Fotos: Divulgação / Kangoru

A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou a economia no Brasil e no mundo e afetou o trabalho dos prestadores de serviços. Para melhorar esse cenário, uma equipe de jovens participantes do Programa Nascer, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o Sebrae/SC, desenvolveu uma plataforma para oferta de mão de obra. Podem se cadastrar na Kangoru tanto profissionais quanto possíveis clientes. O sistema já está disponível em kangoru.com.br.

Na plataforma, podem participar autônomos, profissionais liberais e freelancers que queiram oferecer os serviços digitalmente ou diretamente no local. Já as pessoas interessadas nas ofertas conseguem encontrar os anúncios de maneira rápida e fácil.

Segundo um dos sócios Ricardo Fronza, o mundo vive um processo de transformação digital. Além disso, no cenário atual de pandemia, a plataforma vai ajudar os profissionais a manter ou até mesmo aumentar a renda. Ele defende ainda que o projeto Kangoru tem se tornado possível com ajuda do Programa Nascer.

“Já tínhamos passado por algumas etapas de criação e desenvolvimento antes, mas o programa veio para acrescentar e fortalecer nossas bases, tornando o plano de negócio da Kangoru ainda mais sólido”, destaca.

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, ressalta que o objetivo do Programa Nascer é justamente capacitar negócios que estão na fase embrionária e dar apoio para organizar e fortalecer as ideias. “Assim, quando surgirem oportunidades de mercado ou mesmo de fomento, estes empreendedores estarão preparados. Este é o momento de aprender, errar, testar e seguir empreendendo”, explica.

Após a participação no Nascer, Ricardo e os sócios Lucas dos Santos, Douglas da Silva, Carlos Henrique Kruger, Valeska Fronza e Elaíce da Silva Corrêa querem ampliar a área de abrangência da plataforma e assim ter mais argumento para buscar apoio financeiro com entidades e investidores.

O Programa Nascer é executado a partir da plataforma e da metodologia TXM Business, credenciada e selecionada pelo Sebrae/SC. Para o professor Luiz Salomão Ribas Gomez, criador da ferramenta e idealizador dos espaços de pré-incubação Cocreation Lab, o momento é oportuno para quem tem ideias de negócios que possam oferecer soluções para pessoas e empresas neste período de crise. “Momentos como este geram desafios, mas também oportunidades. A inovação será muito importante na retomada de diversos setores da economia”, defende.

Sobre o Programa Nascer

O Programa Nascer é desenvolvido pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Na última edição, foram aprovadas 150 equipes nas 15 cidades onde há ou que irão receber os centros de inovação do Governo do Estado, como Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joaçaba, Jaraguá do Sul, Itajaí, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão, Videira.

A equipe da Kangoru foi selecionada em Rio do Sul. Cada participante recebe gratuitamente mentoria, além de passar por worshops e palestras com profissionais do mercado. Por causa da pandemia, todas as atividades são realizadas agora remotamente.

Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Programa Nascer. Quem tiver uma ideia e quiser passar por uma pré-incubação terá oportunidade de amadurecer a proposta e deixá-la pronta para ser incubada e receber investimento.

Os interessados devem ser inscrever diretamente na Plataforma da Fapesc até 30 de junho.

Informações adicionais para imprensa:
Gisele Krama
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
E-mail: gisele@fapesc.sc.gov.br
Telefone: (48) 3665-4857 / 99122-2201
Site: www.fapesc.sc.gov.br


Fotos: Udo Schroeder/ Instituto Gene Blumenau

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, repassou R$ 1,3 milhão para as obras do Centro de Inovação de Blumenau. Assim, foram finalizados os pagamentos do Executivo estadual à unidade. Com 99% concluída, a estrutura será entregue nos próximos meses. No decorrer deste ano, outros cinco centros também serão concluídos e passam a integrar a Rede de Tecnologia de Inovação do Estado.

"Esse é mais um passo importante para consolidar o DNA de inovação do estado. Neste momento de pandemia, torna-se ainda mais fundamental a busca por soluções inovadoras e reforçar o perfil empreendedor do catarinense", destaca o governador Carlos Moisés.

O diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria, Rafael Meyer, lembra que Blumenau está entre as 10 cidades mais inteligentes e conectadas do Brasil, alcançando a 9ª posição no Ranking Connected Smart Cities 2019, além da 4ª colocação em Governança. “Por meio da tríplice hélice - universidades, poder público e empresas – iremos fortalecer o ecossistema de inovação do Estado”, reforça.

 

A reitora da Universidade Regional de Blumeau (Furb), a professora, Márcia Cristina Sardá Espíndola, recebe com entusiasmo a liberação dos recursos para finalização do Centro de Inovação de Blumenau. “Desde o inicio apostamos que a vinda do Centro de Inovação em um espaço da Universidade traria um diferencial para Blumenau, pois impulsiona a promoção do intercâmbio acadêmico, econômico e empresarial com incentivo à inovação e transferência de tecnologias. São segmentos que a Universidade pode ser uma grande parceira, principalmente neste momento onde a inovação será tão requisitada”, avalia.

Em Blumenau e região, são parceiros do projeto as entidades: Associação Empresarial de Blumenau (ACIB), Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI), Associação das Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e Empreendedores Individuais de Blumenau (AMPE), Blusoft, Instituto Federal Catarinense - Campus Blumenau (IFC), IFSC Gaspar, PMB SEDEC, Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Sindicato das Empresas de Processamento de Dados, Software e Serviços Técnicos de Informática do Estado de Santa Catarina (Seprosc), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Universidade Regional de Blumenau (Furb) e Instituto Gene Blumenau.

Mais informações para a imprensa:
Mônica Foltran
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-2261 / 99696-1366
E-mail: jornalistamonicafoltran@gmail.com
Site: www.sde.sc.gov.br

 


Foto: Divulgação/YouDo

Chegar em um restaurante, acessar o cardápio pelo celular, pedir  e depois pagar sem o atendimento presencial de um garçom. Essa é a solução desenvolvida pela equipe do YouDo, que participa do Programa Nascer, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o Sebrae/SC.

O acesso à plataforma, disponível em três idiomas, é feito via QR Code. O cliente tem acesso ao cardápio e imagens dos produtos, além de botões para pedir e para pagar, sem necessidade de contato com funcionários e reforçando as medidas de segurança em tempos de pandemia.

Os sócios Odolir Daniel dos Santos Júnior e Jorge Alexandrino Cardoso Costa usaram como base para o desenvolvimento da ideia o contexto da Grande Florianópolis, onde foram mapeados mais de 1,5 mil estabelecimentos que contam com trabalho de garçons. A solução poderá ser expandida para outras regiões.

Segundo Odolir, a crise causada pelo novo coronavírus desafia o setor de bares e restaurantes a inovar no modelo de atendimento. “Podemos ser uma possibilidade para que os estabelecimentos mantenham suas portas abertas”, enfatiza.

A solução está disponível em dois comércios em Palhoça, que já receberam mais de dois mil pedidos via aplicativo. A ideia é que, até o final da mentoria, o sistema já esteja presente em pelo menos 10 empresas.

Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, Santa Catarina tem uma cultura empreendedora e isso reflete na capacidade das pessoas em empreender. “Em parceria com o Sebrae/SC, o Programa Nascer da Fapesc, visa a contribuir para o processo de amadurecimento destes empreendedores, possibilitando um início mais estruturado para que tenhamos empresas mais sólidas e resistentes”, destaca.

O Programa Nascer é executado a partir da plataforma e da metodologia TXM Business, credenciada e selecionada pelo Sebrae/SC. Para o professor Luiz Salomão Ribas Gomez, criador da ferramenta e idealizador dos espaços de pré-incubação Cocreation Lab, o momento é oportuno para quem tem ideias de negócios que possam oferecer soluções para pessoas e empresas neste período de crise. “Momentos como este geram desafios, mas também oportunidades. A inovação será muito importante na retomada de diversos setores da economia”, defende.

Saiba mais sobre o Programa Nascer

O Programa Nascer é desenvolvido pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Na última edição, foram aprovadas 150 equipes nas 15 cidades onde há ou que irão receber os centros de inovação do Governo do Estado, como Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joaçaba, Jaraguá do Sul, Itajaí, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão, Videira.

A equipe da YouDo foi selecionada para participar em Florianópolis, onde recebe gratuitamente mentoria, worshops e palestras com profissionais do mercado. Por causa da pandemia, todas as atividades são realizadas agora remotamente.

Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Programa Nascer. Quem tiver uma ideia e quiser passar por uma pré-incubação terá oportunidade de amadurecer a proposta e deixá-la pronta para ser incubada e receber investimento.

Os interessados devem ser inscrever diretamente na Plataforma da Fapesc até 30 de junho.

Informações adicionais para imprensa:
Gisele Krama
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
E-mail: gisele@fapesc.sc.gov.br
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Foto: Divulgação/ Pulseira Vision

Pessoas com dificuldade de visão ou cegos são desafiados diariamente ao andarem a pé nos centros urbanos. Além do deslocamento, é difícil saber quais estabelecimentos estão ao redor. Para resolver esse problema, três jovens de Blumenau desenvolveram a Pulseira Vision, ideia aprovada na última edição do Programa Nascer, realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) em parceria com o Sebrae/SC.

Na prática, a pulseira serve para informar o nome de lojas ou outros estabelecimentos. Assim, não será preciso abordar pessoas e perguntar. Cada comércio que quiser se tornar mais acessível deverá ter um dispositivo chamado BlindBox, que emite um sinal contendo as informações do local e que serão recebidas pelo equipamento. Quando o usuário passar pela frente, sentirá uma vibração e poderá escolher se aceita ou não saber qual é o estabelecimento.

Anderson Cordeiro de Souza conta que a equipe usou o contexto catarinense para desenhar a solução. Segundo dados do IBGE, mais de 180 mil pessoas no Estado têm grande dificuldade ou não conseguem enxergar. “Mesmo com esse número, ainda não existem políticas públicas fortes para  o aumento da acessibilidade e para a inclusão. Assim, nosso projeto torna-se viável como uma ferramenta facilitadora, promovendo e aumentando o bem estar social dessa parcela da população”, justifica Anderson.

Junto com os sócios Dartagnan Scalon Machado e Érique Moser, Anderson conseguiu a aprovação no Programa Nascer e a partir de então conta com palestras, workshops e mentorias para amadurecer o projeto. “O programa Nascer está ajudando a nortear as ideias e esclarecendo para o grupo quais são os próximos passos e o que é necessário para a criação de uma startup”, completa.

Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, o objetivo do Programa Nascer é justamente capacitar negócios que estão na fase embrionária e dar apoio para organizar e fortalecer as ideias. “Assim, quando surgirem oportunidades de mercado ou mesmo de fomento, estes empreendedores estarão preparados. Este é o momento de aprender, errar, testar e seguir empreendendo”, explica.

Saiba mais sobre o Programa Nascer

O Programa Nascer é desenvolvido pela Fapesc em parceria com o Sebrae/SC. Na última edição, foram aprovadas 150 equipes nas 15 cidades onde há ou que irão receber os centros de inovação do Governo do Estado, como Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joaçaba, Jaraguá do Sul, Itajaí, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão, Videira.

A equipe idealizadora da pulseira Vision foi selecionada em Blumenau. Cada participante recebe gratuitamente mentoria, além de passar por worshops e palestras com profissionais do mercado. Por causa da pandemia, todas as atividades são realizadas agora remotamente.

Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Programa Nascer. Quem tiver uma ideia e quiser passar por uma pré-incubação terá oportunidade de amadurecer a proposta e deixá-la pronta para ser incubada e receber investimento.

Os interessados devem ser inscrever diretamente na Plataforma da Fapesc até 30 de junho.

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Gisele Krama
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Thamize Pinotti Barros e Rafael Henrique Pinotti, aprovados na primeira edição do Nascer, em mentoria on-line. Foto: Reprodução/ Futura Ludum 

Uma ideia inovadora pode se transformar em novos negócios, uma empresa de sucesso e em mais empregos. Para incentivar esse processo, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), lançou na quarta-feira, 20, mais uma edição do Programa Nascer. A iniciativa ajuda no desenvolvimento de projetos para que depois possam ser incubados. Os interessados em participar devem se inscrever diretamente no site da fundação www.fapesc.sc.gov.br, entre os dias 25 de maio e 30 de junho.

>>> Confira aqui o edital completo

>>> Acesse a plataforma da Fapesc para se inscrever

>>> Se tiver dúvidas, envie para o e-mailnascer@fapesc.sc.gov.br

O Programa Nascer é realizado via parceria entre Fapesc e Sebrae/SC para incentivo do empreendedorismo inovador. Na última edição, foram aprovadas 150 ideias em 15 cidades. Cada turma recebe pré-incubação gratuita com mentorias, palestras, workshops, além de criar uma rede de contatos entre os participantes, que depois poderá viabilizar a abertura da empresa.

Segundo o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, o objetivo do Programa Nascer é capacitar negócios que estão ainda na fase embrionária e dar apoio para organizar e fortalecer as ideias. “Assim, quando surgirem oportunidades de mercado ou mesmo de fomento, estes empreendedores estarão preparados. Este é o momento de aprender, errar, testar e seguir empreendendo”, explica.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, o contexto atual exige, mais do que nunca, inovação para impulsionar novas ideias. “A Fapesc, por meio da SDE, tem esse papel de fomentar o crescimento na economia criativa. Por isso o Governo do Estado incentiva novos negócios com ações como o Programa Nascer”, destaca.

Já o diretor superintendente do Sebrae/SC, Carlos Henrique Ramos Fonseca, lembra da relevância de estimular a criação de novos negócios. “Esse programa é de extrema importância para fomentar novas ideias de negócios e para estimular o empreendedorismo planejado. Empreender pode ser a alternativa para milhares de brasileiros enfrentarem esse momento de crise. Por meio dessa parceria, o Sebrae/SC vai garantir suporte aos empreendedores selecionados para que os seus negócios sigam o caminho do sucesso”, comenta o diretor.

O Nascer é realizado dentro dos núcleos da pré-incubadora Cocreation Lab, que ficam nas cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joaçaba, Joinville, Lages, Rio do Sul, São Bento do Sul, Tubarão e Videira. São ambientes colaborativos e que estimulam a criatividade, onde os participantes farão os encontros presenciais e terão acesso a diversas ações que os ajudarão a transformarem os planos em realidade.

O Cocreation Lab, que está associado também aos Centros de Inovação do Governo do Estado, é quem viabiliza a plataforma da metodologia exclusiva TXM Business.
Para o professor Luiz Salomão Ribas Gomez, idealizador do Cocreation Lab e criador da metodologia, o momento é oportuno para quem tem ideias de negócios que possam oferecer soluções para pessoas e empresas neste período de crise. “Momentos como este geram desafios, mas também oportunidades. A inovação será muito importante na retomada de diversos setores da economia”, defende.

Ajuda no desenvolvimento de ideias

 A jovem Thamize Pinotti Barros, de Brusque, está desenvolvendo o FuturaLudum, um método educacional que une comportamento e tecnologia. Junto com o sócio Rafael Henrique Pinotti, pretende preparar crianças e jovens para viver no que chama de sociedade 5.0, em que serão necessárias habilidades sociais aliadas ao conhecimento tecnológico.

Mas como tornar essa ideia um negócio viável? É aí que entra o Programa Nascer da Fapesc. Thamize e Rafael se inscreveram na primeira edição do programa e foram aprovados. Com ajuda das mentorias e do conhecimento sobre empreendedorismo, conseguiram amadurecer o projeto.

As constantes entrevistas propostas pelo programa resultaram em mudanças para atender à necessidade do mercado. “A ideia em si permanece, mas a maneira de aplicá-la, de implantá-la teve de ser repensada. Esses ajustes e aprimoramentos são fatores essenciais para o sucesso do negócio”, destaca Thamize.

Assim que terminar a participação no Programa Nascer, a jovem empreendedora quer aplicar um projeto piloto para testar o método em larga escala. Como resultado disso, espera conseguir apoio de aceleradores e investidores.

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Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom


A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), anunciou que, alinhada com todos os esforços do Governo do Estado, está mantendo os programas de Bolsas de Mestrado e Doutorado em execução. São beneficiados mais de 400 pesquisadores em 211 Programas de Pós-Graduação e 11 Instituições de Ensino Superior do Estado.

Para tranquilizar os beneficiados, a Fapesc divulgou um comunicado. O documento pode ser encontrado no site www.fapesc.sc.gov.br.

>>> Confira aqui o comunicado da Fapesc

Caso algum Programa ou pesquisador esteja impedido por completo no desenvolvimento da pesquisa a indicação é que procure a Fapesc, pelo e-mail bolsas@fapesc.sc.gov.br, para que cada uma das situações seja avaliada individualmente.

“Tenho sempre dito: não há ciência e nem saída para esse desafio mundial sem investimentos em pesquisa. O Governo do Estado segue comprometido com  instituições e pesquisadores que  viabilizem a produção e o compartilhamento do conhecimento e de  soluções inovadoras em prol dos catarinenses", enfatiza o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

Para os programas de Bolsas de Mestrado e Doutorado, o investimento com recursos próprios da Fapesc é de R$ 8 milhões e ainda há outros R$ 3,5 milhões da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Governo Federal.

“A Ciência está firme auxiliando nesta crise e estará preparada para outras que por ventura vierem, pois temos cientistas e pesquisadores comprometidos, qualificados que contam com o apoio das Instituições de Ciência e Tecnologia, Instituições de Ensino Superior, organizações, empresas e do Governo do Estado, especialmente da Fapesc”, salienta o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen.

Além das Bolsas de Mestrado e Doutorado, a Fapesc mantém os demais programas já em execução, além de novos lançamentos. “Precisamos passar por uma reestruturação e adaptar algumas chamadas públicas que direcionamos ao combate ao coronavírus”, explica Holthausen.

Combate à Covid-19

Além de adesões a chamadas nacionais e internacionais, a Fapesc lançou dois editais voltados ao combate ao coronavírus. Os dois juntos receberem 144 propostas com soluções imediatas e estão em fase de avaliação. Somente nestes dois editais o investimento com recursos próprios é de R$ 1 milhão.

“Reconhecemos a importância das pesquisas e das ações de Ciência, Tecnologia e Inovação e entendemos as dificuldades enfrentadas, bem como reafirmamos nosso compromisso com o desenvolvimento da Ciência, com a qualificação dos pesquisadores e das Instituições de Educação Superior e de Ciência, Tecnologia e Inovação, e, ainda, com a sociedade e o Estado de Santa Catarina”, finaliza o presidente.

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Francieli Oliveira
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Foto: Divulgação/ MediBridge

Um dos desafios para a saúde, e especialmente nesses momentos de crise, é lidar com o custo dos equipamentos. Pensando em popularizar o acesso a alguns exames, a empresa catarinense MediBridge - uma das aprovadas no Programa Sinapse da Inovação - está desenvolvendo soluções para reduzir o preço dos aparelhos. A ideia inicial é lançar um dispositivo para eletrocardiogramas que custe um terço do valor de um similar no mercado. O projeto ficará em desenvolvimento até junho, depois seguirá para testes clínicos.

Segundo um dos fundadores, Ronny Knoch Gieseler, foi usado como base um equipamento de eletrocardiograma convencional e a partir daí foram retirados itens como telas e impressoras. Foram mantidos apenas os sensores, que são fundamentais para o exame.  Os dados são enviados para smartphones, tablets ou computadores, mantendo a qualidade das informações.

O novo aparelho tem o tamanho de um telefone celular e bateria que dura mais de 24h. Por causa do baixo custo e da leveza, poderá se transportado em longas distâncias, ampliando o atendimento, especialmente na zona rural.

A MediBridge foi uma das aprovadas em 2018 no Sinapse da Inovação, programa de incentivo a ideias e empreendedorismo inovador, desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE).

O presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, destaca que o Sinapse da Inovação possui propostas de várias áreas do conhecimento e na saúde tem fomentado ideias que ampliam a oferta de equipamentos e serviços, ajudando na abertura de empresas que são exemplo nesse momento de combate à Covid-19. “Reduzir os custos é uma iniciativa importante para que mais pessoas tenham acesso à saúde especializada. A Fapesc está satisfeita com os resultados que pesquisadores e empreendedores têm mostrado para a sociedade e com o engajamento na solução dos problemas de nosso Estado”, confirma.

O secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, reforça que o reconhecimento de algo inovador passa pela universalização do acesso, sua aplicabilidade e viabilidade econômica. “Por isso, quando uma empresa catarinense,  apoiada pelo Governo do Estado, retribui à comunidade o incentivo que recebeu, percebemos que o objetivo da política pública foi de fato alcançado”, afirma. 

Solução atende demanda da área da saúde

Rony, que é mestre em Engenharia Biomédica, percebeu a carência de equipamentos médicos e o quanto o custo influenciava na possibilidade de realização de mais exames. Por isso, pensou em um modelo de negócio que pudesse fornecer os equipamentos diretamente ao consumidor. Assim, o paciente poderia coletar os dados constantemente em casa e enviar para seu médico com uso da telemedicina.

Essa estratégia também pode ser usada em médio prazo para pacientes com outras doenças crônicas, como diabetes. A ideia de Rony e dos sócios Thiago Baratto, Débora Baratto e Samuel Brunken é continuar desenvolvendo soluções para a área da saúde.  Esse projeto inicial deve ser concluído em junho e depois passará por praticamente um ano de validação com pacientes e com os órgãos responsáveis.

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Foto: Cristiano Estrela / Secom

Saúde e bem-estar são as categorias que receberam o maior número de projetos aprovados no Programa Centelha Santa Catarina. As ideias apontam soluções desde purificador de água doméstico por plasma não térmico a implante intravesical para tratamento de bexiga hiperativa, curativos biodegradáveis e aplicativos para monitoramento da saúde do coração e do cérebro. Essas e outras iniciativas compõem as 28 ideias selecionadas no programa de apoio à geração de empreendimentos inovadores e que, agora, receberão o fomento de R$ 60 mil cada.

 >>> Confira aqui a lista dos projetos aprovados e os suplentes

Ainda entre os setores de aplicação, destacam-se educação e agronegócio. Também foram aprovadas ideias para áreas como administração pública, automotiva, comércio e varejo, construção civil, economia criativa, economia do turismo, gastronomia, eventos e lazer, elétrico e eletrônico, fabricação de alimentos e bebidas, farmoquímico e farmacêutico e marketing e mídia. Já entre as temáticas, destacam-se inteligência artificial e machine learning, internet das coisas e biotecnologia e genética.


 Arte: Reprodução/Fapesc

 
Arte: Reprodução/Fapesc

No total, a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE), recebeu a submissão de 1.219 ideias. Foram três etapas de seleção até a escolha das 28 contempladas. Ainda há uma lista de 22 suplentes que poderão ser chamados em caso de desistência, inabilitação da lista de projetos aprovados para contratação ou até mesmo por disponibilidade de recursos. “Foram vários meses de seleção e agora temos os 28 finalistas, empreendedores e suas equipes, que receberão esse apoio para desenvolver suas ideias, abrir suas empresas e gerar mais negócios, empregos e renda”, lembra o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen.

O secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, destaca o espírito de inovação do catarinense. “O Centelha é um importante condutor na transformação de boas ideias em soluções para a população. Seu viés vem ao encontro dos propósitos da SDE e do próprio Governo do Estado como um todo por meio da inovação, transformando e melhorando o dia a dia das pessoas. Santa Catarina é referência em tecnologia e busca ser reconhecida cada vez mais no Brasil e no mundo”, acrescenta.

Projetos vêm de diversas regiões do Estado

Praticamente todas as macrorregiões de Santa Catarina contam com projetos aprovados. O destaque é para a Grande Florianópolis, com 16 propostas bem sucedidas. Do Norte vêm sete ideias e as demais são provenientes de cidades do Sul, Oeste e Vale do Itajaí. Há representantes de Florianópolis, Joinville, Araranguá, Concórdia, Itajaí, Laguna, Porto Belo e São José.

 
Arte: Reprodução/Fapesc

Reforço no combate à pandemia

Apesar de não estar diretamente ligado às ações de combate à pandemia da Covid-19, o resultado do Programa Centelha coincide com o momento e servirá como importante auxilio na retomada do desenvolvimento econômico do Estado. Para o presidente da Fapesc, Fábio Zabot Holthausen, são 28 equipes que receberão o fomento e que poderão contribuir para o fortalecimento da economia de seus municípios e, por consequência, de Santa Catarina.

O Programa Centelha é inspirado no Sinapse da Inovação, que em sua sexta edição finalizada já contribuiu para a formação de diversas startups em todas as regiões do Estado. 

Incentivo ao empreendedorismo inovador 

A intenção do Programa Centelha é estimular a criação de empresas, a partir da geração de novas ideias, e disseminar a cultura do empreendedorismo inovador em todo território nacional, incentivando a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas locais, estaduais e regionais de inovação do país.

Dos R$ 1,68 milhão em recursos, R$ 1,1 milhão vem da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e R$ 580 mil da Fapesc.

O Centelha é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), operado pela Fundação Certi e executado em Santa Catarina pela Fapesc.

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Fotos: Divulgação / Epagri

Um projeto desenvolvido por profissionais da Epagri e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) pode aquecer ainda mais o mercado de vinho fino de altitude no Estado. Pesquisadores testam em solo catarinense diferentes videiras, trazidas da Europa, que são mais resistentes a doenças e exigem menor uso de agrotóxico. O resultado é o menor custo de produção e maior qualidade das frutas.

O projeto Variedade Viníferas Resistentes a Doenças (Piwi) é realizado desde 2015 e pretende testar 30 variedades do grupo piwi até 2021. Essas plantas foram desenvolvidas com melhoramento genético e lançadas nos últimos 30 anos, mas recentemente ganharam o mercado internacional com a pressão da Europa para redução do uso de produtos químicos no campo.

As piwis são resultado do cruzamento de videiras já conhecidas como merlot ou cabernet, por exemplo, com espécies selvagens. Por isso, as novas plantas se tornaram resistentes a doenças e com alto potencial para produção de vinhos. “A ideia do projeto é reduzir os custos para a produção e para o meio ambiente” destaca o coordenador do projeto, André Luiz Kulkamp de Souza, que também é gerente de pesquisa da Estação Experimental da Epagri de Videira.

Segundo André, o estudo é inédito no Brasil e na América Latina, realizado em parceria com a Fondazione Edmund Mach da Itália e o Julius Kuhn Institut da Alemanha, dois países que são referência mundial na produção de vinhos. Os testes são realizados por 15 pesquisadores doutores da Epagri e UFSC, técnicos, alunos de graduação, mestrado e doutorado.

Esse é o quarto ano consecutivo que a equipe consegue uma safra satisfatória nos campos de Urussanga, Curitibanos, São Joaquim, Videira e Água Doce. O resultado já permite determinar quais cultivares se adaptaram às condições de solo e clima de Santa Catarina. “Primeiramente tínhamos que ter certeza de que iriam se adaptar. Agora vamos habilitar a documentação para multiplicar e difundir o material”, confirma o pesquisador. A intenção é disponibilizar as novas espécies já no próximo ano com a abertura de chamada para contratação de viveiristas para produzir as mudas.

Parceria dá resultados

A realização da pesquisa foi possível com uma importante parceria da iniciativa privada, por meio do Fundovitis, com a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável.

O presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen, enfatiza todo o trabalho de pesquisa que há por trás da produção de vinhos de altitude e que tornou Santa Catarina destaque nacional e internacional no setor. “Para a Fapesc é motivo de orgulho apoiar projetos mais perenes como este. A ideia aqui é possibilitar a produção de um vinho de maior qualidade, mas também com menos agrotóxico, com menor custo de produção. E, com certeza, gerando benefício para o produtor e para o consumidor”, afirma.

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino, reforça ainda que é papel de sua pasta aliar tecnologia e sustentabilidade no desenvolvimento de Santa Catarina. “Apoiamos e incentivamos novos projetos e soluções para que Santa Catarina seja referência em inovação no Brasil e no mundo”, adianta.

Na safra de 2018, Santa Catarina produziu cerca de 61 mil toneladas de uva, plantadas em uma área de aproximadamente 4,7 mil hectares, segundo levantamento feito pela Epagri. Os municípios que mais cultivam a fruta são Pinheiro Preto e Videira, que concentram mais de 60% da produção catarinense.

Informações adicionais para a imprensa:
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Foto: Knowledge Cities World Summit/ Divulgação

O edital Proeventos da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação de Santa Catarina (Fapesc) para apoiar eventos científicos e tecnológicos em 2020 e 2021 foi lançado com novidades em relação à edição anterior. As categorias estaduais, nacionais e internacionais terão faixas de valores 65% maiores do que ano passado. As inscrições podem ser feitas até 18 de março pelo site da fundação.

O novo edital terá apenas duas fases, o que permitirá a conclusão do processo administrativo mais cedo e a liberação dos recursos antecipadamente para os organizadores do evento. Novos itens também foram liberados para serem custeados com recursos da Fapesc, como material para divulgação eletrônica e tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), o que deve melhorar a inclusão e a acessibilidade.

Podem solicitar recursos pelo Proeventos professores e representantes de instituições de ensino públicas, comunitárias e privadas sem fins lucrativos. Os eventos deverão ser realizados entre 1º de julho de 2020 e 31 de agosto de 2021, em Santa Catarina. Os interessados devem acessar o edital em www.fapesc.sc.gov.br.

O presidente da fundação, Fábio Zabot Holthausen, destaca que esse edital tem o papel de fazer a difusão do conhecimento, mas também fortalecer o relacionamento entre pesquisadores, mercado, governo e comunidade. 

“O Proeventos é muito importante para nós da Fapesc e para todo o ecossistema científico de Santa Catarina. Trazemos mais pessoas para refletir sobre temas importantes, ajudamos a fortalecer a troca de conhecimento e experiências e garantimos realmente a transferência de conhecimento”, explica Fábio.

Já o secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável de Santa Catarina, Lucas Esmeraldino, defende o potencial do Proeventos como ferramenta de divulgação das pesquisas catarinenses e o compartilhamento dos projetos com outros estados, regiões e até países. “Esse investimento contribui para o fortalecimento do Estado na pesquisa tecnológica e o avanço do conhecimento que convergem em soluções à sociedade”, destaca.

Na última edição, 118 propostas foram aprovadas em todas as regiões do Estado. Esse número é equivalente a um evento realizado a cada dois dias úteis com recursos da Fapesc. Um deles foi o Knowledge Cities World Summit (KCWS), realizado em Florianópolis ano passado. A fundação contribuiu para a realização do encontro que reuniu diversos profissionais e pesquisadores para tratar de soluções para os centros urbanos baseadas no desenvolvimento inovador.

Confira os valores por categoria de evento

Local e regional – até R$ 15 mil
Estadual – até R$ 25 mil
Nacional – até R$ 35 mil
Internacional – até R$ 50 mil

Informações adicionais para imprensa:
Francieli Oliveira
Assessoria de Imprensa
Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de SC - Fapesc
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