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Inovação do Governo gerou economia de R$ 61,3 milhões



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Foto: Divulgação / PMSC

A Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) lançou o aplicativo que facilitará a interação do cidadão catarinense na solicitação de atendimento. Com o PMSC Cidadão, o usuário poderá enviar vídeos, fotos e áudios, que irão gerar a ocorrências. A apresentação do PMSC Cidadão foi feita na manhã de sexta-feira, 22, na sede do Comando-Geral da PMSC, em Florianópolis.

O PMSC Cidadão visa também promover, além de denúncias de forma anônima, as ações de proteção à mulher vítima de violência doméstica e familiar, dentro do Programa Rede Catarina de Proteção à Mulher.

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De acordo com o chefe do setor de tecnologia da instituição, o Inova, major Joamir Rogério Campos, poderão também ser solicitadas visitas preventivas por uma guarnição especializada. Desta forma, será possível acompanhar o trâmite e visualizar medidas protetivas de urgência, com integração ao sistema do Poder Judiciário. Também há o Botão de Pânico para as mulheres com medida protetiva que terão atendimento prioritário.

Até maio de 2020, o aplicativo também terá outras funcionalidades para complementar o atendimento direto ao cidadão, como os programas Rede de Vizinhos, Rede de Segurança Escolar, Rede de Segurança Rural, Proerd, SOS Desaparecidos, Futebol Seguro, entre outros serviços.


Fotos: Aurelio de Oliveira / PMSC

Presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial do Estado e comandante-geral da PMSC, o coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior reforçou o grande avanço na cadeia de serviços da Polícia Militar com o aplicativo. "Ele representa um novo patamar de relacionamento com a sociedade. Ele traz inovação e tecnologia para esse contato emergencial, que antes era só via 190. Essa nova ferramenta vai trazer muita qualidade para o nosso atendimento", afirmou.

"Gostaria de parabenizar imensamente a iniciativa da Polícia Militar. Não é de agora que a instituição tem empreendido esforços imensos no sentido de conter a violência, não só contra a mulher", enfatizou Giane Bello, presidente da Comissão do Direito da Vítima da OAB/SC, durante o lançamento.

O subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos e presidente do Conselho Gestor do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados, Fábio Trajano, elogiou o excelente custo-benefício do projeto. "Ainda não temos os números que esse aplicativo trará de benefícios, mas com certeza muitas ocorrências deixarão de existir em virtude dos potenciais agressores já terem a consciência que a polícia pode ser acionada muito rapidamente", ressaltou.



Também estiveram presentes no evento o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Alexandre Estefani, e a presidente do Conselho dos Direitos da Mulher de Santa Catarina, Célia Fernandes.

Desenvolvimento

O coronel da PMSC Araújo Gomes também destacou o trabalho da equipe do Inova, que idealizou todas as inovações da ferramenta tecnológica e contratou, por meio de licitação, uma empresa para executar o desenvolvimento. Desta forma, toda propriedade intelectual do aplicativo e sistemas conexos é de propriedade total da PMSC.

Segundo ele, os recursos para o projeto são de uma parceria com o Ministério Público, via Fundo para Reconstituição de Bens Lesados do Ministério Público de Santa Catarina. O investimento total do aplicativo e integrações foi de R$ 202.493,30. Já para a compra dos servidores de armazenagem dos sistemas foram repassados R$ 270.000,00.

Como funciona

O PMSC Cidadão permitirá ao usuário a possibilidade de acionar a Polícia Militar de forma mais rápida e efetiva, com envio dos dados do solicitante, da localização exata da ocorrência, fotos, vídeos e áudios sobre o incidente. Isso dará mais agilidade na comunicação e um maior detalhamento da ocorrência para auxiliar o policial no momento do atendimento.

Apenas durante o atendimento da emergência gerada pelo próprio cidadão é que ele será identificado e o seu dispositivo passará a ser rastreado pela Polícia Militar, evitando trotes. O major Rogério Campos lembra que é crime repassar informações falsas durante o uso do aplicativo. Durante um atendimento de emergência também é aberto um canal de conversa entre a central, o cidadão e a guarnição policial em campo.

Como não é necessário falar com um atendente, apenas registrar ou enviar os dados para a Polícia Militar, pessoas com deficiência auditiva e palatal poderão utilizar sem problemas o aplicativo. A guarnição policial não poderá ser rastreada e o cidadão não terá acesso a sua localização. Ele receberá apenas informações do status do atendimento, ou seja, se a ocorrência foi gerada e se uma guarnição foi encaminhada para atendimento.

Rede de Vizinhos

Cabe ressaltar, que o PMSC Cidadão não irá substituir o grupo de Whastapp da Rede de Vizinhos. O aplicativo é mais uma ferramenta de apoio ao programa que, futuramente, irá ser integrado ao aplicativo. Da mesma forma que a nova ferramenta não irá substituir totalmente a ligação para o 190. Ela é mais um instrumento apoio ao atendimento de emergência.

Quando o cidadão não tiver internet no dispositivo móvel, o próprio aplicativo informa e cria um link direto para uma ligação com o 190 da Polícia Militar.

Qualquer versão de Android ou IOs

Para utilizar os serviços é necessário ter um dispositivo móvel com sistemas operacionais Android ou IOS, com tecnologia de dados móveis ou wi-fi e GPS. É preciso também fazer um cadastro prévio e aceitar a política de privacidade e segurança da informação.

Esse cadastro requer foto, CPF, nome, data de nascimento, e-mail, telefone, endereço, além de outros dados complementares. Todos os dados enviados serão sigilosos e usados apenas pela Polícia Militar para atendimento e proteção ao cidadão. Para o melhor funcionamento, o cidadão deve manter sempre o número de telefone e cadastro atualizados, pois se houver necessidade, uma equipe da Polícia Militar entrará em contato pelo número cadastrado para atender o usuário em sua emergência.

Informações adicionais para imprensa:
Assessoria de Imprensa
Marcelo Passamai
Polícia Militar de Santa Catarina - PMSC
E-mail: ccschefia@pm.sc.gov.br e ccssubchefia@pm.sc.gov.br
Fone: (48) 3229-6920/3229-6921
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 Daniel Bolezina Silva, ouro no judô | Fotos: Antonio Prado/Fesporte

Santa Catarina fechou o primeiro bloco de competições da etapa nacional dos Jogos Escolares da Juventude (JEJs), em Blumenau, com nove medalhas. O dia mais dourado para o Time SC foi a quarta-feira, com a primeira colocação no judô e handebol masculino. Além de alcançar duas vezes o ponto mais alto do pódio, a equipe catarinense conquistou também três pratas e quatro bronzes. 

A partir desta sexta-feira, 22, é a vez do atletismo, do badminton, do futsal e do voleibol serem protagonistas no Vale do Itajaí. O segundo bloco de competições dos JEJs vai até o dia 25. O terceiro e último bloco será no período entre 27 e 29 com ciclismo, ginástica rítmica, natação, tênis de mesa, vôlei de praia e xadrez.

Alto do pódio

A primeira medalha de ouro catarinense foi conquistada apenas na quarta-feira pela equipe de handebol do Colégio Bom Jesus Ielusc, de Joinville, que venceu a representante de Taubaté por 25 a 22 na decisão: “É uma emoção muito grande ser campeão brasileiro. Treinamos o ano inteiro para isso. Nossa equipe jogou mais de 50 jogos este ano e agora somos campeões”, disse Enzo, um dos destaques da partida. 

 Handebol masculino conquistou o primeiro ouro catarinense

Santa Catarina também brilhou no tatame, com a medalha de ouro de Daniel Bolezina Silva, no judô. Com 17 anos, o aluno da Escola Municipal Elza Pacheco, de Blumenau, bateu o paulista Bernardo Rosa na categoria pesado. “Venci todas as minhas cinco lutas por ippon e não dá para descrever a alegria. É muito bom. É uma competição muito forte que se ganha nos detalhes”, disse Bernardo, que recentemente também ganhou o Brasileiro Sub-18 e foi campeão brasileiro da primeira da seletiva sub-21 que definirá os integrantes de seleção brasileira em 2020. 

No último dia do primeiro bloco de competições, o judô deu ainda uma medalha de prata para o Time SC. Luiz Felipe Rego, do Centro Educacional Promissor, de Palhoça, ficou em segundo lugar na categoria -81kg, 15 a 17 anos. 

Demais medalhistas

O Judô rendeu a Santa catarina, até agora, seis das nove medalhas. Se o primeiro ouro demorou para sair, o bronze chegou logo primeiro dia de competição, no domingo. Guilherme Campos Coronetti, de 13 anos, da Escola Estadual Governador Lacerda, de Videira, subiu no pódio na categoria – 36kg. Tarcisio Fernandes, da Escola Estadual Lara, de Chapecó, conquistou o mesmo resultado na categoria – 55 quilos.

A modalidade também garantiu prata para Ana Luiza Pradella, 13 anos, aluna da Escola Municipal Concórdia, de Concórdia, e Pietro Lucaia Trindade, da Escola Estadual Adelaide Konder, de Navegantes. 

 Ana Luiza Pradella e Pietro Lucaia Trindad, medalhistas no judô

A única medalha na luta olímpica foi conquistada por Bryan Gabriel Santos, da Escola Padre José Maurício, de Blumenau, com bronze na categoria pesado, 15 a 17 anos. A Escola Estadual Valdete Piazera, de Jaraguá do Sul, ficou com o terceiro lugar no basquete feminino. 

JEJs

Os Jogos Escolares da Juventude são organizados e realizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) com apoio da Prefeitura Municipal de Blumenau e do Governo do Estado de Santa Catarina por intermédio da Fesporte.

Informações adicionais para a imprensa
Antônio Prado
Assessoria de Imprensa 
Fundação Catarinense de Esporte - Fesporte
Fone: (48) 3665-6126/ (48) 99949-5255
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Foto: Cristiano Estrela/Secom

O governador Carlos Moisés participou da outorga da Ordem do Mérito Jerônimo Francisco Coelho na noite dessa quinta-feira, 21, e proferiu uma palestra sobre o primeiro ano de governo, a convite do Grande Oriente de Santa Catarina (GOSC) e da Associação Catarinense de Imprensa (ACI), durante Sessão Magna de comemoração dos 50 anos da Loja Maçônica Jerônimo Coelho. O evento foi realizado no Templo da Loja Ordem e Trabalho, em Florianópolis.

"Foi uma jornada que começou com uma predisposição de estarmos nessa caminhada por uma mudança para o Brasil. Estou em uma missão que me foi dada e tenho o dever de manter meus propósitos mais republicanos. Encontramos um cenário desafiador, mas os primeiros resultados já estão aparecendo", afirmou Carlos Moisés.

Ele citou, como exemplos, o pagamento da dívida de R$ 750 milhões da saúde, a redução do déficit público, o fim das indicações políticas para cargos chave no governo, a implantação de indicadores de desempenho e a retomada dos investimentos nas áreas essenciais. "Muitos Estados estão em situação realmente complicada, inclusive atrasando salários de servidores. Este não é o caso de Santa Catarina. Estamos saneando as contas públicas e em 2021 seremos um Estado superavitário", projetou o governador.

Noite de celebração e homenagens

Na solenidade, foram outorgadas pelo Governo do Estado a comenda Jerônimo Coelho ao desembargador Norberto Ulysséa Ungaretti (in memoriam), que dedicou mais de dez anos à pesquisa que deu origem ao livro, a Miguel Chritakis, único maçom vivo fundador da Loja Maçônica Jerônimo Coelho n°13, em 1969, e à Associação Catarinense de Imprensa, pelo empenho em manter viva a memória do jornalista, militar e político.

Na ocasião, também foi lançado o livro de autoria do desembargador Norberto Ulysséa Ungaretti (falecido em 2014). O biografado foi fundador do jornal O Catharinense e da loja maçônica Cordialidade, na primeira metade do século 19. Ele nasceu em Laguna, em 1806, e faleceu em Nova Friburgo (RJ), em 1860.

A Ordem do Mérito Jerônimo Francisco Coelho é concedida pelo Governo do Estado para laurear aqueles tenham se destacado por ações compatíveis, concretas e com resultados mensuráveis, dentro dos ideais de Jerônimo Coelho, nas áreas militar, de engenharia e de jornalismo.

O presidente da ACI, jornalista Ademir Arnon, fez a leitura de um manifesto em defesa da inclusão do nome de Jerônimo Coelho no Livro de Aço dos Heróis da Pátria. "Foi o catarinense mais ilustre do século 19. Sua vida foi inteiramente dedicada ao serviço da Pátria e aos brasileiros", afirmou.

Também participaram da sessão o presidente do Colegiado Superior de Segurança Pública e Perícia Oficial e comandante-geral da Polícia Militar, Carlos Alberto de Araújo Gomes, o chefe da Secretaria Executiva da Casa Militar, João Carlos Neves Júnior, o secretário executivo da Comunicação, Ricardo Dias, o secretário adjunto de Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Vieira, e o subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar, Ricardo Steil, representando o comandante, Charles Alexandre Vieira, entre outras autoridades.

Informações adicionais para a imprensa
Renan Medeiros
Assessoria de Imprensa
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O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), divulgado nesta quinta-feira, 21, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC), da Secretaria de Estado da Saúde, revela que 11 municípios (12%) infestados pelo mosquito apresentam alto risco de transmissão de dengue, zika e febre de chikungunya. Os dados também mostram que 39 cidades (42,4%) apresentam médio risco e 44 (45,7%), baixo risco de transmissão das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. 

::: Para mais informações, clique aqui!

Conforme definido na Estratégia Operacional do Estado de Santa Catarina, os municípios considerados infestados pelo mosquito devem realizar o LIRAa duas vezes ao ano. Ao todo, 92 municípios realizaram o levantamento. Florianópolis e Jaraguá do Sul são considerados infestados, mas ainda não encaminharam os resultados da atividade.

LIRAa

O levantamento inspecionou 78.785 recipientes que continham água parada, ou seja, potenciais criadouros do mosquito Aedes aegypti. A maioria era de recipientes móveis, como baldes e vasos de planta (36,9%). Em segundo lugar, estão o lixo e a sucata (32,8%). 

 “Esses dados revelam o quanto todos temos que estar atentos ao ambiente. É preciso manter os quintais limpos e descartar corretamente o lixo. Apesar desses recipientes serem os mais comuns, não podemos esquecer também de manter a caixa d’água fechada e as calhas limpas”, alerta João Fuck gerente de zoonoses da Dive/SC.

O objetivo do LIRAa é a identificação do tipo e a quantidade de depósitos encontrados que possam ser potenciais criadouros do mosquito nos imóveis vistoriados. A atividade foi desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em 2002, sendo realizada pelos municípios considerados infestados pelo Aedes aegypti. O levantamento é realizado por meio da visita a um determinado número de imóveis do município, onde ocorre a coleta de larvas para definir o Índice de Infestação Predial (IIP). 

No LIRAa do mesmo período do ano passado, três municípios da região Oeste apresentavam alto risco para transmissão das doenças. Outros 28 municípios apresentavam médio risco e 43, baixo risco. Os novos dados demonstram um aumento nos municípios classificados com alto e médio risco. Em novembro de 2018 foram 44% dos municípios nessa condição, enquanto neste ano o percentual subiu para 54,3%. 

Confira o boletim do LIRAa completo. 

Prevenção

Os vírus que causam dengue, febre de chikungunya e zika são transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti. Elas apresentam sinais e sintomas parecidos, mas têm níveis de gravidade diferentes. 

O mosquito se reproduz em locais que apresentam água parada, assim a melhor estratégia de prevenção é eliminar os potenciais criadouros. O uso de inseticidas para eliminar o mosquito adulto apresenta baixa eficácia, tendo em vista que dependem de fatores como condições climáticas, equipamentos utilizados e contato com o mosquito. Assim, essa medida é apenas complementar, utilizada em situações específicas e com recomendação técnica. 

O que fazer?

• Evite usar pratos nos vasos de plantas. Se usar, coloque areia até a borda;
• Guarde garrafas com o gargalo virado para baixo;
• Mantenha lixeiras tampadas;
• Deixe os tanques utilizados para armazenar água sempre vedados, sem qualquer abertura, principalmente as caixas d’água;
• Plantas como bromélias devem ser evitadas, pois acumulam água.
• Trate a água da piscina com cloro e limpe-a uma vez por semana;
• Mantenha ralos fechados e desentupidos;
• Lave com escova os potes de comida e de água dos animais, no mínimo uma vez por semana;
• Retire a água acumulada em lajes;
• Limpe as calhas, evitando que galhos ou outros objetos não permitam o escoamento adequado da água;
• Dê descarga, no mínimo uma vez por semana, em vasos sanitários pouco usados e mantenha a tampa sempre fechada;
• Evite acumular entulho, pois podem se tornar criadouros do mosquito.

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 

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