Foto: Gabriela Garcia/Fapesc

Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio Fapesc de Jornalismo em CTI – Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é reconhecer as contribuições dos profissionais de Comunicação de Santa Catarina que produzem materiais jornalísticos para a valorização do setor. As inscrições podem ser feitas até 31 de maio de 2022.

O prêmio tem abrangência estadual e é dividido em seis categorias: Texto, Foto, Vídeo, Áudio, Acadêmico e Institucional (confira, abaixo os detalhes de cada um). Os materiais jornalísticos devem ser publicados por profissionais de Comunicação em veículos de imprensa e revistas/jornais/informativos institucionais sediados em Santa Catarina entre 29 de abril de 2021 e 27 de maio de 2022.

Serão premiados o primeiro, o segundo e o terceiro colocados em cada uma das categorias, que receberão certificados, troféus e premiação em dinheiro (R$ 10 mil, R$ 7 mil e R$ 5 mil, respectivamente). Ao todo, a Fapesc está investindo R$ 132 mil no edital. As inscrições devem ser feitas na Plataforma de CTI da Fapesc 

O prêmio faz parte da "Jornada dos 25 anos da Fapesc”, que conta com uma série de ações para comemorar os 25 anos da fundação. De acordo com o presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen, os profissionais de comunicação são essenciais para ajudar no desenvolvimento do ecossistema de CTI. “A 2º edição do prêmio vem para coroar o trabalho de difusão das ações de CTI em Santa Catarina. A ideia é que a gente mantenha essa boa conexão com os nossos comunicadores. Queremos incentivar cada vez mais a criação de conteúdos, mostrando as ações da pesquisa, inovação e da aplicação da tecnologia”.

Holthausen lembra que o setor é fundamental para o Estado. “O ecossistema de CTI envolve recursos públicos, a conexão com as universidades, com nossos empreendedores e com os parceiros que auxiliam o desenvolvimento do Estado. Tudo isso permite que Santa Catarina seja um estado empreendedor, inovador e gerador de conhecimento e que produza profissionais com alta capacidade em relação aos nossos mestrados e nossos doutorados. Cada vez que um profissional da comunicação mostra o que está sendo feito pelas nossas pessoas de Santa Catarina e pelas nossas instituições, nós temos novas conexões e motivamos novas pessoas a entrar neste ecossistema e inspiramos talentos a estarem dentro do ecossistema de CTI”.

"O jornalismo é muito importante para a divulgação do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação”, reforça a assessora de comunicação da Fapesc, Francieli Regina de Oliveira. “O Prêmio Fapesc de Jornalismo em CTI pretende reconhecer esses profissionais de comunicação e, por consequência, incentivar que os nossos pesquisadores, inovadores e empreendedores sejam cada vez mais fontes de matérias jornalísticas e possam divulgar os seus trabalhos aos catarinenses".

Confira as categorias

Texto: serão aceitas reportagens jornalísticas publicadas em jornais, revistas e portais de notícias com circulação em Santa Catarina, independentemente da periodicidade. A matéria deve ser de autoria do proponente. Em casos de veículos com circulação online e impressa será considerada a categoria escolhida no momento da inscrição, observando-se a documentação anexa.

Áudio: serão aceitas matérias jornalísticas, obrigatoriamente, veiculadas em emissoras de rádio de Santa Catarina com a devida comprovação. Também se encaixam nessa categoria podcasts disponíveis em sites especializados em publicação de podcasts, streamings, plataformas ou sites de veículos de comunicação de Santa Catarina. A matéria deve ser de autoria do proponente.

Vídeo: serão aceitas matérias jornalísticas, obrigatoriamente, veiculadas em emissoras de TV e WebTV de Santa Catarina com a devida comprovação. A matéria deve ser de autoria do proponente.

Foto: serão aceitas fotos ou fotolegendas com contexto jornalístico e foco em CTI publicadas em veículos de imprensa de Santa Catarina. O registro fotográfico deve ser de autoria do proponente.

Institucional: serão aceitos trabalhos jornalísticos institucionais publicados em sites de instituições catarinenses e que compõem o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa categoria abrange trabalhos de áudio, vídeo, texto e foto.

Acadêmico: serão aceitos trabalhos jornalísticos realizados por acadêmicos de jornalismo durante a realização do curso. Os trabalhos devem ser publicados em sites ligados às Instituições de Ensino Superior (IES). Essa categoria abrange trabalhos de áudio, vídeo, texto e foto.

Clique aqui para ler o edital

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Maurício Frighetto
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
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 Foto: Arquivo/Natural Extremo

O Inovatur, o primeiro programa no país a fomentar a inovação no turismo, será apresentado no Rio Innovation Week, o mais completo encontro de tecnologia e inovação da América Latina, que ocorre entre 13 e 16 de janeiro. O programa catarinense é fruto da cooperação entre a Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), com a parceria da Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Serão três palestras catarinenses sobre o Inovatur: do presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen; da diretora do programa de inovação em turismo em SC da Santur, Luana Emmendoerfer; e do CEO da Natural Extremo, Rafael Bridi, uma das empresas apoiadas pelo programa. 

O presidente da Fapesc, a diretora da Santur e o CEO da Natural Extremo estarão no Palco Turistech-Zone, na quinta-feira, dia 13, a partir das 19h20, na mesa sobre Super Fireside: Turistechs Experiência do Turista. A programação completa pode ser acessada aqui

“Fomos convidados a falar sobre as ações da Fapesc em relação ao fomento à inovação para o turismo”, explica Holthausen. “Temos, em parceria com a Santur, um programa inovador para gerar novos negócios e startups ligadas ao turismo – o Inovatur, que já apoiou vários empreendedores a desenvolverem suas ideias e projetos em nosso estado, qualificando as oportunidades para os empreendedores e as opções para os turistas que visitam Santa Catarina. É uma honra poder mostrar esse trabalho no Rio Innovation Week, dentro do Turistech Zone, e o que a Fapesc tem feito para apoiar a pesquisa e inovação para o Turismo”.

O presidente da Santur, Renê Meneses, que também estará presente no evento, reforçou a importância do espaço para Santa Catarina. “É um evento de extrema importância para participarmos. Poder inserir Santa Catarina e o turismo neste grande palco é muito relevante para destacarmos as nossas ações, como o Inovatur e o Almanach, e trocarmos ideias inovadoras para também buscar novas parcerias”, destacou. 

O Inovatur tem como objetivo apoiar novas empresas, produtos e serviços no setor e gerar novas oportunidades, emprego e renda por intermédio da tecnologia e inovação. As propostas contempladas passam por uma imersão no universo das startups, com treinamentos focados na melhoria de seus negócios. Os escolhidos também participam de rodadas de negócios, visitas técnicas às empresas de inovação catarinenses e encerram sua participação com um dia para apresentação do pitch de suas soluções no Demoday.

“Esse é um dos maiores eventos da América Latina e vamos apresentar as principais ações de turismo em Santa Catarina”, destacou a diretora da Santur, Luana Emmendoerfer. “Vamos apresentar dois cases do nosso Estado, o Inovatur, o primeiro programa de inovação aberta do turismo no Brasil, e a nossa central de dados, o Almanach. Estaremos próximos dos grandes players do setor que investem e trabalham com inovação no país, algo muito importante para o turismo”. 

O Inovatur está em sua segunda edição, com um aporte de R$ 900 mil por meio de um edital que selecionou 16 empresas com soluções inovadoras para o setor, além do suporte à capacitação para as soluções contempladas.

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A observação dos movimentos do mercado e suas necessidades fez surgir a Máquina de Leads, startup criada por acadêmicos e profissionais voltada para a gestão de tráfego para negócios locais. A ideia tomou corpo com a ajuda do Programa Nascer de Pré-Incubação de Ideias Inovadoras e se tornou um negócio que colabora com empresas em seu posicionamento digital, realizando a gestão de anúncios online nas redes sociais sobre produtos e serviços. 

A Máquina de Leads participou do primeiro edital do Nascer, em 2020. O programa é oferecido por meio da parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC). Segundo o sócio da empresa, Darlan Ricardo da Silva, o programa ajudou a lapidar a ideia e a dar mais segurança para iniciar o trabalho e desenvolver a marca. 

Darlan é estudante de Engenharia de Materiais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus Blumenau, e pensou em oferecer o serviço de gestão de tráfego para empresas de pequeno e médio porte. Então chamou a amiga e acadêmica de Enfermagem da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), campus Chapecó, Caterine Holler, para pensar junto o negócio. Hoje, a empresa conta com mais sócios: o aluno de Engenharia Têxtil da UFSC Blumenau Diogo Guimarães da Silva e o publicitário Gabriel Nunes. 

O foco da Máquina de Leads é, especialmente, pessoas que entendem a necessidade de ter um bom posicionamento digital e que querem entrar nesse meio. “Não é segredo para ninguém que a internet vem tomando cada vez mais lugar na vida das pessoas, inclusive influenciando em suas compras. Hoje muitas compras e a maioria das descobertas de produtos é através da internet, e nossa ideia é não deixar que apenas as grandes marcas apareçam. Queremos ajudar e ver os negócios locais bem posicionados na internet e entrando no mercado digital para vender através dele. Queremos explorar o potencial disso”, salienta Caterine.

Um incentivo às ideias inovadoras 

O Programa Nascer de Pré-Incubação de Ideias Inovadoras tem como foco o estímulo ao empreendedorismo inovador. Assim, o programa dá suporte para que pessoas com ideias inovadoras passem por um período de pré-incubação e desenvolvam um Plano de Negócios estruturado para iniciar sua startup, assim como a Máquina de Leads. 

Para a gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, o Programa Nascer é o início da jornada do empreendedor, o momento em que uma boa ideia pode ser "tirada da gaveta" e tomar forma para se tornar um negócio promissor. "Durante cinco meses, as equipes selecionadas passam por mentorias com especialistas de várias áreas para aprender importantes questões relativas ao seu negócio, como marketing, contabilidade, branding, entre outros, e assim formar seu plano de negócio. É uma grande oportunidade para aprender a empreender", afirma.

Saiba mais sobre o Programa Nascer em: http://www.fapesc.sc.gov.br/programa-nascer/ 

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Milena Nandi
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No domingo, 9 de janeiro, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) completa 25 anos da sua criação. Para marcar a data, a fundação está promovendo, desde o ano passado, ações para comemorar seu primeiro quarto de século apoiando e integrando o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) do estado.

Desde o último aniversário, teve início a “Jornada dos 25 anos da Fapesc”. Uma das ações foi o lançamento do “1º Prêmio Fapesc de Jornalismo em CTI – Ciência, Tecnologia e Inovação”, ainda em 2020. Ao todo, 37 jornalistas de todas as regiões do Estado foram premiados. A segunda edição está programada para ser lançada em breve. 

Outra ação da jornada é o Programa #Fapesc@25anos_Conectando+Catarinenses. Foram selecionados 25 projetos para contar a história do desenvolvimento do ecossistema de CTI do Estado. “É um mapeamento do ecossistema de CTI, que vai culminar em 25 livros. É um presente para Santa Catarina”, avaliou o presidente da Fundação, Fábio Zabot Holthausen. “Queremos contar a história do Estado a partir do ecossistema de CTI e, com isso, deixar um legado para o Estado e para aqueles que nos visitam. A ideia é mostrar um pouquinho de por que Santa Catarina é o que é. E para que a gente também perceba esta jornada de tempo, que culminou num estado competitivo, inovador e empreendedor.”

Outra ação da jornada dos 25 anos é o Circuito Inova SC, realizado em parceria com a Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Acafe) e com a Plataforma On. Desde o ano passado, estão ocorrendo encontros nas universidades do sistema Acafe com o objetivo de integração, apoio, prospecção e potencialização do ecossistema de Ciência. Os encontros prosseguem neste ano.  

Além das diversas chamadas-públicas da rotina da Fapesc, ainda em 2022 estão previstas outras duas ações: o lançamento da Revista da Fapesc, que busca, em uma linguagem simples, mostrar as realizações do ecossistema de CTI do estado; e a criação de um prêmio voltado para pesquisadores – já existe um prêmio voltado para inovação, o Prêmio Inovação Catarinense Professor Caspar Erich Stemmer, que está com as inscrições abertas até 07 de março.   

O ano de 2022 também será de grandes desafios, já que em 2021 o investimento da fundação chegou a R$ 153.467.400,00, o que representa três vezes mais do que o ano anterior. O valor é referente aos editais lançados e que serão executados ao longo dos próximos anos.

De fundo à fundação 

A Fapesc surgiu em 1997 como Fundação de Ciência e Tecnologia. Na época, manteve a sigla Funcitec, que remetia ao Fundo Rotativo de Fomento à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina, de 1990. 

O nome Fapesc surgiu pela primeira vez em 2005, quando houve a alteração das atribuições e a mudança na nomenclatura. Em 2011, foi incorporado o termo inovação, chegando à denominação usada até hoje: Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina. 

“Nos últimos anos passamos a dar maior ênfase na inovação, sem esquecer a pesquisa e as outras temáticas. Acabamos trazendo a inovação como uma ação transversal para todos os programas e processos, ou seja, reforçamos que inovar é essencial para a ciência e para a pesquisa. A inovação, além de processo, é também importante como um resultado, que vai impactar na sociedade como ação e impacto da pesquisa. Esse foi um direcionador que acabamos estabelecendo. E, com isso, estruturando alguns programas específicos de inovação, com especial atenção para ações ligadas aos Centros de Inovação de Santa Catarina”, ressaltou o presidente Fábio Zabot Holthausen.

São inúmeros programas e projetos realizados ao longo dos anos, em apoio a diversos setores do ecossistema de CTI, além da concessão de bolsas de estudos acadêmicas e profissionais. Confira os principais programas abaixo.  

Vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), a Fapesc é o órgão do Estado de Santa Catarina responsável pela execução da política catarinense de CTI (Veja detalhes na linha do tempo abaixo). 

“A Fapesc, ao longo dos 25 anos, incentivou todas as ideias, as pesquisas e as vocações catarinenses que tenham base em inovação, ciência e tecnologia. A fundação ajudou a consolidar Santa Catarina como o estado mais inovador do país, conquistando a posição de ser protagonista da inovação”, afirmou o secretário da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico e Sustentável (SDE), Luciano Buligon. “Nos últimos anos, recebeu do governador Carlos Moisés a função ainda maior de ser o braço executivo da inovação da SDE, que tem como um dos seus pilares de sustentação a inovação”.  

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 Foto: Mauricio Vieira/Secom 

O ano de 2021 representa um salto no orçamento da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O investimento chegou a R$ 153.467.400,00 - o que representa três vezes mais do que o ano anterior. O valor é referente aos editais lançados e que serão executados ao longo dos próximos anos. Além de inédito, esse montante vai permitir a realização de novos projetos de ciência, tecnologia e inovação (CTI) em todas as regiões do estado. 

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, destaca que o ano de 2021 foi positivo para a fundação, apesar de todos os efeitos da Covid-19. "Nós tivemos o maior investimento da história. Esse investimento reflete o valor que o Estado estabelece para esse ecossistema. Mostra a relação que o Governo do Estado e a Fapesc estão criando com as universidades, com as empresas e com todo o setor produtivo”, reafirma.  

Outro destaque de 2021 foi o número de editais. A Fapesc bateu um novo recorde, pelo segundo ano consecutivo: chegou a 50 chamadas públicas. Em 2020, a quantidade já havia sido inédita, com 34. “Esse número significativo de editais reforça a importância que a ciência, tecnologia e inovação tem para o Governo do Estado e para a Fapesc", completa Holthausen. 

   

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, aproveita para reforçar a importância da Fapesc enquanto braço do Governo para desenvolvimento de pesquisa e inovação. “Investe no conhecimento que, aliado à tecnologia encontra soluções, melhora a vida das pessoas e agrega conhecimento. O salto nos investimentos feitos este ano, sem sombra de dúvidas, trará mais resultados para Santa Catarina, já referência em inovação”, explica. 

Já o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fapesc, Amauri Bogo, ressalta o comprometimento da equipe da fundação para converter esses recursos em chamadas públicas que atendessem todo o ecossistema de CTI de Santa Catarina. “Tivemos um ano de muito trabalho e cada área da Fapesc se comprometeu a entregar os melhores resultados, mesmo em pouco tempo. Esse esforço será recompensado nos próximos meses e anos com a execução de importantes projetos”, conclui. 

Investimento recorde em bolsas 

A Gerência de Eventos em CTI, também responsável pelas bolsas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e de inovação, lançou 20 editais ao longo do ano, resultando em um investimento de R$ 104.424.400,00. O valor é R$ 850% a mais do que o aplicado no ano passado. Até então, o valor médio de investimento em bolsas ficava em torno de R$ 10 milhões por ano, com um pico de R$ 30 milhões em 2017. 

Um dos editais mais aguardados do ano foi o novo ciclo de bolsas, que vai contemplar novos pesquisadores a partir de março de 2022 até fevereiro de 2026 - são 744 mestrandos e 190 doutorandos. O investimento total neste edital chegou a R$ 56 milhões, o maior da história da Fapesc. Outra novidade foi o aumento das bolsas que terão vigência a partir do próximo ano, passando para R$ 1.800,00 de mestrado e R$ 2.640,00 para doutorado. 

  

A fundação também investiu em parceria com Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)  R$ 8.790.000,00 para os cursos de pós-graduação emergentes e em consolidação em todo o estado. Foram destinadas 187 bolsas: 137 de mestrado, 40 de doutorado e sete de pós-doutorado: "A Fapesc, com foco na formação de profissionais para o desenvolvimento da CTI em 2021, obteve avanço expressivo no fomento à bolsas acadêmicas. Este fomento atendeu, de maneira substancial, a todas as instituições públicas e privadas sem fins lucrativos”, afirma a gerente de Eventos em CTI, Ana Paula Netto Carneiro, também responsável pelos editais de bolsas. 

A Fapesc também tem exercido um importante papel de levar a ciência e a tecnologia para dentro dos órgãos públicos do Governo com o Programa #Fapesc@Gov+Pesquisa&Inovação. Pelo segundo ano consecutivo, possibilitou a seleção de bolsistas para atuarem em diferentes órgãos públicos como o Escritório de Projetos (Eproj-SC), a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), a Secretaria de Estado da Administração (SEA) e Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE). 

A novidade de 2021 ficou por conta do lançamento do Programa Gente Catarina, também do Governo do Estado, e que envolve diferentes secretarias. O objetivo é combater a desigualdade entre os municípios e melhorar a qualidade de vida das pessoas. A Fapesc contribuiu com bolsistas qualificados para ajudar na execução desses projetos. São profissionais de diferentes áreas atuando em sete cidades. 

Prestes a completar 25 anos, a Fapesc também investiu em gerar indicadores do impacto dos investimentos feitos ao longo destes anos em ciência, tecnologia e inovação. Para isso, lançou um edital para mapeamento do ecossistema de CTI. Serão publicados 25 livros que abordarão aspectos distintos, incluindo o trabalho realizado pela própria fundação. 

 

Inovação: lançamento de novos programas 

A Inovação recebeu o maior investimento dos últimos anos da Fapesc, especialmente com o lançamento de novos programas. Ao todo, foram 10 editais, resultando na disponibilização de R$ 27.387.000,00 ao longo de 2021. Um dos novos programas é o Empreendedorismo Universitário Inovador, que vai possibilitar a transformação de trabalhos de conclusão de curso em novas empresas, produtos ou serviços. O investimento é de R$ 9,5 milhões. 

Considerada um desafio para Santa Catarina, a formação de novos desenvolvedores também é uma prioridade para a Fapesc. Por isso, foram destinados R$ 4 milhões para abertura de 1,2 mil vagas em cursos de qualificação para a área de tecnologia da informação. Dentro de alguns meses, esses novos profissionais já estarão atuando no mercado. 

O empreendedorismo inovador é outro foco da Fundação, que manteve programas importantes vindos de outros anos. Um deles é o Nascer, realizado em parceria com o Sebrae, que chegou à segunda edição em 2021 com mais de 500 projetos pré-incubados nesses dois anos. 

Estão abertas as inscrições agora para o Centelha 2, programa em parceria com o governo federal, que vai investir R$ 3 milhões para a abertura de novos negócios. Serão contempladas 50 empresas com R$ 60 mil cada e mais R$ 32 mil para custear um bolsista. 

Para além desses programas, a Fapesc também contribui com a operacionalização dos Centros de Inovação, que realizam um importante trabalho para ativação do ecossistema de CTI de Santa Catarina. Só para a operação desses centros, o investimento foi de R$ 3,6 milhões. 

"O ano de 2021 foi muito positivo para a área de Inovação da Fapesc. Novos programas foram lançados para promover a conexão do ecossistema. Outro ponto a destacar é o esforço em promover cada vez mais a formação empreendedora. Foi um ano acelerado e de muito trabalho em prol do desenvolvimento de Santa Catarina, no qual saímos com muita satisfação por nossa contribuição”, comemora a gerente de Inovação, Gabriela Mager.  

 

Ciência: novos editais e suplementação dos anteriores

Os investimentos em ciência e pesquisa ao longo de 2021 fecharam um importante ciclo iniciado em 2020. Só neste ano, foram lançados 19 editais, somando R$ 21.656.000,00. Porém, foram realizadas suplementações às chamadas públicas de destaque no ano passado, como o Programa de Pesquisa Universal e aos estudos de Covid-19. A suplementação do Universal foi de quase R$ 4 milhões, praticamente dobrando o valor investido em 2020 - que passou agora para quase R$ 8 milhões. Já o edital 06/2020, para apoiar pesquisas relacionadas à Covid-19, teve aumento de 460%, passando de R$ 500 mil para R$ 2,3 milhões. 

Ainda em 2021, a Fapesc seguiu com os editais em parceria com as instituições de ciência e tecnologia. Foram investidos R$ 4 milhões para pesquisa junto à Epagri e R$ 3.8 milhões em parceria com a Acafe, por exemplo. 

Entre os novos editais, estão o Programa de Apoio à Infraestrutura de CTI para Jovens Pesquisadores, que recebeu R$ 3 milhões; e o Programa de Apoio à Infraestrutura de Laboratórios, com investimento de R$ 4,9 milhões. Os valores incluem suplementações realizadas recentemente. 

Somados a isso, também tem as pesquisas específicas, como o Programa Valorização do Carvão Mineral 2021 (R$ 1,8 milhão) e o Programa de Apoio a Valorização da Vinicultura e Viticultura (R$ 1 milhão) que ganharam destaque este ano.

A gerente de Ciência e Pesquisa, Deborah Bernett, considera os resultados de 2021 excelentes. “Hoje temos aproximadamente 800 projetos em vigor, todos eles nas diferentes áreas do conhecimento, abrangendo todas as regiões do Estado. A perspectiva para 2022 é muito boa. Estamos confiantes de que teremos um ano promissor novamente para a pesquisa do Estado”.  

 

Informações adicionais para imprensa:
Gisele Krama
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
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Santa Catarina está entre os estados brasileiros com maior número de patentes e registros de marcas. Mas para aumentar a conscientização e a disseminação da cultura e do uso do sistema da Propriedade Industrial (PI), incluindo novos negócios, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) firmaram um acordo de cooperação técnica. 

“O objetivo da Fapesc nesta aproximação com o INPI é justamente atuar na capacitação dos empreendedores, dos inovadores e dos pesquisadores, permitindo que o Instituto possa contribuir nesta formação trazendo capacitações, informações e seu corpo de analistas para prestar esclarecimento para aqueles que querem e que gerem ativos de PI através das suas pesquisas e seus projetos”, afirma o presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen. “Também buscamos identificar a geração de PI em Santa Catarina, através das empresas e dos pesquisadores e, com isso, trazer dados para que possamos ser mais assertivos na geração de programas ligados à inovação”, acrescenta.

A Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) define a propriedade intelectual como os direitos relativos ao resultado da atividade intelectual nos campos industrial, científico, literário e artístico. Há leis que protegem os criadores e busca-se disseminar a aplicação dos seus resultados em prol do desenvolvimento econômico e social das nações. No Brasil, o INPI é responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gerenciamento de concessão e garantia de direitos de PI para a indústria, atuando  diretamente com o registro de marcas e patentes.

Ênfase nos projetos apoiados pela Fapesc

O acordo de cooperação técnica entre Fapesc e INPI começou a ser desenhado em 2020, com representantes da autarquia no Estado, e foi assinado no dia 10 de dezembro. O acordo busca disseminar a cultura e uso do sistema da propriedade industrial em Santa Catarina, com ênfase nos projetos apoiados pela Fapesc.

A iniciativa também pretende integrar as instituições, especificamente para a melhoria da qualidade dos pedidos de propriedade industrial depositados por proponentes beneficiários de recursos da fundação catarinense, resultando no aumento da participação do Estado de Santa Catarina nos números de pedidos, bem como em novos negócios envolvendo propriedade industrial. 

Para colocar os objetivos do acordo em prática, foram elaboradas diversas ações. Uma delas é a estruturação de um banco de dados de pedidos de proteção intelectual relacionados aos projetos financiados pela Fapesc. A ideia é apoiar estudos sobre inovação, transferência de tecnologia e decisões de financiamento envolvendo agentes do ecossistema catarinense de inovação. 

Outra ação é a promoção de capacitação técnica sobre proteção e uso dos direitos de propriedade intelectual dos beneficiários dos editais Fapesc de fomento às atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação.

Mais informações para a imprensa:
Maurício Frighetto
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A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) prorrogou o prazo para as inscrições no Programa Centelha 2, que agora vai até 23 de fevereiro de 2022. Nesta edição, o investimento será de R$ 3 milhões e vai contemplar 50 empresas com até R$ 60 mil cada e mais uma bolsa de R$ 32,4 mil. 

O Centelha é realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação Certi. Em Santa Catarina, é executado pela Fapesc.

O programa foi pensado para estimular a criação de empreendimentos inovadores, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do Brasil.

Na primeira edição, Santa Catarina teve 1,2 mil projetos inscritos e 28 aprovados. 

Os interessados em participar da seleção de ideias do Programa Centelha 2 em Santa Catarina devem se inscrever até 23 de fevereiro no site www.programacentelha.com.br/sc. As dúvidas serão respondidas no e-mail centelha@fapesc.sc.gov.br. 

 :: Acesse o edital de prorrogação 

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Um projeto de iniciação científica do curso despertou nos estudantes de Engenharia Elétrica Maria Vitória Mohr Weirich (Chapecó), Marcos Lando (Xaxim) e Ederlam Stenzler (Itá) a vontade de solucionar o problema de controle de parâmetros de solução nutritiva na estufa da cultura hidropônica. E o Programa Nascer de Pré-Incubação de Ideias Inovadoras deu o incentivo que faltava para que o projeto se transformasse na startup GreenBox. 

Participantes da primeira edição do programa, fruto da parceria entre a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/SC), os acadêmicos da Universidade Comunitária da Região de Chapecó (Unochapecó) receberam a orientação necessária para estruturar o plano de negócios. A GreenBox irá oferecer um sistema de monitoramento e controle automático da solução nutritiva e variáveis ambientais a ser empregado em estufas hidropônicas. 

Maria Vitória conta que a partir do projeto de iniciação científica que ela e os colegas participaram, perceberam que o problema detectado poderia se transformar em uma empresa. "Fomos conversar com agricultores e vimos que realmente o controle dos parâmetros na estufa era uma dor deles e resolvemos investir na ideia. Através do Programa Nascer estruturamos nosso plano de negócio com materiais didáticos e aulas online com conteúdos exclusivos e professores especializados na área, sendo possível a estruturação e organização da GreenBox de forma eficaz e válida".  

Um incentivo às ideias inovadoras 

O Programa Nascer de Pré-Incubação de Ideias Inovadoras tem como foco o estímulo ao empreendedorismo inovador. Assim, o programa dá suporte para que pessoas com ideias inovadoras passem por um período de pré-incubação e desenvolvam um plano de negócios estruturado para iniciar sua startup.  

Para a gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager, o Programa Nascer é o início da jornada do empreendedor, o momento em que uma boa ideia pode ser tirada da gaveta e tomar forma para se tornar um negócio promissor. "Durante cinco meses, as equipes selecionadas passam por mentorias com especialistas de várias áreas para aprender importantes questões relativas ao seu negócio, como marketing, contabilidade, branding, entre outros e, assim, formar seu plano de negócio. É uma grande oportunidade para aprender a empreender", afirma.

O programa é realizado em 30 cidades-pólo, sendo que 15 destas estão vinculadas aos Centros de Inovação da Rede Catarinense de Centros de Inovação. Para participar do programa, basta ter acima de 18 anos, uma ideia inovadora, motivação para iniciar um negócio e morar em Santa Catarina. 

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Uma nova suplementação aumentou os recursos destinados a dois editais elaborados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) direcionados ao combate à Covid-19. O valor global das chamadas públicas voltadas para pesquisa e inovação, lançadas em 2020, vão receber mais R$ 2,2 mi – totalizando R$ 3,2 milhões.   

Os editais que receberam suplementação foram o 06 e o 07 de 2020. O primeiro, voltado para a pesquisa, tinha um valor global de R$ 500 mil. Com os novos recursos, chegou a R$ 2,3 milhões. Já o segundo, direcionado para inovações, que era de R$ 500 mil, chegou a R$ 900 mil.  

“Devido à extensão temporal da pandemia e seus efeitos, a Fapesc buscou ampliar os recursos e contemplar projetos relevantes que ficaram nas primeiras colocações na lista de aprovados no mérito”, explicou o presidente da Fundação, Fábio Zabot Holthausen. “Esse fomento é importante para criarmos novas soluções e aprendermos com o processo, criando novos empreendedores e pesquisadores a partir de desafios da sociedade”. 

A gerente de Ciência e Pesquisa da Fapesc, Deborah Bernett, salienta a importância desta suplementação. “Tivemos projetos de excelência submetidos aos editais de combate à covid-19. Com esta suplementação, podemos ajudar a avançar nas pesquisas e no desenvolvimentos de inovações no enfrentamento ao novo coronavírus. Embora estejamos em um momento de queda no número de casos e mortes pela doença, precisamos manter a vigilância e pensar nas consequências da pandemia. A pesquisa e a inovação continuam sendo fundamentais neste processo”, avaliou. 

Bolsas para pesquisa

Além destes dois editais, a Fapesc aderiu a uma chamada nacional elaborada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o Ministério da Saúde, que contemplou seis projetos em Santa Catarina. 

Um edital lançado pela Fapesc desta parceira, no valor de R$ 1,2 milhão, concedeu bolsas aos participantes do projeto. Foram nove bolsas de pós-doutorado e seis de mestrado.   

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Foto: Divulgação / Fapesc

Santa Catarina foi um dos destaques no 1º Prêmio Confap de Ciência, Tecnologia & Inovação – Professor Francisco Romeu Landi. O Estado conquistou o primeiro lugar na categoria Profissional de Comunicação com Eonir Teresinha Malgaresi, jornalista da Epagri; o segundo lugar na categoria Pesquisador Destaque – Ciências Exatas e da Terra, com Aloisio Nelmo Klein, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); e o terceiro lugar na categoria Pesquisador Destaque – Ciências da Vida com o professor da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Felipe Dal Pizzol.

Os três representantes catarinenses foram indicados pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e completam o quadro dos 18 finalistas que representam diversos estados brasileiros. O resultado foi divulgado durante o Fórum do Conselho das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap), em Foz do Iguaçu, no Paraná, nesta quinta-feira, 9.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, acompanhou a premiação e ressaltou a importância que o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina tem para o país. “Para nós da Fapesc é uma honra termos três representantes num prêmio nacional que reconhece pesquisadores, empreendedores e aquelas que atuam na difusão da ciência, tecnologia e inovação do nosso país. São três profissionais que estão levando o nome de Santa Catarina para todo Brasil. Parabenizo a todos que receberam esta premiação, mas também a todos que concorreram e aos que fazem parte desta jornada que tem elevado o nome de Santa Catarina no cenário nacional”.

Eonir acompanhou de perto a divulgação do resultado e não escondeu a emoção ao ser reconhecida com o primeiro lugar na categoria Profissional da Comunicação, resultado de uma trajetória de 36 anos dedicados ao jornalismo científico, à difusão de conhecimentos gerados pelos pesquisadores, especialmente direcionados ao desenvolvimento sustentável do meio rural catarinense. “A pesquisa de Santa Catarina é fantástica e é necessário que a sociedade tenha conhecimento do que é produzido nos laboratórios, nas universidades e nas estações de pesquisas”, observa Eonir. “Valorizamos o que conhecemos e, nós, profissionais da Comunicação, temos o desafio cada vez maior de aproximar a ciência e a sociedade. Com uma linguagem simples, acessível, fazendo com que a população entenda a importância do resultado que chega até suas mãos”, completa a premiada.

O Professor Aloísio Nelmo Klein também acompanhou a cerimônia de premiação. Para ele, a ideia de premiar pesquisadores é um excelente incentivo para quem dedica uma vida toda à pesquisa. “Sempre que realizei meu trabalho não foi pensando em um dia ser premiado, mas o resultado acabou nos trazendo até aqui. Para mim, o mais importante é o capital humano, são as pessoas que passaram por mim”, afirmou o professor.

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