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Cerca de 5 mil imigrantes são atendidos diretamente pelo governo catarinense

Cerca de 5 mil imigrantes são atendidos diretamente pelo governo catarinense

Santa Catarina tem atualmente 5.762 imigrantes de 85 nacionalidades registrados no Cadastro Único (CadÚnico) da Assistência Social. São homens, mulheres e crianças que têm à disposição uma rede de serviços de saúde, educação e atenção básica mantida por profissionais no estado.

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O trabalho de pesquisa apresentado pela equipe da Gerência em Saúde Ambiental da Diretoria de Vigilância Sanitária Estadual foi premiado com Diploma de Honra ao Mérito na categoria de Vigilância em Saúde (concedido aos autores do melhor trabalho de cada área temática do âmbito do evento) no ENAAL 2019 - XXI Encontro Nacional e VII Congresso Latino-Americano de Analistas de Alimentos, concorrendo com outros 37 trabalhos de pesquisa de todo o Brasil.

A pesquisa premiada é intitulada “Vigilância da Fluoretação das Águas do Estado de Santa Catarina no período de 2015 a 2018 – VIGIFLUOR”, de autoria das servidoras Cristine Durante De Souza Silveira, Ana Cristina Pinheiro Do Prado, Michele Marcon Telles Prado e do servidor Fernando Da Silva Dos Santos.

Este trabalho está relacionado à fluoretação das águas provenientes de abastecimento público. Na literatura, são reportados efeitos preventivos do flúor para a integridade dentária, prevenindo a ocorrência da carie. Diante do exposto, a DIVS publicou legislação estadual para o teor ótimo de concentração do íon fluoreto na água destinada ao consumo humano, com um mínimo e máximo. Diferente do que reporta a legislação federal, não estabelecendo valor mínino.

Como resultado do trabalho desde a implantação da legislação estadual, ocorreu uma melhora nos valores de adequação referente ao íon fluoreto mínimo e máximo estabelecidos. Podendo resultar em uma redução de 20 e 40% a prevalência da cárie em adultos conforme mencionado na publicação.

Segundo a equipe premiada, o ENAAL foi uma oportunidade de troca de ideias e experiências com profissionais de diversas áreas de atuação, ficando lisonjeada com o premio recebido de Honra ao Mérito pelo reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos anos em Santa Catarina, com repercussão direta na saúde da população.

O desenvolvimento de todos os trabalhos apresentados pela DIVS, só foi possível pelas análises realizadas pelas equipes do Laboratório Central de Saúde/SC – LACEN, que atua como parceiro fundamental em vários programas de monitoramento (de produtos, água, medicamentos e alimentos) e respalda inúmeras coletas fiscais e tomadas de decisões da DIVS.

Além do trabalho premiado, a DIVS/SES/SC apresentou outros quatro trabalhos voltados à pesquisa e fiscalização sanitária, que listamos abaixo:

- Panorama do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) e Fiscalização no Estado de Santa Catarina. Equipe de pesquisadoras:  Michele Vieira Ebone, Sônia de F. Santos, Csele Vand Sand, Letícia Cândida Teixeira e  Juliany Cristine Geller Palavicini.

- Vigilância Sanitária no Monitoramento Microbiológico de Queijos Comercializados em Santa Catarina. Equipe pesquisadora: Sônia de F. Santos, Michele Vieira Ebone, Csele Vand Sand, Letícia Cândida Teixeira e Juliany Cristine Geller Palavicini.

- Monitoramento das Rotulagens de Produtos Alimentícios: Um olhar da Vigilância Sanitária de Santa Catarina. Equipe pesquisadora: Sônia de F. Santos, Csele Vand Sand, Juliany Cristine Geller Palavicini, Letícia Cândida Teixeira, Michele Vieira Ebone e  Renata Francinni de Oliveira Trilha.

- Requisitos Basilares para Empresas Fabricantes de Embalagens Plásticas Alimentícias: Migração e Legislações. Equipe pesquisadora: Sônia de F. Santos, Michele V. Ebone, Csele V. Sand e  Andréa C. S. Damian.

Emmanuelli Padilha - DIVS

Informações adicionais para imprensa:
Emmanuelli Padilha
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Sanitária de Santa Catarina - DIVS/SES/SC
E-mail: comunicacaodivs@saude.sc.gov.br 
Fone: (48) 3251-7931 / 98835-4543
Site: www.vigilanciasanitaria.sc.gov.br


Foto: Rosemberg Tártari / Cidasc

A Secretaria da Agricultura e da Pesca confirma 27 focos de raiva em herbívoros no estado. Eles estão em em 11 municípios catarinenses: Garopaba, Gravatal, Braço do Norte, Urussanga, Imaruí, Campos Novos, Rio Fortuna, Pedras Grandes, Biguaçu, Tijucas e Gaspar.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) reforça os trabalhos nestas regiões e pede a colaboração dos produtores rurais para que vacinem todos os bovinos e equinos.

O responsável pelo Programa de Controle da Raiva da Cidasc, Fábio de Carvalho Ferreira, explica que, nas regiões onde a vacinação é obrigatória (Canelinha, Biguaçu, Tijucas, São João Batista, Governador Celso Ramos e nos locais de foco), os produtores rurais devem apresentar a nota fiscal de compra da vacina ou o atestado de vacinação emitido por médico veterinário no escritório local da Cidasc. Os documentos podem ser cobrados em um momento de vistoria da propriedade.

Os médicos veterinários da Cidasc visitarão as propriedades rurais orientando os produtores sobre os riscos da doença e a importância da vacinação. Lembrando que a raiva é uma doença fatal que acomete mamíferos, inclusive seres humanos.

Sintomas

A raiva é transmitida por animais domésticos, animais de produção e animais silvestres, ataca o sistema nervoso central, causando mudança de comportamento, paralisia e em alguns casos, agressividade.

O animal doente elimina o vírus da raiva pela saliva, por isso não devemos colocar a mão na boca de cavalos ou bovinos que estejam com dificuldade de locomoção e/ou salivação intensa. Usualmente, a doença é transmitida através da mordida do animal infectado, mas o simples contato entre saliva e feridas abertas, mucosas e arranhões também propaga o vírus.

Caso seus animais tenham marcas de mordedura causada pelo morcego hematófago, comunique a Cidasc, mesmo que não estejam doentes.

Morcegos

Os morcegos hematófagos são os principais hospedeiros do vírus da raiva por via aérea na América do Sul, portanto mantenha sempre distância mesmo que estejam imóveis e aparentemente mortos. Em caso de acidente com um desses animais, procure um hospital ou posto de saúde mais próximo, relate o ocorrido e exija o tratamento adequado.

Avise ao médico veterinário da Cidasc se souber de algum local que possa abrigar morcegos hematófagos, tais como: cavernas; grutas; ocos de árvore; túneis; bueiros; passagem sob rodovias, cisternas e poços; casas e construções abandonadas. Nunca tente capturar um morcego, chame um profissional capacitado para removê-lo adequadamente.

Informações adicionais para a imprensa:
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48)-3664-4417/(48) 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br
www.facebook.com/AgriculturaePescaSC/


Diretora de Gestão da SED, Isabela Muller, entrega troféu ao professor Marcos Ferreira. Foto: Wallace Moraes / Sebrae

A etapa estadual do Prêmio Sebrae de Educação Empreendedora premiou professores de duas escolas da rede estadual de ensino de Santa Catarina. Os projetos foram destaques nas categorias Ensino Fundamental e Ensino Médio. O prêmio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) destaca iniciativas que valorizam o ensino e o empreendedorismo.

Na categoria Ensino Fundamental, o 3º lugar ficou com o projeto Água ainda temos, quer matar a sede?, do professor Marcos Antonio Ferreira, com colaboração de Michele Carlin Padilha Silveira e Paula Andressa Goetten , da Escola de Educação Básica Trinta de Outubro, de Lebon Régis. O projeto que tirou o 1º lugar nesta categoria foi a Bionatural Composteira, da professora Daiane Luchetta Ronchi de Almeida, da rede municipal de Pomerode, que já foi docente da rede estadual.

O 1º lugar da categoria Ensino Médio ficou com o projeto O Dia da Família na Escola, de Oscar Ruthes, com a colaboração de Alessandra Fischborn e Priscila Valentino Santos, da Escola de Educação Básica Holando Marcelino Gonçalves, de Jaraguá do Sul.

A diretora de Gestão da Rede Estadual da Secretaria de Estado da Educação (SED), professora Isabela Fornari Muller, destacou as ações do Governo do Estado para aprimorar a educação pública em Santa Catarina. “Em quatro meses de gestão, avançamos em pontos importantes e estamos com a agenda cheia, ouvindo os professores e diretores para fazer um ensino público de referência”, comentou.

O Programa Nacional de Educação Empreendedora existe desde 2013. E já contemplou cursos para mais de seis mil professores, em mais de 70 instituições parceiras de Santa Catarina. Os primeiros colocados de cada categoria concorrem na etapa regional Sul e, se classificados, irão disputar a etapa nacional do Prêmio, em setembro.

Informações à imprensa

André Santiago - (48) 3664-0454 / 99975-6810
Dafnée Canello - (48) 3664-0347 / 99682-6562
Sicilia Vechi - (48) 3664-0353 / 99132-5252
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Educação – SED

 

 Foto: Divulgação/ Secom

Com base nas argumentações da Procuradoria Geral do Estado de Santa Catarina (PGE/SC), desembargadores do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em julgamento realizado nesta quinta-feira, 30, afastaram a responsabilidade do Estado em ação indenizatória de servidora pública que alegava demora na concessão do ato de aposentadoria especial do magistério.

Na defesa, a PGE sustentou que, na época do pedido de aposentaria da servidora, em 2006, ainda não havia um entendimento consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da contagem do tempo fora da sala de aula para concessão da aposentadoria especial para professor, o que somente ficou claro em julgamento da ação direta de inconstitucionalidade 3.772, no ano de 2008.

Por essa razão, não se poderia reconhecer lesão ao direito da servidora, já que a análise administrativa do pedido de aposentadoria ocorreu anteriormente à definição do posicionamento pelo STF, defendeu o procurador do Estado, Felipe Wildi Varela, durante a sustentação oral realizada no TJSC. Além disso, a PGE ressaltou que, na época dos fatos, já havia legislação estadual que prevê a possibilidade de afastamento do servidor público enquanto aguarda a resposta ao pedido de aposentadoria, o que não foi requerido pela servidora.

“Importante destacar que o Estado não está negando o direito de aposentadoria ao servidor público, mas ressaltando a necessidade de respeito à legislação e à segurança jurídica. À época, ainda não havia entendimento do STF a respeito de quais funções poderiam ser consideradas para fins de aposentadoria especial. Sendo assim, não se pode considerar que as negativas de aposentadoria antes da definição do STF constituíram lesão a direito da servidora”, destacou Varela.

Participaram do julgamento os desembargadores da Quinta Câmara de Direito Público do TJSC, Vilson Fontana, Denise Souza Luiz Francoski e Artur Jenichen Filho. A decisão foi por unanimidade. Também atuou no processo a procuradora do Estado, Mônica Mattedi.

Processo 0058305-45.2012.8.24.0023

Informações adicionais: 
Maiara Gonçalves
Assessoria de Comunicação
Procuradoria Geral do Estado
comunicacao@pge.sc.gov.br
(48) 3664-7650 / 99131-5941 / 98843-2430

 Foto: Maurício Vieira/Secom

A Campanha de Vacinação contra a gripe exclusiva para os grupos prioritários acaba nesta sexta feira, 31. A partir de segunda-feira, 3 de junho, todo a população catarinense poderá procurar as unidades de saúde, nos municípios que ainda possuem doses disponíveis, para tomar a vacina contra a doença. A medida segue orientação do Ministério da Saúde (MS). No entanto, a imunização será feita a partir das doses que sobraram da Campanha, ou seja, sem nova remessa aos estados.

Em Santa Catarina, a cobertura vacinal entre os grupos prioritários está em 77,71%. A meta estabelecida pela Ministério de Saúde é de vacinar, pelo menos, 90% dessa população formada por: gestantes, mães até 45 dias após o parto, crianças entre seis meses a menores de seis anos, idosos com mais de 60 anos, indígenas, professores da rede pública e privada, trabalhadores de saúde, pessoas com comorbidades, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e profissionais das forças de segurança e salvamento.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), pois os representantes têm mais chances de ter complicações e até morrer em decorrência da gripe. Lia Quaresma Coimbra, gerente de imunização da DIVE/SC, vinculada à Superintendência de Vigilância em Saúde, ressalta a importância de alcançar a meta de 90% entre o público-alvo: “Os casos de gripe, na maior parte das vezes, são leves e se resolvem sem sequelas, mas nos grupos prioritários o caso pode complicar, gerar outras doenças e até mesmo levar à morte. Isso nos preocupa”.

Cobertura Vacinal Gripe (atualizada 30.05.2019)

- crianças (6 meses a menores de 6 anos): 71,17%
- gestantes: 66,76%
- trabalhadores da saúde: 67,83%
- mães até 45 dias após o parto:86,62%
- povos indígenas: 87,80%
- idosos com 60 anos ou mais de idade: 95,09%
- professores: 84,67%
- portadores doenças crônicas e condições especiais: 66,10%
- população privada de liberdade: 59,16%
- funcionários do sistema prisional: 49,31%
- profissionais das forças de segurança e salvamento: 36,49%
Cobertura total: 77,71%

Gripe em Santa Catarina

Segundo o último boletim divulgado pela DIVE/SC, até o dia 24 de maio de 2019, foram confirmados 66 casos de influenza em Santa Catarina: 53 pelo vírus A (H1N1), 11 pelo vírus A (H3N2), um aguardando subtipagem, e um pelo vírus Influenza B. 

Os municípios que apresentaram casos confirmados foram: Blumenau e Chapecó com 10 casos cada; Florianópolis com 7; Joinville com 6 casos;  Brusque, Itajaí e Jaraguá do Sul, com 3 casos cada; Balneário Camboriú, São José e Tubarão, com 2 cada; Armazém, Biguaçu, Braço do Norte, Camboriú, Criciúma, Flor do Sertão, Itaiópolis, Jacinto Machado, Lages, Maravilha, Navegantes, Palhoça, Penha, Pomerode, São Francisco do Sul, São João Batista, Tunápolis, com um caso cada; e um caso de paciente residente em São Paulo, mas que foi atendido em Santa Catarina. 

No mesmo período, foram confirmadas cinco mortes, todas pelo vírus influenza A (H1N1). Os cinco apresentaram algum fator de risco para o agravamento da doença. Um homem, de 52 anos, morador de Tubarão (portador de diabetes mellitus); uma mulher, de 79 anos, moradora de Blumenau (portadora de diabetes mellitus e doença neurológica crônica); uma mulher, de 48 anos, moradora de Jaraguá do Sul (portadora de diabetes mellitus e pressão alta); um homem, de 54 anos, morador de Brusque (tinha pressão alta e era fumante); uma mulher, 67 anos, morador de São Francisco do Sul (paciente tinha diabetes mellitus e doença renal crônica).

Cuidados e prevenção

Além da vacina, é recomendado adotar algumas medidas de prevenção para evitar a gripe: higienizar as mãos com água e sabão ou com álcool gel, principalmente depois de tossir ou espirrar; higienização depois de usar o banheiro; antes das refeições; antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz; evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies potencialmente contaminadas (corrimão, bancos, maçanetas etc), além de manter hábitos de alimentação saudáveis, com ingestão de líquidos e realização de atividades físicas.

Pessoas com influenza devem evitar contato com outras. Em caso de suspeita, o paciente deve procurar atendimento médico o mais rápido possível. O tratamento precoce com Oseltamivir (Tamiflu) reduz tanto os sintomas quanto a ocorrência de complicações da influenza e está disponível em todas as unidades de saúde e hospitais de Santa Catarina.

Saiba mais em: www.gripe.sc.gov.br 

Informações adicionais à imprensa:
Amanda Mariano
Bruna Matos
Patrícia Pozzo
Assessoria de Imprensa
Diretoria de Vigilância Epidemiológica de SC
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
Instagram: @divesantacatarina Facebook: Dive Santa Catarina
Fone: (48) 3664-7406/(48) 3664-7402/(48) 3664-7385
Site: www.dive.sc.gov.br

 

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