como canos e varas de pesca. Também é essencial evitar andar de bicicleta, carros conversíveis, motocicleta ou a cavalo. 

Caso a vítima esteja desacordada em função de uma descarga elétrica, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros no telefone 193 ou o Serviço Móvel de Urgência (SAMU) pelo número 192.

Previsão de tempestades

A Defesa Civil reforça que entre a tarde desta terça-feira, 09, e madrugada de quarta, 10, há previsão de temporais isolados entre os planaltos e litoral. Há risco pontual de altos volumes de chuva em curto período de tempo. Não são descartadas descargas elétricas, rajadas de vento e queda de granizo.  

Cuidados durante tempestades com descarga elétrica

– Evite lugares que ofereçam pouca ou nenhuma proteção como pequenas construções, tendas e barracos.

– Evite estruturas altas ou metálicas como torres de linhas telefônicas e de energia elétrica.

– Não se aproxime de cercas de arame, varais metálicos, linhas férreas e outras estruturas metálicas.

– Não permaneça em áreas abertas como campos de futebol, praias, quadras esportivas e estacionamentos.

– Não permaneça no topo de morros ou prédios.

– Não busque abrigo embaixo de árvores.

Cuidados em casa

– Evite utilizar equipamentos e eletrodomésticos que estejam ligados à rede elétrica, como o celular carregando.

– Evite utilizar o telefone com fio, sem fio pode ser utilizado.

– Não fique próximo a tomadas, canos, janelas e portas metálicas.

Avisos e Alertas da DCSC

A Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC) possui um serviço de monitoramento e alerta que funciona 24 horas. Todas as informações são disponibilizadas no site, redes sociais e por alertas via SMS. Para receber avisos da DCSC, basta enviar uma mensagem de texto SMS para o número 40199 contendo apenas o Código de Endereçamento Postal (CEP) do local que deseja monitorar.

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Foto: Flávio Jr /DCSC

O chefe da Defesa Civil de Santa Catarina (DCSC), Aldo Baptista Neto, visitou nesta quarta-feira, 24, em Joinville, o local onde será instalado o novo radar meteorológico. O equipamento fará o monitoramento da Região Norte do Estado que possui características específicas de relevo e microclimas, além de ser uma das com maior densidade demográfica. Os dados que serão gerados serão utilizados na emissão de avisos e alertas de eventos extremos, completando a área monitorada pelos outros três radares em operação.

O novo radar será instalado no bairro Boehmerwald, junto à associação de moradores. O local foi escolhido a partir de um estudo realizado por uma empresa especializada.

O radar de banda X já foi licitado e adquirido por R$ 3,7 milhões da empresa Eletronics Corporation (EEC). Atualmente está sendo realizado o processo licitatório para a construção do sítio do radar e da torre para a instalação do equipamento, que terá 25 metros de altura. O projeto, orçado em R$ 1,2 milhão, abrange obras de cercamento, pavimentação, monitoramento de segurança, iluminação, construção da torre e equipamentos de informática.

O chefe da DCSC, Aldo Baptista Neto, ressaltou que o novo radar chega pra compor a rede tecnológica de monitoramento pra desastres naturais e assim ampliar e melhorar ainda mais a capacidade de alertas pra população. Além dos radares, a rede tecnológica da DCSC conta com informações de estações hidrológicas e meteorológicas, imagens de satélite, bem como de sistema de identificação de raios. “Quando conseguimos ser mais assertivos, ampliamos a segurança das pessoas fazendo com que essa convivência com os desastres naturais seja algo do nosso dia a dia. Com base nessas informações, o catarinense pode dar início ao planejamento familiar de emergência para situações de eventos naturais severos”, frisou.

O prefeito de Joinville, Adriano Silva, agradeceu a DCSC pelo investimento realizado na região, em reunião na prefeitura. “Com certeza Joinville vai estar mais segura com a instalação desse radar”, disse.

Silva também destacou a eficiência da parceria entre a DCSC e a Defesa Civil do município, que agiram de forma ágil aos eventos do dia 1º de janeiro deste ano. “Os órgãos conseguiram fazer o levantamento técnico e todos os relatórios para que a gente pudesse dar a liberdade para que o cidadão joinvilense buscasse os recursos no FGTS. Isso só se deu pela velocidade com que os times trabalharam”, completou.

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Os cães Orion (caramelo), Léia (marrom, no meio) e Sasuke. Fotos: Divulgação / CBMSC

Três filhotes foram certificados e agora fazem parte da equipe dos cães do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, que totaliza nove labradores operativos, prontos para atuação. Os animais foram certificados nos dias 02 e 03 de fevereiro, em Lages, onde participaram da Certificação Estadual de Cães de Busca e Resgate do CBMSC, na categoria Busca Rural. Essa foi a primeira vez que a Serra catarinense recebeu uma edição da prova.

“Nós vamos levar as provas de certificação para os Batalhões que possuem o serviço de cães, para que seja cada vez mais conhecido nas regiões e também para que os cães tenham adaptação nos mais diversos terrenos e situações comuns ao estado de Santa Catarina”, explica o presidente da Coordenadoria de Busca, Resgate e Salvamento com Cães, tenente-coronel Walter Parizotto.

Para que um cão fique ativo, de acordo com o novo regulamento internacional, é preciso que os binômios passem por três provas. A de nível V, que é para cães a partir de 15 meses, avalia as condições do animal durante a busca de uma vítima, além de passar por prova de obediência e destreza. Já a de nível A tem duas buscas, uma noturna, uma diurna e ainda a prova de obediência e destreza, com um grau a mais de dificuldade, em relação a outra.

A arbitragem da prova foi realizada pelo tenente-coronel Walter Parizotto e o capitão Alan Cielusinsky, ambos árbitros do Conselho Nacional de Busca, Resgate e Salvamento com Cães (CONABRESC).

Os binômios - dupla entre bombeiro militar e cão de busca - aprovados nesta edição foram:

Soldado David Canever e cadela Léia, de Porto União, pertencente ao 9º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Canoinhas.

Soldado Luciano Rangel e cão Orion, de Lages, pertencente ao 5º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Lages.

Soldado Guilherme Galli e cão Sasuke, de Otacílio Costa, pertencente ao 5º Batalhão de Bombeiros Militar, com sede em Lages.

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Foto: Flávio Vieira Jr /DCSC

O Radar Meteorológico do Vale, localizado no município de Lontras, voltou a operar no último sábado, 30. O equipamento permanece em funcionamento assistido, ou seja, acompanhado pela empresa responsável pela manutenção. Para o retorno da normalidade foi realizada a troca de um rolamento que é considerado fundamental.

Nesta terça-feira, 02, o chefe da Defesa Civil de Santa Catarina, Aldo Batista Neto, vistoriou a estrutura do Radar do Vale e acompanhou o funcionamento do equipamento e a manutenção da estrutura. O Radar do Vale compõe o grupo de equipamentos utilizados no monitoramento e emissão de alertas em Santa Catarina. Para que passasse por manutenção, uma estratégia utilizando outros radares, sistemas e equipamentos foi colocada em prática para manter o monitoramento meteorológico.

Durante a vistoria, o chefe da DCSC reforçou o compromisso do Governo do Estado em melhorar cada vez mais a rede de monitoramento e alerta de desastres naturais. “O nosso foco é fornecer informações confiáveis para que os cidadãos possam estar preparados para as mais diferentes situações. Assim vamos reduzir prejuízos e preservar vidas”, destacou.

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