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Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

Com a Palavra, o Governador - 15 de setembro de 2017

O Governador Raimundo Colombo fala sobre o saúde em Santa Catarina e a retomada na economia.


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Imagem: Celesc

Atividades rotineiras como soltar pipa, realizar manutenção predial ou podar árvores próximo à rede elétrica podem significar risco de morte se não forem tomados os cuidados necessários. É por isso que de 24 a 28 de julho a Celesc integra a 11ª Semana Nacional de Segurança promovida pela Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee), que tem por objetivo conscientizar a população sobre os riscos da eletricidade. A campanha da Celesc inclui distribuição de material educativo e orientação dos consumidores com ações organizadas nas 16 agências regionais de Santa Catarina.

Em 2016, foram registradas 240 mortes de consumidores decorrentes de acidentes com eletricidade no Brasil. Um terço dos casos ocorreu durante obras de construção ou manutenção predial. O engenheiro de Segurança da Celesc, Fábio Rafaelli, explica que é importante manter a distância normatizada pela empresa e pela ABNT na hora de construir ou fazer serviços como limpeza ou pintura em prédios e residências. “Além de respeitar as distâncias, o cuidado precisa ser redobrado quando se utiliza equipamentos como andaimes, escadas, treliças, trilhos de cortinas ou materiais metálicos próximos da rede elétrica, pois um simples contato com um fio energizado pode ser fatal”, disse.

Outras situações que trazem risco para a população envolvem ligações clandestinas, poda de árvores, operação de equipamentos como guindastes, brincadeiras com pipas, instalações de antenas de TV, batidas de veículos em postes, furto de fios e equipamentos, entre outras.

“A eletricidade não tem cheiro, não tem cor e pode ser fatal, se não for tratada de forma segura e consequente”, alerta o presidente da Celesc, Cleverson Siewert. Em comparação à média nacional, Santa Catarina tem um histórico de poucas ocorrências fatais em decorrência de acidentes elétricos com a população, foram 18 registros nos últimos cinco anos. Os alertas realizados pelas campanhas da Semana de Segurança têm ajudado a reduzir os números de mortes também em outros estados.

Desde que começou a fazer monitoramento dos registros, em 2001, a Abradee registra uma queda gradual de acidentes envolvendo eletricidade, somando 26% de queda nos últimos 16 anos. O percentual de ocorrências fatais reduziu ainda mais: 37% no período, sendo que em 2016 a diminuição foi de 9%, o que significa 23 mortes a menos do que no ano anterior. 

Resumo dos casos fatais em SC entre 2013 e 2017:

ANO

NUMERO

CAUSAS

2013

 7 mortes

- Instalação de toldo em prédio (4 funcionários de empresa de comunicação visual sofrearam choque elétrico ao tocar acidentalmente um dos condutores da rede trifásica)

- Vítima encontrada sem vida ao lado de uma árvore que havia cortado com um machado (planta caiu sobre a rede elétrica, na tentativa de empurrá-la, o cidadão recebeu descarga elétrica fatal)

- Uma pessoa recebeu descarga elétrica ao segurar em uma cerca de arame farpado que estava energizada.

2014

 5 mortes

- Derrubada de árvore próximo à rede elétrica (cipó encostou nos fios energizados, o que causou descarga elétrica e óbito).

- Durante instalação de tubulação de gás em prédio, vítima encostou cano de cobre acidentalmente em condutor energizado, sofreu choque e caiu de uma altura de 12 metros, faleceu no hospital.

- Eletricista recebeu choque elétrico ao fazer reparos na iluminação pública.

- Durante coleta de material para análise de solo houve contato do equipamento (torre para perfuração) com a rede elétrica de alta tensão, ocasionando passagem de corrente elétrica e óbito de dois trabalhadores.

2015

 4 mortes

- Um óbito por choque elétrico

- Uso de aspirador de pó ligado a extensão elétrica com fio desencapado causou choque elétrico.

- Provável descuido com uma cantoneira ao fixa-la em uma placa, (houve contato em rede alta tensão)

- Após colisão em poste, menor de idade (que estava de carona) pisou em cabo de alta tensão ao descer do carro e recebeu descarga elétrica.

2016

 Sem registros

 

2017

 2 mortes

- Choque elétrico e óbito após manutenção indevida de iluminação pública

- Ao subir em poste de uma fazenda para retirada de luminária, eletricista passou o braço entre as fases e recebeu descarga elétrica. O mesmo estava de chinelos, sem luvas isolantes e utilizou uma escada metálica para acessar o local.

Dicas de segurança e economia da campanha

“Energia elétrica com segurança: Tá seguro, tá controlado”:

- Considere a rede energizada mesmo quando a energia estiver desligada

- Não pendure ou jogue nada na rede elétrica

- Não fixe enfeites ou solte fogos e balões perto da rede elétrica

- Nunca resgate pipa ou outros itens que enroscaram nos fios elétricos

- Não toque em fios partidos ou soltos na rua e avise imediatamente à Celesc pelo telefone de Emergência: 0800 48 0196

- Antes de qualquer conserto na instalação elétrica, desligue a chave geral no quadro de energia

- Apenas especialistas, com equipamento de segurança, devem lidar com a rede elétrica

- Lembre-se de que irregularidades e furtos na rede de energia podem ocasionar choques elétricos, curto circuitos e incêndios

- Ao adquirir equipamentos elétricos, confira a voltagem para saber se a fiação suporta a carga

- Faça sempre a manutenção das instalações e evite fios emendados ou desencapados

- Retire o carregador da tomada assim que o celular estiver carregado

- Desligue o monitor do computador se for demorar mais de 10 minutos para retornar a usá-lo

- Elimine vazamentos. Ao economizar água, você também economiza energia

- Verifique o estado de conservação das borrachas de vedação do refrigerador

- Mantenha o filtro do ar-condicionado sempre limpo e o termostato regulado. Desligue o aparelho quando não houver ninguém no ambiente

- O plantio e a poda de árvores devem ser feitos em distância segura da rede elétrica e por pessoas habilitadas


Foto: Paulo Goeth/SES

O Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), instituição de referência estadual da Secretaria de Estado da Saúde (SES), completa 66 anos de serviços prestados à população de Santa Catarina. A unidade está localizada na Rua Felipe Schmidt, 788, no Centro de Florianópolis.

Com abrangência nos 295 municípios do estado, o Lacen desenvolve suas atividades baseado em dois eixos: Biologia Médica e Análise de Produtos e Meio Ambiente. Para tanto, conta com equipamentos de alta tecnologia como sequenciador de DNA e cromatógrafo gasoso massa a massa, além de uma equipe altamente capacitada para realização de análises de média e alta complexidade.

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Na área da Biologia Médica, o foco principal são as doenças infecciosas de relevância em saúde pública, cujas atividades concentram-se na identificação do agente etiológico, monitoramento das infecções, identificação de medicamentos a serem utilizados no tratamento, bem como a identificação de infecções causadas por bactérias resistentes aos antimicrobianos, daí a relevância da instituição no que diz respeito à assistência médica.

No último ano, o Ministério da Saúde (MS) em conjunto com a SES vem concentrando esforços na implantação de técnicas imunológicas e de Biologia Molecular a fim de atender as demandas do diagnóstico de doenças emergentes e reemergentes, como a febre pelo zika vírus e chikungunya, a dengue e a tuberculose.

O Lacen é o único laboratório no estado catarinense que realiza o teste de resistência às drogas utilizadas no tratamento da Tuberculose, genogrupagem da Neisseriameningitidis, microaglutinação para Leptospirose, RT-qPCR para identificação de Zika vírus, vírus da Chikungunya e da Dengue, RT-PCR para identificação de Influenza A H1N1, H3N2, Influenza B, Metapneumovírus humano, Parainfluenzaetipos 1, 2, e 3, Vírus Sincicial Respiratório e Adenovírus, RT-PCR triplex para o diagnóstico das meningites bacterianas, sorologia para Hantavírus, diagnóstico de Chagas Agudo, identificação de micobactérias não tuberculosas (MNT), identificação de protozoários do gênero Leismania, dentre outros.

Na área de Análise de Produtos e Meio Ambiente, suas atividades concentram-se na realização de análises de alimentos, água, medicamentos e saneantes, atendendo a programas nacionais e estaduais de monitoramento. O objetivo é fornecer resultados analíticos que permitem avaliar o perfil de diversas categorias de produtos nacionais e regionais, identificar os setores produtivos que necessitam de intervenção institucional, a fim de garantir a melhoria da qualidade sanitária dos produtos (especialmente para consumo humano) comercializados no país.

Como exemplo dos programas atendidos pelo Lacen estão a Avaliação do Teor Nutricional dos alimentos processados, Monitoramento de Aditivos e Contaminantes, de Água para Diálise, da Qualidade do Leite, de Vegetais minimamente processados, da Qualidade dos Medicamentos e da Água para consumo humano, Amostras ambientais (pesquisa de Vibriocholerae), da Qualidade Sanitária dos Alimentos, de Prevenção e Controle dos Distúrbio por Iodo, bem como a Avaliação dos produtos oriundos dos portos de SC.

O Lacen coordena tecnicamente mais seis laboratórios regionais de pequeno e médio porte, localizados em Chapecó, São Miguel do Oeste, Joaçaba, Joinville, Criciúma e Tubarão. Eles realizam análises de média complexidade para os municípios localizados no âmbito de sua abrangência geográfica. Para que toda esta estrutura funcione, o Lacen conta com uma Gerência Administrativa que fornece todo o apoio logístico para o amplo funcionamento do laboratório.

Além dos investimentos nas áreas de Biologia Médica e de Análise de Produtos e Meio Ambiente, a Direção do Lacen vem investindo continuamente em capacitações na área de Gestão da Qualidade e de Biossegurança. A intenção é promover um ambiente de trabalho seguro para os seus colaboradores e fornecer um atendimento de excelência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) em Santa Catarina.

Mais informações para a imprensa:
Suelen Costa
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde - SES
Fone: (48) 3664-8820 / 99113-6065
E-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Site: portalses.saude.sc.gov.br


Foto: Julio Cavalheiro / Secom

A extinção de empresas, as obras na Serra do Corvo Branco e a inauguração de escolas na rede pública estadual foram os principais assuntos da entrevista semanal com o governador Raimundo Colombo. Na abertura do programa desta sexta-feira, 21, Colombo explicou que a decisão de extinguir a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Codesc), a Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina (Cohab) e a Corretora de Seguros e Administradora de Bens Móveis e Imóveis (Bescor) visa a economia e a eficiência do Estado. “Elas se tornaram deficitárias ao longo dos anos e essa decisão traz o efeito prático da economia e do melhor aproveitamento do dinheiro público”, acrescentou.

De acordo com a Casa Civil, a extinção vai garantir uma economia mensal da R$ 10 milhões aos cofres públicos. O valor inclui as médias das despesas com folha de pagamento e com gastos operacionais e administrativos dos três órgãos. Uma lei específica para extinção da Codesc e da Cohab foi aprovada neste mês pela Assembleia Legislativa. 

As obras e a beleza da paisagem na Serra do Corvo Branco também foram pauta do programa. “Quem não conhece não tem ideia da força da natureza na Serra do Corvo Branco. As obras estão andando e já há um bom trecho asfaltado o que fortalece um potencial turístico extraordinário naquela região, com repercussão mundial”. Colombo reiterou que ainda estão sendo feitas desapropriações no trecho e que por conta de um deslizamento de rocha, na Serra, o projeto de engenharia foi refeito e agora o melhor estudo técnico para o local será executado.

A inauguração de escolas para o segundo semestre letivo também foi abordada. Entre os dias 31 de julho e 3 de agosto, a previsão é que sejam entregues nove unidades. O governador destacou o padrão das estruturas e a importância do ensino profissionalizante e em tempo integral. “A qualidade da Educação em Santa Catarina ganha um diferencial com essa estrutura física", finalizou.

A entrevista completa está disponível nos canais oficiais do Governo de Santa Catarina no Vimeo e também no Youtube. A versão do programa, somente em áudio, pode ser acessada na Rádio Secom

Informações adicionais para a imprensa
Francieli Dalpiaz 
Assessoria de Imprensa 
Secretaria de Estado de Comunicação - Secom
E-mail: francieli@secom.sc.gov.br
Fone: (48) 3665-3018 / 98843-5676
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Fotos: Rafael Paulo/SAI

Uma equipe da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais de Santa Catarina (SAI) participa, na China, do projeto de introdução à governança chinesa voltado para líderes públicos do Brasil. As atividades começaram no sábado, 22, e vão até a segunda-feira, 31. A iniciativa, a convite da Embaixada da China no Brasil e do Ministério do Comércio da China, ocorre na Província de Jiangxi, na região central chinesa, com visitas técnicas às cidades de Hangzhou e Shanghai. O consultor-geral da SAI, Marcelo Trevisani, representa o governador Raimundo Colombo no projeto. Após o seminário, a delegação de Santa Catarina visitará a Província de Fujian, entre os dias 1° e 3 de agosto, para avaliar cooperações naquela região.

Segundo Trevisani, a participação no seminário abrirá novos canais de comunicação para Santa Catarina na China, especialmente em uma região com crescimento superior à média chinesa. "Trazemos para Jiangxi a disposição de Santa Catarina em abrir novos mercados e encontrar novos parceiros para trocas econômicas, cooperações técnicas e acadêmicas, e aumentar o fluxo turístico de chineses para o nosso estado, ainda pouco conhecido por aqui", explicou o consultor-geral da SAI. Além de Santa Catarina, os estados do Rio de Janeiro, Mato Grosso, Goiás, Bahia — membros do Fórum RI 27 —, Paraná, Alagoas e Paraíba enviaram representantes.

No sábado, na Faculdade de Estudos Estrangeiros de Jiangxi, em Nanchang, horário local, os brasileiros participaram da cerimônia de abertura e da primeira atividade do seminário — uma apresentação sobre a ascensão da Província de Jiangxi. As boas-vindas foram oferecidas pelo vice-reitor da faculdade, Liu Quanhui. "Espero que vocês possam sentir a hospitalidade do povo chinês com os amigos brasileiros", disse o vice-reitor.

O inspetor do Departamento do Comércio da Província de Jiangxi, Li Wenyao, apresentou a região aos brasileiros. Segundo Wenyao, o seminário é uma oportunidade de "intercâmbio de negócios de conteúdo rico" para os dois lados. "A China está confiante nas boas perspectivas de crescimento do Brasil. Somos os maiores países em desenvolvimento e importantes países emergentes", avaliou o inspetor. O Brasil é o décimo maior parceiro comercial da China, que, por sua vez, é o principal parceiro comercial catarinense.

Sobre Jiangxi, Wenyao destacou a localização estratégica e a logística de transportes da província na região central da China, com exportações e importações feitas por portos fluviais; os recursos e patrimônios naturais reconhecidos pela Unesco; a história e cultura milenares, como a origem da porcelana chinesa; e a indústria diversificada em uma cadeia produtiva completa. "Nos últimos anos, Jiangxi tem mostrado um bom impulso de novas indústrias, como a de energia, cobre e aço de alto desempenho, veículos especiais, maquinário de precisão, biomedicina, química, turismo e serviços inovadores", apresentou o inspetor. Jiangxi também segue uma estratégia de posicionamento global voltada para cooperações e parcerias de negócios, com foco nos serviços, como a construção de infraestrutura.

Inovação na economia chinesa

No domingo, 23, horário local, o pesquisador e diretor executivo do Centro de Cooperação Internacional da Comissão de Desenvolvimento e Reforma Nacional, Xing Guojun, analisou a situação macroeconômica da China, a começar pela divulgação, na última semana, do indicador com o crescimento de 6,9% do PIB chinês no segundo trimestre de 2017. "Comparado-se com outros anos, esse número não é muito alto. Antes de 2008, o PIB anual da China era, em média, de 10%. Mas este crescimento do PIB, na comparação com outros países, ainda é muito bom", avaliou Guojun.

Segundo ele, os fundamentos econômicos da China são estáveis. O pesquisador citou a forte demanda interna na China como o primeiro fator importante para a estabilidade da economia do seu país. Outro ponto são os investimentos domésticos chineses: tanto o governo quanto investidores privados aumentaram os investimentos nos últimos trimestres. Por fim, o aumento das exportações representa o terceiro item importante para o crescimento econômico atual da China.

Guojun explicou que a dinâmica do mercado internacional levou o governo chinês a adotar medidas para enfrentar a competição e novos desafios globais. "Governo chinês quer modernizar seus produtos e investir em inovação", disse. Com o desenvolvimento nos últimos 30 anos, a partir da abertura da economia chinesa, o país se tornou mais rico, mas isso trouxe novos desafios, como desigualdade social. De acordo com Goujun, além da inovação, são adotadas medidas para reduzir a pobreza, para que chineses invistam em novos negócios, e para o desenvolvimento de novos setores econômicos. 

"O que estamos observando é o processo de modernização das bases da matriz econômica da China como uma política de governo, a partir da inovação, de novas áreas econômicas e indústria 4.0, para fugir da competição que os produtos chineses sofrem de outros países emergentes da região, a exemplo do Vietnã e da India", observou Trevisani. 

Cooperação com entes regionais do Brasil e da China

Questionado pelo representante catarinense sobre cooperações entre os estados brasileiros e a China, Goujon comentou que as economias do Brasil e da China têm muitas características complementares. "Os senhores podem verificar os pontos fortes da economia do seus estados e depois exportar estes produtos para a China e a China também pode exportar os nossos pontos fortes para o seu estado. Assim é possível conseguir o benefício mútuo", disse.

O pesquisador acredita que, desta forma, a China conseguirá fazer cooperações no Brasil. "Se o seus estados e empresas tiverem autonomia em relação à economia, podem negociar diretamente com o governo chinês e as províncias na China", concluiu. 

Visita a Fujian

Após o seminário, entre os dias 1° e 3 de agosto, a delegação de Santa Catarina visitará as cidades de Fuzhou e a Ilha de Pingtan, ambas na Província de Fujian. "A intenção desta parada é apresentarmos Santa Catarina para autoridades de Fujian e tratar dos pontos do futuro acordo de cooperação que assinaremos com Fujian", revelou o consultor-geral da SAI. Na última sexta-feira, 14, o governo catarinense recebeu uma missão do governo de Fujian em Florianópolis.

O acordo de cooperação entre Santa Catarina e Fujian é uma iniciativa da SAI e do Escritório de Relações Internacionais da Univali a partir de uma parceria entre o Governo do Estado e a universidade firmada em 2016. "A nossa expectativa é que saiamos de Fujian com os principais pontos da cooperação definidos para que o governador Colombo possa formalizar o acordo ainda neste ano", espera Trevisani.

Na parada na Ilha de Pingtan, a delegação catarinense irá detalhar a intenção das autoridades locais chinesas em assinar um acordo de irmanamento com Florianópolis. Além do consultor-geral da SAI, Marcelo Trevisani, a delegação catarinense em missão à China é composta pelo consultor Rafael Paulo e pela diretora de Missões, Recepções e Eventos em exercício, Alice de Borba.

Mais informações para a imprensa:
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Foto de arquivo: Antonio Prado / Fesporte

Quando começar a etapa estadual da 30ª edição dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, a partir deste sábado, 22, em Caçador, cerca de 3 mil atletas de 81 municípios, com idade entre 15 a 19 anos, lutarão não somente por uma boa participação. A briga será, claro, pela medalha de ouro e, principalmente, para tentar impedir mais uma conquista ou de Blumenau ou de Joinville. As cidades detêm a hegemonia do Estado e devem atrair os olhares até o final, no dia 29.

A briga pelo troféu promete ser acirrada. Na história dos Joguinhos Abertos, são 14 conquistas de Blumenau contra 12 de Joinville. Por isso, cada uma das 16 modalidades será fundamental pela luta pelo título.

Estão no programa da competição: atletismo, basquetebol, caratê, ciclismo, futebol, futsal, ginástica artística, ginástica rítmica, handebol, judô, tênis, tênis de mesa, voleibol, vôlei de duplas e xadrez. A natação foi realizada dia 16, em Palhoça, com Joinville sendo campeão no masculino e Blumenau no feminino.

A cerimônia de abertura está prevista para sábado, às 19h, no Ginásio do Sesi, com capacidade para 2 mil pessoas. Além dos desfiles dos municípios participantes, a noite contará com a apresentação do “Bike Session”, um grupo paranaense que realiza acrobacias com bicicletas. Para um dos pontos altos da noite, um atleta de futsal de Caçador: Julian Cesar Monteiro, será o responsável pelo acendimento da pira. Cesar Carneiro, do handebol, também da cidade-sede, realizará o juramento.

“Não tenho dúvidas que mais uma vez faremos um grande evento esportivo, pois as instituições envolvidas na organização têm muita experiência”, destaca Erivaldo Caetano Júnior, o Vadinho, presidente da Fesporte, que promove o evento em parceria com a prefeitura local e Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Caçador.

Essa será a segunda vez consecutiva que Caçador é a cidade-sede. No último ano, o município campeão foi Joinville. Na 30ª edição dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina, incluindo todas as etapas (microrregionais e seletivas), foram inscritos 8.201 atletas de 170 municípios.

Galeria dos campeões

Blumenau 14 títulos
Joinville – 12
Florianópolis – 2
Concórdia – 1

*Em 2009 a competição foi cancelada em virtude do surto de “Gripe A”, em Santa Catarina 

Histórico dos Joguinhos Abertos

A ideia de criação dos Joguinhos Abertos de Santa Catarina surgiu em novembro de 1986, com o então coordenador de Desportos, professor Felipe Abraão Neto, que encaminhou a proposta ao governador Pedro Ivo Campos.

Com a aprovação do projeto, iniciaram-se os trabalhos de supervisão regional por uma equipe formada por Luis Carlos Gonzaga Barbosa, Odilon Alfredo Morona, Celso Ramos Sedrez, Jair Venâncio, Werner Erbele e Carlos Alberto Anzoategui. Tiveram início também as discussões para montagem do regulamento técnico.

A primeira edição dos Joguinhos ocorreu no período de 24 de novembro a 4 de dezembro de 1988, em Curitibanos, com a participação de 160 municípios. Já naquela edição despontavam grandes revelações, como Gustavo Kuerten (tênis), Carlos Schwanke (vôlei) e Fernando Scherer (natação).

Texto: Antonio Prado
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