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Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

O Governo do Estado realizou o Simulado Integrado de Resposta a Desastres. O treinamento, feito por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil, junto do Exército Brasileiro, durou quatro dias. Também participaram do exercício a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, as defesas civis municipais e o Samu. O principal objetivo é a capacitação dos profissionais e a integração das mais diferentes esferas do governo.

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Fotos: Jaqueline Noceti / Secom

O governador Raimundo Colombo participou neste sábado, 18, em Criciúma, do encerramento do 34º Congresso Estadual dos Despachantes de Trânsito de Santa Catarina. O evento que reuniu cerca de 1,5 mil pessoas é organizado pela Associação dos Despachantes de Trânsito do Estado de Santa Catarina (Adotesc) e visa a integração e troca de informações entre os profissionais da área em todo o Estado.

“Estamos aqui para reconhecer todo esse trabalho prestado em favor da sociedade. Somos um dos estados mais bem organizados, que presta o melhor serviço na área. Passamos uma crise muito grande no Brasil e aqui em SC os resultados foram melhores e isso se deve a organizações como a Adotesc que conseguiu contribuir para trazer resultados e superar as dificuldades. Um trabalho bem feito e com muita eficiência”, disse o governador.


Fotos: Saul Oliveira / SOL

O coordenador-geral de Apoio ao Crédito do Ministério do Turismo, Marcelo Moreira, acompanhou nesta sexta-feira, 17, o andamento das obras do Centro de Eventos de Balneário Camboriú, que está sendo construído no km 137 da BR-101, sentido Sul. Com cerca de 75% da obra física concluída, o gestor ficou impressionado com o que viu e disse que o empreendimento está entre as obras consideradas prioritárias e com garantia de recursos pelo governo federal. 

"Foi muito importante vir a Balneário Camboriú nesta sexta-feira. Em Brasília, acompanhamos a obra por meio de relatórios que a Caixa Econômica Federal nos encaminha, mas que traduzem uma visão muito fria sobre o empreendimento. Quando a gente chega aqui, encontra uma obra belíssima, adiantada, bem conduzida. Reforça nossa felicidade de estar contribuindo com este empreendimento", afirmou Moreira.


Foto: James Tavares / Secom

A penitenciária Regional de Curitibanos, em São Cristóvão do Sul, que tem 100% dos presos trabalhando, o bom desempenho do agronegócio com as exportações e a implantação do sistema online de matrículas na rede pública estadual, foram os principais temas do programa Com a Palavra, o Governador, desta sexta-feira, 17.

Raimundo Colombo destacou que a ressocialização é um grande diferencial do sistema prisional de Santa Catarina. “Os detentos aprendem uma profissão. Isso representa grande chance para a reconstrução da vida. É a humanização do sistema e os resultados são bons”, disse o governador.



A penitenciária Regional de Curitibanos conta com 19 mil metros quadrados de área com pavilhões industriais. São 839 detentos em atividades laborais como cuidados com a horta, fabricação de móveis, brinquedos, lajotas, tubos, cadeiras, caixas de embalagens para frutas e blocos de concreto. As unidades de produção são construídas pelas próprias empresas conveniadas. São 10 convênios com empresas privadas e duas prefeituras municipais.

O governador também falou dos resultados do agronegócio catarinense. Somadas as receitas com as exportações de carne de frango e suína em 2017 passam de US$ 2,08 bilhões – 11,6% a mais do que no mesmo período do último ano. “O aumento da exportação fez com que houvesse melhoria no dinamismo na economia, geração de empregos e fortalecimento de toda cadeia produtiva. Temos que parabenizar todos os produtores, as indústrias e as cooperativas que conseguiram gerar essa riqueza para Santa Catarina e para o Brasil”.

Outro assunto abordado foi o projeto-piloto do sistema online de matrícula nas escolas estaduais para o ano letivo de 2018. A primeira cidade a ser contemplada será Florianópolis, com oito mil matriculas. Os pais poderão fazer a matrícula pela internet e, depois, entregar os documentos na escola. “Eu não tenho dúvida que vai melhorar para as escolas e para as famílias. Num primeiro estágio é um período experimental em Florianópolis, mas vencendo a fase de teste vamos implantar nas outras unidades”, destacou o governador.

A entrevista completa está disponível nos canais oficiais do Governo no Vimeo e no Youtube. A versão, em áudio pode ser acessada pela Rádio Secom.

Informações adicionais para a imprensa:
Elisabety Borghelotti
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: bety@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3014 / 98843-5460
Site: www.sc.gov.br
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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo reuniu o colegiado de secretários executivos das Agências de Desenvolvimento Regional para apresentar as conquistas de Santa Catarina ao longo de 2017 e os encaminhamentos para o fechamento do ano. O encontro realizado nesta sexta-feira, 17, em Lages também contou com a participação dos secretários de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa e da comunicação, João Debiasi e dos assessores de comunicação ADRs.

A reunião teve um tempo reservado ao debate para aprimorar estratégias e posicionamentos do Governo do Estado para o próximo ano.
"É um momento importante para trocarmos ideias, discutirmos os desafios e, principalmente, partilharmos o que deu certo, porque Santa Catarina tem bons indicadores e foi um exemplo de superação em meio à maior crise econômica e política do país", disse Colombo na abertura da reunião.


Foto: James Tavares / Secom

Combater o mosquito Aedes aegypti é a melhor estratégia para evitar a dengue, bem como a febre do chikungunya e a zika, que também são transmitidas por ele. “Para evitar as doenças, é preciso combater o vetor, eliminando ou adequando depósitos e recipientes que possam acumular água parada, servindo como potenciais criadouros e, com isso, evitando o estabelecimento de focos”, reforça Eduardo Macário, diretor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (Dive). No Dia Nacional de Combate à Dengue, celebrado neste sábado, 18, ele faz um alerta para toda a população para que redobre a atenção na vistoria em casa e locais abertos para evitar a formação de criadouros.

“Com a redução do número de casos de dengue e de zika no Brasil, o tema perdeu espaço, e isso provocou uma falsa sensação de que o problema já passou. No entanto, as condições para o estabelecimento de epidemias continuam e, em alguns casos foi até piorada. Basta haver um aumento na circulação viral no Brasil para que tenhamos, sim, risco de casos autóctones em Santa Catarina”, enfatiza Eduardo Macário, referindo-se ao aumento de 53,2% no número de focos de Aedes aegytpi identificados este ano em Santa Catarina em relação ao mesmo período de 2016.

Até o dia 11 de novembro, 9.953 focos foram identificados em 142 municípios. Neste mesmo período do ano passado, foram registrados 6.498 focos, em 133 municípios. Em relação às doenças, foram confirmados 13 casos de dengue, 32 de febre de chikungunya e um de zika vírus até o dia 11 de novembro. 

A mobilização da população é peça-chave para o sucesso do programa, de acordo com Eduardo Macário. “É importante promover a limpeza semanal de calhas, bem como verificar regularmente o quintal e seu entorno para identificar os riscos para estabelecimento de potenciais criadouros”, ressalta.

Situação de alto risco

O aumento do número de focos de Aedes aegypti em Santa Catarina deve-se, segundo ele, a uma série de fatores, climáticos, ambientais, sociais e de gestão. Dentre eles estão problemas de infraestrutura, como abastecimento de água, esgotamento sanitário e coleta de resíduos sólidos, favorecendo o acúmulo de água parada e, consequentemente, oferecendo as condições propícias para a proliferação do mosquito; e a mudança climática. “À medida que temos um inverno cada vez menos rigoroso, com temperaturas acima das médias históricas, o Aedes aegypti passa a ter condições propícias para desenvolver o seu ciclo durante o ano inteiro. Por isso, é fundamental a ação de eliminação de criadouros durante todo o ano”, explica.

Outro desafio no combate ao Aedes aegypti é a fiscalização dos estabelecimentos residenciais e comerciais, públicos e privados para aplicação da legislação vigente (Lei Estadual 15.243/2010, alterada pelas Leis 16.871/2016 e 17.068/2017). “É obrigatório realizar a cobertura e a proteção adequada de pneus novos, velhos, recauchutados, peças, sucatas, carcaças e garrafas, bem como de qualquer outro material que se encontre nos estabelecimentos, para que não fiquem expostos a céu aberto, evitando o acúmulo de água da chuva”, explica Eduardo.

Segundo ele, a fiscalização deve ser mais intensiva sobre os chamados Pontos Estratégicos - borracharias, ferros-velhos, depósitos e floriculturas – que oferecem maior risco para a proliferação do mosquito. Em caso de descumprimento, o proprietário do estabelecimento poderá sofrer as sanções previstas em lei, como­ advertência e multa; interdição do local para cumprimento das recomendações sanitárias; suspensão temporária da autorização de funcionamento; e até cassação da autorização de funcionamento.

Saiba mais sobre as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e sobre as formas de prevenção em www.dengue.sc.gov.br

Informações adicionais para a imprensa:
Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br


 

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