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Siderópolis assinou nesta segunda-feira, 10, o Contrato de Programa com a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan). O secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, esteve presente durante a assinatura realizada na sede da empresa, em Florianópolis. O contrato foi assinado pelo prefeito Hélio Cesa, e pelo vice-prefeito, Alexandre Feltrin Fernandes.

Baseado no Plano Municipal de Saneamento Básico, o Contrato de Programa estabelece as ações a serem realizadas nos próximos 30 anos, bem como define um cronograma de compromissos. Entre os investimentos previstos está a segunda etapa da implantação da rede de esgoto em Siderópolis.

Também está prevista a substituição imediata da adutora que abastece o município, evitando eventual desabastecimento em meio a rompimentos ou vazamentos da tubulação, além do atendimento com rede ao Bairro Alto Rio Maina, que hoje não é abastecido pelo Sistema Integrado.

O secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, ressaltou a importância da assinatura. “Esse ato tem um valor simbólico muito grande para Santa Catarina”, disse. “Não apenas pela importância do município, mas também por todos os fatores políticos que permearam essa discussão”.

O secretário observou que a confiança de Siderópolis na Casan e no Governo do Estado “representa também que o trabalho técnico que vem sendo desenvolvido pela atual gestão mostra resultados, transparecendo especialmente a confiança e a verdade”.

A diretora-presidente, Roberta Maas dos Anjos, agradeceu a confiança do prefeito, de sua equipe e da municipalidade. “Desde o início acompanhamos a pressão contrária à assinatura de Contrato, mas o prefeito sempre esteve disposto a se manter parceiro da Companhia, confiante na qualidade dos serviços prestados pela empresa”.

“Em nome do mandato que recebi e do interesse público, assino este contrato como uma demonstração de confiança no Governo do Estado e na Casan”, disse o prefeito. “Tenho certeza de que não apenas a Casan vai honrar com todos os compromissos, como vai fazer de Siderópolis um município especial, por tudo que o município representa para a sustentabilidade do abastecimento da região”.

Ao final do ato, foi entregue uma placa à Prefeitura para marcar a assinatura do Contrato de Programa. O prefeito aproveitou a oportunidade para solicitar que a Casan avalie a possibilidade de transformar a Barragem do Rio São Bento numa ferramenta turística para a região. A Barragem é o maior reservatório do Estado para abastecimento humano.

Erguida na comunidade de Vila São Pedro como o principal manancial de captação para o Sistema Integrado de Abastecimento, além de Siderópolis a barragem abastece Criciúma, Içara, Forquilhinha, Nova Veneza e Maracajá, beneficiando mais de 500 mil pessoas.

Junto com Douglas Borba esteve também o secretário adjunto da pasta, Matheus Machado Hoffmann. Além da Presidente, a Casan esteve representada na cerimônia pelo diretor de Operação e Expansão, Fábio Krieger, e por assessores.

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Com a implantação de redes de coleta, de elevatórias e de ligações domiciliares finalizada, os trabalhos do Sistema de Esgotamento Sanitário de Concórdia estão concentrados na conclusão dos emissários e da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE). A ampliação do Sistema está recebendo investimento de R$ 41,24 milhões e quando o sistema estiver em funcionamento, a cobertura de esgoto em Concórdia passará de 6% para 42%, uma das maiores de Santa Catarina.

A grande estrutura da ETE que terá capacidade de tratar 60 litros por segundo de esgoto está com 95% da obra executada e com serviços de paisagismo do entorno já em andamento. Os emissários, que são redes que levarão o esgoto até o tratamento, já chegam a 98% de execução. A previsão da Casan é colocar a unidade em pré-operação no fim deste primeiro semestre ou início do segundo, contando com a população para que aguarde as orientações para conexão do esgoto domiciliar ao Sistema Público.

A ampliação do Sistema vai beneficiar os bairros Centro, Jardim, Vista Alegre, Imigrantes, São Miguel, Liberdade, Floresta, Imperial, Sunti, Nazaré e Nações.

Como funciona a ETE

A grande Estação de Tratamento de Esgotos de Concórdia está sendo construída na região de Linha Santa Catarina, próxima ao Bairro Santa Rita. Com capacidade para depurar 60 litros de esgoto por segundo, a ETE adota tecnologia moderna e eficaz.

São diversas etapas para garantir a depuração do esgoto. Na primeira é realizado o tratamento preliminar, onde é medido o volume de esgoto que chega a ETE e também onde são retidos os sólidos maiores, como plásticos e outros resíduos que chegam à ETE. Na segunda, que acontecerá em um reator UASB (Sigla em inglês para Reator Anaeróbico de Fluxo Ascendente - RAFA), são utilizados microrganismos (bactérias anaeróbias, que vivem sem a presença de oxigênio) e que ao se alimentarem do esgoto fazem a sua depuração.

A terceira estrutura é um Filtro Biológico com bactérias aeróbias (que vivem na presença de oxigênio), e onde o efluente passa por um tratamento complementar ao do reator UASB. Na última etapa do tratamento será realizada a decantação dos flocos formados nas etapas anteriores, para que o efluente volte à natureza atendendo os parâmetros determinados pela legislação.

Benefícios do tratamento de esgoto

O esgoto contém resíduos que favorecem o crescimento de bactérias, vírus e fungos que podem causar várias doenças e contribuir para a degradação do meio ambiente. O Sistema de Coleta e Tratamento de Esgoto que está em implantação em Concórdia tem por objetivo reduzir a contaminação do meio ambiente e, por consequência, a transmissão de doenças.

“Além colaborar com a saúde e a qualidade de vida dos moradores, essa complexa e importante infraestrutura vai colaborar com a conservação dos rios que são os mananciais de água para abastecimento da cidade. É todo um conjunto de benefícios que vai também colaborar com a elevação do Índice de Desenvolvimento Humano da cidade”, ressalta o Diretor de Operação e Expansão da Casan, Fábio Krieger.

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Imagem do Rio Cubatão, em Palhoça (foto: Arquivo/SDS)

As nascentes têm importante papel ambiental: fornecem água para os córregos e rios que abastecem as cidades e são fonte de vida. Em Santa Catarina, um levantamento feito pela Diretoria de Recursos Hídricos da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS) aponta a existência de 170 mil delas em território catarinense. Sendo assim, proteger os mananciais e promover o uso racional deste bem de valor incalculável são algumas das finalidades do Programa Produtor de Água de Santa Catarina, uma iniciativa da Agência Nacional de Águas, sob responsabilidade da SDS.

“A Secretaria é indutora do desenvolvimento econômico lastreado no respeito ao meio ambiente e da inclusão equitativa da sociedade neste desenvolvimento sustentado ao longo do tempo. Desta forma, propõe políticas públicas abrangentes que permitam a gestão descentralizada e articulada dos recursos hídricos por intermédio de atores locais”, enfatiza o secretário da pasta, Lucas Esmeraldino.

De acordo com o diretor de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável, Luis Antonio dos Santos, o Programa Produtor de Água de Santa Catarina já impactou, até o momento, os municípios de São Bento do Sul e São Francisco do Sul.

“A bacia hidrográfica do Rio Cubatão (fonte de abastecimento público de água para a região metropolitana de Florianópolis) será a terceira região beneficiada com a elaboração do plano de ação a ser aplicado em áreas prioritárias, com vistas a melhorar a qualidade e quantidade de água nos corpos hídricos. A partir de 2020, outras regiões poderão também se valer de um plano modelo de viabilidade para projetos deste tipo”, explica Santos.

O diretor de Recursos Hídricos da SDS, Bruno Beilfuss, alerta que, nas últimas décadas, o desmatamento de encostas, das matas ciliares e o uso inadequado dos solos têm contribuído para a diminuição dos volumes e da qualidade da água, um bem natural insubstituível na vida do ser humano.

“E a natureza está dando negativamente a sua resposta. Quando um rio é poluído ou degradado, mas suas nascentes estão preservadas, há boas chances de recuperarmos todo o corpo hídrico. Por outro lado, se as nascentes forem destruídas, pouco se pode fazer. Elas são a fonte necessária à vida e devem ser preservadas ou recuperadas a qualquer custo”, avalia Beilfuss.

Abrace esta causa:

Sabendo que para a conservação de um rio deve começar pela preservação da nascente, acompanhe abaixo, algumas dicas para conservar as nascentes de Santa Catarina. 

•             Enriqueça a mata que cerca a nascente;

•             Não construa currais, chiqueiros, galinheiros e fossas sépticas nas proximidades acima das nascentes;

•             Não desmate o entorno das nascentes;

•             Não jogue lixo no entorno das nascentes;

•             Cerque as nascentes a uma distância mínima de 50 metros do olho d’água, evitando a entrada do gado e contaminação da água com o estrume;

•             Não use adubos e agrotóxicos em áreas de várzea e próximas às nascentes e rios;

•             Além disso, tudo é questão de consciência. Afinal, a água é um recurso natural insubstituível e que deve ser valorizado e utilizado sem excessos.

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A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) e a Prefeitura Municipal entregaram, nesta quinta-feira, 21, a Unidade de Recuperação Ambiental (URA) da Beira-Mar Norte de Florianópolis. A cerimônia foi realizada com a presença do governador Carlos Moisés, da vice-governadora Daniela Cristina Reinehr e de uma plateia de aproximadamente 400 pessoas.

A unidade irá recuperar a balneabilidade de 3,6 quilômetros de praia ao longo da Beira-Mar Norte, absorvendo e tratando as ligações clandestinas de esgoto, transformando a poluição em efluente limpo e clarificado para ser jogado ao mar. A obra, realizada com aval do Governo do Estado entre 15 de março de 2018 e 8 de março de 2019, implantou 3,6 mil metros de rede em uma área de grande movimentação de pedestres, instalou 15 grandes estruturas de concreto e 31 válvulas bloqueadoras e colocou em operação uma Unidade de Recuperação Ambiental (URA) com capacidade para tratar até 13 milhões de litros/dia.

O governador Carlos Moisés da Silva destacou que a obra alia tecnologia, boa vontade e bom emprego dos recursos públicos. “A Unidade de Recuperação Ambiental é um exemplo clássico de uma obra que transcende o tratamento da água: somos um Estado eminentemente turístico, pois mais de 13% do PIB de Santa Catarina vem através do turismo. E essa aqui é uma demonstração clara de que podemos atrair mais pessoas e para trazer mais divisas para Santa Catarina”.

Em sua fala, por diversos momentos, o governador enfatizou o papel da Casan como o agente de saneamento do Estado. “Conclamo aos municípios para estar com o Estado de Santa Catarina em prol do saneamento básico do nosso Estado”, convidou Moisés. “Concito a todos os prefeitos que olhem para a Casan com um olhar de parceria. Mantenham seus vínculos conosco porque tenho certeza de que, com uma gestão técnica, a empresa crescerá e atenderá ainda melhor a todos os municípios de Santa Catarina”.

A diretora-presidente da Casan, engenheira Roberta Maas dos Anjos, observou que “a URA da Beira-Mar vem concretizar um novo momento da Casan e do Estado”, no qual a empresa está investindo em projetos ousados e inovadores. “Ao colocar em operação o projeto de Balneabilidade da Beira-Mar Norte neste 21 de março de 2019, véspera do Dia Mundial da Água, a Casan não está apenas inaugurando uma obra. Aos 47 anos de vida, a Companhia está celebrando uma nova forma de se relacionar com a sociedade”.

Roberta também destacou a seriedade com que foram tratados os recursos públicos. Orçada inicialmente em R$ 24 milhões, a obra da Beira-Mar teve seu custo reduzido no processo licitatório para R$ 18 milhões, um valor muito abaixo do R$ 1 bilhão que, no passado, foi estimado para despoluir as Baías Sul e Norte.

“Sabemos que muitos estão mais interessados em saber quando será a data do banho de mar, mas peço licença para dizer que a Casan e o Governo do Estado estão também preocupados em recuperar a verdadeira essência do serviço público: atender o público e a sociedade de maneira mais inovadora, ágil, respeitosa e transparente”.

Antes de encerrar, a diretora–presidente da empresa lembrou que amanhã, 22 de março, é o Dia Mundial da Água. “Fica aqui o registro de que, antes de grandes obras, precisamos pensar na nossa conscientização, nas nossas ações e pegadas com o meio ambiente, como o cuidado com a nossa água e com o Planeta”.

O prefeito Gean Loureiro destacou a parceria permanente entre Prefeitura e a Casan e chamou a atenção para o conjunto de obras de saneamento que estão sendo investidos em Florianópolis, na ordem de R$ 400 milhões. “Houve um atraso no passado, mas com a conclusão de novas estruturas de tratamento de esgoto no Norte da Ilha, no Itacorubi e em Capoeiras chegaremos a mais de 70% de cobertura até o ano que vem”, revelou. “Queremos agora trabalhar em conjunto, Prefeitura e Casan, para atingir a meta de 100% de cobertura para o tratamento do esgotamento sanitário de Florianópolis”.

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Funcionária concursada da Casan desde 2004, a engenheira Roberta Maas dos Anjos tomou posse na manhã desta segunda-feira, 25, como presidente da companhia. Ela lidera uma nova diretoria, toda formada por técnicos da empresa. No primeiro discurso à frente do cargo, Renata se comprometeu a estimular a cultura da inovação e da transparência em favor dos usuários dos serviços da Casan.

A cerimônia teve a presença do governador Carlos Moisés e de outras autoridades. O ato foi transmitido por videoconferência para todas as sedes regionais da companhia. Também tomaram posse os novos diretores Evandro André Martins (Administrativo), Fábio César Krieger (Operação e Expansão) e Ivan Gabriel Coutinho (Financeiro e Relações com os Investidores).

“Nosso desafio será liderar equipes técnicas para transformar a máquina pública com inovação e transparência, para beneficiar todas as pessoas que vivem aqui. Esse desafio chegou e estou encarando como uma oportunidade para colocar nossos sonhos em ação”, declarou Roberta. A nova diretoria planeja aumentar a capacidade da Casan de ampliar a rede de coleta e tratamento de esgoto e melhorar a robustez dos sistemas de abastecimento de água, especialmente no verão.

A presidente enalteceu a decisão do governador Moisés em priorizar os trabalhadores efetivos com experiência na área para ocupar cargos estratégicos de gestão. Funcionários lotaram o auditório do Centro de Manutenção e Operação da Casan, no Estreito, em Florianópolis, local da solenidade. Roberta enfatizou que eles serão importantes para o futuro da companhia. “As decisões nesta missão a nós confiada serão, muitas vezes, baseadas na convivência com todos os empregados da Casan”, afirmou.

Carlos Moisés reiterou o compromisso de priorizar o critério técnico na escolha dos cargos de gestão do governo. “Queremos empoderar o funcionário efetivo, aquele que tem o amor pela causa, que conhece as demandas da Casan. Muitas vezes, quando o Estado é compartilhado por setores de poder, fica difícil determinar que algo de positivo aconteça”, afirmou.

Também participaram da posse o secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, e o deputado estadual Onir Mocellin.

Experiência e currículo acadêmico

Roberta é a primeira mulher a assumir a presidência da Casan. Antes da nomeação, chefiava a Divisão de Convênios Internacionais da companhia. Ela é mestre em Gestão da Inovação pela Ècole Nationale Supérieure des Mines de Saint-Etienne, da França (curso oferecido em parceria com a UFSC), especialista em Engenharia de Avaliações e Perícias pelo Instituto Catarinense de Engenharia de Avaliações e Perícias (Ibape). O currículo acadêmico da gestora ainda conta com duas graduações: Engenharia Sanitária e Ambiental (2003), pela UFSC, e Engenharia Civil (2010), pela Unisul.

Segundo o governador, a nomeação da nova presidente levou toda essa experiência em consideração, assim como os 15 anos dedicados à Casan. “O governo levanta a bandeira da austeridade, da legalidade, da moralidade. Vimos na Roberta uma pessoa que reúne todas essas características. A história dela na companhia fala por si. A gente sabe que a Roberta ainda tem muito a entregar à Casan”, finalizou o governador.

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Santa Catarina recebe nesta semana, missão técnica da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), que financia Programa de Saneamento Ambiental do Estado. A parceria está permitindo a aplicação de R$ 404 milhões em projetos de implantação e ampliação de esgotamento sanitário em municípios integrados ao Sistema Casan.

A equipe técnica da JICA, liderada pelo novo representante no Brasil, Hiroshi Sato, foi recebida pelo governador Carlos Moisés, na terça-feira, 12, em Florianópolis. O encontro contou ainda com representantes da Casan e da Defesa Civil.

Carlos Moisés destacou que, no Estado, por meio da cooperação com a JICA, grandes projetos estão sendo desenvolvidos, ajudando a evitar enchentes e melhorando as ações na proteção do meio ambiente. “Santa Catarina está aberto a novas parcerias que possam promover a proteção dos catarinenses”, afirmou.

Visitas técnicas em campo

Nesta quarta-feira, estão sendo visitadas as obras de ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário dos Ingleses-Santinho, que já têm aproximadamente 70% de redes de coleta implantadas. Somente no Projeto do SES Ingleses-Santinho o investimento é de R$ 84 milhões, valor financiado pela Casan junto à JICA.

Na quinta-feira, a visita técnica será às obras da Estação de Tratamento de Esgotos de Balneário Piçarras, que está em fase final de construção. O Sistema de Esgotamento Sanitário de Piçarras está com suas obras físicas praticamente concluídas, e deve iniciar a operar no segundo semestre deste ano. O investimento em Balneário Piçarras é superior a R$ 50 milhões.

“Temos certeza de que mais uma vez a visita da JICA nos trará uma agenda muito produtiva para continuidade dos projetos”, salientou a engenheira Roberta Maas dos Anjos, que acompanha a parceria desde 2007, ainda no início das negociações para obtenção do financiamento internacional que tem o aval do Governo do Estado de Santa Catarina.

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O ano de 2018 da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) ficará marcado por realizações que estão consolidando o abastecimento de água do estado e ampliando de forma histórica os sistemas de esgoto. Uma realização no campo tecnológico veio para facilitar a vida do usuário atendido pela Companhia.

Uma das maiores inovações tecnológicas da empresa foi o Aplicativo Casan SC, que ampliou o leque de facilidades para os cidadãos catarinenses. A Companhia realizou, neste ano, uma das mais importantes obras da história da empresa: o Projeto de Balneabilidade da Beira-Mar Norte, que começa a recuperar uma área nobre e democrática da cidade, há 50 anos contaminada. A previsão é entregar a obra ainda neste verão, após investimentos na ordem de R$ 17,1 milhões.

O ano corrente foi marcado ainda pela implantação da Adutora 1.200mm, a maior tubulação de água tratada de Santa Catarina, concluindo assim o anel do “Sistema de Abastecimento de Água da Região Metropolitana”, acabando com a falta estrutural de água na região, especialmente São José, Biguaçu, área Continental e a Bacia do Itacorubi, em Florianópolis. Ao todo, foram investidos R$ 21,6 milhões.

As ações para colocar Santa Catarina em uma melhor posição no ranking nacional de cobertura de esgoto, deixando o Estado entre os primeiros lugares deste indicador de saúde e qualidade de vida, se deu com a aceleração do processo de entrega dos Sistemas de Esgotamento Sanitário. Apenas em 2018 estão sendo entregues sete novos sistemas para operação, com Estações de Tratamento de Esgoto e rede de coleta.

O segundo semestre do ano foi marcado pelo início da maior obra de esgotamento sanitário do Estado e o lançamento do Edital de Licitação da segunda maior, com investimento total de mais R$ 181,6 milhões para beneficiar, com as duas obras, 18 bairros de Florianópolis. Localizada ao lado do Terminal Rita Maria, na entrada da Ilha, a Estação de Tratamento de Esgoto Insular está em obras: terá sua capacidade duplicada e o sistema de tratamento modernizado. Lançado em setembro, o Edital da Concorrência Internacional SES Saco Grande/João Paulo vai permitir a construção de uma Estação de Tratamento no bairro João Paulo para beneficiar também Saco Grande, Monte Verde, Santo Antônio, Cacupé e Sambaqui.

RESUMO DAS PRINCIPAIS REALIZAÇÕES

1 - Balneabilidade Beira-Mar Norte

 

Investimento: 17,1 milhões
O objetivo da obra é tornar balneável a água da Baía Norte ao longo de 3,5 quilômetros entre a Guarnição de Buscas e Salvamento do Corpo de Bombeiros (nas proximidades da Ponte Hercílio Luz) até a Ponta do Coral. O projeto de concepção prevê o tratamento da água contaminada por esgoto e sujeira das ruas que, pelos canais de drenagem, se depositam atualmente na Baía Norte.

2 - Adutora 1.200mm
Investimento: R$ 21,6 milhões
Interligação do Sistema Integrado de Abastecimento de Água desde Santo Amaro da Imperatriz (Estação de Tratamento de Água Cubatão), que recebe e trata água dos rios Pilões e Cubatão, até a Ilha de Santa Catarina, abastecendo também Palhoça, São José, Biguaçu e Florianópolis (Continente e área central da Ilha). A adutora tem 1,2 metro de diâmetro.

3 – Sistemas de Esgotamento Sanitário colocados em operação em 2018:

FORQUILHINHA
Investimento: R$ 27,3 milhões

TURVO
Investimento: R$ 10 milhões (recursos FUNASA-CASAN)

IÇARA
Investimento: R$ 14 milhões

OTACÍLIO COSTA
Investimento: R$ 19.615.239,00

ITUPORANGA
Investimento: R$ 15.538.736,69

CANOINHAS
Investimento R$ 30.572.888,00

ARAQUARI CENTRO
Investimento: R$ 5.282.729,43

(Obs: está em fase final de construção no município a rede e a estação para o bairro Itinga, no valor de R$ 14.752.149,98)

4 – Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) Florianópolis
4.1 – Estação de Tratamento de Esgoto Insular/Bacia do Itacorubi
Investimento: 94.663.085,48
Ordem de Serviço: 18 de setembro
Bairros atendidos: Itacorubi, Parque São Jorge, Jardim Anchieta, Córrego Grande e Pantanal, Morro da Lagoa, José Mendes, Centro, Trindade, Agronômica, Saco dos Limões e Costeira.

4.2 - SES Saco Grande/João Paulo
Investimento previsto: R$ 87 milhões
Bairros beneficiados: Saco Grande, Monte Verde, João Paulo, Santo Antônio, Cacupé e Sambaqui.
Concorrência Internacional aberta em 25/10. No momento, as propostas de 11 empresas (duas de forma isolada e quatro consórcios) estão sendo analisadas. Previsão de Ordem de Serviço: janeiro 2019

5 - APLICATIVO CASAN SC
Uma quinta realização da Casan no ano foi o lançamento do App Casan SC. A nova ferramenta facilita a vida do usuário que pode comunicar de forma mais imediata um vazamento ou rompimento de rede (agilizando o conserto e minimizando transtornos), receber avisos de falta de água de sua cidade ou bairro, pagar a fatura pelo celular, receber avisos sobre a alta anormal de consumo do imóvel, localizar a agência Casan mais próxima e outras funcionalidades. O APP foi produzido pela equipe de tecnologia da empresa.

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Foto: Sidnei Silva

O Governo do Estado e a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) assinaram nesta sexta-feira, 14, em Laguna, a ordem de serviço para o início das obras de implantação do Sistema de Esgotamento Sanitário, para atendimento do Farol de Santa Marta e Praia da Cigana. A  nova rede coletora do Sistema conta com recursos no valor de R$ 10,3 milhões. Esta é a primeira etapa da obra. A segunda fase compreende a implantação da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), que permanece em licitação. No total, os recursos de rede e estação devem ultrapassar R$ 16 milhões, obtidos via financiamento junto à Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

O governador Eduardo Pinho Moreira que não pôde estar presente ao evento, devido a motivos de ordem particular, destacou que Laguna é uma cidade histórica e tem na cultura e no turismo sua maior fonte de renda. “Nada mais justo que levar mais saúde e qualidade de vida para os moradores e para os milhares de turistas que procuram a região. É mais um compromisso que está sendo cumprindo com Laguna. É um processo gradativo de desenvolvimento. É mais uma grande conquista para o município.”

De acordo com o prefeito Mauro Candemil esse é um importante passo para o desenvolvimento sustentável da região, principalmente porque atualmente, por conta das ligações de esgoto clandestinas na rede pluvial, a prainha do Farol de Santa Marta encontra-se altamente contaminada por esgoto. “A Casan fez um projeto onde será feito um sistema de bombeamento integrado ao sistema de esgotamento sanitário da Cigana e assim acabar com o esgoto do Farol”, explicou.

O Sistema Público de Esgotamento Sanitário do Farol de Santa Marta - Praia da Cigana vai atender mais de sete mil pessoas, entre moradores e visitantes. A rede coletora terá 17,3 quilômetros de extensão, possibilitando a implantação de quase mil ligações domiciliares. O sistema terá ainda quatro estações elevatórias de esgoto, para bombeamento do esgoto até a unidade de tratamento, e mais 4,3 quilômetros de emissários terrestres (tubulações que levam o esgoto para o local de depuração).

“Agora o esgoto que polui a Prainha do Farol de Santa Marta será tratado e destinado da forma correta”, destacou o engenheiro Fábio Krieger, que representou o presidente da Casan na solenidade, Adriano Zanotto.

Todo processo de licenciamento ambiental foi conduzido pela Fundação Lagunense do Meio Ambiente – FLAMA. O processo teve a participação direta dos envolvidos no empreendimento, por meio de reuniões com a comunidade e da transparência perante as diferentes esferas da população através do Conselho municipal do Meio Ambiente – COMDEMA e Ministério Público Federal - MPF.

O Sistema de Esgotamento Sanitário vai permitir que Laguna eleve sua cobertura de coleta e tratamento de esgotos de 53% para 58%. O investimento atual complementa o de 2016, quando o município recebeu R$ 43,7 milhões em redes de coleta e uma moderna Estação de Tratamento erguida no bairro Vila Vitória.

A licitação para a construção da nova Estação de Tratamento de Esgotos que vai atender o Farol de Santa Marta será relançada pela Casan e tem valor previsto de R$ 5,4 milhões. 

Informações Prefeitura de Laguna - Assessoria de Imprensa - Gisele Elis Martins

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Para enfrentar a crise hídrica do planeta, é preciso agir localmente. E muitos dos problemas aquíferos encontrados na região Sul estão expostos com riqueza de detalhes no livro Águas Subterrâneas, um Patrimônio Catarinense, produzido com recursos da SDS (Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável). "O uso consciente da água é uma premissa de todos, sendo fundamental o papel do poder público em identificar as oportunidades e os desafios", disse o titular da pasta, Adenilso Biasus, na apresentação do livro. 

Com 160 páginas e imagens feitas principalmente pelo fotojornalista Antonio Carlos Mafalda e textos de Imara Stallbaum, a obra será lançada na tarde do dia 11 de dezembro, em Florianópolis, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), que também apoiou o projeto. O lançamento ocorrerá durante o seminário, que inicia às 14hs desta terça-feira, o qual pesquisadores da Rede Guarani/Serra-Geral (RGSG) apresentarão os resultados e as perspectivas do projeto que estuda a hidrogeologia e a geoquímica das águas superficiais e subterrâneas na região dos sistemas aquíferos Guarani e Serra Geral.

Hoje, sabe-se que a fartura hídrica existente em Santa Catarina está vinculada às chuvas regulares que caem sobre as 10 regiões hidrográficas. Mas já não há mais dúvidas de que ela também é fortemente influenciada pelos dois reservatórios existentes embaixo de 158 dos 295 municípios catarinenses. Em torno de 80% desses 158 municípios são abastecidos pelo aquífero da Serra Geral e pelo Guarani, e as atividades econômicas neles desenvolvidas contribuem para cerca de 30% do PIB catarinense.

O projeto RGSG nasceu em meados dos anos 2000, em razão das ameaças que comprometiam a qualidade dessas duas “caixas d`água subterrâneas”. A rede é coordenada pelo geólogo Luiz Fernando Scheibe, um dos maiores especialistas em águas subterrâneas do país, há décadas professor da Universidade Federal de Santa Catarina, uma das 10 universidades catarinenses envolvidas, além de várias outras instituições estaduais.

"O Governo do Estado vem, nos últimos anos, fomentando estudos e estabelecendo ações voltadas à preservação de nosso patrimônio natural e à educação ambiental dos catarinenses. O futuro das próximas gerações estará condicionado à maneira como tratamos nossa água desde já", escreveu o governador Eduardo Pinho Moreira no prefácio da obra.

Serviço:

O QUE: Seminário Rede Guarani/ Serra-Geral e Lançamento do livro Águas subterrâneas

QUANDO: 11 de dezembro, 14h

ONDE: Auditório da FAPESC - Rodovia José Carlos Daux 600 (SC 401), Km 01 - Módulo 12A – CELTA - 6° Andar - Bairro João Paulo, Florianópolis

Informações adicionais para a imprensa
Heloisa Dallanhol
Assessoria de Imprensa 
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Telefone: (48) 3665-4812 / 98418-1180
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Foto: Julio Cavalheiro/Secom

O Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA) divulga nesta sexta-feira, 07 de dezembro, o primeiro Relatório de Balneabilidade da temporada 2018-2019. De acordo com o resultado, 77,6% dos pontos analisados estão próprios para banho no litoral catarinense. Apesar de realizar coletas também na baixa temporada, de abril a outubro, com divulgação mensal, com a proximidade do verão o Instituto intensifica a pesquisa, agora com amostragens e análises todas as semanas, apresentadas todas as sextas-feiras.

Nesta temporada, foram incluídos quatro novos pontos de coletas: 01 em Itapema, 01 em Palhoça, 01 em Zimbros, 01 na Praia da Vigia, em Garopaba. Desta forma, o IMA analisa hoje 219 locais em todos os 500 quilômetros da costa catarinense. Destes, 75 estão em Florianópolis, que apresenta 80% dos pontos adequados para mergulho de acordo com o relatório. No restante do litoral, dos 144 pontos averiguados, em 110 recomenda-se o banho de mar, o que representa 76,4%. 

Em relação ao relatório anterior, divulgado no dia 30 de novembro, oito pontos passaram da condição de impróprio para próprio (01 no Baln. Rincão, 03 em Florianópolis, 01 em Governador Celso Ramos, 01 em Itapema, 01 em Jaguaruna e 01 em Penha). E quatro pontos passaram de próprio para impróprio (01 em Baln. Camboriú, 01 em Florianópolis, 01 em Governador Celso Ramos e 01 em Piçarras).

O IMA realiza amostragens e ensaios nos municípios de Araranguá, Bal. Arroio do Silva, Bal. Gaivota, Bal. Camboriú, Bal. Rincão, Barra Velha, Biguaçú, Bombinhas, Florianópolis, Garopaba, Gov. Celso Ramos, Imbituba, Itajaí, Itapema, Itapoá, Jaguaruna, Joinville, Laguna, Navegantes, Palhoça, Passo de Torres, Penha, Piçarras, Porto Belo e São José.

É importante frisar que a indicação das placas e dados do IMA mostra a situação da água naquele determinado ponto e não em toda a praia. Além disso, o IMA esclarece ainda que faz as coletas justamente nos locais mais suscetíveis de poluição.

Site Balneabilidade

O verão está chegando e para facilitar a escolha da praia, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina lança o site Balneabilidade com todas as informações sobre as condições da água do mar no litoral catarinense. A página apresenta a situação de todas as praias monitoradas, ponto por ponto. Com recursos variados, o usuário pode consultar o último relatório, divulgado todas as semanas, além de saber o histórico do local escolhido. 

De forma dinâmica, é possível navegar por todos os 500 quilômetros da costa catarinense e verificar a condição em cada um dos 219 pontos analisados pelo IMA. Além disso, é possível acompanhar a situação de cada balneário. O site foi totalmente desenvolvido por técnicos do Instituto do Meio Ambiente. Os relatórios continuarão sendo divulgados semanalmente também no site do IMA. 

Balneabilidade

Já é tradição. Antes de ir à praia, boa parte de moradores e turistas consulta as pesquisas de balneabilidade para saber em quais pontos é recomendado o mergulho. Realizado desde 1976, o monitoramento da qualidade da água do mar para banho humano analisa as águas de cada balneário e determina se estão próprias ou impróprias para o banho. Isto é, se estão contaminadas ou não por esgotos domésticos. A existência de esgoto é verificada por meio da contagem da bactéria Escherichia coli (E.c.) presente nas fezes de animais de sangue quente, que podem colocar em risco a saúde dos turistas e da população local.

A coleta é realizada em 219 pontos da costa catarinense. O IMA seleciona os pontos de tal forma que todo o litoral seja avaliado, concentrando as coletas justamente nos locais mais suscetíveis de poluição - os de maior fluxo de banhistas. As coletas são feitas mensalmente de abril a outubro e semanalmente de novembro a março - o pico da temporada de verão. Os técnicos fazem as coletas da água do mar a até 1 (um) metro de profundidade, na quantidade de 100 mililitros em cada ponto. O material coletado é submetido a exames bacteriológicos durante 24 horas. São necessárias cinco semanas consecutivas de coleta para se obter um resultado tecnicamente confiável.

Para as análises são levados em consideração aspectos como condições de maré, incidência pluviométrica nas últimas 24 horas no local, a temperatura da amostra e do ar no momento da coleta (parâmetro físico) e a imediata condução para a pesquisa em crescimento bacteriano. A água é considerada:

 

Própria: quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas anteriores, no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros.

Imprópria: quando em mais de 20% de um conjunto de amostras coletadas nas últimas cinco semanas, no mesmo local, for superior que 800 Escherichia coli por 100 mililitros ou quando, na última coleta, o resultado for superior a 2000 Escherichia coli por 100 mililitros.