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Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

O Governador Raimundo Colombo fala sobre o saúde em Santa Catarina e a retomada na economia.


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O espetáculo de abertura será da companhia Deborah Colker - Foto: Cafi/Festival de Dança

Bailarinos, estudantes e professores de dança de 17 estados, Distrito Federal, além de Argentina e Paraguai, estarão em Joinville de 18 a 29 de julho para o maior festival de dança do mundo, certificado pelo Guiness Book. Para o público, espetáculos gratuitos espalhados pela cidade somam 200 horas de apresentações e outras 40 horas de cursos, mostras, oficinas, seminários, workshops, entre outras atividades voltadas aos profissionais.

O Festival conta com apoio financeiro do Governo do Estado, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte. “Este é um dos principais eventos culturais de Santa Catarina e que também tem impacto no turismo. Além disso, trata-se de um festival que projetou o nome do Estado no meio artístico nacional e internacional, tanto pela dimensão quanto pela qualidade”, destaca o secretário Leonel Pavan.

O Festival é promovido pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura de Joinville, com realização do Instituto Festival de Dança de Joinville e Ministério da Cultura.

O Festival começou nesta terça-feira, 18, com a Feira da Sapatilha, mas a primeira noite de espetáculos será nesta quarta-feira, 19, às 20h. A abertura do 35º Festival de Dança de Joinville terá a estreia do espetáculo Cão sem Plumas, da Cia. Deborah Colker, inspirado em poema de João Cabral de Melo Neto, publicado em 1950. Em cena, os bailarinos se cobrem de lama, alusão às paisagens que o poema descreve, e seus passos evocam os caranguejos do mangue.

Noite de Gala

Na segunda-feira, 24, o espetáculo “Gala 35 anos Festival de Dança de Joinville” trará ao principal palco do evento bailarinos e companhias premiadas ao longo da trajetória do Festival. O trabalho é inédito e reverencia o artista joinvilense Juarez Machado e traz expoentes da dança que se destacaram no Festival ou se formaram na Escola Bolshoi e hoje dançam em importantes companhias do Brasil e do exterior.

Mostra Competitiva

Neste ano, a Mostra Competitiva tem 239 coreografias, de 141 grupos, de 12 estados brasileiros, do Distrito Federal e do Paraguai. As apresentações são divididas nas categorias Júnior (13 a 15 anos) e Sênior (acima de 15 anos) e os classificados em primeiro lugar retornam ao palco para uma apresentação especial na Noite dos Campeões, que acontece no dia 29 de julho.

Mostra Contemporânea de Dança

A curadoria artística do Festival selecionou cinco espetáculos para a Mostra Contemporânea de 2017: “Auto-matismos”, “O Crivo”, “Porque somos Mutantes”, “Escuta! Performance Urbana” e “Non Stop”. As apresentações acontecem no Teatro Juarez Machado e em locais alternativos, sempre no fim da tarde, a partir das 17 horas.

Confira a programação completa – clique aqui.

Com informações da Assessoria de Imprensa do Festival - (47) 3423-1010 .

Informações adicionais para a imprensa

Carla Coloniese
Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte - SOL
Fone: (48) 3665-7436
E-mail: imprensa@sol.sc.gov.br
Site: www.sol.sc.gov.br


Foto de arquivo: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo sanciona, nos próximos dias, a extinção de três empresas do governo estadual: a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc), a Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab) e a Corretora de Seguros e Administradora de Bens Móveis e Imóveis (Bescor). As três perderam suas atribuições ao longo dos anos e se tornaram deficitárias, o que motivou a decisão do governo.

“A máquina pública precisa ser atualizada, qualificada e modernizada constantemente. Ao mesmo tempo em que se busca economia dos gastos, é preciso adaptar a estrutura para garantir um atendimento à população cada vez mais eficiente e relevante”, avalia o governador.

O ato de extinção vai garantir uma economia mensal da R$ 10 milhões aos cofres públicos, calcula o secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa. O valor inclui as médias das despesas com folha de pagamento e com gastos operacionais e administrativos dos três órgãos. Uma lei específica para extinção da Codesc e da Cohab foi aprovada neste mês pela Assembleia Legislativa. Para encerrar as atividades da Bescor, o Governo do Estado já tinha obtido autorização anteriormente.

“Esta é uma decisão que tem a ver com economia e qualificação do serviço público. As três empresas tinham perdido suas atribuições e apresentavam um déficit acumulado, aumentando ano a ano”, informa Serpa. Até 2015, somando o resultado das três, o déficit acumulado já passava de R$ 250 milhões. E a cada ano estava crescendo a uma média de R$ 50 milhões. O próprio Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), ao analisar as contas de anos anteriores, já havia apresentado ressalvas sobre os resultados das empresas. “Quando mais o governo postergasse a decisão, mais aumentaria esse déficit. E isso sem uma justificada contraprestação de serviço para a comunidade catarinense”, acrescenta o secretário.

Juntas, as três empresas contavam com cerca de 150 funcionários. Ao longo dos últimos meses, o Governo trabalhou um Plano de Demissão Voluntária Incentivada (PDVI).

As empresas

Codesc – A Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc) foi criada em 1975 para coordenar as atividades das empresas financeiras, mobiliárias e de seguro que tinham a participação do Estado, além de gerenciar a exploração de loterias no âmbito estadual. O secretário Serpa lembra que quando o Supremo Tribunal Federal decidiu que era inconstitucional a exploração de loterias pelos Estados, a Codesc ficou sem atribuição específica e sem receita operacional. “A Codesc funcionava como holding do sistema financeiro. A partir do momento que estado se desfez do Besc e outras empresas também foram extintas, não temos mais razão para continuar com a companhia”, afirma Serpa.

Cohab – A Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab) foi fundada em 1966 para atender a população de baixa renda com casas populares. A empresa perdeu a finalidade básica principalmente após o programa do Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. Outra razão para a extinção da companhia é a existência na secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação, de uma secretaria executiva especifica para a finalidade central de formular a política habitacional em Santa Catarina de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social. “Com a política federal no setor de habitação, a empresa catarinense passou a ser apenas uma intermediária e, para isso, não temos mais a necessidade de uma estrutura do porte que existia até então”, explica o secretário Serpa.

Bescor – Fundada em 1972, a BESC S.A. Corretora de Seguros e Administradora de Bens Móveis e Imóveis (Bescor) é a corretora oficial do Estado de Santa Catarina desde 1978. “O mercado privado cuida de seguros muito bem. Não há porque o Governo do Estado atuar nesta área”, avalia Serpa.

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Alexandre Lenzi
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Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo inspecionou nesta terça-feira, 18, as obras da SC-370, entre os municípios de Urubici a Grão-Pará, no Sul do Estado, passando pela Serra do Corvo Branco (SC-370). Ele percorreu de carro, os 53 quilômetros desse trecho da via.

“As obras estão indo bem e, na parte lá de baixo, o asfalto já avançou mais de 20 quilômetros, então ela já está na fase de conclusão. Aqui na parte de cima ainda faltam alguns quilômetros”, destacou o governador.

O terceiro lote da obra, consiste na ligação entre Grão-Pará, até o pé da Serra - cerca de 10 quilômetros acima da localidade de Aiurê - com extensão de 23,5 quilômetros. Neste lote, foram construídas três pontes, com investimento de R$ 41,3 milhões, do Governo do Estado por meio do Pacto por Santa Catarina. São mais de 18 homens e 12 máquinas trabalhando ao longo da via. Paralelo à pavimentação também acontece a construção de canaletas. Os 2,5 quilômetros faltantes estão em questão judicial para desapropriação de terra.



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Colombo contou ainda que o grande desafio é na Serra. “A rocha no topo da serra, que estava oferecendo risco, já tem algumas alternativas de engenharia para resolver o problema. Agora os técnicos vão escolher a mais adequada, para poder dar a garantia”.

O trecho sinuoso da Serra, não pavimentado, possui 9,3 quilômetros, que liga Urubici à Grão-Pará. Essa parte da estrada tem um dos maiores cortes em rocha do Brasil, com 90 metros de altura, chegando a 1,1 mil metros de altura do nível do mar. A conclusão desta etapa poderá ser entregue ao Batalhão Ferroviário do Exército de Lages.

De acordo com o presidente do Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), Wanderley Agostini, essa semana o Exército formalizou o interesse em executar a obra. “Agora o projeto vai passar por uma readequação. O Governo do Estado vai executar essa readequação, e para o final de julho, deverá ser contratada nova empresa para refazer o projeto de pavimentação. Depois disso, o projeto será entregue ao Exército para cotação de valores”.

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Rafael Vieira de Araújo 
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Foto: Rodrigo de Souza/SDS

O novo modelo de apoio aos Comitês de Bacias Hidrográficas foi apresentado nesta terça-feira, 18, em Tijucas. Agora, o suporte será realizado por meio de Entidades Executivas, que irão promover o assessoramento técnico, administrativo, financeiro e jurídico, entre outras atribuições. “Apresentamos hoje a Entidade Executiva de Apoio aos Comitês de Bacias Hidrográficas dos Rios Camboriú, Cubatão e Tijucas. Assinamos o repasse de R$ 1,38 milhão para a entidade, que são viabilizados para os próximos três anos”, assegurou o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Carlos Chiodini.

A lei federal 13.019, de 2014, que regula parcerias entre o poder público e organizações da sociedade civil, inviabiliza a formalização de convênios com os Comitês de Bacias, parceria adotada anteriormente pelo Estado. “Foi necessário propor um modelo que atenda tanto a legislação vigente quanto às particularidades dos comitês catarinenses”, esclareceu o diretor de Recursos Hídricos da SDS, Bruno Beilfuss.

Para identificar a situação hídrica e estabelecer as diretrizes e ações para uso da água dos Rios Camboriú, Cubatão e Tijucas, estão sendo elaborados os Planos de Bacias. A SDS repassou mais de R$ 4 milhões para elaboração dos três estudos, que serão finalizados em 2018. “Os Planos definem as diretrizes para o desenvolvimento local e regional, bem como as metas para recuperação, preservação e conservação dos recursos hídricos. São estes os principais instrumentos de gestão e, a partir deles, poderemos pensar no uso atual e no futuro”, define Chiodini.

Segundo o prefeito de Tijucas, Elói Mariano Rocha, o planejamento é fundamental para a gestão dos recursos hídricos. “Hoje a falta de água é um problema em muitas regiões no país. Felizmente, em Santa Catarina temos abundância em recursos e, por isso, o planejamento é necessário”, salientou. O prefeito de São João Batista, Daniel Netto Cândido, também presente no evento, agradeceu ao Governo do Estado pelas iniciativas, reforçando a relevância da ação para o desenvolvimento econômico e social dos municípios.

Informações adicionais para a imprensa
Michelle Nunes
Assessoria de Imprensa
Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável - SDS
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Foto: Secom

Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A (Ceasa/SC) terminou o semestre com alta na comercialização e queda no preço médio dos hortifrutigranjeiros. De janeiro a junho deste ano, foram comercializados 172 mil toneladas de alimentos, 3,66% a mais do que no mesmo período do ano anterior, movimentando R$ 292 milhões.

O preço médio por quilo dos alimentos caiu quase 22% no primeiro semestre de 2017, fechando em R$ 1,69. Os preços mais baixos acabaram estimulando o consumo in natura de frutas, verduras e legumes e aumentaram as vendas no atacado e varejo.

A produção catarinense manteve sua participação de 45% nas vendas da Ceasa/SC, com o grande diferencial de ter preços mais competitivos em relação aos hortifrutigranjeiros importados. No primeiro semestre deste ano, o preço médio por quilo dos alimentos produzidos em Santa Catarina foi de R$ 1,51, valor 17% menor do que de outros estados.

Para o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, mesmo com os números positivos do primeiro semestre ainda existe um mercado enorme a ser explorado pelos agricultores e atacadistas catarinenses. Um dos desafios que a Companhia de Abastecimento tem pela frente é conquistar compradores das regiões Meio-Oeste e Oeste, que ainda buscam hortifrutigranjeiros em outros estados. “Precisamos ampliar e aprimorar nossas estruturas de logísticas e divulgar as vantagens de comprar na Ceasa/SC, porque temos preços competitivos e a qualidade de nossos produtos é destaque no cenário nacional”, afirma.

Em busca de parcerias para ampliar a participação catarinense na Ceasa/SC, a diretoria da empresa fará reuniões com Associações de Produtores, Cooperativas, Sindicatos Rurais e prefeituras. “Nosso Estado tem confirmado a força do agronegócio, mesmo tendo um espaço geográfico pequeno pra o cultivo em relação a outros estados. Nem por isso deixamos de produzir com qualidade e preços justos. A agricultura tem mostrado ser um grande gerador de renda e cidadania para o povo catarinense”, ressalta o diretor presidente da Ceasa/SC, Agostinho Pauli

Ceasa/SC

As Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A são uma empresa vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca e funcionam como um elo entre o produtor e o consumidor por meio da comercialização atacadista e varejista de pescado, produtos hortifrutigranjeiros, alimentos e insumos orgânicos, produtos ornamentais e de floricultura e artesanais.

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Ana Ceron
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