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Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

O Governador Raimundo Colombo fala sobre o saúde em Santa Catarina e a retomada na economia.


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Fotos: Julio Cavalheiro/Secom
 
O governador Raimundo Colombo participou na noite desta quarta-feira, 19, da abertura do 35º Festival de Dança de Joinville, no Centreventos Cau Hansen. “Orgulho é o sentimento que sinto pela importância, força, grandiosidade e desenvolvimento do festival. É um evento que entrou no coração das pessoas e, agora, faz parte da vida de todos os catarinenses e brasileiros”, destacou. No último ano, o festival deu a Joinville o título de Capital Nacional da Dança.
 
 
Raimundo Colombo foi agraciado com a comenda Ordem do Mérito Cultural Bolshoi Brasil, homenagem instituída em 2015, concedida para pessoas que contribuem e acreditam no valor da arte. Em seguida, os bailarinos da Companhia Deborah Colker apresentaram o espetáculo O Cão sem Plumas, emocionando a plateia.  
 
 
“A cada ano o festival está melhor, com muita qualidade, conhecimento e repercussão. É uma referência na formação dos jovens e adolescentes. Uma das características mais importantes é que a comunidade de Joinville se envolve, participa e ajuda a fazer o festival.  É por isso que o evento tem essa relevância e fez 35 anos de uma história de sucesso. É um evento que destaca Santa Catarina e que promove nossa arte, cultura e valores”, disse o governador. 
 
O presidente do Instituto Festival de Dança, Ely Diniz, disse que, embora Santa Catarina ainda tenha dificuldades a serem superadas, é um estado diferenciado por manter o apoio à arte. “Em Santa Catarina, as  dificuldades são imensas. Mesmo assim, o Governo do Estado está conseguindo apoiar o Festival de Dança e manter a Escola do Teatro Bolshoi no Brasil, por entender que dança traz prestígios e gera recursos para Santa Catarina. Por isso, ao governador Raimundo Colombo nossos agradecimentos e à toda equipe por continuar apoiando a dança brasileira”, afirmou. 
 
O secretário de Estado do Turismo, Cultura e Esporte, Leonel Pavan, o presidente da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), Rodolfo Pinto da Luz, e o prefeito de Joinville, Udo Dohler, também participaram da abertura do evento. “Se Santa Catarina é escolhida como melhor destino turístico do Brasil, é também por conta de eventos como este. A dança é uma arte que passou a ser referenciada em nosso estado devido ao Festival de Dança de Joinville”, destacou o secretário Pavan. 
 
O Governo do Estado apoia a edição com R$ 900 mil por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). Durante 12 dias, o evento vai apresentar um panorama do que se produz e se ensina em dança em todo o país. Isso inclui desde grandes espetáculos com companhias nacionais e internacionais, até cursos, oficinas e workshops coreográficos e apresentações e atividades gratuitas à comunidade. Até o dia 29 de julho, o público poderá apreciar 3.326 mil coreografias selecionadas nos sete gêneros da dança - balé clássico de repertório, balé neoclássico, dança contemporânea, danças populares, danças urbanas, jazz e sapateado.
 
Nesta edição, participam mais de sete mil bailarinos do Brasil e de outros países como Argentina e Paraguai. São 240 horas de espetáculos, sendo 200 gratuitas. O festival é considerado o maior do mundo em número de participantes desde o ano de 2005, segundo o Guiness Book. 
 
De acordo com a organização, 230 mil pessoas devem visitar o festival. Neste período, mil novos empregos são gerados direta e indiretamente e outros setores da economia registram maior movimentação. Os hotéis e pousadas têm 70% de lotação. Restaurantes, casas noturnas, táxis, vans e ônibus também faturam.
 
A importância para os participantes 
 
Para participar do Festival de Dança, Hanna Vilaça, de Manaus, Amazonas, enfrentou mais de 11 horas de viagem e nem mesmo o frio que encontrou na cidade a desanimou. “Estamos acostumados com 40ºC, aqui nos deparamos com 4ºC na última noite. O frio é um espetáculo à parte. Tudo vale a pena para estar neste festival, que eu considero ser o maior do mundo. Não existe sensação melhor do que estar com pessoas queridas, fazendo o que amamos e nesta cidade maravilhosa que é Joinville”, relatou. 
 
A professora de dança e bailarina Erica Mendes, de Macaé, Rio de Janeiro, contou que é a quarta vez que ela e sua equipe participam do festival. “É um prazer estar neste festival com tantas escolas boas, com cursos e muitas trocas de experiências. É um evento que proporciona oportunidades e tem muita importância para quem trabalha com dança”, explicou. 
 
“Estou vindo aqui pela quarta vez, mas é como se fosse a primeira. A sensação é muito boa, uma experiência, um estudo, um aprendizado para que no futuro possamos crescer e aprender muito mais. Dançar é uma arte belíssima. E o festival é uma porta que se abre”, relatou a bailarina Lili Nery, da Companhia de Dança Priscila Ferraz, do Rio de Janeiro. 
 
O espetáculo da noite 
 
 
O espetáculo criado por Deborah Colker é baseado no poema de João Cabral de Melo Neto O Cão sem Plumas, publicado em 1950. Nele, o autor acompanha o percurso do Rio Capibaribe, que corta boa parte do estado de Pernambuco e ilustra a pobreza da população ribeirinha, o descaso das elites e a vida no mangue. A imagem do “cão sem plumas” serve para o rio e para as pessoas que vivem no seu entorno.
 
Em cena, Deborah mistura a dança com o cinema. Cenas de um filme realizado por Deborah e pelo pernambucano Cláudio Assis – diretor de longa-metragens como Amarelo Manga, Febre do Rato e Big Jato – são projetadas no fundo do palco e dialogam com os corpos dos 13 bailarinos. As imagens foram registradas em novembro de 2016, durante uma imersão de 24 dias da companhia e do cineasta, do limite entre sertão e agreste até Recife.
 
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Fotos: Julio Cavalheiro / Secom

O governador Raimundo Colombo visitou no final da tarde desta quarta-feira, 19, as obras do primeiro elevado em área urbana da cidade de Joinville e a duplicação da Avenida Santos Dumont. O Governo do Estado investe nas duas obras mais de R$ 70 milhões. A entrega das duas estão previstas para o fim de 2017. A secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional de Joinville, Simone Schramm e o superintendente regional do Deinfra, Ademir Machado, também acompanharam a visita.


Foto: Jaqueline Noceti / Secom

Para regulamentar a produção e fortalecer a marca do queijo serrano como mais um produto típico catarinense, o governador Raimundo Colombo e o secretário de Estado da Casa Civil, Nelson Serpa, assinaram nesta quarta-feira, 19, uma novo decreto estadual.

"O nosso queijo serrano tem um sabor muito especial e diferenciado. A exemplo da maçã catarinense e do vinho de altitude, agora o queijo serrano será mais um item de atração entre os nossos produtos regionais. O decreto regulamenta e fortalece a cadeia produtiva, contribuindo para o desenvolvimento econômico da região e para o turismo catarinense”, avalia o governador Colombo. Entre outras medidas, o decreto regulamenta a lei que estabelece exigências sanitárias específicas para a produção típica.

A história do queijo serrano é paralela a do tropeirismo. Os tropeiros paulistas eram de origem portuguesa e tinham o conhecimento da fabricação de queijo, que era transportado para ser vendido pela região e também servia como moeda de troca por mercadorias que não eram produzidas na Serra Catarinense.

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Alexandre Lenzi
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Foto: Jaqueline Noceti / Secom

A estratégia de intensificação da vacinação contra o HPV e Meningite C em escolas públicas e privadas catarinenses durante o mês de junho apresentou resultados positivos. Realizada nos 264 municípios que aderiram à intensificação, a ação resultou na aplicação de 43.456 doses de vacina no mês passado, sendo 16.453 contra o HPV em meninas de nove a 14 anos, 12.598 contra o HPV em meninos de 12 a 13 anos e 14.495 Meningo C em adolescentes de 12 e 13 anos.

“Os números demonstram a eficiência da estratégia, considerando que a quantidade de doses aplicadas supera em quatro vezes a média mensal que registramos nos postos de saúde”, afirma Eduardo Macário, diretor de Vigilância Epidemiológica (Dive) da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Importante destacar que, daqui a seis meses, os adolescentes que receberam a primeira dose da vacina contra o HPV devem receber uma segunda no posto de saúde.

Aprovada pela Comissão Intergestores Bipartite, a estratégia foi proposta pela Dive com base na baixa cobertura estadual de vacinação contra o HPV, de apenas 26% em 2016. Até o ano passado, apenas as meninas recebiam esta vacina. Em janeiro de 2017, ela passou a ser oferecida também para meninos. Outra mudança no calendário vacinal deste ano foi a ampliação da faixa etária da vacina Meningo C, antes oferecida apenas para crianças, que passou a ser aplicada também em adolescentes de 12 a 13 anos.

“Decidimos, então, incluir a vacina Meningo C na ação, já que atingiria o mesmo público-alvo”, argumenta Eduardo Macário. Apenas 31 municípios catarinenses não aderiram à intensificação no mês de junho, alegando que realizariam em outra época do ano ou que preferiam manter a vacinação apenas nos postos de saúde.

A operacionalização da ação envolveu o envio de comunicação aos pais e responsáveis, que deveriam assinar um termo de autorização e enviar a caderneta de vacinação dos adolescentes, e a montagem de um local específico para aplicação das vacinas, com mesa, cadeiras, pia para higienização dos vacinadores e climatização.

Vacina

Público

Média mensal (janeiro a maio)

Doses aplicadas junho

Total 2017
(jan-jun)

HPV Feminino

Meninas de 9 a 14 anos 11 meses e 29 dias

4.981

16.453

38.240

HPV Masculino*

Meninos de 12 a 13 anos 11 meses e 29 dias

4.358

12.598

35.035

Meningo C

Meninos e meninas de 12 a 13 anos 11 meses e 29 dias

6.979

14.495

49.391

Fonte: Diretoria de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina

* Em meados de junho, o Ministério da Saúde anunciou a ampliação da faixa etária da vacina para meninos de 11 a 14 anos. 

Informações adicionais para a imprensa:
Letícia Wilson e Patrícia Pozzo
Núcleo de Comunicação
Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive)
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Foto: James Tavares / Secom

A Ponte Hercílio Luz recebeu no início da tarde desta quarta-feira, 19, um equipamento guindaste que será responsável pela montagem da sexta e última grua. As gruas são necessárias para levar peças grandes que estão sendo trocadas na ponte para dar continuidade à transferência de carga conforme o cronograma.

O engenheiro fiscal da obra de restauração da Ponte Hercílio Luz, Wenceslau Diotallevy, explicou que o equipamento será utilizado somente na montagem dessa grua devido ao acesso ser por terra e próximo à praia. “As demais gruas foram montadas com guindaste sobre as plataformas que flutuavam sobre o mar. Por isso, a empresa providenciou um guindaste, via terra, para poder fazer essa operação da montagem da torre da última grua”.

“Hoje vamos preparar o equipamento para começar a operar na montagem da grua no dia seguinte. Acreditamos que em aproximadamente 15 dias a grua já esteja pronta para iniciar os serviços de montagem da estrutura superior de sustentação para fazer a transferência de carga de acordo com o programado”, completou Wenceslau.

O equipamento

Um guindaste Grove gmk 6300L com capacidade máxima de 300 toneladas vai instalar peças de até 12 toneladas da torre seis da grua, a uma altura de 71 metros e em um raio de 26 metros.

Informações adicionais para a imprensa:
Rafael Vieira de Araújo 
Assessoria de Comunicação
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