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Os produtores rurais catarinenses contarão com mais R$ 100 milhões em investimentos para minimizar os impactos da estiagem em todo o estado. O governador Carlos Moisés sancionou a lei que garante os recursos para a Secretaria da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural reforçar o apoio à construção de cisternas e conservação de fontes e nascentes. A medida deve entrar em vigor nesta quarta-feira, 9, com a publicação no Diário Oficial do Estado (DOE).

“Se somarmos esses valores com toda a previsão de investimento para minimizar os impactos da estiagem no meio rural de Santa Catarina, chegaremos a quase meio bilhão de reais. São recursos que devem mudar a vida de quem vive no campo”, afirmou o governador Carlos Moisés.

O Projeto de Lei, aprovado pela Assembleia Legislativa na última semana, assegura um aporte maior de recursos nos programas já executados pela Secretaria da Agricultura e que agora ganharão novas formas de incentivar os investimentos em captação, armazenagem e uso de água, além da preservação de fontes e nascentes. Segundo o secretário da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, a intenção é criar uma política pública robusta e permanente para prevenção e redução dos impactos da estiagem em Santa Catarina.

"Queremos que cada produtor rural catarinense possua uma forma de reservar água na sua propriedade. E os mesmos investimentos poderão se repetir nos próximos dois anos, totalizando R$ 300 milhões, ou seja, é o maior programa da história catarinense para reservação de água. E essa água, uma vez reservada, é a garantia de produção, renda, desenvolvimento e geração de emprego em Santa Catarina", destaca Altair Silva.

Os R$ 100 milhões devem ser divididos da seguinte forma: R$ 70 milhões para construção de cisternas e reservatórios de água e R$ 30 milhões para conservação de fontes e nascentes. Esses recursos se somarão às ações já existentes na Secretaria da Agricultura e os agricultores catarinenses terão acesso a R$ 343,5 milhões para minimizar os efeitos da crise hídrica.

É importante destacar que os investimentos serão feitos com recursos próprios dos catarinenses, graças ao superávit financeiro do ano anterior. "Nós estamos vivendo a mudança climática na prática e precisamos dotar nosso sistema agrícola de estrutura para enfrentar a estiagem. Esse é um problema recorrente em Santa Catarina, é o momento do poder executivo atacar a questão da estiagem”, afirma o deputado estadual e líder do Governo na Alesc, José Milton Scheffer.

A Assembleia Legislativa aprovou ainda a inclusão de R$ 300 milhões na Programação Físico-Financeira do Plano Plurianual (PPA) para o quadriênio 2020-2023, ou seja, o Governo do Estado está autorizado a aportar esses recursos para minimizar os impactos da estiagem em Santa Catarina nos próximos dois anos.

Mais investimentos

A Secretaria de Estado da Agricultura mantém linhas de crédito abertas para minimizar os impactos da estiagem no meio rural. De acordo com o secretário Altair Silva, o objetivo é preparar melhor os produtores para enfrentar os períodos de estiagem. Por isso, os programas da pasta são focados na recuperação de nascentes e na reserva de água nas propriedades.

Com o Água para Todos, os produtores têm acesso a financiamentos sem juros para construção de sistemas de captação, armazenamento, tratamento e distribuição de água, com a finalidade de dessedentação humana e animal e irrigação. Os investimentos podem ser individuais, em um limite de R$ 40 mil por família, ou coletivos, de até R$ 200 mil, com cinco anos de prazo para pagar. As famílias em situação de vulnerabilidade social e renda terão condições diferenciadas.

A Secretaria da Agricultura possui ainda outra linha de crédito sem juros para apoiar as ações de isolamento e recuperação de mata ciliar, proteção e recuperação de nascentes, terraceamento e cobertura de solo. O Cultivando Água e Protegendo o Solo traz financiamentos de até R$ 15 mil, com cinco anos de prazo para pagar e cada parcela paga em dia terá um desconto de 30%.

Para buscar um volume maior de recursos, os produtores rurais podem recorrer ao Investe Agro SC. Nesse programa, a Secretaria da Agricultura oferece a subvenção aos juros de financiamentos contratados com agentes bancários, em um limite de até R$ 100 mil, com oito anos de prazo para pagar e subvenção de juros de até 2,5% ao ano.

Orientações básicas para os produtores

A Secretaria da Agricultura recomenda aos produtores rurais que procurem apoio nos escritórios municipais da Epagri. Os técnicos poderão orientar quais práticas, tecnologias e políticas públicas podem ser aplicadas para minimizar os prejuízos e enfrentar os períodos de pouca chuva.

É fundamental também que os agricultores acompanhem as previsões metereológicas da Epagri/Ciram e façam o planejamento para ampliar a reserva de água no solo ou em cisternas.

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Destaque internacional na produção de alimentos, Santa Catarina segue investindo para aumentar a competitividade do setor produtivo. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investirá mais de R$ 50,3 milhões em novas frentes de ação para incentivar a produção de grãos; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; além de aquisição de equipamentos para agricultura familiar e pesca.

“O agronegócio é uma das grandes forças da economia do estado. Santa Catarina, com 1,12% do território brasileiro, é um modelo para todo país. Vamos seguir apoiando os trabalhadores do campo e do mar para que tenham ainda mais qualidade de vida e renda e sigam cumprindo sua importante missão de alimentar os catarinenses e o mundo”, disse o governador Carlos Moisés.

Foram cinco projetos aprovados pelo Conselho de Desenvolvimento Rural (Cederural) nesta terça-feira, 8, que deverão ter impactos positivos no agronegócio catarinense nos próximos anos. 

"Seguimos ampliando os investimentos e os projetos em benefício dos produtores rurais e pescadores de Santa Catarina. E hoje o grande destaque foi a pesca artesanal, que ganhará um programa de R$ 30 milhões para melhoria da infraestrutura. Os projetos são discutidos e elaborados ouvindo o setor produtivo e as lideranças estaduais e isso é fundamental para que possamos evoluir na elaboração de políticas públicas para o agronegócio catarinense. Hoje foi um dia muito importante, com a aprovação de projetos fundamentais para a agricultura e pesca de Santa Catarina", destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.


Foto: Divulgação/SAR

Os novos programas contemplam investimentos para ampliar a área plantada com grãos, especialmente milho, em Santa Catarina; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos e aquisição de equipamentos.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, as novas linhas de apoio trarão avanços significativos para todo o setor e demonstram o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do meio rural e pesqueiro.

"Hoje foi um dia histórico para a pesca e a maricultura de Santa Catarina. Aprovamos dois projetos importantes para o desenvolvimento do setor: Inova Pesca e o Sistema de Gestão da Maricultura Catarinense, que somados trarão R$30,4 milhões em investimentos. O governador Carlos Moisés está fazendo um grande gesto de valorização da pesca artesanal e maricultura. Além disso, teremos um aporte de recursos significativo para o controle e monitoramento do resíduo de agrotóxicos, que demonstra nosso compromisso com a segurança dos alimentos em Santa Catarina. Estamos trabalhando com muita vontade e dedicação para investir na agricultura e na pesca do nosso estado", ressalta Miotto.

Programa Inova Pesca SC
A Secretaria da Agricultura irá investir R$ 30 milhões para implantação ou reforma de infraestruturas de apoio a pesca artesanal. Serão firmados convênios de até R$ 1 milhão com municípios para o financiamento de até dois projetos.

Sistema de Gestão da Maricultura Catarinense – SIGMA
Os maricultores e técnicos de Santa Catarina terão acesso a um sistema com dados cadastrais e geográficos para a gestão da maricultura. A Secretaria da Agricultura irá destinar R$ 421,4 mil ao projeto para o desenvolvimento de um sistema de informações que auxilie no gerenciamento das áreas aquícolas marinhas e o controle sanitário dos moluscos.

Projeto Especial de Apoio à Expansão da Produção de Cereais – Projeto Novas Fronteiras
A intenção da Secretaria da Agricultura é ampliar a área cultivada com grãos em 10 mil hectares nos próximos dois anos no estado. O Projeto Novas Fronteiras fará parte do Programa Terra-Boa e fornecerá 100 mil toneladas de calcário para produtores que estejam ampliando a produção, especialmente com milho. Estão previstos investimentos de R$ 6,6 milhões até 2022.

O Projeto será executado em parceria com a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), que cuidará da operacionalização, fornecimento de insumos, assistência técnica e a compra dos cereais ao final da safra. Cada produtor poderá acessar até 500 toneladas de calcário, que deverão ser pagas ao final da colheita.

Em 2021, o Novas Fronteiras será executado em 17 municípios das regiões de Rio do Sul, Lages e São Joaquim.

Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos
Para aprimorar o controle do comércio, armazenamento e uso de agrotóxicos em Santa Catarina, a Secretaria da Agricultura dará sequência ao Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos. Serão mais de R$ 3,3 milhões disponibilizados para que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) realize a coleta e análise de amostras de monitoramento e amostras fiscais de produtos de origem vegetal, abelhas e insumos agrícolas.

Aquisição de equipamentos
A Secretaria da Agricultura investirá R$ 10 milhões na aquisição de equipamentos para fortalecimento da agricultura familiar e pesca, além de minimizar os impactos da estiagem. Os implementos serão repassados aos municípios via termo de cessão de uso.

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Uma das maiores companhias de alimentos do mundo, a BRF anunciou o investimento de R$ 643 milhões em Santa Catarina. Os recursos serão destinados para modernização e ampliação de plantas, além da construção de uma nova unidade produtiva, nos municípios de Capinzal, Concórdia e Videira. O anúncio foi feito pelo CEO global da empresa, Lorival Luz, durante reunião virtual com o governador Carlos Moisés da Silva, nesta terça-feira, 8.

"A BRF tem um impacto muito grande na economia de Santa Catarina e na geração de renda nos municípios. Somos parceiros do setor produtivo e trabalharemos juntos para mantermos nosso status de estado mais seguro, com mais qualidade de vida e destaque na geração de empregos. Esses investimentos beneficiarão toda a sociedade catarinense", ressalta o governador Carlos Moisés.

A empresa irá direcionar os recursos para ampliar o volume de produção nas unidades de Capinzal e Concórdia, gerando 159 novos empregos. Já a planta de Videira ganhará uma nova fábrica de linguiça cozida, com a abertura de 250 postos de trabalho.

"Geramos 21,2 mil empregos diretos e contamos com mais de 4,7 mil produtores integrados. Queremos avançar na nossa agenda de crescimento rumo à Visão 2030 e seguindo nosso propósito de levar vida melhor a todos com integridade, segurança e qualidade”, destaca o CEO global da BRF, Lorival Luz.

A Companhia possui plantas em seis municípios catarinenses: Capinzal, Chapecó, Videira, Herval d´Oeste, Campos Novos e Concórdia. Onde são produzidas mais de 125 mil toneladas de alimentos por mês, sendo 40 mil toneladas destinadas à exportação.

Preocupação com abastecimento de água

Durante a reunião, os executivos da empresa manifestaram ainda a preocupação com o abastecimento de água, matéria prima fundamental para as indústrias de alimentos. Na oportunidade, o governador Carlos Moisés apresentou os investimentos do Governo do Estado para reduzir os impactos da estiagem e ampliar a oferta de água na região Oeste.

"Em parceria com a Assembleia Legislativa aprovamos R$ 300 milhões, que devem ser investidos em três anos para que tenhamos um programa permanente de reservação de água e conservação de nascentes. Os recursos serão utilizados para captação, armazenagem e uso de água e também para a preservação de nascentes e fontes. Temos que olhar para o futuro, se não olharmos para o meio ambiente e para a preservação das nascentes continuaremos sofrendo com os impactos da estiagem", afirma Carlos Moisés.

O governador lembra ainda dos R$ 195,7 milhões liberados para a construção da macroadutora do Rio Chapecozinho, que irá melhorar o abastecimento de água em Chapecó e municípios vizinhos. "Todo o Governo está envolvido e comprometido para resolver os problemas de abastecimento de água em Santa Catarina. Essa é uma prioridade dessa gestão e nós estamos unidos para minimizar os impactos da estiagem e aumentar a competitividade das indústrias instaladas no estado. Vamos dar mais celeridade e agilidade às atividades e viabilizar os investimentos", explica o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

Representantes da BRF e do Governo do Estado se unirão em um grupo de trabalho, coordenado pelo secretário Altair Silva, em busca de soluções e de novos projetos para ampliar a oferta de água em Santa Catarina.

Também participaram do encontro a vice-presidente global de Relações Institucionais e Sustentabilidade da BRF, Grazielle Parenti; o vice-presidente de Operações e Suprimentos da Companhia, Vinícius Barbosa; o secretário do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Luciano Buligon; secretário da Fazenda, Paulo Eli; chefe da Casa Civil, Eron Giordani; o presidente do IMA, Daniel Vinícius; e a superintendente de Planejamento e Gestão da Secretaria da Infraestrutura, Junia Rosa Soares.

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A amora-preta, o inhame e o pinhão, produtos típicos da sociobiodiversidade da Mata Atlântica, juntamente com a banana da região de Corupá, que tem o selo de Indicação Geográfica de mais doce do Brasil, passaram a fazer parte da alimentação escolar de Rio Negrinho e de São Bento do Sul, municípios do Planalto Norte Catarinense. Esses alimentos são fornecidos pelos agricultores familiares da região e estarão no cardápio dos alunos da rede municipal entre maio e junho, em comemoração ao Dia do Meio Ambiente, que será celebrado, no sábado, 5 de junho. 

Nesta quarta-feira, 02, serão servidos pinhão cozido, lasanha de inhame, suco de amora e estrogonofe de banana nas escolas de São Bento do Sul.  Em Rio Negrinho o cardápio foi preparado na semana anterior, quando cada unidade escolar escolheu a melhor forma de ofertar o alimento: teve cuca de amora, sagu, vitamina com banana, entrevero de pinhão, farofa e pastel de pinhão. Mais de 8,5 mil crianças serão atendidas com a ação nessas duas semanas nos dois municípios.

A iniciativa surgiu por meio de uma parceria entre os nutricionistas que coordenam o Programa Nacional de Alimentação Escolar de (Pnae) desses municípios e a Epagri, empresa do Governo do Estado que organizou os agricultores familiares para atender a demanda. O Pnae prevê ações de educação alimentar nutricional, em que inclui princípios como valorização da cultura local e da sustentabilidade social, ambiental e econômica.

“Quando se colocam alimentos como esses no cardápio, as escolas desenvolvem atividades para que a criança, além de consumir os produtos, entendam de onde eles vieram e a importância deles para a cultura local e para o bioma, no caso a Mata Atlântica”, diz a nutricionista Liliane Grein Beuther, da prefeitura de São Bento do Sul. Como exemplos, destacam-se ações de escolas de Rio Negrinho que trabalharam os temas em músicas, pinturas e até produção de livros de receitas.

O extensionista rural da Epagri neste município, Rogério Pietrzacka, destaca que a inclusão desses alimentos também faz com que os agricultores passem a valorizá-los e a preservá-los ainda mais, impactando na conservação do meio ambiente. “O pinhão, por exemplo, está presente na vida das famílias locais por muitas gerações e justamente essa disponibilidade faz com que muitas vezes ele não seja valorizado. Na semana do meio ambiente, o foco sobre ele será fundamental para que as crianças entendam, por exemplo, a importância da preservação da araucária”, explica.

Rogério lembra que a banana não é um produto da Mata Atlântica, mas foi incluída como um produto da sociobiodiversidade por diversos fatores. Um deles é o fato da região ter a Indicação Geográfica do Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) de mais doce do Brasil. “O selo reconhece como banana mais doce a fruta produzida em Corupá e partes de São Bento do Sul, Schroeder e Jaraguá do Sul. Nessa região, quase mil famílias vivem desse cultivo”, explica o extensionista. Outro motivo é a peculiaridade de produção, que tem uma forte interação entre cultura agrícola, meio ambiente preservado e tradição de produção pelas famílias. “Além da importância socioeconômica e cultural, os alimentos foram escolhidos, é claro, por suas propriedades nutricionais”, esclarece.

O extensionista ressalta que Campo Alegre e Corupá, que juntos com São Bento do Sul e  Rio Negrinho compõem o Consórcio Quiriri, também participariam da ação, mas em função da pandemia e da dificuldade logística do sistema híbrido de aula optaram por não fazer parte agora.  “Assim que os municípios participaram, o alcance global do projeto prevê o atendimento de 17,6 mil estudantes e a compra 880 kg de cada produto para atender esse público”, diz Rogério.

Semana do Meio Ambiente

Como atividades da semana do meio ambiente, as crianças da rede municipal de ensino de Rio Negrinho e de São Bento do Sul, composta por aproximadamente 13 mil estudantes, vão assistir um audiovisual produzido por Rogério e Liliane. Na produção, eles explicam, em uma linguagem acessível para os pequenos, o conceito de bioma e de sociobiodiversidade, as propriedades nutricionais dos alimentos escolhidos e a importância deles na cultura local e na preservação da Mata Atlântica e de todos os tipos de vida que nela habitam, da qual também faz parte o ser humano.

Segundo Rogério, o projeto deve ser ampliado conforme a disponibilidade de recursos. Uma das intenções é ofertar mais alimentos da Mata Atlântica, como por exemplo,  goiaba, pitanga, jabuticaba, fisális, erva-mate. “Outra pretensão é trabalhar o conteúdo de forma interdisciplinar e fazer um resgate de receitas das famílias dos alunos como forma de valorização da história e cultura local, transformando todo esse saber em um  livro”, diz o extensionista.

Informações e entrevistas: Rogério Pietrzacka, extensionista rural da Epagri em São Bento do Sul, pelo fone: (47)3647 0566.

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O agronegócio catarinense pretende investir R$ 1 milhão na compra de cestas básicas para atender as famílias em situação de vulnerabilidade social e de renda no meio rural. A ação faz parte do movimento nacional Agro Fraterno, que em Santa Catarina será liderado pelo Governo do Estado e entidades do setor. A intenção das instituições e lideranças é atender cerca de 17 mil famílias que vivem em condições de extrema pobreza no campo.

"Essa é uma brilhante iniciativa que demonstra a generosidade do setor produtivo catarinense. A pandemia, infelizmente, trouxe impactos negativos e existem muitas pessoas que precisam do nosso apoio. Santa Catarina tem uma tradição muito forte de união, cooperação e solidariedade e temos certeza de que nesse momento não será diferente. O setor produtivo irá levar alimentos para quem mais precisa", destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social deverá apoiar com a logística de entrega das cestas básicas e seleção dos beneficiários.

"Santa Catarina é um estado rico e pujante, mas nós percebemos que temos também um grande problema, que não pode ser ignorado. Essa é uma modesta iniciativa do agro de Santa Catarina, um setor que não parou e que coleciona resultados positivos ao longo do ano. Chegou a hora de olharmos por aqueles que mais precisam", ressalta o presidente da Faesc, José Zeferino Pedrozo.

Fazem parte da iniciativa Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro), Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado de Santa Catarina (Fetaesc), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC), Associação Catarinense de Avicultura (Acav) e Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne).

Ações a longo prazo

Durante encontro do secretário da Agricultura Altair Silva com as lideranças do agronegócio catarinense nesta terça-feira, 1º de junho, foram discutidas ações e projetos específicos para esse público, que muitas vezes não tem acesso aos programas disponíveis para os agricultores familiares.

"Lá do meio rural não sai só produção, temos pessoas passando necessidades. Esse é o início de um projeto maior e muito importante para o desenvolvimento dessas famílias, para levar mais renda e qualidade de vida para os catarinenses", comenta o presidente da Fetaesc, José Walter Dresch.

A intenção é unir os esforços da Epagri e do Sistema Senar para levar capacitações e assistência técnica para as famílias que vivem em situação de vulnerabilidade social e de renda. A Secretaria da Agricultura estuda ainda a criação de um projeto para incentivar os jovens a investirem na produção, gerando um maior retorno financeiro para a comunidade.

Programa Agro Fraterno

Movimento nacional liderado pelo Sistema Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Organização das Cooperativas Brasileiras e Instituto Pensar Agro, que vai levar alimentos às famílias carentes em todo o país. A iniciativa já arrecadou inicialmente 5 mil cestas básicas e a meta é passar de um milhão de cestas distribuídas.

O programa é voltado para a participação de produtores, empresas e entidades ligadas ao setor, que podem fazer a adesão de forma voluntária. As doações são livres e podem ser feitas tanto com cestas básicas, recursos ou alimentos, de acordo com a opção dos doadores.

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Entre os mais de 100  tipos de méis que a biodiversidade de Santa Catarina proporciona, um deles está chamando atenção dos profissionais de apicultura: o mel de canudo-de-pito. Essa planta (Escallonia sp.), nativa da região de São Joaquim,  é frequente em regiões com altitude de 1000 a 1100 metros, comum no Planalto Catarinense. O mel proveniente das flores de canudo-de-pito já foi eleito o melhor do mundo e pode vir a ser mais um produto catarinense a receber o reconhecimento de indicação geográfica.

 

Segundo Rodrigo Durieux da Cunha, chefe da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, o mel de canudo-de-pito vem sendo considerado uma iguaria por suas características únicas. “É um mel monofloral, já que a maior parte da sua composição é proveniente de flores de uma mesma família, gênero e espécie. Outro destaque é o curto período de produção, devido ao pequeno ciclo de floração da planta, que vai de 10 de dezembro a 10 de janeiro. A limitação da localização geográfica onde essas plantas se desenvolvem, bem como a qualidade do produto torna esse produto singular”, diz ele.

O apicultor Joel de Souza Rosa, que soma 30 anos de experiência na área, afirma que colheita desse mel pode ser feita duas vezes por ano, se houver boas condições de tempo.  A produção total de todos os seus apiários chega a três mil quilos por ano. Já a produção por colmeia chega a atingir 50 quilos de mel.

Indicação Geográfica

 

O mel de canudo-de-pito já foi mundialmente reconhecido quando ganhou o concurso de melhor e mais doce mel do mundo no Congresso Internacional de apicultura em Atenas, na Grécia, em 1979.  A Epagri, em parceria com a UFSC busca agora outro reconhecimento do produto: a indicação geográfica (IG).

“A IG é uma forma de valorização de um produto. É uma garantia que o produto é genuíno e que possui qualidades particulares. São vários fatores que são analisados para uma IG, tais como: fitogeografia, clima, uso da terra, altitude, produção do mel e o saber fazer”, comenta Rodrigo.

Os estudos laboratoriais com o mel de canudo-de-pito ainda estão em fase inicial, mas os resultados levantados apontam que esse produto é um forte candidato ao processo de IG. Segundo a professora e pesquisadora da UFSC, Ana Carolina Costa, esse mel demonstrou ser rico no mineral potássio e possui maiores quantidades que as encontradas em méis de flores de vassoura e de macieira. “Outro resultado bem importante foi que o mel de canudo-de-pito apresentou substâncias antioxidantes em maior quantidade quando comparadas aos méis de flores de acácia, tília e de laranjeira”, explica a professora.

 

A pesquisadora da Epagri Mara Rúbia Romeu Pinto, doutoranda da UFSC, trabalha com técnicas avançadas para buscar a identidade desse mel através de seus compostos. Em seu projeto de pesquisa, ela busca um marcador, ou seja, uma impressão digital do mel de canudo-de-pito.

“Eu espero que juntamente com o trabalho desenvolvido pela professora Ana e o pessoal da Epagri a gente consiga construir todo esse processo de IG, levando o mel de Santa Catarina ao conhecimento do mundo todo e trazendo valorização ao produto e aos apicultores, que produzem esse mel com o maior carinho do mundo”, diz a pesquisadora.

 

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O Brasil possui mais seis estados reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação. Santa Catarina, pioneiro nesse processo e já certificado há 14 anos, comemora a conquista do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso.

“O reconhecimento permite acessar os mercados mais exigentes do mundo. Somos reconhecidos pela qualidade dos nossos produtos e iremos continuar com esse trabalho de excelência. E hoje, parabenizamos os estados que também conquistaram a certificação” disse o governador Carlos Moisés.

A certificação da Organização Mundial de Saúde Animal é o maior reconhecimento sanitário que um estado ou país pode alcançar e demonstra ao mundo, principalmente aos mercados internacionais, o cumprimento de vários requisitos técnicos para assegurar a saúde dos rebanhos. Como a febre aftosa é uma doença com alto risco sanitário e gera um enorme impacto econômico, alguns países só compram carnes de áreas livres da doença sem vacinação - onde não existe circulação do vírus e, consequentemente, o controle sanitário é mais rígido.

"A ampliação das zonas livres de febre aftosa sem vacinação é uma grande conquista para o Brasil e, a exemplo do que aconteceu em Santa Catarina, deve mudar a história do Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso. Este se torna agora, um patrimônio desses estados e motivo de orgulho para o nosso país", destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, Altair Silva.

Santa Catarina foi o primeiro estado do país com status de área livre de febre aftosa sem vacinação, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2007. Há 21 anos, os catarinenses não vacinam seus rebanhos contra a doença e mantém um rígido controle para defesa da saúde animal.

"A certificação internacional é o coroamento de um trabalho bem feito pelos estados. Em Santa Catarina, nós vamos continuar realizando o trabalho que fazemos há mais de 20 anos, zelando pelos nossos produtores rurais e pelo nosso maior patrimônio, que é a excelência em sanidade agropecuária", ressalta o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Plínio de Castro.

Desde a suspensão da vacina em Santa Catarina, o estado se consolidou como grande produtor e exportador de carnes, com acesso aos mercados mais exigentes do mundo. Atualmente, a produção catarinense é comercializada em mais de 150 países e os embarques de produtos de origem animal respondem por 38% de todo comércio internacional catarinense.

A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) mobilizam sua equipe técnica para finalizar os procedimentos legais e as orientações aos produtores rurais catarinenses. Os catarinenses devem ainda manter o intercâmbio de informações técnico-científicas com os demais estados para contribuir com a manutenção da segurança sanitária em todas as áreas livres de febre aftosa sem vacinação do país.

 

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Escolher a pastagem ideal é uma das decisões mais importantes do pecuarista. Afinal de contas, a alimentação dos animais é o principal custo da atividade e impacta diretamente nos resultados de produção. Em Santa Catarina, as pastagens perenes de verão ganham terreno porque combinam alta produtividade, bom valor nutritivo, longo ciclo produtivo e resistência ao estresse hídrico. Espécies como Tifton 85, Jiggs e capim-pioneiro são aliadas da Epagri. Impulsionar uma pecuária competitiva e sustentável é um dos focos do Governo do Estado.  

Como o próprio nome diz, as pastagens perenes não precisam ser semeadas anualmente e chegam a produzir por décadas, desde que sejam bem implantadas e manejadas. Com raízes profundas e palhada acumulada sobre o solo, elas favorecem a infiltração de água, ajudam a reduzir a erosão e melhoram a fertilidade do solo.

Essas plantas têm potencial de produção de 20 a 35 toneladas de matéria seca por hectare/ano, enquanto as pastagens anuais variam entre 6 e 12 toneladas. Com mais pasto disponível, o pecuarista precisa de menos silagem, feno e ração para alimentar os animais, reduzindo os custos de produção.

A Epagri já orientou a implantação de 120 mil hectares de pastagens perenes em 14,5 mil propriedades. Essas áreas produzem cerca de 1,5 bilhão de litros de leite por ano, contribuindo para manter Santa Catarina como quarto produtor nacional desse alimento.

Em 2020, na pior estiagem das últimas décadas, o capim-pioneiro foi a salvação de muitos produtores. “Ele continuou produzindo e não faltou pasto nem um dia para as vacas”, conta a pecuarista Mariza Candiago, de Iomerê.

Na propriedade dessa família, as pastagens perenes ganharam mais expressão em 2017, quando o filho Willian replanejou totalmente as atividades depois de participar do curso Ação Jovem Rural da Epagri. Hoje são 11,3ha cobertos por pastagens perenes de verão consorciadas com espécies anuais de inverno. A área suporta cerca de 80 animais, com média de 42 vacas em lactação.

O manejo adequado elevou a produtividade e a qualidade das pastagens, alavancando em 28% a produtividade do leite: hoje, cada hectare rende 19 mil litros por ano. A produção saltou de 206 mil litros em 2017 para 304 mil litros em 2020 e a qualidade do leite e os indicadores de bem-estar animal também melhoraram. “Devido aos ajustes que foram feitos na propriedade, estamos tornando ela cada dia mais rentável”, diz Willian.

EM 2020

• A Epagri orientou 6.848 famílias sobre implantação e manejo de pastagens.

• Cerca de 1,5 bilhão de litros de leite foram produzidos em 120 mil ha de pastagens perenes.

• A Epagri atendeu 29.940 famílias em pecuária.

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Foto: Jader Nones / Cidasc

Referência internacional em sanidade animal, Santa Catarina comemora seis anos como zona livre de peste suína clássica. Em 28 de maio de 2015, catarinenses e gaúchos receberam a certificação da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como a primeira zona brasileira livre da doença. Hoje, o Estado é o maior produtor e exportador de carne suína do país.

“Essa é mais uma prova do compromisso catarinense com a sanidade animal e a defesa agropecuária, mantido pelo governo Carlos Moisés. O status sanitário de Santa Catarina abriu as portas para os mercados mais exigentes e competitivos do mundo, valorizando a nossa produção e trazendo grandes impactos para a economia de nosso estado”, destaca o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva.



De 1º a 30 de junho, os brasileiros poderão comprar produtos apícolas de Santa Catarina sem sair de casa e com preços tabelados. Na 2ª edição da Feira Virtual do Mel de Santa Catarina, cerca de 30 apicultores e meliponicultores de diferentes regiões do estado estarão com seus produtos à venda pelo site www.faasc.com.br/feiradomel. A feira é uma realização da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de Santa Catarina (Faasc), da Epagri, empresa do Governo de Santa Catarina, e do Sebrae/SC.

Pela segunda vez, por conta da pandemia, produtores optaram pelo formato virtual da feira, que até 2019 ocorreu no Centro de Florianópolis. O novo canal permitiu ampliar as vendas para todas as cidades catarinenses e também para outros estados, mostrando a qualidade do mel de Santa Catarina para todo o Brasil.

Além de mel de diversas floradas, mel composto, mel com certificação orgânica e mel de melato de bracatinga, o público poderá comprar outros produtos, como balas, bolachas, bolos, cera de abelha, própolis, favo de mel, pão de mel, pólen e vinagre de mel.

Expansão do mercado


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

De acordo com o presidente da Faasc, Ivanir Cella, a ideia é aproximar o produtor do consumidor, divulgar o potencial, a qualidade e a diversificação do produto catarinense. “Com o site estamos estabelecendo novos mecanismos de comercialização do nosso mel, buscando o desenvolvimento territorial e agregando valor aos produtos. Assim também podemos expandir a feira do mel de Santa Catarina para consumidores de todo Brasil, que vai ter acesso aos melhores méis, todos com certificação”, diz Cella.

A plataforma do evento não é um e-commerce – ela aproxima o consumidor do produtor. Nela, o comprador pode escolher um fornecedor para a sua cidade e entrar em contato diretamente com ele. A venda do mel será tabelada como todos os anos (confira os preços no fim da matéria), porém os demais produtos são negociados junto ao produtor, assim como o frete.

A motivação para a segunda edição virtual da feira veio do resultado da primeira, realizada no ano passado, que surpreendeu os organizadores. “Foi um sucesso pela grande repercussão que teve o mel catarinense, que ganhou alcance nacional oportunizando a divulgação e muitos contatos comerciais aos feirantes. Durante um mês, a feira alcançou 13 mil pessoas e elevou as vendas dos expositores em 10%”, comemora o chefe da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, Rodrigo Durieux da Cunha.

Meliponicultura é premiada


Foto: Cristiano Estrela  / Secom

Uma atividade que vem ganhando força na agricultura familiar catarinense com forte apoio da Epagri é a meliponicultura, a criação racional de abelhas nativas. A Empresa desenvolve diversas ações para a preservação, o manejo e a multiplicação das espécies sem ferrão, em um trabalho que resulta, anualmente, na introdução de milhares de abelhas nativas no Bioma Mata Atlântica. Já são aproximadamente 6 mil famílias rurais catarinenses que têm na meliponicultura uma fonte de renda complementar. Esse trabalho que alia preservação ambiental e segurança alimentar venceu o Prêmio Expressão de Ecologia 2020/2019 e recebeu o troféu Onda Verde na categoria Conservação da Vida Silvestre.

SERVIÇO:

Preços de produtos tabelados:

  • Mel silvestre, de eucalipto e uva Japão – Pote de 1 kg: R$30
  • Mel orgânico – Pote de 1 kg: R$35
  • Mel de melato – Pote de 1kg: R$35

Obs.: Os demais produtos são de livre negociação com o fornecedor.

Informações e entrevistas:

Rodrigo Durieux da Cunha, chefe da Divisão de Estudos Apícolas da Epagri, pelo fone (48) 99922 1776.

Ivanir Cella, Presidente da FAASC, pelo fone(48) 99607 4833.

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