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Paratletas conhecem trabalho dos bombeiros - 24/07/2017

Paratletas conhecem trabalho dos bombeiros - 24/07/2017

Um encontro entre os alunos do curso de Cabo do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina e os paratletas do Instituto Paulo Escobar resultou em um dia emocionante. Durante três horas, o grupo conheceu técnicas de salvamento e resgate de vítimas, uma experiência de inclusão social importante para pessoas com necessidades especiais. Foram cinco oficinas realizadas, proporcionando atividades muito diferentes da rotina dos paratletas.

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Foto: Claudia de Conto/Fatma

A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca (SAR), a Fundação do Meio Ambiente (Fatma), e o Banco do Brasil assinaram nesta quarta-feira, 2, um termo de cooperação para fomentar a liberação de financiamento para suinocultores pelo plano Safra 2017/2018 e 2018/2019. O acordo entre as três instituições permite que os produtores liberem o crédito do programa com a apresentação do protocolo de pedido de licenciamento ambiental na Fatma.

O termo é similar ao assinado em 2016, mas o atual foi estendido até dezembro de 2018. “A Fatma emitiu mais de quatro mil licenças para o setor no ano passado. A atividade requer uma rigorosa análise ambiental e, por mais que se atue com empenho, nem sempre conseguimos emitir os pareceres sobre as licenças com a agilidade que o produtor precisa. Com esse acordo, o produtor garante o financiamento e dá tempo para que o suinocultor faça as adequações necessárias no processo de licenciamento e atue dentro da legislação ambiental”, explica o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates.

Para o secretário da Agricultura do Estado, Moacir Sopelsa, essa é uma ação importante e que demonstra o esforço do Governo do Estado em apoiar um setor que produziu 969 mil toneladas de proteína animal em 2016. “É um incentivo ao agronegócio, sem deixar de lado a preservação do meio ambiente Esse acordo permite que os suinocultores invistam em suas propriedades com mais tranquilidade. É uma ação que pode ser replicada em outros setores e que pode facilitar a vida dos produtores rurais”, afirma o secretário.

Plano Safra

No final de maio, o Governo Federal anunciou liberação de R$ 30 bilhões em créditos para produtores rurais familiares. O Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2018 contempla a regularização fundiária de imóveis rurais, comercialização, assistência técnica e extensão rural. O programa é voltado para os agricultores que possuem Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Apoio a Agricultura Familiar (Pronaf). Em Santa Catarina, 87% dos estabelecimentos agropecuários economicamente ativos são classificados como de agricultura familiar.

Mais informações para a imprensa:
Claudia De Conto
Assessoria de Comunicação
Fundação do Meio Ambiente (Fatma)
E-mail: comunicacao@fatma.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-4177 / 99172-8277 / 98845-7087 
www.fatma.sc.gov.br 

Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca
Ana Ceron
Luiz Henrique Monticelli
Assessoria de Imprensa
Fone: (48) 3664-4417 / 3664-4418 / 98843-4996
imprensa@agricultura.sc.gov.br


Foto: Selmo Luciano Córdova Silveira/Escola Valmir Omarques Nunes

O Governo do Estado inaugura nesta quinta-feira, 3 de agosto, a escola de ensino médio Valmir Omarques Nunes, em Bom Retiro, na Serra catarinense. O ato deverá contar com a presença do governador do Estado, Raimundo Colombo, e o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps, e será realizado às 10h no Auditório da Escola.


Foto: Fabio de Almeida/Escola Valmir Omarques Nunes

Com capacidade para 700 alunos, a escola atende atualmente de 216 estudantes. Ela iniciou as atividades em fevereiro de 2017, com os cursos técnicos em agropecuária e informática, além do ensino médio regular. Os cursos técnicos na modalidade EMIEP – Ensino Médio Integrado ao Ensino Profissionalizante em período integral, foram definidos a partir de uma comissão que realizou um levantamento de demandas na região para a definição dos cursos e audiência pública.


Foto: Fabio de Almeida/Escola Valmir Omarques Nunes

Com um investimento de R$ 8,2 milhões, através do Fundo Nacional de Desenvolvimento para a Educação - FNDE e do Pacto por Santa Catarina, a Escola possui 5,9 mil metros quadrados de área construída e dispõe de 12 salas de aula, sete laboratórios, sendo dois de informática, matemática, química, física, biologia e línguas. Conta ainda com um teatro arena e um auditório com capacidade para 220 pessoas e o Centro Esportivo e Cultural (Ginásio de Esportes), que inclui arquibancadas, palco, sala de jogos e infraestrutura dos vestiários. O prédio possui centro de convivência, biblioteca com dois pisos e centro administrativo integrado com professores.


Foto: Fabio de Almeida/Escola Valmir Omarques Nunes

A escola já iniciou levantamento de demandas para os cursos de Enfermagem e Vestuário, com o objetivo de ofertá-los no próximo ano letivo. A unidade escolar poderá receber alunos dos municípios da ADR São Joaquim: Bom Retiro, Urubici, Rio Rufino, Bom Jardim da Serra, Urupema e São Joaquim, além dos municípios vizinhos: Alfredo Wagner, Chapadão do Lageado, Bocaina do Sul e Petrolândia, na formação do ensino profissionalizante através da oferta dos cursos técnicos de Agropecuária e Informática em período integral.

O gerente regional de Educação, Murilo Fontanella Vieira, destaca a importância de uma escola com uma estrutura para atender toda a região. “Os cursos técnicos de Agropecuária e Informática são destaque e já trabalhamos para a realização de cursos em outras áreas. Queremos ofertar cursos e manter nossos jovens na região”, ressaltou o gerente.

A escola recebe o nome de Valmir Omarques Nunes, também conhecido como Lélo. Natural de Bom Retiro, ele trabalhou como sapateiro na sua adolescência e formou-se em Contabilidade, atuando por dez anos como tesoureiro do Hospital Nossa Senhora das Graças. Também foi professor do curso técnico em contabilidade da EEB Alexandre de Gusmão. Atleta e diretor da CME de Bom Retiro por 15 anos, Valmir teve grande parte de sua vida dedicada ao voluntariado. Faleceu em 2011, aos 59 anos de idade.

Informações adicionais para a imprensa:
Elenise Melo Nunes
Assessoria de Comunicação
Agência de Desenvolvimento Regional de São Joaquim
E-mail: imprensa@sjq.sdr.sc.gov.br 
Telefone: (49) 3233-8301 / 99102-5054 / 99148-1016
Site:sc.gov.br/regionais/saojoaquim


Foto: Divulgação / Epagri 

O processo para obtenção da Indicação Geográfica (IG) do Queijo Artesanal Serrano (QAS) entra em sua fase final nesta semana. Na sexta-feira, 4, haverá em Lages o Seminário de Indicação Geográfica, quando será entregue ao Instituto Nacional de da Propriedade Industrial (INPI) o dossiê que reúne toda a documentação, que vai embasar a avaliação da instituição sobre concessão ou não da Indicação. O evento ocorre no Orion Parque Tecnológico, a partir das 14h30.

A Indicação Geográfica é uma forma de valorização do produto de uma região ou território, cuja procedência adquiriu notoriedade em decorrência do modo de fazer, das características ambientais locais e outros fatores. O champanhe é um exemplo clássico de IG. No caso do QAS, produtores e suas associações definiram por solicitar uma IG na modalidade de Denominação de Origem (DO). Caso seja concedida pelo INPI, essa será a primeira certificação desta natureza para queijos do Brasil.

A entrega do dossiê aos representantes da INPI será feita pela Federação das Associações de Produtores de Queijo Artesanal Serrano de SC e RS (Faproqas), que é a instituição que demandou a obtenção da certificação. Todo o processo de solicitação da IG foi coordenado pela Epagri - através de sua Gerência Regional e Estação Experimental de Lages - e Emater Rio Grande do Sul. Participaram também produtores e suas entidades representativas, além de diversas instituições. O trabalho teve apoio financeiro e técnico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A região geográfica delimitada como produtora do QAS, denominada Campos de Cima da Serra, compreende 18 municípios da Serra Catarinense e 16 da região nordeste de altitude do RS, totalizando 34 mil quilômetros quadrados. São aproximadamente 3,5 mil pecuaristas familiares que produzem o queijo, utilizando somente leite da propriedade. Ele faz parte da tradição, da alimentação e da renda das famílias da região desde 1.700. É um pedaço da história que reúne características únicas, como o saber fazer que cruzou o Atlântico com os portugueses e que vem sendo transmitido de geração a geração por mais de dois séculos. Além disso, é produzido num território com características de solo e de clima que são únicas no Brasil, caracterizando-se como um produto terroir, sem possibilidades de ser produzido da mesma forma em outras regiões.

“O QAS é a principal fonte de renda para milhares de agricultores locais. Mas produtores de outras regiões do Sul do Brasil, que não reúnem as características necessárias, têm denominando o seu produto com queijo serrano”, explica Ulisses de Arruda Córdova, pesquisador da Estação Experimental da Epagri em Lages, justificando a necessidade de fortalecer a identidade do queijo que sai dos Campos de Cima da Serra.  

A Faproqas saiu em busca da IG com objetivos claros, entre eles aumentar o valor agregado ao produto. Eles esperam que a concessão da Indicação também estimule investimentos na área de produção, com valorização das propriedades, apoio ao turismo, elevação do padrão tecnológico e oferta de emprego. Criar vínculo de confiança com o consumidor, aumentar a competitividade no mercado e evitar a concorrência desleal também são metas a serem alcançadas com a certificação.

Além destas e de outras vantagens técnicas e econômicas, a concessão da IG do queijo artesanal serrano vai dar uma contribuição inédita para a preservação de valores culturais e históricos dos moradores dos Campos de Cima da Serra.

Serviço

  • O que: Seminário de Indicação Geográfica (IG) e entrega do dossiê final para solicitação da Indicação Geográfica do Queijo Artesanal Serrano;
  • Quando: sexta-feira, 4 de agosto, a partir das 14h30;
  • Onde: Orion Parque Tecnológico ;
  • Informações e entrevistas: Ulisses de Arruda Córdova, pesquisador da Estação Experimental da Epagri em Lages: 49 99142580 / Andréia de Fátima de Meira Batista F. Schlickmann, extensionista da Epagri em Lages: (49) 32896426.

Informações para a imprensa:
Gisele Dias, jornalista: (48) 99989-2992 / 3665-5147
Isabela Schwengber: (48) 3665-5407


Reunião com a cidade de Fuzhou, na China - Fotos: Rafael Paulo / SAI

Os governos da Província de Fujian e da Ilha de Pingtan, no litoral Sul da China, apresentaram nesta segunda e terça-feira, 1° e 2 de agosto, o interesse em firmar acordos de irmanamento com Santa Catarina e com Florianópolis, respectivamente. A proposta foi revelada ao consultor geral da Secretaria de Assuntos Internacionais (SAI), Marcelo Trevisani, que representa o governador Raimundo Colombo na missão à China.

"Santa Catarina e Fujian não são muito diferentes: temos um grande potencial turístico, contamos com muitas belezas naturais, somos parada obrigatória de rotas comerciais marítimas, buscamos a inovação para as nossas cadeias produtivas e, principalmente, estamos abertos para cooperações e parcerias com o mundo", avaliou Trevisani.


Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira promoveram na manhã desta quarta-feira, 2, em Florianópolis, reunião com o colegiado pleno do governo para tratar de medidas que buscam a manutenção do equilíbrio das contas públicas neste ano. “Há um esforço muito grande dentro do governo para continuarmos produzindo ações que permitam o equilíbrio fiscal e a manutenção de todos os serviços. Agora precisamos organizar bem estes próximos cinco meses para fechar bem o ano, com absoluto equilíbrio, o que exige a colaboração de todos”, afirmou Colombo.

Participaram do encontro, realizado da Casa d’Agronômica, os secretários de Estado, diretores de empresas e autarquias do governo e os secretários executivos das Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs). “O primeiro semestre foi muito difícil, muito duro, a arrecadação não está crescendo e as despesas são muito maiores, por isso tem que haver esse equilíbrio, esse cuidado. E é exatamente isso que estamos fazendo, cortando despesas. Esse trabalho tem que ser de toda a equipe”, acrescentou o governador.

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