Centro de Inovação em Jaraguá do Sul. Foto: Mauricio Vieira / Arquivo / Secom

Está aberta uma chamada pública com o objetivo de selecionar propostas de programas estruturantes e/ou projetos de Ciência, Tecnologia e Informação (CTI) voltadas ao desenvolvimento e operacionalização dos Centros de Inovação (CI) em Santa Catarina. O valor global do edital, que recebe propostas até 17 de maio de 2021, é de R$ 3,6 milhões. 

A iniciativa faz parte do Programa de Apoio à Operação da Rede Catarinense de Centros de Inovação (RCCI), da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). O objetivo é auxiliar o desenvolvimento dos ecossistemas de empreendedorismo inovador no Estado, permitindo que se torne mais competitivo e preparado para os novos desafios da economia globalizada. Cada proposta aprovada receberá até R$ 300 mil. 

“Santa Catarina é um importante polo tecnológico no país e no mundo, com vocação para o empreendedorismo e a inovação. O Governo do Estado está comprometido a estimular o desenvolvimento deste setor, reduzindo a burocracia e investindo para o surgimento de novas iniciativas”, comenta a governadora Daniela Reinehr.

A chamada pública do Governo de Santa Catarina é uma articulação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina (SDE) com a Fapesc.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Luciano Buligon, Santa Catarina construiu, através dos Centros de Inovação, a mais moderna rede de inovação do país. “Agora a Fapesc e o Governo do Estado estão lançando o edital para aplicação de R$ 3,6 milhões no fortalecimento desse ecossistema, por meio dos Centros de Inovação e vocacionado cada um deles na sua região.”

“O edital visa auxiliar a implementação de várias ações ligadas ao desenvolvimento do ecossistema de CTI e à operação dos Centros de Inovação, desde a geração de novos empreendimentos até a internacionalização, a atração de novos talentos e a formação de pessoas para que haja o desenvolvimento do sistema de CTI nas diversas regiões do Estado”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio ZabotHolthausen.  

De acordo com Holthausen, o programa era um anseio da comunidade em torno dos Centros de Inovação, formada pela chamada tríplice hélice: o setor empresarial, o governo e o setor acadêmico. 

Serão admitidas propostas de Entidades Gestoras dos CIs formalmente constituídos, em operação no ano de 2021 e reconhecidos pela SDE. Os projetos terão prazo de execução de um ano, podendo ser prorrogado por igual período. A previsão é de que a contratação dos projetos ocorra a partir de 16 de agosto. 

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32 bolsas para os Centros de Inovação 

Os Centros de Inovação têm ainda outra oportunidade. Uma chamada pública vai destinar 32 bolsas, cujo valor global do edital é de R$ 2,68 milhões. A seleção dos candidatos será feita pela Fapesc, e as propostas podem ser submetidas até 19 de abril.  

O objetivo é selecionar propostas de CTI que permitam a fixação de recursos humanos capacitados. As bolsas, no valor R$ 3,5 mil, serão destinadas a profissionais com destacado desempenho técnico-científico e/ou reconhecida experiência nas diversas áreas do conhecimento.

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Maurício Frighetto
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Foto: Julio Cavalheiro / Arquivo/ Secom

A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) divulgou os finalistas do Prêmio Inovação Catarinense - Professor Caspar Erich Stemmer. São 32 personalidades, empresas e instituições disputando os primeiros lugares em 11 categorias. 

Serão premiados os três primeiros lugares com R$ 15 mil, R$ 10 mil e 5 mil. A cerimônia será realizada totalmente on-line no dia 27 de abril, a partir das 14h. Quem quiser acompanhar, poderá assistir pelo YouTube da Fapesc ou pelo Facebook

Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, os objetivos do prêmio são incentivar a inovação e reconhecer pessoas, empresas e organizações que inovam em todo o Estado. “Além de fomentar e apoiar, precisamos inspirar as pessoas. O Prêmio Inovação Catarinense é um misto de homenagem, reconhecimento e incentivo”, destaca. 

Nessa edição, a Fapesc recebeu número recorde de inscrições com 226 candidatos. "Ficamos surpreendidos com a diversidade de projetos submetidos ao Prêmio Inovação Catarinense, o que demonstra a qualidade e a presença da ciência, tecnologia e inovação por toda Santa Catarina", comenta a gerente de Inovação da Fapesc, Gabriela Mager. 

A Fapesc já realizou oito edições do Prêmio Inovação Catarinense - Professor Caspar Erich Stemmer. Desde 2009, foram homenageadas mais de 100 personalidades, empresas e instituições. A fundação também destinou mais de R$ 2,3 milhões para esses trabalhos e trajetórias de destaque no Estado.

Número de finalistas por região

Um dos destaques dessa edição são as regiões Oeste e Meio-Oeste que emplacaram juntas 10 finalistas. Só a Escola de Educação Básica Bom Pastor, da rede estadual de Chapecó, tem três candidatos disputando em duas categorias. Em seguida vem a Grande Florianópolis com oito, impulsionada principalmente por órgãos públicos e entidades que estão sediados na Capital. 

Vale e Alto Vale do Itajaí conseguiram sete finalistas. Já o Sul se destaca com cinco, incluindo empresas e instituições de ensino. Por fim, o Norte do Estado tem um representante, assim como o Litoral Norte. 

Divulgação especial

Para a edição deste ano, a Fapesc vai fazer uma ação especial para que as pessoas saibam um pouco mais sobre os finalistas. Serão divulgados diariamente nas redes sociais da Fundação vídeos de professores, alunos, empresas e órgãos públicos explicando suas inovações. 

Para acompanhar, siga a Fapesc no Facebook, no Twitter, no LinkedIn, no Instagram e no YouTube.

Confira os finalistas por categoria

 Agente da Inovação

Cláudio Alcides Jacoski (Unochapecó) (Chapecó)

Paulo César Lock Silveira (Unesc) (Criciúma)

Régis Henrique Gonçalves e Silva (UFSC) (Florianópolis)

Professor Inovador 

Carlos Rutz (Escola Estadual Básica Bom Pastor) (Chapecó) 

Paulo Barral de Hollanda Gomes Vieira (Furb) (Blumenau) 

Rodrigo Barichello (Unochapecó) (Chapecó)

Jovem Inovador

Camila Vanin e Netaly Ghidolin Conte (Escola Estadual Básica Bom Pastor) (Chapecó)

Daniel Verdi do Amarante (IFSC) (Rio do Sul)

Jean Claude Rossa (Escola Estadual Básica Bom Pastor) (Chapecó) 

Projeto Acadêmico Inovador

Gustavo Serpa (Furb) (Blumenau) 

Kamili Guimarães da Silva e Marcelo Loch (UniSATC) (Criciúma) 

Larissa Sobolewski Magassy Baptista e Manoela Karolina Ribeiro Santos (UFSC) (Florianópolis)

Inventor independente 

Sebastião Luiz Vieira (Blumenau) 

Silvia de Souza Vaccari (Chapecó)

Empresa Inovadora

Aquarela Inovação Tecnológica do Brasil (Florianópolis)

Betha Sistemas (Criciúma)

Termotécnica (Joinville) 

ICT Inovadora

Agência de Inovação Tecnológica AGIT (Furb) – AGIT Furb (Blumenau)

Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC) (Criciúma)

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa Suínos e Aves (Concórdia) 

Inovação em produto

Brasilrad - Consultoria em Radioproteção (Florianópolis) 

Dayback Energy (Florianópolis)

Playmove Indústria e Comércio (Blumenau) 

Inovação em Serviço ou Processo

BRF (Chapecó) 

Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) (Florianópolis)

Metalúrgica Riosulense (Rio do Sul)

Inovação de Impacto Socioambiental 

Eco Têxtil Indústria e Comércio de Máquinas Recicladora Têxtil (Luzerna)

Kêmia Fabricação de Equipamentos para Tratamento de Efluentes (Chapecó)

Sulgesso Indústria e Comércio (Imbituba) 

Governo Inovador

Agência de Desenvolvimento do Turismo de Santa Catarina (Santur) (Florianópolis)

Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc) (Florianópolis)

Município de Itajaí

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Foto: Mauricio Vieira / Arquivo / Secom

Uma chamada pública vai destinar 32 bolsas para os Centros de Inovação (CI) do Estado de Santa Catarina. O valor global do edital é de R$ 2,68 milhões. A seleção dos candidatos será feita pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). As propostas podem ser submetidas até 19 de abril.  

O edital faz parte do Programa de Apoio à Consolidação do Ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) na Rede Catarinense dos Centros de Inovação (RCCI) do Estado de Santa Catarina. As bolsas, no valor R$ 3,5 mil, serão destinadas a profissionais com destacado desempenho técnico-científico e/ou reconhecida experiência nas diversas áreas do conhecimento.

“A ativação do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação é essencial para o desenvolvimento sustentável do Estado de Santa Catarina”, afirma o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, “Este programa de bolsas para os Centros de Inovação visa ampliar as ações regionais e conectar os atores locais a partir das ações dos bolsistas, gerando movimento nos Centros de Inovação e articulação de toda a rede catarinense. O apoio da Fapesc tem sido um diferencial para as regiões e vamos manter buscando, cada vez mais, ampliar a inovação em todo o Estado”, acrescenta. 

As propostas deverão ser submetidas pelas entidades Mantenedoras/Gestoras dos Centros de Inovação reconhecidas pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE). As bolsas terão duração de 12 meses, podendo ser prorrogadas por igual período. Do total, 30 serão destinadas aos Centros de Inovação – sendo duas por unidade – e duas para atuação na organização da RCCI, junto à SDE e Fapesc. 

“O Governo está dando mais um passo para apoiar o ecossistema catarinense. Os bolsistas representam a presença e o braço do Estado dentro de cada Centro de Inovação. São verdadeiros agentes de inovação, que possuem um papel fundamental de disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em cada unidade, com o intuito de fortalecer o mercado e incentivar soluções de ponta para os desafios de Santa Catarina”, declara o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), Luciano Buligon.

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Já estão abertas as inscrições para atuar no Núcleo de Projetos Setoriais (NUPROJ), organizado pelo Escritório de Gestão de Projetos de Santa Catarina (EPROJ). A ação envolve diferentes secretarias e instituições do Governo do Estado para melhorar a gestão de projetos. São 30 bolsas para especialistas no valor de R$ 4 mil. 

A seleção é realizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). As inscrições vão até 22 de abril diretamente no site ou na plataforma da fundação. O período da bolsa é de 12 meses, podendo ser prorrogado por mais um ano. 

Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, o objetivo é ampliar as ações de ciência, tecnologia e inovação dentro do Governo do Estado. “Permitir a qualificação de bolsistas a partir das demandas da sociedade catarinense são objetivos desta chamada pública. Buscamos gerar inovação e oportunidades também para dentro da administração pública”, destaca. 

A gerente de Eventos em CTI, Ana Paula Netto Carneiro, também responsável pelas bolsas, completa ainda que a atuação dos bolsistas deve contribuir para a implantação de práticas de pesquisas e inovação por meio da disseminação e consolidação do modelo de governança por projetos. “Desta forma, contribuindo com o equilíbrio regional, o desenvolvimento econômico sustentável e a melhoria da qualidade de vida da população do Estado de Santa Catarina”, conclui.

Esse é o segundo edital para bolsistas em parceria com o EPROJ. O primeiro foi lançado no início de 2020. O investimento neste ano chega a R$ 2,88 milhões. 

O coordenador geral do EPROJ, Vitor Correa, explica que foram selecionados 20 especialistas no último edital para atender 15 órgãos públicos e entidades do Governo de Santa Catarina. “Avançando o plano de estruturação do NUPROJ, essa chamada tem o objetivo de fortalecer os núcleos já existentes e possibilitar a criação de novos”, completa. 

Quem pode participar

Podem participar do edital 07/2021 profissionais graduados em qualquer área, mas com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos ou com certificações PMP (Project Management Professional), PMI-ACP (PMI Agile Certified Practitioner), MPM (Master Project Manager), PSM I (Professional Scrum Master I), CSM (Certified ScrumMaster) ou PRINCE2 (Practitioner). 

A chamada faz parte do Programa #Fapesc@Gov+Pesquisa&Inovação, que tem o objetivo de levar ações de ciência, tecnologia e inovação para dentro dos órgãos públicos do governo do Estado. 

Em caso de dúvidas sobre o edital, é possível enviar a pergunta para o e-mail inova.gov@fapesc.sc.gov.br.

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Quem esperava uma oportunidade para atuar em pesquisa, desenvolvimento e inovação em Santa Catarina pode comemorar. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) lançou dois editais com 28 oportunidades em todas as regiões do Estado, em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Santa Catarina (SDE). O valor das bolsas varia entre R$ 2 mil e R$ 5.200.

O investimento nas chamadas públicas 04/2021 e 05/2021 ultrapassa os R$ 3 milhões. Foi realizado dentro do Programa #Fapesc@Gov+Pesquisa&Inovação, idealizado pela Fapesc para levar pesquisa e inovação para os órgãos públicos do Governo do Estado.

A Udesc concentra a maior parte das oportunidades ao abrir 23 vagas nos campi de Joinville, Chapecó, Lages e Laguna. O objetivo é selecionar pesquisadores mestres ou doutores de diferentes áreas para atuarem em projetos e laboratórios. O valor da bolsa varia de R$ 4.200 a R$ 5.200, conforme a titulação. Confira aqui a exigência para cada tipo de vaga. As inscrições para esse edital vão até 15 de abril.

Já os bolsistas da SDE vão atuar no Programa de Apoio à Pesquisa Aplicada na Área Recursos Hídricos do Estado de Santa Catarina para execução de projetos de pesquisa e gestão. São cinco vagas em diferentes áreas com bolsas que variam entre R$ 2 mil e R$ 4 mil para profissionais graduados, mestres ou doutores, com experiência em atividades de pesquisa, desenvolvimento ou inovação. Confira aqui a lista completa de profissões habilitadas. As inscrições vão até 12 de abril.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, explica que a fundação tem buscado ampliar as oportunidades a estudantes, bolsistas e pesquisadores por parcerias que tenham como objetivo a ampliação das ações de ciência, tecnologia e inovação (CTI) no dia-a-dia das organizações e estruturas públicas. “A Udesc e a SDE se propuseram a incorporar as ações de CTI para buscar soluções para os desafios sob suas responsabilidades. Nosso propósito comum é gerar desenvolvimento regional sustentável e melhoria da qualidade de vida do cidadão catarinense”, defende.

A gerente de Eventos em Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) da Fapesc, Ana Paula Netto Carneiro, destaca que a fundação vem dando oportunidade aos pesquisadores para atuar no ecossistema do Estado.  “Com o lançamento das chamadas públicas 04/2021,  junto com a SDE e voltada para os recursos hídricos, e a 05/2021, em parceria com a Udesc e voltada para o desenvolvimento de pesquisa em laboratórios, a fundação mais uma vez reforça o compromisso e o investimento em ciência, tecnologia e inovação”, confirma.

Para o reitor da Udesc, Dilmar Baretta, mesmo em tempos de pandemia, a universidade e a Fapesc conseguiram unir esforços para lançar um edital inovador e que beneficiará a sociedade catarinense. "Essa era uma demanda bem antiga dos pesquisadores de toda a universidade. Com certeza, o fortalecimento da pesquisa realizada em laboratórios tem um impacto direto no setor produtivo e na economia regional. Vamos colher resultados a curto prazo", afirma.

Já o secretário da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon, comenta que os recursos hídricos têm profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas.  “Proteger as fontes de água é dever de todos. Iniciativas como estas, somam esforços, criando bases sólidas para o desenvolvimento de pesquisas e estudos voltados para a gestão hídrica, agregando inovação e, sobretudo, preservação ao meio ambiente”, avalia.

Para conferir esses e outros editais abertos, acesse www.fapesc.sc.gov.br.

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Imagen: Reprodução

A Associação Catarinense das Fundações Educacionais (Sistema Acafe) idealizou a Plataforma de Inovação das Instituições Comunitárias (PIIC). O objetivo da iniciativa, que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), é integrar as instituições comunitárias e os setores público e privado para compartilhar projetos de pesquisa e inovação.  

Entre 8 e 15 de março, foram realizados 12 eventos on-line para apresentar um diagnóstico que embasou o desenvolvimento da plataforma, que vai ser lançada em breve. Ao todo, o Sistema Acafe conta com 15 Instituição de Ensino Superior (IES). 

A ideia, segundo Adriano Rodrigues, da Relação Institucional e Governamental do Sistema Acafe e coordenador da plataforma, surgiu há três anos. Desde então teve novos parceiros e foi ganhando importância. “Apresentei a proposta a todos os reitores. Se um dissesse não, a ideia morreria. Todos disseram sim”, contou. 

Durante os eventos, o professor da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) Adilson Oliveira apresentou o diagnóstico, realizado por meio de mais de 200 questões encaminhadas para as universidades e para representantes dos setores público e privado. “Trabalhamos em 2020 para tentar identificar os pontos que justificariam a criação de uma plataforma”, explicou. 

Oliveira resumiu o resultado em um panorama geral: “As IES comunitárias são percebidas como patrimônios regionais, mas precisam resgatar, junto com os setores público e privado, os seus princípios fundamentais e colaborar com vistas aos novos desafios mercadológicos e sociais do século XXI.”

O professor da Unochapecó Márcio Fiori apresentou a plataforma durante os eventos. Ele destacou que o próximo passo é colocar as propostas em prática. “De forma resumida, o diagnóstico aponta que o ambiente está pronto e preparado. Essa fase de diagnóstico entrega esta certeza: podemos avançar para um segundo passo. O segundo passo é, como falamos no Oeste, botar a mão na massa, que é a fase 2021. Essa fase será criar alguns projetos transversais, que chamamos de projetos piloto”.

O projeto teve investimento de R$ 450 mil, disponibilizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações por meio da Emenda Parlamentar, articulada pelo senador Jorginho Mello e pelos deputados federais Carmen Zanotto e Pedro Uczai. A Fapesc garantiu recurso para contratação de bolsistas, que serão responsáveis pela manutenção do conteúdo da plataforma. 

Para o presidente do Sistema Acafe, reitor da Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) Aristides Cimadon, a plataforma é um importante instrumento tanto para as IES como para o Estado. “A plataforma  pode congregar e reunir os nossos propósitos, as nossas boas práticas, as nossas oportunidades que temos em termos de serviço e de pesquisa de graduação e pós-graduação. Enfim, vai reunir tudo o que as instituições comunitárias de Santa Catarina associadas à Acafe fazem no seu dia a dia para que, em conjunto, possamos promover atividades que estejam coordenadas de modo a promover o desenvolvimento do Estado de Santa Catarina em todas as suas regiões.”

A importância da Inovação

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, participou de todos os eventos. “Se fizermos uma comparação entre a missão da Fapesc e a missão do Sistema Acafe, percebemos que a ciência, a formação, a tecnologia e a inovação fazem do objetivo de ambas. A Fapesc atua como agente indutor, integrador e de fomento, enquanto o Sistema Acafe e suas universidades, como agentes que estão na ponta, desenvolvendo as ações de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). Isso mostra a importância da CTI e a conexão das duas instituições que buscam o desenvolvimento do Estado de Santa Catarina”, afirmou.  

Holthausen frisou, entre outras coisas, que inovação é transversal a todos os processos, que ela é essencial tanto para os negócios quanto para as organizações e que é preciso focar nas pessoas. “Sem conhecimento, gestão, pesquisa, erros e acertos, dificilmente teremos inovação”, afirmou.

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Os estudos relacionados à demanda hídrica no Estado são prioridade e exigem investimentos constantes. A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) realiza diferentes parcerias para viabilizar novas ações. Com investimento de R$ 750 mil, o mais novo edital na área foi laçado junto com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável do Estado de Santa Catarina (SDE).

Essa pesquisa prevê a elaboração das etapas “D” e “E” do Prognóstico e Plano de Recursos Hídricos da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e dos Afluentes Catarinenses do Rio Negro, no Planalto Norte catarinense. As etapas “B” e “C” já foram concluídas.

Podem participar do edital professores doutores vinculados a instituições de ciência, tecnologia e inovação de Santa Catarina. O prazo para inscrições segue até 23 de abril. Confira aqui o edital completo.

Os recursos poderão ser usados para compra de equipamentos e materiais, além de despesas com serviços, passagens ou mesmo bolsas. A equipe de pesquisadores poderá ter dois bolsistas de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial (DTI) pelo período de 18 meses. Cada um, receberá R$ 4 mil por mês.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, explica que a fundação sempre fomentou ações ligadas ao estudo e proteção de recursos hídricos em Santa Catarina. “Nos últimos anos temos apoiado projetos em todo o Estado e a continuidade do plano da Bacia Hidrográfica do Rio Canoinhas e afluentes é muito importante nesse momento”, destaca.

Holthausen comenta ainda que a pesquisa aplicada é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento de soluções com impacto imediato. “Para realização desses estudos, contamos com a parceria da SDE e das universidades catarinenses e de seus pesquisadores” completa.

O secretário da SDE, Luciano Buligon, defende que os recursos hídricos têm profunda importância no desenvolvimento de diversas atividades econômicas. “Proteger as fontes de água é dever de todos. Iniciativas como estas, somam esforços, criando bases sólidas para o desenvolvimento de pesquisas e estudos voltados para a gestão hídrica, agregando inovação e, sobretudo, cuidado a preservação do meio ambiente”, avalia.

Acesse todos os editais da Fapesc em www.fapesc.sc.gov.br.

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A Rede Catarinense de Centros de Inovação, ambientes criados ou apoiados pelo Governo de Santa Catarina para dar suporte ao empreendedorismo inovador catarinense, é referência para o Brasil. Nesta semana, nos dias 17 e 18, a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável apresentou a iniciativa em um painel on-line, na Feria de Innovación Abierta y Conexiones de Valor, da Colômbia.  

Destinada para 180 empresas colombianas, a feira incentiva a inovação aberta nas corporações. Além de apresentar a Rede Catarinense de Centros de Inovação, o Governo de Santa Catarina abriu as portas do ecossistema catarinense para conexões e colaborações com os empreendimentos do país vizinho.

“Somos um Estado inovador, com programas para receber e atrair empresas, temos mão de obra qualificada e queremos receber mais investidores. A Feria de Innovación Abierta y Conexiones de Valor é mais uma grande porta para mostrar Santa Catarina para o mundo e abrir possibilidade de conexões com os empreendimentos da Colômbia, que trabalha com muito know-how a inovação”, avalia o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon.

Para a gerente da Rede de Centros de Inovação da SDE, Iuana Réus, a conexão entre empreendedores com diferentes empresas e instituições é uma estratégia-chave para a geração de negócios inovadores.

“Com a chegada acelerada da nova economia, não há mais escolha: é inovar ou inovar. Nessa nova fase, o papel do Governo do Estado é criar conexões, articulações e programas em grande escala garantindo que todos os Centros e ambientes de inovação ligados à nossa Rede multipliquem suas possibilidades de gerar negócios de impacto. Abrir as portas da América Latina para a Rede é uma forma de concretizar isso”, frisa Iuana.

A Rede

Com nove Centros em operação, de um total de 15, a Rede atua em duas frentes: gerar novos negócios inovadores com alto potencial de crescimento e ajudar as empresas estabelecidas a inovar. Os Centros oferecem serviços e recursos que atendem os empreendimentos desde as fases iniciais até o momento em que estão prontos para encarar o mercado, crescer e escalar. 

Para operacionalizar esses objetivos, os centros dispõem de serviços como pré-incubação de empresas, incubação, aceleração, coworking, espaço maker, espaço para eventos e capacitações, espaço para P&D, entre outros. 

“Os resultados que Santa Catarina está obtendo com os centros de inovação do Estado e parcerias privadas, principalmente neste tempo de pandemia, demonstram que essas iniciativas têm contribuído para o desenvolvimento econômico regional, promovendo a geração de emprego e renda catarinense”, destaca o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovações da SDE, Rafael Meyer.

Neste ano de 2021, a SDE planeja ampliar a rede, alcançando outros municípios e regiões do Estado. Saiba mais sobre a Rede de Centros de Inovação em: centrosdeinovacao.sc.gov.br.

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Maria Eduarda da Luz, 17 anos, formou-se em janeiro no Entra21-Blusoft – programa de capacitação para a área de tecnologia com sede em Blumenau – e já está trabalhando em uma empresa de softwares. “O programa me proporcionou essa oportunidade. É um projeto lindo que eu realmente fiquei apaixonada. Mudou minha vida e a de muitas pessoas que fizeram o curso”, relata. Até agora, o Entra21-Blusoft, realizado com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), capacitou cerca de cinco mil pessoas e as inscrições para uma nova turma estão abertas até 24 de março.

O programa, uma iniciativa do Polo Tecnológico de Informação e Comunicação da Região de Blumenau (Blusoft), é voltado para jovens a partir de 16 anos e adultos que residam em Blumenau e cidades vizinhas e que estejam cursando ou concluído o ensino médio ou superior. Atende também pessoas com deficiência e imigrantes que planejam colocação no mercado de trabalho. 

O Entra21-Blusoft nasceu a partir de uma iniciativa norte-americana, que contava com recursos do Banco Interamericano de Desenvolvimento  BID e de empresas de tecnologia, como Microsoft e IBM. A ideia era de que empresas da América Latina e Caribe desenvolvessem mão de obra voltada para a tecnologia. “Em 2004 começamos a trabalhar na concepção do Entra21. Fui para Medellín (na Colômbia) e defendi a proposta de Blumenau. Voltei com o programa aprovado”, lembra Sérgio José Tomio, coordenador do programa.

O BID financiaria 60% dos recursos e o restante foi investido pela prefeitura de Blumenau, por empresas e pela Fapesc, que desde aquele primeiro biênio, 2006/2007, apoiou o projeto. “Esse investimento da Fapesc e da prefeitura traz um retorno para o Estado e para o município na geração de riqueza, tanto pelos jovens que vão trabalhar nas empresas como aqueles que empreendem”, avalia Tomio. 

De acordo com o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, a fundação é entusiasta do projeto. “É um programa que tem contribuído muito com a formação de pessoas que ocupam os postos de trabalho na área da tecnologia e, com isso, cria um ambiente favorável para que as empresas possam estar constituídas ou ampliar suas força de trabalho, sua produção nesta área.” 

Holthausen afirma que o Entra21 deixou sua marca em Santa Catarina e é modelo para novas iniciativas. “Vamos buscar a ampliação deste modelo de formação de pessoas para todo o Estado ainda em 2021. Buscaremos o apoio dos Centros de Inovação, da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) e de outras representações do Setor de Tecnologia da Informação (TI) em outras regiões para formar pessoas que vão ocupar os postos de trabalho nestas regiões. Isso gera oportunidades e retenção de talentos. A participação das universidades e do setor empresarial é importante para que isso dê certo.” 

Até 350 formados por ano

Todo ano são formados entre 300 e 350 pessoas. Além dos conteúdos específicos, os alunos estudam desenvolvimento humano, educação financeira, empreendedorismo e inovação e concepção de currículo. 

A Mostra de Talentos faz parte deste objetivo. Ela é realizada junto com a formatura – devido à pandemia, ocorreu em fevereiro deste ano. “Em dois dias da mostra de talentos, já foram empregadas 75 pessoas, com contrato assinado de trabalho”, informa Tomio. Nos três primeiros meses após a formatura, pelo menos dois terços dos alunos estão empregados, chegando a picos de 80% e 90%. No projeto original do BID a meta era de 40% em seis meses.

Giovani Rodrigues Lisboa, 30 anos, que também trabalha em uma empresa de softwares, acredita que o programa foi fundamental para sua carreira. “Com ele me desenvolvi muito tecnicamente. E tive a oportunidade de conseguir um estágio em uma empresa que admiro muito. Daqui para frente é correr atrás de novos conhecimentos, me empenhar na oportunidade que tive e construir uma carreira nesta área de tecnologia.”  

Clique aqui para obter mais informações sobre o Entra21-Blusoft

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Foto: Divulgação 

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) e a Prefeitura de Caçador formalizaram na última quinta-feira, 11, um Acordo de Cooperação Técnica. Assim, o Centro de Inovação Inova Contestado passa a integrar a Rede de Centros de Inovação de Santa Catarina.

"Este termo representa mais uma evidência da materialização de um trabalho integrado do nosso Estado com os ecossistemas locais. O ingresso de Caçador oportuniza a convergência dos esforços em prol do empreendedorismo inovador e do desenvolvimento econômico sustentável da região”, comenta o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovações da SDE, Rafael Meyer.

O objetivo do termo é consolidar o Sistema Catarinense de Ciência, Tecnologia e Inovação, sendo possível planejar ações para o desenvolvimento e fortalecimento do ecossistema de inovação da cidade e região. Além de envolver os atores do ecossistema de inovação que são as instituições de ensino superior, empresas, Governo e comunidade de Caçador.

“É uma grande conquista para Caçador. Agora passamos a fazer parte do planejamento de ações com foco no desenvolvimento e no fortalecimento do ecossistema de inovação do Estado”, destaca Giana Silva, gestora do Centro de Inovação.

O Inova Contestado está em funcionamento desde julho de 2019. Desde lá, mais de 40 projetos foram inscritos no programa de pré-incubação e três turmas já finalizaram com honras. Além disso, executa programa de inovação nas grandes empresas, intitulado Novos Trilhos, e outro voltado para mulheres na tecnologia, chamado Gurias Tech. Uma série de eventos direcionados à ciência, inovação e empreendedorismo, como Hackathon e Startup Weekend, serão lançados no decorrer do ano.

“O Inova tem diversas iniciativas e conta com a parceria de várias instituições do ecossistema local. Estamos com as portas abertas, das 13h às 19h, para receber quem quiser conhecer o espaço, saber mais sobre os programas. O Inova tem objetivo de ser este espaço criativo, inovador, colaborador e ajudar pessoas a tirarem ideias do papel e assim desenvolver o ecossistema de inovação municipal, regional e estadual”, finaliza a gestora.

Conheça mais sobre Centro de Inovação de Caçador em inovacontestado.com.br e sobre a Rede de Centros em  www.centrosdeinovacao.sc.gov.br.

Regional Meio Oeste - Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação

A etapa regional Oeste e Meio Oeste da Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação ocorre no dia 20 de abril, de forma on-line. Nesta oportunidade serão coletadas as percepções dos atores do ecossistema de CTI da região.  O objetivo da participação é auxiliar no direcionamento estratégico e mapear as prioridades de atuação em Santa Catarina.

Para saber mais sobre a CECTI ou fazer a inscrição acesse:www.conferenacti.sc.gov.br.

Com informações de Nina Pirola 

 

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