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Com a Palavra, o Governador - 16 de fevereiro de 2018

Com a Palavra, o Governador - 16 de fevereiro de 2018

O Governador Raimundo Colombo fala sobre sua licença, o período de transição que se aproxima e um análise geral sobre o estado e o governo

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Foto: Agência de Notícias/Embrapa

Como maior exportador de carne suína do país, Santa Catarina ainda analisa as conseqüências da decisão do Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Rússia sobre a suspensão da importação de carne suína produzida no Brasil, devido à presença de ractopamina e outros estimulantes para o crescimento muscular dos animais.

O uso de ractopamina é permitido no Brasil e nos Estados Unidos, porém proibido na Europa e na Ásia. Para evitar qualquer tipo de contaminação, o Brasil utiliza o sistema de segregação de suínos para exportação de carne para a Rússia e Japão, por exemplo. Ou seja, os suínos recebem outro tipo de ração e são criados em outros locais, não tendo contato com os animais que serão destinados para mercados que permitem o uso da substância.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, ressalta que o sistema catarinense de produção de carnes é extremamente confiável, tanto que o estado tem acesso aos mercados mais exigentes do mundo, e passa constantemente por auditorias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e também da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). “Nós demoramos muito para conquistar os mercados que temos hoje e tomamos todo cuidado para atender todas as exigências internacionais. Estamos ansiosos por mais informações para que possamos averiguar a denúncia da Rússia”, ressalta.

Normalmente já há uma queda nas vendas para a Rússia a partir de novembro, afinal, com o início do inverno, os portos russos congelam e praticamente não acontecem mais embarques de carnes para o país. As vendas então retornam em fevereiro. “Nossas indústrias estão preparadas para a diminuição nas vendas para a Rússia nesse período e, com o aquecimento na economia brasileira, nossa expectativa é ampliar as vendas no mercado interno. Mas é importante esclarecer que o Estado ainda não recebeu nenhuma notificação das autoridades russas sobre a suspensão de importação e nem mesmo sobre a contaminação nas carnes vendidas”, afirma Sopelsa.

Até o momento as autoridades russas não divulgaram a origem da carne contaminada com ractopamina nem os exames laboratoriais que comprovam a presença da substância. Na tarde desta terça-feira, 21, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura solicitou ao Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia que envie os certificados do serviço de inspeção e os laudos laboratoriais indicando a presença do estimulante de crescimento para que, assim, possa fazer uma investigação interna. Os documentos já estão sob posse da embaixada brasileira em Moscou e devem ser enviados ao Brasil ainda nesta quarta-feira, 22.

A Rússia é um importante mercado para a suinocultura catarinense e responde por 39,6% do total exportado pelo estado este ano. De janeiro a outubro, Santa Catarina embarcou 92,6 mil toneladas para a Rússia, faturando mais de US$ 246 milhões.

Santa Catarina é o maior produtor nacional de suínos com 969 mil toneladas produzidas em 2016, sendo que 28,3% desse total são destinados para a exportação. Os principais mercados internacionais para a carne suína catarinense são: Rússia, China e Hong Kong.

Informações adicionais:
Ana Ceron
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Fotos: James Tavares / Secom

O governador Raimundo Colombo palestrou na tarde desta terça-feira, 21, em Blumenau, no Vale do Itajaí, para empresários da região do setor têxtil. O encontro foi organizado pelo Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau (Sintex), com apoio da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e da Associação Comercial e Industrial de Blumenau (Acib) e Intersindical Patronal.

Colombo enfatizou que eram dois caminhos para conter a crise: ou aumentar impostos ou fazer reformas. “Decidimos pelos mais difíceis que são a reforma da previdência, a renegociação da dívida dos estados com a União e não aumentar impostos, enquanto 21 estados fizeram. Não acho justo e temos é que reduzir e não aumentar, a exemplo do que fizemos no agronegócio”.


Foto: James Tavares/Secom

O governador Raimundo Colombo e o vice Eduardo Pinho Moreira inauguraram nesta terça-feira, 21, no Bairro da Juventude, em Criciúma, o Centro Multiuso Angela Elda Venditti. Para construção do centro, foram investidos R$ 2 milhões, sendo R$ 920 mil do Governo do Estado e o restante de recursos próprios, campanhas e doações.

“É um belo local e com uma estrutura que vai permitir o desenvolvimento das crianças e a melhoria do trabalho que já é feito aqui e tem grande qualidade, com valor humano extraordinário”, destacou Colombo.

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Para o vice-governador, o grande exemplo do Bairro da Juventude é preparar pessoas para um mundo competitivo. “Precisamos de pessoas que possam, nas relações humanas, ajudar e não atrapalhar. O trabalho de preparação tem que ser incentivado. O ginásio é um sonho antigo e que pode trazer muitos benefícios para o futuro dos alunos. O bairro merece”, disse.

Com 3.156 m² de área construída, o Centro Multiuso abriga uma quadra polivalente, arquibancada com capacidade para 480 pessoas e 19 salas para atividades e apoio, incluindo banheiros e vestiários. O local vai gerar oportunidades para aproximadamente 1,5 mil crianças e  adolescentes. Os alunos poderão praticar uma série de modalidades, incluindo futebol, futsal, vôlei, tênis de mesa e jiu-jitsu.

A diretora executiva do Bairro da Juventude, Sílvia Regina Luciano Zanette, disse que sonha com esse momento há três anos. “Sonhamos durante anos e lutamos muito para que isso acontecesse. Em meados de 2014, começamos a obra com recursos iniciais do Governo do Estado e, depois, com as mãos, o auxílio, as ideias e a coragem de toda a comunidade. Os alunos apostam e acreditam no nosso trabalho. Com poucos recursos, mas bem aplicados, podemos transformar a vida de muitas crianças e famílias”, afirmou.

O governador, o vice e as autoridades receberam quadros com o desenho da mão de algumas das crianças esculpido em argila. Elas foram confeccionadas pelas crianças na oficina de cerâmica artística do Bairro da Juventude. 

“Investir em esporte é investir em saúde e nas pessoas, e esse investimento é fundamental, justamente em uma região onde adolescentes e crianças necessitam dessa atenção. Esse projeto é uma parceria público-privada que deu certo”, finalizou o secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan.

O secretário de Estado da Infraestrutura, Luiz Fernando Vampiro; o secretário executivo da ADR Criciúma, João Rosa Filho Fabris, e o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, acompanharam a cerimônia de inauguração.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo e o secretário de Educação, Eduardo Deschamps, entregaram 10 ônibus escolares nesta terça-feira, 21, em Florianópolis. Os veículos fazem parte do Programa Caminho da Escola e serão usados para o transporte de estudantes em Ascurra, Caçador, Garuva, José Boiteaux, Lages, Luis Alves, Rio Rufino, Salete, Santa Rosa do Sul e Santa Terezinha do Progresso. A prefeita de Salete,  Solange Aparecida Bitencourt Schlichting, representou os prefeitos dos municípios beneficiados no ato simbólico de entrega da chave do veículo, realizado Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis.


Foto: Nilson Teixeira/Arquivo Epagri

O Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola da Epagri (Epagri/Cepa) emitiu o Boletim Agropecuário de novembro, que traz uma boa notícia para a cultura da mandioca, cujos preços vêm apresentando reação expressiva desde 2016. Já as cotações para a banana vêm se desvalorizando nos últimos 12 meses. As condições climáticas devem influenciar negativamente a safra do feijão e positivamente a do arroz. Enquanto isso, a área plantada com milho grão vem caindo em benefício da soja.

Mandioca

Os preços da mandioca no mercado nacional vêm se valorizando desde junho de 2016. Naquela data, o preço médio pago ao produtor foi de R$ 313,00 por tonelada. Já em 2017, o preço médio pago ao produtor é de R$ 443,15 por tonelada até o momento. Muitos dos produtores que ainda possuem mandioca disponível para comercialização têm priorizado o plantio, devido às recentes chuvas, mantendo baixa a oferta de raízes no mercado. Nesse cenário, a disputa da indústria pela matéria-prima continuou elevada, sustentando os valores aos produtores.

Banana

As cotações da banana-caturra e banana-prata desvalorizaram 65,3% e 55,0%, respectivamente, em relação ao preço de 2016. A queda na demanda é a principal causadora desta baixa de preços. A expectativa é de recuperação nos preços apenas no final de novembro, com retomada sazonal da demanda antes do final de ano. O volume da fruta nos bananais catarinenses continua alto, o que mantém as cotações, em muitos casos, abaixo do custo médio de produção.

Feijão

Com 53% da área semeada até o início de novembro, o feijão deve ser prejudicado pelas baixas temperaturas noturnas verificadas nas últimas semanas e pela alta nebulosidade diurna em algumas regiões do Estado, o que diminui o número de horas de luz disponível para as plantas. O resultado é a redução no desenvolvimento das lavouras.

Os preços despencaram nos últimos 12 meses. A saca de 60kg do carioca, por exemplo, estava 54% mais barata em outubro de 2017 quando comparada ao valor praticado no mesmo mês do ano anterior. A situação se repete com o feijão preto, que enfrentou uma redução de 42,6% no preço pago pela saca de 60kg entre outubro de 2016 e de 2017.

Arroz

O plantio do arroz está concluído nas regiões do Litoral Norte, Alto Vale e de Araranguá, restando áreas a serem semeadas nas regiões de Tubarão e Criciúma, mas tudo dentro da normalidade para a época do ano. O clima deve ajudar até janeiro de 2018, com previsão de chuva dentro ou um pouco acima da normalidade nos próximos meses. O mercado permanece calmo, sem grandes oscilações nos preços pagos ao produtor.

Milho grão e soja

Os preços baixos pagos ao produtor e a elevação do custo de produção vêm causando redução na área plantada do milho grão, cujo espaço está sendo priorizado para cultivo de soja, que tem preços mais estáveis, e de milho silagem.

A soja vem crescendo em todo o país, impulsionada pela maior liquidez e a possibilidade de melhor rentabilidade em relação a outras culturas. A expectativa é que o grão alcance entre 34,6 e 35,3 milhões de hectares plantados no Brasil na safra 2017/18.

Cebola

A detecção recente de um novo vírus nas lavouras catarinenses (Iris yellow spot vírus) passa a ser uma nova preocupação para os produtores de cebola do Estado, já que pode resultar em elevação dos custos de produção.

A comercialização da cebola catarinense está em ritmo lento, já que ela chega ao mercado quando ainda há oferta da hortaliça do final das safras mineira e goiana. Esta questão deve ser superada até o final do mês de novembro e início de dezembro. Santa Catarina mantém-se como o maior produtor nacional, com área plantada superior a 21 mil hectares.

Alho

Como já informado no boletim de outubro, a área plantada com alho em Santa Catarina cresceu 20% em relação à safra passada. Apesar dos esforços dos produtores e das condições de infraestrutura, como irrigação, presente na maioria das unidades de produção, os efeitos da estiagem são perceptíveis no total produzido.

Pecuária

Os preços praticados para carne suína e de gado ainda sofrem impacto da Operação Carne Fraca. Embora tenham se mantido estáveis nos últimos meses, os valores pagos ao produtor caíram desde o início do ano.

Na suinocultura, o preço médio estadual de novembro é 8,09% menor que o praticado em meados de março. Na bovinocultura, os preços pagos ao produtor apresentam-se relativamente estáveis, embora ainda se perceba leve tendência de queda, o que vem ocorrendo desde abril, após a deflagração da Operação Carne Fraca. Os preços do frango vivo ao produtor mantiveram-se estáveis durante quase todo o mês de outubro, depois de leves altas verificadas em setembro nas duas praças de referência do Estado: Chapecó e Sul catarinense. Os custos de produção das aves apresentaram alta pelo segundo mês consecutivo, dessa vez de 2,74%

Nas exportações, a carne de frango teve queda em outubro em relação a setembro: -6,72% em quantidade e -2,33% em valor. Contudo, na comparação com outubro do ano passado, verifica-se aumento de 2,05% na quantidade exportada e de 14,12% nas receitas. O somatório das exportações catarinenses de carne de frango em 2017 é de 825,48 mil toneladas, queda de 1,18% em relação a 2016. Em termos de receitas, o resultado é positivo: US$1,54 bilhão, aumento de 8,18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Epagri/Cepa também constatou queda de 9,5% na exportação catarinense de carne suína em outubro, quando comparada com setembro, e de 5,33% na comparação com outubro de 2016. Apesar disso, no acumulado do ano, as exportações catarinenses registram números positivos: 233,86 mil toneladas, um aumento de 2,96% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse mesmo período, as receitas atingiram o montante de US$ 546,50 milhões, crescimento de 22,51% em relação a 2016.

As exportações brasileiras de carne bovina vêm registrando altas no segundo semestre deste ano. No acumulado do ano, já foram exportadas 1,20 milhão de toneladas, 5,20% mais do que no mesmo período de 2016. Em termos de receitas, o acumulado do ano atingiu US$4,92 bilhões (+9,68%).

Leite

Segundo a análise da Epagri/Cepa, 2017 se caracterizará mais por recuperação do que por crescimento da produção nacional de leite. Contudo, a oferta maior que a demanda ainda traz dificuldade para a cadeia produtiva, mas há expectativa de que tanto os preços no atacado como aos produtores alcancem patamares mais elevados em breve.

Trigo

A safra, que já está com 30% da área plantada no Estado, não deve ser a melhor em termos de qualidade dos grãos e de rendimento médio. A colheita segue em ritmo acelerado, já que os produtores buscam liberar as áreas para as culturas de verão, como milho, feijão e, principalmente, a soja. O preço permaneceu estável em outubro na comparação com o mês de setembro para os principais estados produtores. Em Santa Catarina, pequena baixa de 1,89%.

>>> Leia a íntegra do Boletim Agropecuário de novembro da Epagri/Cepa

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