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Com a Palavra, o Governador - 17 de novembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 17 de novembro de 2017

O governador Raimundo Colombo fala sobre a ressocialização dos presos no estado, os resultados do agronegócio e o projeto piloto da Secretaria da Educação com a implantação do sistema de matrículas online.


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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo recebeu na tarde desta terça-feira, 11, no Centro Administrativo, em Florianópolis, documento do Comitê SC Biogás que resume o trabalho realizado para elaboração do plano SC Biogás. O objetivo é produzir energia alternativa, principalmente por meio de dejetos de suínos, para retirar do meio ambiente a biomassa produzida pela indústria agropecuária.


Foto arquivo: Ascom / Defesa Civil

O radar meteorológico, que será responsável pela cobertura do Sul de Santa Catarina, aguarda o despacho aduaneiro. Ele está no Porto de Itajaí desde a semana passada, quando chegou de navio dos Estados Unidos. Após finalizar essa etapa, o aparelho será montado num armazém em Florianópolis. Depois, será transportado até a sede em Araranguá, no Morro dos Conventos.

O radar móvel Sul é modelo "Banda X", fabricado pela empresa Norte Americana Enterprise Electronics Corporation. Ele vai cobrir cerca de 52 municípios de SC. O investimento do Governo do Estado, através da secretaria de Estado da Defesa Civil, é de R$ 3.401.222,00. Os recursos são do Pacto por SC, financiados pelo Banco do Brasil.

Informações adicionais para a imprensa
Cleiton Ferrasso
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Defesa Civil - SDS
Fone: (48) 3664-7009 / 99185-3889
E-mail: defesacivilsc@gmail.com
Site: www.defesacivil.sc.gov.br

 

 

 


Fotos: Detran/SC

O processo de prensagem de veículos com restrições judiciais, executado pela Comissão Estadual de Leilão do Detran/SC, chega à décima edição beneficiando municípios do Meio-Oeste. Nessa etapa, serão compactados 445 veículos inservíveis - carros, motos e motores - vinculados a processos judiciais e que foram liberados pelos juízes das comarcas de Caçador e Videira.

O objetivo é dar uma destinação ecologicamente correta aos veículos que estão há décadas nos pátios dos municípios, causando problemas de saúde pública e ao meio ambiente, entre outros fatores sociais e econômicos. Após a prensagem, eles serão reutilizados como matéria-prima na indústria siderúrgica.

A descontaminação se inicia nesta quarta-feira, 12, e a prensagem está prevista para o fim do mês. A descontaminação consiste na retirada do combustível, óleo do motor, extintor de incêndio, bateria e cilindro de gás natural de cada item, individualmente. Feito isso, a ação é concretizada com o amassamento dos veículos, que é realizado por uma empresa licitada, através de contrato de prestação de serviços firmado com a Secretaria de Estado da Segurança Pública.

Inicialmente, a equipe dos ferrosos da Comissão de Leilão, com o apoio da Delegacia Regional de Caçador, fez a avaliação, com a identificação e seleção dos veículos, e elaboraram um relatório detalhado de cada item. O documento seguiu para apreciação do respectivo juiz, que se manifestou positivamente à liberação dos veículos para prensagem.

“Entendemos que o pedido formulado deve ser acolhido prontamente, pois é uma iniciativa que visa resguardar a saúde pública e dar destino a bens abandonados, que atualmente apresentam-se como sucatas e focos de diversas doenças. Um trabalho merecedor de aplausos, dada a extensão dos direitos e interesses que serão protegidos com referida medida”, concluiu o juiz Rodrigo Dadalt, em visita ao pátio de Caçador.

Nesta operação, também será atendida a determinação do juiz de Videira, André Luiz Trentini, que deliberou a prensagem de 12 itens, como motores e blocos que estavam nas delegacias da comarca.

Integrante da Comissão de Leilão e coordenador dos ferrosos, o delegado Adalberto Safanelli ressalta a importância da conscientização no destino correto dos veículos inservíveis, bem como a possibilidade de solucionar um problema antigo: a superlotação dos pátios, além de contribuir para a preservação da questão ambiental, de saúde pública e vigilância sanitária.

“Estamos em tratativas para executar a ação em outras localidades, promovendo novos contatos com os municípios para avaliarmos a possibilidade de incluí-los no calendário de trabalhos deste ano”, frisou Safanelli.

A execução da ação é possível através da implementação da Lei nº 13.281/16.

Mais informações para a imprensa:
Janaina Guliato
Comissão Estadual de Leilão
Detran/SC
E-mail: janainaguliato@detran.sc.gov.br 
Fone: (48) 3665-8365

 

 


Arte: Ascom/Cidasc

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) está empenhada em eliminar a tuberculose dos rebanhos de Santa Catarina e reduzir as perdas de produtividade no campo.

Os bovinos com tuberculose são encaminhados para abate sanitário e o produtor que cumpre a legislação é indenizado pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa). Quanto mais rápido se encontrarem os animais positivos, menor é o prejuízo da propriedade e mais rápido é solucionado o problema.

Sobre a doença

A tuberculose é uma doença que atinge, principalmente, os bovinos e bubalinos e pode causar emagrecimento, tosse e queda na produção de leite. É comum a condenação de carcaça em abatedouros por achados de lesões sugestivas de tuberculose. A doença pode atingir outras espécies de animais, inclusive o homem.

A contaminação nos animais se dá de várias formas, seja pelo contato direto quando os animais se lambem, contato com a água e alimento contaminado por animal doente, quando o animal doente tosse perto de outro sadio, durante alimentação no cocho por contato direto e alimentação com soro de leite contaminado, pois o terneiro pode se contaminar ao mamar ou ao receber leite de outra vaca doente.

Para saber se os animais estão doentes, é preciso ficar atento a alguns detalhes, como a diminuição de produção leiteira nas fêmeas, tosse constante e resistente a tratamentos, além do emagrecimento na fase final da doença.

Suspeita da doença

Quando houver suspeita da doença, o produtor deve procurar um médico veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para realizar exames. Os escritórios da Cidasc possuem a lista dos nomes e contatos dos médicos veterinários habilitados.

O exame é feito mediante a duas visitas de um mesmo médico veterinário à propriedade. No primeiro dia, é feita uma inoculação no animal, depois de 3 dias, ocorre a segunda visita para fazer a leitura da reação em cada animal por meio de um equipamento apropriado.

Contaminação humana

A contaminação nos humanos se dá com contato direto com animais doentes, ao tomar leite cru ou comer queijo contaminado e ao abater/carnear animais com a doença.

Os principais sintomas nos humanos são tosse constante por mais de 3 semanas, emagrecimento, cansaço excessivo, febre baixa (geralmente à tarde) e sudorese noturna.

Como evitar a doença

Só compre animais que tenham exame negativo para tuberculose, faça exames em todo o rebanho para conhecer a situação de saúde dos animais, lave sempre as mãos após lidar com seus animais, ferva sempre o leite antes de beber ou de oferecer para algum animal e não alimente cães e gatos com leite cru, eles podem manter a doença na propriedade.

Não há vacina nem tratamento para animais com tuberculose. Os animais positivos devem ser sacrificados e os produtores podem solicitar indenização ao Fundesa.

Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose

O objetivo do Programa é diminuir ou até mesmo erradicar a prevalência e a incidência de casos de brucelose e tuberculose bovina e bubalina e certificar propriedades que ofereçam ao consumidor produtos de baixo risco sanitário. É realizada investigação de possíveis focos, por vigilância ativa, mediante a parceria com Agroindústrias do Setor Leiteiro (Laticínios).

Mais informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação – Cidasc
Fone: (48) 3665 7000
ascom@cidasc.sc.gov.br
www.cidasc.sc.gov.br
www.facebook.com/cidasc.ascom


Foto: Nilson Teixeira/Epagri

O Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), desenvolvido e difundido pela Epagri para promover uma agricultura mais limpa e sustentável, já pode ser reproduzido com facilidade no Brasil e no mundo. Isso porque a experiência passou a integrar a Plataforma de Boas Práticas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), um espaço de disseminação e compartilhamento de boas iniciativas replicáveis desenvolvidas na região Sul do Brasil. 

O SPDH é a oitava tecnologia da Epagri incluída na plataforma da FAO/ONU. O sistema se baseia na redução nos custos sociais, econômicos e ambientais das lavouras e no estímulo ao protagonismo dos agricultores. Tem como objetivo central a transição da agricultura convencional para a agricultura agroecológica respeitando três elementos básicos: o revolvimento localizado do solo, a diversificação de espécies pela rotação de culturas e a cobertura permanente do solo.

As primeiras experiências em SPDH foram realizadas em 1998, na Estação Experimental da Epagri em Caçador. Atualmente, o sistema é utilizado em mais de três mil hectares espalhados por todas as regiões do território catarinense. São mais de 1,2 mil agricultores que utilizam o plantio direto para produzir principalmente tomate, cebola, chuchu, brássicas (couve, repolho e brócolis), melancia e moranga.

A rápida disseminação e aceitação da tecnologia deve-se sobretudo aos bons resultados alcançados. O SPDH proporciona melhoria na qualidade e na uniformidade das plantas, com diminuição média de 35% nas perdas por questões de padrão de qualidade e produção. Reduz ou até pode zerar o uso de insumos e, consequentemente, o custo das hortas.

Outra grande vantagem do SPDH é a sua sustentabilidade. O uso da palhada protege e enriquece a terra cultivada. As taxas de infiltração de água no solo cultivado em SPDH chegam a ser três vezes maiores que no sistema convencional, eliminando problemas com erosão e melhorando a disponibilidade de água para as plantas, o que leva, entre outros resultados, à redução média de 80% no uso de água para irrigação.

Quem também ganha com o SPDH são os consumidores. Os alimentos produzidos no sistema são mais limpos, pois podem ser cultivados com pouco ou até nenhum agrotóxico. Assim, também chegam ao consumidor com maior valor biológico, impactando positivamente na segurança alimentar das comunidades catarinenses.

“É uma proposta de transição para toda a agricultura familiar dependente de insumos externos à propriedade, para sistemas mais limpos, equilibrados e autônomos”, descreve Marcelo Zanella, extensionista da Epagri em Florianópolis e o responsável por submeter a tecnologia à avaliação da FAO. Ele explica que o SPDH tem a preocupação de construir um caminho de transição do modelo de agricultura convencional para uma que produza alimentos limpos de agroquímicos, dentro do enfoque pedagógico de inclusão social.

Depois da boa experiência com hortaliças, a Epagri veio expandido o uso do Sistema de Plantio Direto no Estado. Suas bases técnicas, fundamentos e perspectivas têm produzido e adaptado conhecimentos para a fruticultura e a produção de grãos, além do manejo com animais de forma integrada e sistêmica nas propriedades, proporcionando também a produção limpa de carne, leite e derivados. 

O material sobre o SPDH, que já está disponível em português na plataforma da FAO/ONU, será em breve traduzido para inglês e espanhol.

>>> Conheça o SPDH na plataforma da FAO

Mais informações e entrevistas:
Marcelo Zanella, extensionista da Epagri em Florianópolis, pelo fone (48) 3665-5111

Informações para a imprensa:
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Isabela Schwengber, jornalista: (48) 3665-5407

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