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A Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC) já trabalha em nova sede. Foi inaugurado na manhã desta quarta-feira, 18, o novo prédio do órgão, localizado no bairro Areias, em São José. A solenidade contou com a presença do governador Carlos Moisés, do presidente do Colegiado Superior da Segurança Pública, coronel Araújo Gomes, e do delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich.

O espaço conta com uma área construída de 4,6 mil metros quadrados. O local tem auditório, salas de reuniões, espaço para treinamento físico, almoxarifado e carceragem. No total, foram investidos R$ 5,8 milhões na construção. Em seu discurso, o governador Moisés ressaltou que a sede própria proporcionará também economia com aluguel.

“Além de possuir uma estrutura de trabalho mais adequada para os policiais, a DEIC vir para cá é também um ato de economia. Deixamos de pagar aluguel e damos destino para um terreno que era do Estado. Assim como esse, estamos fazendo um levantamento de todos os imóveis pertencentes ao Governo para proporcionar um uso adequado”, frisou o governador.

O delegado-geral Paulo Koerich destacou a melhoria nas condições de trabalho para os policiais civis. Segundo ele, a nova estrutura permitirá um trabalho mais efetivo, levantando também o ânimo dos agentes. “Essa gestão tem nos permitido alcançar condições que não tivemos ao longo dos últimos anos. Hoje é um dia memorável, de festa para a Polícia Civil. Realizamos um sonho buscado há muito tempo por essa instituição”, afirmou Koerich.

Na visão do diretor da DEIC, delegado Luis Felipe Fuentes, o novo espaço garante maior conforto para quem trabalha e também para quem visita o local. Cada uma das 12 delegacias especializadas possui um espaço privado, garantindo melhor condução dos trabalhos. “De um modo geral, aumentou a autoestima dos policiais. Esse espaço tem sido motivo de grande satisfação. Pretendemos manter a estrutura e fazer ainda todas as melhorias que sejam possíveis”, lembrou Fuentes.

A DEIC

A DEIC é um órgão de execução da Polícia Civil de SC, com finalidade de planejar, coordenar e executar as atividades de polícia judiciária nas investigações policiais de maior complexidade em âmbito estadual ou com desdobramento e repercussão interestadual. Hoje, a DEIC conta com 12 Delegacias de Polícia Especializadas, um Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro, um Núcleo de Inteligência, um Núcleo de Suporte à Investigação, Serviço de Plantão e Serviço de Secretaria e Logística.

Homenagem póstuma

A nova sede da DEIC leva o nome de Renato José Hendges, em homenagem ao delegado falecido em 2014. Renatão, como era conhecido, nasceu em Palmeira das Missões (RS) e entrou para a Polícia Civil de SC em 1974 como comissário de polícia. Em 1983, pela primeira vez, ocupou o cargo de delegado de polícia, atuando inicialmente na comarca de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí. Em 1990, Hendges entrou para a Divisão Antissequestro da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC), onde atuou até 2014, ano em que se aposentou e faleceu. Ficou conhecido nacionalmente por conquistar 100% de resolução em casos de extorsão mediante sequestro investigados por ele e sua equipe, índice ainda mantido pela Polícia Civil de SC. Renato Hendges também foi presidente da Associação dos Delegados de Polícia de Santa Catarina (Adepol).

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Fotos: Júnior Bandeira / Força Nacional 

Pela primeira vez uma policial militar de Santa Catarina está no comando de um batalhão da Força Nacional de Segurança Pública. Desde o início do mês, a major Naíma Huk Amarante, 40 anos, lidera uma tropa de 80 homens e mulheres em operações na cidade de Cariacica, no Espírito Santo. A policial catarinense é a única comandante mulher no projeto que envolve mais quatro estados: Pará, Goiás, Pernambuco e Paraná.

O apoio à segurança pública capixaba integra o Programa de Enfrentamento à Criminalidade Violenta, para redução dos índices de homicídio. Trata-se de um projeto-piloto do Governo Federal, com duração prevista de quatro meses. Naíma chegou ao Espírito Santo há dois meses.

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Antes dela, outra policial militar de Santa Catarina comandou um pelotão da Força Nacional — vários pelotões compõem um batalhão. Em 2010, a então tenente, hoje major, Andreia Cristina Fergitz, atuou na cidade de Cárceres, no Mato Grosso.

A comandante

Natural de Campina da Alegria, distrito que pertencia ao município de Catanduvas, no Meio Oeste de Santa Catarina, e hoje faz parte de Vargem Bonita, Naíma ingressou na PMSC em 2004, por influência da irmã, Nanon Rosangela Huk Amarante, que já era policial militar. A comandante da Força Nacional chegou ao posto de major em 2017. Passou pelos batalhões de Joinville, Jaraguá do Sul e da Capital, onde atuava no 4º Batalhão desde 2013. Tem pós-graduação em Administração Pública, Ciências Penais e Educação Física Militar. Passou por funções administrativas e operacionais.

Para Naíma, estar na Força Nacional significa um novo desafio pessoal e profissional. “Eu acredito que nossa função, oficial da PM, deve ser cumprida com intensidade. Em cada função que exerci, dediquei toda minha obstinação. Traço metas e crio objetivos e quando consigo alcançá-los sinto necessidade de outras missões, porque acredito que seja essa a função de um oficial: gerir e comandar com entusiasmo até o mais próximo possível do exaurimento da missão”, ressalta.



Ela ainda ressalta que estar à frente de um batalhão da Força Nacional é o resultado da trajetória que percorreu. “Aceitei esse desafio porque me sinto preparada para estar aqui pelo caminho que já trilhei e porque a experiência que estou tendo vai me alçar para outro patamar de atuação. Estou aqui aprendendo e ensinando, e essa é a melhor métrica da vida”, define ela.

Mediadora de conflitos 

Antes de atuar pela Força Nacional, ela era subcomandante do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PM. Foi, ainda, instrutora do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), de mediação de conflitos, tiro policial, educação física militar, polícia comunitária e de chefia e liderança.

A mediação de conflitos está entre as disciplinas preferidas da instrutora Naíma. “Eu aplico aos alunos e também serve para mim mesma. Serve para tratativa com a sociedade na prevenção da criminalidade, serve para gerir uma ocorrência e ajuda na gestão de comandar homens e mulheres. Serve também para questões de grandeza como esta, da luta das mulheres para obterem oportunidades de fazer aquilo que estão capacitadas a fazer e ocuparem as posições que quiserem ocupar. Todos os dias conflitos novos aparecem e todo dia faço meu melhor para que tudo seja mediado e que possamos dar um passo à frente no combate à criminalidade.”

O desejo de salvar vidas

Ser policial não estava nos planos da major. Desde criança ela sonhava em ser médica para ajudar as pessoas. Na busca por estabilidade financeira para criar uma filha, Naíma percebeu que sendo policial também poderia salvar vidas.



“A vida foi acontecendo e a realidade me trouxe imposições e obstáculos. Eu tentei ser médica, mas entendi que também poderia ser feliz sendo policial militar. Nosso objetivo constitucional é fazer polícia ostensiva e preservar a ordem pública, mas também envolve salvar vidas. O prazer de quando participei de ocorrências em que salvamos uma ou algumas vidas que estavam em risco é indescritível”, ressalta. 

Para a irmã policial Nanon, influenciadora de Naíma, a participação na Força transpassa o reconhecimento pessoal, sendo também mérito profissional. “Ela é preparada e acredita no ideal de prevenção ao crime. Reúne um conjunto de conhecimentos que a qualifica como candidata certa para a função de gerenciar localmente esse projeto do Ministério da Justiça”, ressalta.

Preparados para Tudo

A Força Nacional de Segurança Pública é um programa de cooperação entre União, Estados e Órgãos Federais (Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Ibama, entre outros), criado para preservar a ordem pública. Atua também em situações de emergência e calamidades públicas. Sua criação foi inspirada no modelo da Organização das Nações Unidas (ONU) de intervenção para a paz, baseada na cooperação entre União e estados-membros para a resolução de conflitos.



Com o lema Preparados para Tudo, a Força Nacional, uma tropa de pronta resposta, tem capacidade e recurso para atuar de forma imediata em situações diversas e complexas na segurança pública.

As duas semanas frente à tropa já propiciaram uma experiência enriquecedora à Naíma: “Está sendo um grande desafio, que posso dividir em dois grandes vértices. Um é estar longe do conforto do lar, das pessoas que mais prezo e do contato diário da família. O outro foi a adaptação à nova rotina, cidade, função, missão. Posso dizer, com convicção, que estou vivendo um momento ‘sui generis’ expressão muito usada no meio jurídico para dizer sobre um coisa que é ‘única da sua espécie’. Estou feliz, motivada, empolgada”, finaliza a comandante.

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Fotos: Mauricio Vieira / Secom

Cortar despesas supérfluas para que o Estado invista mais em áreas essenciais, como a segurança pública. Esta é uma das lições de casa que o Governo de Santa Catarina vem fazendo desde que assumiu, como lembrou o governador Carlos Moisés na tarde desta quarta-feira, 11, durante a abertura do 1º Encontro Estadual de Segurança: SC mais Segura, realizado em Florianópolis. O evento tem a participação do ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Jorge Oliveira. 

Moisés mencionou ações como a venda do avião usado pelo governador, que diminui em 95% as despesas anuais com deslocamento aéreo, o uso de ferramentas digitais para agilizar e reduzir gastos na administração pública e o aprimoramento dos processos licitatórios.

 Fotos: Casa Civil

O Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar ganharão um reforço na gestão e no planejamento estratégico das ações em Santa Catarina. Uma turma de 33 capitães começou o Curso de Comando e Estado-Maior nesta segunda-feira, 2, na Udesc, em Florianópolis. A abertura foi marcada pela palestra do chefe da Casa Civil, Douglas Borba, especialista em Direito Público e professor de Direito Administrativo. 

Borba falou sobre os desafios e os planos do Governo de Santa Catarina para o futuro, apostando em integridade e transparência. Entre as prioridades está a melhoria da situação fiscal e da capacidade de investimento. “Começamos pelo corte de cargos e reestruturação de secretarias, revisão de contratos e implantação do Governo Sem Papel. Em seguida, criamos mecanismos de controle e compliance, aumentamos a proximidade com os municípios e miramos em investimentos estratégicos, a partir do Programa Novos Rumos, só para citar algumas das principais ações”, explicou. 

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, coronel BM Charles Alexandre Vieira, agradeceu o comprometimento do governador Carlos Moisés com a Segurança Pública e falou sobre as conquistas recentes da corporação, como a convocação de excedentes, liberação para contratação de empresa para capacitar oficiais, recursos para indenização de bombeiros comunitários e a cessão de terreno para construção do Laboratório de Ciências do Fogo, no Sapiens Parque, na Capital. 

Para o futuro, o objetivo é deixar Santa Catarina ainda mais inovadora e segura para investimentos, conforme o chefe da Casa Civil. Outra meta é ter a melhor gestão pública estadual do Brasil, com profissionais técnicos e qualificados. “Quando falamos em inovação, não nos referimos apenas à tecnologia. Falamos de empreendedorismo. Inovar é buscar soluções para a sua área. Vocês terão grandes responsabilidades de gestão do serviço público e, entre as funções, está pensar em maneiras de fazer mais com menos”, disse Borba, aos alunos.

Aperfeiçoamento em gestão pública

A abertura do curso ainda contou com a presença do subcomandante-Geral da corporação, Coronel BM José Ricardo Steil, do chefe do Estado-Maior Geral, Charles Fabiano Acordi, do reitor da Udesc, Marcus Tomasi, entre outras autoridades. 

O curso termina em 20 de dezembro é desenvolvido pelo Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas (Esag) da Udesc. Os oficiais tornam-se especialistas em Gestão Pública com ênfase na Atividade de Bombeiro Militar e saem aptos a assessorar diretamente os comandantes nos processos de planejamento, doutrina de emprego, controle, análise de problemas e tomada de decisão. 

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Santa Catarina voltou a registrar bons índices na área da Segurança Pública em agosto. Ocorreram 49 homicídios no último mês no Estado, contra 52 no mesmo período do ano passado. Trata-se do menor número absoluto desde 2013, quando houve 46 mortes violentas. Os números são ainda mais positivos quando comparados os primeiros oitos meses de 2019 com o mesmo intervalo de tempo no ano passado. Até 2 de setembro, a queda nos homicídios é de 19,4%, enquanto a diminuição nos latrocínios chega a 33,3%. Roubos (-12,1%) e furtos (-3,4%) também apresentaram redução.

“Esses resultados nos mostram que houve um acerto ao se implementar o Colegiado Superior da Segurança Pública lá no começo do ano. A atuação das nossas forças de segurança está mais cada vez mais integrada e isso tem feito com que os objetivos sejam alcançados. O importante sempre é que o cidadão, lá na ponta, sinta os efeitos das mudanças feitas na máquina pública. Dados como esse nos dão forças para seguir em frente”, declarou o governador Carlos Moisés.

Entre as cidades que mais reduziram o número de crimes violentos em 2019 até aqui, o principal destaque ficou com Florianópolis. Entre 1º de janeiro e 2 de setembro, ocorreram 35 homicídios na capital, menos da metade dos 76 registrados em 2018. Joinville, a maior cidade do Estado, também redução significativa: de 62 para 45.

“A cada mês estamos reduzindo consistentemente os crimes. A integração, com forte uso de inteligência e orientando operações, está tornando Santa Catarina cada dia mais segura”, destacou o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, o coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes. 

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O governador Carlos Moisés assinou, digitalmente, na tarde desta segunda-feira, 2, o chamamento de 100 policiais civis (50 agentes e 50 escrivães) e 96 profissionais (94 peritos e dois papiloscopistas) para o Instituto Geral de Perícias (IGP). É a primeira etapa de uma série de convocações para a segurança pública, anunciada em agosto, que ainda contemplará o Corpo de Bombeiros Militar e a Polícia Militar.

“Nosso objetivo é trazer mais segurança para o cidadão catarinense. Esse é o compromisso do governo, de recompor o efetivo de Segurança Pública, chamando as pessoas de forma muito responsável. Fazia anos que o IGP não chamava ninguém para os seus quadros, nem fazia concurso. Estava em situação falimentar, demorando muito para atender, precisando chamar profissional de outras cidades para atender um óbito. Com o chamamento de 100% dos aprovados, vamos reforçar a área de investigação”, diz o governador.

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Para o Instituto Geral de Perícia, a convocação significa uma recomposição de efetivo após 11 anos sem novas contratações. A distribuição dos profissionais nos municípios será definida com base em critérios técnicos no momento em que eles forem efetivados.

“Com grande alegria e otimismo anunciamos que estamos escrevendo uma nova história na perícia criminal de Santa Catarina. Mais uma vez o governador reafirmou seu compromisso com a segurança pública e assinou o ato de nomeação de 96 novos servidores do IGP. Que os novos colegas sejam bem-vindos, agora trabalhando juntos e sempre buscando entregar um trabalho de excelência à população catarinense”, exaltou o perito-geral do Instituto, Giovani Eduardo Adriano.

"Parabéns a todos nós, principalmente, ao senhor governador, por confiar e acreditar em nosso trabalho e na Polícia Civil de Santa Catarina. Obrigado é o que posso dizer e prometer muito mais trabalho", complementa o delegado-geral da Polícia Civil, Paulo Koerich. 

Os próximos a serem chamados, em novembro, são 150 soldados do Corpo de Bombeiros Militar, que ainda terá mais 142 convocados em março do ano que vem. 

Participaram do ato da assinatura, além do governador, do delegado-geral e do perito-geral, a vice-governadora Daniela Reinehr, o secretário de Estado da Administração, Jorge Eduardo Tasca, o presidente do Colegiado Superior e Segurança Pública e Perícia Oficial, coronel Araújo Gomes.

Segurança Pública apresenta bons números
Santa Catarina voltou a registrar bons números na área da Segurança Pública em agosto. Ocorreram 49 homicídios no último mês no estado, contra 52 no mesmo período do ano passado. Trata-se do menor número absoluto desde 2013, quando houve 46 mortes violentas. Os números são ainda mais positivos se a comparação for entre os primeiros oitos meses de 2019 com o mesmo intervalo de tempo no ano passado. Até 2 de setembro, a queda nos homicídios é de 19,4%, enquanto a diminuição nos latrocínios chega a 3,3%. Roubos (-12,1%) e furtos (-3,4%) também apresentaram redução.

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O governador Carlos Moisés decidiu neste sábado, 24, colocar uma força-tarefa, com bombeiros militares e policiais militares ambientais catarinenses, à disposição do governo federal para combater as queimadas na região amazônica. A decisão foi tomada durante o 4º Encontro do Conselho do Consórcio de Integração Sul e Sudeste, que reuniu os governadores de sete Estados brasileiros na cidade de Vitória, no Espírito Santo. A decisão catarinense de ajudar o governo nacional foi seguida pelos outros chefes do Executivo e colocada no texto final da Carta de Vitória.

“Dentre as pautas que nós destacamos na Carta de Vitória, está a solidariedade com a região da Amazônia para que a gente possa ajudar aqueles Estados que sofrem com os incêndios florestais. Também falamos sobre a permanência do nosso pessoal, não só levando tecnologia, mas também depois desses eventos. Precisamos ajudar a preservar esse grande patrimônio que é a Amazônia do Brasil”, afirmou Moisés, destacando ainda que as queimadas são um problema grave que afeta a todo o país, e Santa Catarina tem o dever de prestar auxílio.

Leia mais: Governadores do Sul e Sudeste defendem inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência

O presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública, comandante Araújo Gomes, destaca que o Estado vai contribuir com bombeiros militares habilitados para combate a incêndios florestais e policias ambientais com experiência em prevenção e fiscalização. A força-tarefa, cujo tamanho ainda está sendo definido, será colocada à disposição do governo federal e seu emprego ficará condicionado a um aval das necessidades locais e ao posterior acionamento por parte da União.

“O governador Moisés nos encaminhou esse pedido e estamos tratando de organizar tudo da maneira que a ajuda seja a mais efetiva possível. As forças catarinenses têm expertise e poderão prestar um papel destacado nesse evento”, avaliou Araújo Gomes.

Em um primeiro momento, 12 bombeiros militares, três caminhonetes e um caminhão já se encontram de prontidão. "A qualquer momento após o chamado estaremos a postos para atender os estados em que há a ocorrência de incêndios florestais que assolam principalmente a região Norte e Nordeste", afirmou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), coronel Charles Alexandre Vieira.

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 Foto: DGI/Sinesp

Representantes do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina (Ciasc) participaram nesta semana do Seminário de Boas Práticas em Tecnologia da Informação voltadas à Segurança Pública. O objetivo da conferência é promover a integração e a difusão de projetos de tecnologia e ações inovadoras na área de Dados e Soluções Tecnológicas para segurança pública dos unidades da federação.

O evento, realizado no Planalto dos Ministérios, em Brasília, nos dias 20 e 21 de agosto, é promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) por meio da Diretoria de Gestão e Integração das Informações (DGI).

Com as presenças do ministro Sérgio Moro e do secretário Nacional de Segurança Pública, Guilherme Theophilo, foi entregue a primeira etapa da plataforma Big Data e Inteligência Artificial que facilitará a integração e análise de dados na segurança pública nacional. “Precisamos saber mais sobre os crimes, onde, como e quando eles ocorrem para ter uma orientação mais eficaz das ações das forças de segurança pública”, ressaltou Moro. 

O Ciasc foi representado por Atanásio Antunes Vieira e Daniel San Martin, gestores de produto do Sistema Integrado de Segurança Pública (SISP). Além disso, a empresa pública de tecnologia também apresentou durante o seminário o projeto “Integração de Dados de Segurança Pública: da Engenharia à Ciências de Dados”, desenvolvido pelo Ciasc para SSP/SC. O projeto possibilitou a integração via sistema dos boletins de ocorrência das polícias civil e militar do Estado e resultou no lançamento do Sistema Integra. 

Segundo Daniel San Martin, “A seleção deste trabalho colocou o Ciasc e sua tecnologia em evidência no cenário nacional de segurança pública”. O evento também possibilitou uma visão mais aprofundada dos projetos tecnológicos dos outros estados do Brasil. 

 

 Fotos: Ricardo Wolffenbuttel/Secom

A Polícia Militar (PMSC) e o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) têm novos cabos, segundos e terceiros sargentos, capitães e coronéis. No total, foram promovidos 218 praças e 83 oficiais em solenidade realizada na manhã desta sexta-feira, 9, no Centro de Ensino Bombeiro Militar, em Florianópolis. O ato ainda teve a formatura do Curso de Formação de Cabos (CFC) do CBMSC, com 33 formados, e o anúncio da destinação de um terreno no Sapiens Parque, em Florianópolis, para a instalação do Laboratório de Ciências do Fogo, um instrumento de preparação e pesquisa para o Corpo de Bombeiros Militar.

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A solenidade teve a presença do governador Carlos Moisés, o general de Brigada do Exército Brasileiro Ricardo Miranda Aversa, o comandante-geral da PMSC e presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes e o comandante do CBMSC, coronel Charles Alexandre Vieira, além de outros militares e familiares dos promovidos e formados.

Durante o ato, o governador parabenizou as corporações da segurança pública catarinense pelas constantes reduções nos índices de criminalidade. “É um momento de muitas notícias positivas para a nossa segurança, além dos bons números. Havia demandas reprimidas para recompor o efetivo de todos os órgãos, tanto para a realização de novos concursos quanto para chamar aqueles já aprovados. Nesta semana, anunciamos o chamamento de 94 peritos e dois papiloscopistas para o IGP, 50 agentes e 50 escrivães para a Policiais Civil, 150 bombeiros militares ainda neste ano e mais 142 em março do ano que vem e estamos com um concurso em andamento para 1000 novos soldados e 70 oficiais para a Polícia Militar, sendo que 50% deles já serão chamados logo após a conclusão”, lembrou o governador. O anúncio foi feito na última quarta-feira, 10.

Solenidade

 Governador condecora o cabo Zimar Silva Farias

O primeiro ato da cerimônia foi a formatura da segunda turma do Curso de Formação de Cabos. Sob comando do 1º Tenente Torquato, o pelotão de formandos presenciou a homenagem ao aluno - e agora cabo - Jaison Casagrande Benedet, condecorado com a medalha “Cabo Zimar Silva Farias” por ter alcançado o primeiro lugar no CFC, com nota final 9,97.

Em seguida, foi realizado o ato de promoção de oficiais e praças da PMSC e CBMSC. Três oficiais e 45 praças do Corpo de Bombeiros Militar e 173 praças e 80 oficiais da Polícia Militar de todo o estado foram promovidos pelos comandantes coronel Vieira e coronel Araújo Gomes, respectivamente.

“Para os militares, a promoção tem um significado prático e simbólico. Representa o reconhecimento da organização sobre os méritos dele, a possibilidade de ter novas responsabilidades e uma ascensão funcional típica da carreira militar. Também representa uma avanço para a sociedade. Pessoas promovidas prestam um serviço mais relevante”, avalia o comandante da PMSC, coronel Araújo Gomes.

Para o comandante do CBMSC, coronel Vieira, a promoção é o reconhecimento do trabalho realizado pelos militares no dia a dia. “Nada mais justo, que, ao atingir um certo degrau na carreira, que eles sejam promovidos, elevados a um nível superior, para que continuem prestando um serviço à sociedade com empenho e dedicação. É uma motivação a mais”, considera.

A cerimônia foi encerrada com o tradicional batismo dos cabos dos Bombeiros, símbolo de transformação e comprometimento com a missão de salvar vidas, marcando a passagem das novas conquistas na carreira militar. O batismo foi conduzido pelo governador, que foi bombeiro militar por 30 anos.

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 Foto: Doia Cercal/ Secom

O governador Carlos Moisés anunciou na manhã desta quarta-feira, 7, o chamamento de novos profissionais para recompor o efetivo do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Civil e do Instituto Geral de Perícias (IGP). No total, são 488 aprovados em concurso público que ingressarão para trabalhar na Segurança Pública em Santa Catarina.

Os chamamentos começam em 1º de setembro, com 50 escrivães e 50 agentes da Polícia Civil, além de 94 peritos e dois papiloscopistas do IGP. No dia 1º de novembro, serão chamados 150 soldados do Corpo de Bombeiros Militar, que ainda terá mais 142 chamados em março do ano que vem. A distribuição dos profissionais nos municípios será definida com base em critérios técnicos no momento em que eles forem efetivados.

“Nosso objetivo é trazer mais segurança para o cidadão catarinense. Faz 11 anos que o IGP não chama ninguém para os seus quadros, nem faz concurso. Estava em situação falimentar em Santa Catarina, demorando muito para atender, precisando chamar profissional de outras cidades para atender um óbito. Com o chamamento de 100% dos aprovados de concurso, vamos reforçar a área de investigação”, mencionou o governador.


Foto: Divulgação / Arquivo / IGP

De acordo com Moisés, o Estado ainda enfrenta limitações quanto aos gastos com folha de pagamento e precisa atuar com responsabilidade nas nomeações. “Esse é o compromisso do Governo de recompor o efetivo de Segurança Pública. Estamos chamando as pessoas de forma muito responsável, porque a gente extrapola o limite prudencial com despesa de pessoal estabelecido na Lei de Responsabilidade Fiscal. A única possibilidade de chamamento é recompor efetivo na área de segurança”, detalha o governador.

Gestão integrada da Segurança Pública

Na avaliação do comandante-geral da Polícia Militar e presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial, coronel Araújo Gomes, o chamamento de profissionais para todos os órgãos é um reflexo do novo modelo de gestão da segurança pública em Santa Catarina. “Pela primeira vez, o chamamento ocorre de maneira equilibrada entre todos os órgãos, trazendo um fortalecimento mais integrado e articulado”, enalteceu Araújo Gomes.

Segundo o presidente do Colegiado, a Polícia Militar já tem o aval do governador para chamar 35 oficiais e 500 soldados após os concursos que estão em andamento. “Isso com certeza repõe a perda de efetivo que tivemos nos últimos anos e vai reduzir a criminalidade, melhorando também a condição de trabalho do policial que está lá na ponta”, afirma.

Recomposição histórica de efetivos

O perito-geral do IGP, Giovani Eduardo Adriano, considera esta quarta-feira histórica para o órgão, que desde 2008 não conta com novos profissionais. “O governador reafirma o compromisso com a Perícia Oficial catarinense. É algo emblemático, uma nomeação que nunca havia acontecido antes. São 94 novos peritos oficiais nas mais diversas áreas de conhecimento. Teremos novos peritos criminais, médicos-legistas, odontologistas, peritos de laboratório. O ganho na qualidade do serviço será muito grande. Vamos dar uma resposta à altura para a sociedade no que diz respeito a desvendar os crimes que ocorrem em Santa Catarina”, conclui Adriano.


Foto: Divulgação / Arquivo / CBMSC

De acordo com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel Charles Alexandre Vieira, as nomeações vão fortalecer ainda mais o trabalho da corporação em todas as regiões. “Vamos poder distribuir mais bombeiros pelo estado, atendendo ainda melhor à sociedade. Principalmente no interior, existe uma defasagem maior. Agora teremos guarnições mais bem montadas, podendo prestar um serviço mais efetivo”, afirma o comandante-geral.

A Polícia Civil terá 100 novos policiais, que, assim como os demais profissionais da segurança pública, passarão por treinamento e serão incorporados ao quadro. “Eles vão se somar aos 34 novos delegados de polícia chamados neste ano. Com isso, a Polícia Civil vai melhorar a prestação do serviço aos catarinenses e aos nossos visitantes. Consequentemente, vamos poder colaborar ainda mais para manter os índices de segurança que hoje alcançamos”, expõe o delegado-geral, Paulo Koerich.


Foto: Marcius Furtado / Arquivo / Secom

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