Foto: Mauricio Vieira / Secom

Santa Catarina tem 2.094 vagas de emprego em mais de 21 agências do Sistema Nacional de Emprego (Sine). Em Blumenau, além das ofertas desta semana, há oportunidades também para Oktoberfest 2019.  

“Para a contratação temporária nos dias do evento ainda temos vagas. A maioria para vigilantes, o qual precisa ter o curso de grandes eventos e reciclagem e também para operador de empilhadeira, que precisa ter experiência comprovada e habilitação específica” ressalta a gerente de Produtividade, Trabalho e Renda, Cleusa Rodrigues.

Para as vagas temporárias da Oktoberfest, os candidatos interessados devem morar na cidade e procurar o posto, com CPF e RG, comprovante de residência e se for casado, certidão de casamento.

A unidade atende dentro das 12h às 18h e entrega senhas para emprego das 12h às 16h.

Demais vagas

No Estado, a região do Alto Vale do Itajaí lidera com o maior número de ofertas de emprego na semana, 728 novas oportunidades, sendo 577 em Blumenau; 44 em Itajaí; 7 em Ituporanga; 30 para Rio do Sul, 56 em Balneário Camboriú e 14 em Timbó.

O Oeste do Estado conta ainda com mais de 600 vagas, 238 no Norte, 185 no Sul e 303 na Grande Florianópolis. O Sul tem disponível 21 ofertas de emprego.

“O Sine de Santa Catarina faz a intermediação de novas oportunidades praticamente todos os dias e diversos profissionais podem consultar o aplicativo do Sine Fácil para saber as atualizações. É a tecnologia e a inovação em favor dos catarinenses e do desenvolvimento do Estado”, lembra o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Esmeraldino.

Sine Fácil

A lista de oportunidades disponíveis pode ser acessada no aplicativo Sine Fácil. Pelo App, o trabalhador poderá acompanhar a situação do benefício do seguro-desemprego e acessar outros serviços de seu interesse. Um diferencial importante é que o aplicativo permite inúmeras consultas a vagas de emprego, em qualquer horário, de qualquer local, sem a necessidade de o trabalhador se deslocar até um posto de atendimento.

Mais informações para a imprensa:
Mônica Foltran
Assessoria de Comunicação
Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDE
Fone: (48) 3665-2261 / 99696-1366
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Foto: Patricia Zomer / SIE

O secretário de Estado da Infraestrutura e Mobilidade (SIE), Carlos Hassler, participou de reunião na Associação Comercial e Industrial de Joinville, na noite desta segunda-feira, 16, para debater a concessão do Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville. O encontro contou com a participação do secretário Nacional da Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, que apresentou ações e investimentos em infraestrutura aeroportuária.

A concessão de aeroportos tem como objetivo atrair investimentos para ampliar, aperfeiçoar a infraestrutura aeroportuária brasileira e, consequentemente, promover melhorias no atendimento aos usuários do transporte aéreo no Brasil. Os níveis de qualidade dos serviços determinados para esses aeroportos, baseados em padrões internacionais, estão previstos nos contratos de concessão, que são geridos e fiscalizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

"Estamos investindo na melhoria da infraestrutura aeroportuária, na aviação regional e, com a abertura do mercado para o capital estrangeiro, teremos a chegada de novas empresas, abrindo novas rotas, aumentando a disponibilidade de voos e contribuindo para a redução dos preços das passagens aéreas”, disse Glanzmann.

As concessões de aeroportos foram iniciadas em 2011 e, até momento, conforme dados da Anac, foram realizadas cinco rodadas, nas quais 22 aeroportos, que representam 57% do tráfego regular no país, foram concedidos à iniciativa privada. A 6ª rodada de concessões dos aeroportos já qualificada pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), tem leilão previsto para o 4º trimestre de 2020 e engloba o Bloco Sul com nove aeroportos, incluindo o de Joinville e de Navegantes. A estimativa inicial de despesa de capital (Capex) para o aeroporto de Joinville é de R$ 193.541.038,83 e para o de Navegantes é de R$ 333.397.328,92.

A principal dúvida dos participantes da reunião foi em relação às garantias de que os investimentos no aeroporto de Joinville serão realizadas quando a concessão for efetivada, uma vez que o Bloco Sul conta com aeroportos com movimentação muito maior, como de Curitiba e Navegantes. "O contrato de concessão corresponde a todo o bloco e qualquer inadimplência implica em penalidade para o bloco", explicou Glanzmann

Para o secretário Hassler, a parceria com a iniciativa privada tem se mostrado eficaz. "A concessão é uma maneira de garantir que os usuários tenham melhores serviços com menor aporte de recurso do Estado", explicou.

Também participaram da reunião o diretor executivo da Secretaria de Governo de Joinville, Jalmei Duarte, o superintendente do Aeroporto de Joinville, Ronei Heidemann, o vice-presidente da ACIJ, Adriano Bornschein, e o executivo da ACIJ, Marcos Krelling.

Mais informações para imprensa:
Patricia Zomer
Vanessa Pires
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Infraestrutura e Mobilidade
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Foto: Gabriel Silva / Hospital Santa Isabel

Santa Catarina registrou mais uma marca expressiva em relação aos transplantes. Neste domingo, 15, foi realizado um procedimento inédito no estado: o primeiro transplante de rim e coração em um mesmo paciente. O procedimento foi realizado no Hospital Santa Isabel, em Blumenau, em uma mulher de 35 anos, que recebeu os dois órgãos no mesmo dia. 

O transplante cardíaco é considerado complexo, já que o coração tem sobrevida de quatro horas fora do corpo, o que requer rápida ação das equipes de transporte e cirurgia. Nesse caso, as aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar/Samu, por solicitação da SC Transplantes, transportaram o material necessário para o teste de compatibilidade de Florianópolis para Blumenau. Ao todo foram 35 minutos entre a coleta do material e a entrega no destino na manhã deste domingo.

Esse é o quinto transplante cardíaco realizado no Hospital Santa Isabel apenas em 2019. O transplante de rim foi feito no período da noite. Outros dois receptores, que estavam internados no Hospital Santa Isabel, receberam pâncreas, rim e fígado.

“O procedimento, que foi realizado separadamente por duas equipes do Hospital Santa Isabel, é inédito e devolveu a saúde à paciente, que aguardava na fila com problemas cardíacos e insuficiência renal”, ressalta o coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade. Ele destaca que a cirurgia inédita mostra o avanço de Santa Catarina. Em 2019, a SC Transplantes completa 20 anos. “Isso mostra a maturidade do sistema estadual de transplante de órgãos no estado, que cada vez mais vem realizando procedimentos complexos para salvar a vida dos pacientes”, completa.

Recordes em 2019

Em 2019, a SC Transplantes registrou recorde na doação de órgãos em julho, com 34 doações, além do melhor desempenho já registrado em um mês de fevereiro em 20 anos, com 24 doações de múltiplos órgãos. O percentual de famílias que não autorizam a doação em Santa Catarina tem caído e atualmente é de 27,4%. A meta é chegar ao índice de 10% de rejeição. Para aqueles que querem ser um doador, basta avisar a família. 

Mais informações para a imprensa:
Fabrício Escandiuzzi
Assessoria de Comunicação
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O Treinamento de Cães de Busca e Resgate, com ênfase na área de Restos Mortais, foi realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC),  na cidade de Curitibanos.

As aulas, que ocorreram de 9 a 13 de setembro, foram ministradas pelos bombeiros militares catarinenses cabo Ronaldo Fumagalli e capitão João Emiliano de Moura e teve  duração de 40 horas/aula, divididas em teoria e prática. Participaram 27 bombeiros militares e dois policiais civis dos estados de Santa Catarina, Amazonas, Amapá, Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Após o desastre de Brumadinho, a busca de restos mortais ganhou destaque nacionalmente, já que necessitou do apoio dos cães para a localização e resgate de corpos de vítimas que se encontravam muitas vezes soterradas. Os binômios catarinenses estiveram presentes nesta operação e por isto são referência na atividade.

Além disso, este tipo de habilidade é utilizado também na localização de vítimas de afogamento, deslizamento de terra, estruturas colapsadas, suicídio e também em situações de crimes com ocultação de cadáver.

Informações adicionais à imprensa:
Melina Cauduro
Assessoria de Imprensa
Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina - CBMSC
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As edições de 2019 do Prêmio Catarinense de Cinema e do Prêmio Elisabete Anderle encerraram as inscrições neste domingo, 15, com 438 e 1082 inscritos, respectivamente. Agora vem a avaliação dos projetos pela Comissão Permanente de Licitação da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). O resultado desta fase será divulgado, conforme o cronograma, no dia 20 de setembro nas plataformas de inscrição e na página da FCC.

Prêmio Elisabete Anderle

A quinta edição do Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura recebeu 1.082 inscrições que competirão pelos R$ 5,6 milhões. Das três áreas contempladas com editais, a de Artes foi a que teve o maior número de inscrições: 734. Em seguida vieram Patrimônio Cultural, com 190 projetos inscritos; e Artes Populares, com 158. Os recursos são do Governo do Estado com promoção da FCC.

Na etapa de admissibilidade, que se inicia agora e tem caráter eliminatório, será feita uma triagem com o objetivo de verificar se as proponentes cumpriram com todas as exigências previstas para inscrição nos editais. As listas dos admitidos e dos não admitidos serão divulgadas na página da FCC, mas é de responsabilidade das proponentes acompanhar a atualização das informações sobre o andamento de seus projetos na plataforma digital do Prêmio.

Prêmio Catarinense de Cinema



Dos 438 projetos enviados para esta edição do Prêmio, que conta com 26 categorias, a maior parte deles está concorrendo a Produção de Curta-Metragem, que recebeu 201 inscrições; seguido de 48 propostas enviadas para Desenvolvimento de Projeto de Longa-Metragem de Ficção; e 31 para Desenvolvimento de Projeto de Obra Seriada de Ficção. Serão distribuídos, R$ 19,2 milhões com recursos do Governo do Estado, por meio da FCC, e o Governo Federal, por meio do Fundo Setorial do Audiovisual /Agência Nacional do Cinema (Ancine).

Também cabe às proponentes acompanharem o status de seus projetos na plataforma utilizada para a inscrição, durante todo o processo.Informações adicionais para imprensa
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br


Maçã Fuji da Região de São Joaquim é um dos produtos que buscam IG - Foto: Aires Mariga / Epagri 

Três produtos catarinenses estão mais próximos de receber Indicações Geográficas (IG). Nesta terça-feira, 17, a Epagri entrega os documentos de delimitação geográfica para a obtenção da IG do Mel de Melato da Bracatinga, dos Vinhos de Altitude de Santa Catarina e da Maçã Fuji da Região de São Joaquim. A cerimônia será no auditório da Epagri, em Florianópolis, a partir das 15h30.

A delimitação geográfica é feita de acordo com alguns critérios ambientais (altitude, clima etc) e também leva em conta a notoriedade do produto naquela região. A esse documento, juntam-se outros, como levantamento histórico de cada produto, que vão formar um dossiê a ser encaminhado para análise do INPI. A Epagri atua como animadora dos processos de obtenção das IGs em Santa Catarina e é a responsável por fazer as delimitações geográficas, entre outras ações. 

A Indicação Geográfica é uma certificação, concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que garante que um produto só tem aquelas propriedades porque sua produção é influenciada por características ambientais ou culturais de uma determinada região. Santa Catarina já tem as IGs Vales da Uva Goethe e Banana Corupá. As IGs do Queijo Artesanal Serrano e a da Erva-mate do Planalto Norte Catarinense estão em avaliação no INPI.

Participam de cerimônia o superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em Santa Catarina, Túlio Tavares Santos, o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Epagri, Vagner Miranda Portes e o secretário adjunto da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo Miotto, entre outras autoridades. O evento contará ainda com representantes do Sebrae e das Associações proponentes das IGs.

Mel de Melato da Bracatinga

O Mel de Melato da Bracatinga é um tipo diferente de mel. Ele não é produzido pelas abelhas a partir do pólen das flores, mas sim a partir de um resíduo alimentar da cochonilha, que é um inseto que se aloja no caule da bracatinga, árvore nativa da Mata Atlântica. Ele é mais escuro, tem menos açúcares e mais minerais que o similar produzido a partir do pólen. Estudos científicos também apontam propriedades medicinais no produto. Em Santa Catarina, 95% da produção desse mel é exportada. A Alemanha é o principal país comprador.


Foto: Aires Mariga / Epagri

A região delimitada pelos pesquisadores da Epagri para essa IG compreende 111 municípios catarinenses, que representam 45% da área do Estado. A IG vai se estender por 8,5% do território do Paraná, na região do Vale do Iguaçu, e vai alcançar ainda 7% da área do Rio Grande Sul, na região conhecida como Campos de Cima da Serra.

Entres os critérios definidos para delimitar a IG do mel de Melato da Bracatinga estão a ocorrência da bracatinga com cochonilha, a altitude superior a 700 metros, o clima, o uso e cobertura do solo, entre outros. A Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores de SC é a entidade proponente da IG.

Maçã Fuji da Região de São Joaquim

Além de São Joaquim, os municípios de Bom Jardim da Serra, Painel, Urubici e Urupema estão dentro da área delimitada pelos pesquisadores da Epagri para compor a IG da Maçã Fuji da Região de São Joaquim. Esses municípios produzem uma Fuji que se destaca por ser mais vermelha, maior e com formato perfeito. Isso porque eles acumulam mais horas de frio, o que deixa o desenvolvimento da fruta mais lento e uniforme.

Além das horas de frio, serviram como critérios para delimitação dessa IG a altitude superior a 1.100 metros e outras características ambientais que unificam os municípios compreendidos. A IG é uma demanda da Associação dos Produtores de Maçã e Pera de SC.

Vinhos de Altitude

Para a IG dos Vinhos de Altitude de Santa Catarina a Epagri delimitou 23,2% da área do Estado, onde a altitude é superior a 900 metros. São 41 propriedades, em 32 municípios. Além das caraterísticas ambientais, essa IG leva em conta sobretudo a notoriedade das regiões produtoras.


Foto: Divulgação / Epagri 

Desde 2008 a Epagri conta com um cadastro das vinícolas produtoras de vinhos de altitude no Estado. Esse levantamento foi atualizado em 2013 e novamente em 2019 para apoiar a delimitação da IG, que foi solicitada pela Vinho de Altitude – Produtores e Associados.

Workshop

Nos dias 30 e 31 de outubro a Epagri promove o Workshop Catarinense de Indicação Geográfica (IG), na sede da Assembleia Legislativa, em Florianópolis. O evento tem entrada gratuita e vai contar com uma mostra dos produtos que já contam ou que estão em processo de obtenção de IG.

Serviço

O que: cerimônia para entrega dos documentos de delimitação geográfica das Indicações Geográficas (IG) do Mel de Melato da Bracatinga, dos Vinhos de Altitude de Santa Catarina e da Maçã Fuji da Região de São Joaquim

Quando: na terça-feira, 17, a partir das 15h30

Onde: no auditório da Epagri, em Florianópolis (Rodovia Admar Gonzaga, 1347 – Itacorubi)

 Informações e entrevistas: Angelo Massignan, gerente da Epagri/Ciram, pelos fones (48) 3665-5006 / 99632-8676

Informações para a imprensa
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Cinthia Andruchak Freitas, jornalista: (48) 36655344
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

O Ministério da Saúde (MS) realiza, entre os dias 16 e 27 de setembro, uma ação de vacinação contra a febre amarela e sarampo em cinco cidades brasileiras fronteiriças aos países que compõem o Mercosul (Argentina, Paraguai e Uruguai). Em Santa Catarina, a vacinação será em Dionísio Cerqueira, município que faz fronteira com a Argentina. A cidade catarinense possui uma sala de vacinação que funciona em horário estendido, das 7h às 19h. O Dia D da ação será em 21 de setembro.

A iniciativa vai respeitar os protocolos e calendário de vacinação de cada país. Em Santa Catarina, a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola) será aplicada em pessoas com seis meses a 29 anos de idade, com esquema vacinal incompleto, nunca vacinadas ou sem comprovante de vacinação. A vacina contra a febre amarela será aplicada em pessoas com mais de nove meses de idade nunca vacinadas ou sem comprovante de vacinação. Moradores de Dionísio Cerqueira que não tenham se vacinado contra essas doenças ou estejam com o esquema vacinal incompleto devem procurar a unidade de saúde da cidade para atualizar a caderneta de vacinação. Para a imunização, basta levar a carteirinha de vacinação (se tiver) e um documento com foto.

De acordo com a gerente de imunização da DIVE/SC, Lia Quaresma Coimbra, é importante lembrar que, no caso da vacina tríplice viral, pessoas com idade entre um e 29 anos precisam ter duas doses, considerando um intervalo de, pelo menos, 30 dias entre a primeira e a segunda dose. No caso da febre amarela, uma única dose é suficiente para que a pessoa fique imunizada por toda a vida.

O objetivo desta ação, segundo o Ministério da Saúde, é ampliar as coberturas vacinais em função do sarampo nas Américas e potenciais surtos de febre amarela em regiões do Brasil. A iniciativa conta com o apoio de países do Mercosul, estados e municípios brasileiros. Além de Dionísio Cerqueira, participam da campanha, simultaneamente, os seguintes municípios brasileiros: Ponta Porã (MS), Barra do Quaraí (RS) e Foz do Iguaçu e Barracão (PR).

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Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC
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Fone: (48) 3664-7406/(48) 3664-7402/(48) 3664-7385
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Foto: Saul Oliveira Filho / Santur

Peças originais da Ponte Hercílio Luz devem integrar um memorial em homenagem ao engenheiro que deu nome a um dos principais cartões-postais de Santa Catarina. A proposta é que a cidade de Abelardo Luz receba alguns itens para compor uma réplica do monumento na cidade e um acervo ao ar livre. A doação das peças foi alinhada em uma reunião entre uma equipe da prefeitura de Abelardo Luz, da Defesa Civil e a presidente da Agência de Desenvolvimento do Turismo de SC (Santur), Flavia Didomenico.

Hercílio Pedro da Luz foi o responsável pela assinatura do contrato de construção da ponte que ligaria, a partir de 1926, a região continental à Ilha de SC. Foi pai de Abelardo Venceslau da Luz, que deu nome à cidade situada na região turística Grande Oeste.

O prefeito de Abelardo Luz, Wilamir Cavassini e o secretário de administração, Nelson Martini, juntamente com o engenheiro da RMG Engenharia, João Motta, fizeram uma visita ao depósito das peças, em Florianópolis, para avaliar o que pode ser aproveitado no memorial, que deve se tornar mais um atrativo turístico da cidade, já conhecida por suas quedas d’água no Rio Chapecó. 


Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

O Executivo municipal deve fazer uma solicitação formal de fornecimento à Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, responsável pela obra de restauração da Ponte. Os artefatos integram partes da construção original que não puderam ser restauradas por razões técnicas, como barras de olhal e rótulas de suporte.

Além das peças originais, a cidade deve receber ainda um kit de transposição metálico, composto por peças de aço, que serviram de sustentação para a restauração da ligação. Todo esse material deve permitir a construção de até 835 pontes no interior do Estado. A gerente de restabelecimento e reestruturação da Defesa Civil, Patrícia de Oliveira, informou que órgão está recebendo as demandas com as necessidades dos municípios. Um consórcio de empresa será responsável por fazer o plano de corte, o beneficiamento do material, os projetos básicos e a montagem dos kits.

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Ana Paula Flores
Assessoria de Imprensa 
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Imagem: Detran/SC

As novas regras para quem pretende tirar a carteira de habilitação ou mudar de categoria passam a valer a partir desta segunda-feira, 16. Dentre as principais mudanças estão a redução do número de aulas práticas, uso facultativo do simulador, inclusão de aula noturna para obtenção da CNH para motocicletas (categoria A) e condições especiais para conduzir ciclomotor. As alterações também englobam os alunos que já começaram o o processo de formação.

As medidas constam na Resolução nº 778/2019 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O gerente de Habilitação de Condutores do Departamento Estadual de Trânsito de Santa Catarina (Detran/SC), Cristiano Sousa, frisa que essa é uma determinação federal, cabendo ao órgão de trânsito estadual cumprir as determinações legais.

Para a categoria B, há uma redução de 25 horas/aula para 20 horas/aula, sendo pelo menos uma hora no período noturno - antes eram cinco horas no período noturno. Já na categoria A continuam as 20 horas/aula, mas passa a ter a obrigatoriedade de ao menos uma hora/aula no período noturno. Para a adição de categoria A ou B, a quantidade continua sendo de 15 horas/aula, das quais pelo menos uma hora no período noturno.

Na categoria dos ciclomotores - veículos de até 50 cilindradas e que atingem até 50 km/h - a novidade ficou por conta da não exigência de aulas teóricas e práticas nos 12 primeiros meses, sendo exigida a aprovação do candidato nos exames teórico e prático. Em caso de reprovação no exame prático, o candidato deverá passar por cinco horas/aula, sendo ao menos uma no período noturno.

O uso do simulador de direção agora é facultativo. As aulas devem ser realizadas antes das práticas, limitadas a cinco horas/aula.

Informações adicionais para imprensa
Janaina Guliato
Assessoria de Imprensa
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Foto: Cristiano Estrela / Secom

Com acesso aos mercados mais exigentes do mundo, Santa Catarina faturou US$ 2 bilhões em 2019, com exportação de carnes. O agronegócio aumentou em 20,2% os embarques de carne suína e de frango este ano, gerando 25,6% a mais nas receitas.

De janeiro a agosto, Santa Catarina vendeu 909,2 mil toneladas de carne de frango para o mercado externo - isso representa 33,4% de todo o volume exportado pelo país e um aumento de 20% em relação ao mesmo período de 2018. Ao longo do ano, o Estado ampliou os embarques para mercados importantes como Japão (+6,3%), China (+13,7%), Emirados Árabes (+46,2%) e Arábia Saudita (+32,3%), chegando a um faturamento de US$ 1,58 bilhão.

"As exportações do agronegócio catarinense vêm numa crescente. Mercados importantes estão aumentando as compras e a tendência é de que essa onda continue no restante do ano. O cenário internacional é muito favorável para Santa Catarina, um estado que investe muito na saúde dos animais, na defesa agropecuária e que é reconhecido pela qualidade dos seus produtos. Essa é uma conquista de todos os catarinenses", destacou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Ricardo de Gouvêa.

Carne suína

As exportações de carne suína também mantiveram o crescimento ao longo do ano. De janeiro a agosto, Santa Catarina respondeu por 57,7% dos embarques nacionais - totalizando 266 mil toneladas, um aumento de 20,5% em relação ao ano anterior.

A China, principal mercado de Santa Catarina, responde por 41,8% do faturamento com as exportações de carne suína em 2019. O Estado já embarcou 104,8 mil toneladas com destino ao gigante asiático e a tendência é de que esse volume aumente ainda mais. "O setor segue com boas expectativas para este ano, uma vez que a China deve continuar aumentando suas importações de proteína animal, em função da drástica redução no rebanho suíno causada pelo surto de Peste Suína Africana que o país atravessa. Nesse cenário, o Brasil, e em especial Santa Catarina, possui condições de atender parte dessa demanda", explica o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl.

Além da China, outros compradores vêm ampliando as importações. O Chile já adquiriu 29,9 mil toneladas da carne suína catarinense este ano - 46,6% a mais do que no mesmo período de 2018. O Estado também retomou as exportações para a Rússia e os volumes já chegam a 7,5 mil toneladas.

Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

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Ana Ceron
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