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O Governo do Estado lançou a campanha Compre de SC para incentivar o consumo de produtos produzidos em Santa Catarina. Além de estimular a produção interna e muitas vezes de pequenos produtores, a campanha faz a economia girar, gerando renda e emprego.

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Imagem: Airton Fernandes / Secom

Era uma noite chuvosa de abril de 2013 quando o marido da artesã Maria Irma Padilha, 54 anos, desapareceu em São José. Faltou luz e ficou tudo escuro. A tempestade dificultava a conversa com a filha ao telefone, não se ouvia nada. “Foi desesperador, é uma coisa que não desejo para ninguém. A gente não consegue fazer nada, a vida vira de pernas pro ar. Só conseguia pensar naquilo”, relembra Irma com tristeza.

>>> ÁUDIO: Ouça a reportagem na Rádio Secom

No dia em que receberia seu salário, o operador de máquina Marcos Roberto Sanchez Salvetto, 39, não voltou pra casa. Ele sofre de esquizofrenia e, naquele dia específico, teve uma crise de esquecimento. Não se lembrava de onde estava, de sua identidade, de seu endereço. Perdeu-se pelas ruas de São José. Na manhã do dia seguinte, Irma registrou o boletim de ocorrência na delegacia de Polícia Civil e as buscas começaram. Para a sorte da família, Santa Catarina é referência nacional na localização de pessoas desaparecidas.

Desaparecido foi encontrado graças à divulgação de sua foto

Foram dois meses e 17 dias de uma ausência turbulenta. Irma ouviu fofocas terríveis sobre seu marido desaparecido e chegavam informações falsas com frequência. Foram várias as vezes em que ela foi ao Instituto Médico Legal (IML) reconhecer cadáveres sem nome. Até que um dia, finalmente, Marcos foi localizado na rua. Estava bastante machucado, sem o dinheiro do salário que tinha recebido. Uma pessoa reconheceu seu rosto pelas fotos de desaparecidos divulgadas pela Polícia Civil e pela Polícia Militar nos ambientes públicos, como terminais de ônibus e programas de TV.

O QUE FAZER EM CASO DE DESAPARECIMENTO

● Acionar familiares, amigos, vizinhos, escola
● Procurar uma delegacia da Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência e exigir a busca
● Acionar o Programa SOS Desaparecidos
● Levar foto atualizada de rosto, de frente, com descrição das vestimentas e o que aconteceu
● Importante: não existe período mínimo de espera para iniciar as buscas

Santa Catarina tem 100% de casos cadastrados

Tanto na sede da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas (DPPD) quanto na do Programa SOS Desaparecidos da Polícia Militar, as paredes estão forradas de rostos de crianças, jovens, idosos. Por trás de cada rosto, uma história de mistério e profunda tristeza. A divulgação massiva das fotos dos desaparecidos em Santa Catarina é apenas uma das ferramentas que auxiliam na localização de pessoas.


Delegado da DPPD Wanderley Redondo 

Santa Catarina é o único Estado com 100% dos casos de desaparecimentos cadastrados no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, o Infoseg, um banco de dados da Secretaria Nacional de Segurança Pública que reúne registros de órgãos públicos como Receita Federal, Ministério do Trabalho, Polícia Federal, Denatran, Conselho Nacional de Justiça, entre outros.

A atualização das informações no cadastro agiliza a localização de pessoas, mesmo que estejam fora de Santa Catarina, como explica o delegado Wanderley Redondo. O delegado é o titular da DPPD, unidade da Polícia Civil que é o órgão oficial do Estado para investigação e diligências em casos de desaparecimentos. As prioridades na investigação são para crianças, idosos e portadores de necessidades especiais.

DICAS DE PREVENÇÃO CRIANÇAS

● Dar atenção aos filhos
● Conversar e fortalecer o laço de amizade
● Não deixar crianças sozinhas
● Não aceitar coisas de qualquer um na rua
● Conscientizar a criança dos riscos que existem

“A Polícia Civil de Santa Catarina controla em tempo real o desaparecimento e o reaparecimento no Estado. Nossa equipe fica em contato permanente com as famílias que registraram o boletim de ocorrência para saber se a pessoa retornou ao lar ou não. A maioria não nos avisa quando o desaparecido é localizado”, afirma Redondo.

As delegacias catarinenses registram, em média, 8 a 10 boletins de ocorrência (BOs) de desaparecimentos por dia. Para manter o cadastro atualizado, a DPPD tem um gasto excessivo com telefone, tanto celular quanto fixo, para confirmar se cada uma dessas pessoas continua desaparecida. Geralmente, as famílias se esquecem de avisar quando a pessoa é localizada.

Um exemplo comum são os casos de turistas desaparecidos. A família faz o BO, a pessoa volta para casa e, depois, para a cidade de origem, mas o registro continua aberto em Santa Catarina.

ONDE BUSCAR AJUDA

SOS Desaparecidos
Telefone de plantão: (48) 99156-8264 (whatsapp)
Telefone da sede: (48) 3665-4715
PMSC: 190

Delegacia de Polícia da Pessoa Desaparecida (DPPD)
Telefone da sede: (48) 3665-5595
Disque-denúncia: 181

GAFAD - Grupo de Apoio aos Familiares de Desaparecidos
Telefones: (48) 3012-5542 / (48) 99845-4555

Santa Catarina tem amostras de DNA de familiares de desaparecidos

Um importante esforço da Polícia Civil catarinense é a organização de um banco de amostras de DNA de familiares de pessoas desaparecidas. De acordo com o delegado Redondo, Santa Catarina é o 4º Estado no país em volume de amostras, mas é o 1º se considerarmos proporcionalmente a população.

“Esse material vai para o sistema estadual e nacional. Caso um desaparecido catarinense seja localizado em qualquer ponto do país, poderá ser feita a checagem no sistema e a pessoa é identificada por meio do DNA”, valoriza o delegado.

A Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas foi criada em 2013 por decreto do Governador do Estado. Até então, não havia uma delegacia que cuidasse especificamente deste tipo de ocorrência. Com a inauguração, foi possível ter o controle da situação em Santa Catarina. Foram confirmados todos os casos de desaparecidos desde 2002, quando entrou em funcionamento o Sistema Integrado de Segurança Pública de SC.

O delegado Wanderley Redondo afirma que, na época, havia mais de 18,5 mil pessoas que constavam como desaparecidas. Num trabalho em conjunto com o Centro de Informática e Automação de Santa Catarina (Ciasc), foi feito um cruzamento de dados que corrigiu esses números e baixou para 6,5 mil casos. “Muitas vezes a pessoa estava desaparecida, mas tinha feito carteira de identidade, carteira de habilitação, então não estava desaparecida, de fato. A partir dali, começamos a analisar caso a caso, um trabalho que continua até hoje”, explica Redondo.

NÚMEROS OFICIAIS DE DESAPARECIDOS EM SC (março 2018)

Pessoas

Crianças

14

Adolescentes

354

Adultos

1.523

Total

1889

Polícia Militar de Santa Catarina é a única do país a ter um programa voltado aos desaparecidos

Santa Catarina tem a única polícia militar do país com uma coordenadoria e equipe exclusiva para localizar desaparecidos. Criado em 2012, o programa SOS Desaparecidos aproveita a capilaridade da Polícia Militar, presente em todos os municípios do Estado, para apoiar as famílias diante de um desaparecimento, tanto na busca imediata quanto na ampla divulgação, seja por redes sociais, pela mídia, em eventos ou por meio de entidades parceiras.


Tenente-coronel Marcus Roberto Claudino

A iniciativa da criação do programa foi do tenente-coronel Marcus Roberto Claudino. Em 2011, ele fez um trabalho acadêmico de pesquisa sobre o desaparecimento de pessoas em Santa Catarina. O material foi editado e se transformou no livro “Mortos Sem Sepultura - o Desaparecimento de Pessoas e seus Desdobramentos”.

Durante sua pesquisa, Claudino observou que os casos mais comuns de desaparecimentos, especialmente entre os adolescentes, são causados por fuga do lar, motivados por conflito familiar. “A família é a maior vítima, mas também a maior produtora de desaparecidos. Tem casos de maus tratos, abuso sexual, uso de drogas, pedofilia, violência, entre outros”, observa o coordenador.

DICAS DE PREVENÇÃO ADOLESCENTES

● Se há dificuldade no convívio familiar, procurar o conselho tutelar ou o ministério público
● Recomendar que adolescentes saiam em grupo
● Ficar atento aos amigos das crianças e adolescentes
● Acompanhar o que estão vendo na internet e em redes sociais

Além de crianças e adolescentes, exigem atenção os idosos e as pessoas com alguma doença mental, como Alzheimer ou esquizofrenia. Nesses casos, é recomendado usar uma pulseira de identificação com o nome, o endereço e o telefone de um responsável. “O amor é a pedra angular, mas para evitar desaparecimentos, a palavra mágica é atenção”, recomenda Claudino.

Outros casos apoiados pelo programa SOS Desaparecidos se refere a famílias que buscam seus familiares. São casos de adoção, em que a pessoa deseja buscar seus pais biológicos, ou crimes de tráfico de pessoas. Claudino lembra que, nos anos 1980 e 1990, houve muitos casos de tráfico de bebês, que eram levados para adoção ilegal principalmente para Israel, mas também França e Itália.

Governador Eduardo Pinho Moreira valoriza o trabalho dos entes públicos e da sociedade civil

O governador Eduardo Pinho Moreira reconhece a importância desse trabalho realizado pelo Governo e pela sociedade civil organizada. “Nós, agentes públicos, temos que ter responsabilidade em ajudar essas famílias a encontrar o seu desaparecido. Por isso, nossas autoridades civis, militares e a comunidade organizada formam um grupo que busca auxiliar as famílias a reencontrar seus entes queridos. É um trabalho todos devem acompanhar, pois a sua informação é valiosa”.

Ao lado da sede do programa SOS Desaparecidos, no Terminal Rodoviário Rita Maria, em Florianópolis, funciona o Grupo de Apoio aos Familiares de Desaparecidos de Santa Catarina (Gafad). O ponto é estratégico. Muitas pessoas consideradas desaparecidas estão em situação de rua e querem retornar para suas famílias. A rodoviária é a porta de entrada e de saída. O Gafad é presidido por Aldaleia Conceição, aposentada que começou a trabalhar como voluntária para ajudar uma vizinha, cujo filho está desaparecido há mais de 35 anos.


Aldaleia Conceição

Criado oficialmente em 2014 como organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), o Gafad oferece apoio familiar e prestaa orientações, oferecea atendimento psicológico, social e até jurídico, sempre por meio de uma rede de voluntários. O atendimento é presencial, pela internet  ou por telefone.

“Muitos que chegam até nós não têm ideia do que fazer, de quais são os seus direitos, de como pedir ajuda. A população precisa tomar conhecimento de que existe o desaparecimento de pessoas e o tráfico de pessoas. É preciso conhecer para poder prevenir”, relata Aldaleia.

Os casos de idosos que somem têm aumentando, segundo a percepção da presidente do Gafad. “O idoso começa a ter esquecimentos banais, a família não leva a sério, até que um dia ele vai na padaria e não se lembra de como voltar. Isso vale também para adultos com doenças mentais”, relata Aldaleia.

DICAS DE PREVENÇÃO IDOSOS e PESSOAS COM DOENÇAS MENTAIS

● Sempre andar acompanhado
● Usar uma fita com identificação

Informações adicionais para a imprensa:
Alícia Alão
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
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Telefone: (48) 3665-3009
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Foto: Julio Cavalheiro / Secom

Ao chegar ao primeiro mês de mandato como governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira destacou que, mesmo desejando ter mais horas no dia para abraçar todos os compromissos que aparecem na agenda, o sentimento é de motivação. “Sinto-me energizado, porque sei que a sociedade catarinense está sendo beneficiada com as decisões que estamos tomando e que têm reflexo imediato”. Assim que assumiu o Governo, Moreira estabeleceu como prioridades as áreas da Saúde e Segurança Pública, bem como a responsabilidade com os gastos públicos.

Uma das primeiras medidas, visando à contenção de gastos, anunciada pelo governador foi a desativação de 15 Agências de Desenvolvimento Regional (ADRs). Estudos técnicos do Governo apontam que a economia anual pode chegar a R$ 50 milhões. Com a medida, mais de 180 cargos comissionados foram extintos.

Considerando os desafios do ano eleitoral, que exige um rigor ainda maior no controle das contas, o governador tem repetido à equipe de governo que o momento é de muita responsabilidade, criatividade para fazer mais com menos recursos, e dedicação às prioridades. “É um governo curto e não há dinheiro para tudo. Todas as nossas ações deverão ter como objetivo o compromisso que assumimos com Santa Catarina e os principais anseios da sociedade, nas áreas de proteção à vida”, reforçou.

Prioridades

Na área da Saúde, o governador Eduardo Pinho Moreira destacou que a decisão de repassar os 14% da receita líquida do Estado está sendo rigorosamente aplicada. Outro número obtido no primeiro mês de governo diz respeito ao valor de restos a pagar do setor. Eduardo Pinho Moreira informou que foram repassados aproximadamente R$ 70 milhões para liquidar dívidas referentes ao ano de 2017. “São recursos separados. Estes R$ 70 milhões só poderiam ser usados para os pagamentos de faturas de 2017”, explicou Moreira. Segundo ele, mantendo o repasse dos 14%, revisando os contratos para eliminar os excessos, a Saúde terá avanços significativos.

Em outra área prioritária, a Segurança Pública, o governador destaca a união das forças de segurança e a maior presença das polícias nas ruas. Citou as operações conjuntas que têm aumentado a sensação de segurança, sobretudo em lugares mais vulneráveis à criminalidade, e contribuído com a redução dos índices de violência. “Vamos fortalecer cada vez mais estas ações, investindo em tecnologia, na aquisição de viaturas e equipamentos que protejam o nosso policial nessa missão tão nobre de proteção à vida dos catarinenses”, afirmou o governador Eduardo Pinho Moreira.

Outras ações no 1º mês de Governo

Desde que assumiu o governo de Santa Catarina, Eduardo Pinho Moreira já visitou 11 cidades catarinenses de todas as regiões do Estado. Liberou R$ 72,8 milhões em obras inauguradas, convênios, repasses e licitações. Também esteve no Distrito Federal.

Em Brasília, esteve com o presidente da República, Michel Temer, e com outros governadores, discutindo ações para Segurança Pública. Moreira defendeu a integração das polícias dos estados, e o combate à criminalidade com investimentos em tecnologia e inteligência. Também esteve no Ibama, onde solicitou a renovação da Licença de Instalação da obra da SC-290, conhecida como Serra do Faxinal, ligação entre as serras Catarinense e Gaúcha.

Em Joinville, no Norte do Estado, entregou a inauguração da reforma e da ampliação da Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos, com investimentos do Governo do Estado de R$ 5,9 milhões. A obra vai garantir atendimento de melhor qualidade a 1,3 mil alunos do ensino médio regular, ensino médio inovador e do curso técnico de magistério. A cidade também recebeu R$ 3,9 milhões para a requalificação da Rua Prudente de Moraes, uma das principais vias da Zona Norte.

Laguna foi contemplada com recursos para asfaltar a Rodovia Municipal João Batista Wendhausen Moraes, no trecho que liga a comunidade de Bananal até a saída da BR-101. São R$ 4,2 milhões por meio de convênio para pavimentar 4,8 quilômetros.

No Oeste, o governador Eduardo Pinho Moreira entregou o edital de licitação para a construção do novo terminal de passageiros do Aeroporto Serafim Enoss Bertaso. A obra, que vai dobrar a capacidade do local, receberá investimentos de R$ 10,6 milhões, sendo R$ 8,5 milhões do Governo Federal, mais R$ 2,1 milhões de contrapartida do Estado.

Para melhorar a mobilidade do Extremo-Sul do Estado, o governador assinou editais de licitação para duas obras de revitalização nas rodovias SC-449 e SC-108. As vias fazem ligação entre o município de Sombrio até o município de Jacinto Machado, e de Meleiro até Turvo.

Em Garopaba, no Litoral Sul, foi assinado o edital para licitar a recuperação da SC-434 em 13 quilômetros, mais a implantação de ciclovia. Outro edital também foi liberado para recuperar a SC-390, no trecho de 8,7 quilômetros entre Orleans e Lauro Müller. A rodovia liga o Litoral Sul à Serra Catarinense.

Para o Complexo Portuário de Itajaí, considerado o segundo maior do país, Eduardo Pinho Moreira assinou o aditivo de R$ 24,9 milhões ao contrato de execução das obras do novo acesso do complexo, na chamada Bacia de Evolução. A obra é fundamental para manter o porto na rota dos grandes navios.

Para manter o status de Estado livre de febre aftosa sem vacinação, o Governo vem investindo no controle da sanidade animal e vegetal. Com o objetivo de manter o trabalho de excelência, a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) recebeu um reforço com a posse de 26 médicos veterinários aprovados em concurso. Os novos profissionais vão beneficiar diretamente mais de 200 mil produtores do Estado e até o fim do ano a Cidasc receberá outros 229 novos servidores.

E para agilizar as demandas das polícias catarinenses e dar uma resposta rápida nos processos do Instituto Geral de Perícias de Santa Catarina (IGP), Moreira empossou 62 auxiliares de perícia, também aprovados em concurso público.

Na área de tecnologia e inovação, o governador anunciou a criação de um laboratório público em parceria com a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), em Florianópolis.

Outra ação que marcou o 1º mês do Governo Eduardo Pinho Moreira foi a autorização da recuperação ambiental da Beira-Mar Norte. O investimento do Estado, por meio da Casan, é de R$ 17 milhões. O projeto prevê, em 3,5 quilômetros de praia, o tratamento dos efluentes conduzidos pela rede de drenagem (que coleta a água das chuvas) para lançar ao mar fluidos livres de coliformes fecais. 

“Estou convicto de que todas estas ações e medidas são para o bem coletivo. Este é o meu compromisso com todas as regiões de Santa Catarina. O governo é curto, mas terá toda a minha energia dedicada a fazer o melhor para o nosso Estado”, concluiu Eduardo Moreira.

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
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No Hospital de Penha, Projeto Ver atendeu 1,4 mil pessoas. Foto: Carol Nascimento 

O mutirão de cirurgias de catarata, que faz parte do Projeto Ver, chegou ao Sul do Estado para atender a população de Laguna e do Extremo-Sul Catarinense. A previsão é de 800 procedimentos que serão realizados no Hospital Regional de Araranguá a partir do dia 26, e no Hospital de Praia Grande, no início de maio.

A autorização para o mutirão de cirurgias foi assinada nessa sexta-feira, 16, pelo secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande, que se encontra em Araranguá. “Há 800 pessoas aguardando por cirurgias de catarata, retina e glaucoma. As cirurgias são rápidas e devolvem a visão a essas pessoas que aguardavam algum tempo na fila de espera", comentou o secretário Casagrande.

Após a cirurgia, o paciente recebe um kit com óculos escuros e colírio. Cada cirurgia tem um custo de R$ 771,60, conforme tabela do SUS, mais R$ 250 de prêmio estipulado pela Comissão Intergestora Bipartite. O valor total do mutirão será custeado com fontes do Ministério da Saúde (MS) e do Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Na primeira quinzena de março, o Projeto Ver esteve em Campo Alegre. Lá foram realizadas 1,7 mil cirurgias de catarata em pacientes da macrorregião do Planalto Norte e parcialmente da macrorregião do Planalto Nordeste. Nas últimas duas semanas de fevereiro, o Hospital de Penha fez 1,4 mil procedimentos, atendendo a população da Foz do Rio Itajaí.

Em 2017, o mutirão de cirurgias de catarata foi realizado na macrorregião do Grande Oeste, Macrorregião do Meio-Oeste, Serra catarinense e parcialmente no Sul do Estado e na Grande Florianópolis. Em novembro, foram feitas 1.197 cirurgias de catarata em São Lourenço do Oeste. Em dezembro, o mutirão chegou a Caçador, Iporã do Oeste e Içara, com a realização de 897, 636 e 400 cirurgias, respectivamente. Outros 300 procedimentos foram feitos em Santo Amaro da Imperatriz, entre dezembro de 2017 e fevereiro deste ano. 

Informações adicionais para a imprensa:
Gabriela Ressel
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Saúde
Telefone: (48) 3664-8822
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br e secretariadeestadodasaude@gmail.com


Foto: Tiago Mortiz / CBMSC

Anunciado em setembro do ano passado, o serviço de atendimento pré-hospitalar em Santa Catarina de forma integrada e única entre Bombeiros Militares e Samu vem passando por transformações significativas no Estado. Nesta sexta-feira, 16, uma avaliação do novo processo foi feita entre o secretário de Segurança Pública, Alceu de Oliveira, o comandante do Corpo de Bombeiros Militar, coronel João Valério Borges, o gerente do Serviço Médico de Urgência (Samu), coronel João Batista Cordeiro, e a superintendente de Serviços Especializados de Regulamentação da Secretaria da Saúde, Karin Geller.

A primeira grande mudança e que está em andamento foi a unificação das sedes físicas de atendimento. Das 23 sedes alugadas do Samu, apenas em quatro municípios ainda não foi feita a migração para uma sede única: São Miguel do Oeste, Itajaí, Canoinhas e Mafra. Destes municípios, três, em cerca de 30 ou 60 dias, farão a migração para os quartéis do Corpo de Bombeiros dessas cidades. Com exceção de Mafra, onde está sendo construído um novo quartel e as obras ainda vão levar mais tempo para ficarem prontas - estimativa é até o fim deste ano.

Criação de central única de regulação

Outra novidade é o lançamento de edital para contratação de empresa que fará a integração das centrais de regulação em uma única central. O edital será lançado até o próximo mês. A gestão do serviço de atendimento pré-hospitalar será feita integralmente pelo Estado. A empresa licitada fornecerá insumos e contratação de pessoal, além da integração técnica do sistema.

Com a completa integração dos serviços, a pessoa vai ligar para o Samu ou para o Corpo de Bombeiros e receberá uma viatura e uma equipe especializa que a atenderá de acordo com a necessidade apontada. “Nosso foco continua sendo a melhoria do serviço prestado para o cidadão mas essa integração é gradativa e não acontece de uma hora para outra. Há questões técnicas e legais que estamos vencendo e construindo gradativamente”, explica o coronel BM João Batista Cordeiro Junior, gerente do Samu no Estado.

Melhora na qualidade do atendimento 

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM João Valério Borges, também vê como benéfica a integração do serviço de atendimento pré-hospitalar. “Para nós bombeiros militares a criação de um serviço único também significa a especialização do serviço. Bombeiros e profissionais da saúde nas ruas já vêm há bastante tempo trabalhando em parceria no socorro das pessoas. Mas, passando a trabalhar de maneira integrada, a qualidade do atendimento tende a melhorar ainda mais”.

A superintendente da Secretaria da Saúde, Karin Geller, disse que o novo modelo de atendimento será exemplo para o Brasil. “De um lado tínhamos o serviço prestado por uma unidade de saúde, que é o Samu, regulado pelo Ministério da Saúde, de outro, tínhamos o atendimento prestado pelo Estado, por meio da Secretaria da Segurança Pública e do Corpo de Bombeiros. Agora, unindo os dois e suplantando cada fase da integração, teremos um serviço de mais qualidade para ambos”, disse.

Treinamento dos profissionais da SSP em reanimação cardiorrespiratória

Durante o encontro, a Secretaria de Estado da Saúde, por intermédio do Samu, repassou à Secretaria da Segurança Pública, três equipamentos de desfibrilação cardíaca. Empregados em situações de emergência cardíaca, que atualmente é a principal causa de mortes em adultos no mundo, os aparelhos serão distribuídos em cada torre do complexo da segurança pública para atender profissionais ou pessoas das imediações que sofrerem paradas cardíacas. Funcionários da SSP que se voluntariarem serão treinados pelo Samu para operarem os equipamentos.

O secretário da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Junior, agradecendo a doação dos equipamentos e o treinamento oferecido aos funcionários da SSP, disse que o preparo dos servidores públicos em técnicas de reanimação cardiorrespiratória e para uso dos desfibriladores, será fundamental para salvar vidas.

Informações adicionais para a imprensa
Krislei Oechsler
Assessoria de Imprensa 
Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina - CBMSC
E-mail: ccs@cbm.sc.gov.br
Fone: (48) 3251-9614 / 98843-4427
Site: www.cbm.sc.gov.br


Foto: Epagri

O método de seleção e produção de abelhas rainhas Apis mellifera desenvolvido pela Epagri acaba de entrar para a plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável da FAO/ONU. O projeto, iniciado em 2010 pela Estação Experimental de Videira (EEV), buscou vencer desafios como a baixa produtividade de mel no Estado e o manejo inadequado das colônias.

Para esse trabalho, oito apiários de seleção regional foram instalados em diferentes municípios do Estado. Nesses locais, as colônias foram selecionadas pela observação das características e do comportamento das abelhas. O objetivo foi identificar atributos como resistência a doenças e parasitas e alta produtividade de mel.

Com base nas informações obtidas junto aos apicultores, os técnicos da Epagri selecionaram 96 colônias que passaram por avaliação técnica durante duas safras apícolas quanto à produtividade de mel, ao comportamento higiênico e maior resistência ao ácaro Varroa destructor. As colônias que se destacaram foram selecionadas e reproduzidas na EEV para avaliação nas safras seguintes.

A reprodução desse material foi feita pelo método de transferência de larvas. “Esse método permite eleger as colônias que darão origem às rainhas e determinar a qualidade delas, uma vez que é possível selecionar as que apresentam melhores características morfológicas, como peso e tamanho ao nascer”, explica Tânia Schafaschek, pesquisadora da Epagri.

A Epagri, então, forneceu rainhas selecionadas para um grupo de apicultores e iniciou o acompanhamento dos apiários nessas propriedades. Os apicultores também foram capacitados e incentivados a produzir as próprias rainhas. Em torno de 50 produtores aderiram à tecnologia e vêm aumentando gradativamente a porcentagem de colônias em que substituem as rainhas anualmente.

O projeto tem atuação em todo o Estado, com ênfase no Planalto Norte e no Meio-Oeste. Os resultados se refletem no incremento de 8 toneladas de mel por safra, o que significa aumento de 30% da produção, e na melhoria sanitária dos apiários, com redução de até 43% na infestação por varroa em abelhas adultas. A renda por colmeia cresceu cerca de R$ 100 por safra. “Além disso, esse sistema fornece condições para a criação de um novo segmento de geração de renda para a agricultura familiar: a produção de rainhas”, destaca Tânia.

A plataforma é um espaço digital criado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) para disseminação e compartilhamento de iniciativas replicáveis de boas práticas desenvolvidas na Região Sul do Brasil. O conteúdo, já disponível em português, será em breve traduzido para inglês, espanhol e francês. Essa é a 12ª tecnologia da Epagri incluída na plataforma.

>>> Confira mais detalhes

Mais informações e entrevistas: Tânia Patricia Schafaschek - TaniaS@epagri.sc.gov.br – (49) 3533-5629 e (47) 99667-8946.

Informações para a imprensa:
Cinthia Andruchak Freitas
Assessoria de imprensa 
Epagri
Fone: (48) 3665-5344 / 99112-9259
E-mail: cinthiafreitas@epagri.sc.gov.br
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