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Com a Palavra, o Governador - 17 de novembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 17 de novembro de 2017

O governador Raimundo Colombo fala sobre a ressocialização dos presos no estado, os resultados do agronegócio e o projeto piloto da Secretaria da Educação com a implantação do sistema de matrículas online.

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Fotos: Rafael Paulo/SAI

O bailarino e coreógrafo russo Vladimir Vasiliev recebeu, nesta sexta-feira, 1º de dezembro, a Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique pela sua contribuição para a instalação da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil em Santa Catarina. A homenagem foi entregue pelo secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond, na sede da instituição em Joinville.

“A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil representa uma ponte que ligará para sempre Rússia a Santa Catarina e a Joinville. Temos muito orgulho no Governo do Estado por Santa Catarina sediar a Escola fora da Rússia”, disse Virmond.

Considerado no mundo do balé como o “Deus da Dança”, Vasiliev agradeceu a homenagem enaltecendo o trabalho da Escola para a divulgação do balé no Brasil. “Essa homenagem entendo como homenagem conjunta a todos os colaboradores da Escola ao longo dos anos. Muitos formados [na Escola] estão espalhados pelo muito inteiro trazendo glória para a Escola e para o Brasil, hoje famoso não só pelo futebol, mas também pelo seu balé”.

Joinville - Medalha homenageia bailarino que ajudou a trazer o Bolshoi para o Brasil

A Escola do Teatro Bolshoi no Brasil funciona em Joinville desde o ano 2000. “A escola se tornou um rio florescente que une o Brasil, a Rússia e o mundo”, classificou Vasiliev. O presidente da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, Valdir Steglich, concorda com a visão de coreógrafo russo. Steglcih destacou que a instituição “tanto orgulha as relações das duas nações”.

A Medalha do Mérito Governador Luiz Henrique da Silveira foi criada pela Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais em 2015. “Esta é a sexta medalha que entregamos para aqueles que engrandecem as relações internacionais de Santa Catarina”, lembrou o secretário Virmond, que narrou o processo conduzido pelo governador Luiz Henrique e por Vasiliev entre 1996 e 1999, culmindando com a instalação da Escola na cidade catarinense.

Em 1996, o Cia. Do Teatro Bolshoi se apresentou no Festival de Dança de Joinville. Na ocasião, Luiz Henrique da Silveira se aproximou de Vasiliev, então diretor do balé na Rússia. Após três anos de conversas, os catarinenses superaram americanos e japoneses de conseguiram conquista a fial da escola. “Se não fosse por Luiz Henrique da Silveira, hoje não estaríamos aqui. Ele e vocês deram uma vida para muitas gerações de bailarinos”, recordou Vasiliev. A viúva de Luiz Henrique da Silveira, Ivete Apel da Silveira, também participou da homenagem.

Mais informações para a imprensa:
Rafael Paulo
Assessoria de Comunicação
Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais
E-mail: rafael@sai.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-2214 / 99952-4504


Foto: James Tavares / Secom

Os números do programa SC Rural foram o destaque da entrevista com o governador Raimundo Colombo, desta sexta-feira, 1º de dezembro. Em sete anos, numa parceria entre o Governo do Estado e o Banco Mundial, foram investidos US$ 189 milhões nas ações desenvolvidas pelo programa para levar infraestrutura, tecnologia, qualidade de vida e capacitação para famílias e jovens dos meios rural e pesqueiro em todo o Estado.

“É impressionante o desempenho dos produtores que se associaram a este programa. O resultado é fantástico, sobretudo porque ajuda o pequeno produtor, a pequena cooperativa, que passam a ter uma renda cada vez melhor. Fortalece o nosso modelo e ajuda Santa Catarina a crescer”, disse o governador Raimundo Colombo.

Os outros temas da entrevista são a abertura do mercado das Filipinas pra a carne produzida no Brasil, e consequentemente SC, e a autorização para as obras de implantação do Sistema Integrado de Esgotamento Sanitário (SES) dos municípios de Piratuba e Ipira, no Meio-Oeste do Estado. O investimento de R$ 11 milhões vai permitir a coleta e o tratamento de esgoto em 61,6% da área urbana de Piratuba e 29,4% de Ipira.

A íntegra do programa está disponível nos canais oficiais do Governo no Vimeo e no Youtube. O áudio pode ser acessado pela Rádio Secom.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
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Crédito: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

Em breve, Angola estará produzindo três variedades de milho desenvolvidas pela Epagri: SCS154 Fortuna, SCS156 Colorado e SCS155 Catarina. É que a empresa vendeu 4,6 toneladas de sementes para a fazenda Kambonbo, que fica no país africano. O embarque deve acontecer nesta sexta-feira, 1, no Porto de Navegantes.

O interesse da fazenda angolana pelos milhos da Epagri se dão por suas características genéticas. A legislação do país proíbe o cultivo de milho híbrido. A sementes da Epagri são variedades de polinização aberta (VPA). Também chamadas de varietal ou variedades melhoradas, essas sementes são resultado de cruzamentos de diversos tipos de cultivares, que podem ser materiais crioulos, variedades melhoradas ou híbridos. O importante é que tenham as características desejadas para a nova planta.

Uma das características que diferencia o milho varietal é sua maior plasticidade, ou seja, tem mais variabilidade genética. Ele pode sofrer com oscilações climáticas, doenças e pragas, mas apresenta mais estabilidade que o híbrido, evitando perdas maiores de safra. No caso dos híbridos, como as plantas são geneticamente muito parecidas, terão reações similares a situações de estresse, gerando perdas maiores.

Foram necessários pelo menos 12 anos de estudos para se chegar a cada um dos cultivares, desenvolvidos pelo Centro de Pesquisa para Agricultura Familiar (Epagri/Cepaf), que fica em Chapecó. O Fortuna foi lançado em 2006. Em 2009, chegou ao mercado o Catarina e, em 2010, o Colorado. Os milhos variedade da Epagri têm potencial de rendimento muito alto, semelhante ao híbrido, acima de 10.000kg/ha, alguns chegam a 12.000kg/ha.

Negociação

A negociação entre a fazenda Kambonbo e a Epagri foi intermediada pela Merina Intercommerce Services, de Joinville. Genival Corrêa, sócio da empresa, conta que o proprietário da fazenda conheceu os milhos VPA da Epagri em eventos agrícolas do Brasil e fez a encomenda à empresa joinvilense.

Segundo Genivaldo, a Kambonbo é uma fazenda que emprega alta tecnologia para produzir principalmente milho para fubá, soja, feijão e batata inglesa. Com as 4,6 toneladas de sementes compradas da Epagri, eles poderão semear 230 hectares de milho.

A Epagri faturou R$ 27,6 mil com a negociação da semente, que foi comercializada ao preço de R$ 6 o quilo, o mesmo valor praticado nas vendas aos agricultores catarinenses. O baixo custo da semente - até cinco vezes mais barata que uma híbrida – é um dos diferenciais do milho VPA.

Em Santa Catarina, os milhos varietais da Epagri são plantados principalmente no Sul do estado e na região de Rio do Sul.

>>> Saiba mais sobre os milhos VPA da Epagri 

Informações e entrevistas

  • Alberto Höfs, melhorista genético de milho da Epagri/Cepaf, pelo fone (49) 2049-7513
  • Genival Corrêa, sócio da Merina, pelo fone (48) 99119-3992

Mais informações para a imprensa:
Gisele Dias
Assessoria de imprensa 
Epagri
Fone: (48) 3665-5147 / 99989-2992
E-mail: giseledias@epagri.sc.gov.br
Site: www.epagri.sc.gov.br


Foto: James Tavares/Secom

No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado em 1º de dezembro, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) alerta para o crescimento do número de casos de infeções pelo HIV, o vírus da Aids, especialmente entre os adultos jovens. Desde 2014, quando a infecção pelo HIV passou a ser de notificação obrigatória, o número de casos entre pessoas de 20 a 34 anos saltou de 757 para 1.051, em 2015, e para 1.080, em 2016. Esse grupo corresponde a 54% do total de 1.974 casos de HIV registrados no estado no ano passado, de acordo com os dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) da SES/SC.

“Esses dados indicam duas realidades distintas. Por um lado, estamos ampliando o diagnóstico precoce do HIV, a partir da maior adesão de gestores, profissionais de saúde e cidadãos ao Teste Rápido. Por outro, comprovamos que a maioria das pessoas continua se descuidando da prevenção, ou seja, não está usando preservativo nas relações sexuais”, considera Dulce Quevedo, gerente de Vigilância das DST/Aids e Hepatites Virais da Dive. 

A afirmação é comprovada pelos resultados preliminares do Estudo POP-Brasil: resultados e ações para o enfrentamento da infecção pelo HPV, realizado pelo Ministério da Saúde e divulgado esta semana. Na pesquisa, somente cerca da metade dos participantes (51,5 %), com idade média de 20,6 anos, disseram usar camisinha rotineiramente e apenas 41,1 % fizeram uso na última relação sexual.  

Segundo Dulce, apesar de todos os avanços em pesquisas e métodos de prevenção, o uso da camisinha - masculina e/ou feminina - continua sendo a forma mais simples e eficiente de proteção contra o HIV. “E, também, previne outras 11 infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis, hepatites virais e gonorreia”, complementa Dulce.

Em relação aos casos de HIV notificados em 2016, o segundo grupo com maior incidência foi o de pessoas de 35 a 49 anos (578), seguido pelos grupos de 50 a 64 anos (192), 15 a 19 anos (92), 65 a 79 anos (30) e de 10 a 14 anos (2). A região com o maior número de casos foi a Grande Florianópolis (517), seguida pela região da Foz do Vale do Itajaí (407) e pelo Médio Vale do Itajaí (231).

A relação entre o HIV e a Aids

É importante destacar que nem todas as pessoas infectadas pelo HIV terão Aids a médio ou curto prazo. Porém, mesmo sem desenvolver a doença, a pessoa portadora do vírus HIV poderá transmiti-lo. “A doença pode demorar até dez anos para se manifestar. Ao desenvolver a Aids, o HIV inicia um processo de destruição de um dos tipos de glóbulos brancos do organismo da pessoa doente, os linfócitos T CD4 (ou simplesmente CD4). Como esses glóbulos brancos fazem parte do sistema imunológico (de defesa) dos seres humanos, sem eles, o doente fica desprotegido e várias doenças oportunistas podem surgir e complicar a saúde da pessoa, e que serão responsáveis pela morte do paciente não tratado”, explica o médico infectologista Eduardo Campos de Oliveira, técnico da Dive/SC.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico do HIV, mais cedo será iniciado o tratamento contra a Aids. E isso tem ocorrido em Santa Catarina, na avaliação da gerente de DST/Aids e Hepatites Virais da Dive. “Verificando a redução do número de casos e de óbitos por Aids no estado, consideramos que as pessoas estão aderindo mais ao tratamento precoce”, avalia Dulce Quevedo. De acordo com os dados epidemiológicos, o número de novos casos de Aids vem caindo na última década. O total de novos casos notificados em 2016 (1.600) é o menor dos últimos dez anos. O número de óbitos ocorridos no ano passado (515) também foi um dos menores da década; apenas acima do ano de 2012, quando foram registradas 495 mortes por Aids.

Apesar dos dados positivos, Santa Catarina apresenta a segunda maior taxa de detecção (casos/100 mil habitantes) de Aids do país, de acordo com o Ministério da Saúde, com 31,9 casos a cada 100.000 habitantes, atrás apenas do Rio Grande do Sul, que apresenta taxa de detecção de 34,7. Em nível nacional, a taxa de detecção de Aids é de 19,1. Em Santa Catarina, 12 municípios participam do acordo firmado entre o Governo Estadual e o Governo Federal para priorizar ações de prevenção e maior acesso ao diagnóstico de HIV/Aids, por apresentarem as mais altas taxas de detecção de Aids no estado. São eles: Balneário Camboriú (63,2), Itajaí (61,9), São José (57,7), Florianópolis (53,7), Palhoça (49,4), Lages (44,1), Criciúma (39,6),  Blumenau (39,5),  Brusque (35,0), Joinville (30,6), Jaraguá do Sul (29,3) e Chapecó (29,2).

Prevenção e tratamento

A rede pública de saúde disponibiliza, gratuitamente, preservativos masculino e feminino e gel lubrificante para toda população. As unidades de saúde também oferecem o Teste Rápido para HIV, realizado de forma segura e sigilosa. O tratamento da Aids é oferecido gratuitamente a todos os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Acesse www.aids.sc.gov.br e saiba onde realizar o Teste Rápido.  

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
Secretaria de Estado da Saúde
Fone: (48) 3664-7406 | 3664-7402
E-mail: divecomunicacao@saude.sc.gov.br
www.dive.sc.gov.br

 

 


Fotos: Soldado BM Tiago Moritz / CBMSC

Em uma ação integrada entre Bombeiros Militares, Exército Brasileiro e Defesa Civil Municipal, foi realizado nesta quarta-feira, 29, o exercício simulado de ajuda humanitária, tendo como cenário o impacto de fortes chuvas na região do Alto Vale do Itajaí, em Rio do Sul.

O Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) participa com o Comando-Geral, Estado-Maior Geral, Força-Tarefa do 14° Batalhão (Xanxerê), Batalhão de Operações Aéreas, Auto Posto de Comando (ônibus equipado com comunicação via rádio e satélite), Batalhão de Ajuda Humanitária (BAH), guarnição de Rio do Sul e oficiais e praças do 5° Batalhão (Lages).

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