Doações de múltiplos órgãos crescem quase 20% no primeiro trimestre Foto: Paulo Goeth/ Saúde

A SC Transplantes vive um início de ano histórico. Apenas nos três primeiros meses de 2019 foram 72 doações de múltiplos órgãos, um crescimento de quase 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram 21 doações em janeiro, 24 em fevereiro e outras 27 em março. No ano passado, o primeiro trimestre contabilizou 59 doações.

"Há um verdadeiro exército em prol da doação de órgãos que a gente conta. O Estado já é o primeiro no ranking nacional. Queremos garantir isso cada vez mais. Com mais doadores e com mais esperança", diz o secretário da Saúde, Helton Zeferino. 

Além do crescimento significativo, a SC Transplantes, estrutura vinculada à Secretaria de Estado da Saúde, registrou dois recordes em 2019: teve o melhor desempenho em um mês de fevereiro e o maior número de doações em um único dia. Historicamente, fevereiro tem baixos índices de doações e, até então, os números mais expressivos foram registrados em 2016 e 2017, com 20 ocorrências cada.

Coordenador estadual da SC Transplantes, Joel de Andrade destaca que o número de doações pode ser ainda maior daqui para frente. “Os números dos últimos meses mostram que podemos superar nossas marcas históricas. Os indicadores têm evoluído mês a mês, o que é salutar para atender a necessidade da população de Santa Catarina”, conta. Joel também faz questão de lembrar aqueles que tornaram possível a obtenção dos números positivos: “Agradecemos a solidariedade das famílias catarinenses”.

Doações de múltiplos órgãos crescem quase 20% no primeiro trimestre em SC Foto: Maurício Vieira/ Secom

Transplantes

Em relação aos transplantes, o crescimento também foi significativo: passou de 235 entre janeiro e março do ano passado para 291 realizados até aqui em 2019. O transplante de córneas foi realizado 117 vezes, enquanto o de rim ocorreu em outras 58 oportunidades.

A doação de órgãos em Santa Catarina tem registrado resultados expressivos. O número de doadores cresceu desde 2005, com um incremento de 50% na taxa de doadores efetivos nos últimos seis anos. A taxa de doações efetivadas (cálculo entre notificações realizadas e doações concretizadas) em 2019 é de 46%. Em 16 casos notificados houve contra-indicação clínica, e em outros 29 ocorreu a recusa por parte de familiares.

A destinação do helicóptero de uso exclusivo do governador para o transporte de órgãos e tecidos também foi uma boa notícia para a SC Transplantes em 2019. A ação foi fruto de um convênio assinado pelo governador Carlos Moisés no dia 6 de fevereiro. No primeiro trimestre, o helicóptero foi utilizado em seis oportunidades, transportando órgãos para pacientes que aguardavam na fila e necessitavam de agilidade.

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Começa no próximo dia 10 e vai até o dia 31 de maio, em todo o país, a 21ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza 2019. A exceção é o Estado do Amazonas que começou a vacinar no dia 20 de março, devido à ocorrência de mortes por influenza desde fevereiro deste ano. O Dia D será no primeiro sábado de maio, dia 4.

Em Santa Catarina, a meta da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde Santa Catarina é vacinar 90% do público-alvo que é de quase dois milhões de pessoas (1.976.914), entre os seguintes grupos prioritários:

- crianças (6 meses a menores de 6 anos): 470.984
- gestantes: 71.524
- puérperas (até 45 dias após o parto): 11.752
- trabalhador da saúde: 134.793
- professores: 90.551
- povos indígenas: 10.998
- idosos com 60 anos ou mais de idade: 670.028
- população privada de liberdade e funcionários: 25.832
- portadores doenças crônicas e condições especiais: 490.452

Diferentemente do ano passado, este ano, crianças com idade até 6 anos incompletos (5 anos, 11 meses e 29 dias) também serão vacinadas, conforme orientação do Ministério da Saúde. Em 2018, a vacina foi oferecida somente para crianças com até 5 anos incompletos (4 anos, 11 meses e 29 dias).

Outra novidade é que a campanha será dividida em grupos: de 10 a 19 de abril, a vacina será disponibilizada para crianças, gestantes e puérperas; a partir do dia 22 de abril será liberada para todos os demais grupos prioritários. Segundo o médico infectologista, Luiz Escada, a vacina contra a influenza é considerada uma das medidas mais eficazes para evitar casos graves e óbitos pela doença.

Em paralelo a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, a população também poderá atualizar a Caderneta de Vacinação com as vacinas faltantes. No caso das gestantes e puérperas também será intensificada a vacinação da dTpa (difteria, tétano e coqueluche). Segundo o Ministério da Saúde, a ação conjunta tem como objetivo aumentar as coberturas da vacina dTpa em gestantes que, atualmente, não alcançam 50% no país. Em Santa Catarina, a cobertura é de 66,57%, acima da média nacional, mas ainda assim é preocupante.

Também será ofertada a vacina dT (dupla adulto) que protege contra a difteria e o tétano. Segundo a gerente de imunização da Dive, Lia Quaresma Coimbra, o tétano acidental permanece como importante problema de saúde pública em nosso Estado. Em 2018, foram confirmados 14 casos com registro de 3 óbitos.

Gripe em Santa Catarina

Segundo dados divulgados pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), em 2019, foram confirmados 7 casos de influenza até o momento, sendo 5 de Influenza A H1N1, 2 Influenza A H3N2. Um óbito foi notificado no dia 5 de março de 2019 pelo vírus Influenza A H1N1. O paciente morava em Tubarão e tinha 52 anos.

No ano passado, até o dia 11 de abril de 2018, foram confirmados 17 casos, sendo 11 (64,7%) pelo vírus A(H3N2); 4 (23,5%) pelo vírus A(H1N1)pdm09; e 2 (11,8%) pelo vírus Influenza B. Destes, uma pessoas morreu pelo vírus Influenza A(H3N2). O paciente morava em Florianópolis, tinha 72 anos e era portador de pneumopatia crônica, imunodeficiência/ imunodepressão e câncer de pulmão. O óbito confirmado pelo vírus Influenza A(H3N2) ocorreu no mês de janeiro/2018.

Em todo o ano de 2018, foram 461 casos de influenza no Estado, 59 pessoas morreram. A maior proporção de óbitos foi entre pacientes com mais de 60 anos (49,2%).

Vacina

Para a Campanha de Vacinação contra gripe 2019, Santa Catarina vai receber  2.156.800 doses. Crianças vacinadas pela primeira vez vão receber duas doses, com um intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. A vacina oferecida este ano será a trivalente que protege contra o vírus H1N1, H3N2 e vírus do tipo B.

Cuidados e prevenção

Além da vacina, é recomendado adotar algumas medidas de prevenção para evitar a gripe: higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; a higienização também é importante depois de usar o banheiro, antes de comer, antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas (corrimão, bancos, maçanetas etc), além de manter hábitos de alimentação saudáveis, com ingestão de líquidos e realização de atividades físicas.

Pessoas com influenza devem evitar contato com outras pessoas. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. O tratamento com Oseltamivir está disponível em todas as unidades de saúde e hospitais de Santa Catarina.

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), da Secretaria de Estado da Saúde, confirmou nesta quinta-feira, 4, o registro da primeira morte de macaco por febre amarela no Estado. A coleta do material para análise foi feita no dia 20 de março, após um morador encontrar o macaco, da espécie bugio, morto em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do Estado. As amostras foram encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen) e seguiram para a Fiocruz, do Paraná, laboratório de referência para o Estado.

Os macacos não transmitem a febre amarela. Eles são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região. Por isso, ao encontrar um macaco doente ou morto, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) deve ser comunicada imediatamente.

:: CONFIRA INFOGRÁFICO SOBRE A FEBRE AMARELA

Estratégias de vigilância

Na tarde desta quinta-feira, 4, a Dive realizou na sede da Defesa Civil, em Florianópolis, uma videoconferência para discutir propostas de intensificação da vacinação contra a febre amarela, com base na avaliação das principais áreas de risco. Participaram da reunião, os profissionais de saúde que atuam em áreas de vigilância epidemiológica e atenção básica das gerências regionais do Estado e dos municípios.

De acordo com o gerente de zoonoses da Dive, João Fuck, esse trabalho é importante para protegermos a população catarinense da doença “O vírus está aqui, circulando pelo Estado, e precisamos trabalhar em conjunto, notificando situações de macacos mortos ou doentes e reforçando as estratégias de vacinação, melhor forma de prevenção da doença”, esclareceu.

Em 28 de março de 2019, Santa Catarina já havia confirmado o primeiro caso de febre amarela autóctone (contraída dentro do Estado) em humano com morte. O paciente era um homem de 36 anos que não havia se vacinado. Ele morava em Joinville, no Norte do Estado.

Por isso, Maria Teresa Agostini, diretora da Dive, reforça o pedido: “Todas as pessoas acima de 9 meses devem procurar uma sala de vacina para receber a dose que protege contra a febre amarela para a vida toda.”

Reforçando as ações de intensificação da vacinação contra a febre amarela, no dia 11 de abril, às 15h30, será realizado um Fórum Aberto online sobre o assunto para profissionais da atenção básica dos municípios. A médica infectologista da Gerência de Vigilância de Zoonoses, Marise Mattos e a gerente de Imunização e Doenças Imunopreveníveis, Lia Quaresma Coimbra, vão falar sobre os casos suspeitos de febre amarela estratégias de vacinação.

Campanha Estadual de Vacinação Contra a Febre Amarela

Devido às baixas coberturas vacinais, em 20 de março Santa Catarina deu início à Campanha de Vacinação Contra a Febre Amarela que vai até o dia 20 de abril. Nesse período, todos os moradores devem procurar um posto de saúde para tomar a vacina contra a doença.

:: VEJA MENSAGEM DO GOVERNADOR SOBRE A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO

A Dive informa que distribuiu o quantitativo de doses da vacina contra a febre amarela para as 17 regionais de saúde do Estado até o dia 3 de abril de 2019. O Ministério da Saúde (MS) enviou para o Estado 1.300.000 doses (em janeiro de 2019, 500 mil doses; em fevereiro de 2019, o quantitativo foi de 200 mil doses; e em março de 2019, recebeu 600 mil doses). Até o momento a cobertura vacinal está em 61,47%, considerando doses aplicadas entre 1994 e 2019.

A previsão de recebimento da próxima remessa enviada pelo Ministério da Saúde é de 300 mil doses até o dia 14 de abril.

Quantidades de doses de vacina por gerências de saúde
De janeiro a 4 de abril

Araranguá 90.250
Blumenau 138.000
Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie) 800
Chapecó 25.000
Concórdia 8.000
Criciúma 190.000
Florianópolis 168.390
Itajaí 148.000
Jaraguá do Sul 63.000
Joaçaba 10.500
Joinville 210.000
Lages 10.000
Mafra 15.000
Rio do Sul 104.000
São Miguel do Oeste 6.000
Tubarão 160.250
Videira 14.000
Xanxerê 7.000

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Dia Mundial da Saúde

O consumo excessivo de sódio e gorduras saturadas aumenta o risco de doenças do coração, enquanto o consumo excessivo de açúcar aumenta o risco de cárie dental, de obesidade e de várias outras doenças crônicas, como câncer e diabetes. Esse é o alerta da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV), da Secretaria de Estado da Saúde, para o Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril.

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente, ou seja, com idade entre 30 e 69 anos. Em Santa Catarina, nessa mesma faixa etária, as DCNTs foram a causa, em 2018, de 58,8% das mortes. Destacam-se principalmente doenças cardiovasculares e câncer, seguidas das doenças respiratórias crônicas e diabetes.

O aumento da ocorrência dessas doenças tem sido impulsionado por fatores de risco: o uso do tabaco, a inatividade física, o uso nocivo do álcool e as dietas pouco saudáveis. “A alimentação saudável é um importante fator de proteção da saúde. Quando adequada e aliada à atividade física reduz o risco de diversas doenças, inclusive alguns tipos de câncer, como o de mama”, destaca Adriana Elias, enfermeira da Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Crônicos, da Dive.

Dicas de saúde

- Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados a alimentos ultraprocessados;
- Opte por água, leite e frutas no lugar de refrigerantes, bebidas lácteas e biscoitos recheados;
- Não troque comida feita na hora por produtos que dispensam preparação culinária;
- Evite sopas “de pacote”, macarrão “instantâneo”, pratos congelados prontos para aquecer, frios e embutidos, maioneses e molhos industrializados, mistura pronta para tortas;
- Prefira sobremesas caseiras, dispensando as industrializadas;
- Confira atentamente as informações nos rótulos dos alimentos;
- Consuma até 5g de sal ou 2.000g de sódio por dia.

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 Foto: Doia Cercal/ Secom

Uma dose da vacina que garante proteção para o resto da vida. A febre amarela é grave, mas tem prevenção. Na última quinta-feira, a confirmação da primeira morte pela doença no Estado desde 1966 reforçou a necessidade de a população se prevenir. A vacina é gratuita e está disponível nos postos de saúde da rede pública. Entenda como ocorre a transmissão do vírus, sintomas e como buscar a proteção no infográfico abaixo.

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Foto: James Tavares/Secom

A Secretaria de Estado da Saúde concluiu nesta semana o primeiro processo licitatório 100% digital de Santa Catarina. A licitação foi feita para a compra de medicamento. A partir de agora, todas as licitações da pasta serão sem papel.

O projeto visa à melhoria no fluxo das aquisições, com maior celeridade e rastreabilidade, redução de custos e total transparência nos processos licitatórios.

Pioneira no país, a proposta foi elaborada de maneira sustentável, usando os recursos já existentes. Não foi necessário nenhum aporte financeiro para sua implantação. "Com inovação, criatividade e iniciativa a gestão pública se fortalece e se torna mais eficiente. Uma solução idealizada por servidores da saúde do Estado, integralmente alinhada com as diretrizes do novo governo", comemora o secretário da Saúde, Helton de Souza Zeferino.

Para a diretora da área de licitações, Carla Giani da Rocha, a conclusão deste primeiro processo até a etapa de contratação representa o compromisso de toda a equipe com transparência, eficiência e resultados.

Ela explica que a compra do medicamento foi mais rápida quando comparada ao processo de licitação comum, o que refletiu num atendimento mais ágil para a população e consequente melhoria da qualidade de vida do usuário do SUS em Santa Catarina. “Todos os servidores se envolveram no projeto permitindo que a Secretaria de Estado da Saúde fosse pioneira em licitações 100% digitais. Para além do governo sem papel, buscamos a excelência e a garantia do atendimento aos nossos usuários. O medicamento está disponível aos pacientes”, completou.


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 Fonte: Doia Cercal/ Secom 

A confirmação da primeira morte por febre amarela em Santa Catarina aumenta o alerta para a necessidade de imunização no Estado. Transmitida por mosquitos em áreas de matas e urbanas, a doença é grave, mas pode ser prevenida. Uma dose da vacina é suficiente para proteger o paciente por toda a vida.

“Havia algumas situações suspeitas de febre amarela no estado, mas foram totalmente descartadas. Esse é o primeiro caso confirmado por exame laboratorial em que o paciente foi a óbito. Se essa pessoa estivesse vacinada, o quadro não teria evoluído dessa forma. É uma situação de grande alerta para as pessoas se vacinarem”, afirma a superintendente de Vigilância em Saúde em Santa Catarina, Raquel Ribeiro Bittencourt.

:: VEJA GALERIA DE FOTOS DA VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA

O Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz do Paraná confirmou por análise laboratorial a morte de um homem de 36 anos em Joinville por febre amarela. O óbito ocorreu em 12 de março. Ele morava na região de Pirabeiraba, uma área densa de matas, e havia se deslocado para um sítio no limite com o Paraná, região de mata Atlântica. Santa Catarina não registrava casos autóctones de febre amarela em humanos desde 1966.

A Dive vai realizar a coleta de mosquitos (vetores) em Joinville na próxima semana. Todos os moradores em um raio de 300 metros do Local Provável de Infecção (LPI) serão vacinados imediatamente.

Quem deve se vacinar

Desde o segundo semestre de 2018, seguindo recomendação do Ministério da Saúde, todo o estado de Santa Catarina tornou-se Área com Recomendação de Vacinação (ACRV) para febre amarela – antes 162 municípios catarinenses já integravam a ACRV. Desde então, todos os moradores catarinenses com mais de nove meses de idade devem procurar os postos de saúde para se vacinar contra a doença.

A dona de casa Raquel Fernanda Zaia Cordeiro procurou na manhã desta quinta-feira, 28, uma unidade básica de saúde, em Florianópolis, para ficar imunizada. “Eu acho importante fazer a vacina por saúde e prevenção. Meu genro tomou antes porque precisou viajar, mas todos da minha família também vão fazer, meus filhos e netos”, disse.

"Santa Catarina é um Estado com áreas muito extensas com coberturas de matas, há muita prática de esporte na natureza, por isso há um alerta para a população se vacinar. A Secretaria de Estado da Saúde declarou campanha até 20 de abril para promover outras estratégias de chegar às pessoas além do posto de saúde, mas é importante que aqueles que ainda não foram vacinadas procurem o posto mais próximo. Se tiver uma doença ou alguma restrição, isso será orientado no posto", explica a superintendente da Dive.

No lançamento da Campanha de Vacinação contra a Febre Amarela em Santa Catarina, o governador Carlos Moisés da Silva postou um vídeo em que reforçou aos catarinenses a importância da imunização contra a febre amarela, para que fosse evitada a circulação do vírus no Estado.

De 1º de janeiro a 28 de março de 2019, foram aplicadas 461.417 doses da vacina em Santa Catarina. Conforme a Dive cobertura vacinal no Estado é de 61,46%. 



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Uma nova forma de adequar espaços para melhorar o atendimento da população está sendo implantada pela direção do Hospital Geral e Maternidade Tereza Ramos (HTR), em Lages. A realocação de leitos e pacientes do 5º andar da unidade possibilitará o uso integrado dos espaços físicos do HTR, agilizando o atendimento. “Antigamente, essa ala era chamada de Infectologia. Aqui tínhamos pacientes que saíam da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas poderiam ser atendidos em outros espaços”, afirma a diretora Andréa Berto.

Outra alteração pontual diz respeito à Clínica Portinari, onde existiam pacientes de diversas patologias no mesmo local. “O espaço não ganhou e nem perdeu leito, são exatamente os mesmos. Antes as pacientes ginecológicas iam para outros setores, o que não ocorrerá agora”, afirma a diretora. “Estamos organizando a gestão e o fluxo dentro do hospital. Isso facilita o trabalho. O nosso objetivo com a readequação é otimizar e gerenciar melhor os recursos humanos e físicos, trazendo mais qualidade assistencial ao paciente”.

O Hospital Tereza Ramos atende moradores da região Serrana de Santa Catarina. Apenas em 2019, o ambulatório da unidade registrou 3.341 atendimentos. Além disso, foram realizadas 559 cirurgias até esta quarta-feira, 27, sendo 440 eletivas e outras 119 de emergência.

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A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC), informa que foi confirmado pelo Instituto Carlos Chagas (ICC) – Fiocruz do Paraná o diagnóstico laboratorial de febre amarela para o óbito de um paciente de 36 anos, residente em Joinville, ocorrido no último dia 12 de março de 2019. Santa Catarina não registrava casos de febre amarela em humanos desde 1966. O homem não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).

Como se tratava de um óbito suspeito de febre amarela, foi realizada uma investigação conjunta entre a Gerência Regional de Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Joinville utilizando o Protocolo de Investigação de Óbitos Febre Amarela do Ministério da Saúde (MS).

:: CONFIRA O SITE DA DIVE/SC COM INFORMAÇÕES SOBRE FEBRE AMARELA

Os resultados da investigação epidemiológica, aliados à confirmação laboratorial do caso, atestam o primeiro caso autóctone com óbito por febre amarela registrado no estado. A Dive/SC vai realizar a coleta de vetores no município na próxima semana. A equipe de vigilância epidemiológica do município deve realizar a vacinação de casa em casa no raio de 300 metros do Local Provável de Infecção (LPI).

Importância da vacinação

No lançamento da Campanha de Vacinação contra a Febre Amarela em Santa Catarina, o governador Carlos Moisés da Silva postou um vídeo em que reforçou aos catarinenses a importância da imunização contra a febre amarela, para que fosse evitada a circulação do vírus no estado.

:: VEJA O VÍDEO COM A MENSAGEM DO GOVERNADOR SOBRE A CAMPANHA DE VACINAÇÃO

A população deve buscar as unidades de saúde para fazer a vacina e, em caso de sintomas, procurar atendimento imediato para aplicação do protocolo de manejo clínico e classificação de risco frente a um caso suspeito de febre amarela.

Cobertura vacinal em Santa Catarina

De 1º de janeiro a 28 de março de 2019, foram aplicadas 461.417 doses da vacina contra a febre amarela em todo o estado de Santa Catarina, sendo que 81.578 somente na primeira semana da Campanha Estadual de Vacinação, de 20 a 23 de março.

O número de doses aplicadas em 2019 já é quase igual a 2018, quando 488.308 pessoas foram vacinadas. Segundo o último levantamento da Diretoria de Vigilância de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde (SUV) da Secretaria de Estado da Saúde, o estado está com uma cobertura vacinal de 61,46%.

Desde o segundo semestre de 2018, seguindo recomendação do Ministério da Saúde (MS), todo o estado de Santa Catarina tornou-se Área com Recomendação de Vacinação (ACRV) para febre amarela – antes 162 municípios catarinenses já integravam a ACRV. Desde então, os moradores catarinenses com mais de 9 meses de idade devem procurar os postos de saúde para se vacinar contra a doença.

No entanto, a procura foi baixa, o que fez com que o estado iniciasse em 20 de março a Campanha Estadual de Vacinação contra a Febre Amarela, que segue até 20 de abril. Neste período, a meta é vacinar 95% da população catarinense contra a febre amarela.

Desde o início do ano, Santa Catarina recebeu 1.300.000 doses da vacina contra a febre amarela. Novos lotes devem chegar na segunda quinzena do mês de abril.

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Foto: Divulgação / Dive 

Trinta e dois municípios do estado apresentam alto risco para transmissão de dengue, zika e chikungunya, de acordo com o Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde. Os dados do LIRAa também revelam que 33 municípios apresentam médio risco e 10 apresentam baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 75 cidades fizeram o levantamento. Florianópolis e Navegantes são considerados infestados, mas não realizaram a atividade. Os dados revelam que 86,7% dos municípios infestados apresentam médio ou alto risco de transmissão das doenças.

“No mesmo período do ano passado essa condição era menor. Por isso, mais uma vez precisamos intensificar as ações de controle vetorial, especialmente nessas regiões”, explica João Fuck, gerente de Zoonoses da Dive.