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Foto: Ricardo Wolffenbüttel/Secom

As localidades de Costeira do Ribeirão e Freguesia do Ribeirão, em Florianópolis, e Zimbros e Canto Grande, em Bombinhas, estão liberadas para comercialização e consumo de ostras, mexilhões, berbigões, vieiras e seus produtos. A liberação engloba os cultivos em costões e na beira da praia.

A desinterdição dos cultivos ocorre após dois resultados negativos consecutivos, com a demonstração pelas análises de que as concentrações de toxina diarreica nos moluscos bivalves da região estão dentro dos limites de segurança para o consumo humano. As análises são repetidas semanalmente.

Permanecem liberadas apenas para a comercialização e consumo de ostras

Seguem liberadas para a comercialização e o consumo de ostras as localidades de Perequê, Ilha João da Cunha e Araça, no município de Porto Belo, e Ponta do Papagaio, em Palhoça. Permanece a interdição para mexilhões, vieiras e berbigões destes locais.

Conforme o gerente de Pesca e Aquicultura da Secretaria da Agricultura, Sérgio Winckler, ostras e mexilhões se comportam de forma diferente diante das concentrações de algas tóxicas, por isso a desinterdição é parcial. “Existem diferenças nos sistemas de filtração dos moluscos. A ostra concentra menos toxinas, por isso foi possível a sua liberação antes dos mexilhões”.

Monitoramento constante

Santa Catarina é o maior produtor nacional de moluscos e o único estado do país que realiza o monitoramento permanente das áreas de cultivo. O Programa Estadual de Controle Higiênico Sanitário de Moluscos é um dos procedimentos de gestão e controle sanitário da cadeia produtiva, dando garantia e segurança para os produtores e consumidores.

Informações adicionais:
Paulo Henrique Santhias
Assessoria de Imprensa
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