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Com a Palavra, o Governador - 16 de junho de 2017

Com a Palavra, o Governador - 16 de junho de 2017

No programa gravado em Lages, o Governador Raimundo Colombo fala sobre o trabalho da Defea Civil, sobre o setor de tecnologia e a retomada das audiências do Fundam 2.

 

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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Fundamentais na restauração da Ponte Hercílio, em Florianópolis, as barras de olhal chegaram na tarde desta segunda-feira, 12, ao canteiro de obras da empresa responsável pelos trabalhos. Ao todo, serão 360 destas peças que vão substituir as existentes, responsáveis pela sustentação da ponte. A previsão para o início da substituição das peças é outubro deste ano com prazo para até 12 meses para a conclusão.


Foto: Eduardo Zabot / ADR Tubarão 

No início deste mês o Governador Raimundo Colombo determinou a operação tapa-buracos nas rodovias estaduais assim que acabasse o período de chuva. O Estado tem sete mil quilômetros de rodovias e deste 5,5 são pavimentados. Nas SCs que ligam os sete municípios que abrangem a Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Tubarão os trabalhos iniciaram nesta segunda-feira, 12.



O Procon de Santa Catarina está lançando uma nova ferramenta para ajudar os contribuintes a tirarem dúvidas sem que precisem se deslocar até uma agência, para o atendimento presencial. Com base no banco de dados do Sindec  - sistema informatizado que integra Procons de todo o país - o portal proconresponde.com.br reúne os assuntos relacionados às demandas mais frequentes dos cidadãos divididas entre as áreas: Bancos e Cartões; Conta de Luz e Água; Habitação; Produtos; Recall de Produtos; Saúde; Serviços on-line; Telefonia e TV por Assinatura.


Foto: Elvys Taffarel/ Epagri de São Miguel do Oeste

O excesso de chuvas dos últimos dias trouxe grandes prejuízos para o agronegócio catarinense e as estimativas iniciais apontam para perdas em torno de R$ 19,3 milhões. A Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e o Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri) calculam os prejuízos, principalmente nas safrinhas de feijão e milho, que estão em fase final de colheita, e na produção de leite. Uma atualização do relatório preliminar foi divulgado nesta segunda-feira, 12.

As regiões mais atingidas pelas chuvas foram o Oeste, Extremo-Oeste, Sul e Rio do Sul. O relatório preliminar de eventuais perdas no setor agropecuário em Santa Catarina utilizou dados levantados pelas gerências regionais da Epagri e por técnicos da Epagri/Cepa nas regiões mais afetadas do estado. O período considerado para os cálculos de prejuízos é de 27 de maio a 9 de junho, com base nas informações do Epagri/Ciram.

Região de São Miguel do Oeste

A produção de leite na região gira em torno de 1,7 milhão de litros por dia e as perdas nesse período de chuvas chegam a 10%. Considerando o preço médio pago pelas agroindústrias, que é de R$ 1,39/ litro, e os 14 dias de mau tempo, os prejuízos já somam mais de R$ 3,3 milhões.

Segundo o engenheiro agrônomo da Epagri em São Miguel do Oeste, Elvys Taffarel, há também perdas indiretas, com o aumento do custo de produção devido ao consumo de silagem e os gastos com saúde animal e reprodução.

Nas lavouras de milho silagem e sorgo o maior problema é a dificuldade na colheita. E nas plantações de feijão 2ª safra, a quebra na produção deve chegar a 40%. Os produtores não conseguem colher os grãos e as estimativas são de que 12 mil sacas de feijão sejam perdidas, um prejuízo que passa de R$ 1,4 milhão (considerando o preço médio de R$ 118/saca).

Os impactos nas lavouras de milho grão e soja ainda não foram quantificados.

Região de Rio do Sul

Com uma safrinha de feijão esperada de 3,1 mil toneladas, as regiões de Rio do Sul e Ituporanga devem perder cerca de 500 toneladas do grão.  Em termos financeiros, os prejuízos podem chegar a R$ 940 mil.

A produção de leite também foi comprometida, principalmente, pelo estrago nas estradas o que impossibilitou a coleta do produto em várias comunidades. O técnico da Epagri na região, Saturnino C. dos Santos, explica que até o momento as perdas ainda não foram quantificadas.

Região de Chapecó

Somadas as microrregiões de Chapecó, Concórdia e Xanxerê, que somam 71 municípios, as estimativas para a safrinha de feijão eram de 22,2 mil toneladas de produção. Como metade da área plantada já colhida, as chuvas comprometeram a colheita e a qualidade de 50% da safra.

Segundo informação obtidas com técnicos e produtores dos municípios afetados, cerca de cinco mil toneladas poderão ser perdidas, o que representa um prejuízo entre R$ 8 e R$ 10 milhões.

Ainda não há registro de perdas na produção de leite, mesmo com dificuldades, as coletas continuam sendo feitas.

Região de Joaçaba

Os prejuízos maiores são sentidos na atividade leiteira, com redução de até 15% na produção diária. De acordo com o técnico da Epagri da região, Evandro Anater, considerando um volume de captação de 300 mil litros por dia e o preço de R$ 1,30/litro, o prejuízo pode passar de R$ 682 mil em 14 dias.

A safrinha do milho para silagem foi bastante afetada também, com tombamentos em algumas áreas. No milho grão, são esperadas poucas perdas. A colheita tem avançado nas últimas semanas, sobrando menos de 10% da área plantada por colher.

Região Sul Catarinense

Na região de Criciúma, as perdas estão concentradas nas atividades de horticultura, principalmente nas folhosas.

Na pecuária de leite, as perdas giram em torno de 20% em decorrência das pastagens de inverno não se desenvolverem plenamente.

E a safrinha de feijão também foi comprometida. Como 85% do que foi plantado ainda deveria ser colhido, as perdas podem passar dos 30%. A expectativa de colheita era de 6,1 mil toneladas nas regiões de Tubarão, Criciúma e Araranguá e cerca de 1,5 mil toneladas estarão comprometidas, abandonas das lavouras e/ou o que for colhido não ter qualidade comercial. As perdas podem chegar a R$3 milhões.

Região de Canoinhas

Na região de Canoinhas, os principais problemas estão na atividade leiteira. A captação de leite continua a ser feita por acessos alternativos, por causa das estradas interditadas, porém as pastagens estão sendo danificadas pelo excesso de chuvas.

No município de Ireneópolis, onde o plantio de cebola é realizado sob o sistema de plantio direto, poderá ocorrer replantio de algumas áreas devido às enxurradas.

Informações adicionais para a imprensa
Ana Ceron
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca 
E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
Fone: (48) 3664-4417/ 98843-4996
Site: www.agricultura.sc.gov.br


Fotos: James Tavares/Secom

"A prioridade é restabelecer a normalidade nas cidades atingidas pelas chuvas", afirmou o governador Raimundo Colombo, após receber comitiva do governo federal liderada pelo ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, na manhã desta segunda-feira, 12, em Lages, na Serra catarinense. O ministro de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, também participou da visita e de reuniões com lideranças estaduais para tratar de apoio aos municípios.

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Os ministros chegaram ao estado pela manhã e sobrevoaram as áreas atingidas acompanhados do governador Raimundo Colombo. Em seguida, a comitiva de Brasília seguiu para o Rio Grande do Sul, que também teve cidades atingidas pelas chuvas neste mês. Em Santa Catarina, nas últimas semanas, as chuvas e os fortes ventos provocaram danos em quase cem cidades do estado, atingindo mais de 30 mil pessoas. A Serra catarinense e a região do Alto Vale do Itajaí estão entre as áreas mais afetadas.

"A ajuda do governo federal é fundamental para recuperar o que foi atingido e garantir o apoio para todas as pessoas de Santa Catarina que foram afetadas. Os atendimentos de emergência foram realizados e agora, com as águas baixando, é que precisamos trabalhar nos reparos dos estragos, principalmente na malha viária", afirmou Colombo. O governador deve ir à Brasília nesta terça para apresentar oficialmente o relatório dos estragos. Como base nos relatórios preliminares, o pedido de apoio previsto é da ordem de R$ 40 milhões. 

O ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, reafirmou o compromisso do governo federal em firmar parcerias com o Governo do Estado e com as prefeituras para restabelecer o mais rápido possível as áreas atingidas. "Neste momento, o Governo do Estado garante a ajuda humanitária para as famílias atingidas. E o plano de trabalho está sendo feito conjuntamente entre as equipes de Defesa Civil, temos técnicos da secretaria nacional ajudando para acelerar a produção destes planos que permitirão enviar os recursos federais necessários para as obras de reconstrução", explicou o ministro. Representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes também acompanharam o sobrevoo para verificarem a situação de rodovias que cortam a região.

O ministro de Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, anunciou ainda que o governo federal vai antecipar em 15 dias o pagamento do Bolsa Família para os beneficiados do programa que vivem nas cidades em situação de emergência.

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, Renato Newton Rawlom; o secretário de Estado da Defesa Civil, Rodrigo Moratelli, e o secretário da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Lages, João Alberto Duarte, também acompanharam a visita. Após o sobrevoo, ainda no aeroporto de Lages, a equipe participou de reuniões com prefeitos, entre eles o prefeito de Lages, Antonio Ceron, e o de Rio do Sul, José Thomé. Representantes catarinenses do Senado e do Congresso também estiveram no local.

Defesa Civil orienta municípios sobre a elaboração do Plano de Trabalho de Restabelecimento e Reconstrução

Após as ações de resposta aos eventos meteorológicos dos últimos dias, a próxima etapa é o restabelecimento dos serviços essenciais e reconstrução de infraestrutura pública nos municípios.

Para isso, dois escritórios regionais foram montados para orientar os municípios e regiões mais afetadas. Um em Rio do Sul e outro em Lages. Até esta terça-feira, 13, técnicos da secretaria Nacional de Defesa Civil (Sedec), coordenadores regionais de Defesa Civil SC, engenheiros das Agências de Desenvolvimento Regional (ADR), técnicos dos municípios e associações de municípios orientam as defesas civis municipais na confecção do documento.

Além disso, nos próximos 15 dias, a gerência de Restabelecimento e Reabilitação, da Diretoria de Respostas da Defesa Civil SC continua prestando assessoria aos municípios para a elaboração e readequação dos planos de trabalho.

Assim que os municípios finalizarem os planos, a Defesa Civil SC e o governo do Estado pretendem despachar diretamente com o Ministro da Integração Nacional, visando o repasse de recursos para atender as necessidades dos municípios .

Relatório da Defesa Civil

O último relatório divulgado pela Defesa Civil de Santa Catarina, às 11h desta segunda-feira, 12, informa que 31,8 mil pessoas foram afetadas pela chuva e ventos das últimas semanas em Santa Catarina. Ao todo, 103 municípios foram afetados, com 9,1 mil residências atingidas. O número de desalojados em casas de parentes e amigos chegou a 21.631 e em abrigos públicos 2.338.


Otacílio Costa continua com áreas alagadas. Foto: James Tavares/Secom

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É importante ressaltar que as pessoas das áreas atingidas só devem voltar para casa após a confirmação da liberação da área pela equipe da unidade municipal da Defesa Civil. Em caso de dúvidas ou de novas ocorrências, é possível acionar a Defesa Civil de cada cidade pela central 199. 

Investimento em prevenção

O governador Colombo lembrou que o Governo do Estado tem feito uma série de investimentos em parceria com o governo federal na área da Defesa Civil nos últimos anos. Entre as obras recentes, destacou as melhorias nas barragens de Ituporanga e Taió, no Alto Vale do Itajaí, já concluídas e que fizeram diferença nas últimas semanas.

"Estes eventos ocorridos nos últimos dias demonstraram claramente a importância das obras de prevenção. E essa vertente da prevenção precisa exercer cada vez mais um protagonismo nos investimentos", acrescentou o ministro Barbalho.

Em outra frente de trabalho em Santa Catarina, as obras do radar meteorológico do Oeste, em Chapecó, estão avançando em ritmo acelerado e a inauguração está programada para agosto deste ano. O aparelho vai complementar o trabalho do radar de Lontras, já em funcionamento no Vale do Itajaí, e de um novo radar móvel que também fica pronto neste ano, tendo como base a cidade de Araranguá. Juntos, os três equipamentos vão garantir 100% de cobertura do território catarinense.

Até setembro, também devem ser inaugurados 20 centros de operação regional e salas de situação, distribuídos em cidades estratégicas de diferentes regiões catarinenses. E em outubro, está previsto o novo Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres, que está sendo construído em Florianópolis. Também está em fase de implantação o pioneiro serviço de envio de alertas por SMS. Um projeto-piloto está em andamento em 20 cidades de Santa Catarina e a previsão é que, a partir de agosto, o serviço passe a ser oferecido para todo o estado.

Informações adicionais para a imprensa:
Alexandre Lenzi
Assessoria de Imprensa 
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