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Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

Simulado Integrado de Resposta a Desastres da Defesa Civil

O Governo do Estado realizou o Simulado Integrado de Resposta a Desastres. O treinamento, feito por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil, junto do Exército Brasileiro, durou quatro dias. Também participaram do exercício a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros, as defesas civis municipais e o Samu. O principal objetivo é a capacitação dos profissionais e a integração das mais diferentes esferas do governo.

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Carmela Dutra realiza ações para marcar a semana - Foto: Paulo Goeth / SES

O próximo sábado. 19, é o Dia Nacional de Doação de Leite Humano. Além dessa data, Santa Catarina tem também a Semana Estadual de Doação de Leite Humano. A finalidade das duas datas busca sensibilizar a população para a crescente demanda por leite humano como forma de garantir sobrevivência de bebês prematuros internados em UTI neonatais, cujas mães não conseguem suprir as necessidades dos filhos.

Em Florianópolis, entre os dias 14 e 16 de maio, das 8h às 17h, a Maternidade Carmela Dutra estará com um estande informativo em frente à instituição para sensibilizar a comunidade sobre os benefícios da doação de leite materno. Além disso, nesta terça-feira, 15, às 13h, será realizado uma oficina de Shantala (massagem indiana em bebês) para as doadoras de leite humano. No mesmo dia, às 15h, será oferecido um café comemorativo em agradecimento às doadoras e suas famílias, lembranças e um certificado às mulheres que doam leite humano.

JOINVILLE

Já em Joinville, nesta semana, a Maternidade Darcy Vargas (MDV) dará lembranças às doadoras de leite humano durante as visitas domiciliares semanais. Neste ano, o Banco de Leite da Darcy Vargas recebeu a doação de um veículo totalmente equipado para a coleta do leite materno.

O Estado tem 12 bancos de leite humano e seis postos de coleta. A  médica pediatra neonatologista, Maria Beatriz Reinert do Nascimento, responsável técnica pelo Banco de Leite Humano da Maternidade Darcy Vargas, de Joinville, referência para todo o Estado desde 1999, destaca a importância da doação e dos bancos de leite humano.

“Pesquisas mostram o efeito protetor do leite humano pasteurizado em bancos de leite para os bebês prematuros, pois eles ficam mais protegidos de infecções. O leite processado, sob controle rigoroso nos Bancos de Leite Humano, é garantia de um alimento seguro, de qualidade, e que tem um papel essencial na recuperação de recém-nascidos prematuros e de baixo peso, na ausência do leite de suas próprias mães”, explica a médica.

Mulheres que estejam amamentando seus filhos são potenciais doadoras de leite humano. Para doar é preciso ser saudável e não estar tomando remédios que interfiram no período da amamentação. No Brasil, cerca de 30% do leite humano doado precisa ser descartado, por isso é fundamental que todos os passos da doação sejam seguidos (https://rblh.fiocruz.br/pt-br/como-coletar-o-leite-humano-para-doacao).

Sempre que quiser a mulher em fase de amamentação pode doar leite humano. “Não há uma quantidade específica de vezes em que uma mulher pode doar, pois isso varia de pessoa para pessoa. Quanto mais a mama é estimulada, seja para doação ou para alimentação do bebê, mais leite ela será capaz de produzir”, explica Maria Beatriz. Não há quantidade mínima para que seja feita a doação. "É importante ressaltar que um litro de leite humano pode alimentar até dez bebês internados" complementa a médica.

Os 12 bancos de leite e 6 postos de coleta

  • Banco de Leite Humano da Maternidade Darcy Vargas, de Joinville;

  • Banco de Leite Humano Alimente uma Vida - Maternidade D. Catarina Kuss, de Mafra;

  • Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen, de Itajaí;

  • Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Jaraguá de Jaraguá do Sul;

  • Banco de Leite Humano do Hospital e Maternidade Tereza Ramos, de Lages;

  • Banco de Leite Humano do Hospital Hélio Anjos Ortiz, de Curitibanos;

  • Banco de Leite Humano do Hospital Nossa Senhora da Conceição, de Tubarão;

  • Banco de Leite Humano do Hospital Infantil Joana de Gusmão, de Florianópolis;

  • Banco de Leite Humano Sr. Klaus Schumacher do Hospital Rio Negrinho, de Rio Negrinho;

  • Banco de Leite Humano do Hospital Regional Dr. Homero de Miranda Gomes, de São José;

  • Banco de Leite Humano e Central de Informações de Aleitamento Materno da Maternidade Carmela Dutra, de Florianópolis;

  • Banco de Leite Humano de Blumenau;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Amamenta Brusque – de Brusque;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Anjos do Peito – de Brusque;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Hospital Universitário UFSC – de Florianópolis;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Hospital e Maternidade Sagrada Família – de São Bento do Sul;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Hospital Santa Cruz – de Canoinhas;

  • Posto de Coleta de Leite Humano – Centro Hospitalar Unimed CHU – de Joinville.

Em 2017, foram realizadas 9.244 visitas domiciliares e  74.793 atendimentos a mulheres catarinenses, das quais 6.476 foram doadoras de 13.773,0 litros de leite humano. O leite humano doado nos bancos e postos de coleta beneficiaram 8.211 recém-nascidos doentes ou prematuros.

Informações adicionais para a imprensa:
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-8822
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br/ secretariadeestadodasaude@gmail.com

 


Foto arquivo: Jaqueline Noceti / Secom

Crianças de até cinco anos e gestantes são os grupos com a menor cobertura da vacina contra a gripe em Santa Catarina. Mesmo com a mobilização em torno da realização do Dia D, no último sábado, 12, ainda não se chegou a uma cobertura de 50% da meta nestes grupos específicos.

De acordo com o balanço parcial divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Dive) extraído do Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunização (SIPNI), gestantes, com 34%, e crianças de seis meses a cinco anos de idade, com 37,4% foram os que menos procuraram a vacinação até o momento.


Fotos: Jeferson Baldo / Secom

Maior produtor nacional de suínos, segundo maior produtor de aves e grande exportador de carnes, Santa Catarina é referência internacional em sanidade agropecuária. E o Estado acaba de conquistar mais um título: é o primeiro do mundo a ter um projeto de compartimentação da avicultura de corte, onde a cadeia produtiva da ave se dá num determinado espaço geográfico, implantado na unidade da Seara Alimentos de Itapiranga. O governador Eduardo Pinho Moreira comemorou a boa notícia durante Encontro dos Produtores Integrados da Seara, em Itapiranga, neste sábado, 12.

Na presença de 300 avicultores integrados à Seara Alimentos de Itapiranga, o governador falou sobre a importância do agronegócio para a economia catarinense, valorizando as conquistas na área de sanidade animal. “O agronegócio é uma atividade econômica vital para Santa Catarina e essa evolução em relação à sanidade é fundamental. Em Itapiranga nós estamos dando mais um passo, mostrando a preocupação de Santa Catarina com esse setor. Por isso a presença de mais de 300 integrados, aqueles que produzem frangos e suínos, e que exportam para o mundo todo”, destacou.

A COMPARTIMENTAÇÃO

A compartimentação funciona como um sistema de produção fechado, onde o frango precisa nascer, se desenvolver e ser abatido dentro de uma unidade geográfica – no caso, 28 municípios do Extremo-Oeste catarinense, reduzindo chances de doenças e outros problemas sanitários. E isso é válido também para a fabricação de ração com matéria prima controlada, o acesso e movimentação dentro e fora das granjas e o transporte para agroindústria.



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O modelo implantado na Seara de Itapiranga é referência mundial em segurança sanitária e a expectativa é de que isso se torne um diferencial na busca de mercados. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, a compartimentação pode trazer ganhos na exportação de carne de aves, demonstrando a competência do setor produtivo e a busca incessante pela qualidade e segurança alimentar.  “A empresa e os produtores aceitaram o desafio e hoje colhem os frutos de um sistema rigoroso, com um controle sanitário diferenciado, e que protege a produção de aves da região”, afirmou.

Uma das grandes vantagens desse sistema é justamente a proteção do setor produtivo. Em caso de doenças que possam acometer a avicultura brasileira ou de uma emergência sanitária, aquele compartimento está protegido. O sistema de produção fechado inclui 21 núcleos de granjas de matrizes, dois incubatórios, a fábrica de rações de São Miguel do Oeste, 283 granjas de frangos de corte e três fábricas de maravalha de madeira.

TRABALHO EM CONJUNTO

“Hoje, Itapiranga e o Estado praticam mais um importante evento. Uma importante conquista para a avicultura catarinense que, junto com a compartimentação, qualifica sua produção para exportar seus produtos para 150 países. Essa certificação demonstra o trabalho incansável dos produtores do Extremo-Oeste catarinense”, destacou o prefeito de Itapiranga, Jorge Welter.

Esse sistema de produção fechado pode ser implementado também em outras empresas que trabalham com aves ou com produtos de origem animal, como carne suína e bovina.  Implantar a compartimentação em Itapiranga exigiu um trabalho conjunto entre Ministério da Agricultura, Secretaria de Estado da Agricultura, Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) e iniciativa privada.

LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Na oportunidade, o governador Eduardo Pinho Moreira anunciou ainda o lançamento de um novo sistema para agilizar o licenciamento ambiental da avicultura. Em fase final de desenvolvimento, a medida permitirá o licenciamento autodeclaratório para os avicultores catarinenses.

O sistema criado pelo Instituto do Meio Ambiente do Estado de Santa Catarina (IMA) irá conceder automaticamente a licença ambiental ao produtor, permitindo o início dos trabalhos com mais rapidez. Posteriormente, caberá ao IMA verificar as informações declaradas pelo avicultor em seu licenciamento.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br


Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

Ao visitar a aduana da trifronteira, em Dionísio Cerqueira, no Extremo-Oeste, neste sábado, 12, o governador Eduardo Pinho Moreira garantiu empenho nos encaminhamentos para garantir mais agilidade nos processos feitos pela Unidade da Receita Federal do Brasil, especialmente na liberação de cargas.

“O Estado tem que ser um parceiro e não um entrave para a sociedade. A burocracia no serviço público é danosa e tem que ser banida”, frisou o governador, que se comprometeu em pedir diretamente ao presidente da República, um atendimento especial ao pedido do município e de Santa Catarina.

SOLICITAÇÕES

Segundo o prefeito de Dionísio Cerqueira, Thiago Gnoatto Gonçalves, a principal medida que deveria ser implantada a curto prazo, seria o aumento no número de funcionários para que a liberação de cargas ocorresse de maneira mais rápida. “Tempo é dinheiro e demora é prejuízo”, avaliou o prefeito. O movimento da sociedade civil organizada “A Aduana é Nossa” aponta ainda a necessidade de ampliar o pátio para aumentar o potencial de fluxo da aduana.



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Ainda segundo o movimento, os caminhões estariam migrando para estruturas do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde o tempo para a liberação das cargas tem sido menor. Para garantir movimentação financeira, com aumento significativo na geração de renda e desenvolvimento para a região e para o Estado, o muncípio calcula que seria necessária uma estrutura que comportasse, no mínimo, cinco mil caminhões por mês.

CORREDOR TURÍSTICO E AGRONEGÓCIO

O governador também defendeu que a aduana é fundamental para o desempenho de duas atividades econômicas vitais para Santa Catarina: o Turismo e o Agronegócio. “São setores que ajudaram nosso Estado se manter de pé diante da crise. Com o país em recessão, o agronegócio continuou exportando, ajudando as pessoas a se manterem em atividade e o Turismo garantiu a Santa Catarina, cerca de R$ 10 bilhões com a temporada de verão”, apontou.

Outra vantagem em tornar a aduana mais dinâmica vem ao encontro da consolidação da Rota do Milho ligando o Extremo-Oeste de Santa Catarina à Argentina e ao Paraguai. A alternativa seria mais barata para a agroindústria catarinense, já que reduziria a distância e os custos com o transporte de grãos para proteína animal utilizada na produção de aves e suínos.

De acordo com informações apresentados pelas autoridades na reunião, o déficit de milho para sustentar a cadeia produtiva na agroindústria catarinense chega a quatro milhões de toneladas por ano. “Quanto mais longe maior o custo, isso desestimula o setor e corremos o risco de a agroindústria migrar pra onde o insumo é mais barato”, alertou o governador.

ESTRUTURA

A estrutura da unidade da Receita Federal do Brasil em Dionísio Cerqueira conta atualmente com Área de Controle Integrado (ACI) Cargas; ponto de fronteira alfandegado para atender ao fluxo de turistas e comércio de fronteira; prédio sede da alfândega e três unidades jurisdicionais.

A unidade de Dionísio Cerqueira (considerando as unidades jurisdicionados) dispõe de 10 auditores fiscais da Receita, 19 analistas tributários da Receita e seis servidores administrativos.

A ACI Cargas conta com 137 vagas para caminhões e oito vagas para conferência física de mercadorias. Por ser uma área de controle integrado, o local abriga representantes de órgãos brasileiros (Receita Federal do Brasil, Anvisa, Mapa, Cidasc) e argentinos (AFIP, Senada Gendarmeria Nacional, Migraciones).

Em 2017, o movimento médio de veículos na ACI-Cargas foi de 1,1 mil/mês, tendo atingido 1,6 mil no mês de maior movimento.

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Foto: Jaqueline Noceti / Secom

O governador Eduardo Pinho Moreira e o secretário de Estado da Infraestrutura, Paulo França, receberam o prefeito da Capita, Gean Loureiro, e representantes da prefeitura de Florianópolis na tarde desta quinta-feira, 10, para debater as possibilidades de uso da Ponte Hercílio Luz após o término da reforma. No encontro na Casa D’Agronômica, Estado e município acordaram em buscar uma solução conjunta para a utilização do principal cartão postal de Santa Catarina.

Além da ponte, também foram debatidas outras possibilidades para a melhoria da mobilidade não apenas na Capital, mas em toda a Grande Florianópolis.

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"Foi uma apresentação importante de uma conversa integrando o Governo do Estado com o município em diversas ações. É fundamental essa tratativa, esse início de ajuste para que a gente consiga usar todas as ferramentas para construir a melhoria da mobilidade urbana da nossa Capital ", disse o secretário Paulo França.

Por parte da prefeitura, participaram do encontro, além do prefeito, o superintendente do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), Ildo Rosa, e o diretor da região metropolitana do mesmo órgão, Michel Mittmann.

Mittmann destacou a necessidade de se olhar não apenas para a forma de utilização da ponte, mas também para o seu entorno, utilizando a revitalização como uma maneira de facilitar o desenvolvimento da cidade.

No próximo domingo, a ponte Hercilio Luz completa 82 anos de inauguração. Ela foi a primeira ligação rodoviária entre a Ilha de Santa Catarina e a região continental.

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