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Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pesquisa auxilia restauradores de obras de arte em todo mundo

Pintada no fim do século 19, a obra Sagrada Família está submetida aos cuidados dos restauradores do Ateliê de Conservação e Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) da Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

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Foto: Divulgação / SST

O Grupo Intersetorial da Mulher do Governo do Estado, que discute políticas públicas para todas as catarinenses, tem mais uma parceira. A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão Tecnológica (Epagri) vai reforçar o grupo nas ações de combate ao feminicídio e ao enfrentamento à violência contra as mulheres.

De acordo com a coordenadora Estadual da Mulher, Aretusa Larroyd, o foco será a construção de ações estratégicas para levar informação e conhecimento para as que vivem no campo, nas comunidades distantes dos centros urbanos.

Na parceria com a Epagri, a informação sobre violência doméstica deverá ser encaminhada para as mulheres, durante o cronograma de encontros e palestras realizadas pela empresa. A unidade móvel, com o programa “Ônibus Lilás, Mulher Viver Sem Violência”, que já esteve este ano em Lages, está na lista de ações que integram esta parceria. A meta é iniciar os trabalhos em agosto, durante o mês alusivo ao aniversário da Lei Maria da Penha.

Aretusa relata que nos centros urbanos as mulheres têm mais canais para buscar informação e proteção, do que no campo.  “Nas áreas urbanas ocorrem mais denúncias de casos. Nestas regiões as mulheres têm mais acesso aos Cras, aos Creas e às delegacias para buscar proteção. No campo os mecanismos são mais distantes e muitas vezes elas não entendem como violência alguns atos que sofrem. É o que chamamos de violência silenciosa”, pontuou a coordenadora.

Segundo a Aretusa, existem diferentes formas de violência doméstica vivenciadas pelas mulheres rurais. “Não se trata apenas de violência física, mas tem a psicológica, a moral, a sexual, a sobrecarga de trabalho, a submissão entre outras coisas.

Integram o grupo representantes das secretarias de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, Saúde, Educação, Justiça e Cidadania e ainda as polícias civil e militar.

Mais informações à imprensa:
Kênia Pacheco
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação – SST
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Site: www.sst.sc.gov.br 

 Foto: Julio Cavalheiro/Secom 

Um projeto da Marinha do Brasil que deve gerar dois mil empregos diretos e outros seis mil indiretos na cidade de Itajaí, por meio da construção de quatro navios de guerra. Esse é o Programa Tamandaré, que investirá entre US$ 1,6 bilhão e US$ 2 bilhões na renovação da frota. Detalhes do projeto foram apresentados ao governador Carlos Moisés por uma comitiva de oficiais da Marinha na tarde desta quinta-feira, 16, em reunião na Casa d’Agronômica.

Liderados pelo almirante de esquadra Luiz Henrique Caroli, os oficiais explicaram os benefícios que o empreendimento trará para o Litoral Norte do estado. O governador se mostrou empolgado com o projeto e colocou a estrutura do Governo à disposição.

“É um projeto importante que trará empregos e renda para o nosso estado. Ficamos honrados que Santa Catarina tenha sido escolhida para a construção dos navios. Nosso objetivo é trazer cada vez mais investimentos para cá”, disse Moisés.

O almirante Caroli explicou que a construção dos navios, a ser realizada no estaleiro Oceana, ocorrerá de maneira escalonada, com a primeira entrega em 2024 e última em 2028. A comitiva da Marinha também visitou a Fiesc nesta quinta-feira pela manhã e, na sexta, é recebida pela prefeitura de Itajaí.

Além de Moisés e dos oficiais da Marinha, também participou da reunião o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, Lucas Esmeraldino.

“A empreitada no Estaleiro de Itajaí, com a construção de quatro fragatas modernas, traz sinais concretos e muito positivos para a retomada do crescimento da indústria naval catarinense. Além dos bilhões de dólares investidos e os milhares de empregos diretos e indiretos, este movimento incrementa a atividade econômica da região e cria vínculos com empresas catarinenses do setor”, destaca o secretário Esmeraldino. 

Informações adicionais para a imprensa
Leonardo Gorges
Assessoria de Imprensa
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Foto: Maurício Vieira / Secom

Fazer dos portos de Santa Catarina um exemplo nacional de competitividade é um dos objetivos do Governo do Estado e da SCPar, braço estatal com participações em empreendimentos, incluindo os terminais portuários de Imbituba e São Francisco do Sul. O primeiro passo foi dado nesta quinta-feira, 16, com a realização do 1º Fórum Catarinense do Setor Portuário, no auditório da Secretaria de Estado da Administração. Representantes dos cinco portos catarinenses participaram do evento, que terá novas edições.

A intenção é melhorar a integração e o crescimento mútuo da movimentação em todos os portos. “É uma reunião de trabalho referente à agenda responsável pelo desenvolvimento econômico de Santa Catarina. É o momento de aquecer o setor com discussões, compreender os gargalos. A ideia é unir forças integrar os dirigentes dos maiores portos catarinenses e fomentar o crescimento”, explica o presidente da SCPar, Gustavo Salvador Pereira.

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A SCPar, em nome do Governo do Estado, pretende fomentar o setor portuário, criando inclusive um marco regulatório para os portos públicos do Estado. “Nossos portos já são competitivos, mas há espaço para melhorar ainda mais”, resumiu o presidente da SCPar.

No decorrer do Fórum, os presidentes das empresas portuárias expuseram a situação atual e as estratégias para o futuro.
O evento teve a participação dos presidentes Jamazi Ziegler (Imbituba), João Batista Furtado (São Francisco do Sul), Cassio Shreiner (Itapoá), Marcelo Werner Salles (Itajaí) e Osmari de Castilho Ribas (Portonave), dirigentes e colaboradores dos portos. Nas próximas edições, especialistas serão convidados para tratar de temas específicos de interesse do setor.

No começo da tarde, antes do 1º Fórum Catarinense do Setor Portuário, os presidentes dos portos catarinenses se reuniram com o governador Carlos Moisés na Casa d’Agronômica e ouviram um apelo pela integração do sistema portuário catarinense. Segundo o governador, embora haja concorrência entre os terminais, é necessário lutar pelas causas comuns a todos.


Foto: Júlio Cavalheiro/Secom

“Estar juntos aqui já é um sinal de que todos querem contribuir para o desenvolvimento do nosso Estado. Fico muito feliz com essa iniciativa. É preciso ter em mente que, quando Santa Catarina cresce, todos ganham”, salientou Moisés.

Em 2018, os portos instalados em Santa Catarina movimentaram 44,5 milhões de toneladas, o que corresponde a 4% da movimentação de todos os portos do país. Os terminais da Portonave e Itapoá ocupam a quarta e a quinta posição, respectivamente, no ranking nacional de movimentação de contêineres.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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E-mail: renan@secom.sc.gov.br
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 Fotos: Polícia Civil/SC

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira, 16, por intermédio da Draco (Divisão de Repressão ao Crime Organizado) da Diretoria de Investigações Criminais (DEIC), a "Operação 72". As diligências resultaram em 51 prisões - 36 de suspeitos que já cumprem pena no sistema prisional - e apreensão de drogas, dinheiro em espécie e livros com registro da contabilidade do tráfico de entorpecentes.

Foram cumpridos 72 mandados de prisão temporária e 34 de busca e apreensão nas cidades de Joinville, Itapoá, Balneário Barra do Sul, Tubarão, Capivari de Baixo, Bombinhas, Tijucas e Florianópolis com a participação de 180 Policiais Civis. O inquérito da Draco, coordenado pelo Delegado Antônio Cláudio de Seixas Jóca, apura crimes de organização criminosa, associação a organização criminosa, tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.

Segundo o diretor da Deic, delegado Luís Felipe Fuentes, o inquérito começou durante o período eleitoral de 2018 a partir de informações de possíveis ataques naquela época. “A investigação evolui e hoje estamos cumprindo esses mandados contra integrantes de duas organizações criminosas com atuação dentro e fora do sistema prisional”, relatou Fuentes.

Participaram da “Operação 72” Policiais Civis das DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Laguna, Tubarão, Criciúma, Araranguá, além da Capital.

Informações adicionais para a imprensa
Paulo Jorge Marques
Assessoria de Imprensa da Polícia Civil de SC
(48) 3665-8708
(48) 99961-4071


Foto: Divulgação / Epagri

Dada a importância desta cadeia produtiva, a Epagri vem desenvolvendo tecnologias sustentáveis para uma das principais doenças que acomete a cebola: as bacterioses. Elas são responsáveis por grandes perdas no campo, no armazenamento e na comercialização.

Renata Sousa Resende, pesquisadora da Estação Experimental da Epagri em Ituporanga (EEItu), explica que uma das linhas de pesquisa na área de fitopatologia concentra-se na detecção e na caracterização das principais espécies de bactérias causadoras de podridão nos bulbos de cebola em Santa Catarina, “visto que não há informação sobre o complexo de bactérias que causam essa doença na região Sul do Brasil”, esclarece a pesquisadora.

Além disso, a unidade de pesquisa tem avaliado a eficiência de produtos alternativos no manejo dessas doenças, bem como a resistência de cultivares. “Com esses trabalhos, estamos buscando soluções sustentáveis para resolver os um dos graves problemas fitossanitários que acomete a cultura da cebola”, descreve Renata.

As podridões são de difícil controle. Após seu surgimento, é impossível curar a planta infectada pela bactéria. “Até o momento não estão disponíveis ferramentas antibacterianas eficazes para serem utilizadas na cultura da cebola. Portanto, a correta identificação do agente causal, o entendimento do ciclo do patógeno e dos fatores que afetam a incidência e a severidade da doença são fundamentais para estabelecer as estratégias de controle”, esclarece a pesquisadora.

Espécies bacterianas

A cebola pode ser atacada por várias espécies bacterianas. Nos países onde essa hortaliça é cultivada já foram reportadas 12 bactérias. No Brasil, quatro dessas espécies merecem destaque, causando podridão mole, e três tipos de podridão das escamas.

A podridão mole, tem como sintoma típico o apodrecimento e a deterioração generalizada dos bulbos, com desprendimento de gases de odor desagradável.  A podridão das escamas camisa d’água é visível nas escamas externas da cebola, que apresentam uma podridão úmida, amarelada a levemente marrom. A podridão das escamas do tipo aquosa apresenta áreas encharcadas nas escamas mais internas. Nos estágios iniciais, os bulbos infectados são aparentemente normais e, com o progresso da doença, ocorrem podridões generalizadas e aquosas. Já a podridão das escamas do tipo escurecimento interno tem como sintoma o escurecimento de algumas escamas internas, enquanto que as escamas adjacentes a elas permanecem intactas.

Para reduzir perdas provenientes do ataque de bactérias, a Epagri passa uma série de recomendações aos produtores. É fundamental eliminar as plantas com sintomas no campo e descartar os bulbos infectados ou suspeitos. Também é importante evitar irrigações em excesso no final do ciclo da cultura, bem como não permitir acúmulo de água no solo em locais onde a doença ocorre com maior intensidade, principalmente após o início da bulbificação. Os ferimentos são a principal porta de entrada para as bactérias, por isso os técnicos da Epagri recomendam evitar injúrias nas folhas antes da colheita e nos bulbos durante a colheita. Por fim, é recomendável realizar rotação de culturas sempre que possível.

Informações e entrevistas

Renata Sousa Resende, pesquisadora em fitopatologia da Estação Experimental da Epagri em Ituporanga, pelo fone (47) 3533-8819.

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Freitas, jornalista: (48) 3665-5344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

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