Foto: Sérgio Teixeira da Silva / ADR Canoinhas

Uma tarde diferente e de orientações à sociedade. Foi assim a tarde de sexta feira,22, para os alunos que cursam o 1º ano do Ensino Médio Integral na Escola de Educação Básica (EEB) Almirante Barroso, em Canoinhas. Foram 67 alunos envolvidos em atividades que percorreram o centro da cidade, levando às pessoas mais informações sobre assuntos como depressão, suicídio e as formas de prevenção, já que a ocorrência tem aumentando muito entre os jovens nos últimos anos.

Os professores do Ensino Médio Integral trabalharam nesse mês em sala de aula poesias de Alice Ruiz, além de discutirem o assunto, ressaltando que o suicídio é um problema de saúde pública. Cerca de 32 brasileiros morrem por dia, cometendo o suicídio.

Durante as aulas foi destacado aos alunos que existe a entidade Centro de Valorização à Vida (CVV), que atua no Brasil, desenvolvendo atividades que promovem o apoio emocional e prevenção ao suicídio, prestando atendimento telefônico 24 horas através dos números: 188 ou 141. Professores também orientaram que é importante também ficar atento a publicações que induzem ao suicídio nas redes sociais, o uso de emojis negativos e perguntas sobre métodos letais. Todas essas orientações e discussões foram abordadas nas aulas durante este mês.

A aluna Thaís Caroline Pechibilski enfatiza que o tema estudado muitas vezes retrata a vida dos próprios alunos e amigos, que podem estar passando por situações difíceis no seu dia a dia.

Gustavo Prade também destaca que essas atividades puderam ajudar a todos entenderem mais sobre o assunto,podendo ajudar pessoas que estão próximas e precisam de atençãoe apoio. “Refletir sobre o assunto e dialogar é essencial para evitarmos problemas futuros”.

Os alunos percorreram diversos pontos da cidade levando palavras de apoio, abraços e estimulando às pessoas a conhecerem mais sobre assunto tão importante.

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Sérgio Teixeira da Silva
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Foto: Sérgio Teixeira da Silva / ADR Canoinhas

Com o objetivo de lembrar o Dia da Árvore, comemorado nesta quinta, 21, alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, turmas I e II da Escola de Educação Básica (EEB) Irmã Maria Felícitas, realizaram nesta sexta, 22, pela manhã, o Pedágio de Conscientização Ambiental.

No centro de Canoinhas, alunos, professores e direção realizaram a entrega de maçãs e poemas aos motoristas que passavam pelo local. “Além de realizar a doação de uma fruta e poemas, os alunos também citaram a importância de se preservar o meio ambiente e as árvores que nos dão os frutos e muito mais”, destaca o professor de Ciências, Jorge Medeiros.

A diretora Adalgiza Mara SchutzMaziero, que esteve presente no pedágio enfatiza que muito mais que conscientizar os motoristas, a escola buscar através dessas ações, ensinar seus alunos também sobre assuntos tão importantes, como é a conscientização ambiental. “Vimos nos motoristas que por ali passaram a atenção dada ao assunto, e nos nossos alunos a alegria de realizar atividade tão simples, mas também tão nobre”.

Ainda durante a tarde os alunos também apresentaram teatro de fantoches, paródias e recitação de poemas dentro da escola para as outras séries, realizando assim uma integração com o tema proposto dentro e fora da escola.

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O jornal Correio do Norte, de Canoinhas, fará parte do acervo da Hemeroteca Digital Catarinense, projeto da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A solenidade para a assinatura do termo de cessão de direitos de digitalização ocorrerá na próxima segunda-feira, 25, às 19h, na Câmara Municipal de Canoinhas, região norte catarinense.

O presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Joaquim Pinto da Luz, participará da solenidade, que marcará, ainda, a passagem dos 70 anos do periódico que é o mais antigo da região do Planalto Norte de Santa Catarina. Na ocasião, será autorizada a digitalização dos jornais publicados entre 1947 e 2017. Além do presidente da FCC, estarão presentes também a administradora da Biblioteca Pública de Santa Catarina, Patricia Karla Firmino; o coordenador técnico da Hemeroteca Digital Catarinense, Alzemi Machado; e representantes do jornal.

O trabalho de digitalização das 3,4 mil páginas do jornal está estimado para durar três anos, sendo que todo o conteúdo estará armazenado e disponível para consulta pública no site da Hemeroteca Digital (http://hemeroteca.ciasc.sc.gov.br/).

Sobre o Correio do Norte

A primeira edição do periódico foi lançada na cidade de Canoinhas no final da tarde do dia 29 de maio de 1947. A publicação nasceu com o objetivo de ser porta-voz udenista, em contraposição ao periódico local, O Barriga-Verde, defensor dos interesses do Partido Social Democrático (PSD). A periodicidade do jornal era semanal com circulação nas quintas-feiras, sendo impresso pelo sistema tipográfico na Gráfica do Witt, em seis páginas no formato standard.

Ao longo dos anos, o Correio do Norte passou por diversas transformações na linha editorial, redacional e administrativa: em 2001, a responsabilidade editorial fica a cargo de jornalistas responsáveis. Em 2005, ocorrem mudanças no quesito visual alterando o formato para tabloide. Em maio de 2008, aumenta o número de páginas de 24 para 32, sendo oito coloridas; e a partir de novembro de 2011, passou a ter 16 coloridas, num total de 32 páginas.

Atualmente, o jornal possui mais de 3 mil assinantes, e a edição impressa circula às sextas-feiras. Conta, ainda, com atualizações diárias na Internet, no endereço www.jornalcorreiodonorte.com.br.

Sobre a Hemeroteca Digital Catarinense

A Hemeroteca Digital Catarinense promove o acesso a fontes documentais selecionadas, organizadas e estruturadas em formato digital. A iniciativa é uma parceria entre o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed) / Instituto de documentação e Investigação em Ciências Humanas (IDCH) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e a Biblioteca Pública de Santa Catarina, administrada pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC).

Iniciada em novembro de 2013, a Hemeroteca já contempla em sua base de dados 806 títulos digitalizados, com 32.686 edições, totalizando aproximadamente 200 mil páginas* disponíveis para consulta pública e transferência de arquivos mediante acesso pelo endereço eletrônico: hemeroteca.ciasc.sc.gov.br. São periódicos, jornais e revistas que ajudam a contar a história de Santa Catarina desde o século XIX.

Em 2016, o projeto foi um dos finalistas do 29º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, a maior premiação na área de promoção e preservação do Patrimônio Cultural de todo o país, promovida pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

(*Dados atualizados em 21/09/2017) Com informações da assessoria de comunicação da FCC.

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A falta de chuvas começa a preocupar os produtores catarinenses de trigo. A estiagem já prejudica as lavouras, que estão em fase de florescimento, e as projeções são de uma safra 2017/18 até 30% menor do que a safra passada. As informações estão no Boletim Agropecuário publicado pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa).

A produção catarinense de trigo deve ser de 163,4 mil toneladas na próxima safra, contra 229 mil toneladas colhidas na safra 2016/17. A queda na produção de trigo pode ser explicada também pela redução na área plantada, que passou de 69 mil hectares para 50,9 mil hectares este ano, uma queda de 26%. Esse cenário é observado em todas as importantes microrregiões produtoras de trigo no estado, com destaque para Canoinhas (-38%), Chapecó (-17%), Joaçaba (-28%), Curitibanos (-29%) e Xanxerê (-25%).

O engenheiro agrônomo e analista do Cepa/Epagri, João Rogério Alves, explica que a estiagem alcançou as lavouras de trigo em plena fase de floração e o período seco compromete a produção futura. “Sem chuvas consistentes desde o dia 23 de agosto, as lavouras em sua maioria se desenvolveram em condições de falta de chuvas, resultando em plantas com porte baixo e com poucos perfilhos. Com plantas em fase de floração e enchimento de grão, a umidade no solo é considerada essencial. Se as chuvas previstas para ocorrem entre os dias 25 ou 30 deste mês não ocorrer, a situação das lavouras tende a piorar”, ressalta.

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