Foto: Helena Marquardt/ADR Ibirama

A Regional de Ibirama, que é composta por nove municípios do Alto e Médio Vale do Itajaí, deve ser a primeira de Santa Catarina a implantar o controle automático da merenda através de QR Code em todas as escolas estaduais. Atualmente três unidades já utilizam o novo sistema piloto e uma outra está iniciando o processo, mas a previsão é de que até o final de outubro todas as instituições de ensino estaduais tenham aderido à mudança.

Para que iniciem o uso do novo sistema representantes das escolas já passaram por uma capacitação na Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, e de acordo com a supervisora de Articulação com os municípios da Gerência Regional de Educação, Isolânia Wippel, puderam ver que a novidade na contagem só traz benefícios, que vão muito além da agilidade na hora das refeições e da transferência automática de dados para o Sistema de Gestão Educacional de Santa Catarina (Sisgesc).  

Ela revela que nas escolas onde a tecnologia já substituiu a contagem manual, o custo com a merenda reduziu de 20% a 30%. “As escolas que passaram a utilizar o aplicativo de contagem já tiveram em média essa redução, mas nossa preocupação não é apenas com economia e sim se o aluno está se alimentando bem ou não, se a comida tem sido suficiente e uma série de fatores”, completa.

Isolânia esclarece que ao contrário de boatos que circulam pela internet, o novo sistema não impede que o aluno repita a merenda. “O aluno pode repetir normalmente e pode comer duas porções de alguns alimentos como carne e laticínios, já os demais alimentos são totalmente liberados. O importante é ressaltar que todo o cardápio e a quantidade adequada  foi definida por profissionais de nutrição, pensando em oferecer uma alimentação saudável para crianças e adolescentes.”

Experiência positiva

Nas escolas da Regional de Ibirama que já utilizam as carteirinhas com QR Code e tablet a experiência tem sido bastante positiva. A Assistente de Educação da EEB Bernardo Muller, de Presidente Getúlio, Marisa Hawerroth Heinzen, conta que a escola aderiu a mudança em agosto e destaca que o novo sistema facilitou bastante o controle da merenda e lançamento. “Os próprios alunos se sentiram atraídos e gostaram bastante. Tem facilitado muito.”

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Taça Integração 2017 movimenta atletas de oito cidades na Regional de Ibirama
Fotos: Raulino Albino Sobrinho

A Taça Integração, que chega neste domingo a sua terceira rodada com disputas no futebol de campo e futsal, tem movimentado atletas de oito cidades da Regional de Ibirama. A competição é dividida em várias categorias que vão desde sub-8 até o sub-18 e garante que centenas de crianças e jovens de todas as idades disputem uma competição oficial, incentivando a prática esportiva e outras qualidades fundamentais para a formação de cidadãos.

De acordo com o presidente do Comitê Temático do Esporte da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, Raulino Albino Sobrinho, nesse ano a competição sofreu algumas alterações, principalmente em sua premiação, o que atraiu ainda mais participantes. “Vamos dar medalhas de primeiro a quarto colocado e um troféu ao campeão, então são quase 600 medalhas em todos os naipes”, comentou.

Taça Integração 2017 movimenta atletas de oito cidades na Regional de Ibirama

Ele ressalta que além de proporcionar um competição oficial e programação esportiva ao longo de vários meses, a Taça Integração tem um papel ainda mais especial. “Essas crianças estão representando seus municípios, de suas famílias e além da parte técnica do esporte também aprendem a ter mais disciplina e outras qualidades então  essa é a lição que fica independente de colocação ao final das disputas”, completou.

A Taça, que iniciou no dia em Dona Emma no dia 9 de setembro, tem o patrocínio do Governo do Estado, através da ADR de Ibirama, que garantiu aproximadamente R$ 10 mil para a sua realização.

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Os alunos da Escola de Educação Básica Lindo Sardagna, de Dona Emma, transformaram um velho muro em uma verdadeira obra de arte que agora serve de inspiração para moradores da cidade.

No muro, completamente pintado pelos estudantes, é possível admirar desenhos coloridos e até frases sobre igualdade e a importância da leitura. A iniciativa do projeto partiu da professora de Arte, Marizete de Morasi Campos Rizzieri, que conta que a ideia foi totalmente apoiada pela direção, professores de todas as disciplinas e até comunidade. “Nosso objetivo era viabilizar um olhar diferente do aluno e da comunidade. O muro já estava desbotado e queríamos revitalizar esse olhar.”

Mas a pintura não foi só diversão. Para chegar ao resultado final os estudantes aprenderam mais sobre cores, formas e movimentos artísticos de cada época. Os temas também foram trabalhados e discutidos. Divididos em grupos os alunos  ainda fizeram um esboço em papel daquilo que gostariam de pintar no muro e só depois de todas essas etapas eles foram liberados para mostrar toda a sua criatividade da entrada da escola. “Percebemos que hoje se sentem orgulhosos do trabalho que realizaram, que passam a se rever de outro jeito  como cidadãos e enxergar novas oportunidades”, comenta a professora.

A aluna Carolaine Lieck, do segundo ano, que foi uma das que participou do projeto conta que seu grupo pintou uma menina sentada próxima a livros e gostou da experiência. “Pudemos mostrar todo o nosso empenho e trabalho e temos muito que agradecer aos professores por nos proporcionarem essa experiência”, afirma.

Alunos de escola estadual de Dona Emma transformam muro em arte

O assessor de direção, professor Adilson Stenghen, ressalta que todos se envolveram e a comunidade vem elogiando o projeto. “Procuramos colaborar em tudo que foi possível e o resultado final ficou maravilhoso, com quem conversamos na rua, as pessoas vem falar desse trabalho”, finalizou. 

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Ibirama - Vigilância Sanitária alerta para uso inadequado de agrotóxico que prejudica moradores do Alto Vale
Fotos: Helena Marquardt/ADR Ibirama

O uso inadequado do agrotóxico Gamit, utilizado principalmente em plantações de fumo do Alto Vale, tem prejudicado moradores e preocupado a Vigilância Sanitária de Santa Catarina, que vistoriou diversas propriedades e orientou produtores sobre os principais cuidados na aplicação.

Uma das cidades mais afetadas com o problema, que começou a ser registrado em julho, época da aplicação nas plantações de fumo, foi José Boiteux onde diversas espécies de plantas morreram.  A família de Lucas Lunelli, que produz flores há mais de 20 anos, foi uma das prejudicadas. “Ele acaba atrapalhando o crescimento e o desenvolvimento das flores, o que encarece a produção com a mão de obra e a compra do adubo para tentar recuperar as plantas e mesmo assim elas podem acabar morrendo”.

A coordenadora da Vigilância Sanitária da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Ibirama, Rosdalva Iumara Schroder, explica que o agrotóxico é bastante volátil, ou seja, se espalha facilmente com o vento. Em contato com a planta, ele resulta em aspecto esbranquiçado e depois amarelado, à medida que as folhas vão apodrecendo.

Além do prejuízo econômico, Lucas afirma que tem receio dos efeitos que o herbicida pode causar a saúde humana e segundo Rosdalva a preocupação não é para menos já que ele também pode contaminar alimentos e até causar intoxicação, o que traz riscos a saúde pública.

Ibirama - Vigilância Sanitária alerta para uso inadequado de agrotóxico que prejudica moradores do Alto Vale

Ela afirma que outros agrotóxicos também poderiam oferecer a mesma eficácia, mas em um tempo de resposta maior, o que faz com que os produtores prefiram o Gamit, apesar dos riscos. “Segundo agrônomos que já consultamos existem outras opções que não seja o Gamit, e que não são mais caras, mas elas não são tão rápidas, por isso ele continua sendo a primeira opção”.

A coordenadora finaliza dizendo que a Vigilância Sanitária tem trabalhado para encontrar uma solução para o problema, mas que sem a ajuda da sociedade dificilmente a situação será resolvida. “Vistoriamos vários locais e verificamos a potencialidade desse veneno porque ele é muito volátil. É uma situação bastante complicada de resolver. Já conversamos com as fumageiras e estamos fazendo a nossa parte na orientação quanto ao uso dos equipamentos de proteção individual e quanto a distância exigida pela bula do Gamit, mas ainda dependemos da conscientização de todos”.

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