Foto: Divulgação / MASC

O Museu de Arte de Santa Catarina (Masc) abre, no dia 17 de dezembro, duas novas exposições: a coletiva Permanência da Pintura e a individual Thesaurus – Asp, 70 anos. As exposições serão apresentadas ao público a partir das 19h e têm visitação gratuita até 26 de janeiro de 2020.

Além das duas novidades, o MASC segue com as mostras Coleção MASC 70 anos, coletiva comemorativa pelas sete décadas do Museu, com obras de artistas de renome nacional; e DES-TEMPO, com trabalhos de Meg Tomio Roussenq.

 A Permanência da Pintura

Organizada pela administradora do MASC, Susana Bianchini, a mostra apresenta um panorama de artistas que utilizam a pintura como expressão em suas diferentes buscas temáticas e conceituais. Segundo a organizadora, a seleção dos nomes foi feita levando-se em consideração a produção contemporânea, a trajetória dos artistas que permanecem pintando há décadas e também alguns artistas jovens que escolheram a pintura como forma de expressão.

Grande parte dos artistas que participam dessa mostra é catarinense ou residente no estado. A exposição conta ainda com pinturas da artista paulistana Vânia Mignone, pertencentes ao acervo do MASC.

Compõem esta exposição obras dos artistas Cássia Aresta, Dirce Körbes, Flávia Fernandes, Juliana Hoffmann, Loro, Marta Facco, Ricardo Ramos, Rodrigo Cunha, Rubens Oestroem, Susano Correia e Vânia Mignone.

Thesaurus – Asp, 70 anos

Com curadoria de Ylmar Corrêa Neto, a mostra comemora os 70 anos de nascimento do artista visual Carlos Asp. O público confere desenhos pertencentes ao acervo do MASC, de colecionadores e do próprio artista.

Nos anos 1970, Carlos Roberto Carneiro Asp participou da vanguarda pop gaúcha e cursou um ano de Artes Plásticas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Em 1970 foi para a Bahia seguindo Janis Joplin, vivendo um interlúdio místico na época do Tropicalismo, estudando Astrologia. Também residiu no Maranhão e em São Paulo.

Nos anos 1980 cursou Educação Artística na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), quando passou a morar em Florianópolis, praticando o desenho e ocasionalmente a gravura. Em 1987-88 recebeu o prêmio Aquisição do 10º Salão Nacional de Artes Plásticas da Funarte e foi convidado para o Salão Victor Meirelles e para a Bienal do Mercosul. No período catarinense aprimorou o desenho, desenvolvendo três itens notáveis: o ritmo do traço, o uso das palavras e dos suportes. Atualmente, Asp divide seu tempo entre Florianópolis, São José e Porto Alegre.

Serviço:

O quê: Exposições A Permanência da Pintura (coletiva) e Thesaurus - Asp, 70 anos (Carlos Asp)
Abertura: 17 de dezembro, às 19h
Visitação: de 18 de dezembro a 26 de janeiro de 2020. De terça-feira a domingo, das 10h às 21h.
Onde: Museu de Arte de Santa Catarina (MASC) - Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Av. Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis (SC)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita

Informações adicionais pra imprensa
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefones: (48) 3664-2571 /  3664-2572
E-mail: imprensa@fcc.sc.gov.br 

 


Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom

O Centro de Artes (Ceart) da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) recebe propostas de atividades culturais do Brasil e do exterior, até o dia 10 de dezembro, para o Festival Internacional de Arte e Cultura José Luiz Kinceler – FIK 2020. O evento ocorre de 8 a 12 de fevereiro, no campus do Itacorubi, em Florianópolis.

As inscrições podem ser realizadas pelo formulário online. Poderão ser inscritas propostas de pessoas físicas ou jurídicas, de forma individual ou coletiva, desde que o autor não tenha vínculo com a Udesc, como estudante, técnico ou professor. Cada proponente pode cadastrar até duas atividades.

Serão selecionadas propostas para oficinas, apresentações de artes cênicas, apresentações musicais, exposições, práticas da tradição e cultura popular, atividades de moda e design, artes multimídia e proposta inovadora. As atividades selecionadas serão remuneradas e as informações completas estão descritas no edital nº 034/2019 (retificado), também disponível em espanhol.

Durante o Festival, as atividades poderão ser realizadas no Centro de Artes da Udesc ou em outros espaços de Florianópolis, como teatros e ambientes a serem definidos pela organização do evento de acordo com as características de cada proposta.

O evento é organizado pela Udesc Ceart, valorizando a produção cultural, a formação de redes artísticas e fomentando o contato entre sociedade, universidade e grupos artístico-culturais.

Por compreender a importância da valorização da cultura local, o FIK homenageia o pesquisador-artista José Luiz Kinceler e sua proposta relacional integrando arte e vida. Falecido em 2015, Kinceler foi professor da Udesc Ceart, destacando-se por práticas contemporâneas de produção de arte coletiva. Sua ação voltava-se, principalmente, para a formação de estudantes engajados em projetos artísticos desenvolvidos em comunidades.


Assessoria de Comunicação da Udesc Ceart
E-mail: comunicacao.ceart@udesc.br
Telefones: (48) 3664-8350[

 

 



O Museu Histórico de Santa Catarina inaugura o ciclo de mostras sobre os governadores catarinenses com a exposição Jorge Lacerda, uma visão para o futuro, que será aberta no dia 11 de dezembro, às 19h, no Palácio Cruz e Sousa, que foi sede do Governo do Estado até o fim dos anos 1970. A mostra permanece com visitação durante toda a temporada de verão, até 11 de março de 2020.

Painéis, objetos, livros e conteúdo audiovisual compõem a exposição e transitam pelos principais momentos da vida do ex-governador. Uma das peças é a autoescada Magirus-Doutz, pertencente ao Corpo de Bombeiros Voluntários de Joinville, importada pelo Estado para servir ao Corpo de Bombeiros da Capital, após o incêndio que destruiu o prédio da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, em 1956 — primeiro ano do mandato de Lacerda. Vinte e nove anos depois, em 1985, o então governador Esperidião Amin doou o equipamento para os bombeiros voluntários de Joinville, que o mantêm em operação até hoje.

Na noite de abertura, ocorre, também, o lançamento do livro ilustrado Memórias de Jorge Lacerda, uma época de ouro na política catarinense, do pesquisador Roberto Westrupp, que apresenta os resultados de 22 anos de pesquisa. A biografia ilustrada, produzida por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Florianópolis, analisa em detalhes o contexto social da vida de Jorge Lacerda.

Serviço:

O quê: Exposição Jorge Lacerda, uma visão para o futuro
Abertura: 11 de dezembro, às 19h
Visitação: de 12 de dezembro de 2019 a 11 de março de 2020. De terça a sexta-feira, das 10h às 18h; sábados e domingos, das 10h às 16h.
Onde: Museu Histórico de Santa Catarina – Localizado no Palácio Cruz e Sousa
Praça XV de novembro – Centro – Florianópolis
Entrada gratuita

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Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefones: (48)  3664-2571 / 3664-2572
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arvore cruz e sousa
Foto: Divulgação / FCC


Se Cruz e Sousa estivesse vivo, que mensagem você escreveria para ele?
  É com essa proposta que visitantes do Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), no Palácio Cruz e Sousa, são convidados a deixar recados para o poeta, pendurando bilhetes em uma escultura de árvore de metal, instalada na sala que abriga os restos mortais do poeta. A ação foi pensada para marcar o aniversário de Cruz e Sousa, comemorado no dia 24 de novembro.

A árvore tem um ninho que representa o nascimento. "Minha inspiração vem do fato que os ninhos representam as casas, o pouso e o afeto", explica a administradora do MHSC, Lena Peixer, criadora da escultura. A árvore ficará no local até dia 30 de novembro e, posteriormente, os bilhetes serão lidos em um evento nos jardins do Palácio Cruz e Sousa. "Depois de lidas, as mensagens serão queimadas para que cheguem ao céu", explica Lena Peixer.

O MHSC fica na Praça XV de Novembro, 227, em Florianópolis. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira das 10h às 18h, aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.

Assessoria de Comunicação
Fundação Catarinense de Cultura (FCC)
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Foto: Carolina Rios / FCC

O Museu Nacional do Mar - Embarcações Brasileiras, administrado pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) em São Francisco do Sul, oferecerá ao público a partir desta quinta-feira, 14, uma nova atração em seu espaço expositivo: uma maquete com 84 metros quadrados retrata todo o perímetro urbano do Centro Histórico do município, incluindo a orla da Baía da Babitonga e o ancoradouro dos navios de cabotagem. O diorama foi construído pelo artesão Conny Baumgart, com a participação de outros profissionais, e levou 20 anos para ser concluído.

Produzida na escala de 1:75 (1 metro = 1,38 centímetros), a maquete tem 6m x 14m de tamanho, e está localizada no andar superior do Museu. O trabalho, iniciado em 1999, foi finalizado graças ao patrocínio da empresa Arcelor Mital e à parceria com o Instituto Federal Catarinense, que contribuiu com a parte de automação do diorama.

A obra retrata o Centro Histórico de São Francisco do Sul na virada da década de 1930 para 1940, com suas edificações, ruas, morros, vegetação, personagens e meios de transporte. As edificações, feitas de poliestireno com pintura à base de água, foram executadas através de levantamentos fotográficos e métricos in-loco, além de entrevistas com os moradores.

Os personagens (pessoas e animais), meios de transporte e objetos são feitos de resina de gel coat e também recebem pintura à base de água. Foram executados, ainda, reparos e pintura em algumas maquetes de edificações que já estavam prontas, mas que sofreram desgaste com o tempo e necessitavam de manutenção. Além disso, a maquete recebeu fechamento em vidro temperado, nova iluminação e pintura tanto interna quanto externa. O diorama conta, ainda, com efeitos de luz e movimento, graças à parceria com o curso de Automação do campus de São Francisco do Sul do IFC.

Histórico da maquete

O projeto do diorama do Centro Histórico de São Francisco do Sul tem como principal característica sua especificidade e nível de detalhamento, alcançados graças ao trabalho de inúmeros profissionais envolvidos, entre artesãos, arquitetos, designers, estudantes, que contribuíram com a finalização da peça.

A ideia de construir o diorama surgiu em novembro de 1998, quando o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio de seu superintendente, Dalmo Vieira Filho, e a Associação dos Amigos do Museu Nacional do Mar convidaram o artesão Conny Baumgart para estudar a viabilidade de execução do projeto que retratasse todo o Centro Histórico de São Francisco do Sul entre os anos 1930 e 1940.

Esta época foi escolhida por coincidir com o início da 2ª Grande Guerra Mundial, como âncora para a memória, e também por não ser muito remota. Foi um período áureo para São Francisco do Sul, quando as atividades portuárias e comerciais se desenvolveram em frente aos armazéns da Cia Carl Hoepcke, que hoje abrigam o Museu Nacional do Mar, e Moinho Santista. A cidade também atingiu, neste período, uma configuração que pode ser considerada completa.

O início dos trabalhos deu-se em fevereiro de 1999 e, até 2013, o artesão esteve à frente do projeto, com a participação de estagiários, estudantes e moradores de São Francisco do Sul. Baumgart desenvolveu, exclusivamente para o projeto, moldes para personagens (pessoas, animais, carroças, entre outros) e métodos para acabamentos (vegetações, efeitos de água para representar a baía).

De 2013 a 2015, os trabalhos não avançaram. Mas, no início de 2016, a bibliotecária do Museu, Cleonisse Schmidt, e o arquiteto Marcio Rosa montaram um projeto para finalizar a maquete. Em agosto deste ano, já com o patrocínio da Arcelor Mital, reiniciam-se os trabalhos sob a coordenação do arquiteto Marcio Rosa. A equipe contava também com Conny Baumgart como mestre artesão, além da designer Lilian Hennemann e da artesã Rosete Menezes, que participa do projeto desde 2005 sob a orientação de Baumgart. A equipe ainda era formada por um arquiteto e dois estudantes de Arquitetura de duas universidades da região.

Na etapa final, foram realizadas, também, parcerias com faculdades de Arquitetura para produzir, dentro de oficinas, uma quantidade expressiva de árvores específicas, como palmeiras, pinheiros, ipês amarelos, entre outras, que complementaram a vegetação já distribuída por toda a maquete.

Informações adicionais para imprensa
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Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571 / 3664-2572
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O feriado da Proclamação da República, nesta sexta-feira (15 de novembro) terá a maioria dos espaços culturais administrados pela Fundação Catarinense de Cultura (FCC) abertos e com programação disponível para o público. As exceções ficam por conta da Biblioteca Pública de Santa Catarina e da Galeria do Artesanato e do Museu Etnográfico, que estarão fechadas no dia. A Casa de Campo do Governador Hercílio Luz segue temporariamente fechada para obras de manutenção do telhado.

Centro Integrado de Cultura (CIC)

Abre normalmente, das 10h às 21h.

:: Consulte a programação

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.

Sala de Cinema do CIC

Terá sessão normalmente, às 20h.

:: Consulte a programação aqui

Endereço: Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis.
Contato: (48) 3664-2555.

Museu de Arte de Santa Catarina (Masc)

Abre normalmente, das 10h às 21h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2629

Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC)

Abre normalmente, das 10h às 21h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: no Centro Integrado de Cultura (CIC) – Avenida Governador Irineu Bornhausen, 5600 – Agronômica – Florianópolis
Contato: (48) 3664-2650

Museu Histórico de Santa Catarina - Palácio Cruz e Sousa

Abre em horário de feriado, das 10h às 16h.

:: Confira a programação do espaço

Endereço: Praça XV de Novembro, 227 - Centro - Florianópolis.
Contato: (48) 3665-6363

Museu Nacional do Mar - Embarcações Brasileiras

Abre normalmente, das 10h às 18h (última admissão às 17h30).

Endereço: Rua Manoel Lourenço de Andrade, 133 - Centro - São Francisco do Sul
Contato: (47) 3481-2155

Casa de Campo do Governador Hercílio Luz

Temporariamente fechada.

Endereço: Rua Paulo Sell, 428 - Taquaras - Rancho Queimado
Contato: (48) 3275-1453

Biblioteca Pública de Santa Catarina

Fechada na sexta (15) e no sábado (16), volta a atender ao público na segunda-feira (18).

Endereço: Rua Tenente Silveira, 343 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6422

Galeria do Artesanato - Casa da Alfândega

Fechada na sexta (15), reabre normalmente no sábado (16), das 9h às 13h.

Endereço: Praça XV de Novembro, enquina com Rua Victor Meirelles

Museu Etnográfico Casa dos Açores

Abre normalmente, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Endereço: BR-101, km 189 - Balneário São Miguel - Biguaçu
Contato: (48) 3665-6195

Teatro Álvaro de Carvalho (TAC)

Bilheteria abre normalmente, das 13h às 19h.

:: Consulte a programação

Endereço: Rua Marechal Guilherme, 26 - Centro - Florianópolis
Contato: (48) 3665-6401.

Teatro Ademir Rosa (TAR)

Bilheteria abre normalmente, das 13h às 19h.

:: Consulte a programação

Endereço: Localizado no Centro Integrado de Cultura (CIC)
Avenida Gov. Irineu Bornhausen, 5600 - Agronômica - Florianópolis
Contato: (48) 3664-2628.

Teatro Governador Pedro Ivo

Bilheteria abre normalmente, das 14h às 20h.

:: Consulte a programação


Endereço: Localizado no Centro Administrativo do Governo 
Rodovia SC 401, Km 5, n° 4600 – Saco Grande – Florianópolis (SC)
Contato: (48) 3665-1630

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Fotos: Ricardo Wolffenbüttel / Secom

"É um relógio único no mundo", afirmou, emocionado, o artesão Geraldo Ziebarth, 81 anos, responsável pelo conserto de uma peça especial, patrimônio dos catarinenses: um relógio montado em 1943 e adquirido pelo Governo do Estado em 1945 durante o mandato de Nereu Ramos.

:: Mais imagens da montagem aqui

O relógio é praticamente todo feito em madeira de Imbuia, inclusive as engrenagens - o que é considerado algo raro. Apenas alguns eixos e parafusos são feitos com outros materiais metálicos. Os ponteiros e os números romanos são feitos em madeira de pau-marfim.

A estrutura levou mais de 11 anos para ser restaurada e, a partir desta sexta-feira, 8, poderá ser vista no Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, em Florianópolis. 

A peça ganhou notoriedade na imprensa dos anos 1940 por ser um relógio de alta precisão. Foi construído utilizando uma técnica tradicional da cultura alemã, com madeira entalhada e engrenagens que garantem a marcação das horas, da data e das fases da lua. O autor de montagem tão delicada e habilidosa foi Alvino Ziebarth, pai de Geraldo Ziebarth. 

Manualmente, ainda é possível registrar as estações do ano. A peça ficou por mais uma década sob os cuidados do artesão Geraldo, que ao longo dos últimos anos desvendou o sistema de funcionamento do relógio e confeccionou novas peças para substituir as que estavam estragadas. Tanto Geraldo, quanto o pai são de São Bento do Sul, no Norte de Santa Catarina.

Durante dois dias - 6 e 7 de novembro - o artesão montou o relógio no local onde ficará exposto: a Sala dos Governadores. O trabalho foi realizado com a precisão e a delicadeza que a peça exigia. A ação foi acompanhada por técnicos da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), órgão que administra o Museu Histórico de Santa Catarina. Ao fim do trabalho, o artesão recebeu um certificado de honra ao mérito pelos serviços prestados na preservação da memória catarinense.

A peça é chamada de “Relógio Histórico Alvino Ziebarth", em homenagem ao construtor. Integra o patrimônio do Governo do Estado de Santa Catarina (Casa Civil).

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expoartmhsc
Imagem: Divulgação

O Museu Histórico de Santa Catarina, sediado no Palácio Cruz e Sousa, recebe a Bienal Black Brazil Art, com o tema Mulheres (in)Visíveis. A mostra será aberta para visitação nesta sexta-feira, 8, na Sala Martinho Haro. A exposição coletiva faz parte do circuito da Bienal que terá atividades nas três capitais da região Sul.  As obras expostas foram escolhidas por meio de um processo de seleção.

A proposta é dar visibilidade à produção artística de mulheres anônimas, principalmente negras, por meio de um mapeamento das artes produzidas em todo o Brasil e no exterior. Para a curadoria da exposição, a bienal destaca trabalhos figurativos, narrativas sobre dor, violências, feminismo e a participação ativa nas artes visuais. "Com o objetivo claro de abrir a discussão para a arte de mulheres esquecidas pela sociedade, apresentamos trabalhos poderosos e pungentes de diversos artistas contemporâneos do país", resume a organizadora Patricia Brito.

A mostra terá obras de Ana Maria, Claudia Escobar, Fiamma Viola, Georgia Lobo, Isabela Saramago, Jessica Diskin, Julia Ferreira, Laia Orisa, MaiMi, Marcela Bruna, Marcelo Vale Rio, Mayara Smith, Michele Micha, Monique Cavalcanti (Gugie), Òkun, Susan Mendes, Tamara Maia, Vitoria Caroline.

Atividades paralelas à mostra estão sendo organizadas, como a Feira Afro Artesanal que será realizada nesta quinta-feira, 7, das 17h às 20h30, nos Jardins do Museu Histórico.

Serviço:

1ª Bienal Black Brazil Art
Visitação: de 8 de novembro a 1º de dezembro
Quanto: Ingresso R$ 5 (inteira) e R$ 2 (meia)
Local: Museu Histórico de Santa Catarina / Palácio Cruz e Sousa - Sala Martinho Haro (Praça XV de Novembro - Florianópolis)
Horário: de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h
Classificação indicativa 16 anos.

Feira Afro Artesanal 
Data: quinta-feira, dia 7
Local: Jardins do Museu Histórico de SC
Horário: das 17h às 20h30

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Foto: Márcio Henrique Martins / FCC

Como forma de estimular a leitura entre os mais jovens, a Biblioteca Pública de Santa Catarina vai premiar os leitores com idades entre 0 e 18 anos que mais fizeram empréstimos de títulos no setor Infantojuvenil durante 2019. O prêmio Estrela da Leitura será entregue no dia 30 de outubro, às 18h, no auditório da BPSC.

A iniciativa, que existe desde 2015, pretende estimular a leitura na infância. Além do reconhecimento, os leitores serão premiados em duas categorias: livros infantojuvenis (subdividida por faixa etária de 0 a 7 anos, de 8 a 11 anos e de 12 a 17 anos); e gibis de 0 a 18 anos. Serão premiados três leitores em cada faixa etária com um kit de livros e um na categoria gibis. Além disso, o primeiro lugar de cada faixa etária da categoria livros infantojuvenis também ganhará um par de ingressos para o parque Beto Carrero World.

Informações adicionais para imprensa
Fernanda Peres
Assessoria de Comunicação Fundação Catarinense de Cultura
Telefone: (48) 3664-2571
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Museu Histórico de Santa Catarina - Foto: Cristiano Estrela / Secom

A coordenação do Sistema Estadual de Museus de Santa Catarina (SEM), buscando aprimorar o levantamento de informações sobre as instituições museológicas no estado, promove campanha de atualização do Cadastro Catarinense de Museus. A ação tem como principais objetivos a elaboração do Guia de Museus de Santa Catarina e o lançamento do segundo Relatório do Cadastro Catarinense de Museus.

Para atualizar suas informações, os representantes das instituições devem preencher o formulário disponível no site da Fundação Catarinense de Cultura e enviá-lo para a análise do SEM. O Cadastro Catarinense de Museus é um instrumento da Política Estadual de Museus coordenado pelo Sistema Estadual de Museus. Apenas as instituições museológicas que tiverem o seu cadastro em adesão atualizado poderão usufruir o beneficio da divulgação no Guia de Museus de Santa Catarina.

Para mais informações: semsc@fcc.sc.gov.br

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